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REVISTA BRASILEIRA DE GEOGRAFIA

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Academic year: 2023

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Descreveremos a seguir o processo de transformação da base territorial em sua componente rural através da criação do sistema de mapeamento municipal digital – SISCART. Início da fase de preparação do mapa municipal com a seguinte mensagem: Visão geral municipal está bem definida.

Mapa Municipal Digital
Mapa Municipal Digital

Considerações finais

Bibliografia

Resumo

Abstract

No entanto, é na verdade um espaço social que pode ser abordado como um espaço geográfico. Mais do que uma discussão sobre os diferentes significados moldados pelas diferentes correntes geográficas, pretendemos considerá-la do ponto de vista da possível apropriação dos fundamentos epistemológicos da geografia, na exploração e divulgação do ciberespaço, essa terra incógnita que tem sido " concretizada" pela tecnologia da informação. em conexão com redes de comunicação.

Introdução

O fato de a origem e o nome da “favela” se basearem no espaço do Rio de Janeiro também reforça essa condição. A designação "favela" para a área urbana estabelecida no Morro da Providência pelos ex-combatentes da Guerra de Canudos, lembrando o local do sertão baiano onde se concentraram os seguidores de Antônio Conselheiro, em 18952, marca seu "início" no Rio Janeiro e Brasil.

A Favela: origem, expansão, problema

Dessa forma, finalmente merece a atenção do poder público, cujo maior sinal é a realização dos dois primeiros censos das favelas do Rio de Janeiro: realizado pela Secretaria de Geografia da Cidade do Rio de Janeiro, em 1948, e pelo Serviço do Censo Nacional, em 1950, no âmbito do Censo Geral de 1950. O papel dos traficantes e do tráfico foi fortalecido, no período, devido à mudança no mercado de drogas, dada a prevalência do consumo de cocaína que era vendido no varejo na maioria das favelas.

O Olhar sobre as favelas

A quantidade de recursos, muito superior à que a maconha fornecia, provocou mudanças significativas na qualidade e na quantidade de armas disponíveis, no número de pessoas envolvidas e na relação com o grupo de favelas e com o corpo do movimento social: "\ - fazer. Por um lado, destacaram a preocupação com a conquista de terras, correspondendo a um movimento de expansão das favelas, e por outro, a preocupação com a conquista de serviços públicos, levando à regularização e à urbanização.

Com o objetivo de atualizar e corrigir possíveis distorções que existiam anteriormente sobre as favelas do município do Rio de Janeiro, o que diz. Fonte: Contribuição para dados populacionais de favelas da cidade do Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Instituto de Urbanismo do Rio de Janeiro, 1984.

Tabela 1- Dados gerais das favelas do Rio de Janeiro -1948/1950
Tabela 1- Dados gerais das favelas do Rio de Janeiro -1948/1950

Considerações finais

Evolução Urbana do Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Instituto de Planejamento do Município do Rio de Janeiro, 1987. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Instituto de Geociências, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Algumas

Os processos erosivos e seus

O controle proporcionado pela erodibilidade faz com que a variabilidade dos processos erosivos em escala espaço-temporal seja enorme, pois as propriedades podem ter diferentes combinações ao longo de uma encosta e eventualmente sofrer alterações temporais naturais devido à evolução pedogenética e às alterações na cobertura vegetal. As propriedades que determinam a erosividade variam muito no tempo e no espaço, pois a precipitação é instável.

Erosão por salpicamento

A quantidade de sedimento mobilizada pelas gotículas tem o seguinte comportamento conforme gráfico. Segundo o autor, esse período dependerá muito da intensidade das chuvas, da textura do solo, das condições dos agregados e da vazão.

Figura 2 - Impacto das gotas sobre a superfície do solo mineral
Figura 2 - Impacto das gotas sobre a superfície do solo mineral

Erosão em lençol

Como mencionado anteriormente, o impacto das gotas lança as partículas em todas as direções, mas o volume de sedimentos mobilizados tende a crescer a jusante dependendo da inclinação das encostas. Isso será em função: da rugosidade (a rugosidade pode aumentar a turbulência dos escoamentos), da textura (a argila tem maior capacidade de coesão, dificultando seu desprendimento e transporte) e das condições dos agregados (coesão, tamanho, etc.).

Variação espaço-temporal da erosão em lençol

No Paraná, em áreas com cafezais recentemente plantados, a erosão foliar é mais forte. A erosão em ravinas é geomorfologicamente importante porque um riacho atinge seu estado máximo de energia para erosão e transporte quando é canalizado.

Tabela 2 - Densidade aparente e taxa de infiltração de água  em Latossolo sob diversos tipos de uso
Tabela 2 - Densidade aparente e taxa de infiltração de água em Latossolo sob diversos tipos de uso

Variação espaço-temporal da erosão em ravina

Outro processo comum é o deslocamento de falhas de talude (headcut e knickpoint) para montante, o que de fato promoverá a incisão da ravina, segundo Faria e Marques (1998). A evolução dos canyons será em grande parte uma função do desenvolvimento destas falhas nas encostas.

Voçorocas

O autor afirma que quando os dias chuvosos coincidem com esta forma de aração, a erosão nas encostas atinge seu ritmo máximo. Mas também há pontos nas encostas onde o pico de erosão é catastrófico, como a quantidade de 1.625 tlha/ em seis dias de chuva.

Figura 4 - Formas características de ravinas e voçorocas
Figura 4 - Formas características de ravinas e voçorocas

Variação espaço-temporal da formação de voçorocas

Conclusão

As consequências da erosão em microbacias em canais efêmeros, intermitentes e perenes Cadernos de Geociências, Rio de Janeiro, n. Revista de Pós-Graduação em Geografia da UFRJ, Rio de Janeiro, v. Sedimentação em canais de primeira ordem em curto período - Brasil.

Levantamento de solos da região de Paragominas- Estado do Pará*

Descrição da área de estudo

23-Y -C (1996): Floresta ombrófila densa submontana, floresta ombrófila densa de várzea e floresta ombrófila densa aluvial.

Material e métodos

Perfil N° 4 - LATOSSOLO AMARELO DISTRÓFICO A moderada, textura muito argilosa, fase de mata submontana densa, relevo plano. Perfil N° 5 - SOLO DISTRÓFICO AMARELO LATOS A moderado, textura muito argilosa, fase de mata submontana densa, relevo plano.

Tabela 1 - Caracterização morfológica dos  LATOSSOLOS  AMARELOS
Tabela 1 - Caracterização morfológica dos LATOSSOLOS AMARELOS

Podzólico amarelo

Perfil N" 7 - DISTROFIA AMARELO SUBZOL a moderadamente acidentado, textura arenosa/média, fase de mata virgem de várzea densa, topografia plana e levemente ondulada. De acordo com a definição das unidades do mapa, esses dedos formam uma associação com LATOS - ALICH YELLOW TOE Moderado , texturas médias, fase florestal de várzea densa, relevo plano e levemente ondulado.

Glei pouco húmico

LAal - LAXISOLO AMARELO ALIC Textura moderada, média, fase densa de floresta tropical de várzea, relevo plano e suavemente ondulado (PODZÓLICO VERMELHO-AMARELO Tb ALIC A textura média, arenoso/médio, fase várzea densa de florestas tropicais, planícies densas e planícies suaves) . HGPd- GLEY HÚMICA PEQUENA Tb DISTRÓFICA Textura pobre, arenosa/muito argilosa, fase aluvial densa de floresta tropical, topografia plana.

Tabela 5- Morfologia dos GLJEIS  lP
Tabela 5- Morfologia dos GLJEIS lP'OliJCO HÚMICOS

Conclusões

A moderada, textura média, fase chuvosa de várzea densa, topografia suave ondulada. r-~ Latossolo amarelo. A moderada, muito argilosa, estrutura pedregosa, fase de concreção, floresta primitiva. submontano denso, relevo suave e ondulado.

Indicadores ambientais no Sudoeste do Amazonas - uma experiência-piloto*

Apresentação

A preservação ou destruição do ambiente depende da criação de uma nova cultura na forma como a sociedade se relaciona com a natureza e, paralelamente, da promoção de processos de modernização nos sectores de produção económica, para promover a sustentabilidade do desenvolvimento. Outro importante instrumento de acção é ter uma base estrutural de informação, dados, estatísticas e indicadores do ambiente (componentes bióticas e abióticas da natureza e componentes socioeconómicas e culturais) que permita a sua implementação de forma sistemática. de estudos que possam subsidiar projetos, planos ou programas governamentais.

Objetivos

O estudo sobre indicadores ambientais no sudoeste da Amazônia baseia-se nesta compreensão e mede questões econômico-ambientais no âmbito de uma percepção holística dos sistemas econômicos de produção e das relações sociais. Os resultados alcançados através da seleção de indicadores ambientais revelam a importância desta tese, pois expressam alterações nas principais características ou elementos da paisagem, revelam o estado do ambiente e as pressões da sociedade e dos próprios componentes. sistemas naturais em sua dinâmica.

Considerações sobre a escolha da

O estudo de uma área teste também teve como objetivo apresentar uma proposta de definição de indicadores ambientais regionais que correspondessem às especificidades do espaço brasileiro, ao mesmo tempo em que permitia comparações internacionais.Um quarto objetivo era que a metodologia para a seleção de indicadores ambientais Respondendo aos requisitos estabelecidos para o desenvolvimento sustentável Ao manter relações estreitas com esta representação, os indicadores atenderiam automaticamente aos requisitos da Agenda 21 brasileira.

Metodologia

É também objectivo deste trabalho colocar em discussão alguns temas, que deverão ser analisados ​​num futuro próximo, tendo em vista um programa de estatísticas ambientais, nomeadamente o Sistema de Informação Ambiental, a Base de Dados Espaciais Ambientais e o Cadastro de Variáveis ​​Ambientais. Desta forma buscou-se testar os recursos ambientais regionais no âmbito da Amazônia parte de um estudo- a aplicabilidade de uma perspectiva metodológica de análises integradas todas as questões ambientais identi- que atendam às questões de representatividade- atendem aos requisitos do sustentáveis ​​no Diagnóstico Geoambiente - indicadores globais do desenvolvimento global e socioeconômico do projeto - os órgãos de coordenação ou gestão - no sentido de que revelam os recursos de proteção ambiental dos sistemas de informação ou dinâmicas internas e externas das comunidades re- e indígenas - de estatísticas nacionais em organizações de causa e efeito.

Figura 2 - Estrutura para definição da base espacial, indicadores ambientais e diretório
Figura 2 - Estrutura para definição da base espacial, indicadores ambientais e diretório

Procedimentos

A seleção; de indicadores ambientais baseou-se no modelo PER (Pressão/Estado/Resposta), publicado pela OCDE/core set of Indicators for Environmental Performance Reviews (1993, op.cit), que detecta os problemas mencionados nas análises ambientais integradas, tais como como já mencionado.

Lista de problemas

Indicadores ambientais

I Descritores - produção de madeira - valor da produção de madeira - número de serrarias e serrarias - PO em madeireiras e serrarias - participação de instituições -. Estimativa de acordo com os tipos de tratamento - população estimada sem recolha de resíduos. população atendida - população estimada atendida.

Discussões e recomendações

Valor da produção madeireira

Produtos florestais: madeira, carvão vegetal (t), lenha (m3), madeira em tora (m3), para papel e celulose (m3), para outros fins (m3). Divisão geográfica: Brasil (Tabela 1), Grandes Regiões e Unidades da Federação, Mesorregiões, Microrregiões e Municípios (Tabela 5) para produtos extrativistas.

Extrativismo vegetal

  • Produção da castanha e da borracha

Conteúdo: número total de pessoas ocupadas e número parcial por local de trabalho (empregados, autônomos, negros e empregadores negros), por ramos de atividade agrícola, indústria de transformação, construção civil, outras atividades industriais, bolsa de mercadorias, prestação de serviços auxiliares à atividade econômica, transportes e associações, serviços sociais, administração pública e outras atividades. O total de pessoas ocupadas e parcialmente ocupadas por classes de rendimento mensal de todos os empregos (salário mínimo), por ramos de atividade agropecuária, indústria de transformação, construção, outras atividades industriais, comércio de mercadorias, prestação de serviços auxiliares, atividade econômica, transportes e comunicações , social, administração.

Tabela 3.9:  Pessoas ocupadas,  por posição na ocupação,  segundo os  ramos de atividade
Tabela 3.9: Pessoas ocupadas, por posição na ocupação, segundo os ramos de atividade

Diversidade taxonômica das solanáceas que ocorrem no Sudeste brasileiro • listagem dos táxons*

FLOR, FZB, GUA, HB, HBR, ICN, INPA, MBM, PACA, R, RB, SP, UEC), possibilitaram compilar a lista dos táxons representados na região Sudeste. A descrição da área sob diferentes aspectos e a localização das cidades e lugares da região Sudeste é baseada em informações do Anuário Estatístico Brasileiro (1992) e do Atlas Nacional do Brasil 1992.

Caracterização da área de estudo

Resultados

37 Cestrum strictum Schott iz Sendtna 38 Cestrum strigillatum R in P 39 Cestrum subpulverulentum Mart 40 Cestrum tuuiflorum Francey 41 Cestrum toledii Carvalho et Schnoor 42 Cestrum tubulosum Sendtn. 39 Solanum concinnum Schott from Sendtn 40 Solanum convolvulus Sendtn 41 Solanum cordifolium Dun 42 Solanum cormanthum Vell 43 Solanum coronatum Vell 44 Solanum curvispinum Dun.

Bibliográfia

Quadro sinóptico da diversidade florística nos estados da Região Sudeste

Por esta razão, este trabalho foi elaborado com o objetivo de comparar o grau de intemperismo dos latossolos em três compartimentos. O objetivo do trabalho foi avaliar o grau de intemperismo dos Latossolos nas diferentes salas, levando em consideração a sua idade relativa, o que permite deduzir os processos morfogenéticos envolvidos na sua preparação.

Material e métodos

A área de estudo

Os perfis de solos

Trabalhos de campo

Trabalhos de laboratório

Estes resultados são importantes para indicar a extensão do intemperismo do solo porque refletem a sua mineralogia secundária, que é o seu produto final. Estudo da relação com o substrato litológico, a fertilidade potencial e o grau de intemperismo dos principais Latossolos do planalto central goiano.

Figura 1 - Difratogramas de Raios X da fração argila desferrificada de alguns horizontes  dos solos estudados
Figura 1 - Difratogramas de Raios X da fração argila desferrificada de alguns horizontes dos solos estudados

Para tanto, foi escolhido como área de estudo o município de São Lourenço do Sul no Rio Grande do Sul. A definição e delimitação de duas províncias (planície costeira, embaixada cristalina) que englobam o mosaico da paisagem onde se encontra o município de São Lourenço do Sul foram realizadas em nível de macroambiente com interpretação de imagens de satélite na escala de 1:100.000.

Resultados e discussão

A paisagem pode ser definida como um ambiente espacialmente heterogêneo (Tumer; Gardner, 1991). Essa heterogeneidade é verificada na área de estudo através da caracterização e delimitação de unidades ambientais específicas de cada subprovíncia mencionada acima. Para caracterizar cada sistema agrícola, incluindo os seus componentes, processos, reguladores e principais fontes de energia, foi realizada uma recolha de dados de diversas fontes.

Características ambientais e socioeconômicas do Municí-

A zona serrana é bastante diversificada em termos ambientais, definindo atividades agropastoris que variam em função da topografia e da qualidade do solo. O trabalho que visa a profissionalização dos agricultores está presente há muito tempo na zona serrana.

Figura 2 -Mapa geológico simplificado do Município de  São Lourenço do Sul
Figura 2 -Mapa geológico simplificado do Município de São Lourenço do Sul

Sistemas agropastoris dominantes

Fumo

O tamanho da área plantada geralmente está relacionado ao número de estufas existentes na propriedade, na proporção de uma estufa para 2 ha de fumo. Esta cultura é frequentemente adotada por produtores que possuem um número significativo de indivíduos na composição familiar, por se tratar de um produto agrícola que requer um tratamento muito intensivo. Embora o produtor seja proprietário das terras onde está localizada sua propriedade, é a indústria quem fornece a matéria-prima e determina o tipo de fumo a ser produzido.

Figura 4 - Modelo conceitual-diagramático de uma  propriedade produtora de fumo
Figura 4 - Modelo conceitual-diagramático de uma propriedade produtora de fumo

Arroz

O agricultor e sua família, representados no modelo pelo consumidor “agricultor”, realizam todas as etapas do processo produtivo e representam a principal mão de obra para o funcionamento do sistema. Esses animais são mantidos com a produção de milho destinado à ração e também com a aquisição de ração fora do sistema.

As pragas aparecem no modelo como componentes do consumidor e são controladas no sistema por biocidas adquiridos no mercado. A quantidade de capital obtida através da venda de mercadorias retorna ao sistema na forma de combustível, insumos, rações, energia elétrica, bens de consumo e capital, que alimentam e sustentam a reprodução do sistema.

Soja

A soja na região serrana do município não apresenta o padrão de funcionamento de um sistema simplificado de monocultura do tipo agronegócio. Os sistemas agrícolas na zona montanhosa caracterizaram-se como pequenas explorações familiares com baixo nível de capitalização e acesso limitado a tecnologias que melhoram a eficiência da produção.

Figura 8 - Modelo conceitual-diagramático de uma  propriedade produtora de soja
Figura 8 - Modelo conceitual-diagramático de uma propriedade produtora de soja

Imagem

Figura  3 • Módulo  de  referenciamento
Tabela 3 -Dados gerais das favelas do Rio de Janeiro, segundo o IBGE e  o IPLANRio - 1980/1981
Tabela 4- Dados gerais das favelas do Rio de Janeiro, segundo algumas situações  encontradas na compatibilização dos dados IBGE x IPLANRIO- 1984
Figura 1 - Erosão por salpicamento
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Referências

Documentos relacionados

A contagem total de mesófilos ter sido superior na primeira coleta em duas das amostras analisadas foi devido ao fato de antes a unidade não ter um estabelecimento de procedimentos