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ANÁLISE JURÍDICA SOBRE A FAMÍLIA NO

Princípios Constitucionais do Direito de Família

Princípio da Proteção Integral da Criança e do Adolescente

A Declaração dos Direitos da Criança estabelece vários princípios, incluindo o princípio da protecção especial para o desenvolvimento físico, mental, moral e espiritual e o princípio da educação gratuita e obrigatória. À luz da proteção integral, as crianças e os adolescentes têm o direito de que os adultos façam coisas em seu benefício8”.

Estatuto da Criança e do Adolescente

Toda criança ou jovem tem direito à criação e educação em família e, excepcionalmente, em família substituta, que garanta a convivência familiar e comunitária em ambiente sem a presença de dependentes de drogas. Dessa forma, podemos observar o desenvolvimento do direito de família moderno com o objetivo de preservar amplamente os interesses dos familiares, especialmente daqueles que são mais vulneráveis ​​devido à sua juventude e à sua condição de ser humano em formação. .10.

BREVES CONSIDERAÇÕES SOBRE A

Conceito de Responsabilidade Civil

Qualquer atividade que cause prejuízo traz consigo, como fato social, o problema da responsabilidade. É justamente o interesse em restabelecer a harmonia e o equilíbrio violados pelo dano que constitui a fonte geradora da responsabilidade civil”. Para Diniz, a responsabilidade civil nada mais é do que a aplicação de medidas que obriguem uma pessoa a reparar danos morais ou patrimoniais causados ​​a terceiros, em razão de ato praticado por si, por pessoa por quem é responsável, ou de algo pertencentes a eles ou simples imposição de lei.

Em especial, o dano moral é o pressuposto mais relevante da responsabilidade civil, pois não se pode discutir a indenização sem que ela tenha ocorrido. O dano moral seria aquele dano que não tem natureza patrimonial, ou seja, todo dano moral. Para quem prefere um conceito positivo, dano moral é dor, vergonha, sofrimento, desconforto, humilhação – enfim, dor da alma14.”

Dessa forma, devido à imprecisão da terminologia utilizada pelo legislador, que deveria ter utilizado o termo extrapatrimonial em vez de moral, o dano moral é entendido em sentido amplo, abrangendo subespécies, e dentre elas está o dano psicológico.

Evolução histórica da Responsabilidade Civil

A origem do instituto da responsabilidade civil provém do direito romano e baseia-se no conceito de vingança pessoal, forma certamente rudimentar mas compreensível do ponto de vista humano como resposta pessoal legítima ao dano sofrido. O conceito de responsabilidade pode ser retirado da origem da própria palavra, que vem do latim responder, responder a algo, ou seja, a necessidade de responsabilizar alguém por suas ações danosas. A responsabilidade civil costuma ser classificada pela doutrina com base na culpa e na natureza jurídica da norma violada.

Outras gerações viveram a revolução política, econômica e social que num passado não tão distante, na Lei de 1916, nossa legislação se baseava praticamente em uma cláusula única de responsabilidade civil, que era o artigo 159, onde seu fator principal, principal e exclusivo fator foi a culpa de alguém ter demonstrado negligência e causado dano, deve haver culpa e culpa comprovada. Actualmente, a culpa ainda não é considerada um elemento necessário da indemnização, ou seja, a responsabilidade é objectiva, pois não requer uma análise da culpa. Na época em que foram elaborados os 04 Códigos de Ur Manu, Manu e a Lei das XII Tábuas, a responsabilidade era objetiva, desconsiderando a verificação da existência de culpa.

Assim, embora reflexivo, o atual Código Civil e especialmente o revogado Código Civil de 1916, cuja vigência se estendeu até 2002, teve aquele Códice como fonte inspiradora, levando ao início da teoria da culpa como regra na área da responsabilidade civil..

Elementos da responsabilidade civil

  • Ação ou omição
  • Culpa ou Dolo do agente e a imputabilidade
  • Relação da causualidade
  • Dano

Dito isto, na turma deste ilustre professor, a indemnização é a consequência de um ato ou omissão que viola um dever legal, contratual ou social, se praticado com abuso de direito. A intenção é entendida como a intenção do agente de “cometer violação de direitos” e culpa quando o agente age com “falta de diligência”, e a culpa se apresenta nas formas muito leve, leve e grave. A teoria subjetiva defende que o elemento culpa é, via de regra, uma das condições necessárias para a responsabilidade civil.

Enquanto na teoria subjetiva, culpa genérica ou lato sensu, que inclui dolo e culpa em sentido estrito, o princípio norteador, via de regra, é necessário para o pedido de indenização, na teoria objetiva da responsabilidade civil acrescenta-se a conduta humana à disposição legal a responsabilidade sem culpa ou por atividade de risco constitui o nexo causal que exige a indenização, nos termos do disposto no parágrafo único do art. 186, CC, ao mesmo tempo que acolhe a responsabilidade objetiva no artigo seguinte que regulamenta o abuso de direito e também a adota, na Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), o art. 26 TEPEDINO, Gustavo e SCHREIBER, Anderson, A Garantia da Propriedade no Direito Brasileiro, in Revista da Faculdade de Direito de Campos, nº 6, 2006.

O abuso de direito consiste em ato jurídico com finalidade legítima, mas sua execução, realizada de forma indevida, produz resultado considerado ilegal”28.

CIVIL DOS GENITORES PELO

Deveres dos genitores na formação dos filhos

Entre os deveres da família para a boa concretização dos direitos das crianças e jovens estão o registo da criança e o seu direito ao estado de parentesco, o dever de autoridade parental e o direito fundamental a ser cuidado, o dever de criar e educar a criança, e o seu direito à educação e à profissionalização, o dever de sustento e assistência material e imaterial e o direito ao afeto. O dever de guarda devido aos pais e tutores do menor é exercido de forma ordinária ou natural pelos pais e filhos, nos termos do artigo 22.º do ECA. Não só o dever de fornecer alimentação ou vestuário, vai muito além disso, tornando o menor titular de seus direitos.

O dever de criar e educar a criança dentro das limitações relevantes como pessoa em desenvolvimento está incluído no Artigo 229 da Constituição. A Lei Federal estabelece que “os pais têm o dever de ajudar, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e apoiar os pais na velhice, necessidade ou doença”.32. Portanto, os pais têm o dever de matricular seus filhos em uma escola para que possam contribuir para sua educação na sociedade.

Se o dever de apoio material ou imaterial não for cumprido, os pais serão punidos pelo tribunal para crianças e jovens.

Princípio da autonomia da família e o princípio da intervenção do

Deve haver incentivos por parte para garantir o cumprimento dos direitos fundamentais e a protecção especial que estes oferecem aos menores. Deve haver uma reforma na lei e na consciência da família, da sociedade e do Estado, dada a extrema importância da adequada implementação dos direitos das crianças e adolescentes. O grande desafio do legislador, do juiz e do jurista é encontrar o ponto de equilíbrio.

Abandono afetivo

Por outro lado, há quem defenda que na verdade é dever dos pais demonstrar afeto. Entre os deveres paternos imperdoáveis ​​estão a assistência moral, psicológica e afetiva, e quando os pais ou apenas um deles deixa de exercer o verdadeiro e mais sublime de todos os sentidos de paternidade, no que diz respeito à convivência e à relação entre pai e filho. , especialmente quando os pais estão separados, ou no caso de pais solteiros, em que um dos ascendentes não assume a relação efectiva de progenitor, e prefere deixar o filho no mais completo abandono sem exercer o dever de cuidado, tem em em relação aos seus filhos, cuja expressão representa uma atitude de ocupação, preocupação, responsabilidade e envolvimento com o outro"; diante do descuido em situações de dependência e necessidade, o abandono afeta definitivamente a saúde psicológica do filho rejeitado37.". Presume-se que existe o dever de reparar e substituir quando alguém causa ferimentos ou danos a uma pessoa, mesmo que a pessoa tenha agido intencionalmente ou por negligência.

A falta de qualquer uma dessas ajudas, em termos de sustento em si, deve ser prestada pelos pais, onde essa falta pode gerar graves transtornos psicológicos na vida dos filhos, já que não é tão difícil pedir pensão alimentícia na Justiça, mas a tarefa de amar e dar amor torna-se um pouco mais complexa. Acontece que a aplicação dos princípios da responsabilidade civil nas relações em causa independe de alterações na legislação nacional, dada a existência da previsão do artigo 186.º do Código Civil de que todo cidadão tem o dever de indemnizar qualquer dano causado aos outros pelo seu comportamento .voluntário e consciente. O incumprimento do dever de diligência deve ser sanado do ponto de vista jurídico, salvo se for considerado ato ilícito contrário ao direito da personalidade e ao princípio da dignidade da pessoa humana, com indemnização determinada por lei.

Quanto às discussões nos tribunais, notamos que o direito de família em relação ao abandono afetivo deve ser avaliado detalhadamente, pois o dever de cuidado deve estar bem explícito na ação, sobre o direito violado, sobre as provas documentais e testemunhais, uma vez que esta é um direito imaterial (afetivo) que não é sentido por ninguém, exceto pela pessoa rejeitada que está sofrendo.

RESPONSABILIDADE CIVIL EM RELAÇÃO AOS

Posicionamentos ao dever de indenizar

É importante mencionar que existem projetos de lei que visam regulamentar a matéria, entre eles o Projeto de Lei nº 700 de autoria do senador Marcelo Crivela, que atualmente tramita na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, que visa alterar da criança e do adolescente (Lei nº 8.069/90), caracterizar o abandono moral como infração civil e penal, a fim de garantir a aplicação dos princípios da responsabilidade civil na relação entre pais e filhos. Outro projeto de lei que trata do abandono afetivo é o que tramita atualmente na Câmara dos Deputados, que pretende acrescentar um parágrafo único ao art. Com base no princípio da dignidade humana, a criança abandonada ou rejeitada é dotada de integridade e deve ser respeitada e reconhecida como tal, como pessoa dotada de direitos de personalidade, garantidos por lei.

Uma vez violados e causando sofrimento ou emoção grave, devem ser compensados ​​não só pelo seu valor monetário, mas também pelo não cumprimento de obrigações que fazem parte da força da família, e também como forma de evitar que outros futuros pais de abandonar emocionalmente seus filhos. Dentre todos os ramos do direito, o direito da família pode ser considerado o mais variável, pois é totalmente dependente do acompanhamento do desenvolvimento da sociedade. Renovação das famílias, novos tipos de família protegidos pelo ordenamento jurídico, um novo conceito de família baseado na afetividade, família socioafetiva, poder da pátria que se tornou poder familiar e uma grande e grande mudança, o amor como vínculo nas relações.

A natureza patrimonial, dentre todas as consequências, destaca-se, mas é preciso considerar a responsabilidade pelos laços afetivos que serão levados em conta com esta nova visão da afetividade.

Referências

Documentos relacionados

Não é objetivo deste artigo se posicionar de maneira negativa e criar impeditivos para que os pais divulguem momentos da vida de seus filhos, visto que, há o direito de liberdade de