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Potencial Florestal do Estado do Acre - Biblioteca do IBGE

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Academic year: 2023

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A EMBRAPA (www.embrapa.br), incentivada pelo programa nacional de cultivo do guaraná, realizou um estudo sobre as possibilidades de cultivo do guaraná no país em áreas onde o guaraná é plantado desde 1981. Por possuírem rizomas leptomórficos e, portanto, mais adaptados ao clima temperado, alguns autores acreditam que sejam da mesma espécie (www.bambubrasileiro.com/info/especies).

Isso evita a destruição de florestas naturais, com a vantagem de ter poder calorífico igual ou superior ao das espécies florestais energéticas (Pinus e Eucalyptus) e excelente capacidade de renovação (www.institutodobambu.com.br/layout-teconologia). Outras informações como variedades, adequação climática (temperatura, altitude, fatores hídricos, área de fuga), tipos de solo, correção e adubação, bem como sua silvicultura (preparo de cova, formação de mudas) podem ser consultadas em www.agridata.mg.gov.br/sering. O nome botânico, nomes comuns, caracteres morfológicos, ocorrência, madeira, fenologia e utilidade podem ser encontrados em www.clube dasemente.org.br/seringueira, bem como em www.plantarum.com.br/seringueira.

Suas sementes foram levadas pelos ingleses para suas colônias na Ásia, cujo sistema de cultivo era baseado na exploração comercial, com a vantagem de não existir o fungo causador da ferrugem foliar (Microcyclus ulei) www.borrachanatural.agr.br/borracha. Em www.iac.sp.gov.br/Centros, pode-se verificar que antes de 1500 a borracha já era utilizada pelos índios latino-americanos, que colhiam o látex da seringueira e o secavam na fogueira. Como essas culturas possuem requisitos complementares, acredita-se que podem ser cultivadas juntas com muitos benefícios mútuos, se considerados alguns fatores fundamentais, como a qualidade e intensidade da sombra e o espaçamento entre o plantio de seringueiras (www.ceplac.gov.br).

Em www.ambientebrasil.com.br é considerado o conceito de Inventário Florestal, sua classificação detalhadamente, bem como sua finalidade.

Caracterização geral da área

Área de floresta ombrófila densa (floresta tropical úmida) - D Área fitoecológica ou tipo de vegetação composta principalmente por macro e mesofanerófitas (árvores de 20 a 50 m), além de lianas e epífitas. Sua distribuição ocorre em áreas com clima de ombro frio, ou seja, praticamente sem estação seca, com mais de 2.300 mm de precipitação e temperaturas médias anuais, geralmente entre 22° e 23° C.

A subformação com dossel emergente se destaca nos terrenos mais dissecados, ocupando as cristas e encostas dos relevos montanhosos, e é substituída nos talvegues por fisionomia mais aberta, geralmente composta por intercalações de Floresta Ombrófila Aberta com palmeiras. A vegetação da Floresta Ombrófila Densa Submontana com a subformação dossel emergente, Dse, é muito limitada no estado do Acre. A Floresta Ombrófila Densa Submontana ocorre nas partes mais altas das montanhas que em alguns pontos atingem uma altura em torno de 600m.

Região fitoecológica ou tipo de vegetação ainda localizada na faixa climática do ombro-termal, mas pode apresentar um curto período seco (2 a 3 meses). No Brasil em geral, ocupa principalmente os interstícios ao sul do grande Vale do Amazonas, entre o domínio da Floresta Ombrófila Densa com a Floresta Estacional Semidecidual e o Cerrado. Apresenta-se com quatro fácies florísticas que alteram a fisionomia da mata densa e lhe conferem luminosidade, daí o nome adotado: Mata Ombrófila Aberta com Palmeiras; Floresta Ombrófila Aberta com cipós; Floresta Ombrófila Aberta com bambu e Floresta Ombrófila Aberta com sororocas.

A floresta ombrófila aberta aluvial de Macacos é a mais representativa, pois está presente em praticamente todas as planícies fluviais da região, onde chega a se estender por quilômetros de largura. Com altitudes que variam de pouco mais de 250 metros, próximo às fronteiras internacionais, até cerca de 100 metros, na divisa com o estado do Amazonas, essa região apresenta um relevo com formas predominantemente acidentadas. Fisionomicamente apresenta-se com três facções ou subformações principais: com palmeiras Abp, com bambus Abb e com cipós Abc.

A palmeiral Abp, com ampla distribuição, ocorre em grandes trechos de relevos, fragmentados em morros e serras. O cultivo da floresta de bambu Abb tem seu máximo ecológico no estado do Acre, desde que botânicos e naturalistas como Martius e Huber a mencionaram em excursões no final do século XIX, o que gerou especulações sobre sua origem natural ou antrópica. Este é um tipo de vegetação muito bem definida em áreas de acumulações lixiviadas e planícies com espodossais e neossais quartzarinos, com formas biológicas adaptadas a estes dedos quase sempre húmidos; florística típica com "domínio" específico de alguns gêneros endêmicos e também de ecótipos raquianos amazônicos, recorrentes no mesmo tipo de clima quente superúmido, com precipitação anual superior a 3.000 mm e temperaturas médias em torno de 25oC.

No estado do Acre, Campinarana caracteriza-se como uma pequena disjunção que adentra o Amazonas e corresponde à sub-região de áreas de acumulação de inundações, existentes na superfície tabular de Cruzeiro do Sul, com cotas de cerca de 150 metros, que fazem parte do domínio morfológico de bacias e coberturas inconsolidadas, de idade quaternária. Já a arborizada Campinarana recobre as superfícies de areia branca próximas ao interflúvio Ipixuna/Moa, representando sua forma ou fisionomia mais desenvolvida, aqui caracterizada como área de contato ou estresse ecológico com a floresta ombrófila (Lds1 e Dse1). Entre duas ou mais regiões ecológicas ou principais fitofisionomias existem sempre, ou pelo menos habitualmente, comunidades indiferenciadas onde as floras se interpenetram e formam áreas de transição florística ou contactos edáficos.

O segundo caso refere-se ao "mosaico de áreas edáficas", onde cada enclave mantém sua identidade ecológica sem se misturar (Veloso et.al, 1973, apud IBGE, op. cit.), e neste caso sua separação é meramente uma questão de escala. , e a forma mista, apesar de existente, não apresentava essas dimensões, caráter florístico e florístico. esses contatos são sempre refletidos ou definidos pela formação sobrejacente, conforme descrito anteriormente.

Tabela 1 - População área e densidade demográfica
Tabela 1 - População área e densidade demográfica

Equipe técnica

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Tabela 1 - População área e densidade demográfica
Tabela 18 -  Florestas Nacionais Existentes na Amazônia (2002) FLORESTAS NACIONAIS CRIAÇÃO ÁREA (km 2 )
Tabela 19 - Florestas Nacionais e Florestas Estaduais em processo de criação na Amazônia
Tabela 21 - Áreas florestais nativas certificadas pelo FSC na Amazônia – 2003
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Referências

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