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Secretaria de Estado de Esportes e da Juventude

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Academic year: 2023

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ANÁLISE DA QUALIDADE DOS INDICADORES NOS RESULTADOS DO ACORDO NA PERSPECTIVA DO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS. ANÁLISE DA QUALIDADE DOS INDICADORES NA ACORDAÇÃO DE RESULTADOS NO MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DA SEEJ-MG.

A Gestão para Resultados

Na contratação de resultados no setor público, a relação principal x agente é vista através da relação entre políticos e burocratas, com uma inovação no controle, que passa a ser a posteriori, diferentemente do modelo burocrático. O Acordo de Resultados de Minas Gerais será estudado com mais profundidade no próximo tópico.

FIGURA 1 - A Gestão para Resultados no setor público
FIGURA 1 - A Gestão para Resultados no setor público

O Acordo de Resultados em Minas Gerais

A criação do Contrato de Desempenho no âmbito do Poder Executivo ocorreu em 2003 com a Lei nº. Em 2008, houve uma reestruturação do Contrato de Desempenho por meio da Lei 17.600 e do Decreto nº.

A Definição e o Monitoramento das Metas e Indicadores

Um ponto de grande importância na definição e acompanhamento dos objetivos e indicadores é a participação dos envolvidos na implementação das políticas públicas. É necessário apoiar, no próximo capítulo, a análise dos indicadores de concordância de resultados na perspectiva do monitoramento e avaliação das políticas públicas da SEEJ.

Histórico

Assim, em meados da década de 1980, o desenvolvimento e a utilização de indicadores sociais estagnaram, com ênfase apenas nos aspectos económicos (RUA, 2007). No Brasil, o uso sistemático de indicadores sociais como ferramenta de planejamento ocorreu apenas recentemente, em meados da década de 1970.

Conceito, Classificação e Propriedades Desejáveis do Indicador Social

Conceito

Assim, de acordo com as diretrizes deste plano, o Conselho de Desenvolvimento Social, criado em 1974, propôs a construção de um sistema de indicadores sociais e de informações periódicas que o alimentasse. O IBGE foi responsável pela organização e operação do sistema de indicadores sociais, que já havia instituído internamente o Grupo de Projetos de Indicadores Sociais (SANTAGADA, 2007). Este trabalho centra-se na utilização de indicadores derivados deste novo conceito de gestão, a chamada gestão por resultados, analisada no capítulo anterior.

Pela sua especificidade e congruência com o tema, o conceito a ser utilizado neste trabalho será o citado por Januzzi (2006), enfatizando a utilidade dos indicadores sociais como subsídios para atividades de planejamento governamental e formulação de políticas governamentais. na importância programática do indicador. Contudo, as estatísticas podem fornecer subsídios para a construção de indicadores que permitam uma avaliação mais contextualizada da realidade social. No que diz respeito aos conceitos relacionados com indicadores, destaca-se o sistema de indicadores sociais, que pode ser definido como o conjunto de indicadores sociais que se referem a um aspecto da realidade social ou a uma área de intervenção programática.

Critérios de classificação

Os critérios de classificação do indicador e as suas propriedades desejáveis ​​foram, portanto, como disse, analisados ​​com base neste conceito com finalidade programática. Gestão do Fluxo de Implementação do Programa, que pode ser indicador de insumos, indicador de processo e indicador de produto; Tal como acontece com as definições do conceito de indicador social, os critérios de classificação apresentam algumas pequenas diferenças, mas possuem a mesma base teórica.

Segundo Januzzi (2006), as duas classificações consideradas importantes para a Formulação e Análise de Políticas Sociais e, portanto, utilizadas neste estudo, são aquelas que se referem à Gestão do Fluxo de Implementação de Programas e à Avaliação de Desempenho. Ao classificar a avaliação de desempenho, os indicadores podem ser diferenciados de acordo com a finalidade da avaliação: a eficiência das ferramentas e recursos utilizados, a eficácia no cumprimento das metas e a eficácia social das políticas públicas. Esses dois critérios de classificação são importantes na análise de indicadores do ponto de vista de monitoramento e avaliação de políticas públicas, pois permitem entender qual estágio de implementação da política está sendo medido (critério de gestão do fluxo de implementação) e que tipo de resultado está sendo obtido . medição (avaliação de desempenho).

Propriedades desejáveis

Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (2010), os numerosos imóveis listados por diversos pesquisadores foram divididos em dois grupos: imóveis principais e imóveis complementares. As propriedades essenciais são aquelas que qualquer indicador social deve possuir e devem ser sempre consideradas como critério de seleção, independentemente da etapa do ciclo de gestão em que se encontra a política pública (planejamento, implementação). Propriedades complementares também são importantes, mas sujeitas a análise de trade-off5, dependendo do que se pretende medir.

Devido a limitações de tempo, capacidade técnica e à importância dada por quase todos os autores pesquisados, apenas as propriedades consideradas essenciais por esta diretriz serão analisadas neste artigo, nomeadamente a validade, confiabilidade e simplicidade do indicador. A taxa de mortalidade infantil é um indicador mais valioso para avaliar o estado de saúde do que a percentagem de agregados familiares com água canalizada, por exemplo (JANUZZI, 2006). Existe uma dificuldade em formular indicadores que possuam todas as propriedades necessárias para serem considerados um bom indicador.

O uso dos indicadores sociais no monitoramento e avaliação das políticas

No contexto deste trabalho, é importante destacar a diferença entre a construção dos indicadores de primeira e segunda etapa do acordo de desempenho. No capítulo seguinte serão analisados ​​alguns indicadores do Acordo de Resultados da Segunda Etapa da SEEJ, enfatizando a qualidade e a utilização do indicador para monitoramento e avaliação de políticas públicas. A última seção apresenta uma análise da qualidade de alguns indicadores encontrados no Acordo de Resultados da Segunda Etapa da SEEJ.

Foram utilizados dois critérios para selecionar estas políticas: a relevância da política e o número de indicadores no acordo sobre os resultados da segunda fase. Portanto, as políticas públicas com maior número de indicadores foram selecionadas no acordo sobre os resultados da segunda fase. Para a análise documental, o principal documento examinado foi o acordo sobre os resultados da segunda fase do SEEJ 2010.

Apresentação

Integram também, no âmbito da administração indireta, a Administração dos Estádios do Estado de Minas Gerais (ADEMG), uma autarquia, e a Fundação Caio Martins, que tem por finalidade ajudar menores em situação de risco social. Desde a sua criação em 2007, a cada ano ocorre um aumento em números absolutos tanto no total de crédito autorizado quanto no valor das despesas pagas. Esse aumento também ocorreu em termos relativos, com aumento do percentual do valor das despesas liquidadas pela SEEJ em relação ao valor total das despesas liquidadas por todo o estado de Minas Gerais.

Em relação aos recursos destinados a este projeto, verifica-se também um aumento em termos absolutos ao longo dos anos e no percentual do valor das despesas liquidadas pelo projeto estruturante Minas Olímpica em relação ao total de despesas incorridas foi liquidado por toda a SEEJ, demonstrando o alcance do projeto perante a Secretaria de Estado do Esporte e Juventude. A Secretaria de Estado do Desporto e Juventude celebrou o Acordo de Resultados desde a criação da instituição, em 2007, ano em que a nota final, com a devida ponderação, foi de 8,59. Esse convênio é pactuado por todo o sistema operacional esportivo e juvenil, que, além da SEEJ, conforme estabelece o decreto 44.873 de 2008, inclui indiretamente a Administração dos Estádios do Estado de Minas Gerais (ADEMG) e a Fundação Educacional Caio Martins (FUCAM). unidades de administração vinculadas à Secretaria No Acordo de Resultados da Primeira Fase de 2010, foram acordados 24 objetivos, incluindo 4 indicadores finais, sendo 2 relacionados à taxa de execução de projetos estruturantes.

O AR de Segunda Etapa

O foco da análise deste trabalho são os indicadores do Acordo de Resultados da Segunda Etapa da SEEJ. A contratualização dos indicadores para pactuação de resultados na segunda fase ocorre entre a SEPLAG, as secretarias, as EAGEs e os líderes das equipes. De acordo com o curso “Indicadores para contratação” realizado pela Diretoria de Modernização da Gestão Central da SEPLAG, sete passos devem ser seguidos para a elaboração dos indicadores do acordo de desempenho.

Outro ponto relevante no Acordo de Resultados da Segunda Etapa da SEEJ é a diferença no número de indicadores por equipe para cada unidade. O relatório destas reuniões bimestrais também constitui um produto acordado pelo gabinete no Acordo de Resultados da Segunda Fase. Vale ressaltar que o acordo sobre o acordo de resultados da segunda fase e até mesmo a criação da própria Secretaria é muito recente e ainda requer maior maturidade, o que se confirma a cada ano.

FIGURA 5 – Mapa de contribuição das equipes para execução estratégica
FIGURA 5 – Mapa de contribuição das equipes para execução estratégica

Análise dos Indicadores do Acordo de Resultados de Segunda Etapa sob a

Projeto Vocação

  • Indicador “Número de jovens capacitados pelo Projeto Vocação”
  • Indicador “Percentual de jovens atendidos pelo Projeto Vocação que atuam na área

Percentual de jovens atendidos pelo Projeto Vocacional que estão atuando na área para a qual foram formados até doze meses após a conclusão”, conforme proposta da SEPLAG. Se concluirmos as qualidades essenciais desejáveis, o indicador “Número de pessoas formadas pelo Projeto Vocação” não é totalmente confiável. O indicador “Número de pessoas qualificadas no projeto vocacional” é, portanto, válido, simples e pouco confiável.

Indicador “Percentagem de jovens envolvidos no Projeto de profissões que atuam na área para a qual foram formados no prazo de doze meses após a conclusão do curso”, para a qual foram formados no prazo de doze meses após a conclusão do curso”. Assim, o indicador “Percentagem de jovens que estão envolvidos no Projeto Profissional e trabalham na área para a qual foram formados. A situação é mais complicada com o indicador “Percentagem de jovens envolvidos no Projeto Profissional que trabalham na área para a qual foram formados nos doze meses seguintes à conclusão do curso”.

FIGURA 7 –  Escritórios regionais do SENAR-MG
FIGURA 7 – Escritórios regionais do SENAR-MG

Programa Minas Olímpica Oficina de Esportes

  • Indicador “Número de Atletas do Programa Minas Olímpica – Oficina de Esportes
  • Indicador “Número de Atletas do Programa Minas Olímpica – Oficina de Esportes
  • Indicador “Parcerias com instituições de Ensino Superior que auxiliem na execução

Indicador “Número de atletas do programa Minas Olímpica - Oficina esportiva convocada pela federação esportiva deste esporte para a seleção de Minas Gerais” convocada pela federação esportiva deste esporte para a seleção de Minas Gerais”. O indicador “Número de atletas mineiros olímpicos – programa de oficinas esportivas convocados pela Federação Desportiva desta modalidade para a seleção de Minas Gerais” possui três propriedades essenciais desejáveis: validade, simplicidade e confiabilidade. Assim, percebe-se que o indicador “Número de atletas do programa Minas Olímpica – oficinas esportivas convocadas pela Federação Desportiva deste esporte para a seleção mineira” pode ser melhorado, embora contenha todas as qualidades essenciais desejáveis.

Indicador “Número de Atletas do Programa Minas Olímpica – Oficina de Esportes participantes de competições oficiais nacionais ou internacionais” participantes de competições oficiais nacionais ou internacionais”. O indicador “Número de Atletas do Programa Minas Olímpica – Oficina de Esportes participantes de competições nacionais e internacionais”, possui as três propriedades desejáveis ​​essenciais, validade, simplicidade e confiabilidade. Após a análise dos indicadores, centra-se na sua utilização pelos dirigentes do Programa Oficinas Esportivas Minas Olímpica.

O número de atletas do programa Minas Olímpica – oficinas esportivas convocados pela federação esportiva para a seleção mineira. Quantidade de atletas do programa Minas Olímpica – oficinas esportivas – participantes de competições oficiais nacionais ou internacionais.

FIGURA 8 –  Municípios parceiros do Programa Minas Olímpica Oficina de Esportes
FIGURA 8 – Municípios parceiros do Programa Minas Olímpica Oficina de Esportes

Imagem

FIGURA 1 - A Gestão para Resultados no setor público
FIGURA 2 – Etapas do Contrato de Resultados
FIGURA 5 – Mapa de contribuição das equipes para execução estratégica
FIGURA 7 –  Escritórios regionais do SENAR-MG
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Referências

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