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PDF Relatório - Imvf

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Academic year: 2023

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Apesar das limitações organizacionais, estratégicas e financeiras do atual panorama da cooperação portuguesa, o IMVF renovou os seus esforços na implementação de projetos sólidos e coerentes, procurando colocar a inovação ao serviço do desenvolvimento, sem nunca “perder as lições aprendidas durante a sua experiência que lhe ensinou”. ”Para colocá-lo em perigo. Estas demonstrações financeiras foram preparadas com base na continuidade das atividades com base nos livros e registos contabilísticos da entidade e de acordo com a Norma de Contabilidade e Relato Financeiro para Entidades do Setor Sem Fins Lucrativos (ncRF-EsnL), aprovada por Decreto Legislativo. N.º 36.-A/2011 de 9 de março. As principais políticas contábeis e de mensuração aplicadas consistentemente na preparação das demonstrações financeiras dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2016 e 31 de dezembro de 2015 são as seguintes: .

Os eventos ocorridos após a data do balanço e que proporcionem evidência ou informação adicional sobre condições que existiam à data do balanço, eventos que dão origem a ajustamentos, são refletidos nas demonstrações financeiras da Entidade. As estimativas foram determinadas com base na melhor informação disponível à data de preparação das demonstrações financeiras. As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, com base nos livros e registos contabilísticos da Entidade, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal.

Os acontecimentos após a data do balanço que afectem o valor dos activos e passivos à data do balanço são tidos em consideração na preparação das demonstrações financeiras do período.

Fluxos DE Caixa

Alterações nestas estimativas que possam ocorrer após a data das demonstrações financeiras serão corrigidas nos resultados daqui para frente. As estimativas de valores futuros que se justificaram no momento do reconhecimento nas demonstrações financeiras refletem a evolução previsível da entidade no âmbito do seu plano de atividades e a informação disponível relativamente a acontecimentos passados ​​e situações semelhantes para outras entidades do sector, com o qual não se verifica qualquer alteração neste enquadramento de curto prazo que possa pôr em causa a validade destas estimativas ou envolver um risco significativo de ajustamentos materialmente relevantes ao valor contabilístico dos activos e passivos no próximo período. A demonstração dos fluxos de caixa é classificada em atividades operacionais, de financiamento e de investimento.

As atividades operacionais incluem recebimentos de clientes, pagamentos a fornecedores, pagamentos a funcionários e outros relacionados às operações comerciais. Os fluxos de caixa abrangidos pela atividade de investimento incluem principalmente aquisições e alienações de investimentos financeiros e pagamentos e recebimentos de compra e venda de ativos fixos tangíveis e intangíveis. As atividades financeiras incluem, em particular, pagamentos e recebimentos relacionados com empréstimos recebidos, contratos de locação financeira e pagamento de dividendos.

A entidade classifica os juros pagos como atividades de financiamento e os juros recebidos como atividades de investimento.

VALOR DA DESPESA RECEBIDA NO VALOR ESCRITO DO ATIVO FIXO TANGÍVEL NO DURANTE DA SUA CONSTRUÇÃO. Nos períodos findos em 31 de dezembro de 2016 e 31 de dezembro de 2015 não foram reconhecidos gastos ou custos no valor contabilístico dos ativos fixos tangíveis em construção. Os valores de cada uma das categorias significativas de rendimentos (receitas) reconhecidos nos períodos findos em 31 de dezembro de 2016 e 31 de dezembro de 2015 são como segue:.

As receitas provenientes da prestação de serviços referem-se a contratos plurianuais de prestação de serviços, designados por assistência técnica, com os quais o IMVF, em parceria com outras entidades, realiza formação especializada em diversas áreas, onde adquiriu conhecimentos e experiência ao longo dos anos. e implementação de projetos próprios. Os serviços prestados são reconhecidos com base no método de cobertura esperada no final da execução dos respectivos contratos, sendo o rédito determinado pela aplicação desta cobertura aos gastos incorridos no final de cada exercício. Os contratos de prestação de serviços, celebrados ou iniciados no exercício de 2016, que geraram receitas neste período, são:

Contratos de Fornecimento de Serviços Financiador de Contratos Gerente de Projetos Início Fim. a) – Assistência técnica para apoiar a gestão do programa “nô Pintcha Pa Dizenevolunciationu”. Os rendimentos decorrentes de locações comerciais e os rendimentos de juros bancários são registados na demonstração dos resultados na rubrica “Outros rendimentos”. As receitas de juros decorrem principalmente de aplicações financeiras de baixo risco em depósitos a prazo.

As receitas de arrendamento imobiliário são provenientes de contratos de arrendamento comercial e residencial de espaços vagos no edifício sede, situado na Rua de São Nicolau, 105 em Lisboa, incluindo as duas lojas.

Os subsídios atribuídos pelo IEFP são reconhecidos como rendimento na exata medida do reconhecimento das despesas relativas ao vencimento atribuído aos estagiários. Os donativos recebidos no âmbito da “Conferência de Lisboa” são reconhecidos como rendimentos do período em que o evento é realizado. Os donativos atribuídos ao IMVF foram efetuados ao abrigo da alínea e) do n.º 3 do artigo 62.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais (TBS).

Doações de contribuintes do IR no âmbito da destinação de 0,5% da cota. As diferenças de câmbio reconhecidas pela empresa resultam da sua actividade estatutária, pelo que são reconhecidas na demonstração dos resultados na rubrica “Outros rendimentos” ou

O imposto corrente e o imposto diferido devem ser debitados ou creditados diretamente contra fundos de ações se o imposto se referir a itens que são debitados ou creditados a itens relacionados a fundos de ações no mesmo período ou em um período diferente. Durante os períodos relativos aos exercícios de 2016 e 2015, não foram debitados ou creditados aos fundos patrimoniais quaisquer impostos diferidos ou correntes relativos a itens debitados ou creditados nos fundos patrimoniais. A taxa efetiva de imposto é a despesa/receita fiscal dividida pelos lucros contábeis antes de impostos das atividades tributáveis.

Os contratos de empréstimo ou de empréstimo numa base líquida e instrumentos de fundos de ações que não sejam negociados publicamente e cujo valor justo não possa ser obtido de forma confiável, bem como contratos relacionados a tais instrumentos que, se executados, resultem na entrega de tais instrumentos também são mensurados ao custo ou custo amortizado menos perdas por imparidade acumuladas. A rubrica “a receber” refere-se exclusivamente à parte da factura emitida aos clientes no âmbito de contratos de serviços de assistência técnica (nota 8) a receber das respectivas entidades por 31 de dezembro de 2016. A unidade avaliada em 31 de dezembro de 2016, a informação existente sobre as dificuldades financeiras dos respetivos devedores, os incumprimentos contratuais, nomeadamente o incumprimento dos prazos de pagamento das respetivas dívidas e concluiu que não existe documentação objetiva que conduza à criação de imparidades relativamente a clientes saldos.

O FMI reconhece como ativo corrente na rubrica “Entidades cofinanciadoras”, na data da assinatura dos respetivos contratos-programa, o apoio prestado pelas entidades cofinanciadoras ao desenvolvimento das atividades estatutárias do FMI. Os valores registados na rubrica “Financiamentos obtidos” referem-se a descobertos bancários autorizados pelas respetivas instituições financeiras. A rubrica “Outros passivos correntes” é constituída integralmente por custos com remunerações de pessoal, incluindo remunerações pagas aos membros da Comissão Executiva, em funções em 31 de dezembro de 2016, a liquidar durante o exercício de 2017., relativamente aos direitos a férias e férias a pagar em 1 de janeiro de 2017 e relativas à prestação de trabalho durante o ano de 2016, incluindo os respetivos encargos sociais.

No final do ano, a rubrica “subsídio diferido” é constituída por valores cofinanciados que ainda não foram reconhecidos como receita.

BEnEFÍCios Dos EmpREGaDos

Esta rubrica é creditada pelo valor total dos contratos celebrados entre o FMI e as entidades co-financiadoras e é debitada pelo reconhecimento em resultados da parte dos subsídios que corresponde ao nível de realização dos respectivos projectos (percentagem de realização método). . O grau de realização dos projetos é calculado pelo peso das despesas efetivamente realizadas na sua realização no total das despesas totais previstas para a sua realização. Durante os exercícios findos em 31 de dezembro de 2016 e 2015, a entidade empregou em média 20 colaboradores.

Uma parte significativa dos recursos humanos da Entidade é utilizada no desenvolvimento das suas atividades estatutárias, nomeadamente na implementação de projetos no terreno e em funções administrativas, quer através de contratação específica para cada um dos projetos, quer através da utilização de recursos existentes. O FMI distribui as despesas com estes recursos humanos para os respetivos projetos através da afetação nos respetivos centros de custos, sendo parte integrante da sua realização. Os benefícios de cessação são os pagáveis ​​em resultado de: (i) uma decisão de uma entidade de cessar o emprego de um empregado antes da data normal de reforma;

Uma parte significativa das despesas com fornecimentos e serviços externos é utilizada para o desenvolvimento das suas atividades estatutárias, nomeadamente para a execução de projetos no local e para funções administrativas, quer através da realização de despesas específicas para cada um dos projetos, quer através da utilização dos recursos existentes. O IMVF atribui custos comuns aos respetivos projetos, atribuindo-os aos respetivos centros de custos na proporção da sua utilização, e é parte integrante da sua implementação. Durante o exercício de 2016, os projetos receberam o mesmo montante que em 2015 em custos administrativos, que incluíram sobretudo despesas comuns com fornecimentos e serviços externos e pessoal.

Esta rubrica da demonstração dos resultados inclui os gastos diretamente incorridos com a execução dos diversos projetos, com exceção dos gastos com pessoal diretamente contratado para os projetos (nota 15), que são listados na rubrica “Custos com pessoal” e posteriormente atribuídos aos respectivos centros de custo para fins de controle de seu desempenho.

FunDos paTRimoniais

Os eventos após a data do balanço que não sejam indicativos de condições que surgiram após a data do balanço, os eventos que não dão origem a ajustamentos quando são significativos, são divulgados nas notas às contas anuais. Entre a data do balanço e a data da autorização para apresentação das contas anuais, não foi recebida qualquer informação sobre as condições que existiam à data do balanço, o que significa que não foram efetuados ajustamentos aos valores reconhecidos nessas contas anuais.

RELATÓRIO E PAREcER DO

Referências

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