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MODULADOR GASTRINTESTINAL DE DUPLA AÇÃO. 2
If accepted, a copy will be sent to the author of the paper that initiated the discussion, with an invitation to submit a reply, which will be published with the letter. Insert the smallest version of the paper that is the same as the submitted printed version on a CD;.
Estudo Retrospectivo da Incidência de Complicações por Ingestão de Corpo Estranho, Analisado por Endoscopia
Digestiva Alta no Maior Pronto-Socorro Infantil do Estado do Amazonas
A pesquisa analisou todos os prontuários de crianças internadas no HPSCZL que sofreram EDA por ingestão de corpo estranho (a pedido de parecer médico) no período de julho de 2010 a junho de 2011. Crianças de cinco anos são as mais propensas à ingestão de corpo estranho.
Endoscopia Digestiva Alta: Perfi l dos Exames Eletivos e Emergenciais Realizados em um Hospital Terciário
Em relação aos sinais e sintomas referidos, há predominância de sintomas de dispepsia, pirose e globus faríngeo em 652 pacientes (87%) – Figura 1. Avaliando biópsias endoscópicas positivas para epitelização colunar, nota-se biópsias em 50% dos casos. Em relação à bulboduodenite erosiva, há predominância do tipo leve em 60% dos casos, moderado em 27% e grave em 13%.
Em relação à gastrite enantemática, há predominância da forma leve em 80% dos casos, moderada em 16% e grave em 4%. Ao analisar a gastrite erosiva, observa-se a forma leve (até 5 erosões) em 67% dos pacientes, moderada (até 10 erosões) em 25% dos pacientes e grave (mais de 10 erosões) em 8% dos pacientes. Nota-se também que nos pacientes que apresentavam úlcera péptica ao exame endoscópico, 64% destes faziam uso de inibidores da bomba de prótons.
Em relação aos exames ambulatoriais, observa-se que quase metade dos pacientes (44%) fazia uso de inibidores da bomba de prótons e a maioria dos sinais e sintomas referidos e as indicações para os exames estavam relacionadas à dispepsia e/ou refluxo gastroesofágico. Da mesma forma, em relação aos estudos realizados no pronto-socorro, observou-se menor proporção de uso de inibidores da bomba de prótons (37%), sendo a maioria dos sinais e sintomas relatados e as indicações para os estudos relacionados a hemorragias gastrointestinais. ou presença de corpo estranho.
Dispepsia em Pacientes com Hipertensão Porta Submetidos à Esclerose Endoscópica de Varizes Esofagianas: Relação
O objetivo deste estudo é avaliar a associação entre dispepsia e alterações endoscópicas do estômago em pacientes com hipertensão portal submetidos a tratamento endoscópico de varizes esofágicas. Neste programa, os pacientes são submetidos periodicamente à endoscopia digestiva alta (EDA) para tratamento endoscópico de varizes, independentemente da presença de sintomas dispépticos. Este estudo mostrou que não há associação entre a presença de sintomas dispépticos e lesões da mucosa gástrica em pacientes com hipertensão portal.
Neste estudo, procuramos avaliar a associação de sintomas dispépticos com alterações endoscópicas sugestivas de gastropatia hipertensiva portal e também com a presença de lesões na mucosa antral. Assim, avaliamos separadamente as possíveis associações dos sintomas dispépticos com as alterações do corpo do estômago, avaliadas pela classificação proposta por Tanoue et al., e com as alterações do antro gástrico. O presente estudo sugere que não há interação significativa entre achados endoscópicos sugestivos de gastropatia hipertensiva portal e alterações endoscópicas do antro com sintomas dispépticos.
O aparecimento de sintomas dispépticos em pacientes com hipertensão portal independe da intensidade das alterações endoscópicas na mucosa gástrica. Esses dados mostram que os achados de alterações endoscópicas na mucosa gástrica em pacientes que se queixam de sintomas dispépticos não devem ser superestimados.
Apresentação Rara de Carcinoma Epidermoide
Relato de Caso
R ELATO
Todas as três lesões foram biopsiadas e enviadas em frascos separados (devidamente rotulados) para exame histopatológico. O estudo histológico mostrou que fragmentos de três lesões eram compatíveis com carcinoma espinocelular moderadamente diferenciado.
D ISCUSSÃO
R EFERÊNCIAS
Colite por Clostridium diffi cile e Doença Crohn: Relato de Caso
I NTRODUÇÃO
R ELATO DE C ASO
Internações recentes e uso de antibióticos, principalmente quinolonas orais, aumentam o risco de aquisição nosocomial e colite por Clostridium difficile. Pacientes com doença inflamatória intestinal têm maior incidência de infecções por Clostridium difficile, que tendem a ser mais graves em comparação com pacientes sem doença inflamatória intestinal. Estudos recentes demonstraram que o envolvimento do colo do útero por inflamação representa um fator de risco para infecção por Clostridium, sendo maior em pacientes com maior atividade da doença.
Existem certas características de pacientes com doença inflamatória intestinal associada a Clostridium difficile. A infecção por Clostridium difficile é diagnosticada pela demonstração do organismo em uma cultura de fezes ou pela identificação de toxinas nas fezes. A vancomicina é a droga de escolha em casos graves e recorrentes e em gestantes e lactantes com colite causada por Clostridium difficile.18 O tratamento ideal para pacientes com doença inflamatória intestinal infectada por essa bactéria não está definido.
Devido ao aumento da incidência de infecção por Clostridium difficile e ao impacto negativo em pacientes com inflamação intestinal, a suspeita de infecção, testes precoces e início rápido de terapia apropriada são essenciais para alcançar um resultado clínico satisfatório. Prática de gastroenterologistas no tratamento de pacientes com doença inflamatória intestinal com Clostridium difficile: antibióticos isolados ou antibióticos imunomoduladores combinados.
Pseudotumor Infl amatório do Fígado – Um Diagnóstico Diferencial Raro de Massa Hepática
A tomografia computadorizada de abdome mostrou massa expansiva no segmento II do fígado com densidade heterogênea contendo focos de necrose e liquefação medindo 9,5 x 7,5 x 5,5 cm, com sinais de trombose de veia porta e pequenas imagens nodulares no restante do fígado. parênquima, indicando metástases (Figura 1) A ressonância nuclear magnética confirmou os achados tomográficos. Dada a persistência dos sintomas sistêmicos e a necessidade de excluir a possibilidade de neoplasia, foi realizada laparotomia exploratória quando se observou massa endurecida e encapsulada na topografia do segmento II do fígado e múltiplos implantes nodulares no órgão. No centro da lesão foi visualizado um granuloma epitelioide, circundado por eosinófilos e centrado em uma estrutura compatível com um corte transversal da migração larval visceral (Toxocara canis) (Figura 2).
Standifor et al.12 relataram o isolamento de E.coli na cavidade de um abscesso hepático associado ao pseudotumor, e Lupovitch et al.8 isolaram cocos Gram-positivos em culturas de tecidos de um pseudotumor inflamatório. No diagnóstico diferencial devem ser consideradas neoplasias hepáticas primárias ou metastáticas e outros tumores hepáticos benignos, como lipomas, hemangiomas, adenomas e hiperplasia nodular focal, mesmo que sejam praticamente assintomáticos e sem alterações laboratoriais. Doenças hepáticas crônicas que podem evoluir com cirrose e hepatocarcinoma, como as hepatites B e C, hepatite autoimune e doença de Wilson, também devem ser descartadas e, neste caso, foram descartadas por investigações específicas.
Inflammatory pseudotumor of the liver associated with malignant disease: report of two cases and a review of the literature. Spontaneous regression of an inflammatory pseudotumor of the liver presenting as an obstructing malignant papilloma.
Colecistite Alitiásica Aguda: Manifestação Inicial de uma Doença Autoimune?
TRABALHOS LAUREADOS COM O PRÊMIO JOVEM GASTRO 2011
O processo isquêmico é agravado pela estase biliar, que promove aumento da pressão intraluminal e, consequentemente, piora da perfusão tecidual, aumentando o risco de necrose e perfuração da vesícula biliar. Um estudo comparou, por arteriografia, a microcirculação da vesícula biliar na doença litiásica e na alitíase, demonstrando vasodilatação arterial e múltiplas oclusões arteriais, respectivamente, reiterando a importância do envolvimento microvascular na fisiopatologia da CAA.2 Uma ativação inapropriada do fator XII, bem como a liberação de prostaglandinas no epitélio do revestimento da vesícula biliar também são fatores envolvidos na fisiopatologia da colecistite acalculosa. Os critérios ultrassonográficos para diagnóstico estão listados a seguir (Quadro 3), sendo o aumento da espessura da parede da vesícula biliar o critério isolado mais sensível.
Esses resultados são atribuídos à lesão hepatocelular, jejum prolongado, uso de analgésicos, entre outras etiologias que determinam a diminuição da captação do radiofármaco, diminuição da secreção de colecistocinina, estase biliar e consequentemente a não visualização da vesícula biliar.1 A acurácia desse exame em pacientes críticos podem ser aumentados pela administração intravenosa de morfina, que causa contração do esfíncter de Oddi com consequente fluxo biliar preferencialmente pelo ducto biliar comum. A ausência de obstrução do ducto cístico determina a visualização da vesícula biliar em 30 minutos.11 A hepatocintilografia com morfina aumentou a sensibilidade desse exame no diagnóstico da CAA, pois reduz drasticamente os resultados falso-positivos. Para o diagnóstico de AAK, a sensibilidade da cintilografia varia de 60 a 90%.13 A positividade desse exame é traduzida pela não visualização da vesícula biliar com visualização adequada do colédoco e do duodeno.
Sem visualização da vesícula biliar 30 minutos após a administração da morfina (após a administração inicial do radiofármaco). A melhora clínica/laboratorial total após o uso de corticoides, somada à aspiração da vesícula biliar pós-tratamento, confirmam o diagnóstico de CAA e sua possível origem autoimune.
Metástases Hepáticas de Insulinoma 14 anos após a Ressecção do Tumor Primário
Na revisão do prontuário do paciente, constatou-se que, em 1997, o paciente foi submetido à ressecção de um tumor pancreático de 5 cm com enucleação (na cabeça do pâncreas), com histopatologia confirmando o diagnóstico de insulinoma. O estudo imunohistoquímico da lesão confirmou tumor neuroendócrino bem diferenciado de origem pancreática, sugestivo de insulinoma. Neste trabalho, descreveremos o caso de um paciente diagnosticado com insulinoma aos 47 anos, com ressecção do tumor pancreático e resolução dos sintomas em 1997.
Após o exame, realizamos o teste de jejum, que é o protocolo para suspeita de insulinoma. Em seguida, foi realizado o teste de jejum, que é o protocolo para suspeita de insulinoma. Em um paciente com hipoglicemia clínica, esse padrão imuno-histoquímico é considerado histologicamente diagnóstico de insulinoma.
Neste momento tivemos um diagnóstico confirmado de metástases hepáticas de insulinoma na apresentação tardia (14 anos após a ressecção do tumor primário) e foi necessário o estadiamento da neoplasia. Entretanto, existe um subgrupo de pacientes em que a sobrevida é longa, onde são descritos 3 pacientes com metástases hepáticas de insulinoma, e a sobrevida com a doença varia de 16 a 30 anos.
Colite pseudomembranosa provocada por uso de amoxacilina
Cirurgião Geral titulado pelo CBCD e Coordenador do Serviço de Cirurgia Geral da Irmandade de Misericórdia de Campinas – Hospital Irmãos Penteado. Residente do Serviço de Cirurgia Geral da Irmandade de Misericórdia de Campinas (R1) Endereço para correspondência:.
12 anos de pioneirismo no tratamento do H. pylori 1
O tratamento triplo o com lansoprazol,