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REVISTA JURÍDICA DA UNI7

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Academic year: 2023

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UFPE, Programa de Pós-Graduação em Direito, Recife, PE, Brasil Prof. dr. Laura Souza Lima e Brito. UNI7, Programa de Pós-Graduação em Direito, Fortaleza, CE, Brasil Prof. dr. Rosângela Lunardelli Cavallazzi.

Sumário

Legal Pluralism Faced with the Crisis of the Monist Model of State: Preliminary Points Tuana Paula Lavall. The early years of inheritance tax in Roman law.

DESENVOLVIMENTO E TRABALHO

TUTELA DO AMBIENTE LABORAL

PRODUTOR E DISTRIBUIDOR DE ENERGIA

PROTEÇÃO DO AMBIENTE DE TRABALHO RESPONSÁVEL PELA PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA: CONSEQUÊNCIAS DE SUA NATUREZA AMPLIADA. O mesmo deve se aplicar ao ambiente de trabalho responsável pela produção e distribuição de energia.

O PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE E O PROBLEMA DA TRANSMISSÃO DE

Pode-se citar como exemplo a mancipatio, uma das mais importantes formas de publicidade do direito privado romano, uma espécie de forma arcaica de registro fundiário. A criação do direito privado na Grécia clássica está diretamente relacionada à consolidação das instituições e práticas democráticas.

PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DAS MULHERES

DESAFIOS PARA A EQUIDADE

Legislação se aprende por meio da legislação, e para que as mulheres possam atuar de forma efetiva e adequada nos espaços de poder, é fundamental que elas ocupem esse espaço. No entanto, a forma como as mulheres adentram os espaços de poder não é totalmente responsável por sua atuação.

Tabela 1 - Distribuição das deputadas, por tipo de capital político - Brasil, 1987 a 2002  TIPO DE CAPITAL POLÍTICO  N° ABSOLUTO  %
Tabela 1 - Distribuição das deputadas, por tipo de capital político - Brasil, 1987 a 2002 TIPO DE CAPITAL POLÍTICO N° ABSOLUTO %

A PERDA DA MULTIPROPRIEDADE IMOBILIÁRIA POR USUCAPIÃO

O terceiro tipo de propriedade múltipla é considerado por aqueles que defendem a natureza de direito pessoal para o instituto analisado. 113 do Código Civil."; IV Jornada de Direito Civil - Súmula 303: "O justo título, em razão da relativa presunção de boa-fé do possuidor, considera-se causa equitativa que o habilita à aquisição decorrente da posse, seja ela concretizada em regime público ou privado instrumento ou não. A declaração 499 foi cancelada."; VII consulta de direito civil - Enunciado 596: "Edificação em condomínio pode adquirir a propriedade por posse.". http://www.cjf.jus.br/enuncios/pesquisa/. resultado).

O IPVA E AS POLÊMICAS EM TORNO DA ABRANGÊNCIA DA EXPRESSÃO “VEÍCULOS

11 O que se defende aqui é que os pronunciamentos do STF parecem ter uma conotação muito maior de história jurídica do que de direito positivo. 155 da CF, mas com base na forma como a arrecadação é distribuída, o que é um retrocesso para a jurisprudência. Isso porque o movimento não se dá do texto legal para a realidade: é exatamente o sentido contrário que se dá.

O CONTEÚDO NORMATIVO DOS PRINCÍPIOS ORIENTADORES DA

Princípio da autonomia da vontade

O princípio da autonomia está previsto no Código de Processo Civil9 e na Lei da Mediação (como princípio da autonomia da vontade das partes)10. Em segundo lugar, o princípio da autonomia da vontade também diz respeito à norma que permite que o próprio processo de mediação seja alterado à vontade das partes para se adequar às particularidades do litígio14. 12 O Código de Processo Civil prevê a possibilidade de não realização de audiência de conciliação quando ambas as partes, inclusive as co-partes, manifestarem desinteresse pela solução amigável (art. 334, §4º, I).

Princípio da boa-fé

187 do Código Civil26, “a boa-fé assume função análoga à figura do abuso de direito, não admitindo conduta que contrarie o dever de agir com lealdade e honestidade, pois somente assim o contrato cumprirá a função social dele esperada ". 27. Pelo exposto, o princípio da boa-fé parece ser plenamente aplicável em suas modalidades subjetiva e objetiva no procedimento de mediação. Na modalidade objetiva, o princípio da boa-fé impõe ao mediador o dever de zelar pela preservação da honestidade mútua entre as partes – tanto na condução da mediação quanto na interpretação das questões subjacentes ao conflito e dos termos do acordo celebrado.

Princípio da busca do consenso

Em P1, o princípio da busca de consenso significaria o dever do mediador de esclarecer ou estimular o esclarecimento dos mal-entendidos e mal-entendidos que estão por trás do conflito. Em P2, o sentido normativo do princípio da busca de consenso refere-se ao próprio dever de promover a composição de conflitos. É interessante notar que o princípio da busca de consenso, entendido como em P2, pode ser prejudicado pelo incentivo de que o mediador deve chegar ao maior número possível de acordos para priorizar sua avaliação pericial36.

Princípio da competência

Genacéia da Silva Alberton, na qualidade de coordenadora do Núcleo de Estudos de Mediação da Escola Superior de Juízes do Rio Grande do Sul, defendeu a exclusão do princípio da busca de consenso da Lei de Mediação por constatação semelhante. É também nova a lei da mediação, que introduz outra condição para o exercício da função de mediador na magistratura: a obtenção de um diploma “há pelo menos dois anos em estabelecimento de ensino superior reconhecido pelo Ministério da Educação”41. Além disso, a Lei da Mediação também se diferencia ao exigir que a instituição que oferece o curso de formação seja reconhecida apenas pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Juízes.

Princípio da confidencialidade

O dever de sigilo é imposto não apenas ao mediador, mas também “às partes, seus representantes, advogados, assessores técnicos e demais pessoas de sua confiança, que tenham participado direta ou indiretamente do procedimento de mediação”50. Ainda respeitando o dever de confidencialidade, a Lei da Mediação determina que, no caso de mediação extrajudicial, cuja previsão contratual não esteja completa, a necessidade de “local adequado para reunião que possa incluir informação confidencial”. Por fim, a Lei de Mediação estipula que as informações relacionadas com o procedimento de mediação não serão admitidas como prova em processos arbitrais ou judiciais se forem utilizadas em violação das regras de confidencialidade que as protegem57.

Princípio da decisão informada

De forma a respeitar e compreender o princípio da confidencialidade por parte dos intervenientes no procedimento de mediação, a Lei da Mediação prevê ainda o dever do mediador de “advertir as partes sobre as regras de confidencialidade aplicáveis ​​ao procedimento” no início do procedimento. primeira reunião de mediação e sempre que necessário55. A primeira norma é derivada quando se assume que os "direitos" e o "contexto fático" mencionados na declaração são os elementos que constituem apenas o procedimento de mediação. Nesta primeira interpretação, a norma seria entendida como um dever imposto ao mediador de informar as partes sobre as regras que regem a mediação, tais como a obrigação de sigilo, hipóteses de obstrução, etc., bem como o contexto específico da mediação . em relação ao processo judicial, caracterizado em especial pela falta de solução imposta pela punição.

Princípio do empoderamento

Aqui, a norma seria entendida como um dever atribuído ao mediador de esclarecer as partes sobre os elementos que configuram o conflito e os direitos que cada uma delas possui, teoricamente60. De certa forma, o conteúdo semântico do termo empoderamento se aproxima do princípio da autonomia da vontade, mas correspondem a normas distintas como princípios norteadores da mediação. O princípio do empoderamento, por outro lado, está relacionado ao dever do mediador de estimular as partes a perceberem a experiência da mediação como uma experiência pedagógica, como um momento de reconhecimento das possibilidades de resolução de conflitos futuros de forma consensual e extrajudicial. ajuda.

Princípio da imparcialidade

Em caso de qualquer motivo de obstrução ou suspeita, o Código de Ética determina o dever do mediador de comunicar o fato aos envolvidos, interromper a sessão e solicitar sua substituição76. Art. 74 As hipóteses de obstrução estão elencadas no Código de Processo Civil nos seguintes termos: Art. 75 As hipóteses de suspeição estão elencadas no Código de Processo Civil nos seguintes termos: Art. 74º.

Princípio da independência

A Lei da Mediação, embora não repita os enunciados que prescrevem ações para o mediador que se obstrui ou é suspeito de se obstruir, não só é compatível com o Código de Ética e o Código de Processo Civil, como também inova por meio de mais um dever do mediador : a de “divulgar às partes, antes de aceitarem a função, qualquer fato ou circunstância que possa suscitar fundadas dúvidas sobre sua imparcialidade para mediar o conflito, caso em que poderão ser recusados ​​por qualquer uma delas”80. Caso o mediador atue quando isso ocorrer ou houver suspeita, sua atuação será apurada em processo administrativo que poderá acarretar sua exclusão81. A desaprovação da sua obstrução ou suspeita pode ser feita por qualquer pessoa e não apenas pelas partes na mediação82.

Princípio da informalidade

Princípio da isonomia entre as partes

Princípio da oralidade

Princípio do respeito à ordem pública e às leis vigentes

  • Respeito à ordem pública
  • Respeito às leis vigentes

Mesmo com tais tentativas de racionalização, os significados do conceito de ordem pública permanecem muito amplos e imprecisos. No entanto, isso não significa que a noção de ordem pública tenha realmente conferido esse tipo de discricionariedade a árbitros e juízes. O que se encontra aqui é apenas a possibilidade de abuso com base em um suposto dever de proteger a ordem pública.

Princípio da validação

Pode acontecer, por exemplo, que uma aparente semelhança nas declarações leve a conclusões errôneas sobre a regulamentação de determinado aspecto da mediação. Núcleo de Estudos em Mediação no Rio Grande do Sul e Propostas Legislativas na área de Mediação. Quadros normativos da mediação entre particulares na esfera civil: o alcance e as relações de complementaridade, subsidiariedade e incompatibilidade.

O PLURALISMO JURÍDICO FRENTE À CRISE DO MODELO MONISTA ESTATAL

APONTAMENTOS INTRODUTÓRIOS

Entendendo que o pluralismo jurídico contempla os elementos supracitados, passemos a uma breve digressão histórica sobre suas origens. Wolkmer segue uma linha de pensamento semelhante quando distingue duas estratégias essenciais para realizar o pluralismo jurídico. Para tanto, elegeu-se como principal referencial teórico da pesquisa as contribuições de Antonio Carlos Wolkmer sobre o pluralismo jurídico democrático-participativo.

FUNÇÃO SOCIAL/SOLIDÁRIA DA EMPRESA NOS NEGÓCIOS VIRTUAIS

Estendida à empresa, a ideia da função social da empresa tem grande impacto prático na transformação do direito empresarial brasileiro. A função social da empresa, que decorre do princípio da função social da propriedade, resulta no cerceamento da livre iniciativa. Exclusão de sócio incompetente em sociedade limitada: análise à luz do princípio da função social da empresa.

LA INFLUENCIA DEL DERECHO DE

FAMILIA EN LA POSICIÓN DEL CÓNYUGE SUPÉRSTITE EN EL ORDEN DE

LLAMAMIENTOS EN LA SUCESIÓN AB INTESTATO: EVOLUCIÓN HISTÓRICA

De ahí la imparable tendencia a favor de una mejora de la posición del cónyuge viudo en el orden de prelación de la sucesión intestada. 38 JIMÉNEZ LIÉBANA, «La mejora de la posición del cónyuge viudo en la sucesión intestada del Código Civil», cit., p. NAVAS NAVARRO, «La sucesión intestada de la Generalitat de Cataluña», Calendario de Derecho Civil, vol.

LOS INICIOS DEL IMPUESTO SUCESORIO EN EL DERECHO ROMANO

Afectó sobre todo a la gente de la nobilitas senatorial, simpatizantes del tirano norte. E., “Una Limitación de la Capacidad de la Mujer en el Campo Sucesorio: La Lex Voconia”, en Mulier. No se conoce la fecha en que se creó el impuesto de sucesiones, pero se cree que es de la época de la dinastía Lagida.

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Tabela 1 - Distribuição das deputadas, por tipo de capital político - Brasil, 1987 a 2002  TIPO DE CAPITAL POLÍTICO  N° ABSOLUTO  %
Tabela 2 - Quantitativo de proposições sobre a mulher por comissão permanente

Referências

Documentos relacionados

A presente explanação conceitua o meio ambiente do trabalho como pertencente ao regime sistemático do Direito Ambiental, enfatizando que esse ambiente não está restrito ao local