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Academic year: 2023

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5 Análise da perspectiva (inter)cultural em programas e manuais de ensino de francês como língua estrangeira em Moçambique. ANÁLISE DA PERSPECTIVA (INTER)CULTURAL NOS PROGRAMAS E MANUAIS DE ENSINO DE FRANCÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA I. O corpus de análise deste artigo é constituído por dois programas e três guias de ensino de francês língua estrangeira no 1º e 2º ciclo do ensino secundário em Moçambique .

Este estudo tem como objetivo analisar o processo de formação de professores do ensino fundamental para o ensino da língua portuguesa. Este estudo tem, portanto, como objetivo analisar o processo de formação de professores do ensino fundamental em disciplinas de ensino de português.

Tabela 1 – Numero de nomes de personagens em função da sua pertença/origem Manual/Livro  Moçambicanos  Françaises/francófonos   Outros
Tabela 1 – Numero de nomes de personagens em função da sua pertença/origem Manual/Livro Moçambicanos Françaises/francófonos Outros

Breve contextualização teórica Antes de avançar para uma descrição

Língua materna

Segundo Cuq e Grucca (2005, p. 90) e Cuq (2003, p. 151), não se pode dar uma interpretação literal ao adjetivo “mãe”, uma vez que a língua materna de uma pessoa não é necessariamente a língua falada pela sua mãe biológica. , pode ser a língua do pai ou o contexto em que ela cresce. Cuq e Grucca (2005, p. 90) promovem três critérios que permitem definir, identificar ou classificar uma língua como ML, tais como: ordem de aquisição, modo de aquisição e critério de pertencimento à língua6. Segundo Cuq e Grucca (2005, p. 91), nessa perspectiva, o aspecto simbólico da linguagem é mais valorizado em detrimento de sua função comunicativa.

Língua estrangeira

Para estes autores, a língua materna pode ser definida como a língua de primeira socialização, ou seja, a primeira língua com a qual a criança aprende a nomear as coisas do mundo que a rodeia. O segundo critério, o modo de aquisição, permite definir a língua materna pelo fato de ser adquirida pelo indivíduo de forma natural e espontânea, ou seja, a aprendizagem não é declarada, o indivíduo aprende a língua através da interação com . Com efeito, a LM constitui um elemento fundamental na constituição da identidade de um povo ou de uma nação.

Língua segunda

Situação do Português em Moçambique Existem vários estudos e publicações

Implicações do ponto de vista de ensino da língua

Portanto, a pedagogia ou metodologia de ensino de uma língua é determinada pelo estatuto e posição da língua em questão. A primeira só consegue obter palavras de uma língua que quase não usa, enquanto a segunda fala essa língua fluentemente e não conhece a outra língua. O estatuto do LS em Moçambique não é homogéneo para todos os estudantes, a posição do LS português não é a mesma para um estudante de um centro urbano e para um estudante de uma cidade ou aldeia do interior.

Análise e interpretação dos dados

Resultados da análise dos módulos de Português I e de Didáctica do Português

A este respeito, Kwofie (2004, p. 135) acredita que não é lógico aplicar os mesmos métodos para ensinar uma língua a duas crianças de contextos diferentes, onde uma de um contexto SL e a outra de um contexto LM não o são. Contudo, para o contexto de Moçambique, não basta estabelecer a diferença entre LM e LS, mas é também necessário distinguir os contextos onde o português é LS. Para alguns estudantes destes locais, o português pode ser completamente estrangeiro e constituir uma espécie de LE, mas por imperativos históricos. social e politicamente este estatuto não se aplica. Português, está previsto conteúdo sobre o tema em análise.

A observação do índice permite identificar que a primeira unidade trata da língua portuguesa no contexto de Moçambique, enquanto a segunda unidade trata dos princípios gerais do ensino do português como SL. Não há dúvidas sobre as intenções destas duas entidades, como se pode ler numa das passagens:. No entanto, é preciso sempre lembrar que para a maioria das crianças em idade escolar o português é uma segunda língua, ou seja, as crianças têm uma língua bantu como língua materna, e as crianças geralmente aprendem português na escola. Contudo, uma análise mais cuidada permite-nos afirmar que o tema não é tratado com profundidade, por exemplo, de um universo de sete unidades que compõem o programa deste módulo, apenas uma trata da questão do Português em Moçambique e da didática. do português como SL.

Os idealizadores do módulo reconhecem e alertam os alunos e formadores sobre a especificidade do ensino da LS em relação à LS, numa das passagens escrevem: “O ensino do português como segunda língua deve propor metodologias próprias e não os métodos do português como segunda língua. língua nativa, para o estudo deste tema ver Gomes et al (1993, pp. 33-42)”. Os designers não mencionam a Didática de LE, mas como mencionado anteriormente, a Didática de LS veio depois da Didática de LE e LM. É importante abordar o ensino de uma LE de forma comparativa com a didática de LE e LM já que, segundo Cuq (2003, p. 109).

Depois os alunos definirão o conceito de língua com base nestes termos que parecem ser estatutos de uma língua e não o conceito de língua.

Resultados dos questionários

  • Estatutos conferidos ao português Dos quatro formadores que
  • Estatuto da língua como condição para a escolha da metodologia de ensino

Em resposta às questões colocadas para verificar esta abordagem, nenhum dos participantes identificou ao mesmo tempo os três estatutos do português em Moçambique. O estatuto da língua como condição para a escolha de uma metodologia de ensino. Globalmente, os resultados relacionados com esta abordagem mostram que os quatro formadores cumpriram esta segunda expectativa porque sentiram que os formandos precisavam de ser sensibilizados para os contextos de ensino do Português em Moçambique.

No entanto, tal como acontece com os módulos, não foi feita qualquer referência em nenhum módulo ao facto de o ensino de uma segunda língua exigir uma metodologia específica ligeiramente diferente da do ML e FL. Os alunos reconhecem a diferença dos contextos educativos portugueses em Moçambique e sabem que o contexto determina o nível de dificuldade no processo de ensino e aprendizagem da língua. Contudo, nenhum dos alunos mencionou a necessidade de utilização de metodologias específicas de ensino de LS.

Esta aposta na abordagem bilingue resulta dos conteúdos abordados durante a formação, uma vez que nos módulos em análise, a intervenção das línguas bantu e a abordagem bilingue são identificadas como princípios gerais do ensino do português como SL em Moçambique. Os módulos contêm conteúdos que permitem sensibilizar os formandos para a especificidade e variação dos contextos de ensino do português em Moçambique, mas há uma forte aposta nos aspectos políticos (a língua oficial e a língua de unidade nacional, que não indicam o caminho a seguir). que ensinam cada um) em detrimento dos aspectos didáticos (LM, LS e LE, que dão alguma indicação dos cuidados que devem ser demonstrados do ponto de vista docente). Para uma visão global e integrada do ensino de uma língua, como é o caso do ensino do português em Moçambique, seria necessário abordar os conceitos de LM e FL, dando exemplos do quotidiano do aluno, porque permitiria uma melhor leitura e interpretação de contextos de ensino de português em Moçambique.

Esta conceptualização deverá ser acompanhada de algumas considerações sobre as semelhanças e diferenças nas metodologias de ensino de cada um destes casos.

QUESTIONÁRIO AOS FORMANDOS

QUESTIONÁRIO AOS FORMADORES

Este artigo qualitativo busca compreender o significado do hibridismo linguístico e cultural em Karingana ua Karingana. O objetivo geral deste trabalho é analisar as características do hibridismo linguístico e cultural na obra Karingana ua Karingana. Concluindo, devemos dizer que o hibridismo linguístico e cultural na obra Karingana ua Karingana de José Craveirinha manifesta-se ou desempenha o papel de um diálogo por vezes tenso entre duas ou mais realidades linguísticas distintas ou entre diferentes visões do mundo dentro de um mesmo contexto literário. trabalho.

O problema deste artigo é: que papel desempenham as características do hibridismo linguístico e cultural na obra karingana ua karingana de José Craveirinha. Neste artigo, temos como objetivo geral analisar as características do hibridismo linguístico e cultural em karingana ua karingana e os objetivos específicos: identificar, descrever e interpretar. ATITUDES DOS ALUNOS DO ENSINO SECUNDÁRIO NOS CURSOS DE CIÊNCIAS NATURAIS NAS UNIVERSIDADES DE NAMPULA.

O objetivo deste estudo foi analisar o grau de influência do gênero nas percepções dos estudantes sobre a matrícula em programas de ensino superior em ciências naturais ou em cursos técnicos relacionados a essas ciências. Quando esta investigação foi realizada, constatou-se que de 2011 a 2015, apenas 23,3% dos alunos matriculados nos cursos de ciências da Universidade de Educação, delegação de Nampula. Um inquérito atento a outras universidades na cidade de Nampula mostrou a mesma tendência de sub-representação das raparigas em cursos de ciências ou técnicos que envolvem estas ciências.

Assim, para este estudo pretendemos analisar a influência do género nas atitudes dos estudantes universitários quando frequentam cursos superiores de ciências naturais em universidades da cidade de Nampula.

A educação na família também pode ser determinada pela visão ou crenças sobre o género que também influenciarão estas escolhas. Isto levou à formulação do seguinte problema: há uma baixa representação de raparigas no ensino superior de ciências.

As concepções dos estudantes sobre as ciências naturais são influenciadas

As concepções dos estudantes sobre o ingresso nos cursos, nas

Uma análise da satisfação acadêmica dos alunos de educação física e esporte a distância da UCM. O objetivo desta pesquisa foi avaliar o nível de percepção dos professores do ensino superior em relação ao seminário como estratégia de ensino e aprendizagem. Com tudo isso, pode-se concluir que os professores universitários têm uma má percepção do seminário como estratégia de ensino e aprendizagem.

Discutir a percepção dos docentes do ensino superior (ES) sobre o seminário como estratégia de ensino e aprendizagem decorre de uma demanda dos proponentes desde sua trajetória pela academia como docentes e discentes. Diante dessas constatações contínuas, no nível acadêmico, os autores foram movidos a formular as seguintes questões que nortearam a pesquisa: Qual o nível de percepção dos professores do ensino superior em relação ao seminário como estratégia de ensino e aprendizagem. Qual o nível de percepção dos professores em termos de titulação académica, anos de experiência e género relativamente ao seminário como estratégia de ensino e aprendizagem.

O tema desta pesquisa é “Percepções dos professores do ensino superior em relação ao seminário como estratégia de ensino e aprendizagem”. Os docentes do ensino superior têm baixa percepção do seminário como estratégia de ensino e aprendizagem e H2. Os professores do ensino superior têm uma opinião positiva sobre o seminário como estratégia de ensino e aprendizagem.

O objetivo geral da nossa pesquisa teve como objetivo avaliar o nível de percepção dos professores do ES em relação à oficina como estratégia de ensino e aprendizagem. De acordo com a tabela, de uma forma geral, verifica-se que quase todos os professores com tempo de docência de 1 a 3 anos, 4 anos e 7 a 10 anos (com exceção dos 11 aos 14 anos e dos 15 anos e mais), tinham um nível de baixa percepção do seminário como estratégia de ensino e aprendizagem no ES. Os dados das entrevistas nos levaram a julgar que há uma diferença significativa na percepção dos professores em relação ao seminário como estratégia de ensino e aprendizagem no ensino superior.

RESULTADOS DO ENSINO NAS ESCOLAS MOÇAMBICANAS EM RELAÇÃO AOS PROFESSORES E PROFESSORES. Este texto discute os objectivos de aprendizagem prosseguidos pelas escolas secundárias em Moçambique.

Tabela 1: Distribuição de estudantes  pesquisados por universidade
Tabela 1: Distribuição de estudantes pesquisados por universidade

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Tabela 1 – Numero de nomes de personagens em função da sua pertença/origem Manual/Livro  Moçambicanos  Françaises/francófonos   Outros
Tabela 2 – Numero de textos segundo sua pertença/origem
Tabela 3 – Número de locais em função da sua origem  Manual/Livro
Tabela 4 – Dados cumulativos das três categorias em análise  Manual/Livro
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Referências

Documentos relacionados

Através do mosaico de informações coletadas nesta investigação, e que expressa a visão dos professores de ensino médio sobre as implicações no ensino-aprendizagem