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Suinocultura_compressed

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Academic year: 2023

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Para diminuir as interações negativas, indica-se a inserção de novas matrizes em grupos de três (DIAS et al., 2014). Portanto, o cimento deve ter uma malha de ferro interna e estrutura de suporte (RIBAS et al., 2015). Dentro desse limite, encontra-se a faixa ótima de temperatura em que as matrizes não precisam acionar mecanismos termorreguladores, ou seja, entre 12º e 18ºC (RIBAS et al., 2015).

Além de reduzir o estresse térmico, pois retira o calor produzido na instalação (PANDORFI et al., 2008). O sistema de ventilação deve garantir uma velocidade do ar entre cinco e oito km/h (PANDORFI et al., 2008). Mesmo que as casas sejam pequenas, é necessário aumentar a área construída fixa (RIBAS et al., 2015).

Também é essencial que haja treinamento para as porcas, para que elas se adaptem a este novo modelo (RIBAS et al., 2015).

MANEJO PRÉ-PARTO E DE PARTO DE MATRIZES SUÍNAS EM SISTEMA

INTENSIVO CONFINADO

Segundo Ferreira (2012), as baias tradicionais com celas de perigo devem ter três partes separadas, a saber: local onde a porca fica alojada, com duas partes, uma delas com piso ripado de 90 cm, atrás da porca, o que facilita a limpeza e descarte. de entulhos e a maior parte do piso de concreto onde fica a matriz a todo momento; local para os leitões amamentarem; e um local para aquecer os leitões (criadeira), que segundo Pedersen et al. 2013), pode ser feito com lâmpadas infravermelhas ou incandescentes, piso radiante, infravermelho e lâmpadas incandescentes. Após esse período, a célula é retirada e a matriz tem acesso total ao vão, que tem aproximadamente 4,3 m² (BAXTER et al., 2017). De acordo com Baxter e cols. 2017), não possui cela de perigo e tem área útil entre cinco e 8,5 m².

O uso de ventilação forçada ou resfriamento evaporativo na maternidade promove a termorregulação das porcas para reduzir as perdas de produção (MORALES et al., 2013). A ejeção leitosa é uma resposta induzida pela oxitocina que começa aprox. 12 horas antes do nascimento (FIRST et al., 1982).

MANEJO DE LEITÕES NA MATERNIDADE

Além disso, necessitam de um ambiente com temperaturas elevadas em relação à matriz (MENDES et al., 2013). O colostro é denominado o primeiro leite que os suínos ingerem ao nascer, sendo rico em imunoglobulinas, proteínas, energia e nutrientes (KROLIKOWSKI et al., 2021). Recomenda-se que o colostro seja ingerido entre 10 e 30 minutos após o nascimento (DALLANORA et al., 2014).

Para termos de avaliação, o colostro acima de 21% brix é considerado de boa qualidade (ZANELA et al., 2018). No Quadro 1 de Dallanora et al. 2014) descrevem fatores que podem interferir na ingestão de colostro. É conveniente extrair no máximo 500 ml de colostro para não prejudicar a ingestão de outros leitões (LE DIVIDICH et al., 2005).

No entanto, o valor da tecnologia é um dos fatores mais limitantes, além de problemas como a migração desses transponders injetáveis ​​(SILVA et al., 2021). A castração é utilizada para que os animais não liberem um cheiro característico na carne, pois há níveis particularmente elevados de androstenona e escatol (COUTINHO et al., 2014). Além disso, animais inteiros são mais susceptíveis a brigas, pois podem desenvolver carne DFD (dura, seca e escura) (SANTOS et al., 2012).

Após o corte, os testículos são comprimidos para que o cordão espermático seja seccionado (BATES et al., 2014) ou o cordão seja ligado bilateralmente. Na orquiectomia, a anestesia deve ser administrada com o auxílio de um veterinário para administrá-la antes e após o procedimento (PRADO et al., 2018). Nessa vacina há indução de anticorpos que atuam contra o GnRH e o neuropeptídeo (substâncias químicas produzidas e liberadas pelas células cerebrais) que é liberado pelo hipotálamo, estimulando assim a secreção do hormônio luteinizante (LH) e do hormônio folículo estimulante. - a (FSH) que regulam a produção de esteróides testiculares (RYDH-MER et al., 2010).

Caso os animais não respondam ao tratamento, aplica-se uma segunda dose (CANDEK-PO-TOKAR et al., 2017). Ainda há necessidade de mais estudos desse método para que possa ser utilizado em maior escala na suinocultura (SILVA et al., 2019).

MANEJO DE DESMAME E CRECHE

Assim, os suínos sofrem alterações fisiológicas, imunológicas e nutricionais, que podem ocorrer simultaneamente, de modo que uma causa a outra (HAN et al., 2018). Antes do desmame, deve-se tomar cuidado para que as mudanças fisiológicas entre o leite materno e a alimentação não sejam radicais para os leitões. Para isso, os colaboradores devem colocar pequenas quantidades de comida nos répteis para que os porcos os engulam, realizando a adaptação.

Os leitões rejeitados devem permanecer na sala de parto, com uma porca chamada de "mamãe" ou uma porca que será descartada, para que os animais atinjam o peso, desta forma os leitões serão desmamados com maior idade (KUMMER et al ., 2009). Uma vez que os leitões estejam alojados no berço, os leitões devem ser manuseados com calma e durante as horas mais frias do dia para reduzir o estresse. Nas edificações, o piso pode ser ripado ou parcialmente ripado, sendo que 1/3 será utilizado para defecar e urinar animais, com espaço para leitões de 0,3 m²/.

As baias para leitões devem ter capacidade para 25 a 35 animais, à medida que estes animais vão crescendo. É necessário observar se há espaço para todos os leitões ou se há competições que podem levar ao estresse e, consequentemente, ao canibalismo (LASKOSKI, 2017). Antes do desmame, os leitões recebem aproximadamente 800 ml de leite, com intervalos de 2 horas, durante o desmame é oferecido apenas água e o volume cai para 200 ml/dia.

Leitões recém-desmamados podem levar até 2 dias para encontrar o bebedouro e beber água suficiente. Com o desmame, a ingestão é temporariamente reduzida até que os leitões façam a transição para alimentação sólida. Como estratégia alimentar, utiliza-se o uso de rações complexas nas duas primeiras semanas após o desmame para melhorar a ingestão de nutrientes, de forma que os leitões possam passar pelo processo de desmame com mais tranquilidade (FREITAS et al., 2014).

Tabela 1 - Referência de temperatura (ºC) na fase de creche.
Tabela 1 - Referência de temperatura (ºC) na fase de creche.

MANEJO DE CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO

Também facilita a verificação da eficiência alimentar e do desempenho geral, o que melhora inclusive o planejamento estratégico das próximas etapas (CAMPOS et al., 2009). O número de porcos por baia também deve ser determinado com base no número de comedouros e comedouros. Os gases mais perceptíveis nos alojamentos dos suínos são amônia, sulfeto de hidrogênio e dióxido de carbono.

A falta de ventilação, portanto, favorece a ocorrência de doenças respiratórias (MEDEIROS et al., 2014). Em geral, as extremidades dos galpões possuem largura entre 8 e 12 m, pé-direito de 3 a 3,5 m e comprimento variável dependendo do número de animais alojados (CECCHIN et al., 2017). Esse tipo de comedouro pode proporcionar melhorias de até 5% no ganho de peso diário e pode ser utilizado por um número maior de suínos por boca (DIAS et al., 2015).

Quando se trata de criação de suínos em sistema extensivo ou SISCAL, o terreno de implantação deve ter declive superior a 20%, preferencialmente em solos com boa capacidade de drenagem (FERREIRA, 2012). Em geral, a maioria das vacinas necessárias em uma granja de suínos são feitas nas porcas, para que haja uma transferência de imunidade para a futura ninhada. Esse procedimento pode ser totalmente automático e preconiza um espaço linear de cocho de 35 cm para permitir que todos os animais comam ao mesmo tempo (MONTEIRO et al., 2014).

Qualidade do ar, ambiente térmico e desempenho de suínos criados em creches de diferentes portes. Detecção de agentes associados a doenças respiratórias em suínos por PCR em tempo real. Uso da geoestatística na avaliação de variáveis ​​ambientais em uma granja de suínos criados em sistema "desmame à terminação" na fase de terminação.

DO MANEJO PRÉ-ABATE AO PROCESSAMENTO DA

CARNE SUÍNA

O objetivo da manutenção desses animais nas baias de descanso é manter a homeostase do organismo animal no período pré-abate para evitar o desenvolvimento de carne PSE com retomada da temperatura corporal suficiente <30 ºC e preservação das reservas de glicogênio (LUDTKE et al. ., 2010). O período de dieta hídrica não deve ultrapassar 24 horas, pois o consumo de glicogênio muscular será alto, tornando-o insuficiente e consequentemente o aparecimento de carne DFD.abate (ABCS, 2016). Os cortes suínos podem ser separados em Bife, Lombo, Coxão Duro, Filé Mignon, Pancetta, Pé Dianteiro, Suã, Pernil, Fraldinha, Lombo, Ossobuco, Costela, Peito, Alcatra, Picanha, Paleta, Máscara, Rabo, Mandíbula, Joelho , Orelha , T-Bone, Prime Rib, Ribeye, Lombo Inglês, Barriga e Carré, totalizando 27 cortes.

Os diferentes cortes de carne suína podem ser utilizados para diferentes modos de cocção e da mesma forma gerar diferentes produtos como o toucinho de pancetta, lombo defumado, linguiça e presunto do pernil, mas cada um desses produtos tem seu próprio modo de cocção (SARCINELLI et al., 2007; ALIMENTOS ALEGRA, 2021). A adição desses temperos pode ser úmida, seca ou injeção, que é a própria cura, após o pedaço de carne de porco ser submetido à ação física de enrolar e massagear em ambiente de vácuo para exposição da proteína, devendo ser deixado para trabalhar na carne por pelo menos 12 horas (FUMES et al., 2008). O próprio processo de defumação consiste inicialmente em secar a camada superficial da peça de carne e também trocá-la.

Enquanto a carne suína classificada como DFD pode ser utilizada para a produção de produtos emulsionados, como salsichas e outros produtos cozidos, este tipo de carne não é recomendado para a produção de produtos fermentados e frescos (TERRA e FRIES, 2000). Qualidade da carne é um termo de definição complexa, pois é multifatorial, ou seja, depende de vários fatores que vão desde o ponto de vista do potencial genético do animal, até seu manejo desde a concepção até o abate, incluindo nutrição, bem-estar, sanidade e o transporte e por fim o processamento do produto após o abate do animal (BRIDI e SILVA, 2013). Porém, considerando a equação do Fenótipo “Fenótipo = Genótipo + Ambiente”, a expressão do genótipo ideal para produção de carne depende das condições a que este animal será submetido no ambiente de produção.

O atordoamento é crucial para a qualidade da carne e para os estoques de glicogênio muscular, pois se causar dor e sofrimento, os estoques serão utilizados para a contração muscular. Em relação ao aspecto das carnes DFD e PSE, a Tabela 6 organiza os principais fatores relacionados ao desenvolvimento das carnes PSE e DFD, bem como as características de perda de água por exsudação e pH na Tabela 7. Disponível em: .

Tabela 1 - Escala de Higiene pessoal de um estabelecimento de pro- pro-cessamento de carne suína.
Tabela 1 - Escala de Higiene pessoal de um estabelecimento de pro- pro-cessamento de carne suína.

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Tabela 1 - Referência de temperatura (ºC) na fase de creche.
Tabela 2 - Recomendação de consumo/dia na fase de creche.
Tabela 3 - Recomendação de aminoácidos, cálcio e fósforo para lei- lei-tões na fase de creche.
Tabela 4 - Exigências nutricionais de leitões de alto potencial genéti- genéti-co na fase pré-Inicial – Machos castrados, fêmeas e machos inteiros
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Referências

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