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PDF GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ - ipardes.gov.br

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Academic year: 2023

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José Rubel - Representante Principal da SEMA no Comitê de Gestão do Projeto e Responsável Técnico pelos Programas de Modernização do Sistema de Licenciamento Ambiental e Fortalecimento da Gestão de Riscos Naturais e Antrópicos. O Manual Operacional do Projeto (MOP) visa orientar a Secretaria Estadual e a Coordenação-Geral (SEPL) na gestão do projeto multissetorial para o desenvolvimento do Paraná, bem como as secretarias estaduais e os poderes públicos envolvidos na implementação dos programas e ações que fazem parte, tendo em vista as obrigações adotadas nos termos do Contrato de Empréstimo firmado entre o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial) e o estado do Paraná.

GRAF  - Grupo de Atividades Fundamentais  GRD/PR  - Gestão de Riscos e Desastres do Paraná  IAP  - Instituto Ambiental do Paraná
GRAF - Grupo de Atividades Fundamentais GRD/PR - Gestão de Riscos e Desastres do Paraná IAP - Instituto Ambiental do Paraná

O PROGRAMA NO CONTEXTO DO PLANO DE GOVERNO

Diretrizes Gerais do Plano de Governo

Metas Específicas do Plano de Governo

A modernização do programa de licenciamento ambiental “contribui para o objetivo de melhoria da gestão pública com reflexos positivos em diversos setores da economia nacional” (cf. Ajuda Memória, da 1ª missão do BIRD - 2011).

DEFINIÇÕES DO PROBLEMA

MARCO LEGAL

A redução acelerada e contínua da força de trabalho, em contraste com o aumento da demanda, prevê para 2014 a possibilidade de colapso dos processos de licenciamento, outorga, fiscalização e fiscalização.

OS PROCESSOS DE LICENCIAMENTO, OUTORGA, FISCALIZAÇÃO E

  • Licenciamento Ambiental
  • Outorga do Direito de Uso da Água
  • Fiscalização
  • Monitoramento

Além da operação desses equipamentos, o monitoramento do IAP envolve o desenvolvimento de novas metodologias e o estabelecimento de padrões de avaliação da qualidade ambiental. De referir que os três laboratórios ambientais do IAP realizam as análises necessárias à determinação da qualidade da água desta rede de monitorização.

INTER-RELAÇÃO ENTRE OS PROCESSOS

A atividade de monitoramento da água realizada pelo Instituto AGUASPARANÁ gerencia uma rede de monitoramento com 517 estações de precipitação, 250 estações fluviométricas, 260 estações de coleta para avaliação da qualidade da água, das quais 76 são para análise sedimentométrica, todas concentradas em grandes rios e atendendo principalmente às necessidades do setor hidrelétrico . Por exemplo, quando se trata de coleta de amostras, os inspetores devem ser apoiados por especialistas que trabalham em laboratórios de monitoramento ambiental para proceder à coleta adequada, proteger a integridade e analisar as amostras.

EXPANSÃO DA LEGISLAÇÃO E DA DEMANDA VERSUS REDUÇÃO DO

Pesquisa realizada pelo SEBRAE em 2005 mostra que o setor empresarial aponta a lentidão, o excesso de complexidade, a falta de diretrizes claras e a sobreposição de ações dos órgãos públicos como as principais ineficiências do processo de licenciamento ambiental. Assim, estima-se preliminarmente que até 2014 haja uma necessidade urgente de aumentar em 25% a força de trabalho atualmente trabalhando em processos de licenciamento, outorga, fiscalização e fiscalização.

OBJETIVO GERAL

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

BENEFÍCIOS DO PROGRAMA

Benefícios para a Sociedade

Benefícios para os Agentes Econômicos

ÁREA DE ATUAÇÃO

PÚBLICO BENEFICIÁRIO

ESTRUTURA DO PROGRAMA

AÇÕES E METAS DO PROGRAMA

Apoio à implementação do Programa Fornecimento dos equipamentos necessários à operação da UTP e ao desenvolvimento das atividades de gestão do Programa. SEMA e instituições parceiras Policiamento Ambiental Capacitação 400 Policiais Capacitados 400 Policiais Capacitados 400 Policiais Capacitados 400 Policiais Capacitados SEMA e instituições.

APOIO À IMPLANTAÇÃO DO PROGRAMA

Escopo

Resultados Esperados

REENGENHARIA DOS PROCESSOS

Escopo

Avaliar os manuais de licenciamento, adjudicação, fiscalização e fiscalização existentes, verificar se os documentos, formulários, procedimentos, etc.

Resultados Esperados

REESTRURAÇÃO E INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

Escopo

Conceber a adequação de sistemas de informação existentes ou o desenvolvimento de novos sistemas, visando a integração de dados entre eles, obedecendo ao novo fluxo de processo; Dotar as instituições do Sistema SEMA de hardware e software adequados às necessidades decorrentes da reestruturação e integração dos sistemas de informação.

Implantação dos Balcões Únicos

  • Escopo
  • Resultados esperados

Compilação da Legislação Ambiental

  • Escopo
  • Resultados esperados

DESCENTRALIZAÇÃO COMPARTILHADA DO LICENCIAMENTO E FISCALIZAÇÃO

Escopo

Resultados Esperados

CAPACITAÇÃO DA POLÍCIA AMBIENTAL

Escopo

Melhorar a qualidade da gestão estadual e do meio ambiente, por meio da descentralização de sua atuação, com participação efetiva do próprio estado, municípios, sociedade civil organizada e setor produtivo, gerando benefícios socioeconômicos com o uso sustentável dos recursos ambientais. Capacitar os policiais ambientais na operação de softwares voltados à implantação e manutenção de banco de dados informatizado e softwares utilizados em Sistemas de Informações Geográficas;

Resultados Esperados

ESTRUTURAÇÃO DA REDE DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DO AR

Escopo

Aquisição de sistemas de transmissão, recepção e armazenamento de dados: O sistema operacional pode ser implantado por meio de contrato com o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (LACTEC), que hoje opera o sistema existente e já possui tecnologia para gerenciar redes de monitoramento da qualidade do ar. Após a instalação, é realizada uma inspeção e calibração dos equipamentos eletrônicos e do sistema de transmissão de dados.

Resultados Esperados

Aquisição de estações de medição da qualidade do ar: Como as estações automáticas são importadas, a aquisição pode ser feita por concurso público. As estações podem ser instaladas em escolas ou postos de saúde municipais, o que exige apenas um convênio com o município.

CONCEPÇÃO DO SISTEMA DE FISCALIZAÇÃO VEICULAR

Escopo

  • Elaboração de estudos

Resultados Esperados

MELHORIA DA INFRAESTRUTURA OPERACIONAL PARA O MONITORAMENTO

Aquisição de Equipamentos para Laboratórios e Monitoramento do IAP

  • Escopo
  • Resultados esperados

Analisador de Íons No Laboratório Físico-Químico de Curitiba Analisador de partículas, TRS, H2S e substâncias orgânicas provenientes de gases de combustão. Aquisição de Equipamentos: A aquisição de equipamentos deve incluir entrega, instalação, sistema operacional e treinamento.

Implantação de Estações Pluviofluviométricas Telemétricas, Estações de

  • Escopo
  • Resultados esperados

Elaboração de estudo para determinação da macrolocalização de estações, croquis, fotos e determinação da infraestrutura necessária para a instalação de estações de telemetria; Obtenção de chuvas e níveis dos rios em tempo real, o que ajudará na tomada de decisões;

Equipamentos de Fiscalização do IAP

  • Equipamentos a serem adquiridos
  • Resultados esperados

UNIDADE TÉCNICA DO PROGRAMA (UTP)

UNIDADE TÉCNICA LOCAL (UTL)

GRUPO CONSULTIVO

INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO PROGRAMA

Planos Operativos Anuais (POAs)

Após análise e aprovação pela UGP, o POA do programa elaborará uma proposta de POA do projeto multissetorial. Este projeto de plano será submetido ao Comitê Diretor do Projeto para consideração e aprovação e, em seguida, encaminhado ao Banco Mundial para não objeção.

Outros Instrumentos que Subsidiam a Gestão do Programa

6 Mais detalhes sobre os relatórios de monitoramento dos indicadores podem ser encontrados no item 9 do Volume 1 do Manual Operacional do Projeto. 8 Mais detalhes sobre a Política de Conservação Ambiental do Banco Mundial podem ser encontrados no item 8 da Parte 1 do Manual Operacional do Projeto.

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO, INDICADORES DE MONITORAMENTO

A Tabela 3 apresenta os indicadores de monitoramento relacionados ao Programa de Modernização do Licenciamento Ambiental que serão especificamente analisados ​​pelo Banco Mundial. TABELA 3 - INDICADORES DE MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL MONITORADO ESPECIFICAMENTE PELO BANCO MUNDIAL.

INDICADORES DE MONITORAMENTO PREVISTOS NO MODELO LÓGICO

TABELA 4 - INDICADORES DE PRODUTO DEFINIDOS PELA METODOLOGIA DO MODELO LÓGICO PARA O PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL. TABELA 5 - INDICADORES DE RESULTADOS INTERMEDIÁRIOS DEFINIDOS PELA METODOLOGIA DO MODELO LÓGICO PARA O PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL.

AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

A Tabela 1 apresenta os custos do Programa de modernização do Sistema de Licenciamento Ambiental por ano, por trimestre e total, e também organizados por Componente do Projeto Multissetorial para o Desenvolvimento do Paraná. No entanto, a Unidade Técnica do Programa (UTP) terá as seguintes atribuições: a) a preparação do trabalho para contratação de consultores ou aquisição de bens e serviços; b) acompanhar a execução dos contratos assinados; e c) certificar a entrega dos bens adquiridos ou serviços contratados.

TABELA 1 - CUSTOS DO PROGRAMA MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TABELA 1 - CUSTOS DO PROGRAMA MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

JUSTIFICATIVA

PROPOSTA

INVESTIMENTO

PROGRAMA FORTALECIMENTO DA GESTÃO DE RISCOS

DEFINIÇÃO DO PROBLEMA

TIPOS DE DESASTRES ABORDADOS PELO PROGRAMA

Fortalecer o sistema de governança na gestão de riscos e desastres, fortalecer a base institucional a partir do envolvimento efetivo dos diversos atores sociais como protagonistas de uma política pública enérgica, coordenada pelo Estado.

ÁREA DE ATUAÇÃO

PÚBLICO BENEFICIÁRIO

ESTRUTURAÇÃO DO PROGRAMA

AÇÕES E METAS DO PROGRAMA

Sensibilização e articulação entre diversos atores sociais para o estabelecimento do marco legal da Política Nacional de Gestão de Riscos e Desastres. O componente Fortalecimento da Gestão destina-se ao desenho e implementação de instrumentos institucionais para o Programa de Fortalecimento da Gestão de Riscos Naturais e Antrópicos.

ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE PROTEÇÃO CIVIL PARA A GRD E

  • Escopo da Ação

Criação do Conselho para acompanhar a elaboração e implementação do Plano Estadual de Defesa Civil para Gestão de Riscos e Desastres; Elaborar a Política Estadual de Defesa Civil para Gestão de Riscos e Desastres e encaminhar o documento resultante à apreciação do Governador do Estado;

CRIAÇÃO DO CONSELHO ESTADUAL DE GESTÃO DE RISCOS E

Base legal para a inserção, fortalecimento, institucionalização, operação e atualização da Gestão de Riscos e Desastres no Paraná;. A componente de Gestão de Risco visa reduzir ou suprimir os riscos existentes e futuros e expandir a base de conhecimento.

REALIZAÇÃO DE ESTUDOS PARA A AMPLIAÇÃO DA BASE DE CONHECIMENTO

  • Concepção de Metodologia para a Avaliação de Riscos de Desastres
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Estudo Técnico com Cenários Ambientais - Paraná 2030
  • Plano de Gestão de Riscos Hidrometeorológicos em Áreas Metropolitanas
    • Escopo
    • Resultados esperados

Apresentar um Plano de Gestão de Riscos Hidrometeorológicos em Regiões Metropolitanas como componente da Gestão de Riscos e Desastres no Paraná; Diretrizes, estratégias e programas de ação de curto, médio e longo prazo, que orientam a atuação do poder público e da sociedade na gestão dos riscos de inundação.

DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS PARA GRD

  • Implementação do Sistema Autônomo de Previsão Hidrológica (SAPH)
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Implantação de Sistema de Radar Meteorológico no Litoral e Região Metropolitana
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Sistema de Previsão e Estimativa de Chuva (SIPREC)
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Sistema de Mapeamento de Uso da Terra e Monitoramento Ambiental
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Sistemas de Processamento e Integração de Informações (SI2)
    • Escopo
    • Resultados esperados

Estudo de cobertura do sistema (número de radares necessários para quantificar a precipitação), estudo de logística, infraestrutura, especificação técnica (frequência de operação, antena, largura de feixe e tipo de transmissão e recepção), especificação de processamento e coleta de radares e armazenamento de dados; O módulo de processamento de dados será responsável por gerenciar o fluxo de dados recebidos pela Sala de Monitoramento e Alerta de Desastres.

ADENSAMENTO DA REDE PARANAENSE DE MONITORAMENTO

  • Escopo
  • Resultados Esperados

Todos os módulos do sistema devem ser implantados nos servidores da Sala de Alerta e Monitoramento de Desastres e devidamente testados e documentados. Deve ser elaborado o Caderno de Teste de Aceitação do Sistema; o Manual de operação e manutenção do sistema de informação; e o Guia do Usuário do Sistema de Informação.

IDENTIFICAÇÃO DE RISCOS DE DESASTRES

  • Escopo
  • Resultados Esperados

Elaboração de relatórios de trabalhos realizados e organização de banco de dados em ambiente GIS, para inclusão no sistema de informações do Programa de Fortalecimento de Gestão de Riscos e Desastres do Paraná. As ações deste componente serão discutidas a seguir, enfatizando sua relação com o componente Fortalecimento da Governança e Gestão de Riscos.

CONCEPÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE INFRAESTRUTURA PARA A RESPOSTA

  • Escopo
  • Resultados Esperados

A sala de monitoramento e alerta de desastres toma decisões, aciona recursos e emite alertas para a sala de controle, que inicia os planos de contingência e emergência. As decisões e solicitações do Centro de Monitoramento e Informação de Desastres serão encaminhadas aos níveis superiores da cadeia de comando para a implementação das medidas necessárias.

CONCEPÇÃO DAS SALAS FIXAS E MÓVEIS PARA O MONITORAMENTO E

  • Concepção das Salas de Gerenciamento
    • Escopo
    • Resultados esperados
  • Implantação de Salas Fixas e Móveis de Gerenciamento de Desastres
    • Escopo
    • Resultados esperados

Aquisição e instalação de equipamentos para salas de controle fixas e equipamentos e veículos para salas móveis de controle de desastres. Existência de câmaras permanentes de gestão de calamidades em cada Coordenação Regional de Proteção Civil e uma na Coordenação Nacional de Proteção Civil;

FIGURA 12 - VÍNCULOS ENTRE AS ESTRUTURAS DE MONITORAMENTO E ALERTA E DE GESTÃO DE DESASTRES
FIGURA 12 - VÍNCULOS ENTRE AS ESTRUTURAS DE MONITORAMENTO E ALERTA E DE GESTÃO DE DESASTRES

QUALIFICAÇÃO DE AGENTES DA DEFESA CIVIL

  • Escopo
  • Resultados Esperados

Existência de salas móveis de gestão de desastres, uma para cada regional e outra para a Coordenação de Defesa Civil do Estado;

AMPLIAÇÃO DA CAPACIDADE DE OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES EM ÁREAS

  • Escopo
  • Resultados Esperados

Uma vez instaladas e operacionais, as salas proporcionarão uma gestão integrada em todos os níveis de tomada de decisão, inclusive permitindo a adoção de um sistema de comando operacional como ferramenta de gestão de desastres. Com o desenvolvimento de um VANT equipado com sistema de transmissão de imagens em tempo real, será possível montar um ponto de observação localizado acima das áreas afetadas e utilizar as imagens geradas para avaliar com maior precisão a extensão dos danos, bem como sua gravidade.

ELABORAÇÃO DE PLANOS DE CONTINGÊNCIA E IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS

  • Escopo
  • Resultados Esperados

UNIDADE TÉCNICA DO PROGRAMA (UTP)

UNIDADE TÉCNICA LOCAL (UTL)

GRUPO CONSULTIVO

INSTRUMENTOS DE GESTÃO DO PROGRAMA

  • Planos Operativos Anuais (POAs)
  • Outros Instrumentos que Subsidiam a Gestão do Programa

Os planos de contratação pública serão instrumentos de planeamento e acompanhamento dos processos de concurso decorrentes da execução do programa. O monitoramento do programa faz parte do plano de monitoramento e avaliação do projeto multissetorial para o desenvolvimento do Paraná, aprovado pelo Banco Mundial.

INDICADORES DE DESENVOLVIMENTO, INDICADORES DE MONITORAMENTO

A Tabela 9 apresenta os indicadores de monitoramento relacionados ao fortalecimento do programa de gestão de riscos naturais e antrópicos e desastres, que devem ser analisados ​​especificamente pelo Banco Mundial. TABELA 9 - INDICADORES DE MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE FORTALECIMENTO DA GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E ANTRÓPICOS ACOMPANHADOS PARTICULARMENTE PELO BANCO MUNDIAL.

INDICADORES DE MONITORAMENTO PREVISTOS NO MODELO LÓGICO

TABELA 11 - INDICADORES DE PRODUTOS DEFINIDOS PELA METODOLOGIA DO MODELO LÓGICO PARA O PROGRAMA DE FORTALECIMENTO NA GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E ANTRÓPICOS. TABELA 12 - INDICADORES DE RESULTADOS INTERMEDIÁRIOS DEFINIDOS PELA METODOLOGIA DO MODELO LÓGICO PARA O PROGRAMA DE FORTALECIMENTO NA GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E ANTRÓPICOS.

Mapa do Estado com identificação dos riscos de desastres  5% da área do Estado  com risco de desastres  mapeados
Mapa do Estado com identificação dos riscos de desastres 5% da área do Estado com risco de desastres mapeados

AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

A Tabela 3 apresenta os custos do programa Fortalecimento da gestão de riscos naturais e antrópicos por ano, trimestre e total, e também organizados por componentes do projeto multissetorial para o desenvolvimento do Paraná. Os recursos previstos na componente 2 (assistência técnica) serão centralizados na iniciativa 3016 sob tutela da Secretaria de Estado do Planeamento e Coordenação Geral (SEPL).29 Por este motivo, a sua execução ficará a cargo da Unidade de Gestão do Projeto (UGP).

TABELA 3 - CUSTOS DO PROGRAMA FORTALECIMENTO DA GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E ANTRÓPICOS
TABELA 3 - CUSTOS DO PROGRAMA FORTALECIMENTO DA GESTÃO DE RISCOS NATURAIS E ANTRÓPICOS

JUSTIFICATIVA

PROPOSTA

INVESTIMENTO

O SIMEPAR mantém e opera, desde 1996, a infra-estrutura de monitoramento e previsão do Sistema Meteorológico do Paraná, sendo o único instituto habilitado a prover todo o desenvolvimento de produtos e serviços contemplados no Programa de Fortalecimento da Gestão de Riscos e Desastres, mais especificamente no âmbito do Sistema Hidrometeorológico componente do sistema de monitoramento e alerta, devido à sua complexidade, especialização técnica nas matérias envolvidas e disponibilidade de infraestrutura no estado do Paraná. Confiabilidade dos sistemas de informação fornecidos pela SIMEPAR, resultado de mais de uma década de experiência no desenvolvimento de produtos e serviços compatíveis com sua área de atuação;

JUSTIFICATIVA TÉCNICA DE CONTRATAÇÃO DIRETA DO INSTITUTO

Imagem

GRAF  - Grupo de Atividades Fundamentais  GRD/PR  - Gestão de Riscos e Desastres do Paraná  IAP  - Instituto Ambiental do Paraná
TABELA 1 - CUSTOS DO PROGRAMA MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL
TABELA 2 - INVESTIMENTO PREVISTO POR AÇÃO
FIGURA 12 - VÍNCULOS ENTRE AS ESTRUTURAS DE MONITORAMENTO E ALERTA E DE GESTÃO DE DESASTRES
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Referências

Documentos relacionados

Por estas razones, el procedimiento de clasificación y comparación de una TRM en comunicación aplicada a la propuesta de Carey mediante el ECC expresa relaciones