ABSTRACT - Biostimulants are substances that can modulate various events in plant physiology, as well as fungicides and their phytotoxic effect on plant metabolism, which shows promising results in terms of productivity. These three trials received the same treatment arrangement: control untreated; treatment 1 (T1) consisted only of seed treatment based on biostimulants + fungicides in stages V4 and R0; Treatment 2 consisted of (T1) + biostimulant and foliar fertilizer in V4; treatment 3 consisted of (T2) + leaf protection in V4, treatment 4 (T4) consisted of T3 + biostimulant and foliar fertilizer in R0 phase; treatment 5 used the same arrangement of T4 and added leaf protection in R0; in treatment 6, we repeated the distribution of foliar fertilizer based on T5 + K in the R0 phase; and in treatment 7: T6 + K-Base foliar fertilizer was applied at R3 stage. The first experiment evaluated the application of phytopathogenic amino acids from algal extracts in a soybean crop, where it was found that applications in the R0 and R3 stages showed no significant difference, while applications in the V4 stage promoted an increase in mass characteristics. thousand grains, number of internodes, number of grains per pod and number of grains per plant and productivity.
CONSIDERAÇÕES GERAIS
INTRODUÇÃO
O manejo das culturas requer o uso de múltiplas moléculas para proteger as plantas e promover alta produtividade. Acredita-se que esse efeito esteja relacionado à forma de atuação do produto, que de alguma forma contribui para um melhor aproveitamento do CO2, redução do consumo de energia, provoca o acúmulo de carboidratos (aumento da fotossíntese líquida), aumenta a atividade do nitrato enzima redutase, promove efeito “verde” em decorrência do maior teor de clorofila. Devido à possibilidade dos fungicidas causarem efeito fisiológico na cultura e à ampla utilização de bioestimulantes como alternativa para promover o almejado aumento de produtividade, o objetivo do presente trabalho, dividido em três capítulos, foi avaliar o efeito de diferentes bioestimulantes . em conjunto com fungicidas e fitoprotetores no desempenho agronômico da soja.
REVISÃO DE LITERATURA
- Cultura da soja
- Utilização de Bioestimulantes na Cultura da Soja
- Bioestimulantes: Conceitos e Histórico
- Classes de Bioestimulantes
- Ácidos Húmicos e Fúlvicos
- Proteínas Hidrolizadas
- Aminoácidos
- Substâncias de Osmoproteção
- Extratos de Algas
- Fungicidas
- Fungicidas na cultura da soja
- Efeito fitotônico de fungicidas
- Estrobilurinas
- Triazóis
- Carboxiamidas
A utilização dessas substâncias em culturas de interesse econômico é uma prática cultural que pode ser utilizada para melhorar o desempenho das plantas, principalmente na construção de produtividade (DARIO et al., 2005). Segundo Carvalho et al. (2009) o uso de regulador de crescimento vegetal resultou em maior massa de mil grãos e produtividade na soja. Segundo Hoekstra et al., (2001) essas substâncias são como prolina, glutamato, glicina-betaína, carnitina, manitol, sorbitol, frutanos, polióis, trealose,.
Um grande número de doenças causadas por fungos, bactérias, nematóides e vírus já foram descobertos no Brasil (YORINORI et al., 2004). Neste grupo estão incluídos fungicidas de cobre, triazóis e estrobilurinas (MORZELLE et al., 2017).
Radiação solar e aspectos fisiológicos no cultivo da soja – uma revisão, Revista da Faculdade de Zootecnia Veterinária e Agronomia, v.14, n.2, p. In: XIII CONGRESSO BRASILEIRO DE FISIOLOGIA VEGETAL XIV ENCONTRO LATINO-AMERICANO DE FISIOLOGIA VEGETAL São Paulo. Efeito de substâncias marinhas (N Pro) e citocininas exógenas na atividade da nitrato redutase em Arabidopsis thaliana.
Efeito da aplicação de piraclostrobina na taxa fotossintética, respiração, atividade da enzima nitrato redutase e produtividade de grãos de soja. Utilização de extrato de algas no tratamento de sementes e aplicação foliar na cultura da soja. Adaptabilidade e estabilidade de genótipos de soja realizados em duas épocas de semeadura, na região de Jaboticabal - SP.
Piracicaba-SP: Universidade de São Paulo - USP Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ, 2017. A perspectiva de aumento da produção de soja em Mato Grosso à luz da política de subsídios dos Estados Unidos.
RESPOSTA DA SOJA CULTIVADA SOB APLICAÇÃO DE
SOYBEAN RESPONSE CULTIVATED UNDER APPLICATION OF
- MATERIAL E MÉTODOS
- RESULTADOS E DISCUSSÃO
- CONCLUSÃO
- REFERÊNCIAS
Para análise dos caracteres agronômicos foi utilizada uma régua graduada para medir a altura das plantas, altura de inserção da primeira vagem, uma balança de precisão para medir a produtividade e o número de entrenós, número de entrenós, número de grãos por espiga. planta e número de vagens de sementes por as plantas foram contadas e registradas. A quarta linha foi utilizada para quantificar os componentes agronômicos de produtividade, altura de planta, número de vagens por vagem. planta, número de entrenós, número total de grãos por planta, número de grãos por fole e altura de inserção do primeiro fole. Para mensuração das variáveis altura de planta (AP) e altura de inserção da primeira vagem (AIPV), utilizou-se régua graduada. As variáveis ), número de entrenós (NEN), número de grãos por planta (NGP), número de grãos por pods (NGV), número de pods por planta (NVP) foi contada.
Ao observar a Tabela 4, onde são apresentados os valores médios das variáveis analisadas, sujeitas à análise de variância, é possível concluir que não houve diferença significativa para nenhuma das seguintes características: altura da planta, altura de inserção do primeiras vagens, número de grãos por vagem, produtividade e índice de clorofila foliar. Ou seja, a produção de biomassa, o aumento do número de vagens por planta, do número de entrenós e do número de grãos por vagem refletiram maiores investimentos na produção de grãos. Ao avaliar a aplicação de biorreguladores na cultura da soja por dois anos consecutivos, Mortelle et al., 2008) não encontraram diferença significativa para as variáveis altura de planta e número de vagens por planta.
A aplicação de bioestimulantes não promoveu maior produtividade, nem foram afetados o peso de mil grãos, o número de grãos por planta, a altura das plantas e a altura de inserção da primeira vagem. Observou-se que houve aumento na quantidade de grãos e no número de vagens por planta, porém a massa de mil grãos e o número de entrenós não apresentaram resultados significativos quando comparado o tratamento sem aplicação de fosfito com a aplicação de fosfito. Tal como aconteceu nos tratamentos onde foi utilizado fosfito de cobre, também a massa de mil grãos não apresentou resultados significativos, ao contrário do número de grãos por planta e do número de vagens por planta, que embora foram superiores com a aplicação de fosfito. não aumentou a produtividade.
A aplicação combinada de bioestimulantes e aminoácidos fitoprotetores de extratos de algas no estádio V4 é eficaz no aumento das características massa de mil grãos, número de entrenós, número de grãos por planta, número de vagens por planta e produtividade.
RESPOSTA DA SOJA CULTIVADA SOB APLICAÇÃO DE
Com base nas informações apresentadas, o objetivo do presente trabalho foi verificar a resposta da soja cultivada sob aplicação de bioestimulantes e fertilizantes foliares à base de extratos de algas. As sementes foram tratadas com bioestimulante à base de aminoácidos e molibdênio, na dose de 50 ml de bioestimulante por 100 kg de semente. O produto é composto por um fertilizante organomineral à base de algas (Macrocystis, Ascophylum e Sargassum) e um complexo de aminoácidos.
Avaliação da resposta da soja cultivada sob aplicação de bioestimulantes e oligoelementos quelatados de extratos de algas. As variáveis altura de planta (AP), altura de inserção da primeira vagem (AIPV), número de entrenós (NEN), número de grãos por planta (NGP), número de vagens por planta (NVP), número de grãos por vagem (NGV), produtividade (PRD) e índice de clorofila foliar (ICF) não obtiveram diferença significativa entre os tratamentos e a testemunha a 5% de probabilidade (Tabela 4). Os resultados para a massa de mil grãos obtidos no presente estudo estão de acordo com Dourado Neto et al. 2016), que não encontraram efeitos da aplicação de bioestimulantes sobre esta variável no estágio V4.
A aplicação de bioestimulantes e oligoelementos quelatados de extratos de algas associados a fungicidas no estádio V4 não promoveu aumento no desempenho agronômico da soja. As sementes foram tratadas com bioestimulante à base de aminoácidos e molibdênio na dose de 50 ml/100 kg de semente. Spray Dünger Bioestimulante à base de ácido naftaleno acético NOVA Bioestimulante à base de extratos de algas.
Fertilizante Organo-Mineral Alga Sprint, à base de aminoácidos e fertilizante de algas Agrumax Mineral, para aplicação foliar (N, S, Mn, Zn). Avaliação da reação da soja cultivada sob aplicação de ácido naftaleno acético, elementos macro e micro quelatos. Neste caso, a planta apresenta maior capacidade de produção de massa verde, conforme observado neste experimento (Tabela 4) e revelou que as plantas de soja cultivadas sob aplicação de bioestimulantes à base de auxina proporcionaram maior altura de planta, apresentando as maiores médias, porém, vale ressaltar que os resultados obtidos foram em condições de estresse.
SOYBEAN RESPONSE CULTIVATED ON THE APPLICATION OF
RESPOSTA DE SOJA CULTIVADA SOB APLICAÇÃO DE
RESUMO - A regulação do crescimento das plantas depende da ação de alguns compostos, como o ácido naftalenoacético (ANA), um tipo de auxina que afeta ativamente o crescimento celular. A aplicação deste composto em plantas pode promover melhorias interessantes no cultivo da soja, assim como sua associação com macro e microelementos quelados. Desta forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta da soja cultivada utilizando ANA e elementos quelantes.
Os tratamentos utilizados consistiram em uma combinação de bioestimulantes à base de algas marinhas no tratamento de sementes e um bioestimulante à base de ANA, fertilizantes foliares à base de micronutrientes, N, P e K2O e um protetor foliar à base de Ass. O tratamento 1 (T1) consistiu apenas de tratamentos de sementes à base de bioestimulante + fungicida nos estádios V4 e R0; O tratamento 2 consistiu de (T1) + bioestimulante e adubo foliar em V4;.
SOYBEAN RESPONSE CULTIVATED UNDER APPLICATION OF
CONCLUSÕES
Vale ressaltar que embora existam poucos estudos relacionados à aplicação do ANA no cultivo da soja, bem como a associação deste composto com macro e micronutrientes. O objetivo deste trabalho é avaliar a resposta da soja cultivada sob aplicação de ácido naftaleno acético associado a fungicidas, macro e micronutrientes, e a influência em seus caracteres agronômicos. A etapa R0 foi definida em 13 de janeiro de 2017 (54 DIAS), onde foi realizada a segunda aplicação dos tratamentos.
Exceto na fase R5.5 da soja, devido à identificação de sintomas de Antracnose, foi aplicado fungicida. Além do MMG, altura da planta (AP), altura de inserção da primeira vagem (AIPV), número de entrenós (NEN), número de grãos por planta (NGP), número de grãos por cauda (NGV), número de vagens por planta (NVP). ), produtividade (PRD) e índice de clorofila foliar (ICF). Utilizou-se régua graduada para mensuração das variáveis altura de planta (AP) e altura de inserção da primeira espigueta (AIPV).
Dentre os componentes da produtividade da soja, a altura das plantas é um dos componentes que pode ser determinado por processos fenológicos como germinação, desenvolvimento vegetativo, floração, frutificação e maturação. Neste contexto, a ação dos hormônios vegetais visa controlar o crescimento vegetativo e assim promover a mobilização de nutrientes para a produção de frutos. 2013), constatou que plantas de soja cultivadas com bioestimulantes à base de auxina proporcionaram maior altura de plantas, representando as maiores médias, mas cabe ressaltar que os resultados foram obtidos em condições estressantes. Mostra que as aplicações de bioestimulantes em R0 e R3 (T4+T5+T6+T7) promoveram o aumento da altura das plantas de soja em detrimento das aplicações feitas em V4.
O quarto contraste Y4, comparando aplicações com fosfito de cobre e sem fosfito de cobre, foi significativo apenas para a variável altura. O contraste Y4 apresentou significância para altura de planta. Esse comportamento pode ser explicado pela presença apenas do bioestimulante e do fungicida no tratamento de interesse nesta comparação (T2), da mesma forma que Santos et al., (2017) ao aplicar bioestimulantes à base de hormônios aumentou a altura das plantas e produção de massa seca de raízes tanto na semente quanto na aplicação foliar, semelhantemente ao tratamento em questão (T2). O aumento da altura das plantas foi promovido pela aplicação de bioestimulantes, fungicidas e fitoprotetores no estádio V4.