PORTO
FACULDADE DE ARQUITE
UNIVERSIDADE DO PORTO CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
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BlPORTO
FACULDADE DE ARQUITECTURA
UNIVERSIDADE DO PORTO 1 J CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
MEMORIA DESCRITIVA
Num terreno situado junto da estrada que liga Vale de Cambra a Oliveira de Azeméis, e a pouco mais de dois quilómetros daque- la vila, pretende construir-se uma habitação de férias. Esse terreno é íngreme e irregular e frente a êle desenvolve-se uma vasta paisagem, de grande beleza. Foi nossa intenção implantar
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o edificio de tal modo que aparecesse perfeitamente enquadrado neste ambiente. Deste desejo conseguimos, pelo menos, uma casa que satisfaz completamente o fim a que se destina.
0 órgão central duma casa desta natureza é% naturalmente, uma sala comum. Aparece-nos aqui em dois pavimentos, tendo o infe- rior resultado do aproveitamente duma depressão do terreno.
Nesse piso a sala é inteiramente envidraçada, com painéis mó- veis, nas duas faces exteriores (nascente e sul) o que torna
pouco marcada a sua separação com o terreno circundante. E uma sala ao ar livre, cuja vedação se faz principalmente para pro- teger dos ventos.
0 segundo piso da sala comum, mais resguardado e debruçado so- bre o terreno, é o centro da vida interior da habitação.
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^L-lAí se descança, conversa, trabalha e aí se tomam as refeiçSes num recanto apropriado, ligado à cozinha por um passa-pratos.
Com tTste orggo principal da casa, que é" a sala comum, articu- lam-se as outras zonas. Com o primeiro piso, a rouparia e a gar- rafeira; com o segundo piso, e para o lado norte, a zona de ser- viço com a cozinha, quarto de criada e sanitários; para o lado poente, a zona íntima, com um quarto de banho completo, um lava- bo com retrete e lavatório e quatro quartos de dormir.
Estes quartos destinam-se: dois para os filhos, podendo cada filho levar um amigo; um para o casal e outro para h<5spedes (a família é formada por um casal e dois filhos de sexos diferentes, agora com quatro e seis anos de âdade)*
Todas as zonas comunicam directamente com o exterior.
j>, Os alçados sSo a consequência l<5gica da solução de planta, do sistema de cobertura e dos materiais aplicados (os requeridos pelo local do terreno, por motivos estéticos, pelo fim a que se destina a casa e pelos desejos dos que serão seus habitantes).
Na fachada exposta a sul, a mais rasgada, adoptaram-se adquaáos
arm*
meios de protecção contra o calor: portadas e persianas (projec
táveis as da sala comum) e palas de betão colocadas de tal forma que, permitindo a entrada do sol no inverno, a impedem na época de maior calor.
Os desenhos que se apresentam e as descrições feitas no caderno de encargos afiguramsenos suficientes para completo esclareci
mento do projecto, CENTRODEDOCUMENTAÇÃO
No estudo do projecto não se cumpriram algumas das prescrições do E.G. das E.U. não só por esta obra não se encontrar abrangida por êle mas também por não o julgarmos necessário para a salubri
dade do edifício.
Uma pequena estrada, em rampa, a construir desde a estrada nacio
nal, conduzirá o automóvel a um abrigo encaixado no terreno numa cota inferior à da casa. Atingese esta por vários lanços de es
cada ou por rampas.
Porto, 31 de Maio de 1953
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OONCtIRSO PARA OBTENÇÃO DO DIPLOMA DE ARQUITECTO
Uma casa de f é r i a s
CADERNO DE ENCARGOS
Primeira parte - CondlçSes gerais
Arts. 12,- Definição da empreitada, - Esta empreitada será feita de acordo com todas as peças escritas e desenhadas e
todos os pormenores e esclarecimentos que, no decorrer dos trabalhos, sejam fornecidos pela fiscalização par- ticular e municipal.
Compreende a execução de todas as especialidades da construção civil e fornecimento, por parte do empreitej.
L v i u vy
ro, dos materials e acessórios, ferramentas, utensílios e tudo o mais para completa edificação e perfeito aca-
» ?ŒDE DOCUMENTAÇÃO
bamento do prédio.
Conslderam-se, desde Já, incluídos na tarefa todos os serviços ou fornecimentos de materiais que, quer por lapso, quer pelo reduzido valor que representam separa- damente, sejam omitidos nas condições do contrato e, possivelmente, no projecto.
Trabalhos e materiais, nestas condlçBes, deverão ser feitos ou fornecidos pelo empreiteiro desde que a per- feita execução da obra os reclame.
Arts.22,- Ad.ludlcacao - A adjudicação das obras constantes des- tas condlçBes será feita a uma só pessoa ou firma que se considerará, por tal motivo, o empreiteiro geral.
Este empreiteiro será, para todos os efeitos o único responsável pelo rigoroso cumprimento deste contrato e pela execução de todas as especialidades da obra, quer elas sejam realizadas directamente por ele ou di- vididas em sub-empreitadas a construir por outrem.
Deste modo a Direcção Técnica terá que entender-se ape- nas, a respeito das obras, com o empreiteiro geral, con servando-se sempre, em qualquer casof alheio a desinte- ligênclas que, porventura, se suscitem entre este e os seus colaboradores. Por isto mesmo, ao empreiteiro com pete acompanhar cuidadosamente o andamento dos traba- lhos, aceitando e satisfazendo, sem demoras, as recla- mações, que lhe sejam apresentadas pela Direcção Técnl ca sobre os trabalhos da sua especialidade, desde que se reconheça serem fundamentadas.
Art2.3Q.- Direcção dos trabalhos - A direcção das obras será su- periormente conduzida pelo Arquitecto,autor do projecto, ou por seus delegados, a quem serão pedidas as Instru- çttes necessárias.
Das instruções que os empreiteiros recebam do Proprie- tário deve dar-se conhecimento prévio a Direcção Técni- ca. Em nenhum caso serão introduzidas, pelo empreiteiro, quaisquer alteraçSes ao projecto ou modificaçSes as
InstruçSes da Direcção Técnica, sem prévio conhecimento desta. Também as obras do contrato não poderão ser ini- ciadas sem seu conhecimento e autorização. A Direcção Técnica compete fixar a ordem de execução dos trabalhos.
0 empreiteiro obriga-se portanto a participar com a de- vida antecedência a data do Início dos trabalhos, espe-
|cialmente aqueles de maior responsabilidade e delica- deza, a fim de habilitar a Direcção Técnica a dar as Instruções convenientes em devido tempo e sem prejuízo do normal andamento dos trabalhos. A Direcção Técnica reserva-se o direito de exigir, se assim o Julgar ne- cessário, que estas participações sejam dadas por es- crito.
Arts.42.- Desenhos - Será fornecido ao empreiteiro um exemplar do projecto e de cada um dos pormenores considerados indispensáveis para a integral execução dos trabalhos.
0 empreiteiro será responsável pela conservação em bom estado de todos esses desenhos, obrlgando-se a pagar os exemplares que ft>r necessário substituir, durante ou no final dos trabalhos de cada arte.
Os desenhos serão conservados sempre na obra em local FACULDADE DE AROUITECTURA.
bem protegido e colocados^ sobre folhas de madeira preji sada, por conta do empreiteiro.
Arts.5Q,- Segurança doj3 operários - 0 empreiteiro assumirá, para todos os efeitos, a responsabilidade total pela seguran ça dos operários, nos termos das leis em vigor. 0 pro- prietário e Direcção Técnica da obra declinam toda a responsabilidade, em qualquer caso, de acidente material
si ou físico ocorrido na obra.
Todos os trabalhos serão dirigidos e executados de for- ma a atender-se a segurança dos operários e serventuá- rios neles empregados, devendo especlflcar-se os de aber
tura de fundações, desmonte de terras e montagem de an- daimes ou cofragens. 0 empreiteiro recorrerá aos eetron-
?
camentos, escoramentos e entlvaçBes, sempre que a natu- reza do terreno, as circunstâncias ou Importância e ris
co dos trabalhos o exijam.
0 empreiteiro obriga-se igualmente a Instalar os telhei ros para abrigo dos operários e a construir as lnstala- çBes-sanltárias para seu uso durante as horas de traba- lho, em local a determinar de acordo com a Direcção Técnica.
Multas - 0 empreiteiro obriga-se ao pagamento das mul- tas que porventura sejam aplicadas por motivo de trang gressSo de posturas ou regulamentos em vigor, ou pelo nSo cumprimento das condiçBes estipuladas nas licenças de quaisquer entidades oficiais.
Materiais - Todos os materiais a empregar na obra cor- responderão de modo rigoroso, as exigências impostas nas condiçBes especiais deste caderno de encargos. 0
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empreiteiro obriga-se a tomar as precauções que as cir- cunstâncias aconselhem para que o andamento das obras nSo seja afectado por qualquer carência ou dificuldades na entrega desses materiais.
Estragos - Até a entrega definitiva da obra ao Proprie- tário, feita depois de concluídos todos os trabalhos, o empreiteiro é responsável por qualquer prejuízo ou dano ocorrido na obra.
A cargo do Proprietário fica, no entanto, o seguro con- tra o risco de incêndio.
Obras defeituosas - 0 Proprietário tem o direito de fis-
calizar, por Intermédio da Direcção Técnica das obras, nSo só a execuçSo dos trabalhos, mas também a qualida- de dos materiais, devendo o empreiteiro cumprir as or- dens que lhe forem transmitidas, quer pelo Proprietá- rio - dando delas conhecimento a Direcção Técnica - quer pela própria Direcção Técnica. Á obra ou parte da obra que fí>r considerada defeituosa ou fora das condi- ções do contrato, será inutilizada, desfeita e recons- truída pelo empreiteiro, sem indemnização de espécie alguma.
Os materiais reputados de má qualidade serão também rejeitados e substituídos por outros que satisfaçam plenamente ao fim a que se destinam. Esses materiais serão retirados da obra logo que se verifique a necessi- dade de rejeição.
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Arts.lQS.-AlteracPea - 0 Proprietário reserva-se o direito de mo- dificar o projecto ou este caderno de encargos, lntro- duzindo-lhe as modlfleaçBes sempre reguladas por acor- do prévio e escrito entre as partes contratantes, não tendo validade os contratos ou entendimentos verbais.
No caso de divergências entre o Proprietário e o Emprel telro, servirá de árbitro o Arquitecto, director técni- co dos trabalhos, e outro técnico de igual competência nomeado pelo empreiteiro. As obras resultantes das mo- dificações referidas, não serão nunca iniciadas antes da realização e oficialização do contrato.
Arts.lis.-Vaior da empreitada - 0 empreiteiro não poderá exigir qualquer adicional importância a sua proposta, desde
que n&o tenha sido Igualmente acordada por escrito.
As obras que execute em resultado de acordos verbais não serão reconhecidas nem pagas.
A proposta, assim como os possíveis acordos posteriores serão redigidos em triplicado e assinados pelo Proprie- tário, pelo Arquitecto director dos trabalhos e pelo empreiteiro, ficando cada um com seu exemplar.
Arts.126.-RescisSo do contrato - 0 Proprietário poderá de*fctir da empreitada depois de começada, contanto 'que indemni- ze o empreiteiro por todos os gastos e trabalhos rea- lizados.
0 empreiteiro nSo poderá transmitir ou passar a emprei- tada sem autorização escrita do Proprietário. Pica en- tendido que, mesmo que este a conceda, subsiste a res- ponsabilidade do empreiteiro, solidária oom a daquele
a quem fizer a transmissão ou passagem.
Se o empreiteiro falecer, poderá o contrato ser rescin.
dldo; mas deverá o Proprietário Indemnizar os herdeiros pelo trabalho e despesas feitas, tomando-se por base os preços de unidade correntes.
Arts.156.-Prazo e multas - 0 prazo para a execução dos trabalhos a que se refere o presente caderno de encargos e projec, to começa á ser contado no dia da assinatura do contra- to e termina no prazo de oito meses. Por cada dia que exceder este prazo será descontada ao empreiteiro a
quantia de duzentos escudos, salvo o caso de força mal#r or devidamente comprovada e declarada por escrito.
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Arts.149,-Pagamentos - 0 Proprietário obriga-se a pagar mensal- mente ao Empreiteiro, mediante recibo com visto do Di- rector Técnico, o importe aproximado da obra realizada, de harmonia com o preço do contrato, menos 10$ do valor da avaliação, que ficará como depósito de garantia pe- lo cumprimento integral do contrato.
As importâncias descontadas serSo restituídas ao emprel teiro noventa dias depois da total conclusão e entrega da obra ao Proprietário, oaeo tí&o surjam, entretanto, defeitos a reparar.
Arts.159.-Encargos do Proprietário - Constituem encargos do Pro- prietário, além dos pagamentos ao empreiteiro, o paga- mento das licenças municipais referentes ao projecto, as taxas da llgaçSo da energia eléctrica, as licenças motivadas por eventuais aditamentos ao projecto e o se- guro contra o risco de incêndios.
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Art9.169.-Entulho - 0 adjudicatário retirará de sua conta, tanto no decorrer da obra, como no final da mesma, o entulho que resulte da execução dos trabalhos, deixando o pré- dio e o seu terreno, absolutamente limpos.
Art9.179.-Qasos omissos - Em todos os casos omissos no presente Oaderno de Encargos ou capazes de suscitar dúvidas, aplicar-se-ao especialmente as "Clausulas e Condições Gerais de Empreitadas e Fornecimentos de Obras Públi- cas de 9 de Maio de 1906" e toda a demais legislação aplicável.
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Segunda parte - condições especiais para as obras
de pedreiro e cimento armado / > ^ 8 f ^
Co
Arts,189.-Terraplanagens e caboucos - 0 terreno será entregue ao empreiteiro no estado era que presentemente se encontra e será escavado ou aterrado conforme os níveis indica- dos nos desenhos para a implantação do prédio.
A abertura de caboucos far-se-ã de harmonia com a lar- gura da base das respectivas fundações até ã profundi- dade em que se encontrar terreno firme.
Arts.199.-Fundações - As fundações terSo o número de fiadas e a secção que a natureza do terreno e os corpos a suportar determinem.
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Em planta e cortes prevè-se o sistema de fundações pro- váveis. A pedra a empregar nas alvenarias para funda-
ções deve ser dura, de textura uniforme, sem velos ou leslns e bem aleitadas, além de ter dimensões regula- res, não se admitindo pedra miúda em quantidade superior m a 6%, Estas alvenarias devem ser feitas em fiadas de sllhares e juntouros, com as juntas de tal forma dispostas que as de uma fiada nao correspondam ãs das outras fiadas contíguas.
A fiada inferior dos alicerces ou sapatas será consti- tuída por juntouros, dispostos lado a lado no sentido transversal.
Os alioerces estabelecer-se-ao sbmente para suporte de
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paredes mas também para todos os tablques, pilares, ejs cadas e muros exteriores.
Ao executarem-se os trabalhos de construção dos alicer- ces ter-se-a em conta que as pedras deverSo ser conve- nientemente travadas e argamassadas e que as aberturas, para as canalizações tèm de ser localizadas com rigor.
Arts.209.-Argamassa - Na composição das argamassas apllcar-se-a exclusivamente cimento e areia na proporção de um para três.
Art8.219.-Asfaltamento - Todos os sobreleltos das fundações, de entregas de paredes e os paramentos verticais das pare- des encostados ao terreno, serSo asfaltados. Igualmen- te se asfaltarão os alicerces ou tabiques e os apoios de qualquer dos elementos da construção. 0 asfalto dos leitos será colocado sT)bre a fiada mais próxima do ní- vel definitivo do terreno. Nos paramentos verticais es
L / CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
se asfalto colocar-se-a pelo lado exterior.
Serão também asfaltadas: as entregas dos paramentos de alvenaria rebocada com as paredes de alvenaria aparen- te; as entregas dos elementos de betSo armado encostra.
dos nas paredes; as entregas dos muros.
Art9.229.-Paredes de elevação - As paredes em elevação construir -se-ao em perpeanho de meia falha de 0,28 ou 0,22 m.
de espessura, conforme se indica no projecto. Na cons- trução destas paredes nao se admitem falhas nem o empre go excessivo das chamadas «rolhas", leitos irregulares,
lesins, etc.
&TiV
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Art g. 25g.-Degraus de pedra - Serão em cantaria lavrada os digram e patamares da escada exterior que serve a zona de ser- viço. Os degraus assentes sobre maciços de alvenaria,
sobrepor-se-So numa largura mínima de 0,03 m. e sSo compostos de uma ou mais pedras, conforme a Indicação da Direcção Técnica.
Arts.249.-Fogões de sala - Serão em cantaria tosca, conforme os pormenores a fornecer os fogfles de sala do le. e 22.
pisoe,
Arts.259.-Lages de cantaria tosca - A base dos fogSes de sala e escada interior será formada por um lageado de cantaria tbsca.
Arts.269.-Ranhuras - Todas as ranhuras para a instalação de tuba- gens de qualquer espécie sao da conta do pedreiro, as- sim como os nichos para a colocação do armário do con- tador e quadro eléctrico e armário do recanto de comer na sala comum.
Os entalhes, rasgos, aberturas ou ranhuras em elemen- tos de betSo armado serão tanto quanto possível marca- dos com rigor e executados antes da betonagem desses elementos.
Art9.279.-implantação do edifício - 0 empreiteiro é o único res- ponsável pelo rigor da implantação do edifício e pelos
níveis dos pavimentos e soleiras. Era caso de infracção ao projecto ou as instruções da Direcção Técnica, cum- pre- lhe demolir os trabalhos mal executados e recons-
truí4os de novo sem direito a qualquer indemnização.
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Ar t9.289 .-Obras de cimento armado - Construir-se-So em betão ar- mado os seguintes elementos:
) os pilares e vigas de apoio das placas dos pavimen- tos e cobertura.
b) o pavimento da sala-comum e zona de serviço.
c) o terraço e a rampa da zona dos quartos d) a lage da cobertura e tectos
e) as padieiras, palas, bancos e floreiras f) o depósito de agua
g) as caleiras.
Arts.299.-ExecucSo dos trabalhos de cimento armado - As lages dos pavimentos e cobertura sera o construídos pelo sis- tema seml-pre-fabrlcado "sucol". Os restantes elemen- tos serSo maciepos e a sua cofragem deverá ser conti- nua e bem calafetada nos interstícios que nSo for pos- sível evitar. Para os pilares redondos a cofragem será
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constituída por um tubo de fibro-cimento, cortado a meio, e de secçSo conveniente. Ao retirar a cofragem
estes pilares devem ter um aspecto de acabados de modo a dispensarem qualquer rebftco.
A dosagem do betSo é normal, porém, o engenheiro res- ponsável dos cálculos, dará oportunamente instruçSes
sobre o modo de execução desta empreitada.
Art9.509.-Apoios de ferro - Serão fornecidos pelo empreiteiro os ferros necessários para apoio da guarda do terraço dos quartos e.ainda dois tubos de ferro preto de 3" para suporte da padlelra da abertura da galeria dos quartos.
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Terceira parte - condições especiais para as obras de carpinteiro e serralheiro
Arts.519.-Madeiras - Nesta empreitada empregar-se-ao madeiras de macacauba na caixilharia e portadas exteriores; no in-
terior empregar-se-a pinho nacional de 1&. qualidade nos armários e favos das portas; as portas interiores
serão revestidas a contraplacado de tola e as faixas e guarnições serSo da mesma madeira para encerar; a es- cada será de sicupira.
Arts.529.-Roda-pés e guarnlcSes - Todos os pavimentos de tijolei- ra rematarão nas paredes com um roda-pé de madeira de tola com a secção de 0,06 X 0,04 cm. de espessura, de perfil simples e fixo a tornos de madeira de castanho
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em furos abertos nas paredes. Todas as aberturas inte- riores serão guarnecidas com alizares de madeira de to- la de 0,55 m. de espessura.
Arts.559.-Portas exteriores - As portas que dao para o exterior construir-se-ao em madeira de macacauba ou castanho do Minho e serão as seguintes:
A) porta principal de entrada-uma folha de abrir
B) porta de acesso da sala comum ao terraço-uma folha de abrir e uma parte fixa
0) porta de ligação a zona norte- duas folhas de abrir D) Porta da cozinha - duas folhas, uma fixa e outra
de correr
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E) portas envidraçadas de correr, da sala de estar - em ferro
As portas B) e 0) serão construídas era madeira de castanho, terSo a espessura de 5 cm. e serSo forra- das exteriormente com réguas arrlncoadas e Interior- mente, a contraplacado de tola. A porta A) será em favo de malha de 10 cm., construída com réguas de castanho, e forrada exteriormente a madeira prensa- da extra-dura e interiormente a contraplacado de to- la. A porta D) será de duas folhas envidraçadas, sen do uma de correr e outra fixa, e construlr-se-So em madeira de macacauba de 45 m/m.
Os marcos destas portas, de macacauba, serSo fixos as alvenarias por parafusos de metal e tacos ou tor- nos de madeira de castanho.
URA
A vedação dos marcos far-se-a com mástique.
L / CENTRO DE D OQJ M'EN TACÃO
Arts.549.-Portas Interiores - Todas as portas interiores serão maciças de 35 m/m de espessura. Serão formadas por um favo rectlculado de 10 cm. de réguas de madeira de pi- nho sobre o qual será colocado contraplacado de tola.
Arts.559.-Soleiras dos caixilhos - Todos os caixilhos assentarão sobre soleiras de madeira de macacauba, as quais serão construídas com uma espessura mínima de 45 m/m e largu- ras variáveis conforme o tipo de janela. Terão releixos e tubos de latão para escoamento das aguas e darão bom batente aos caixilhos.
Somente depois de endireitadas pelo trolha, com arga-
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massa impermeábillzadora, as partes superiores dos pel torls, poderão ser assentes as soleiras de madeira, as quais, além de pregadas a tornos cobertos pela argamas- sa impermeábillzadora, serão assentes sobre uma camada de mastique aplicada em quente ou, a falta deste, uma
camada de "Ralumlx" bem espremido. As extremidades das soleiras penetrarão na espessura da argamassa lmpermea- ' bilizadora das ombreiras.
Arts.569.-Caixilharia exterior - Esta caixilharia será de vários tipos :
Fachada sul:
A) caixilho da sala comum - três folhas de correr e uma parte fixa com básculas
B) caixilhos dos quartos - uma folha de correr Interior-
\ UNIVERSIDADE DO PORTO
mente CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Fachada poente;
0) caixilhos basculantes Fachada norte:
D) caixilhos de gracifer com básculas de ferro na ga- leria dos quartos
E) caixilhos de correr no quarto de criadas e quarto de banho de serviço
F) caixilho basculante na cozinha
pOF^TUGAI
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Fachada nascente:
Q-) Caixilho da sala comum - duas folhas de correr, uma sobre a outra
H) Caixilho da rouparla - uma porta fixa e outra basculante.
Todos estes caixilhos serão construídos em madeira de macacauba, conforme os pormenores especiais apresen- tados, e com a espessura mínima de 45 m/m.
Arts.57S.-Portadas exteriores - Os caixilhos da sala comum e os dos quartos levarão portadas, tipo "persianas" para protecção do sol e da intensidade da luz.
Estas portadas serBo de correr sobre trilhos de metal.
As da sala comum levarão réguas cruzadas, tendo a do caixilho voltado a sul uma parte central projectável.
As dos quartos serSo inteiramente tapadas e forradas
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exteriormente a madeira arrincoada e interiormente com madeira prensada extra-dura.
Empregar-se-fc madeira de macacauba com a espessura de 45 m/m. Executar-se-So segundo os pormenores a fornecer.
Arts.589.-Escada Interior - A escada interior será de madeira de sicupira, pernas e degraus. 0 corrimão será executado na mesma madeira assente num aro de ferro. Para esta escada fornece-se um pormenor especial com a Indica- ção das secções de madeira e ferro a empregar.
Arts.59°.-Revestimento em paredes - No interior da sala comum e na parede de fundo do recanto de comer haverá um re-
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vestimento de réguas de madeira de castanho a toda a altura e numa extensão de 3 m.. Este revestimento é constituído por réguas verticais emmalhetadas e pre- gadas a uma grade fixa por tornos.
Arte.402.-Armários - Serão construídos por conta desta empreita- da os seguintes armários fixos:
a) Armário para contador e quadro eléctrico, junto da entrada - is. piso.
b) Armários aparadores e de parede ao longo das paredes da cozinha.
c) Armário guarda-roupas na galeria dos quartos.
d) Armarios-farmácia nos quartos de banho.
e) Armários do corredor de serviço.
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f) Prateleiras ao longo de duas paredes da dispensa.
Qs restantes armários e mobiliário indicados no projec- to nSo fazem parte desta empreitada.
Todos estes armários serSo executados interiormente em madeira de pinho e com as vistas em madeira de tela.
As portas de contraplacado de tela.
Arts.419.-Ferragens - As ferragens necessárias para a perfeita
( segurança do edifício e de todas as suas portas, assim como aquelas de que carecem, para um perfeito funcio- namento, todas as portas, caixilhos, armários, serão fornecidas e assentes pelo empreiteiro. Serão todas de primeira qualidade e sujeitas a escolha do Arquitecto.
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Director Técnica da obra. 0 empreiteiro fornecerá,com a devida antecedência, amostras daquelas que existem no mercado para se verificarem as possibilidades do seu aproveitamento, se estudarem as modificações a introdu- zir ou se fazerem os pormenores para a execução de ti- pos novos.
0 empreiteiro fornecerá e assentará, portanto, as dobra- diças de todas as portas e caixilhos; os fechos de Jus- ta; os comandos das básculas; as ferragens de flxaçSo das portas e caixilhos exteriores; as fechaduras das portas e dos armários; os puxadores e os espelhos dos
trincos e fechaduras; as pingadeiras dos caixilhos;os rolamentos com esferas; calhas e gulas dos caixilhos e portas de correr e todas aquelas ferragens que, embora nao descritas, sSo normalmente consideradas como indis- pensáveis «FACUL
As ferragens aparentes, comandos das básculas, fechos, espelhos, puxadores e dobradiças, serão de latão cro- mado. As calhas e guias das portas e caixilhos de cor- rer serão também de latão. Nas portas exteriores apli- car- se-ao fechaduras tipo "Yall".
9.-Obra de serralheiro - SSo os seguintes os elementos a executar em ferro, para os quais sao fornecidos porme- nores especiais:
A) Portas de correr e fixas da sala de estar (is.piso) B) G-uarda e suportes para o corrimão da escada inte-
rior.
0) Ohumbadouros para fixação da escada.
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Quarta parte - OondiçCes especiais para as obras de trolha, estucador e funllelro
Arts.45s.-Qualidade dos materiais - Todos os materials a empre- gar serSo de primeira qualidade. As suas caracterís- ticas gerais obeâdderão as exigências dos Cadernos de encargos oficiais para as empreitadas do Estado. A es- colha das marcas de origem, dos fornecedores e dos tipos, corapterlrá a Direcção Técnica.
Arts.44S.-Amassadouros - Os amassadouros para a preparação das argamassas serão ou de pedra ou de madeira e colocar- -se-So sempre em local resguardado do sol e da chuva.
Em caso algum será permitido proceder a preparação das argamassas directamente sobre o terreno.
' ' \ UNIVERSIDADE DO PORTO"
Art8.45s.-Preparação das argamassas - Toda e qualquer argamassa será manipulada apenas nas proporções requeridas pelo trabalho Imediato e nunca aproveitadas para o dia se- guinte •
Arts.468.-Composição das argamassas - A composição das argamas- sas será a seguinte:
A) Levantamentos e revestimentos: cimento, cal hidrau U c a e areia, na proporção, um, um, seis, (1+1+6).
B) Emboço e reboco interiores: cal gorda, cal hidráu- lica e areia na proporção, um, um, seis (1+1+6).
C) Betonilha: cimento e areia, um, três ( 1 + 3 ) .
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D) Estuque de paredes interiores: cal branca e areia fina, ura, dois, ( 1 + 2 ) .
-
E) Assentamento de azulejos : cal gorda e saibro, um, trê*s (1 + 3 ) .
F) Impermeabilização de paredes: cimento e areia,dois, cinco ( 2 + 5 ) .
G) Regularização de pavimentos: cimento e areia, um três (1 + 3 ) .
A composição das argamassas necessárias dos restantes trabalhos, será determinada por acordo com a Direcção Técnica.
Arts.475.-Ordenacão dos trabalhos - Antes de iniciar quaisquer trabalhos e mesmo antes de iniciar as obras desta em-
PA/*"I ii p\Ár^p DF A ROI IITFf^TJ IRA
preltada, o empreiteiro mandará colocar tentos em to- das as paredes e pavimentos com a marcação dos enchi- mentos necessários para o aplanamento das superfícies
e para o nivelamento dos pavimentos.
Ao longo das paredes mandará traçar uma linha de nível a um metro de altura a contar da cota do pavimento de- pois de acabado e nas paredes e pilares mandará igual- mente marcar, além dos tentos referidos, as linhas de
eixo e os prumos a respeitar no decorrer da obra e que servirão de referência para todos os trabalhos, tanto desta como de todas as outras artes. Nas insta- lações sanitárias, cozinhas e onde houver revestimen- tos especiais, os tentos determinarão a superfície de- finitiva ou paramentos previstos e servirão de orien- tação para os plcheleiros e electricistas.
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Arts. 486.-Paredes e tablques de tijolo - Todas as paredes e ta- biques de tijolo serão executadas por conta desta em- preitada. As paredes exteriores e peitoris de tijolo serão duplas, empregando-se tijolo vasado de oito cen- tímetros de espessura, interiormente e de seis exte- riormente. As divisórias interiores serão todas cons- truídas com tijolo vasado de oito centímetros de espej3 sura, assente, como nas paredes exteriores, de cutelo.
Na ligaçfio das paredes exteriores com as placas colo- car-seja cartão betuminoso, depois de nivelar o leito da placa com argamassa hidrófuga, para uma perfeita
separação dos materiais.
Arts.49Q.-Impermeabilização geral - Todas as superfícies exte- riores, expostas directamente a chuva ou a humidade, serão convenientemente isoladas. Estes isolamentos apllcar-se-ao com todas as precauçBes, sobretudo nas ligações com os restantes materiais já aplicados e junto dos portais, marcos e peitoris. Especiais cuida- dos deverá haver nas ligaçttes com as placas e nas Jun tas de ligaçSo dos materiais com características di- ferentes. A escolha dos hldrófugos determinar-se-a oportunamente, de harmonia com as existências no mer- cado, entendendo-se que só será aplicado aquele que ofereça as necessárias garantias. Em princípio indica- -se o "Biber-P", na percentagem exacta recomendada pelos fabricantes.
Arts.508.-Impermeabilização interior - Os pavimentos dos quartos de banho e dos lavabos, serão devidamente lmpermeabi-
llzados antes de se proceder ao assentamento dos mate- riais de revestimento.
A caixa da banheira será também Isolada por todos os lados e preparada de modo a que as aguas que nela se Infiltrem possam livremente escoar-se. Os mesmos cui- dados se aplicarão na parede da cozinha, junto a banca.
Arts.515.-Vedação da cobertura, - Para Isolamento do calor reves- tir-se-ã a lage de cobertura com placas de cortiça de uma polegada de espessura, colocadas com mastique.
Sfcbre este revestimento aplicar-se-ã o isolamento con- tra a humidade, feito pelo sistema "Ral".
Sobre esta protecção aplicar-se-a uma espessa camada de areia grossa.
 vedaçSo "Ral" a utilizar nesta obra será constituí- da por duas camadas de cartão betuminoso, de tecido
FACULDADE DE ARQUITECTURA
de ia, da melhor qualidade.
Nos topos da placa, para remate da vedação, aplicar- -se-ão cantoneiras de zinco.
Arts.529.-Juntas de dilatação - Em todas as juntas de dilatação expostas, tanto horizontais como verticais, haverá o máximo cuidado na aplicação dos materiais elásticos de Isolamento contra as infiltrações da humidade. Con forme as necessidades, utilizar-se-âo os materiais betuminosos, o cobre ou o chumbo, com as formas e ca-
racterísticas recomendáveis.
A primeira vedação das juntas será em qualquer caso obtida com a aplicação de "Hubertol" soldado com ma- çarico. Numa segunda vedação aplicar-se-ã o cobre ou o chumbo.
WW8MM
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2 5
As Juntas terão, de qualquer modo, de ficar completa- mente vedadas, sem quebras nem interrupções e de modo
I*» ' ' i l l
a não se contrariarem os movimentos de contracção ou dilatação dos elementos de betão.
Arts.559.-foguas pluviais - As águas pluviais serSo conduzidas para os tubos de queda através de algerozes de zinco, assentes depois de pintados a zarcSo sobre cartSo be- tuminoso. No solo as águas serão recolhidas em camarás de visita e ligadas por tubos de fibrocimento, de ca- libre adequado ao aqueduto. Nas embocaduras dos tubos de queda serão colocados ralos de cobre, a executar segundo pormenor a fornecer oportunamente.
Os tubos de queda serSo em fibrocimento de oito centí- metros de diâmetro.
^ - L V i l X V^
Arts.545.-Tectos - Os tectos serfto todos executados em placas de betão armado e estucados a gesso.
Todos eles ficarão sem qualquer esplcle de molduras, salvo pequenos rebaixos para a separação das paredes.
Art9.559.-Embt>ço. reboco e estuque - As paredes e divisórias in- teriores serão emboçadas, rebocadas e estucadas, depois de verificados os tentos e os níveis a que se refere
o arts. 47S.. As superfícies devem ficar rigorosamente planas, aprumadas e com óptimo acabamento para recebe- rem pintura.
Arts.56S.-Betonilha - Em todo o is. pavimento e na zona dos quar- tos será aplicada betonilha, sobre uma camada de bri- ta nao inferior a dez centímetros. A betonilha terá, pelo menos, cinco centímetros de espessura. .^
A aplicação da brita só se fará depois de colocadas todas as canalizações, depois de bem apllodos os en- chimentos das trincheiras e quando tiverem sido rema- tados e impermeabilizados os roços e perfurações das paredes.
Arts.579.-Natureza dos pavimentos - Os pavimentos serSo acaba- dos ou revestidos com:
a) cimento com cor em todo o primeiro pavimento e na rampa.
b) marmorite, nas instalações sanitárias e cozinha.
c) tijoleira - nos restantes compartimentos da habi- tação e no terraço.
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Arts.589.-Preparação dos pavimentos - t da conta desta empreita- da o nivelamento e total preparaçSo de todos os pavi-
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mentos. As argamassas sempre frescas e muito fortes, e só se aplicarão depois de multo bem limpas e lava- das a mangueira todas as superfícies.
Os fundos dos armários elevar-se-ao previamente com encasque de tijolo, para o nível dos roda-pés.
Art9.599.-Marmorite - 0 marmorite será preparado com cimento claro. A composição, cor e espessura do granulado, se- rão da escolha do Arquitecto, director-técnico da obra.
0 marmorite deverá ficar completamente liso, nivelado e polido e formará, junto as paredes e sob os armários, um pequeno roda-pé. A soleira da porta da cozinha se- rá executada também em marmorite e levará as necessá- rias meias-camas, rebaixes e pingadeiras de latão.
Arts.609.Ti.1oleira A tijoleira a empregar na obra será de di
mensões e qualidade a fixar oportunamente. 0 seu assen
tamento será feito sobre uma massa de betão simples, superiormente impermeabilizado com argamassa de cimen
to, areia e dlatomite ao traço de uma parte de cimen
to, duas de areia e 5%do pfcso de cimento em dlatomlte.
Dispensarsea esta Impermeabilização na placa do 22.
pavimento.
Arts.619.Revestimento com azulejo Apllcarse'a azulejo bran
co de quinze por quinze cm. em toda a altura das pare
des do quarto de banho e lavabos e até a altura de 2,20 nas paredes da cozinha.
Os cantos e remates salientes serão arredondados.
Na cozinha, as partes ocupadas com armários, serSo
■ também revestidas.
FACULDADE DE ARQUITECTURA
Arts.62S.Caixilhos ae cimento) a PQF c a i x i l h o da g a l e r i a dos quar
MENTAÇÃO
tos e o da entrada, no is. piso, serão constituídos por elementos de cimento vibrado, tipo "graclfer".
A aplicação destes caixilhos farseà com os cuidados necessários para se evitarem as rachadelas eventual
mente provocadas pelos movimentos da estrutura do edi
fício. 0 perfil dos elementos verticais e horizontais serão determinados pelos pormenores a fornecer oportu
namente.
Arts.65s.Obra de mármore Serão executados em mármore branco Lloz, as soleiras das portas exteriores, excepto da cozinha, e os tampos dos aparadores da cozinha. Bmpre
garseSo pedras de 3 cm. de espessura nos tampos e de
2 £
4 nas soleiras. Para as soleiras fornecersea porme
nor.
ArtQ.649.Fibrocimento Nas fachadas norte e sul aplicarseao chapas onduladas de fibrocimento colorido, fixas com parafusos de latão numa grade de madeira. 0 ondulado je a cor da chapa será determinado oportunamente.
Nas chaminés empregarseão ventiladores também deste material.
Arte.652.Garrafeira Numa das paredes da dispensa, o emprei
teiro assentará alvéolos de tijolo, octogonais, para arrumação de garrafas, superfície a ocupar por estes alvéolos é de cinco metros quadrados.
■MM." _ ^ ^ ^
Arts.66Q.Saneamento A rede de saneamento será executada de acordo com o projecto e com todas as exigências dos Regulamentos em vigor. Compreenderá toda a rede de es
gotos, fossa séptica, caixas de visita e slfSes e exe
cutarsea de colaboração com a obra de Picheleiro.
Arte.67S,Juntas das paredes de granito As juntas nas paredes de pedra serão tomadas de acordo com as instruções a fornecer, de modo a obterse um acabamento perfeito.
>
Arts.68s.Pingadeiras Nas soleiras dos portais exteriores e na lage peitoril da sala comum, colocarseão tubos de latão para escoamento das águas.
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^mmíyri-
29
Quinta parte - Condições espeoiais para ae obras de picheleiro
Arts»699.-instalações - Esta obra compreende a instalação com- pleta, pronta a funcionar, das louças, encanamentos, e acessórios de todas as peças sanitárias indicadas no projecto; a instalação da rede de abastecimento de água quente e fria ao edifício; o fornecimento de todos os materiais e a ligação dos esgotos a rede de saneamento. São as seguintes as peças a instalar:
três retretes; um bidet; três lavatórios; uma banheira com chuveiro; um chuveiro; uma banca lava-louças;
quatro torneirí to de agua;
rneiras de rega; dois cilindros de aquecimen- a; um deposito.
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Arts.70s.-Qualidade e caracteristipas dos, materiais - Todos os materiais serão de primeira qualidade, sem defeitos de espécie alguma e com as seguintes características:
a) Bacias de retrete sifónlcas com assentos de mogno envernizadas e fixos com ferragens de metal croma- do.
b) Lavatórios sem espaldar, dois com as dimensões de 0,65 X 0,47 X 0,51 e outro com 0,50 X 0,41 X 0,28, assentes em suportes de ferro.
c) Chuveiros em metal cromado
d) Banheira rectangular de ferro fundido com 1,60 de
comprimento.
Torneiras de rega com rosca para aplicação de man- gueira.
Torneiras e passadores em metal cromado e com a in- dicação de quente e fria onde houver as duas cor- rentes de água,
Slfftes de gorduras em cobre e em metal cromado os sifSes aparentes dos lavatórios e bidet.
Tubagem em ferro galvanizado com as secçBes conve- nientes.
Arts.719.-Proveniência'dos materiais - Todas as louças, sem ex- cepção, serio de marca "Sacavém".
A banheira será da fábrica de "Oeiras". As torneiras, passadores, chuveiros e acessórios metálicos serão da melhor qualidade; o empreiteiro apresentará um exem- plar de cada unidade a aplicar na obra.
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Arts.729.-Pecas excluídas - Não sSo da conta desta empreitada o fornecimento da banca lava-louças e dos cilindros de aquecimento de água, compete todavia ao empreitei- ro proceder as necessárias ligaçBes com os acessórios
indispensáveis.
Art9«759.-Tubagens - Todos os encanamentos, quer os de abaste- cimento de água, quer os de esgoto ou ventilação, se- rão embutidos nas paredes e terSo as secçSes regula- mentares.
Art9.749.-Ligacttes e canalizações - Todas as canallzaçSes deve- rão ser cuidadosamente executadas para resultarem com e)
f)
s)
h)
3J
bom aspecto. As ligações com chumbos e quaisquer ou- tras soldaduras só excepcionalmente ser5o de admitir e, em qualquer caso, nSo poderão fazer-se sem autori- zação da Direcção Técnica. As ligaçfles das louças exe- cutar-se-&o em metal cromado, assim como os respecti- vos sifões.
Art9.755.-Agua quente - Serão abastecidos de água quente todos os lavatórios, banheiras, bidet, chuveiro e banca la~
va-louças.
Arts.76Q.-Acessórios - 0 empreiteiro fornecerá e assentará os acessórios indispensáveis a uma perfeita e conscien- ciosa instalação, descritos ou nao neste caderno de encargos.
Arts.77g.-OrdenacSo dos trabalhos - As obras desta arte deverão executar-se simultaneamente com as de Pedreiro. Ao
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empreiteiro cumpre marcar todos os roços e furacões antes da betumagem dos elementos de betSo armado e colocar as canalizações que deverSo ou poderão em- butlr-se nas placas e pilares.
52
Sexta parte - condiçttes especiais para as obras de eleotrioista
, . i
Arte.78S.-Instalação - Toda a Instalação será feita Interior- mente, de acordo com estas condições, com as condi- ções gerais e de harmonia comosesquemas de localiza- ção. Compreenderá a instalação de luz e energia (mo- nofásica e trifásica) de campainhas, telefone e de um fogão e dois cilindros de aquecimento de água.
Arts.795.-Localização d a s Pecas - A localização dos aparelhos eléctricos, lâmpadas, interruptores, tomadas de cor- rente, etc. é determinada no esquema mencionado e só poderá ser alterado com prévio consentimento do Ar- quitecto, Director da obra.
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Arts.809.-qualidade dos materiais - Todos os materiais serSo da
\ÇÃO
melhor qualidade existente no mercado. Os interrupto- res e tomadas serão de baquelite* o seu formato e o dos demais acessórios determinar-se-a por escolha do Arquitecto. A campainha exterior será constituída por um botão e uma pequena placa de metal cromado.
Junto a cada cilindro de aquecimento colocar-se-a pe- quena lâmpada-aviso para controledo termostato. Para colocação das lâmpadas e candieiros o empreiteiro fornecerá e colocará os suportes necessários. 0 qua- dro geral, em mármore, será encaixado num caixilho metálico, giratório, para mais fácil controle das li- gações.
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"U-"v53
Arts.810.Obrlgacttes do proprietário 0 Proprietário fornecerá as lâmpadas e candieiros, o fogão e os cilindros de
■ ■ _ . ^ . _ . . .„.„„„ „..„
a ligação e montagem de todas aquelas peças.
Arte.829.Despegas de ligação Ao empreiteiro compete requisi
tar a ligação da corrente em nome do Proprietário, pa
gando este os materiais Indispensáveis a essa ligação, assim como todas licenças e taxas.
Arts.859.Calibre dos fios e circuitos A instalação será feita em circuitos independentes para as diferentes zonas da habitação e para cada um dos aparelhos de grande consumo de energia. Os cabos e fios terSo as caracte
rísticas e secçSes necessárias as respectivas cargas
PORTO
Art9.849.OrdenacSo dos trabalhos Os trabalhos de instalação de tubagens, caixas de derivação, interruptores e to
madas, executarseSo simultaneamente com as obras de Pedreiro. 0 empreiteiro providenciará para que todos
os roços e furaçttes necessárias a instalação eléctri
ca, sejam rigorosamente marcados no decorrer dos tra
balhos e, em especial, a quando da construção das co
fragens dos elementos de betão armado, de tal modo que, após a betonagem nao seja necessário rasgar aber
turas ou espontelrar quaisquer elementos de betão ar
mado.
54
Sétima parte - Condições especiais para as obras de pintor, encerador e vidraceiro
- .
Arte.859.-Definição da obra - Ê da conta desta empreitada: a pintura das fachadas, caixilharia e portas exterio- res, armários, caleiras e condutores de águas pluvi-
ais e toda a obra de ferro; o enceramento de todos os pavimentos de tijoleira, portas interiores, guar- nições e faixas; e o fornecimento e a colocação de
todos os vidros necessários a completa vedação da obra. 0 empreiteiro fornecerá e preparará todos os materiais que serão das melhores qualidades e proce-
HPORTO
Arts.869.-Fachadas - Todas as fachadas do edifício serão pinta- das com duas demãos de tinta de óleo "Vedacine" de
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còr a determinar. Todavia, se as duas demãos não co- brirem suficientemente, será aplicada terceira demão
sem qualquer encargo para o Proprietário. Com a mesma tinta serão pintados os caixilhos de cimento.
Art9.875.-Ordenação do trabalho - As madeiras ou outra3 superfí- cies a pintar, devem estar perfeitamente secas e lim- pas de quaisquer nódoas gordurosas. Os nós, facadas e partes reainosas serão devidamente queimados. As fen-
das e cavidades das madeiras serão, em geral, tomadas com massa de cola, cré e óleo, empregando-se verniz, agua-raz ou outros ingredientes quando o exijam as cir- cunstâncias e a importância dos trabalhos. Preparadas
55
\)v ■ > , * >
x
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as superfícies a pintar e depois de bem sècas, apli
carseà o aparelho que será composto com tinta de óleo. Nas superfícies de ferro, depois de bem lim
pas de ferrugem e quaisquer impurezas, serão apli
cadas duas demaos de tinta de zarcão. Todas as su
perfícies a pintar serão betumadas e amassadas, apll
candose duas demaos de tinta. As massas prepararse
ao oom óleo de linhaça. Depois das duas demaos de tinta mencionadas todos os madeiramentos e toda a obra de ferro serão pintados com esmalte "Dulux" ou outro de igual categoria.
Arts.889.Pintura a fosco As caleiras, condutores de agua e todas as tubagens exteriores serão pintadas a fosco.
Arts.899.Enceramento Todas as portas, guarnições e faixas interiores, assim como todos os pavimentos de tijo
leira serão encerados por conta desta empreitada.
x L / CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Arts.909.Verniz Os corrlmÇes da escada serão envernizados a boneca, com verniz de 16. qualidade, em tom a esco
lher oportunamente.
Art9.919.vidros Todos os vidros devem ser claros, sem defei
tos e perfeitamente planos.
Empregarsek cristal de 6 m/m na caixilharia e portas das salas de estar e de 4 m/m na restante caixilha
ria. Nenhum vidro será colocado sem que previamente se verifiquem as condições exigidas e se pintem os re
balxos da madeira ou do ferro.
PORTO
FACULDADE DE ARQUITECTURA
UNIVERSIDADE DO PORTO
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
UMA GA3A DE FERIAS
(zona dos q u a r t o s )
CAPITULO I Escavaçttes e t e r r a p l a n a g e n s
A r t s . l Q . D e s a t e r r o e abertu
r a de caboucos:
Na zona do e d i f í c i o
ii it H H
li n it
" e x t e r i o r
A r t s . 2 2 . B a l d e a ç ã o ■ d e t e r r a s a p á :
20$ para empolamento
Arts.32.Espalhamento dos produtos sobrantes.
CAPITULO II Obra de pe
dreiro
Arts.12.Alicerces de alve
naria argamassada.
deduzido do arts,12.capS.i
Em tabiques ...
Arts.28.Paredes de perpea
nfto de 0,28 argamassadas a cimento.
o 5 ,* ui
1 1 2 1
D I M E N S Õ E S M É D I A S
COMPRI
MENTO
1 3 , 5 0 9,00 11,50 13,00
2 9 , 5
1 8,00
1 5,00
1 9,00
2 1 3 , 0 0
LARGURA
0.60 0 , 6 0 0,60 10,00
0,40
ALTURA OU ESPESSURA
0,40 0,40 0,60 0,80
0,30
0,50 3 . 0 0 0 , 6 0 0 , 6 0
AUXILIAR.
3.24 2 , 1 6 8,28
2£iÍ2.
28.90
28r90
13,68 3 . 5 4
4 , 0 0 15,00 5,40 7 , 8 0
24,08 m3
2 8 , 9 0 m3
28,90 m3
1 7 , 2 2 m3
3 2 , 2 0 m2
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arte.39.-Asfalto em alicer- ces e paredes.
ACPITHLO III - Obra de cimerj- to
Art2.12,-Pilares com a per- centagem de 60 quilos de ferro por metro cúbico de betSo normal de 300 Kg de
cimento 400 1. de areia e 800 1. de godo.
FundaçSes
Pilares UN
Arts.22.-Vigas e lages com a percentagem de 120 Kg. de ferro por m3. de betSo nor- mal de 300 Kg. de cimento, 400 1. de areia e 800 1.
de godo.
01 m
a n,
D 5 4 u
1 1 1 1 1
Art2.32.-Pavimentos semi- -pre-fabricados "Sucal" sem
tectos.
D I M E N S Õ E S M É D I A S
COMPRI- MENTO
13,50 9.00 11,50 11.50 29,50
[)AD
0,80 1,00 4,20 4,20
11,10 11,10 11.10 11,10
11,10
LARGURA
1,30 1.30 1,30 0,70 0,4
0,80 1,00 0,20 0,20
0.60 0,20 0,20 0,30
2,00
ALTURA OU ESPESSURA
0,20 0,20 0,15 0,20
0,20 0.40 0,20 0,06
17,55 11,70 14,95 8.05 11,80
0,768 0,200 0.504 0,168
1,332 0,888 0,444 0,010
22r2
64,05 m2
m3 1,640
m3 2,674
22,2 m2
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 97
D E S I G N A Ç Ã O
Arts.42,-Pavimentos seml- pre-fabrlcados "Sucol" com tectos.
Arts.52.-Prumos em tubo de ferro preto de 3" de secção e 2,5 m. de comprimento.
Art2.62.-Prumos em ferro redondo de lw com 0,50 m.de
comprimento.
CAPITULO IV - Obra de car- pinteiro .
Art2.l2.-Roda-pês de 0,06 X 0.04. de madeira de tola:
Quartos Galeria
in ">
S tu
ti
Q íu o 2 z m
Arts.22.-Aros e guarnições em madeira de tola de 0 14 X 0,045 em portas interio- res.
Art2.32.-Portas exteriores de duas folhas (alínea c) do
artigo 33 do C E ) .
Art2.42.-Aros de macacauba de 0,10 x 0,045 em portas exteriores.
Arts.52,-Caixilhos de cor- rer em madeira de macacau- ba.
Quartos
D I M E N S Õ E S MÉDIAS
COMPRI- MENTO
11,10
LARGURA
8,90
ALTURA OU ESPESSURA
12,00 14,00
DOCUMENTAÇÃO
4,87
6,07
QUITECTI
RTO
1,60
1,351
RA
2,20
1,20
4J OTAIS
98.79
48,00 14,00
29f22
5f52
6f07
6J&
98,79 m2
62,00 m
29,22 m
m2 3,52
m 6,07
m2 6,48
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arts,6s.-Caixilhos basculan- tes em madeira de maoacaúba:
Lavabo ,., Quarto de banho
Arts.73.-Portas interiores de contraplacado de tola
(artigo 342 do C.E.).
Art2.82.-Portadas exterio- res em madeira de macacaúba e madeira prensada extra - dura (artigo 372. do C E . ) .
ArtQ.92.-Portas exteriores de duas folhas a assentar.
Art2.102.-Portas interiores a assentar.
Art2.11°.-Caixilhos de cor- rer a assentar.
Art2.122.-Caixilhos bascu- lantes a assentar.
Art2.132.-portadas exterio- res a assentar.
Art2.142.-Armário guarda- roupas na galeria dos quar- tos com 6.30 X 1 50 X 0 60
(alínea c) do art2.4o2.C.E)
DIMENSÕES MÉDIAS
LA riGU RA
1
>EDEARQUITECTHJF
DADE DO PORTO
6
J L »
XUMENTA
0,85 1,60
2,00
1,46
AO
ALTURA OU ESPESSURA
0,60 0,60
0,80
1,15
0.51 0,96
9f60
^ 7 2 .
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arts,152.-Armários de farmá- cia nos quartos de banho com 0,60 X 0,75 X 0,20.
CAPITULO V - Obra de serra- lheiro
Arts.19.-Caixilhos basculan- tes de ferro.
Arts.22.-Caixilhos de ferro a assentar.
CAPITULO VI - Obra de trolha Arts.19.-Paredes duplas de
tijolo (artigo 482. do C E . )
Fachada sul ....•
poente norte ,
UNI
A d e d u z i r :
ti
«5o 2 O u Z m
1
Arts.2S.-Tabiques de tijolo de 0,08 de espessura.
A deduzir:
5 1 1
D I M E N S Õ E S MÉDIAS
COMPRI- MENTO
li 1
11,10 7,30 6,30
1,30 2,60
3,80 10,90 4,00
0,88
LARGURA
0,40
3UITECT
RTO
ALTURA OU ESPESSURA
0,60
3,30 3,10 1,70
1,40 0,60
3,00 2,70 2,25
2,051
0f4 8
36.63 22,63 10,71 69,97
7,28 1,56 8,84
11,40 29,43 9.00 49,83 .10.6¾
m2 0,48
61,13 m2
3 9 , 0 1 m2
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 91
D E S I G N A Ç Ã O
tf) ">
a. <
«5 o s o S z B
DIMENSÕES MÉDIAS
COMPRI-
MENTO LARGURA
ALTURA OU ESPESSURA
Art9.39.-Impermeabilização exterior:
Fachada norte
" poente •
" sul Tectos norte
" sul
A descontar 7o# dos vãos.
6,40 4,60 9.00 11.10 8,00 11,10
1,50 1,50
Art9.49.-Emb"5ço em paredes exteriores:
Total do artigo anterior • Art9.59.-Reb75co em paredes
e x t e r i o r e s :
Total do artigo anterior • Art9.69,-Placas de cortiça
de 1" de espessura coladas com "mastique" sobre a lage de cobertura.
Art9.79.-Vedação "Ral" de duas camadas de cartão,so- bre a lage de cobertura.
Art9.89.-Betonilha em pavi- mentos sobre massame de be-
tão e camada de cascalho de 0,15 m. de espessura.
ERSI )ADE DO'P<pRTO XUMENTAÇÂO
11,20 8,40
11,20 9,30
1 1
11,00 2,60
5,601 1,40
1.75 2,50 3,20 3,90
11,20 11,50 28,80 43.29 12,00 16,65 123,44
5,10 1.09 6,19
117 r 25
117.25
94r08
104.16
61,60 5r64
117,25 m2
117,25 m2
117,25 m2
94,08 m2
104,16 m2
65,24 m2
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arts.99.-Impermeabilização de betonilha a argamassa de cimento e areia com dlatomi- te a b% ao traço 1:2 em vol.
Arts.ios.-Embòço e reboco em paredes interiores.
A descontar 70$ dos vãos
Art2.112.-Estuque em tectos sobre placas de betSo arma- do, incluindo embòço.
Quartos Galeria
Quarto de banho
Arts.122.-Rebaixos em tec- tos para remate nas paredes
Arts. 139.-Caiação em tectos.
Total do artigo 119. deste capitulo
" c li
o 2
2 (D
4 1 1 1 1
D I M E N S Õ E S M É D I A S
COMPRI- MENTO
11,00 2,60
7,60 10,90 9,30 10,90 2,70 T "^
JL
FACULDADE DE ARQU
UNIVERSIDADE DO P(j)
2,65 1,80 3,151
12,90 20,00 11,50
LARGURA
f w
005,60 1,40
3,00 2,65 2,20 3,20 2,20
ITECTlU TO
3,80 8,20 2,60
ALTURA OU ESPESSURA
RA
91,20 28,89 20,46 34,88 5,94 181,37 7,30 5r10 12,40
40,28 14.76 8,19
51,60 20,00 11,50
65r25
65,24
168,97 m2
63,23 m2
83,10 m
63,23 m2
M E D I Ç Ã O
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arte,142,-Azulejo branco de 15 X 15 cm.
Quarto de banho
Lavabo , A deduzir vaos:
Art2.152,-Marmorite em pa- vimentos.
Quarto de banho ...
Lavabo .
Art2.162.-Pavimentos de ti- joleira sobre betonllha.
Quartos Galeria
A deduzir;
Art2.172.-Caixilhos de ci- mento tipo "gracifer".
Art2»182,-Soleiras de mármo- re branco lloz de 4 cm. de espessura.
CAPITULO VII - Saneamento, picheleiro e funileiro
Art2.12,-Cantoneiras de zinj- co para remate da vedação
"Ral".
< a
li
a d
o : z u
1 1
1 1
1 1
D I M E N S Õ E S MÉDIAS
COMPRI- MENTO
8,20 6,10
2,60 0,88
JL
1,85 1,40
>E DE AP
3,80 9,20
7,50
6,30
1,60
31,70
LARGURA
2,10 2,10
0,60 2,05
1,70 1,65
V > f
QUITECTtlJRA 2,65 1,80
0,60
0,60
0,20
ALTURA OU ESPESSURA
44
17,22 12,81 30,03
1,56 1,80 3,36
3.145 2.510
40,28 16.56 56,84
JL50.
5.78
0f52
51r70
vn-
EARES.
VOLUMES
TOTAIS
26,67 m2
m2 5,455
5,2,34 m2
m2 3,78
m2 0,32
31,70 m
M E D I Ç Ã O US
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92 PORTUGAI
'. <y.*"iiiH,.5L
D E S I G N A Ç Ã O
«i to
< g
a sJ
D s
* (0
Arts.2^.-Tubo de queda em fibro-cimento de 0,03 m. e ralo de cobre para as águas pluviais.
Arts.3s.-Câmaras de visita, completas.
Arts.42.-SifSes de pátéo de 0,20 completos.
Arts.5s.-Tubos de grés de 0,08 assentes.
Arts.6S.-Tubos de grés de 0,10 assentes.
Arts.73,-Tubo de ferro gal- vanizado de 1 l/2" em esgo-
tos.
Arts.8S.-Tubo de ferro gal- vanizado de 1 l/4" em esgo-
tos.
Arts.9S#-Bacias de retrete completas, de sistema sifó- nico.
Arts.los.-Lavatórios sem es-' paldar de 0,65 X 0,47,com-
pletos, assentes em conso- las de ferro.
D I M E N S Õ E S M É D I A S
COMPRI- MENTO
3,00
LARGURA
'ERSI
1,00
4.20
)EDE )ADE DO
3CUMENT/CAC
1,70
4,00
I I
ITECT RTO
ALTURA OU ESPESSURA
RA
'OLUMES
A U X I L . / . K U i -
^ o p _
lf0 0
4f2 0
1,70
4f0 0
M E D I Ç Ã O
Pap. Loonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 92
D E S I G N A Ç Ã O
Arte.112.Banheira de ferro fundido de 1,60de compri
mento.
Arte.122,Bidet com pedestal formato Ingles,
Arts.132.Instalação comple
ta de água quente e fria,in
cluindo o cilindro deaque
cimento.
CAPITULO VIII Obra de electricista'
Art2,12,Instalação comple
ta de pontos de luzsimples.
Art2,22.Instalação comple
ta de pontos de luz em comu
tação de escada.
Art2.32,instalação comple
ta de pontos de luz em cornu
taçSo de lustre.
Art2.42.Instalação detoma
das de corrente.
Art2.52.instalação de cam
painhas.
CAPITULO IX Obra de pintof
Art2.12,Pintura dassuper
ficies rebocadas dasfacha
das (deduzido o art2,32.
capitulo V I ) .
(A »
li
a s,
o 2 z ■
2 m
10
D I M E N S Õ E S M É D I A S
COMPRI
MENTO
;t_uiviti\i i
LARGURA
<P«
E DE ARQUITECTURA
ALTURA OU ESPESSURA
OTAIS
10
117,25
M E D I Ç Ã O 41-
Pap. Leonesa — Sá da Bandeira, 125 — Mod. 97
D E S I G N A Ç Ã O
Arts.22.-Pintura a esmalte sobre madeira
portas (2 x superfície do arts.58. caps.IV)
caixilhos (2 X"superfície dosarts.5fl. e 68, do caps.
IV)
portadas (2 X superfície do artigo 8s. caps.IV)
Arts.32.-pintura em caixi- lhos de ferro (2 X superfí- cie do arts.is. capS.V).
CAPITULO X - Obra de ence- rador
Arts.is.-Enceramento de pa- vimentos de tijoleira )do artigo 68. caps.VI).
Arts.2S.-Enceramento em ma- deira.
Portas (2 x superfície do arts.78. caps.IV)
Guarnições Faixas
CAPITULO XI - Obra de vidra ceiro
Arts.le.-Chapa de vidro de 4 m/m em caixilhos (artigos 58., 68. do cap.IV e arte.
78.caps.VI).
-Prît*
o. <
« J O u, o 5 4 W
1 1
Y
DIMENSÕES MÉDIAS
5s9
COMPRI- MENTO
IPADE DO
5CUMENTA
29,22 62,00
LARGURA
UlTECTllJ RTO
:AO
0 , 2 1 0,10
ALTURA OU ESPESSURA
RA
ók l'if}
AUX1L
PORTUGAI
a&ti
h'iï
7,04
15,90 15.44
0f9 6
52,3,4
19,20 6.14 6,20
6,48 1,47 5,78
VOLUMES
TOTAIS
56,58 m2
m2 0,96
52,34 m2
51,54 m2
11,73 m2
KVL^CrXr^ } > V ,
PORTO
FACULDADE DE ARQUITECTURA
UNIVERSIDADE DO PORTO
CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO
Pap. Leone»— Sá da Bandeira, 125- Mod. 85
PREÇOS SIMPLES
DESIGNAÇÃO
Pi
Asfaltador Britador Carpinteiro Cimenteiro Canteiro Cavouqueiro Electricista Estucador Encerador Funileiro
Montante
O
P e d r e i r o
FACULDADE DE ARQUITECTURA
Pintor
CENTC-
Pichelelro Rapaz
Serralheiro Trabalhador Trolha
Vidraceiro
hora
4-
Pap. Leonesa —Sá da Bandeira, 125- Mod. 85 P R E Ç O S S I M P L E S
PORTUGAI
v ^
D E S I G N A Ç Ã O lipggí 1
Unidaae
Prego da Unidade
WiffW
o l ^¾
p
Agua-rás
Alvaiade de chumbo em massa Asfalto especial
Areia fina
Areia (meia areia) Areia grossa
Agua
Arame de ferro recosido nQ.14 Azulejo branco de 15 X 15
Cimento
Cola de carpinteiro
Contraplacado de tola de 4 m/m
UNIVERSIDADEDO,PO.RTO •
Cal hidráulica Cal em pedra
Cortiça em placas de 1"
Cera preparada Diatomite
Esmalte
Ferro redondo Ferro U de 1 l/4"
Ferragens - dobradiças golfe la cromado 3 1/2 X 70 Dobradiças golfe latSo cromado 2 1/2
Escude* te s
Kg Kg.
n
m3
ti 1!
litrfc Kg.
cada Kg
11
m2 Kg
11
m2 Kg
m2
;ao cada
6$00 15$00 4$00 70$00 45$00 45$00
$002 6$80 1$65
$80 19$00 32$00
$70 2$00 19$00 28$00 2$50 60$00 3$80 22$00
15$00
11$50 2$ 50