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PROJETO APLICATIVO 2022 - ITL

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Academic year: 2023

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Este projeto consiste em um estudo de mercado para encontrar uma solução para a escassez de mão de obra no dia a dia dos autores, envolvendo a escassez de motoristas qualificados no transporte rodoviário de cargas. Existem preocupações constantes sobre a falta de trabalhadores qualificados no transporte rodoviário de mercadorias, o que mostra que existe um problema que precisa de ser resolvido.

ANÁLISE DO SETOR DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE

  • A importância do Transporte Rodoviário de Cargas
  • Gestão dos Custos Logísticos no TRC
  • Acidentes de Trânsito em Rodovias
  • Lei da Jornada do Motorista
  • Disponibilização de Frota e Mão de Obra
  • Perfil do Motorista do Transporte Rodoviário de Cargas

Embora o índice de inflação brasileiro tenha encerrado 2021 com alta de 10,06%, o transporte rodoviário de cargas enfrenta alta de 18%. O transporte rodoviário é responsável por movimentar o maior volume de cargas e passageiros entre todos os modais.

TABELA 1 – Índices de Acidentes e Mortes no Brasil entre os anos de  2007 e 2021
TABELA 1 – Índices de Acidentes e Mortes no Brasil entre os anos de 2007 e 2021

CONCEITO DE TERCEIRIZAÇÃO

Terceirização de Serviços

  • Serviços Profissionais

É interessante para a indústria do ponto de vista de redução de custos e aumento de produtividade, pois não será necessário investir em equipamentos e mão de obra, além de alugar tempo de produção de empresa externa. Com este tipo de serviço, a empresa terceiriza parte da sua atividade ou alguns processos que não interessam incluir no negócio, mesmo que temporariamente. Esse tipo de serviço costuma ser visto em atividades fabris, onde a empresa manufatureira direciona atividades operacionais específicas para empresas especializadas, como manutenção de máquinas.

O maior desafio é contratar parceiros que possam responder com agilidade e qualidade, já que questões de manutenção custam horas de produção à indústria.

GESTÃO DE PESSOAS E SEUS SUBSISTEMAS

O aplicativo de RH, que pode ser utilizado de forma sequencial ou cronológica, irá, além do plano de carreira, descrever e analisar cargos e avaliar desempenho, além de outros setores que mostram claramente ao colaborador quais são as necessidades da empresa. A manutenção de RH refere-se ao cuidado com os colaboradores, incluindo políticas de segurança e benefícios, boas práticas, higiene, segurança e relacionamento com a empresa. Este terceiro subsistema de RH foca nas melhores estratégias para retenção de colaboradores e consequentemente redução do índice de rotatividade.

Por fim, o Acompanhamento de RH, em conjunto com outros setores, acompanha os colaboradores e sua evolução na empresa, incluindo suas qualificações e atividades.

SAÚDE FÍSICA E MENTAL NO TRABALHO

Do ponto de vista da saúde mental, o ambiente de trabalho deve incluir condições psicológicas e sociológicas saudáveis ​​que atuem positivamente no comportamento das pessoas, evitando influências emocionais, como estresse, esgotamento, discriminação e assédio. Um ambiente de trabalho agradável facilita o relacionamento interpessoal e melhora a produtividade, além de reduzir acidentes, doenças, absenteísmo e rotatividade. Chiavenato (2014, p. 402) prossegue dizendo que “as doenças profissionais e os acidentes de trabalho provocam enormes perdas em termos de custos humanos do trabalho, causam enormes perdas em termos de custos humanos, sociais e financeiros”.

Os gestores também devem assumir a responsabilidade de zelar pela saúde geral dos colaboradores, incluindo o bem-estar psicológico.

LEGISLAÇÃO E IMPLICAÇÕES LEGAIS PARA A

Lei da Terceirização (Lei nº 13.429)

Conforme dispõe a Lei nº 13.429, a terceirização de mão de obra caracteriza-se pela prestação de serviços por profissional contratado para integrar os processos produtivos de determinada empresa, sem que esse profissional efetivamente faça parte do quadro de funcionários. Neste ponto, a lei número 13.429 dispõe que existe corresponsabilidade pelas obrigações trabalhistas, ou seja, tanto o contratante quanto o contratante têm responsabilidades compartilhadas. Porém, para a lei número 13.429, é necessário que ambas as partes tenham descrito muito bem as atividades objeto do contrato de prestação de serviços.

Quanto ao local de trabalho, a Lei 13.429 menciona que, assim como não há restrições quanto ao objeto de atividade, o local de trabalho também pode ser regularmente acordado entre as partes, desde que bem descrito no contrato.

INOVAÇÃO

Inovação e Modelos de Negócios

Os modelos de negócios passam por constantes transformações devido à necessidade de adaptação aos desejos dos consumidores. À medida que a concorrência aumenta, novos modelos de negócios focam cada vez mais na experiência do usuário, buscando gerar valor com foco no cliente. Para os autores, o modelo de negócios deve ser composto por quatro elementos que juntos criem e entreguem valor.

Proposta de valor para o cliente (CVP) – Este é o elemento mais importante, pois consiste na proposta de resolver um problema ou realizar um trabalho que irá criar valor para o cliente.

MODELOS DE NEGÓCIO

Principais Modelos de Negócios

Modelo B2C: Um dos modelos mais importantes encontrados nas organizações, B2C é uma sigla muito utilizada no mundo dos negócios, que significa “Business to Consumer” traduzido para o português. Seria praticamente o negócio realizado de ‘Business to Consumer’, modelo que se refere à venda direta. É muito utilizado no mercado varejista, como redes de supermercados (Condor, Carrefour, Assaí, etc.). Modelo B2B: Modelo que se refere ao processo comercial realizado de empresa para empresa, ''Business to Business'', é o modelo de negócio para quem vende produtos e serviços diretamente para outras empresas, como fabricantes de produtos, atacadistas, prestadores de serviços etc.

Geralmente esse processo é feito através de anúncios como Wish, Shopee, OLX etc.

Business Model Canvas

Os empreendedores necessitam cada vez mais de ideias de negócios bem planejadas e desenhadas para que a melhor estratégia, plano e modelagem de negócios possam ser desenvolvidos para atingir os objetivos da organização. Fica então claro que a ferramenta CANVAS facilita a visualização do negócio, abrindo caminho para um melhor entendimento do que precisa ser feito, ou mesmo do que está sendo feito. Fica claro que a ferramenta Canvas foi criada para facilitar a visualização da empresa como um todo, proporcionando um melhor entendimento do seu cenário atual e do que ela planeja fazer.

Relacionamento com o cliente: Este campo deve descrever o canal de relacionamento com o cliente para que seja possível o bom relacionamento e a fidelização.

Figura 1 – Business Model Canva
Figura 1 – Business Model Canva

CARACTERIZAÇÃO DA PESQUISA

Este capítulo apresentará a classificação da pesquisa metodológica e a busca de informações teóricas, bibliográficas e fundamentos empíricos. Sem este objectivo de resolução de problemas práticos, a investigação-acção não teria sentido, pois seria difícil obter a cooperação das partes interessadas. De acordo com Beuren (2010), os pesquisadores que realizam pesquisas de levantamento geralmente coletam dados fazendo perguntas pré-determinadas à maioria dos pesquisadores.

A pesquisa qualitativa visualiza e tenta compreender as variáveis ​​constantes que podem ajudar a explicar o que está sendo pesquisado.

TÉCNICAS DE COLETA DE DADOS

Para o trabalho realizado, a escolha da abordagem juntamente com o método é muito importante para desenvolver a melhor estratégia de campo e identificar as causas do problema a ser estudado. Alcançar o primeiro, segundo e terceiro objectivos específicos, que são a formação e qualificação da mão-de-obra do sector dos transportes, a satisfação das necessidades dos transportadores e transitários com carência de especialistas, e a promoção do segmento dos transportes através da formação e qualificação de especialistas ou a pesquisa de campo será realizada em organizações voltadas ao transporte rodoviário e instituições de ensino, juntamente com empresas que necessitam de serviços de apoio à formação de motoristas. Para atingir o quarto objetivo específico, que é apoiar a gestão dos motoristas durante as viagens, foi realizado um estudo de mercado para desenvolver um novo modelo de negócio e criar uma nova ferramenta de apoio às transportadoras.

Para identificar necessidades e oportunidades, foram realizadas pesquisas de campo nas empresas de transporte, para entender os principais pontos problemáticos que precisariam ser resolvidos, bem como buscar apoio de empresas gestoras de riscos e instituições de ensino.

FORMA DE ANÁLISE DOS DADOS

Foram abordados dois públicos, transportadores e motoristas, o que permite compreender ambas as partes e buscar a percepção delas em relação ao cenário atual relacionado ao transporte rodoviário. O objetivo foi entender o perfil profissional e as exigências do mercado, bem como o nível de qualificação e o risco, recompensa e disponibilidade de trabalho. A análise de mercado é realizada com base nas oportunidades e riscos, com base no estudo evidenciado nas referências bibliográficas, recolhidas através do referencial teórico e da análise do setor.

Para validar algumas hipóteses levantadas no projeto, que foram consideradas fundamentais para entender a viabilidade do negócio proposto, aplicamos duas pesquisas aos dois públicos levantados nas bases de referência.

BENCHMARKING REALIZADOS

Exclusiva Administração e Corretagem de Seguros

Para realizar o transporte é prática de mercado que o motorista seja homologado pelo Gerente de Risco. Quem determina qual Gerente de Risco será responsável pela mercadoria do embarcador é a seguradora da carga, com base nas necessidades e critérios do cliente, análise de mercado e análise da carga transportada (como valor da mercadoria, rotas, necessidades específicas, entre outros). que nascem). Após coletar todas as informações sobre a carga embarcada, com base em todas as informações localizadas, é criado o PGR, com os níveis de risco.

Neste benchmarking chamamos a atenção para a importância de cadastrar os motoristas no Gerenciador de Riscos e assim possibilitar sua homologação pela seguradora.

Coopercarga SA

Os dados da frota e dos motoristas são buscados junto aos gestores de risco, empresas recomendadas pela seguradora de carga e pelo cliente, para validar, controlar e rastrear o transporte de carga. Por isso o padrão de cobrança é seguido para todos os registros solicitados aos gestores de risco. Mas dependendo das exigências do Plano de Gerenciamento de Riscos (material fornecido pelo embarcador e seguradora de frete) esse valor poderá ser menor.

Com esta pesquisa foi possível identificar como são feitos os cadastros junto aos Gestores de Risco, quais gestores avaliam perfis de motoristas, veículos e transportadores, quais níveis de risco são identificados e condições específicas necessárias para liberação do veículo e motorista para o trabalho.

PESQUISAS PÚBLICO ALVO

Pesquisa com Motoristas

O Gráfico 1 mostra que 73% dos entrevistados optariam por trabalhar no regime CLT, ou seja, carteira de trabalho profissional assinada, e seu regime de trabalho seria regulamentado por categoria; contra 27% que preferem ser prestadores de serviços a pessoas jurídicas. Oferecemos as opções “Trabalhar com apenas uma empresa” e “Trabalhar com empresas diferentes todos os dias”, o que nos deu os dados que 93% preferem trabalhar. O gráfico acima dá-nos a informação de que 43% são indiferentes ao tipo de operação ou aos produtos que transportariam se pudessem escolher, e em segundo lugar está a carga seca com 31%, o que nos dá a informação de que a grande maioria não o faz. levam em consideração os produtos embarcados, o que nos leva a buscar outros motivos que os levem a trabalhar com transporte rodoviário de cargas.

No gráfico 5 perguntamos qual seria o melhor horário de trabalho para os entrevistados, e a pesquisa nos trouxe a informação de que 51% deles preferem trabalhar durante o dia.

Gráfico 3 – Escolha por tipo de operação
Gráfico 3 – Escolha por tipo de operação

Pesquisa com transportadores

As respostas mostraram-nos que 62% acreditam que a organização não consegue atingir o crescimento económico por falta de mão de obra. 7.000,00 com uma unidade de trabalho no setor, o que nos dá uma estimativa dos custos diários e dos custos implícitos, incluindo custos invisíveis excluídos, riscos de trabalho, acidentes. Quando perguntamos aos empresários sobre a possibilidade de escolher mão de obra na categoria de motoristas externos, 85% deles responderam que a escolheriam se oferecesse total segurança jurídica.

O gráfico acima mostra o percentual de renda perdida por falta de mão de obra, o que nos dá a informação de que 59% perderam de 2% a 5% da renda por não terem mão de obra para atender a demanda necessária.

Gráfico 7 – Falta de Motorista x Crescimento Empresarial
Gráfico 7 – Falta de Motorista x Crescimento Empresarial

Resultados e Discussão

Além das dificuldades, é evidente a necessidade de mão de obra do lado dos transportes e a necessidade de segurança jurídica, financeira e organizacional para os motoristas. As empresas confirmaram a hipótese de que a falta de mão de obra no mercado atrapalha o crescimento das empresas de transporte rodoviário. Transportadores e embarcadores: As respostas deste público nos trouxeram a informação de que estão fechando suas frotas por falta de mão de obra.

A maioria deles retrata que não há mão de obra qualificada para atuar em suas operações.

MODELAGEM DE NEGÓCIO - BMC

PROPOSTA DE SOLUÇÃO

Para transportadores e embarcadores, a empresa dará suporte e atenderá a demanda perdida por falta de mão de obra, com acesso ao banco de dados e disponibilidade já definida com o perfil e risco do profissional.

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO

Os transportadores e expedidores têm cada vez mais dificuldade em integrar-se e devem, em diversas ocasiões, reforçar e. Uma empresa de transporte não se limita a atender apenas um cliente específico em um segmento específico; Muitas vezes deixam de ganhar mais ou de aumentar o seu capital por falta de motoristas que conduzam o seu património de acordo com as exigências das seguradoras, o que nos faz perceber que o que muitas vezes falta é o motorista certo, na viagem certa, ou seja, o motorista certo. perfil de risco adequado ao serviço oferecido pela operadora. Com esse projeto de aplicação identificamos esse gargalo e entendemos que ao criar essa estrutura e conseguir solucionar esse problema é possível que as transportadoras consigam ter uma gama maior de motoristas em sua base de opções de perfis e aumentar oportunidade de atendimento, sempre respaldado por seguros e mapeamento de riscos, de acordo com o critério do cliente, bem como apoiar os motoristas na alocação deles em viagens condizentes com seu nível de experiência, qualificação e necessidades.

As transportadoras pesquisadas gostariam de ter a oportunidade de alavancar suas empresas, maior capacidade de atendimento e mão de obra profissional em qualidade e quantidade para administrar seus ativos, o que promoveria suas organizações, promoveria o segmento e contribuiria para sua expansão caso atendessem aos requisitos de suas seguradoras e gestores de risco.

Figura 3 – Cronograma de Implementação
Figura 3 – Cronograma de Implementação

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TABELA 1 – Índices de Acidentes e Mortes no Brasil entre os anos de  2007 e 2021
TABELA 2 – Acidentes por vítimas e mortes por tipo de acidente - 2021
TABELA 4 – Mortes por Rodovias – 2021 (Ranking)
TABELA 3 – Acidentes por vítimas por Rodovia 2021 (Ranking)
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Referências

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