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Academic year: 2023

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The current study aims to address the memory and experiences of the elderly in Youth and Adult Education, to know their careers and the reasons that led them to return to study. The aim of this work is therefore to analyze the memory of these elderly people from EJA in order to understand their educational and personal trajectories, and also to understand the problems, the expectations these students face in the classroom, and the importance of understanding the EJA modality. for these subjects.

INTRODUÇÃO

BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)

Em 1930, “a educação de adultos começou a definir de forma mais clara o seu lugar na história da educação no Brasil” (SEDUC, 2007). Desde então, o governo federal esteve ausente como coordenador nacional e promotor de políticas de alfabetização de jovens e adultos no Brasil.

OS IDOSOS NA EJA

  • O idoso e o processo de envelhecimento
  • Educação de idosos na EJA

Nesta fase da vida, os idosos passam por outras fases sociais associadas a algumas mudanças, como aposentadoria, viuvez, saída de filhos, chegada de netos, etc. Na verdade, a sociedade determinará o lugar e o papel que os idosos irão desempenhar (viver) na própria sociedade e, por outro lado, os idosos irão absorver (ou rejeitar), elaborar e recriar características culturais e ideológicas do espaço social em é o que eles vivem, vivem. Diante disso, os idosos são sujeitos que precisam ser valorizados e integrados em nossa sociedade, de forma que a velhice não seja algo bom ou ruim, mas algo em que o envelhecimento seja vivenciado à medida que o vivemos.

Portanto, nesta fase de grandes mudanças sociais, a educação torna-se uma tarefa importante para os idosos. Ao retomarem ou mesmo iniciarem os estudos, os idosos buscam conquistar o direito à educação formal que lhes foi negado, e já têm uma noção mais crítica de sua relação como outrora oprimidos e das forças de opressão que os afastaram dos estudos na época. uma idade comum. Não é apenas com o objectivo de conseguir um emprego melhor, uma qualificação mais adequada, que os idosos regressam à escola.

O objetivo é garantir maior qualidade de vida na velhice, onde os idosos de ambos os sexos, com mais de 60 anos, sejam motivados a se atualizarem e buscarem novos conhecimentos.

MEMÓRIAS E EXPERIÊNCIAS: CONCEITOS ARTICULADOS

Quando você coleta histórias de vida de um sujeito, essa é uma forma de ajudar a pessoa a se lembrar de seu passado. Em Heidegger (1987) encontramos uma definição de experiência em que esta exposição, esta receptividade, esta abertura, bem como estas duas dimensões de transcendência e perigo que acabamos de destacar, soam muito bem: [...] criar uma experiência com algo significa que se algo nos acontece, isso nos atinge; que nos domina, que nos derruba e nos transforma. Quando falamos em “fazer” uma experiência, isso não significa exatamente praticá-la. “Trabalhar” aqui significa: sofrer, sofrer, aceitar o que chega até nós, aceitável, aceitar quando nos submetemos a algo.

Fazer uma experiência significa, portanto, deixar-nos aproximar daquilo que nos desafia, entrar nele e submeter-nos a ele. Podemos ser transformados por essas experiências, de um dia para o outro ou ao longo do tempo. Se a experiência é o que nos acontece e se o conhecimento da experiência tem a ver com a construção do sentido ou do não sentido do que nos acontece, trata-se de um conhecimento finito, ligado à existência de um indivíduo ou de uma pessoa privada comunitária; ou, de forma ainda mais explícita, é um conhecimento que revela ao homem concreto e simples, entendido individual ou coletivamente, o sentido ou a falta de sentido da sua própria existência, da sua própria finitude.

Abra os olhos e os ouvidos, fale sobre o que nos acontece, aprenda a desacelerar, a ouvir os outros, a cultivar a arte do encontro, a calar, a ter paciência e a dar-se tempo e espaço.

OBJETIVO

OBJETIVO GERAL

Este sujeito de memórias, e portanto também de experiências, é um indivíduo com amplo conhecimento, e é determinado não só pelas suas atividades, mas também pela sua passividade, pela sua receptividade e pela sua disponibilidade. Ele percebe que quem se coloca ou se opõe, ou se impõe, ou se representa, é incapaz de ganhar experiência, mas quem não se expõe. A experiência não é o caminho para uma meta prevista, para uma meta conhecida de antemão, mas é uma abertura para o desconhecido, para o que não pode ser antecipado, previsto ou previsto.

Ao utilizar esse contexto para contribuir com esse processo de formação da educação básica dos idosos, suas memórias de experiências passadas contribuem para o processo de escolarização. Portanto, pretende-se aproximar-se das percepções e perspectivas dos idosos, que é uma parceria que promove entre educador e aluno, para ampliar as formas de troca de conhecimentos por meio de experiências, desta forma todos os envolvidos na educação no ambiente escolar, possam se tornar respeitoso e dialógico.

OBJETIVO ESPECÍFICO

METODOLOGIA

  • LOCAL DO ESTUDO
  • PERCURSO INVESTIGATIVO
  • METODOLOGIA DA PESQUISA
  • COLETA DAS INFORMAÇÕES
  • ASPECTOS ÉTICOS DA INVESTIGAÇÃO
  • CARACTERIZAÇÃO DOS SUJEITOS
  • ANÁLISE DOS DADOS

A segunda etapa é a coleta de dados, que ocorre imediatamente após a definição do problema de pesquisa, onde será feito um filtro para todos os tipos de coleta de dados, para encontrar o mais adequado. E por fim, a fase de análise, interpretação e distribuição dos resultados, que é a fase de finalização do estudo, onde demonstraremos, através de técnicas de coleta de dados, os resultados alcançados durante a pesquisa. Como técnica de coleta de dados, utilizou-se uma entrevista semiestruturada aberta, realizada individualmente para identificar o significado do movimento para cada idoso.

Dessa forma, identifica-se como uma abordagem que possibilita certo contato entre o objeto de pesquisa e o pesquisador, pois pode acontecer em uma situação descontraída, o que ajudará na obtenção de dados, nesse contato direto com o problema pesquisado. As vantagens da observação incluem oportunidades de contato direto com o cotidiano do sujeito pesquisado, o que permite uma maior variedade de dados, além de exigir menos do pesquisador e coletar dados comportamentais que de outra forma não seriam possíveis durante outro. técnica possível. No dia agendado para a coleta de dados, a diretora da escola esteve presente e participou em primeira instância.

Durante a coleta de dados, houve motivação para compreender e interpretar alguns comportamentos, pensamentos, dificuldades e expectativas desses alunos.

RESULTADO E DISCUSSÃO

  • RELATOS E EXPERIÊNCIAS
  • EXPERIÊNCIAS EM RELAÇÃO COM A TRAJETÓRIA ESCOLAR
  • MOTIVAÇÕES PARA RETORNAR À ESCOLA
  • DIFICULDADES ENFRENTADAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
  • EXPECTATIVAS QUANDO TERMINAR OS ESTUDOS NA EJA
  • A IMPORTÂNCIA DA EJA PARA ESSES IDOSOS

Os mais velhos seguiram a sua própria história em relação ao cotidiano, a sua realidade, através da sua própria identidade. Durante a jornada, ocorrem mudanças de vida pelas quais passam os idosos, assim como o Idoso B, que mencionou que: “Da minha vida atual, de onde vim e onde estou, hoje sou uma pessoa feliz. , né”. Para o idoso, sua vida é composta por histórias, histórias que precisam ser contadas, pois é um período da vida que já foi marcado por tantos acontecimentos em outros períodos da vida.

Quando os idosos relatam o seu percurso de vida, nos factos que estão nas suas memórias, demonstram que aquilo que recordam do seu passado fez deles quem são hoje. Há idosos que decidem voltar às aulas por amizade ou por livre escolha. A escola ou faculdade possui elementos que contribuem para a formação do momento presente em que vivem os idosos.

De uma forma geral, fica cada vez mais claro que a educação de jovens e adultos é muito importante, porque além da educação escolar, eles também criam laços e amizades, onde tudo é importante, para que os idosos tenham a oportunidade de adquirir conhecimentos, como vivemos numa sociedade em rápidas transformações e, ao incluir os idosos numa sala de aula, damos um novo sentido às suas vidas, às suas experiências passadas, ao seu presente e, posteriormente, ao seu futuro.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Porque vemos tantas coisas acontecendo, dos nossos jovens, né, e precisamos que os nossos jovens representem, vemos tantas coisas erradas, eu gostaria que pudéssemos mudar isso, vemos isso dos nossos governantes, principalmente se o fizéssemos' Se não conhecermos nossas leis, isso seria ótimo para eles. Quando há atividades gratificantes, os idosos adaptam-se melhor ao envelhecimento e sentem-se mais felizes e satisfeitos, o que pode até ajudar num problema de saúde. Ao contarem suas histórias de vida pessoal e escolar, os alunos refletiram sobre a particularidade das experiências que cada sujeito vivencia, através de suas histórias de vida nas quais expressam sua vida escolar atual, compartilhando suas reflexões sobre sua motivação, importância, dificuldade e expectativas em torno sua motivação, importância, dificuldade e expectativas em torno da sua EJA.

Portanto, espera-se que os resultados da pesquisa promovam uma melhoria na qualidade de vida desses sujeitos, mas deve haver reflexão e incentivos para que essa permanência em sala de aula seja significativa, e através dos relatos de experiências dos alunos mais velhos, tenham contribuído ressignificar a modalidade educacional na educação de jovens e adultos (EJA). No dia a dia, os alunos entram em contato com o mundo e vivenciam as mais diversas situações e conflitos. E é nesta realidade que os estudos devem ser realizados, lembrando-se de conscientizar esses alunos sobre a cidadania e suas responsabilidades como cidadãos críticos e dispostos a mudar positivamente a realidade em que se encontram (FREIRE, 1997).

Dessa forma, o estudo foi importante para compreender questões relacionadas às experiências, memórias e processo de escolarização dos idosos, tornando o estudo importante para obter resultados significativos para a valorização e melhoria da qualidade da educação dos alunos mais velhos.

Bem acima dos 60 anos: os novos idosos brasileiros - Rio de Janeiro, IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), 2006. Trabalho de conclusão de curso (monografia), Centro Universitário Municipal de São José – USJ, Santa Catarina, 2012. Gerontologia Educacional: uma especificidade Pedagogia do idoso: uma nova concepção de velhice – São Paulo: LTr, 2000.

Razões para seguir um programa de educação continuada: Relato dos alunos da universidade aberta aos veteranos da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo. Um estudo sobre as características específicas dos alunos nas propostas pedagógicas de educação de jovens e adultos – EJA: todos juntos e mistos.

APÊNDICES

Informar os idosos sobre a natureza do estudo e ainda deixar claro que a sua participação no estudo é gratuita e que podem deixar de participar a qualquer momento se assim o desejarem; Fui informado por Nayara Sena Oliveira que minha participação não é obrigatória e posso desistir de participar desta pesquisa a qualquer momento.

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Tabela 1 – Caracterização dos sujeitos escolhidos para a pesquisa

Referências

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