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Indicadores IBGE

Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor

IPCA e INPC

Dezembro de 2018

Publicado em 11/01/2019 às 9 horas

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Presidente da República Jair Messias Bolsonaro

Ministro da Economia

Paulo Roberto Nunes Guedes

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

Presidente

Roberto Luís Olinto Ramos

Diretor-Executivo

Fernando José de Araújo Abrantes

ORGÃOS ESPECÍFICOS SINGULARES

Diretoria de Pesquisas Claudio Dutra Crespo

Diretoria de Geociências João Bosco de Azevedo

Diretoria de Informática José Sant’Anna Bevilaqua

Centro de Documentação e Disseminação de Informações

David Wu Tai

Escola Nacional de Ciências Estatísticas Maysa Sacramento de Magalhães

UNIDADE RESPONSÁVEL Diretoria de Pesquisas

Coordenação de Índices de Preços Gustavo Vitti Leite

EQUIPE de ANÁLISE

Gerência: José Fernando Pereira Gonçalves Colaboradores: André Filipe Guedes Almeida

Pedro Kislanov da Costa

Indicadores IBGE Plano de divulgação:

Trabalho e rendimento Pesquisa mensal de emprego*

Pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua Agropecuária

Estatística da produção agrícola **

Estatística da produção pecuária **

Indústria

Pesquisa industrial mensal: emprego e salário ***

Pesquisa industrial mensal: produção física Brasil Pesquisa industrial mensal: produção física regional Comércio

Pesquisa mensal de comércio Serviços

Pesquisa mensal de serviços Índices, preços e custos

Índice de preços ao produtor – indústrias extrativas e de transformação

Sistema nacional de índices de preços ao consumidor:

IPCA-E

Sistema nacional de índices de preços ao consumidor:

INPC - IPCA

Sistema nacional de pesquisa de custos e índices da construção civil

Contas nacionais trimestrais

Contas nacionais trimestrais: indicadores de volume e valores correntes

* O último fascículo divulgado corresponde a fevereiro de 2016.

** Continuação de: Estatística da produção agropecuária, a partir de janeiro de 2006. A produção agrícola é composta do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. A produção pecuária é composta da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, da Pesquisa Trimestral do Leite, da Pesquisa Trimestral do Couro e da Produção de Ovos de Galinha.

*** O último fascículo divulgado corresponde a dezembro de 2015.

Iniciado em 1982, com a divulgação de indicadores sobre trabalho e rendimento, indústria e preços, o periódico Indicadores IBGE passou a incorporar, no decorrer das décadas seguintes, informações sobre agropecuária, contas nacionais trimestrais e serviços, visando contemplar as variadas demandas por estatísticas conjunturais para o País. Outros temas poderão ser abarcados futuramente, de acordo com as necessidades de informação identificadas. O periódico é subdividido em fascículos por temas específicos, que incluem tabelas de resultados, comentários e notas metodológicas. As informações apresentadas estão disponíveis em diferentes níveis geográficos: nacional, regional e metropolitano, variando por fascículo

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SUMÁRIO

SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR – SNIPC...4

COMENTÁRIOS...8

TABELAS CONJUNTURAIS...19

(4)

- 4 -

SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR SNIPC

DESCRIÇÃO

- Descrição Sumária

O Sistema Nacional de Índices de Preços ao Consumidor - SNIPC consiste em uma combinação de processos destinados a produzir índices de preços ao consumidor. O objetivo é acompanhar a variação de preços de um conjunto de produtos e serviços consumidos pelas famílias.

O sistema abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Vitória, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. É a partir da agregação dos índices regionais referentes a uma mesma faixa de renda que se obtém o índice nacional.

Os índices mensais resultam, regra geral, da comparação dos preços vigentes nos 30 (trinta) dias do período de referência com os 30 (trinta) do período base. A coleta integral de preços se dá a cada período de 30 (trinta) dias que é segmentado, sem interrupção, em 4 (quatro) subperíodos. Cada um deles contém cerca de 7 (sete) dias com datas definidas através do Calendário Anual de Coleta do SNIPC.

Em um subperíodo efetua-se a coleta de uma quarta parte fixa de estabelecimentos. Desta forma, é possível extrair do sistema índices com períodos base e de referência de 30 (trinta) dias ao final de cada conjunto de quatro subperíodos.

Os índices podem ser obtidos para diversas populações-objetivo desde que estejam disponíveis as respectivas estruturas de ponderações correspondentes a famílias de diferentes faixas de rendimento mensal.

Do ponto de vista temporal, além dos índices mensais, podem ser calculadas as variações de preços ocorridas em 2 (dois) meses ou mais, a partir das séries históricas produzidas.

Ressaltando que o sistema, na forma como é montado, possibilita várias alternativas de cálculo de índices, passamos a descrever, abaixo, os Índices Nacionais de Preços ao Consumidor:

Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC e Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA

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- Descrição Atual

O INPC e o IPCA são calculados de forma contínua e sistemática para as áreas abrangidas pelo sistema.

A população-objetivo do INPC é referente a famílias residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, com rendimentos de 1 (um) a 5 (cinco) salários mínimos, cuja pessoa de referência é assalariada. A população-objetivo do IPCA é referente a famílias residentes nas áreas urbanas das regiões de abrangência do SNIPC, com rendimentos de 1 (um) a 40 (quarenta) salários mínimos, qualquer que seja a fonte de rendimentos.

Para cada região são utilizadas as informações das seguintes pesquisas básicas:

PESQUISA DE ORÇAMENTOS FAMILIARES - POF

Realizada no período compreendido entre maio de 2008 e maio de 2009.

Forneceu as estruturas de ponderação das populações-objetivo.

PESQUISA DE LOCAIS DE COMPRA - PLC

Realizada no período de maio a junho de 1988. Forneceu o cadastro de informantes da pesquisa, cuja manutenção é contínua.

PESQUISA DE ESPECIFICAÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS - PEPS

Realizada na época de implantação de cada uma das regiões para todos os produtos e serviços constantes das estruturas de ponderação. Forneceu o cadastro de produtos e serviços pesquisado, que é permanentemente atualizado com o objetivo de acompanhar a dinâmica de mercado.

PRINCIPAIS VARIÁVEIS INVESTIGADAS E UNIDADES DE INVESTIGAÇÃO

Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor, para pagamento à vista.

A Pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais, prestadores de serviços, domicílios e concessionárias de serviços públicos.

ABRANGÊNCIA GEOGRÁFICA

Regiões Metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador, Curitiba e Vitória, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.

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- 6 -

PERIODICIDADE

Mensal

METODOLOGIA

Os índices são calculados para cada região. A partir dos preços coletados mensalmente, obtém-se, na primeira etapa de síntese, as estimativas dos movimentos de preços referentes a cada produto pesquisado.

Tais estimativas são obtidas através do cálculo da média aritmética simples de preços dos locais da amostra do produto que, comparadas em dois meses consecutivos, resultam no relativo das médias.

Agregando-se os relativos dos produtos através da média geométrica é calculada a variação de preços de cada subitem, que se constitui na menor agregação do índice que possui ponderação explícita.

A partir daí é aplicada a fórmula Laspeyres, obtendo-se todos os demais níveis de agregação da estrutura item, subgrupo, grupo e, por fim, o índice geral da região.

Os índices nacionais INPC e IPCA são calculados a partir dos resultados dos índices regionais, utilizando-se a média aritmética ponderada.

A variável de ponderação do INPC é a "População Residente Urbana" (Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF - 2008-2009) e a do IPCA "Rendimento Familiar Monetário Disponível " (Pesquisa de Orçamentos Familiares - POF - 2008-2009).

ÉPOCA DE COLETA

O período de coleta do INPC e do IPCA estende-se, em geral, do dia 01 a 30 do mês de referência.

TEMPO PREVISTO ENTRE COLETA E DIVULGAÇÃO

Aproximadamente 8 (oito) dias úteis.

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INÍCIO DA PESQUISA

Janeiro/1979 - Rio de Janeiro;

Junho/1979 - Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife;

Janeiro/1980 - São Paulo, Brasília e Belém;

Outubro/1980 - Fortaleza, Salvador e Curitiba;

Janeiro/1991 - Goiânia;

Janeiro/2014 - Vitória e Campo Grande;

Maio/2018 - Rio Branco, São Luís e Aracaju;

A série Brasil encontra-se disponível a partir de setembro de 1981.

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- 8 -

COMENTÁRIOS

Dezembro de 2018

1. No mês

1.1 - ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO - IPCA

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - IPCA do mês de dezembro apresentou variação de 0,15%, ficando acima do -0,21% de novembro. Constitui-se na menor variação para um mês de dezembro desde a implantação do Plano Real, em 1994. Em dezembro de 2017, o IPCA atingiu 0,44%.

Para cálculo do índice do mês, foram comparados os preços coletados no período de 29 de novembro a 28 de dezembro de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 27 de outubro a 28 de novembro de 2018 (base).

Após a queda de 0,21% em novembro, o IPCA registrou variação de 0,15% em dezembro, sob influência, principalmente, do grupo Alimentação e bebidas (0,44%) que, com 0,11 ponto percentual (p.p.) de impacto, foi responsável por quase 3/4 do índice de dezembro. Por outro lado, os grupos Transportes (-0,54%) e Habitação (-0,15%) vieram com deflação, contribuindo com -0,12 p.p. no IPCA do mês, conforme mostra a tabela a seguir:

Novembro Dezembro Novembro Dezembro

Índice Geral -0,21 0,15 -0,21 0,15

Alimentação e Bebidas 0,39 0,44 0,10 0,11

Habitação -0,71 -0,15 -0,11 -0,02

Artigos de Residência 0,48 0,57 0,02 0,02

Vestuário -0,43 1,14 -0,03 0,06

Transportes -0,74 -0,54 -0,14 -0,10

Saúde e Cuidados Pessoais -0,71 0,32 -0,09 0,04

Despesas Pessoais 0,36 0,29 0,04 0,03

Educação 0,04 0,21 0,00 0,01

Comunicação -0,07 0,01 0,00 0,00

Grupo

Variação (%) Impacto (p.p.)

O grupo dos alimentos apresentou aceleração no nível de preços de novembro (0,39%) para dezembro (0,44%), constituindo-se no grupo com maior impacto. As maiores pressões vieram dos

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alimentos para consumo em casa (de 0,34% em novembro para 0,50% em dezembro). Apesar de alguns produtos passarem a custar menos de novembro para dezembro, a exemplo do leite longa vida (-7,73%), do pão francês (-1,31%) e do arroz (-1,19%), outros produtos, também importantes na mesa dos brasileiros, exerceram pressão contrária, como a cebola (24,03%), a batata-inglesa (20,05%), o feijão- carioca (12,98%), as frutas (3,11%) e as carnes (2,04%).

Já a alimentação fora de casa desacelerou de novembro (0,49%) para dezembro (0,33%).

Os maiores impactos individuais no IPCA de dezembro, tanto positiva quanto negativamente, foram registrados no grupo dos Transportes (-0,54% e -0,10 p.p.). São eles: passagem aérea, com alta de 29,12% (0,12 p.p.), e os combustíveis, cujos preços ficaram, em média, 4,25% mais baratos e contribuíram com -0,25 p.p.

Desta forma, os combustíveis (-4,25%), em especial a gasolina (-4,80%), foram os principais responsáveis por contribuir para que o grupo Transportes (-0,54%) apresentasse a maior queda de grupo no mês. O óleo diesel (-3,45%) e o etanol (-2,70%), assim como a gasolina, seguiram na trajetória de queda de preços.

O ônibus urbano (0,13%) incorpora o reajuste nas tarifas em Aracaju (9,43%) de 14,00%, a partir de 09 de dezembro, e de 6,76% em Campo Grande (5,95%), desde 03 de dezembro. No ônibus intermunicipal (0,77%), estão contemplados os reajustes nas tarifas em Aracaju (10,71%) de 14,00%, a partir de 09 de dezembro, e de 9,45% em Porto Alegre (5,98%), desde 1º de dezembro.

No grupo Habitação, a queda de 0,15%, menos intensa que a registrada em novembro (-0,71%), teve forte influência do item energia elétrica (-1,96% e -0,08 p.p.) e refletiu a mudança na bandeira tarifária, que passou de amarela, em novembro, com a cobrança adicional de R$0,01 para cada kwh consumido, para verde, em dezembro, sem cobrança. As áreas apresentaram variação entre os -8,17% da região metropolitana de Fortaleza e o 6,71% de Rio Branco. Nesta última, o reajuste de 21,29%, em vigor a partir de 13 de dezembro de 2018, foi suspenso em 03 de janeiro de 2019 por determinação judicial.

Ainda no grupo Habitação (-0,15%), o item taxa de água e esgoto (0,71%) retrata o reajuste de 6,04% das tarifas, no Rio de Janeiro (5,65%), em vigor desde 1º de dezembro, e de 8,60%, em Porto Alegre (1,85%), a partir de 16 de dezembro.

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- 10 -

No grupo Vestuário (1,14%), os destaques ficaram com os itens roupa feminina (2,34%), roupa masculina (1,57%) e roupa infantil (0,91%).

Considerando os demais grupos, destacam-se, no lado das altas, os seguintes itens:

Plano de saúde  0,80%

Empregado doméstico  0,34%

Eletrodomésticos  0,92%

Quanto aos índices regionais, o mais elevado foi o de Aracaju (0,67%), reflexo do reajuste de 14,00% na tarifa dos ônibus urbanos (9,43%), em vigor desde 09 de dezembro e do item passagem aérea (32,15%). A região metropolitana de Curitiba (-0,17%) apresentou o índice mais baixo em função das quedas de 6,40% na gasolina e de 2,72% na energia elétrica. A seguir, tabela com os resultados mensais por região pesquisada.

Variação Acumulada

(%) Novembro Dezembro Ano

Aracaju 0,79 -0,31 0,67 2,64

Rio Branco 0,42 -0,11 0,63 3,44

Salvador 6,12 -0,31 0,56 4,04

Belém 4,23 0,00 0,48 3,00

Rio de Janeiro 12,06 -0,02 0,40 4,30

Brasília 2,80 -0,43 0,32 3,06

Porto Alegre 8,40 -0,42 0,26 4,62

São Luís 1,87 -0,11 0,25 2,65

Recife 4,20 -0,11 0,18 2,84

Fortaleza 2,91 -0,07 0,07 2,90

Campo Grande 1,51 -0,31 0,06 2,98

São Paulo 30,67 -0,30 0,03 3,68

Belo Horizonte 10,86 -0,09 0,01 4,00

Vitória 1,78 -0,30 -0,01 4,19

Goiânia 3,59 0,12 -0,03 3,14

Curitiba 7,79 -0,26 -0,17 3,38

Brasil 100,00 -0,21 0,15 3,75

Região

Peso Regional

(%)

Variação (%)

O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

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1.2 - ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR – INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC apresentou variação de 0,14% em dezembro e ficou acima da taxa de -0,25% de novembro. Constitui-se, juntamente com dezembro de 2016, na menor variação para um mês de dezembro desde a implantação do Plano Real. Em dezembro de 2017, o INPC registrou 0,26%.

Os produtos alimentícios tiveram alta de 0,45% em dezembro, mesmo resultado registrado no mês anterior. O agrupamento dos não alimentícios ficou com variação de 0,01%, acima da taxa de -0,55% de novembro.

Quanto aos índices regionais, o mais elevado foi o de Aracaju (0,83%), reflexo do reajuste de 14,00% na tarifa dos ônibus urbanos (9,43%), em vigor desde 09 de dezembro e do item higiene pessoal (3,90%). A região metropolitana de Curitiba (-0,32%) apresentou o índice mais baixo em função das quedas de 6,40% na gasolina e de 2,80% na energia elétrica. A seguir, tabela com os resultados mensais por região pesquisada.

Novembro Dezembro Ano

Aracaju 1,29 -0,36 0,83 2,32

Salvador 8,75 -0,21 0,63 3,70

Rio Branco 0,59 -0,16 0,56 3,73

Belém 6,44 -0,03 0,44 2,59

São Luís 3,11 -0,08 0,34 2,37

Recife 5,88 -0,08 0,28 2,30

Porto Alegre 7,38 -0,54 0,20 4,56

Fortaleza 5,42 0,06 0,14 2,69

Rio de Janeiro 9,51 -0,26 0,13 4,17

Campo Grande 1,64 -0,43 0,10 2,57

Brasília 1,88 -0,58 0,04 2,24

Belo Horizonte 10,60 -0,10 0,03 3,63

São Paulo 24,24 -0,43 0,01 3,54

Goiânia 4,15 0,34 -0,10 2,88

Vitória 1,83 -0,41 -0,27 3,96

Curitiba 7,29 -0,34 -0,32 3,33

Brasil 100,00 -0,25 0,14 3,43

Região

Peso Regional

(%)

Variação mensal (%)

Variação Acumulada

(%)

(12)

- 12 -

Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de novembro a 28 de dezembro de 2018 (referência) com os preços vigentes no período de 27 de outubro a 28 de novembro de 2018 (base).

O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange dez regiões metropolitanas do país, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

2. No ano

2.1 - ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR AMPLO - IPCA

O IPCA encerrou o ano de 2018 com 3,75% de variação, 0,80 p.p. acima dos 2,95% registrados em 2017. Ao longo de 2018, as taxas se distribuíram da seguinte forma:

Mês Trimestre Ano

Janeiro 0,29 0,29

Fevereiro 0,32 0,61

Março 0,09 0,70 0,70

Abril 0,22 0,92

Maio 0,40 1,33

Junho 1,26 1,89 2,60

Julho 0,33 2,94

Agosto -0,09 2,85

Setembro 0,48 0,72 3,34

Outubro 0,45 3,81

Novembro -0,21 3,59

Dezembro 0,15 0,39 3,75

Mês Variação (%)

O índice de 2018 foi influenciado, especialmente, pelas despesas com produtos e serviços dos grupos Habitação, com alta de 4,72% e impacto de 0,74 p.p., Transportes, com alta de 4,19% e 0,76 p.p.

e Alimentação e Bebidas, com alta de 4,04% e 0,99 p.p.. Juntos, estes três grupos somam 2,49 p.p., responsáveis por 66% do IPCA. A tabela a seguir mostra os resultados de todos os grupos de produtos e serviços.

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2017 2018 2017 2018

Índice Geral 2,95 3,75 2,95 3,75

Alimentação e Bebidas -1,87 4,04 -0,48 0,99

Habitação 6,26 4,72 0,95 0,74

Artigos de Residência -1,48 3,74 -0,06 0,15

Vestuário 2,88 0,61 0,17 0,04

Transportes 4,10 4,19 0,74 0,76

Saúde e Cuidados Pessoais 6,52 3,95 0,76 0,48

Despesas Pessoais 4,39 2,98 0,47 0,33

Educação 7,11 5,32 0,33 0,26

Comunicação 1,76 -0,09 0,07 0,00

Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)

Ficando atrás apenas do grupo Educação (5,32%), cujo destaque ficou com os cursos regulares (5,68%), Habitação, com 4,72%, foi o grupo que apresentou a segunda maior variação, com impacto de 0,74 p.p. Neste grupo, a principal influência veio do item energia elétrica, com variação acumulada no ano de 8,70% e 0,31 p.p. de impacto.

Em 2018, a variação acumulada da energia elétrica (8,70%) ficou pouco abaixo da registrada no ano anterior (10,35%). As regiões apresentaram variação entre -3,62% em Fortaleza e 17,67% em São Luís. Na primeira, o reajuste de 3,80% nas tarifas foi o menor dentre as áreas pesquisadas. Em São Luís, por sua vez, houve reajuste de 16,94%. Além disso, ao longo do ano, entraram em vigor as bandeiras tarifárias, acarretando em cobrança adicional, conforme apresentado na tabela abaixo.

Mês Bandeira tarifária Cobrança adicional

Janeiro Verde -

Fevereiro Verde -

Março Verde -

Abril Verde -

Maio Amarela R$ 0,01 por kwh

Junho Vermelha 2 R$ 0,05 por kwh Julho Vermelha 2 R$ 0,05 por kwh Agosto Vermelha 2 R$ 0,05 por kwh Setembro Vermelha 2 R$ 0,05 por kwh Outubro Vermelha 2 R$ 0,05 por kwh Novembro Amarela R$ 0,01 por kwh

Dezembro Verde -

Nos Transportes (4,19%), que detêm cerca de 18,5% do IPCA, peso superado apenas pelo dos alimentos (24,6%), os destaques foram:

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- 14 -

Passagem aérea  16,92%

Gasolina  7,24%

Ônibus urbano  6,32%

Após apresentar variação negativa (-1,87%) no ano de 2017, impulsionado pela safra recorde, o grupo Alimentação e bebidas encerra 2018 com uma taxa acumulada de 4,04%. Esse grupo responde por cerca de 1/4 das despesas das famílias e foi o principal impacto no ano com 0,99 p.p. A safra de 2018 ficou cerca de 5% abaixo da do ano anterior, sendo a segunda melhor da série histórica.

Cabe destacar que, no final de maio de 2018, ocorreu uma paralisação dos caminhoneiros ocasionando um desabastecimento que impactou os preços de diversos produtos alimentícios levando o grupo a apresentar uma variação de 2,03% em junho, a segunda maior para um mês de junho desde a implantação do Plano Real em 1994.

Os preços dos alimentos para consumo em casa, cujo peso é 15,7%, subiram 4,53%, enquanto a alimentação consumida fora de casa, que pesa 8,8% no índice, apresentou variação de 3,17%, conforme pode ser observado na tabela a seguir.

Alimentação e bebidas

Alimentação em casa

Alimentação fora

Janeiro 0,74 1,12 0,06

Fevereiro -0,33 -0,61 0,18

Março 0,07 -0,18 0,52

Abril 0,09 0,27 -0,22

Maio 0,32 0,36 0,26

Junho 2,03 3,09 0,17

Julho -0,12 -0,59 0,72

Agosto -0,34 -0,72 0,32

Setembro 0,10 0,00 0,29

Outubro 0,59 0,91 0,02

Novembro 0,39 0,34 0,49

Dezembro 0,44 0,50 0,33

Acumulado 4,04 4,53 3,17

Mês

Variação mensal (%)

Regionalmente, as áreas pesquisadas apresentaram taxas variando do 1,23% de São Luís até os 6,11% da região metropolitana de Porto Alegre, área que lidera o ranking, também, na alimentação em casa, conforme mostra a tabela a seguir.

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Alimentação e bebidas

Alimentação em casa

Alimentação fora

Porto Alegre 6,11 8,21 1,93

Vitória 4,95 5,72 3,55

Salvador 4,82 4,21 6,14

Curitiba 4,49 4,73 4,10

São Paulo 4,43 5,43 3,01

Rio Branco 4,43 4,84 3,70

Brasília 4,18 5,21 2,90

Belo Horizonte 3,79 4,58 2,19

Goiânia 3,71 4,42 2,41

Campo Grande 3,39 3,42 3,33

Rio de Janeiro 3,38 2,45 4,64

Recife 3,17 4,11 1,00

Fortaleza 2,83 2,61 3,46

Aracaju 2,04 2,30 1,40

Belém 1,64 1,73 1,33

São Luís 1,23 2,18 -1,47

Brasil 4,04 4,53 3,17

Região

Variação acumulada ano (%)

Considerando os alimentos adquiridos para consumo em casa, alguns apresentaram queda nos preços, do mesmo modo que ocorrido em 2017, conforme mostrado na tabela a seguir.

2017

Variação (%) Variação (%) Impacto (p.p.)

Café moído 6,59 -8,22 -0,03

Farinha de mandioca -3,93 -13,26 -0,02

Açúcar cristal -22,32 -6,36 -0,02

Alho -22,50 -10,81 -0,01

Ovos 2,94 -4,03 -0,01

Açúcar refinado -18,21 -5,93 -0,01

Feijão-fradinho -32,42 -16,73 -0,01

Sorvete -4,45 -4,07 -0,01

Item 2018

No lado das altas, vários deles tiveram alta significativa nos preços, conforme mostrado na tabela a seguir.

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- 16 -

2017

Variação (%) Variação (%) Impacto (p.p.)

Tomate -4,23 71,76 0,13

Frutas -16,52 14,10 0,13

Refeição fora 3,91 2,38 0,12

Lanche fora 3,81 4,35 0,09

Leite longa vida -8,44 8,43 0,07

Pão francês 1,24 6,46 0,07

Carnes -2,50 2,25 0,06

Batata-inglesa -3,91 23,76 0,04

Cebola -0,72 36,71 0,04

Arroz -10,86 5,31 0,03

Macarrão -2,90 10,53 0,03

Cerveja fora 4,35 3,71 0,03

Hortaliças 0,88 10,79 0,02

Frango em pedaços -5,13 6,44 0,02

Queijo -2,61 4,17 0,02

Refrigerante 2,97 2,66 0,02

Frango inteiro -8,67 4,08 0,02

Refrigerante fora 2,00 4,70 0,02

Farinha de trigo -11,53 18,10 0,01

Iogurte 0,37 5,56 0,01

Doces 4,67 4,27 0,01

Pescado 2,67 2,94 0,01

Leite em pó -9,56 4,10 0,01

Feijão-carioca -46,06 4,55 0,01

Cafezinho 2,56 8,64 0,01

Margarina 3,02 3,97 0,01

Cenoura 18,24 12,59 0,01

Enlatados 2,98 3,43 0,01

Item 2018

Saúde e cuidados pessoais fechou o ano com variação de 3,95%. Neste grupo, a pressão veio das mensalidades dos planos de saúde, que ficaram em 11,17%, maior impacto individual no índice anual. Este item é despesa importante no orçamento do consumidor, com participação de 4,1%. A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS concedeu, em 2018, reajuste de até 10,00% para os planos de saúde individuais.

Além dos grupos anteriores, contribuíram de forma positiva no índice do ano: Artigos de residência (3,74%), onde sobressaem os eletrodomésticos (6,28%); Despesas pessoais (2,98%), com destaque para o item empregado doméstico (3,84%) e Vestuário (0,61%), com variação de 1,28% na roupa feminina. Apenas o grupo Comunicação (-0,09%) apresentou taxa negativa, destacando-se o telefone fixo (-1,28%).

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Dentre os índices regionais, Porto Alegre apresentou a maior variação, 4,62%, onde destacaram- se as altas nas frutas, que subiram 46,15%, e a energia elétrica, com alta de 17,58%. Apesar de Aracaju (2,64%) e São Luís (2,65%) terem apresentado variações menores que a de Recife (2,84%), esta computa integralmente os 12 meses do ano, haja vista que as duas outras, juntamente com Rio Branco (3,44%), foram incorporadas nos índices de preços a partir de maio de 2018. Assim, no índice de Recife (2,84%), as quedas da farinha de mandioca (-23,83%) e do item higiene pessoal (-2,08%) ajudaram a conter a taxa. Os índices acumulados, por região pesquisada, são apresentados na tabela a seguir.

2017 2018

Porto Alegre 8,40 2,52 4,62

Rio de Janeiro 12,06 3,03 4,30

Vitória 1,78 2,55 4,19

Salvador 6,12 2,14 4,04

Belo Horizonte 10,86 2,03 4,00

São Paulo 30,67 3,63 3,68

Rio Branco 0,42 - 3,44

Curitiba 7,79 3,42 3,38

Goiânia 3,59 3,76 3,14

Brasília 2,80 3,76 3,06

Belém 4,23 1,14 3,00

Campo Grande 1,51 2,11 2,98

Fortaleza 2,91 2,27 2,90

Recife 4,20 3,31 2,84

São Luís 1,87 - 2,65

Aracaju 0,79 - 2,64

Brasil 100,00 2,95 3,75

Região

Peso Regional

(%)

Variação anual (%)

2.2 - ÍNDICE NACIONAL DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - INPC

O INPC fechou o ano de 2018 com taxa de 3,43%, acima dos 2,07% de 2017 em 1,36 p.p. Os alimentos tiveram variação de 3,82% enquanto os não alimentícios variaram 3,25%. Em 2017, os alimentos haviam apresentado queda de 2,70% e, os não alimentícios, alta de 4,25%. A tabela a seguir apresenta os resultados por grupo de produtos e serviços.

(18)

- 18 -

2017 2018 2017 2018

Índice Geral 2,07 3,43 2,07 3,43

Alimentação e Bebidas -2,70 3,82 -0,85 1,15

Habitação 6,35 4,48 1,11 0,82

Artigos de Residência -1,84 3,36 -0,09 0,16

Vestuário 2,73 0,64 0,19 0,05

Transportes 4,64 4,50 0,72 0,71

Saúde e Cuidados Pessoais 4,76 1,97 0,47 0,19

Despesas Pessoais 3,69 2,54 0,27 0,19

Educação 7,01 5,34 0,21 0,17

Comunicação 1,22 -0,40 0,04 -0,01

Grupo Variação (%) Impacto (p.p.)

Quanto aos índices regionais, o maior foi da região metropolitana de Porto Alegre (4,56%), tendo em vista a alta de 44,66% nas frutas e de 17,47% na energia elétrica. Já o índice mais baixo foi o de Brasília (2,24%), onde as quedas da cerveja (-10,73%) e do item higiene pessoal (-7,60%) ajudaram a conter a taxa. Os índices, por região pesquisada, são apresentados na tabela a seguir.

2017 2018

Porto Alegre 7,38 2,00 4,56

Rio de Janeiro 9,51 1,26 4,17

Vitória 1,83 1,85 3,96

Rio Branco 0,59 - 3,73

Salvador 8,75 1,84 3,70

Belo Horizonte 10,60 1,13 3,63

São Paulo 24,24 2,68 3,54

Curitiba 7,29 3,24 3,33

Goiânia 4,15 3,14 2,88

Fortaleza 5,42 1,91 2,69

Belém 6,44 0,74 2,59

Campo Grande 1,64 0,85 2,57

São Luís 3,11 - 2,37

Aracaju 1,29 - 2,32

Recife 5,88 2,62 2,30

Brasília 1,88 3,09 2,24

Brasil 100,00 2,07 3,43

Região

Peso Regional

(%)

Variação anual (%)

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TABELAS CONJUNTURAIS

R J P O A B H R E C S P D F B E L F O R S A L C UR G O I V IT C G R B S L A J U N A C IO N A L

Índice Ge ral 0,40 0,26 0,01 0,18 0,03 0,32 0,48 0,07 0,56 -0,17 -0,03 -0,01 0,06 0,63 0,25 0,67 0,15

Alime ntação e be bidas 0,77 0,75 -0,15 0,11 -0,01 0,99 0,91 0,40 2,07 0,21 0,66 -0,07 0,40 0,48 0,56 0,57 0,44

Cereais, leguminosas e oleaginosas 1,42 -2,09 1,11 1,72 1,71 5,41 3,91 -1,21 1,45 1,27 2,61 0,60 2,68 2,14 -0,70 0,74 1,32 Farinhas, féculas e massas 1,68 0,54 0,88 -1,06 -0,55 0,94 1,46 0,24 -0,94 -0,87 -0,51 -0,12 -0,43 -0,27 -1,22 -0,67 0,05 T ubérculos, raízes e legumes 9,09 9,70 3,52 11,32 4,11 11,75 9,61 13,87 33,80 11,50 9,96 -9,65 4,58 10,60 6,14 14,99 9,01

Açúcares e derivados 0,28 0,48 0,60 -3,77 1,18 -0,63 1,03 -0,34 0,07 0,74 1,43 2,57 0,44 0,35 0,75 -0,51 0,53

Hortaliças e verduras 0,25 3,35 3,22 -0,21 2,50 6,60 4,63 -1,91 8,55 -5,14 5,85 2,49 -0,66 1,81 2,42 5,95 2,26

Frutas 5,60 2,59 8,77 -0,30 1,22 4,35 -0,68 2,90 6,62 4,51 3,91 2,78 -0,81 -0,44 0,34 4,65 3,11

Carnes 3,98 1,82 0,22 -0,14 2,80 -0,41 1,71 0,06 5,57 1,19 0,18 2,28 1,00 1,48 1,83 1,94 2,04

Pescados -0,32 -0,29 1,99 -0,05 -1,12 0,63 -2,25 3,12 3,61 1,44 3,69 1,40 0,95 -0,45 4,22 -1,09 0,45

Carnes e peixes industrializados -0,42 -0,47 -1,94 -1,74 -1,92 -1,83 -0,11 -0,71 0,43 -0,29 1,93 -0,97 -0,95 0,46 -1,29 -0,13 -1,03

Aves e ovos 2,42 -1,24 1,07 0,93 1,80 1,28 0,00 0,63 -0,47 0,11 1,65 1,54 0,72 0,60 0,04 -0,91 0,82

Leite e derivados -4,25 -5,80 -6,05 -1,27 -3,64 -2,75 -0,56 -0,94 -1,38 -6,65 -4,08 -5,24 -4,52 -0,74 -1,67 -2,66 -3,78

Panificados -1,28 -0,62 -0,56 -1,23 -1,78 -0,28 0,45 -0,50 -1,72 -0,27 -0,29 0,53 0,69 -0,17 0,29 -0,19 -0,98

Óleos e gorduras 0,94 -0,60 -0,38 -1,24 -0,20 1,61 0,11 0,25 0,50 0,42 -1,55 2,51 1,72 1,41 -1,01 -0,07 0,01

Bebidas e infusões -0,24 0,81 0,33 -0,52 0,25 -1,90 2,68 -0,15 -0,49 0,56 0,41 0,89 0,15 -0,09 -0,56 0,34 0,33

Enlatados e conservas 0,51 1,32 0,58 -0,10 0,23 -0,56 -1,11 -0,34 0,87 -0,63 -0,86 -0,13 -0,02 0,15 -1,07 1,53 0,12

Sal e condimentos -0,81 0,51 -0,86 0,00 -0,42 0,01 -0,90 -0,93 1,56 0,32 -0,19 1,71 -0,06 -0,13 -1,59 -0,60 -0,19

Alimentação fora do domicílio 0,67 1,59 -0,39 0,55 -0,18 1,34 0,22 0,50 1,01 0,35 0,45 0,17 0,77 0,18 0,36 -0,34 0,33

Habitação -0,35 0,22 0,52 -0,16 0,01 -0,37 -0,20 -1,19 -0,49 -0,51 -1,11 -1,66 -0,36 3,47 1,12 -0,11 -0,15

Aluguel e taxas 1,45 0,96 0,02 0,16 0,34 0,02 -0,04 0,45 0,31 0,21 -0,04 0,24 0,23 1,05 0,48 0,20 0,46

Reparos 0,15 0,53 0,12 0,41 0,34 0,00 0,75 0,23 0,07 -0,17 0,07 0,44 -0,47 0,28 0,76 -0,06 0,23

Artigos de limpeza 1,97 0,04 0,60 -0,13 -0,68 -1,42 1,54 1,11 0,34 0,90 -0,05 1,51 1,47 1,29 0,00 -0,34 0,27

Combustíveis (domésticos) -2,08 -0,85 1,24 1,73 2,73 0,54 -1,27 1,62 -0,04 0,92 -0,65 1,91 0,72 1,05 4,57 0,39 0,78 Energia elétrica residencial -4,03 -0,67 1,54 -2,05 -1,57 -1,58 -0,66 -8,17 -3,57 -2,72 -3,87 -6,98 -2,20 6,71 0,63 -0,83 -1,96 Artigos de re sidê ncia 0,71 0,62 1,10 0,17 0,78 0,39 0,57 0,55 -0,27 0,40 0,87 0,33 -0,90 0,18 -0,40 -0,69 0,57

Mobiliário 1,39 0,59 0,29 0,41 -0,46 1,63 1,19 0,42 -0,80 -0,63 1,26 0,12 -1,27 -0,27 -0,01 -0,77 0,15

Utensílios e enfeites -0,54 1,68 1,02 0,10 1,50 -1,69 0,00 0,44 -0,30 0,41 0,90 0,55 -0,70 -0,20 1,14 0,61 0,78

Cama, mesa e banho -0,40 0,64 1,86 1,59 2,38 0,06 2,40 2,21 0,37 2,29 -0,96 1,81 1,07 0,93 -6,07 -0,48 1,29

Eletrodomésticos e equipamentos 1,02 1,20 2,24 -0,25 1,60 0,01 0,22 0,87 -0,27 0,32 1,28 0,62 -1,62 0,21 -0,39 -1,25 0,92

T V, som e informática 0,00 0,11 1,51 -0,02 0,78 -0,16 -0,34 0,04 0,52 1,61 0,59 -0,67 -0,05 0,05 -0,84 -1,25 0,51

Consertos e manutenção 0,80 -1,53 0,50 -0,67 0,48 0,74 0,24 -0,01 -0,33 0,91 0,79 0,03 -0,61 1,84 1,27 0,42 0,25

Ve stuário 1,93 1,15 0,36 1,93 0,83 1,10 2,26 1,47 1,49 0,89 0,84 1,81 -0,06 0,72 1,20 1,62 1,14

Roupa masculina 2,96 0,46 0,49 2,06 1,09 0,28 3,91 2,50 1,21 2,63 1,78 1,53 2,49 2,00 1,31 1,40 1,57

Roupa feminina 2,58 2,76 -0,22 3,11 3,70 1,05 2,67 2,19 2,13 1,48 3,10 2,26 -1,54 0,35 2,24 1,86 2,34

Roupa infantil 2,55 3,36 1,16 2,45 -0,25 1,59 2,34 0,39 0,89 -1,24 0,80 1,06 0,32 1,38 0,42 2,30 0,91

Calçados e acessórios 0,64 -0,08 0,46 1,23 -0,86 2,00 1,27 -0,05 0,99 0,02 -1,63 2,24 -0,97 0,54 -0,37 1,09 0,06

Joias e bijuterias 0,32 -0,02 0,74 -0,97 -3,17 0,23 0,38 0,50 3,23 -0,45 0,38 0,34 0,82 -1,79 2,58 2,10 -0,34

T ecidos e armarinho 1,15 -1,07 0,00 -0,15 0,83 2,70 0,49 0,94 -0,26 0,83 -1,27 0,43 1,17 -1,03 1,54 1,09 0,47

Transporte s 0,62 -0,83 -1,39 -0,73 -0,50 0,57 -0,01 -0,81 -0,64 -1,42 -0,80 0,18 -0,23 -0,10 -1,15 1,53 -0,54

T ransporte público 3,06 2,64 1,04 0,95 3,35 10,55 1,75 0,81 2,08 3,68 3,00 4,11 4,99 2,99 0,67 9,52 2,94

Veículo próprio 0,47 1,12 -0,61 0,42 0,15 0,35 0,16 -0,22 0,57 -0,63 0,17 0,44 0,55 0,39 0,65 0,17 0,16

Combustíveis (veículos) -3,41 -4,92 -3,95 -4,43 -3,89 -6,87 -3,42 -3,61 -5,37 -5,58 -3,43 -2,81 -3,81 -4,83 -4,38 -5,38 -4,25 Saúde e cuidados pe ssoais 0,26 0,43 0,75 0,76 0,18 -0,50 -0,17 1,06 0,58 0,08 0,25 -0,22 0,53 0,47 0,34 1,32 0,32

Produtos farmacêuticos -0,22 0,15 -0,50 -0,36 -0,79 -1,27 -0,13 -0,48 0,00 0,52 0,09 -0,78 0,57 -0,19 -0,74 -0,28 -0,33

Produtos óticos 1,25 1,13 -0,64 -1,07 1,34 0,19 -2,02 -0,80 1,08 1,33 -0,84 -0,71 -0,84 2,19 -0,78 -2,22 0,42

Serviços médicos e dentários -0,07 0,39 0,28 1,13 0,55 0,74 0,24 0,15 -0,03 0,30 0,09 0,10 -0,37 1,58 0,51 0,57 0,34 Serviços laboratoriais e hospitalares 1,48 0,16 0,28 0,45 0,82 0,25 0,57 0,82 0,56 0,40 0,06 -0,42 0,36 -1,38 0,51 -0,23 0,52

Plano de saúde 0,80 0,79 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,74 0,80 0,80 0,80 0,80 0,80 0,72 0,80 0,80

Higiene pessoal -0,48 0,42 3,06 2,10 -0,50 -1,69 -0,80 3,15 1,36 -1,68 0,21 -0,88 0,58 0,51 1,24 4,20 0,34

De spe sas pe ssoais 0,19 0,33 0,31 0,31 0,22 0,14 0,22 0,12 0,28 0,55 0,62 1,08 0,29 0,02 0,13 0,51 0,29

Serviços pessoais 0,33 0,05 0,34 0,48 0,31 0,12 0,06 0,33 0,20 0,58 0,46 0,82 0,28 -0,10 0,03 0,56 0,31

Recreação -0,03 1,04 0,33 -0,04 0,07 0,22 0,68 -0,38 0,58 0,64 1,59 2,04 0,39 0,26 0,58 0,59 0,34

Fumo 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Fotografia e filmagem -1,95 0,60 0,45 -0,48 1,64 -0,91 -1,35 -0,07 0,34 1,49 0,22 0,84 0,54 2,17 -0,20 -2,16 0,48

Educação 0,27 0,11 0,14 0,24 0,25 0,07 0,01 0,33 0,22 0,15 -0,08 1,51 0,38 0,23 0,07 0,16 0,21

Cursos regulares 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

Leitura 0,64 0,72 0,26 0,57 3,01 0,27 0,78 0,85 1,64 0,21 0,25 9,79 0,54 2,48 0,51 1,65 1,45

Papelaria 2,81 0,31 1,13 2,52 -0,58 0,38 -0,61 2,77 0,42 1,39 -1,06 0,54 2,78 0,89 0,14 0,81 0,68

Cursos diversos 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 -0,12 0,00 0,00 0,00

C omunicação 0,02 0,06 0,07 0,01 -0,03 -0,01 0,03 -0,03 -0,01 0,00 0,02 0,06 -0,14 -0,02 0,09 -0,11 0,01

Comunicação 0,02 0,06 0,07 0,01 -0,03 -0,01 0,03 -0,03 -0,01 0,00 0,02 0,06 -0,14 -0,02 0,09 -0,11 0,01

SISTEMA NACIONAL DE ÍNDICES DE PREÇOS AO CONSUMIDOR VARIAÇÕES MENSAIS POR GRUPOS E ITENS

IPCA - DEZEMBRO DE 2018

Referências

Documentos relacionados

(G1, 2014.) De 1992 a 2009, dados da Pesquisa Nacional por Amostras de Domicilio - PNAD, elaborados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, em pesquisa