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PARTE 1 .PMD - FEE

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Academic year: 2023

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Taxas de crescimento do VAB, por setores de atividade, e do PIB do Rio Grande do Sul - 2005-06. Taxas de crescimento da produção da indústria de transformação, por atividade, no Rio Grande do Sul - 2004/06.

Anexo estatístico

Taxa de crescimento do valor adicionado bruto por setor de atividade no Rio Grande do Sul — 2001-05. Deflator Implícito do Valor Adicionado Bruto, por Setor de Atividade, Rio Grande do Sul — 2001-05.

O crescimento e os (maus) conselheiros do Presidente*

Este texto discute brevemente a política económica destes quatro anos, questiona alguns dos seus fundamentos e avalia os seus resultados. No final, são apresentadas as perspectivas de crescimento eleitas como prioritárias durante o novo mandato presidencial, uma vez que as condições para a política económica permanecem inalteradas.

1 A abordagem econo- micista

A tríade nefasta

  • Câmbio flutuante
  • Superávit primário
  • As metas de inflação

A continuidade infinita e a fiabilidade inatingível moldaram a tríade prejudicial da política económica - uma taxa de câmbio flutuante e indexada, um excedente primário elevado e objectivos de inflação ambiciosamente baixos - responsável pelo ambiente macroeconómico estagnado, que reduz o investimento público e . O segundo pilar da política económica chama-se responsabilidade fiscal, um termo usado para descrever a virtude mais fundamental de um governante.

2 Convenções e expecta- tivas

Esta convenção nega a anterior, que via no interesse moderado o próprio valor per se, formado ao longo de décadas, inclusive no texto constitucional, até ser objeto de uma emenda que suprimiu esse princípio promovido pelo governo Lula. O recente aumento da dívida pública é resultado da decisão do Banco Central de aumentar a taxa de juros Selic para atrair capital estrangeiro para valorizar a taxa de câmbio e, assim, reduzir a inflação.

A relação dívida/PIB

A relação entre os dois mercados não está relacionada com a sua dimensão, mas sim com o nível da taxa de juro fixada pelo oligopólio dos bancos em relação à taxa base fixada pelo banco central, que determina o custo do crédito para o sector privado. .12. No entanto, esta convenção exige a criação de excedentes muito grandes, com os seus efeitos prejudiciais sobre a despesa pública, contra o objectivo ambicioso de redução da dívida.

Orléan (2002), é uma manifestação do desconhecimento do que é o mecanismo de crédito numa economia capitalista. Primeiro, porque o crédito é uma criação dos bancos, para os quais não há escassez, o seu limite é unicamente prudente em relação à procura, uma vez que a sua oferta, sendo uma criação ex nihilo da moeda, é infinitamente elástica.

3 Perspectivas

No entanto, alguns laços terão de ser eliminados para que isso aconteça.14 A combinação de uma política fiscal que conduza a elevados excedentes primários, através de restrições às despesas e de um aumento da carga fiscal, com uma política monetária com metas de inflação, que se procura através de um regime de taxas de juro extremamente elevadas e de uma taxa de câmbio apreciada terá de mudar. Da mesma forma, a taxa de juro terá de ser reduzida, independentemente dos resultados das finanças públicas, como contribuição para a expansão do crédito, que é essencial para a expansão do investimento privado.

Da estratégia do investimento nascem as nações*

A saída do cerco financeiro

Abandonou o cerco às finanças e retomou a defesa, o incentivo e a propagação do investimento; então não há dúvida: investimento produtivo. Mas não há dúvida de que o que não pôde ser mudado sob Lula I poderia agora ser mudado sob Lula II: as condições políticas para escolher o crescimento.

A reviravolta na estratégia nacional

Ou seja, o grande desafio do momento é como equilibrar a inflação, a presença do Estado, as taxas de juro e o investimento — desenvolvimento e finanças. É claro que a zona de conflito é latente quando consideramos que um banco central, por assim dizer, pode forçar uma variável-chave da economia financeira, a chamada taxa de juro, não baixando-a suficientemente ou elevando-a para níveis complicados.

O nervo sutil do PAC

Por outras palavras, mostramos um ponto onde a contradição na estrutura dos conflitos sociais e da política económica pode vir à tona e criar obstáculos políticos e económicos à reversão da estratégia nacional. A questão que nos fascina é por que a Petrobrás não foi proclamada pelo Estado nesta posição para fortalecer e ampliar a estratégia nacional.

Do eixo de crescimento à nova situação do Estado

Com isso, é possível acreditar que para um futuro próximo, caso produza resultados com seu eixo produtivo, o PAC traz a possibilidade de um processo econômico que gere um novo modelo de desenvolvimento num contexto de dominância financeira. Por um lado, temos a Casa Civil e o Ministério das Finanças, que concentram os seus esforços numa nova organização do Estado.

Conclusão

Economia brasileira: desempenho em 2006 e entraves ao seu crescimento*

1 Introdução

2 Desempenho da economia brasileira em 2006

Nos três primeiros trimestres de 2006, o crescimento do investimento foi de 6,0%, muito superior ao registado no período homólogo do ano anterior, quando tinha aumentado 1,2% (Quadro 1). No acumulado do ano até outubro, os estados das regiões Norte e Nordeste registraram taxa média de crescimento nas vendas no varejo de 24,3% e 15,4%, respectivamente.

Política monetária

Scherer e Contri (2006) já haviam observado que “[..] dados os elevados níveis das taxas de juros no Brasil, os investimentos têm demonstrado muito pouca sensibilidade às suas variações” (Scherer; Contri, 2006, p. 10).

Política fiscal

Política cambial

NOTA: Os investimentos referem-se ao orçamento fiscal e à segurança social (o que exclui empresas estatais que não dependem do Tesouro). A valorização cambial também afeta o investimento internacional, tanto de estrangeiros quanto de brasileiros.

4 Considerações finais

Entende-se, porém, que, apesar disso, o peso negativo da valorização cambial sobre a taxa de investimento, ao longo do tempo, acaba sendo maior. Isso acaba expulsando o capital brasileiro do país e atraindo pouco capital estrangeiro para o país.

Em 2006: a recuperação da lavoura de grãos sul-rio-grandense em meio

A safra 2005/2006

Evolução dos preços recebidos pelos produtores de trigo e do IPCA no Rio Grande do Sul — Jan./04-Maio/06. Evolução dos preços dos grãos selecionados recebidos pelos agricultores do Rio Grande do Sul — Jan./04-Set./06.

Perspectivas para a safra gaúcha 2006/2007

Apêndice

Anexo

Exportações de carne: um segmento extremamente dinâmico no Brasil*

A evolução recente — 2000-05

Neste grupo de estados, a distribuição das exportações de carne fresca manteve-se praticamente estável entre 2000 e 2005. Exportações de carne bovina in natura e processada de estados selecionados e do Brasil — 2000 e 2005 IN KIND BEEF.

O ano de 2006 3

As taxas de crescimento reportadas das vendas de carne bovina ao exterior são de 22,86% (tabela 6). No país, o melhor desempenho ficou por conta das taxas de crescimento das vendas de carne bovina.

Conclusões

Indústria: sinalização de mais uma década perdida?*

Introdução

O desempenho da indústria brasileira

No período analisado (janeiro-novembro/2006), a indústria de bens de capital cresceu 5,73%, em resposta ao aquecimento relativo do mercado interno. Esse segmento industrial utiliza aproximadamente 90% de componentes importados (Rosa; Borges, 2006), o que se reflete nos resultados da indústria de semiacabados.

Desempenho da indústria gaúcha

É o desempenho destes sectores que em grande parte dá o tom para a indústria transformadora do país como um todo, conforme mostrado abaixo. Apesar dos problemas mencionados, algumas atividades industriais no Rio Grande do Sul têm sido positivas, como pode ser observado na Tabela 2.

Considerações finais

No Rio Grande do Sul, a dívida pública certamente limitará o investimento público, com efeitos atenuantes sobre a demanda. Entrega do Brasil: causas, contradições e limites da política econômica nos primeiros seis meses do governo Lula.

1 Visão geral das exportações

Este texto analisa as exportações gaúchas de janeiro a novembro de 2006, último mês, com dados disponíveis no momento de sua elaboração. A primeira parte concentra-se nas exportações globais do estado e inclui uma análise das vendas externas por categoria de uso e por fator agregado.

As exportações gaúchas em 2006: crescimento apesar das dificuldades*

Analisando as exportações gaúchas por categoria de aplicação, é possível perceber um aumento na participação dos produtos intermediários, que por sua vez representaram mais da metade das vendas externas do RS. Os bens de consumo, ao contrário dos bens semiacabados, perderam participação, principalmente devido ao menor desempenho dos bens não duráveis, que inclui calçados, cujo desempenho deixou a desejar em 2006.

2 Principais produtos exportados

As exportações brasileiras de carne refletiram parcialmente os efeitos da redução da demanda externa, principalmente devido à gripe aviária e à febre aftosa. Destes, destaca-se a carne de frango, que representa 93% do valor exportado pelo estado deste subcapítulo, enquanto o restante vai para a venda de carne de pato e peru.

Carnes de frango

As vendas externas totais de carnes e vísceras - principal capítulo exportado segundo o NCM - atingiram US$ 1.409 milhões nestes 11 meses de 2006, dando continuidade a uma trajetória, no país, de aumento das receitas cambiais (23,9%), enquanto no mercado nacional nível o aumento foi de 2,0%. E essa queda só foi maior devido à transferência da produção destinada ao mercado externo para unidades em estados autorizadas pelos importadores a realizar exportações, o que favoreceu as vendas de carne suína e bovina do Rio Grande do Sul.

Carnes suínas

A carne de aves perdeu participação no total das exportações gaúchas, passando de 8,1% para 6,1%. Além destas e a um valor muito inferior, também eram comercializadas no exterior carnes e miudezas de cavalo.

Carne bovina

Fumo não manufaturado

Na República da Eslovénia, as receitas provenientes da exportação de tabaco não transformado (1.133 milhões de dólares), o principal produto vendido no estrangeiro, representam quase a totalidade das vendas no estrangeiro de tabaco transformado e sucedâneos do tabaco, o terceiro principal item de exportação depois da NCM. A diminuição das vendas ao exterior na República da Eslovénia também pode ser explicada pela diminuição da exportação da Universal Leaf Tabacos, um dos principais exportadores de tabaco, no país em 43%.

Calçados e suas partes

A queda na produção, mais intensa na Região Sul, é atribuída à redução das colheitas aliada à menor qualidade da oferta devido ao clima desfavorável. Basicamente, é comercializado tabaco de folha seca, sendo que o tipo Virginia representa quase 63%, e o tipo Burley representa aproximadamente 17% das vendas deste produto ao exterior.

Calçados de couro natural

Complexo soja

No RS houve grande aumento nas exportações de produtos de soja em 2006, com destaque para a soja (557,5%). Essa diferença de comportamento se deve à reduzida base de comparação no estado, já que o ano de 2005 foi caracterizado fundamentalmente por problemas climáticos que comprometeram a produção e o processamento da soja no Rio Grande do Sul.

Soja em grão

Contudo, é importante ressaltar que, enquanto as vendas externas de óleo de soja e torta (ou farelo) de soja aumentaram no Rio Grande do Sul, as vendas nacionais diminuíram em relação ao mesmo período do ano anterior, reduzindo a participação do estado nas vendas brasileiras de esses produtos.

Torta de soja

Óleo de soja

Plásticos e suas obras

Polímeros de etileno em formas primárias

Veículos

Tratores

Partes e acessórios de veículos

Carrocerias para veículos

Couros

Couros preparados

Couros acabados

Móveis e suas partes

3 Considerações finais

Tudo indica que deverá permanecer valorizado, exigindo esforços adicionais na busca de novas formas de inserção das exportações gaúchas no mercado internacional, tendo em vista que o padrão exportador do RS, por ser bastante intensivo no uso de mão de obra, mão-de-obra, prejudica a competitividade externa. Por outras palavras, os custos continuam a aumentar e as receitas continuam a diminuir para um grande número de exportadores.

Mercado de trabalho na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA), no ano de 2006*

Ocupação: lenta recupe- ração

Ao examinar a evolução do emprego por sector de actividade, na comparação entre Dez./04-Nov./05 e Dez./. Variação absoluta da ocupação, segundo principais setores econômicos, na RMPA — Dez./04-Nov./05 e Dez./05-Nov./06.

Desemprego: apesar da queda, ainda continua em

Em maio, porém, a queda do desemprego oculto foi decisiva para a variação negativa da taxa de desemprego total, uma vez que a taxa de desemprego aberto continuou a crescer. Entre Agosto e Outubro, a queda da taxa de desemprego reflectiu a evolução da taxa de desemprego oculta, uma vez que a taxa de desemprego aberto se manteve estável; em Novembro, a descida deveu-se unicamente ao desemprego público.

Rendimentos do trabalho

Em termos de ocupação, apesar da perda de empregos com contratos de trabalho protegidos no setor privado, houve uma expansão dos empregos precários, que compensou a perda de bons empregos. Quanto à taxa de desemprego, registou-se uma descida, embora tenha permanecido num nível elevado.

1 A difícil situação

Inicialmente, essas atividades são investigadas no âmbito do governo estadual; Em seguida, a Seção 2 analisa o comportamento do ICMS, principal tributo estadual; o item 3 apresenta a arrecadação de ICMS dos setores da economia gaúcha; e por último, o ponto 4 demonstra a execução do orçamento do Estado.

O desempenho das finanças públicas estaduais em 2006*

Mas todos esses esforços para equilibrar o orçamento foram severamente prejudicados pelas reduções na compensação de prejuízos fiscais resultantes de isenções às exportações introduzidas pela Lei Kandir, formalizada pela reforma da constituição federal em 2003.4 As perdas foram de fato enormes para o Rio Grande do Sul e sem dúvida uma das causas do seu desequilíbrio financeiro, pois é um dos estados que mais exporta no Brasil, logo depois de São Paulo e Minas Gerais5, aliás ambos estão em melhor posição do que aqui. 4 Na verdade, as isenções às exportações não são mais amparadas pela Lei Kandir, mas por uma reforma da constituição federal de 2003, que não definiu o valor a ser repassado aos estados.

Em 2006, voltaram a ter uma relação positiva, já que a economia gaúcha apresentou crescimento de 2,7% e a arrecadação de ICMS aumentou 5,1%. É certo que o aumento das alíquotas de ICMS sobre combustíveis, energia e telecomunicações melhorou a relação entre as variáveis.

3 A arrecadação do ICMS por setores

4 A execução orçamentária

As contas do governo sempre estiveram sob grande pressão ao longo dos últimos 30 anos, tanto devido aos pagamentos do pessoal como também devido ao peso da dívida. Em segundo lugar vem o problema da dívida: sua amortização e pagamento de custos absorveram R$ 1,6 bilhão no período jan.-nov./06.

5 Considerações finais

INDICADORES SELECIONADOS DO RSINDICADORES SELECIONADOS DO RSINDICADORES SELECIONADOS DO RSINDICADORES SELECIONADOS DO RSINDICADORES SELECIONADOS DO RS

Taxas de crescimento do volume real de vendas no varejo, por setores de atividade, no Rio Grande do Sul — 2005/06. Taxas de crescimento do volume físico das exportações, segundo os principais setores de atividade, do Rio Grande do Sul – 2005-2006.

ARARARARARTIGOS DE CONJUNTURATIGOS DE CONJUNTURATIGOS DE CONJUNTURATIGOS DE CONJUNTURATIGOS DE CONJUNTURA

Resumo

1 Agravamento dos agre- gados financeiros no

2 Conseqüências da inver- são das fontes de finan-

A partir de 1998, negociou com o governo federal o valor da dívida pública direta, cujo valor anual do serviço era de aproximadamente 15% da receita corrente líquida (RCL). As despesas do governo geral, do poder judicial, do legislativo e outras despesas legais também aumentam durante o processo de crescimento económico, mas a uma taxa de crescimento igual à da economia, ou seja, com uma elasticidade do rendimento igual à unidade.

Abstract

Perspectivas de transformações estruturais na economia da Metade Sul do Estado*

1 Antecedentes: a proble mática da agropecuária

2 Propósitos e notas metodológicas

No caso da região Sul do estado, o crescimento se daria pela transferência de terras da pecuária extensiva para lavouras, com redução da produção animal, ou pelo aumento do número de pastagens, liberando espaço para o cultivo.5 .

Subutilização e uso efetivo de terras com culturas cerealíferas, por região programática do PIIRS, no Rio Grande do Sul, em anos selecionados. Regiões Programadoras do Programa Integrado de Investimentos do Setor Agropecuário do Rio Grande do Sul (PIIRS) — 2006.

Mapa 1 Tabela 1
Mapa 1 Tabela 1

4 A lavoura na Metade Sul, nos anos 90

O aumento da área plantada com soja no Sudoeste correspondeu a quase metade (47%) do aumento líquido da área plantada de toda a cultura da oleaginosa no Rio Grande do Sul. O crescimento da área plantada com soja na Mesorregião Centro-Oeste resultou no aumento da participação da área total cultivada com oleaginosas no estado de 7% para 11,5%.

Mercado externo; a instalação fica de 400 a 600 km de distância das fábricas da empresa na Argentina, facilitando o intercâmbio entre elas. Investimentos confirmados dos setores produtivos da metade sul do Rio Grande do Sul — jan./03-ago./06.

6 Conclusões e perspecti- vas: a sustentabilidade

De tudo o que vimos, abre-se uma janela de oportunidade para a metade sul, permitindo-nos visualizar: (a) um cenário sensível à dinamização da economia regional, integrando o crescimento da cultura cerealífera com a ceifa de gado mais produtivo em terras com maior potencial de uso; b) fortalecimento da cadeia produtiva tradicional da pecuária de corte associada a esse segmento; e (c) a substituição de parte da pecuária “atrasada” por um forte setor florestal composto por cadeias agroindustriais. Pesquisa e avaliação dos recursos naturais, socioeconômicos e institucionais do Rio Grande do Sul.

Mercado de trabalho no RS, no período 1999-2005

No mesmo ano, o sector terciário teve um peso relativo de 46,2% no contraste nacional, o que destacou a presença de serviços comerciais, saúde, educação, transportes, telecomunicações e intermediários financeiros (Alonso; Brinco, 2006). Na 1ª seção, o artigo traz algumas considerações sobre a evolução demográfica com o objetivo de dimensionar e caracterizar a oferta de trabalho nas áreas consideradas.

1 O movimento demográ- fico

Em comparação com 1999, as taxas de participação caíram nos estratos com até sete anos de estudo e subiram nos demais. Desenvolvimento das taxas de participação do PEA e do PIA no RS, na RMPA e no conjunto de municípios não metropolitanos.

2 A evolução da ocupação

Índice de evolução da ocupação do setor primário do RS, da RMPA e do conjunto de municípios não metropolitanos. Índice de evolução do emprego na indústria de transformação do RS, da RMPA e do conjunto de municípios não metropolitanos.

No conjunto dos municípios não metropolitanos, em 2005, os empregados com carteira assinada tinham maior participação na indústria de transformação, representando 85,5%, enquanto no setor terciário eram 68,7% e na ocupação total eram. 70% (Tabela 7). Percentual de empregados com carteira assinada no total de empregados (excluindo militares e servidores legais), em setores selecionados, no RS.

3 A evolução do desem- prego

Em linhas gerais, a análise da evolução do mercado de trabalho no RS, nos primeiros anos do século XXI, mostrou um crescimento do emprego, que se deveu principalmente ao aumento do número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada, bem como bem como o aumento do número de colaboradores com carteira de trabalho assinada. como um declínio nos níveis informais e nas taxas de desemprego. Acredita-se que a continuidade deste processo de melhoria das condições do mercado de trabalho, iniciado em 1999, está em grande parte ligada ao crescimento económico sustentável, sem o qual não será possível manter ou mesmo expandir a situação. distante.

O baixo crescimento econômico brasileiro foi explicado pela utilização de políticas macroeconômicas incorretas ou exageradas, que impediriam aumentos sustentáveis ​​na taxa de investimento. Por fim, discute-se a órbita da oferta total em suas relações com as políticas macroeconômicas e com as ações do Estado, em termos de políticas de desenvolvimento (investimentos e planejamento), com o argumento de ser o maior gargalo da economia do país.

2 O baixo crescimento

Uma terceira corrente explica a baixa dinâmica com a mudança do papel do Estado, que teria se tornado um Estado mínimo em termos de investimento e capacidade de planeamento, bem como liberal na sua política de implantação internacional.

3 Desempenho das políti- cas monetária e fiscal

Para o PIB são consideradas as taxas de variação anuais (últimos 12 meses divididos pelos 12 meses anteriores), calculadas com base em índices mensais obtidos por interpolação do PIB trimestral. NOTA: São consideradas para o PIB as taxas de variação anuais (últimos 12 meses face aos 12 meses anteriores), calculadas com base em índices mensais obtidos por interpolação do PIB trimestral.

4 A órbita da oferta agregada

Durante um longo período, o sector público investiu entre 25% e 35% dos seus recursos (até ao final da década de 1970), enquanto o sector privado investiu apenas entre 10% e 15% dos seus recursos (PIB menos GA do imposto automóvel) até ao final da década de 1970. final dos anos 60. De meados da década de 60 até o início da década de 80, houve uma mudança de patamar para o setor privado, que passou a investir cerca de 20% a 25% dos seus recursos, o que continua até hoje.

O comportamento da estrutura patrimonial de grandes ban- cos privados diante do recente ciclo de crédito

2 Comportamento dos bancos em economias

Os bancos não só criam depósitos emitindo dívida contra si próprios, mas também procuram constantemente angariar fundos para moldar os seus passivos de acordo com as necessidades operacionais da sua carteira. Portanto, os bancos atuam ativamente e desempenham um papel na transformação da realidade, em vez de na adaptação.

4 Comportamento da estru- tura patrimonial de gran-

É importante destacar que o crescimento do crédito no período recente implicou mudanças significativas na estrutura acionária dos grandes bancos privados no Brasil. Daqui resulta que o recente ciclo de crédito não implicou um enfraquecimento dos activos dos grandes bancos privados da amostra.

5 Conclusão

Títulos e derivativos em relação ao ativo total, nos dez maiores bancos privados do Brasil – 2002-2005. Receitas de crédito e arrendamento mercantil em relação às receitas de intermediação financeira nos dez maiores bancos privados do Brasil – 2002-2005.

ORIENTAÇÃO PARA APRESENTAÇÃO DE ARTIGOS

O arquivo MS-Excel deverá ser enviado à revista Indicadores Econômicos FEE contendo as tabelas de dados vinculadas aos gráficos gerados. 10 - Os artigos enviados à revista Indicadores Econômicos FEE serão submetidos aos editores para processamento, sendo os autores informados da aceitação ou rejeição de seu trabalho.

FICHA DE ASSINATURA

EDITORAÇÃO

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Mapa 1 Tabela 1

Referências

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