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Quantidade de vezes que marcou o X

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Academic year: 2023

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ACE - Agente Comunitário de Endemias ACS - Agente Comunitário de Saúde APS - Atenção Primária à Saúde DSS - Determinantes Sociais da Saúde ESF - Estratégia Saúde da Família eSF - Grupo de Saúde da Família MS - Ministério da Saúde PNEPS-SUS - Política Nacional de Educação em Saúde Pública no âmbito do Escopo Sistema Único de Saúde SIH - Sistema de Informações Hospitalares SIM - Sistema de Informações sobre Mortalidade SUS - Sistema Único de Saúde.

O objetivo principal do estudo é compreender os desafios que os enfermeiros encontram na promoção da saúde na ESF em algumas unidades de saúde do município de Serra-ES. Trata-se de uma pesquisa descritiva com abordagem qualitativa e quantitativa, foi realizada entrevista semiestruturada e o cenário da pesquisa foram 25% das 23 Unidades de Saúde da Família (USF) do município. É claro que a implementação da promoção e educação para a saúde requer a cooperação tanto da população e dos profissionais de saúde como do governo.

É relevante que os enfermeiros explorem outros tipos de atividades educativas, e em todos os ambientes dentro e fora das unidades de saúde. O presente trabalho tem como objetivo principal: conhecer os desafios que os enfermeiros enfrentam ao promover a saúde na ESF em algumas unidades de saúde do município de Serra-ES, e descrever a importância da educação em saúde na população.

A educação em saúde

Com isso, em 1994, foi implantado o Programa Saúde da Família (PSF), posteriormente denominado Estratégia Saúde da Família (ESF), com o objetivo de promover a qualidade de vida dos brasileiros e intervir nos fatores de risco à saúde, como o estilo de vida sedentário. má alimentação, uso de tabaco, entre outros. O enfermeiro inserido na Atenção Básica (AC) tem grande importância por ser educador em saúde, gestor, administrador, comunicador, tomador de decisão, ou seja, a liderança necessária para articular-se com a equipe de saúde em todos os níveis de atenção à saúde (BEZERRA et al, 2013). Como apontam Justino & Veras (2016) quando dizem que o enfermeiro deve planejar ações educativas em saúde individualmente e em grupo, organizar um sistema de saúde de forma a ajudar a população de forma holística e promover a saúde com sucesso.

Porque a saúde no Brasil está focada na prevenção de doenças e na assistência às pessoas afetadas por uma doença (FURTADO & . SZAPIRO, 2016). Para Arruda, Moreira e Aragão (2014), a educação em saúde é apontada como uma das principais estratégias de atenção à saúde para promover a saúde, prevenir doenças e agravos, proporcionando autonomia aos indivíduos e oferecendo melhor qualidade de vida do que um todo. Portaria nº. A Portaria 2.761, de 19 de novembro de 2013, instituiu a Política Nacional de Educação Popular em Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (PNEPS -SUS), que tem como finalidade principal implementar a Educação Popular em Saúde no âmbito do SUS, e consequentemente colaborar para implementar a participação popular, a gestão participativa, o controle social, as práticas assistenciais, formativas e educativas em saúde, reafirmando as diretrizes e princípios do SUS (BRASIL, 2013).

No artigo 9º, da Portaria n, diz qual é a responsabilidade das Secretarias Municipais de Saúde estimular a Educação Popular em Saúde. Diante disso deve: garantir a inclusão da PNEPS-SUS nos respectivos Planos Municipais de Saúde Plurianuais, conforme às demandas e necessidades dos lugares; estabelecer e implementar estratégias e ações de planejamento, monitoramento e avaliação da PNEPS-SUS construídas de forma participativa com a comunidade sobre Educação Popular em Saúde (BRASIL, 2013). Deverá também implementar o Plano Operacional da PNEPS-SUS; garantir financiamento solidário para a implementação da PNEPS-SUS; promover a coordenação intrassetorial permanente em nível estadual para a implementação da PNEPS-SUS; e promover a intersetorialidade entre as políticas públicas vinculadas à PNEPS-SUS (BRASIL, 2013).

A partir da implantação da PNEPS-SUS ocorre a educação em saúde pública e consequentemente há resultados na atenção básica por meio de melhor controle das doenças, promoção da saúde e prevenção de complicações.

A promoção da saúde na Estratégia Saúde da Família

Assim, ele define os CP como “conjunto de medidas de saúde individual, familiar e coletiva que incluem promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos, cuidados paliativos e supervisão médica [...]” (BRASIL, 2017c) . Desde 1994, a saúde da família é abordada no Brasil, com a introdução do PSF, posteriormente transformado e transformado em ESF para reorganizar a AB de acordo com os princípios e diretrizes do SUS, que centraliza a atenção à saúde da família (BRASIL, 2017c). Porque centra a atenção na família num contexto físico e social específico e trabalha com uma compreensão mais ampla do processo saúde-doença ao reconhecer a necessidade de intervenções que vão além das práticas curativas.

Dessa forma, a Unidade Básica de Saúde com ESF terá como prioridade a Equipe de Saúde da Família (eSF), por conter um médico, um enfermeiro, auxiliares e/ou técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde (GSA), denominada equipe . simplesmente. Ainda, o agente de controle de endemias (ACE) e os trabalhadores de saúde bucal (cirurgião bucal e auxiliar ou técnico bucal) podem fazer parte da equipe, denominada equipe ampliada (BRASIL, 2017c). Em segundo lugar, Justino & Veras (2016) é difícil gerar saúde para a família, pois os Determinantes Sociais da Saúde (DSS) interferem na implementação das ações na ESF, pois está relacionado às condições de vida e de trabalho de cada pessoa , sendo eles: fatores comportamentais, sociais, econômicos, culturais, ambientais, espirituais, psicológicos.

Silva & Rodrigues (2010) afirmam que é de extrema importância a promoção da saúde dentro da ESF, pois ela avaliará e planejará ações com o objetivo de solucionar os problemas de saúde, conhecendo os fatores determinantes e conscientizando a população. Neste caso, os enfermeiros, juntamente com a equipe que integra a ESF, são responsáveis ​​pela eficiência do trabalho da própria Saúde da Família (SF), onde é necessário que se relacionem entre si e também com a população (SOUZA & MANDÚ, 2010) (JUSTINO & VERAS, 2016). Um dos desafios da enfermagem é conquistar o apoio de toda a equipe da unidade de saúde para aumentar a conscientização da população sobre a educação em saúde, onde o enfermeiro como líder da equipe desenvolverá estratégias criativas para facilitar o desempenho de suas tarefas.

Outro fator é a ausência de outros profissionais na equipe da ESF, o que acaba fazendo com que o enfermeiro desempenhe funções que não são de sua competência, o que prejudicará a promoção da saúde como foco principal da ESF (JUSTINO & VERAS, 2016). As práticas que priorizam o cuidado individual se destacam por focarem apenas naquele problema, terem apenas uma visão reduzida do processo saúde-doença e focarem na doença coletiva (SILVA & RODRIGUES, 2010). Dessa forma, interfere no cuidado à saúde do usuário, pois ao procurarem os serviços de saúde, principalmente a unidade da ESF, os usuários solicitarão tratamento medicamentoso, e não se importarão com as orientações feitas para prevenir e melhorar problemas de saúde. .

A atuação do enfermeiro como educador na ESF

É uma pesquisa descritiva porque é “uma combinação da natureza científica e artística da enfermagem para aumentar a compreensão da experiência de saúde humana” (WOOD & HABER, 2001). O cenário da pesquisa foi composto por 25% das 23 unidades de saúde da família (USF), totalizando 6 unidades de saúde do município de Serra-ES. Assim, percebe-se que são poucas as unidades com ESS, o que pode ser constatado pela baixa cobertura do ESS municipal em 2018, o que pode ser verificado a partir da plataforma do sistema e-Gestão AB, criada pelo MS para monitorar o acesso aos serviços de saúde e fortalecer o planejamento em saúde do SUS, que armazena e apresenta estatísticas como histórico de cobertura AB.

A Saúde da Família é estratégia prioritária da PNAB para ampliar e consolidar a AB. Se a cobertura dos cuidados de saúde for ineficaz, a cobertura do FSE não será alcançada. Com esta pesquisa foi possível verificar que 67% das equipes de saúde das USF selecionadas realizam reuniões ou palestras com a comunidade para educá-la sobre questões de saúde, conforme mostra o gráfico 1. A Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou um novo plano estratégico que destacou dez temas, e um deles é a "APS mais frágil", o 7º tema entre as dez principais ameaças à saúde devido ao fato de vários países não oferecerem instalações adequadas e não continuarem com os compromissos específicos assumidos em a conferência de Astana 2018 para reforçar os CPS em todos os países e promover a cobertura universal de saúde.

É importante destacar que a educação em saúde necessita do envolvimento tanto dos profissionais de saúde e dos usuários do serviço de saúde, quanto dos governantes, conforme aponta a Portaria do Ministério da Saúde. Como apontam Pinto & Giovanella (2018) quando dizem que a política municipal é totalmente diferente da política federal devido à influência populacional, onde difere o crescimento social de ambos, a economia e a arrecadação de capital para investimento, a política de saúde também é diferente. Além disso, a literatura científica traz outros fatores desafiadores relacionados, como: no processo de trabalho, o enfermeiro desempenha funções que não são de sua competência; na assistência voltada para a resolução de problemas de saúde por meio de medicamentos, pois muitos usuários procuram atendimento para renovar a prescrição e, quando o profissional de saúde não prescreve um medicamento, eles reclamam; a falta de adesão da comunidade às atividades desenvolvidas com o objetivo de melhorar a qualidade de vida; e pela não transmissão da existência destas atividades à comunidade.

Fica claro que há necessidade de mais investimentos dos órgãos estaduais, principalmente os municipais, pois isso tem maior importância para a saúde da população. Os principais desafios identificados neste trabalho para promoção da saúde foram os seguintes: Falta de investimento em saúde, especialmente saúde da família na atenção básica e baixa cobertura da ESF e AB, como a falta de investimento em recursos materiais e humanos, e falta de infra-estrutura. Para realizar a promoção e a educação para a saúde, deve haver cooperação entre a população e os profissionais de saúde, bem como o público.

Partindo da necessidade de novos estudos sobre esta temática em outros aspectos para compreender e intervir nos desafios da assistência oferecida aos usuários dos serviços de saúde. Diretrizes de educação em saúde voltadas à promoção da saúde: documento de referência - documento I/Fundação Nacional de Saúde Dificuldades enfrentadas pelos profissionais enfermeiros na promoção da saúde da família na estratégia saúde da família: relato de experiência.

Do Programa à Estratégia Saúde da Família: Ampliando o Acesso e Reduzindo as Internações por Condições Sensíveis à Atenção Básica (ICSAB). Um grupo de gestantes em uma equipe de saúde da família: uma proposta para implementação no Centro de Saúde Confiso, Belo Horizonte, Minas Gerais.

Gráfico 1:A equipe de saúde da família realiza reuniões ou palestras comunitárias para  orientação sobre os cuidados com a saúde e medidas sanitárias
Gráfico 1:A equipe de saúde da família realiza reuniões ou palestras comunitárias para orientação sobre os cuidados com a saúde e medidas sanitárias

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Gráfico 2:A Unidade Básica de Saúde (UBS) da ESF possui infra-estrutura adequada
Gráfico 1:A equipe de saúde da família realiza reuniões ou palestras comunitárias para  orientação sobre os cuidados com a saúde e medidas sanitárias
Gráfico 3:A equipe de saúde da família dispõe de materiais e equipamentos  necessários à realização das atividades
Gráfico 4:Quais os programas mais frequentados pelos usuários
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Referências

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