Quanto à análise financeira para 2022, esta marca o arranque de 4 projetos, com um valor total de cerca de 9.500 milhões de euros. Numa perspetiva macro, verifica-se um crescimento de 19% no valor dos projetos em carteira:. De facto, registou-se um aumento acentuado por parte da União Europeia, de cerca de 26%, principalmente como resultado do aumento da actividade em três grandes projectos:.
BALANÇO INDIVIDUAL 2
DEMONSTRAÇÃO DOS 3
RESULTADOS POR NATUREZAS
DEMONSTRAÇÃO INDIVIDUAL DOS RESULTADOS POR NATUREZAS
DEMONSTRAÇÃO DAS 4
ALTERAÇÕES NOS FUNDOS PATRIMONIAIS
DEMONSTRAÇÃO DOS 5
FLUXOS DE CAIXA
ANEXO À DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA
ANEXO 6
A NEXO
I DENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE
R EFERENCIAL CONTABILÍSTICO DE PREPARAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Referencial contabilístico
Indicação e justificação das disposições da NCRF-ESNL que, em casos excecionais, foram desviadas e respetivos efeitos nas demonstrações financeiras. Nos períodos abrangidos por estas demonstrações financeiras não foram desviadas das NCRF-ESNL quaisquer disposições que pudessem pôr em causa a verdadeira e adequada situação financeira e patrimonial da Instituição. Indicação e comentário sobre contas de balanço e de resultados cujo conteúdo não seja comparável com o do período anterior.
P OLÍTICAS CONTABILÍSTICAS , ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E ERROS
As perdas por imparidade superiores ao excedente de reavaliação são reconhecidas na demonstração dos resultados. Os rendimentos obtidos com estas aplicações financeiras (dividendos ou lucros distribuídos) são registados na demonstração dos resultados do período em que é decidida e anunciada a distribuição. Os eventos ocorridos após a data do balanço que afectem o valor dos activos e passivos existentes à data do balanço são considerados na preparação das demonstrações financeiras do período.
F LUXOS DE CAIXA
As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade, com base nos livros e registos contabilísticos da entidade, mantidos de acordo com os princípios contabilísticos geralmente aceites em Portugal. As estimativas de valores futuros que se justificaram para inclusão nas contas anuais reflectem a evolução previsível da Entidade no contexto do seu plano de negócios e a informação disponível relativa a acontecimentos passados e situações similares de outras entidades do sector, não existindo alteração neste enquadramento esperado de curto prazo que possa pôr em causa a validade destas estimativas ou implicar um risco significativo de ajustamentos materialmente relevantes nas quantias escrituradas de ativos e passivos no período subsequente. No final dos exercícios findos em 31 de dezembro de 2022 e 2021, a rubrica “Caixa e equivalentes de caixa no final do período”.
P OLÍTICAS CONTABILÍSTICAS , ALTERAÇÕES NAS ESTIMATIVAS CONTABILÍSTICAS E ERROS
De acordo com as obrigações contratuais inerentes aos contratos de cofinanciamento de projetos desenvolvidos pelo IMVF, nomeadamente os celebrados com a União Europeia, os fundos disponibilizados pelas instituições cofinanciadoras serão transferidos para contas de depósito à ordem específicas inerentes a cada um dos dos contratos e que servem exclusivamente para a realização de pagamentos inerentes à execução dos projectos em causa.
A CTIVOS FIXOS TANGÍVEIS Divulgações sobre activos tangíveis
Existência e extensão de restrições de propriedade sobre ativos imobilizados dados em garantia de passivos Na data de preparação destas demonstrações financeiras, a Entidade não possuía nenhum ativo imobilizado sujeito a restrições de propriedade. Valor das despesas incluídas no valor contábil do imobilizado em construção Durante o período findo em 31 de dezembro de 2022 e 31 de dezembro de 2021, nenhuma despesa ou custo foi incluído no valor contábil referente ao imobilizado em construção . À data do balanço, a Entidade não tinha obrigações contratuais de aquisição de ativos fixos tangíveis.
I NVESTIMENTOS FINANCEIROS
As Obrigações do Tesouro com rendimento variável (OTRV) são títulos registados, regulados pela lei portuguesa, representativos de empréstimos de médio e longo prazo da República Portuguesa, criados com o objectivo de estimular o mercado de dívida pública através da diversificação dos instrumentos de dívida pública e dos canais de distribuição. . disponibilizados aos investidores e a expansão da base de investidores na República Portuguesa. De acordo com o disposto na Decisão do Conselho de Ministros n.º 86/2015, de 24 de setembro, publicada na 1.ª série do Diário da República n.º 193, de 2 de outubro, e na Instrução n.º 1-A/2015, publicada na segunda série do Diário da República n.º 206, de 21 de outubro, que estabeleceu as condições para a emissão de OTRV, estes instrumentos de dívida apresentam algumas características comuns, sendo a informação recebida do IGCP, E.P.E. O FGCT inclui uma contribuição de 0,075% e tem carácter recíproco, visando apenas garantir o valor necessário para cobrir metade do valor da indemnização devida após a cessação do contrato de trabalho.
P ARTES R ELACIONADAS
A Lei n.º 70/2013, de 30 de agosto, criou dois fundos de compensação laboral, o Fundo de Compensação do Trabalho (FCT) ou mecanismo equivalente (ME) e o Fundo de Garantia de Compensação do Trabalho (FGCT), com o objetivo de assegurar o direito dos trabalhadores ao recebimento de metade o valor da indemnização a pagar pela cessação do contrato de trabalho. 41 a extensão do apoio humanitário, da cooperação e da formação para ações de desenvolvimento, bem como a realização de investigações e trabalhos científicos nas diversas áreas do conhecimento. 42 Todos os saldos com entidades afiliadas estão listados na rubrica do balanço “Outros ativos circulantes”.
R ENDIMENTOS ( RÉDITO )
O valor registado como prestação de serviços respeita à faturação de despesas com pessoal assegurada pelo IMVF (nota 9). 43 Os serviços prestados são reconhecidos com base no método da margem esperada no final da execução dos respetivos contratos, sendo os proveitos determinados pela aplicação desta margem aos gastos incorridos no final de cada ano. 1)- Valor dos serviços prestados registados na demonstração dos resultados em cada um dos respetivos exercícios.
S UBSÍDIOS À EXPLORAÇÃO
As receitas de juros advêm integralmente de aplicações financeiras de baixo risco em depósitos a prazo (nota 4) e títulos públicos com renda variável (OTRV) (nota 7). Os juros auferidos estão em linha com as condições normais de mercado, tendo em conta o risco e maturidade das aplicações. Os donativos atribuídos ao IMVF foram efetuados nos termos da alínea e) do n.º 3 do artigo 62.º dos benefícios fiscais (EBF).
E FEITOS DE ALTERAÇÕES EM TAXAS DE CÂMBIO
ARQUIVO ANEXO . 45 Os donativos atribuídos ao IMVF foram efetuados nos termos da alínea e) do n.º 3 do artigo 62.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais (EBF). Os donativos efetuados pelos contribuintes ao abrigo da atribuição de uma quota de 0,5% do IRS pago e da atribuição de 15% do IVA pago a montante são reconhecidos como rendimento do período em que ocorre o recebimento.
P ROVISÕES
Os aumentos e diminuições de provisões são reconhecidos na demonstração de rendimentos e gastos na rubrica “Provisões (aumentos/reduções)” do período a que respeitam. A utilização de provisões não é reconhecida em resultados do período e é registada no balanço como uma redução das responsabilidades de longo prazo na rubrica “Provisões” e dos activos que constituem recursos financeiros líquidos.
E STADO E OUTROS ENTES PÚBLICOS
E STIMATIVA DE IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO
Total do imposto corrente e diferido relativo a itens debitados ou creditados em fundos de capital O imposto corrente e o imposto diferido devem ser debitados ou creditados diretamente aos fundos de capital se o imposto se referir a itens debitados ou creditados, no mesmo período ou em período diferente, aos itens. relacionados com fundos de subvenção. Nos períodos relativos aos exercícios de 2022 e 2021 não foram debitados ou creditados impostos diferidos ou correntes aos fundos de capital, relativos a itens debitados ou creditados aos fundos de capital. A taxa efetiva de imposto é a despesa/receita tributária dividida pelo lucro contábil antes dos impostos das atividades tributáveis.
I NSTRUMENTOS FINANCEIROS
A rubrica “Valores a receber” refere-se essencialmente à parte da fatura emitida a clientes no âmbito dos contratos de prestação de serviços de assistência técnica (nota 8), que deverá ser recebida das entidades relevantes em 31 de dezembro de 2022. O IMVF reconhece um curto activo a prazo na rubrica “Co-financiadores”, no dia da assinatura dos respectivos contratos-programa, os apoios concedidos pelos co-financiadores para o desenvolvimento das actividades estatutárias do IMVF. No final do ano, a rubrica “Subsídios diferidos” é constituída por valores cofinanciados que ainda não foram reconhecidos como rédito.
B ENEFÍCIOS DOS EMPREGADOS
Não existem benefícios de longo prazo a empregados, nomeadamente participação nos lucros ou prémios pagáveis fora dos doze meses seguintes ao final do exercício, nem pensões ou benefícios de invalidez de longa duração. Os benefícios de cessação são os pagáveis em resultado de: (i) uma decisão de uma entidade de cessar o emprego de um empregado antes da data normal de reforma; ou (ii) a decisão de um funcionário de aceitar a saída voluntária em troca desses benefícios. Durante o exercício de 2022 foi pago o montante de 1.080€ relativo a benefícios de rescisão por não renovação de contrato de trabalho.
F ORNECIMENTOS E SERVIÇOS EXTERNOS
56 Uma parte significativa das despesas com fornecimentos e serviços externos é utilizada no desenvolvimento das suas atividades estatutárias, nomeadamente, na execução de projetos no terreno e em funções administrativas, quer através da realização de despesas específicas para cada um dos projetos, ou através do uso de recursos existentes. O IMVF distribui as despesas comuns dos respetivos projetos, distribuindo-as pelos respetivos centros de custos em função da sua utilização, sendo parte integrante da sua realização. Durante o exercício de 2022, foi atribuída aos projetos a importância das despesas administrativas em 2021, que incluem essencialmente despesas partilhadas com fornecimentos e serviços externos e pessoal.
G ASTOS DE ACABAMENTO IMPUTADOS AOS PROJECTOS
O UTROS RENDIMENTOS
O UTROS GASTOS
F UNDOS PATRIMONIAIS
58 Nos termos do artigo 6.º dos estatutos do IMVF, o fundo social consiste no donativo inicial em dinheiro da fundadora Dona Maria do Carmo Dias Constantino Ferreira Pinto, Marquesa de Valle Flôr, no valor de 49.880€, e no resultado líquido daí resultante. da alienação do Palácio Valle Flôr, que constituiu um dos bens inicialmente destinados à consecução dos objetivos estatutários do Instituto, com vontade do fundador, no valor de.
I NFORMAÇÕES EXIGIDAS POR OUTROS DIPLOMAS LEGAIS
A CONTECIMENTOS APÓS A DATA DO BALANÇO
No entanto, o Conselho de Administração não pode aprovar estas contas anuais e/ou solicitar alterações durante uma reunião. Nenhuma outra informação foi recebida relativamente às circunstâncias que existiam à data do balanço. Não foram efetuados outros ajustamentos aos montantes incluídos nestas contas anuais.
CERTIFICAÇÃO LEGAL 7
DAS CONTAS
Nossas responsabilidades sob essas normas estão descritas na seção abaixo intitulada “Responsabilidades do Auditor pela Auditoria das Demonstrações Financeiras”. Nossa responsabilidade é obter segurança razoável sobre se as demonstrações financeiras como um todo estão livres de distorções relevantes, independentemente se causadas por fraude ou erro, e emitir um relatório expressando nossa opinião para divulgação. A nossa responsabilidade inclui também a verificação da consistência entre a informação constante do relatório de gestão e das contas anuais.
RELATÓRIO E PARECER 8
DO CONSELHO FISCAL
De acordo com as disposições legais e estatutárias, compete ao Conselho Fiscal elaborar relatório e emitir parecer sobre as demonstrações financeiras do INSTITUTO MARQUÊS DE VALLE FLÔR (a Fundação) relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2022. O Conselho Fiscal também conhecimento aceite das certidões legais das demonstrações financeiras relativas ao exercício em causa, emitidas pela Ordem dos Revisores Oficiais de Contas. Por último, o conselho fiscal agradece ao conselho executivo e aos serviços da fundação toda a colaboração no desempenho das suas funções e enaltece a forte presença do instituto no mundo, que serve as populações mais carenciadas através dos vários projetos que desenvolve. .