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SIMPÓSIO 17 - SIMELP

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Academic year: 2023

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Texto

Assim, examinamos a manifestação dos usos do sufixo -inho, considerando que ele assume, dependendo do contexto de uso, diferentes valores semânticos. Diante disso, as formações em –inho podem assumir a função de intensificar a carga semântica da base.

Noções argumentativas

Trata-se, portanto, de um projeto de formação que se alinha com os princípios funcionalistas, pois atenta para as situações socioculturais, procura respeitar as identidades representadas na sala de aula e afasta-se de uma conceção contextualizada de ensino. O que se pode observar é que, apesar dos avanços dos estudos linguísticos na construção de uma pedagogia voltada para aspectos funcionais e sociointerativos, o ensino da língua portuguesa, em contexto intercultural, ainda sofre alguns desdobramentos de revitalização linguística e cultural . , ferramentas de produção e interação do conhecimento.

Considerações finais

A maioria das escolas deu as costas à gramática portuguesa durante várias décadas e os professores - embora insatisfeitos com a preparação e o desenvolvimento dos seus alunos na disciplina de língua portuguesa - não tinham poder suficiente (ou argumentos consistentes) para se arriscarem a defender o seu papel na escola (CASSEB - GALVÃO/LIMA HERNANDEZ, 2007, p. 162). Interculturalidade no ensino comunicativo de língua estrangeira: um estudo na sala de aula de leitura de inglês

Introdução

Resumo: Neste trabalho observaremos a influência das metáforas gramaticais no estabelecimento da metafunção interpessoal, segundo conceitos desenvolvidos por Garcia (2002), Neves (2002) e Vilela (2002). Nossa hipótese é que, na crônica “É aluno da PUC e sumiu como se nunca tivesse existido” (RODRIGUES), o autor utiliza o recurso da metáfora gramatical para apresentar e desenvolver o tema da ausência e estabelecer um diálogo com a conversa. .

O conceito de Metáfora

Observaremos no "empacotamento" de certas formas a possibilidade de qualquer função semântica ser desempenhada por mais de uma função sintática. Encontramos a seguinte fala em Valente: ―Eis a ideia básica da metáfora: o termo A é comparado ao termo B com base em um elemento comum‖. a palavra ausência como forma congruente do processo expresso por “desaparecer”. A fala de Valente permite apreciar o período “Ela é aluna da PUC e sumiu como se nunca tivesse existido” como uma construção linear, cujo conteúdo é de fácil apreensão.

A escolha do adjetivo denso remete à experiência sensorial, que facilita a compreensão do conteúdo expresso pela ausência, ao agregar ao substantivo a noção de intensidade.

A metáfora gramatical e a metafunção interpessoal

Eis o que ele quis dizer: — o aluno da PUC deixou, por toda parte, o absurdo vazio da morte, o ícone que direciona o sentido da metáfora gramatical "ausência", pois uma metáfora gramatical pode provocar a existência de outras metáforas gramaticais. Isso nos leva a crer que Rodrigues utiliza a metáfora gramatical como fonte orientadora da metafunção interpessoal, pois o autor não se contenta em apenas apresentar uma opinião sobre determinado tema, ele visa convencer o albanês-leitor.

Em "Ela é aluna da PUC e sumiu como se nunca tivesse existido.", o foco da informação é a aluna e não o processo, representado por desaparecida.

O paradigma cognitivo-cultural e a gramaticalização

Ao escolher o substantivo ausência, que representa o desaparecimento de um aluno da PUC, o autor deixou o actante do aluno aberto, o que confere ao texto certa impessoalidade, já que o objetivo do narrador é discutir e discutir o tema da ausência. Densidade é um termo abstrato que indica a intensidade do sentimento que provocou o desaparecimento do aluno da PUC. Em "Você pode imaginar que ela voltou à vida real na quarta-feira de cinzas", o cronista se coloca diante do leitor e invalida a hipótese de desvio do leitor no entendimento da proposição.

Se os alunos da PUC não curtiram a ressaca na quarta-feira de cinzas, ela é real, o símbolo da presença, representada por uma ausência tão próxima.

Considerações finais

Na densidade da morte está uma metáfora gramatical representada pelo substantivo densidade, que é cognato do adjetivo qualificador hóspede. Segundo Bechara (2009), ao escolher o termo adjetivo morte, Rodrigues se concentrou no significado da metáfora gramatical da densidade, um termo denotativo. Outra forma de usar a metáfora gramatical presente na crônica é usar um adjetivo para facilitar a compreensão da metáfora gramatical representada pelo substantivo.

Quando o cronista opta pela ausência da metáfora gramatical, ele retira o ator (o sujeito) e mostra a relevância da ausência do tema no desenvolvimento da crônica.

À luz da tradição

Macambira (1987, p.42), seguindo o viés estruturalista, apresenta algumas considerações sobre o advérbio, dividindo-as a partir dos seguintes aspectos: i-) aspecto mórfico; ii-) aspecto sintático; iii-) aspecto semântico. Rocha Lima (1985, p.153), afirma que os advérbios são palavras capazes de modificar o verbo e, portanto, têm a função de expressar as diferentes circunstâncias que envolvem o significado verbal. Desta forma, Bomfim (1988) aponta que não é possível considerar advérbios como as palavras rotuladas como advérbios de afirmação e negação, pois também não é possível considerar advérbios de dúvida como tal, pois fora isso não é relacionados ao processo.

Partimos, portanto, do ponto de vista da Linguística Funcional para analisar e explicar as diversas manifestações e usos do advérbio.

Línguística funcional

Diante dessa função, acreditamos que ela corresponde ao que postula Dik apud Pezatti (2011, p.172) ao estabelecer a capacidade epistêmica e perceptiva que os usuários da linguagem são capazes de realizar. Acreditamos na convergência dessa função com a capacidade perceptiva e social, postulada por Dik apud Pezatti (2011, p. 172), pois essas considerações envolvem elementos comuns no processo comunicacional: participante, interpretação e medida da eficácia da comunicação. A terceira função que o LSF propõe é a textual, que funciona como instrumento para as outras duas, pois o ato comunicativo requer a produção de discursos, e é, portanto, nessa função que o usuário da língua é capaz de criar textos e, mais além disso, distinguir entre texto e sentenças, uma vez que a materialidade discursiva é representada no texto por meio do desempenho das outras duas funções.

Diante dessa consideração, podemos ratificar o que dissemos quando dissemos que a função textual é um instrumento para as outras duas funções, pois nessa função fica claro que há certeza da presença da experiência do falante no processo comunicativo. evento e presença de interlocutores que participam do evento de comunicação por meio da interação.

O advérbio e o ensino através dos livros didático

A consideração de que a linguagem é representada em uma sistematização da função interpessoal leva em consideração a afirmação de que o usuário utiliza a linguagem como meio de participação no evento de fala e que essa função permite, portanto, a participação do falante no processo de interação e, portanto, “é, portanto, interativa”. e pessoal, formando uma parte da linguagem que serve para organizar e expressar tanto o mundo interno quanto o mundo externo do indivíduo” (NEVES, 1997, p. 13). No 2º exercício, facilmente percebemos a mesma intenção dos autores ao se preocuparem que o aluno saiba o significado dos advérbios utilizados e, portanto, não se preocuparem em apresentar diferentes possibilidades de representação de uma determinada palavra ou locução adverbial que pode assumir diferentes circunstâncias e implicações de seu uso dada a sua representação no texto em que se configura. Caso contrário, acreditamos que seria muito importante que tais exercícios tivessem o objetivo de avaliar se o aluno é capaz de analisar como um determinado advérbio é representado no texto, querendo saber não só o significado que ele representa, mas também a razão de sua escolha, pois essa escolha se reflete no texto e suas implicações para a eficácia da comunicação.

Tais constatações só seriam possíveis por meio de uma abordagem que privilegiasse uma observação que permitisse compreender a linguagem como ferramenta propulsora da comunicação, o que só seria possível a partir do uso que fazemos da linguagem.

Breve fundamentação teórica

A metafunção ideacional e o sistema de transitividade

A metafunção interpessoal e o sistema de MODO

Um texto é aceito como coerente quando apresenta elementos e conceitos compatíveis com o conhecimento de mundo do destinatário. Dessa forma, o sentido de um texto é construído tanto pelo produtor quanto pelo destinatário, que deve ter os conhecimentos necessários para sua interpretação. A intertextualidade é um importante fator de coerência, pois o conhecimento prévio de outros textos é usado para reconhecer os significados de um novo texto.

Fica assim clara a importância de reconhecer o texto fonte e as razões de sua presença no texto recebido para a construção do sentido de um texto.

Análise do corpus

Por meio do ato, Jó Joaquim iniciou o processo de perdão à esposa, conforme demonstrado em (11), por meio dos processos materiais de salvação e redenção. Através das metáforas que compõem o provérbio e suas variações, o leitor infere que a perda do amor (a camisa; os dedos) é compensada pela manutenção da dignidade e respeito de Jó Joaquim na comunidade. O narrador também usa a intertextualidade, cujas fontes estão no mundo clássico, como que para indicar que a história de Jó Joaquim não é nova, mas se repete na linha do tempo.

A narrativa é ficcional porque, por meio da linguagem, recria a realidade vivida por Jó Joaquim e pela mulher, estabelecendo assim uma nova ordem moral para o casal.

Considerações finais

O primeiro é um conto que recria a realidade humana por meio da linguagem com o objetivo de transmitir uma lição de moral por meio do discurso. O segundo é o registro escrito de um evento, como uma assembléia ou sessão de julgamento, que expressa os eventos como eles aconteceram e estabelece um valor de verdade da realidade por meio da linguagem. A imagem positiva da mulher e a materialização dessa nova realidade, construções de linguagem, tornam-se definitivas ao apagar o passado, estabelecendo-se como registro de uma ação, constituindo-se em uma nova verdade na comunidade em que o casal vive.

Resumo: O objetivo deste trabalho é demonstrar como a organização temática contribui para a construção do sentido dos textos, utilizando como aporte teórico a Linguística Sistêmico Funcional, com ênfase na metafunção textual.

Linguística Sistêmico-Funcional e ensino de Língua Portuguesa

A avaliação feita pelos avaliadores dos concursos nos permitiu, de certa forma, constatar a importância dada à estrutura temática no processo de avaliação das produções textuais dos concursos, o que foi confirmado por nossa análise. Portanto, não há como desvincular gramática e texto no processo de ensino-aprendizagem de línguas. Através da linguagem construímos significados a partir de três metafunções da linguagem, que se complementam.

Segundo Halliday, cada uma das finalidades mencionadas corresponde a uma metafunção - respectivamente metafunção ideacional, metafunção interpessoal e metafunção textual.

Função habilitadora da metafunção textual

As redes sociais são uma porta para o mundo pode ser tanto para o bem quanto para o mal. Muitas pessoas não sabem usar as redes sociais corretamente e muitas vezes prejudicam muitas pessoas. A hipótese inicial de considerar como tese a ideia de que as redes sociais podem ser usadas tanto para o bem quanto para o mal não se confirma, pois ao longo do texto não há menção ao uso das redes sociais “para o bem”.

O próximo período, na introdução do texto, muitas pessoas não sabem como usar as redes sociais corretamente e muitas vezes acabam prejudicando muitas pessoas, também não se confirma como tese, já que essa ideia não é comprovada nos parágrafos seguintes, ela é repetida apenas no segundo parágrafo.

Referências

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