Alex Sander Xavier Pires Autonome Universitet i Lissabon, Portugal [email protected] Manuel Guedes Valente Autonome Universitet i Lissabon, Portugal [email protected]. Paulo Nogueira da Costa Autonome Universitet i Lissabon, Portugal [email protected] Pedro Trovão do Rosário Autonome Universitet i Lissabon, Portugal [email protected] Roberto Mazzola Università degli Studi del Piemonte.
A Independência e o Movimento Constitucionalista
A limitação do poder e a luta pela autonomia nacional são elementos compartilhados por todos os liberais naquele momento histórico. A defesa do Poder Moderador e da separação em quatro poderes, por meio da forte referência ao modelo inglês, esteve presente entre os conservadores32.
Da Resistência à Constituição e ao Poder Moderador
Os idealistas da Confederação do Equador não eram separatistas desde o início, pois apoiavam a Assembleia Constituinte e concordavam com a opção pela monarquia, mas não concordavam com a centralização do poder estabelecida. 46 Do manifesto da Proclamação da Confederação do Equador, de seu Presidente Manuel de Carvalho Paes de Andrade, em 2 de julho de 1824, extraímos: “Brasileiros.
O Ato Adicional e a ‘Monarquia Federalista’
O projeto debatido entre as câmaras legislativas tinha como ponto principal a descentralização do governo, a abolição do Poder Moderador e do Conselho de Estado. O Acto Adicional de 1834 quebrou a tradição portuguesa de centralização do poder político, criou as assembleias legislativas provinciais, com considerável autonomia para legislar, e introduziu constitucionalmente a participação do presidente provincial na actividade legislativa, bem como unificou a Regência59.
Considerações finais
A dinâmica da construção constitucional no Brasil império: entre o liberalismo e a descentralização LUCIENE DAL RI | PRISÃO PEREIRA. DEIRÓ, Pedro Eunápio da Silva - Fragmentos de Estudos sobre a História da Constituinte do Brasil.
Sistemas de patentes e princípio da suficiência descritiva: uma abordagem a partir do Direito
Introdução
Um dos problemas que se colocam nessa área diz respeito aos limites da exigência constitucional e estatutária de suficiência descritiva, no sentido de que não se pode exigir, por exemplo, descrição detalhada da patente de processos e materiais amplamente conhecidos no estado. da arte e assumido como conhecido pelo técnico que vier ler e executar a patente. Do ponto de vista jurídico, pretende-se discutir o significado e alcance do princípio da suficiência descritiva, nomeadamente do ponto de vista constitucional.
Os requisitos da patenteabilidade 1 Enquadramento
- Novidade
- Atividade inventiva
- Aplicação industrial
A exigência da atividade inventiva indica a presença de um salto inventivo, ou seja, para ser verdadeiramente uma, a invenção não deve ser óbvia mesmo para aqueles com conhecimento especializado na arte ou ciência em questão. Atualmente, enfatiza-se a importância do requisito de aplicação industrial para sublinhar que a proteção de patentes deve se concentrar em invenções com utilidade prática e não em resultados de pesquisa básica.
A divulgação pública da invenção
- A descrição escrita da invenção
- Objetivos
- Âmbito
- O princípio da suficiência descritiva
- Consagração legal
- O sentido geral do princípio
- O valor informativo e demonstrativo da descrição escrita
- Tecnologias previsíveis e imprevisíveis
- Modo de apresentação
- Divulgação do conhecimento
No entanto, a determinação da adequação da descrição escrita não parece isenta de controvérsia37. Se é verdade que o princípio da adequação da descrição escrita contém uma exigência de otimização, também é verdade que ancora uma abertura ao equilíbrio com outros princípios38.
Conclusão
O grau de detalhe necessário para satisfazer a adequação da descrição escrita variará dependendo da natureza e escopo das reivindicações e da complexidade e previsibilidade da tecnologia relevante. O cumprimento do critério de suficiência deve ser entendido à luz da realidade da invenção e da patente como um todo, no quadro de uma abordagem casuística, factual e contextual, e tendo em conta o princípio da proporcionalidade numa sentido amplo. , nas suas várias dimensões.
Pandemia e teletrabalho no Brasil
INTRODUÇÃO
Na MP 927, alguns desses artigos foram relativizados enquanto durar a calamidade pública ao regulamentar o trabalho remoto nos artigos 3º, 4º e 5º. 5 No Brasil, o decreto legislativo n. 6º do Congresso Nacional de 20 de março de 2020 reconheceu o estado de calamidade pública.
TELETRABALHO ANTES DA PANDEMIA
É por isso que o Brasil não optou por esse meio-termo entre trabalho autônomo e trabalho braçal, mas optou por classificar o teletrabalho na categoria de trabalho braçal.18. Os memorandos da OIT sobre trabalho e família são baseados na série de Fichas de Trabalho e Família do Programa de Condições de Trabalho e Emprego (TRAVAIL).
TELETRABALHO DEPOIS DA PANDEMIA
Alteração da regra do art. 468 VCLT, no sentido de renovação contratual bilateral, art. 4º da MP 927 permite que o empregador altere unilateralmente, ou seja, pelo jus variandi do empregador, o regime de trabalho presencial para teletrabalho. Devido à redação confusa dos parágrafos do art. 4º do Deputado discute a possibilidade ou não de controle de horário pelos teletrabalhadores.
DIREITOS FUNDAMENTAIS DO TELETRABALHADOR EM TEMPOS DE PANDEMIA
A princípio pode excluir quem está despreparado para o trabalho, ao invés de ser uma forma de inclusão. Em termos de riscos, temos a dificuldade de garantir a supervisão do teletrabalhador no trabalho, mas também uma obrigação de todos cuidarem do ambiente de trabalho.
A IMPORTÂNCIA DA NEGOCIAÇÃO COLETIVA
Em consulta ao Sistema de Mediação Coletiva de Trabalho – MEDIADOR45, do Ministério do Trabalho e Emprego, foram encontradas 210 escrituras coletivas vigentes de a e inclusive cujo título continha a palavra. Disponível em: https://genjuridico.jusbrasil.com.br/artigos/822599511/o -direito -coletivo -do- -trabalho -em -tempos -de -coronavirus.
CONCLUSÃO
É também oportuno que os sindicatos aproveitem a experiência da telemática para testar práticas não só de regulamentação dos direitos dos teletrabalhadores, mas também de proteção e prevenção de conflitos e repressão de comportamentos antissindicais que possam surgir num futuro próximo, relacionados com o trabalho remoto . Enquanto perdurar a necessidade de isolamento, ainda que de forma intermitente, a negociação coletiva para a implementação do trabalho remoto apresenta-se como um instrumento versátil para ajustar as peculiaridades de cada categoria económica e social e promete ser ferramentas importantes para a eficácia da medida deste regime. .
ÍNDICE BIBLIOGRÁFICO
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT Notas, trabalho e família n.5: Alternativas que podem facilitar a conciliação entre trabalho e família. ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO E EUROFOUND – Relatório “Trabalhar a qualquer hora, em qualquer lugar: os efeitos no mundo do trabalho”.
Mediação penal e a valorização da vítima
A MEDIAÇÃO PENAL EM PORTUGAL E O PAPEL DA VÍTIMA
Para delinear os aspetos gerais da mediação penal no ordenamento jurídico português, terá como ponto de partida a Lei n.º 21/07, de 12 de junho, que regula a mediação penal na fase de inquérito9. Caracterização geral da mediação penal em Portugal: análise da Lei n.º 21/07, de 12 de junho, que criou o regime da mediação penal em processo penal.
MACHADO, Pedro Sá – «Mediação Penal-Restaurativa e Processo Penal-Consensual: uma discussão da verdade a partir da Lei n. 21/2007, de 12 de junho". 17 Conforme ensinado em: CORREIA, João Conde – “O papel do Ministério Público no regime jurídico da mediação penal”.
O papel da vítima na mediação penal em Portugal
- A MEDIAÇÃO PENAL NO BRASIL E O PAPEL DA VÍTIMA
Atualmente, falta prestígio à mediação criminal na fase de investigação em Portugal54. A doutrina defende que dois dos maiores entraves à popularização da mediação penal são a cultura do litígio e a desconfiança dos operadores judiciários55.
Caracterização geral da mediação penal no Brasil: análise conjunta da Resolução n. 125/10, de 29 de novembro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Ato. 67 As “portas” de acesso são diplomas normativos cuja interpretação e aplicação sistemática possibilitam a aplicação de formas de justiça restaurativa, principalmente a mediação penal, que não possuem regras específicas no Brasil (PINTO, Hélio Pinheiro - «A Mediação Penal no Brasil e o Princípio de Reserva de Jurisdição..», p. 149).
O papel da vítima na mediação penal no Brasil
Por outro lado, no Brasil há uma disseminação de normas e a implementação da mediação penal depende de denominações. MAGALHÃES, Inês Filipa Rodrigues de – «O princípio da reserva judicial no âmbito da mediação penal em Portugal».
A especialização do advogado em violência doméstica
Intróito
Existe, portanto, um elo fundamental que une, ainda que de forma oposta, o advogado da vítima de violência doméstica. Em suma, o papel do advogado representa para a vítima de violência doméstica uma espécie de baluarte defensivo indispensável (por vezes até o último) para afastar o autor do crime.
Problemática
Além dos registros públicos, são publicados relatórios de organizações não governamentais (ONGs)10, que se dedicam ao apoio às vítimas de crimes e abrangem situações de violência doméstica. A esse respeito consultar: Rija, Daniel; Capinha, Marta - "Reabilitação de Violentos Domésticos: Dos Modelos Tradicionais de Reabilitação ao Programa Português para Vítimas de Violência Doméstica (PAVD)".
Conceitualização
A partir da combinação das prescrições elencadas, torna-se viável a construção de um conceito mais robusto de violência doméstica. Na dimensão subjetiva, a violência doméstica assenta nas relações pessoais, que podem assumir o grau de parentesco (por exemplo, a relação entre cônjuges ou entre pais e filhos, embora a relação entre o progenitor e os descendentes em linha reta não possa ultrapassar primeiro grau), ou não (por exemplo de facto ou em namoro).
Tutela da vítima de violência doméstica
O Despacho n.º publicado em Diário da República, 2.ª série, – n.º 91 – de 11 de maio de 2011, estabeleceu “os critérios de atribuição do estatuto de vítima, pela Comissão para a Cidadania e Igualdade, às vítimas de violência doméstica”. Neste sentido, o Aviso n.º publicado em Diário da República, 2.ª série – n.º 150 – 5 de agosto de 2008) estabeleceu o regime de isenção de taxas de utilização para vítimas de violência doméstica.
Apoio técnico-jurídico prestado à vítima de violência doméstica
A título de exemplo, a vítima de violência doméstica pode ser parte activa ou passiva - para além do processo criminal - em processos (por vezes de natureza preventiva, por vezes definitiva) de divórcio, pensão alimentícia, regulação do poder paternal ou promoção e proteção de menores (quando estiverem sob sua responsabilidade), partilha de bens, insolvência pessoal, execução duma hipoteca, despedimento, despejo de habitação, etc. º 59/2007 e é expressão da máxima protecção da dignidade da pessoa humana (artigo 1.º da CRP).
A especialização do advogado em violência doméstica
Finalmente, a especialidade de advocacia em “Lei de Igualdade de Gênero” não é consistente com a violência doméstica. Por fim, existem suspeitas de impedimentos à inclusão da violência doméstica no referido rol de especialidades do advogado.
Considerações ad futurum
A especialização do advogado em violência doméstica EMANUEL CARVALHO. repita) necessária e recíproca para a harmonia da relação, e se eleva na medida de. É sabido que existem muitos profissionais imprescindíveis para o atendimento e proteção das vítimas de violência doméstica.
O Intervalo Descompassado entre a vigência e a efetividade da norma – A (Re)emergência
- Da atualidade do tema – notas introdutórias
- Uma brevíssima aproximação ao problema ou uma leitura kelsiana do artigo 40.º do Código Penal
- O Desiderato da (Re)socialização – uma questão nova ou uma velha questão?
- O intervalo descompassado entre a vigência e a efetividade – a (re)colocação do problema
- Um Direito à (Res)Socialização
- Conclusões – notas finais
É precisamente aqui que procuraremos mostrar a contradição em que se enreda o artigo 40.º, n.º 1 do Código Penal. E nem mesmo a aplicação do efeito catalisador da reabilitação pode desvirtuar o que se faz com a aplicação da pena de prisão.
ARGUIÇÕES TESES DOUTORAMENTO
O exercício do direito fundamental de manifestação: a ingerência pelas
- Reserva de ordem formal: Da divisão e organização do trabalho, atendendo aos objectivos da investigação
- Do conceito do Direito Constitucional no Século XXI
- Do conceito de Ordem Pública
- A questão da segurança como valor a proteger e o princípio da segurança jurídica A Mestre Ana Robalo parece confundir a segurança, enquanto valor a tutelar pelo
- Da questão das compressões ao direito de manifestação por via legal
- Da questão do aviso prévio
- Neste contexto, permito-me relembrar dois casos apreciados pelo TEDH
- Da questão do uso de certos equipamentos em manifestações
- Da questão da interrupção ou proibição da manifestação
- Da questão dos 100 metros exigidos pela actual lei
- Da questão da responsabilização dos organizadores ou promotores de uma manifestação pelos danos materiais causados ao património público em
A primeira parte trata do direito de manifestação no contexto de um Estado Democrático de Direito. O candidato parece nos oferecer o entendimento de que o direito de manifestação é um direito de natureza coletiva.
O exercício do direito fundamental de manifestação: a ingerência
Exercício do Direito Fundamental à Manifestação: Interferência das Forças de Segurança MANUEL MONTEIRO GUEDES VALENTE. Exercício do Direito Fundamental à Manifestação: Interferência das Forças de Segurança MANUEL MONTEIRO GUEDES VALENTE.
COMENTÁRIOS DE LEGISLAÇÃO
COMMENTS ON LEGISLATION AND JURISPRUDENCE
O aproveitamento ilícito da semelhança com a marca de prestígio – O acórdão Gullón-OREO
Gullón baseou seu recurso nos seguintes argumentos em relação à primeira marca anterior: (1) Falta de caráter distintivo na forma do wafer; (2) falta de prestígio; (3) Nenhuma semelhança e (4) nenhum preconceito. Nessa situação, o requerente aproveitará o prestígio e o investimento na publicidade da marca anterior para vender seu próprio produto9.
NOTÍCIAS
NEWS
5 Conselho Europeu de Proteção de Dados, “Declaração sobre o processamento de dados pessoais no contexto do surto de COVID-19”, (https://edpb.europa.eu/sites/edpb/files/files/file1/edpb_statementreopeningbordersanddataprotection_. 7 Nacional Comissão de Proteção de Dados, «Orientações sobre a recolha de dados de saúde dos trabalhadores], (https://www.cnpd.pt/home/covid19/covid19.htm), p.
RECENSÕES
REVIEWS
Quanto à análise crítica, VALENTE, Manuel Monteiro Guedes - Direito Penal do Inimigo e o Terrorismo - O "Progresso para o Retrocesso". 7 Reinhart Maurach e Heinz Zipf apud Valente, Manuel Monteiro Guedes – Direito Penal: Fundamentos Político-Criminais, Lisboa: Edição de Autor, 2017, p.