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PED-2014.pdf

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Academic year: 2023

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Neste artigo, o instrumento de Caetano (2008) é utilizado como referência para descrever como os pais entendem o que é obediência, como agem para que seus filhos sejam obedientes, em quais situações não o são. Na Tabela 5, observamos que os pais dão grande importância ao diálogo, mesmo quando os filhos os desobedecem. Os resultados da Tabela 7 fornecem algumas informações interessantes sobre o que os pais pensam sobre a obediência.

Na tabela 7 podemos ver que os pais entendem que os filhos aprenderiam a obedecer com os castigos.

Tabela 1: Distribuição da idade dos pais entrevistados segundo faixa etária
Tabela 1: Distribuição da idade dos pais entrevistados segundo faixa etária

Considerações Finais

Quando você tem um diálogo aberto em casa, onde os pais estão prontos para ouvir, a chance de as crianças se "abrirem" é muito grande. A autora diz que “uma das crenças mais comuns que persiste é a omissão da família na educação dos filhos”.

La Taille diz que a escola deve ajudar a formar pessoas capazes de resolver conflitos, porque “a dimensão moral das crianças precisa ser trabalhada já no período pré-escolar. As regras e atitudes dos pais não podem mudar de acordo com seu humor, a criança perde a referência do que deve ou não seguir, e o mesmo vale para os professores.

PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE ALUNA COM SÍNDROME DE DOWN: UM ESTUDO DE CASO

Assim, o objetivo deste trabalho, sabendo que o processo de aprendizagem de uma criança “normal” já se caracteriza por diversas especificidades e dificuldades, é verificar como é possível focar na inclusão de uma criança com necessidades especiais, especialmente aquela com Síndrome de Down. 34; A síndrome de Down é causada por um defeito genético que está presente desde o momento da concepção ou imediatamente após.” (SCHWARTZMAN, 1999).

A pessoa com síndrome de Down tem o cromossomo 21 alterado, tem três cromossomos 21 em todas as suas células, ao invés de apenas dois (BRESSAN, 2002). Quando o bebê com síndrome de Down é estimulado nos primeiros meses de vida a segurar o brinquedo, a mamadeira, já é um bom começo. A aluna investigada tem 9 anos, é portadora de necessidades educacionais especiais - Síndrome de Down e cursa o segundo ano do ensino fundamental de uma escola particular de Nova Odessa, interior de São Paulo.

Por meio da entrevista, foi possível analisar como uma criança com Síndrome de Down desenvolve seus conhecimentos na educação geral, bem como o processo interdisciplinar para o desenvolvimento cognitivo do aluno. Além de Nick, a criança com Síndrome de Down, participaram do estudo outros 5 sujeitos: Jana, professora da 1ª série em 2012; Léo, professor do 2º ano em 2013;. Este artigo, além de descrever como se deu o processo de desenvolvimento de um aluno com Síndrome de Down, também trouxe contribuições teóricas para uma melhor compreensão do assunto.

UM OLHAR PARA AS CONTRIBUIÇÕES DAS BRINCADEIRAS DE FAZ DE CONTA SOB A ÓTICA DE UMA PROFESSORA AUXILIAR

  • Introdução
  • Análises Bibliográfica
  • Metodologia
  • Considerações Finais
  • Referências

UMA OLHADA NA CONTRIBUIÇÃO DO PLAY-PHONE PLAY DA PERSPECTIVA DE UM PROFESSOR ASSISTENTE. O brincar e o faz de conta também são formas de desenvolver a linguagem, a imaginação, a criança se comunica, constrói histórias e expressa desejos. A escultura permite à criança compreender o mundo real em que vive através do seu mundo imaginário.

Na mesma linha, o RCNEI (Referência Nacional Curricular da Educação Infantil) orienta que o professor possa promover e enriquecer as condições para que o faz de conta aconteça no dia a dia e de forma atrativa para as crianças. Responder como e quando o professor deve intervir na brincadeira de faz de conta é aparentemente inconsistente com o caráter imaginativo e independente da linguagem que a brincadeira implica. Os mesmos autores afirmam que a brincadeira de faz de conta não pode ser considerada uma atividade para passar o tempo ou que apenas dê prazer à criança.

A brincadeira de faz de conta só contribuirá para o crescimento cognitivo da criança se ela criar por meio da imaginação. Brougére (1991) diz que a valorização do faz-de-conta está relacionada à cultura do sujeito, cada criança tem, dependendo de sua história de vida, sua forma particular de brincar. A brincadeira de faz de conta acontece o tempo todo, só através da observação é possível avaliar a criança e a brincadeira.

UM ESTUDO SOBRE A VIABILIDADE DA PROPOSTA DE ENSINO DE MARIA MONTESSORI PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL NOS DIAS

ATUAIS

  • Introdução
  • Revisão bibliográfica
  • Metodologia
  • Análise e Discussão de Dados
  • Considerações Finais

UM ESTUDO SOBRE A VIABILIDADE DA PROPOSTA DE ENSINO DE MARIA MONTESSORI PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL DE DIAS. Ou seja, as crianças e jovens estão em processo de desenvolvimento, portanto é necessário que a prática pedagógica atenda suas necessidades de forma respeitosa para que possam crescer de forma digna e livre. O professor deve nomear, explicar, para que a criança associe o nome ao objeto e nomeie as sensações com precisão.

Ou seja, as crianças não podem ficar ociosas, muito tempo na mesma atividade, para não se tornarem indiferentes, indisciplinadas e desobedientes. Sua influência inspirou a instituição do "minuto de silêncio" nas manifestações públicas: ainda é um fator que tem servido muito à pedagogia religiosa (MONTESSORI, 1965, p.142). O Referencial Curricular da Educação Infantil nos instrui da seguinte forma: “Recomenda-se que os locais de trabalho, em geral, acomodem as crianças confortavelmente, dando o máximo de autonomia para acesso e utilização dos materiais” (BRASIL, 1998, p 110).

Sua proposta suprime completamente a rigidez do tradicionalismo e concorda com a expressão: “Em geral, as consequências dessa rigidez podem indicar tanto o desenvolvimento de uma atitude passiva nas crianças quanto a criação de um clima de hostilidade, no qual o professor tenta a todo custo custos para conter e controlar as manifestações motoras infantis” (BRASIL, 1998, p.17). Refere-se à matemática na educação infantil com objetos em que a criança pode comparar e iniciar o aprendizado por meio de formas geométricas e do sistema bárbaro. Comparamos a teoria de Maria Montessori, seus métodos, em relação à educação infantil contemporânea e a viabilidade de suas propostas.

Que esta pesquisa seja um meio e não um fim para a perspectiva Montessori no contexto da realidade da educação pré-escolar. FONTENELE, S. M. C., et al. A contribuição do método Montessori para o processo de ensino e aprendizagem na educação infantil.

O SISTEMA DE PROGRESSÃO CONTINUADA EM UMA SALA DE AULA DO ENSINO FUNDAMENTAL NA REGIÃO METROPOLITANA

DE CAMPINAS - SP

Análise bibliográfica

  • Um pouco de história da infância

A fusão dos dois primeiros anos da escolaridade obrigatória num único ciclo, durante o qual o aluno não podia ser reprovado, correspondia à necessidade de enfrentar a questão da alfabetização e da democratização escolar desde os primeiros anos de escolaridade, escola onde cerca de 40% dos as crianças não passaram do limite da 1ª série, e onde grande parte dos alunos. Patto (1999) aponta para a necessidade de quebrar o estigma de que o fracasso escolar é culpa do aluno ou de sua família e alerta sobre a proporção muito maior de determinantes institucionais e sociais na produção do fracasso escolar do que problemas emocionais, orgânicos e psicológicos. distúrbios neurológicos, rompendo assim com as visões psicológicas, das deficiências culturais e das dificuldades de aprendizagem. Não se pode negar, portanto, a grande influência dessa construção do conceito de infância na estruturação do conceito de família.

Um novo significado de família surgiu com a Revolução Industrial, transcendendo a noção de uma simples unidade econômica onde quanto mais filhos, maior a força de trabalho e a possibilidade de prosperidade econômica, tornando-se uma unidade afetiva. que relações afetivas se estabelecem entre o casal e os filhos, o que gera a necessidade de uma atenção e cuidados especiais para com a criança, principalmente no que se refere à sua proteção contra as tentações da vida. Enquanto a família nuclear descrita anteriormente ganhou cada vez mais espaço na Europa no século XVIII, o conceito de família patriarcal no Brasil foi modelado a partir das noções da antiguidade. No início do século XIX, as transformações no conceito de família, já arraigadas em países de primeiro mundo, começaram a atingir o Brasil.

Assim, esta nova concepção de família tinha como principal mentalidade social a necessidade de os pais cuidarem dos filhos, fortalecerem o núcleo familiar, dar-lhes uma boa educação e moldá-los como futuros cidadãos. Um de seus aspectos diz respeito ao próprio conceito de educação e à forma como a escola se organiza para concretizá-la: a tarefa da escola hoje é ensinar, ou seja, transmitir conhecimentos. Embora ainda existam poucas publicações sobre esse tema, isso dificultou um pouco a pesquisa, pois foi necessário buscar autores que tratassem de temas que fazem parte do fracasso escolar e, consequentemente, do progresso contínuo.

Resultados e discussões

A maioria foi aprovada em anos anteriores por aprovação automática, só foi mantida no 5º ano porque é legal. Ao descrever o programa de progressão contínua, a professora discordou do tema, pois aulas como a dela eram criadas com base na aprovação automática. Os alunos sabiam que não iriam reprovar e isso teve um impacto direto no desenvolvimento do ano letivo.

Muitas vezes a coordenadora pedagógica era chamada para auxiliá-la, pois ela nunca havia lecionado em uma sala como aquela, com muita dificuldade em lidar com os alunos. Achavam a escola chata e muito difícil de aprender, e só mostravam interesse pelas aulas de educação física, informática e artes, onde pudessem fazer atividades diversas. Em relação ao reforço escolar no período oposto à aula, os alunos não participavam muito e alegavam ter dificuldade para chegar à escola, pois não tinham ninguém para trazê-los, pois muitos vinham de ônibus da prefeitura .

A inadequação da escola decorre muito mais da sua má qualidade, da suposição de que os alunos fracos não têm habilidades que muitas vezes têm na realidade, da expectativa de que a clientela não aprenderá ou o fará em condições desfavoráveis. aprender de muitas maneiras, tudo a partir de uma desvalorização social dos usuários mais pobres da escola pública de ensino fundamental”. (PATTO 1990, p. 340). Ressalta-se que esse planejamento não deve ser restrito apenas a especialistas, deve ser incremental, desde a escola até os níveis educacionais mais altos. Vale ressaltar que todos os alunos da sala estudada foram aprovados, mesmo com ressalvas do professor.

Considerações finais

É assim que a escola deve funcionar, buscando um planejamento adequado para atingir os objetivos a que está submetida e ser capaz das transformações necessárias para alcançar uma educação de melhor qualidade. FILHO, João Cardoso Palma – DURAN, Marília Claret Geraes – ALVES, Maria Leila – Ciclo básico paulista: memórias da educação nos anos 1980 – São Paulo: Xamã, 2003.

NORMAS PARA PUBLICAÇÕES DE ARTIGOS CIENTÍFICOS

A Metodologia que descreverá todos os meios utilizados para preparar e catalogar a pesquisa e seus resultados.

Imagem

Tabela 1: Distribuição da idade dos pais entrevistados segundo faixa etária
Tabela 2: Distribuição do sexo dos pais entrevistados
Tabela 3: Distribuição dos pais informando se os filhos obedecem às ordens
Tabela 4: Distribuição dos motivos pelos quais o filho obedece aos pais
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Referências

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Isabel Poço Lopes é doutorada em Linguística Portuguesa, Professora Auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e investigadora do Centro de Linguística Geral