Denominação e Natureza
Estratégia
O envolvimento estreito da educação e das empresas na tomada de decisões, nomeadamente na organização da escola e nos processos de aprendizagem, reforça a ideia de que a democracia e o respeito pelos interesses dos alunos e não de outros atores nos esforços educativos são princípios fundamentais em este projeto, baseado no fator de motivação dos alunos para a aprendizagem, um dos fatores mais importantes que influenciam o sucesso da aprendizagem dos alunos.
ADMISSÃO, INSCRIÇÃO, MATRÍCULA E FUNCIONAMENTO
- Admissão
- Habilitações Mínimas
- Inscrição
- Seleção
- Matrícula
- Renovação da Matrícula
- Apoios Escolares
- Transferências
- Critérios para a Constituição de Turmas
- Regime de Funcionamento e Horários
No início do ano letivo é celebrado um contrato de formação entre a escola e o estagiário, que deve ser assinado pelo estagiário ou pelo tutor se este for menor de idade. Os estagiários que tenham sido expulsos do seu local de residência, beneficiários do subsídio de jantar e alojamento, devem apresentar requerimento à escola no início do ano letivo, acompanhado do comprovativo de residência passado pela Junta de Freguesia;.
ESTRUTURA ORGÂNICA
Órgãos e Serviços
DIREÇÃO EXECUTIVA (DE)
- Constituição e Processo de Escolha
- Atribuição e competências
- Competências do Diretor Executivo
- Funcionamento
incentivar a participação dos diferentes setores da escola e das comunidades locais nas atividades da escola, de acordo com o presente regulamento, o projeto pedagógico e o plano anual de atividades da escola; por proposta do Departamento Administrativo de Finanças, aprova o orçamento e relatório de trabalho, bem como a conta final do exercício anterior;
DIREÇÃO PEDAGÓGICA (DP)
Constituição e Processo de Escolha
Competências do Diretor Pedagógico
A Comissão Executiva reúne em regra uma vez por trimestre, mas excecionalmente por iniciativa dos seus membros, com ata lavrada por um secretário eleito pelos seus membros.
CONSELHO PEDAGÓGICO (CP)
Constituição, Organização e competências do Conselho Pedagógico
A pedido da CP, ou por iniciativa própria, o Conselho Executivo pode participar nas reuniões, embora sem direito de voto. As decisões do CP são tomadas por maioria dos seus membros, tendo o presidente voto de qualidade em caso de greve.
DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO E FINANCEIRO (DAF)
Constituição
O CP funciona em plenário e reúne habitualmente três vezes por ano letivo, em data determinada pelo seu presidente, e excecionalmente sempre que convocado pelo seu presidente, por iniciativa própria ou a pedido de metade dos seus membros;
Atribuições
CONSELHO CONSULTIVO (CC)
Conselho Consultivo
O CC reunirá anualmente, preferencialmente no mês de junho, sendo convocado para o efeito pela Direcção ou excepcionalmente a pedido do Director Executivo ou a pedido de um terço dos seus membros.
CONSELHO DE TURMA
Composição
Qualquer assunto de natureza pessoal relativo a qualquer aluno deve ser discutido na ausência dos delegados de classe e/ou subdelegados. A reunião dos responsáveis, após o conselho de turma, é convocada pelo supervisor pedagógico/líder de turma.
COORDENADOR DE CURSO
Designação
ORIENTADOR EDUCATIVO/DIRETOR DE TURMA
Designação
CONSELHO DE DELEGADOS DE TURMA
Composição
Funcionamento
SERVIÇOS
Serviços Técnico- Pedagógicos
Secretaria
Outros Serviços
ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA
RESPONSÁVEIS PEDAGÓGICOS
Nomeação
CORPO DOCENTE
- Recrutamento e Seleção
- Direitos do Corpo Docente
- Aulas de Substituição, Reposição, Antecipação
- Continuidade
- Normas Subsidiárias
As aulas de substituição devem inicialmente ser geridas entre os professores com o conhecimento do secretariado. Em caso de ausência de um instrutor, este deverá assegurar a sua substituição utilizando os mecanismos de troca existentes na plataforma de gestão da formação para que ensinem no horário que lhe for destinado. Caso não seja possível a substituição do docente por outro de outra área disciplinar, no prazo de quinze dias, o docente faltoso deverá substituir a turma em falta, para cumprimento da execução modular, solicitar os mecanismos da plataforma de gestão para tal desde a formação até a reposição de classe.
CORPO NÃO DOCENTE
Direitos do Corpo Não Docente
Deveres do Corpo não Docente
A avaliação do PAP é contínua e altamente formativa, culminando em dois momentos de avaliação sumativa: os correspondentes à avaliação intercalar e à avaliação final. O processo de avaliação do PAP pressupõe a existência obrigatória de dois momentos de autoavaliação do aluno, os quais são analisados e tidos em consideração pelo coordenador do curso e pelo orientador, podendo ser objeto de avaliação pela comissão de acompanhamento do PAP. As faltas do estagiário, resultantes de exclusão preventiva, devem ser tidas em conta no processo de avaliação ou registo de faltas, sendo justificadas caso não seja aplicada a medida disciplinar de exclusão.
FORMANDOS
Direitos dos Formandos
Ver o reconhecido empenho em ações meritórias, em prol da comunidade em que se insere ou da sociedade em geral, praticadas na escola ou fora dela e ser incentivado nesse sentido; Beneficiar de um programa escolar adequado para o ano seguinte, bem como de um planeamento equilibrado das atividades curriculares e extracurriculares, nomeadamente aquelas que contribuam para o desenvolvimento cultural da comunidade; Seja respeitado em sua confissão religiosa, em relação aos princípios de sua fé e as práticas dela derivadas.
Deveres dos Formandos
Respeitar e obedecer à legislação relativa à posse e consumo de substâncias viciantes, nomeadamente drogas, tabaco e bebidas alcoólicas; Não praticar qualquer ato ilícito, nomeadamente qualquer tipo de tráfico ou facilitação do consumo de substâncias psicoativas; Não faltar às aulas durante o respetivo curso, exceto por motivos de força maior reconhecidos e autorizados pelo formador;
Representação dos Formandos
Os objetivos e competências a adquirir são sempre apresentados pelo formador no início de cada módulo, de forma a que todos os elementos envolvidos no processo de ensino/aprendizagem tenham conhecimento das estratégias de desenvolvimento modular e dos critérios de avaliação. Compete ao Conselho Pedagógico determinar os critérios e procedimentos de avaliação a aplicar, tendo em conta a dimensão integradora do PAP. O estagiário é submetido a uma avaliação conjunta do Coordenador do Curso/Professor Orientador e do Técnico Orientador/Tutor, auxiliando o primeiro o segundo no preenchimento das grelhas de avaliação com os parâmetros definidos pela escola.
ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO
Designação
Os estagiários adultos ou emancipados não têm tutor, a quem compete a prática de todos os actos previstos no presente Regulamento.
Direitos dos Encarregados de Educação
Deveres dos Encarregados de Educação
O processo de avaliação também permite identificar as mudanças que a própria escola ou seus intermediários devem implementar para melhorar as condições de ensino/aprendizagem. As provas de avaliação devem ser intercaladas com momentos dedicados ao esclarecimento de dúvidas, ao controle da aprendizagem em pequenos passos e à autoavaliação. Para efeitos de determinação da avaliação modular, os momentos de avaliação teórica e prática terão uma ponderação fixada anualmente pelo conselho docente.
Os formandos têm direito a testes corrigidos e classificados ou outros instrumentos de avaliação antes da introdução da classificação modular. A tabela de critérios de avaliação e o programa modular de avaliação devem constar da documentação técnico-pedagógica. Decreto n.º - 423/92, de 22 de maio, que regula o regime de avaliação e promoção dos diplomados das escolas profissionais, bem como os decretos n.
Os critérios de avaliação são comunicados aos formandos antes da atividade da FCT, cabendo aos diferentes atores envolvidos no processo aplicá-los.
ENSINO PROFISSIONAL-REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO
PRINCÍPIOS ORIENTADORES
- Funcionamento
- Intervenientes no Processo de Avaliação
- Modalidades de Avaliação
- Instrumentos de Avaliação
- A Avaliação no Processo de Ensino/Aprendizagem
- Prevenção do Insucesso Escolar
- Insuficiência/Suficiência de Dados
- Transparência da Avaliação
- Apuramento e Registo das Classificações
- Pedido de Revisão da Avaliação
- Condições de Progressão
- Conclusão e Certificação do Curso
Para ultrapassar as dificuldades cognitivas apontadas pelo formando, o formador deverá incentivar o desenvolvimento de elementos de avaliação adicionais ao longo do módulo, de forma a proporcionar sucesso no ensino/aprendizagem. O instrutor não poderá alegar a ausência de itens de avaliação com base no não comparecimento do estagiário em datas para coleta formal de informações, desde que tenha assiduidade. A classificação final de cada disciplina é obtida pela média aritmética simples, arredondada ao número inteiro mais próximo, das classificações obtidas em cada módulo.
PROVA DE APTIDÃO PROFISSIONAL
- Natureza
- Objetivos
- Etapas de Realização da Prova de Aptidão Profissional
- Direitos e Deveres do Formando no Processo de Prova de Aptidão Profissional
- Deveres do Professor Orientador da Prova de Aptidão Profissional
- Deveres do Coordenador de Curso no Processo da Prova de Aptidão Profissional
- Deveres da Direção Pedagógica no Processo da Prova de Aptidão Profissional
- Direitos e Deveres dos Membros do Júri
- Calendarização
- Elaboração do Anteprojeto
- Conceção e aprovação do anteprojeto
- Elaboração do Projeto
- Relatório Final
- Apresentação e Defesa da PAP
- Épocas de Apresentação da PAP
- Época Normal
- Época Especial
- Tipos e Fases de Avaliação da PAP
- Avaliação Intermédia
- Pré-Avaliação Final
- Avaliação Final
- Critérios de Avaliação e Nota Final da PAP
- Processo Pós Época Especial
O estagiário deverá apresentar um documento escrito, denominado Anteprojeto, no qual deverá fazer uma proposta do que pretende ser seu projeto de PAP. A apresentação do PAP neste momento será feita, com exceção do estipulado no número abaixo, mediante solicitação à Direção Pedagógica e mediante aprovação, ficando os recursos materiais inerentes à exclusiva responsabilidade do estagiário. Esta avaliação refere-se ao momento da apresentação e defesa do PAP perante o júri, resultando na atribuição de uma classificação, com um peso de 70% para a nota final do PAP.
Formação em Contexto de Trabalho
- Natureza
- Objetivos
- Organização do Processo FCT
- Acompanhamento da FCT
- Avaliação da FCT
- Assiduidade na FCT
- Competências do Coordenador de Curso/Professor Orientador
- Competências do Formando
- Competências da Entidade de Acolhimento
- Competências do Técnico Orientador/Tutor
A Formação Laboral (a seguir designada por FCT) realiza-se em local de trabalho, em empresas ou noutras organizações, quer sob a forma de estágios de duração variável durante a formação, quer sob a forma de estágio em fases intermédias ou ainda tutoria de pares - através da participação em projetos interdisciplinares, preferencialmente desenvolvidos por estagiários do terceiro ano. Excecionalmente, e mediante autorização prévia dos serviços competentes para os efeitos do disposto no artigo 42.º do Regulamento n.º 235-A/2018, a FCT pode assumir parcialmente a forma de simulação de um conjunto de formações profissionais relevantes, desenvolvendo o seu perfil final do curso em condições semelhantes às do contexto real de trabalho. A organização e desenvolvimento da FCT obedece a um Plano, elaborado com a colaboração das partes envolvidas e assinado pelo órgão competente da Escola, que deve ser dado a conhecer à entidade de acolhimento, ao estagiário e ao tutor, se o estagiário for um menor.
REGIME DE ASSIDUIDADE
Frequência e assiduidade
As faltas são justificadas pelos pais e responsáveis ou, no caso de adultos, pelo estagiário ao diretor de turma. Nos casos em que a situação referida no número anterior se verifique por mais do que um módulo, o tutor deve ser convocado para uma reunião com o diretor de turma. Os pais terão acesso a um nome de utilizador e palavra-passe na plataforma de gestão da formação, onde terão acesso a informação sobre a assiduidade, avaliação e ocorrências dos seus formandos.
REGULAMENTO DISCIPLINAR
DISCIPLINA
A suspensão escolar consiste no impedimento da entrada do aluno no recinto escolar, quando, face a comportamentos que perturbem o normal funcionamento das actividades escolares ou das relações na comunidade educativa, que constituam infracção disciplinar grave, tal suspensão seja reconhecidamente a única medida susceptível de de responsabilizá-lo no sentido de que ele cumpre seus deveres como aluno. A medida disciplinar de suspensão da escola só pode ter lugar em caso de comportamento do aluno que perturbe gravemente o normal funcionamento das actividades escolares ou das relações no seio da comunidade educativa, que constitua infracção disciplinar muito grave, quando se reconheça a existência de nenhuma outra forma de responsabilizá-lo no sentido de cumprir seus deveres como alunos. A medida disciplinar de realização de atividades de integração na escola pode ser aplicada cumulativamente com as medidas disciplinares sancionatórias, com exceção da suspensão da escola.
INSTAURAÇÃO DE PROCESSO DISCIPLINAR
Os dias de suspensão preventiva cumpridos pelo aluno são descontados do cumprimento da medida disciplinar sancionatória (Repreensão Registada; Suspensão Escolar até 3 dias úteis) a que o aluno é condenado na sequência do processo disciplinar. A decisão final do procedimento disciplinar é motivada e proferida no prazo de dois dias úteis, tomada pelo Diretor Pedagógico, ou no prazo de seis dias úteis, tomada pelo Conselho Disciplinar do Grupo, quando necessário. Da decisão final do procedimento disciplinar cabe recurso hierárquico para o Diretor Regional responsável pela área da educação, que deve ser interposto pelo tutor ou, quando maior de idade, pelo aluno no prazo de cinco dias úteis.
UTILIZAÇÃO E ACESSO ÀS INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS ESCOLARES
PERMANÊNCIA NA ESCOLA E AULAS
Os alunos devem entrar na sala de aula no horário agendado e sair quando o técnico autorizar. Não é permitida a entrada ou permanência de pessoas fora da classe na sala de aula, salvo autorização prévia do técnico. Em caso de ausência do formador, os alunos não poderão entrar na sala de aula.
ACESSO E UTILIZAÇÃO EQUIPAMENTOS INFORMÁTICOS
Não é permitida a entrada e permanência na Escola a estrangeiros, salvo autorização prévia, devendo para o efeito o colaborador solicitar a identificação e o assunto a tratar para a devida referência. Não é permitido o uso de celulares durante as aulas, devendo permanecer no modo silencioso ou desligado, exceto para uso didático deste equipamento autorizado pelo instrutor. A Escola não se responsabiliza pela perda ou alteração de dados nas respectivas áreas dos alunos.
ACESSO E UTILIZAÇÃO DAS OFICINAS
DISPOSIÇÕES FINAIS