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Suplência Profissionalizante

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Academic year: 2023

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(1)
(2)

Presidente da República Federativa do Brasil Ernesto Geisel

Ministro da Educação e Cultura Ney Braga

(3)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURA DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPLETIVO

SUPLÊNCIA PROFISSIONALIZANTE

PROVAS

HABILITAÇÕES: ACABAMENTO TÊXTIL DECORAÇÃO

MALHARIA

Departamento de Documentação e Divulgação Brasília, DF - 1975

(4)

APRESENTAÇÃO

O Departamento de Ensino Supletivo do Ministério da Educa- ção e Cultura, dando continuidade às publicações da série Suplência Profissionalizante, ora publica as provas das habilitações não incluí- das na experiência do Projeto Acesso (n.° 6 a n.° 14).

Tratase, portanto, de sugestão aos sistemas de ensino, que deverão efetuar as reformulações necessárias.

DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPLETIVO Maio de 1975

(5)

SISTEMATICA PARA A ELABORAÇÃO DAS PROVAS Considerações Gerais

O Projeto Acesso — Exames de Suplência Profissionalizante

— teve como objetivo geral promover a habilitação profissional das pessoas sem a devida escolaridade na área profissionalizante, nas modalidades de técnico constantes do Parecer n.° 45/72-CFE.

Seus objetivos específicos foram :

1 — Desenvolver programa de exames de suplência em modalida- des técnicas, a nível de 2.° grau, em caráter experimental, nos estados de Minas Gerais e Pernambuco e no Distrito Federal.

2 — Unificar as diretrizes e processos de desenvolvimento da ati- vidade, através do Departamento de Ensino Supletivo do MEC.

3 — Alocar recursos às Secretarias de Educação e superintender a realização dos exames.

Os procedimentos adotados para a realização dos exames e o caráter centralizado de que se revestiu a iniciativa expressam o cunho experimental que caracterizou as tomadas de decisão e as di- retrizes para a efetivação do projeto.

A sistemática de acompanhamento e controle, através das in- terfaces de elaboração, coordenação e aplicação dos exames, re-

(6)

flete a preocupação de prover os sistemas estaduais dos mecanis- mos adequados para a aplicação de futuros exames. Além disso, o desmembramento do Projeto Acesso em dois outros subprojetos — 0 de Análise Ocupacional e o de Avaliação Técnica do Instrumento Utilizado — teve como finalidade oferecer aos sistemas um suporte científico-pedagógico para a elaboração e aplicação de novos exa- mes.

• A análise ocupacional permitiu o conhecimento mais detalha- do das atividades do técnico, a sua situação no mercado de traba- lho, as caracteristicas gerais da ocupação e do pessoal em exercí- cio bem como as habilidades necessárias ao desempenho profissio- nal.

A avaliação técnica possibilitou uma análise das provas como meio de medir o desempenho do técnico cuja aprendizagem tenha ocorrido predominantemente de maneira assistemática através da experiência do trabalho. Através do confronto entre os dados ocupa- cionais apresentados pela análise e os conteúdos programáticos das áreas de estudo de cada habilitação, tornou-se possível testar a consistência das questões das provas e a forma utilizada como instrumento de medida.

Elaboração de Programas e Provas — Procedimentos -

Foram convocados especialistas de cada área para a prepa- ração dos programas e provas. Os procedimentos adotados foram os seguintes :

1 — Arrolamento de atividades legais e típicas de cada habilitação.

2 — Preparação de programas cobrindo as áreas de trabalho cor- respondente às atividades legais e típicas.

3 — Elaboração das provas cujas questões deveriam, necessaria- mente, envolver os seguintes aspectos :

3.1 — Conhecimentos instrumentais para o exercício da ati- vidade.

3.2 — Conhecimentos de equipamentos e processos especí- ficos .

3.3 — Capacidade de execução de operação típica da moda- lidade técnica.

3.4 — Capacidade de organização, programação, estimativa orçamentária, controle de custeio e coordenação de atividades típicas da modalidade técnica.

(7)

As provas foram organizadas de acordo com a classificação dos setores gerais de atividades e com a modalidade técnica, se- gundo a pauta que se segue :

1 — Para as atividades do setor primário, compreendendo agricul- tura e pecuária :

1.1 — Prova escrita, contendo questões relativas a cálculo técnico, ciências aplicadas à modalidade técnica, equi- pamentos, métodos de trabalho e instalações.

1.2 — Prova teórico-prática.

1.3 — Relatório técnico sobre as tarefas desenvolvidas, téc- nicas empregadas e cálculos especiais sobre insumos, equipamentos e custos.

2 — Para as atividades do setor secundário, compreendendo indús- trias e serviços industriais :

2.1 — Prova escrita, contendo questões relativas a cálculo técnico, ciências aplicadas à modalidade técnica, equi- pamentos, métodos de trabalho e instalações.

2.2 — Prova de desenho técnico ou de interpretação e de- talhamento de projetos.

2.3 — Prova teórico-prática ou prática de laboratório, campo ou oficina.

2.4 — Relatório técnico sobre as tarefas desenvolvidas, téc- nicas empregadas e cálculos especiais sobre materiais, máquinas, ferramentas, instrumentos e custos.

3 — Para as atividades do setor terciário, exceto área de Saúde : 3.1 — Prova escrita contendo questões relativas a cálculo operacional e financeiro, métodos de trabalho, legisla- ção e estatística aplicável à modalidade técnica.

3.2 — Prova prática de utilização ou manipulação de equipa- mentos e instrumental e interpretação de procedimen- tos peculiares à modalidade técnica.

3.3 — Relatório técnico sobre as tarefas desenvolvidas, téc-

(8)

nicas empregadas e de conhecimentos sobre o ramo de serviço a que se dedique o candidato.

4 — Para as atividades do setor terciário — Saúde : .7

4.1 — Prova escrita, contendo questões relativas a progra- mas de Saúde e fundamentos científicos da habilita- ção.

4.2 — Prova prática da modalidade técnica.

4.3 — Relatório técnico sobre as tarefas desenvolvidas, téc- nicas empregadas e conhecimentos sobre o ramo de serviço a que se dedique o candidato.

Em cada uma das provas foi adotado o critério de graduação de dificuldade e abrangência de acordo com a curva de Gauss.

Além disso, as instruções para a aplicação das provas continham gabaritos para correção, segundo a mesma curva e a relação de ma- teriais, instrumental, máquina e equipamentos, bem como as carac- terísticas dos locais a serem utilizados para a aplicação dos exames.

(9)

HABILITAÇÂO ACABAMENTO TEXTIL

ELABORADOR: NEWTON A. BRYAN

(10)

PROVA DE FIBRAS TÊXTEIS Assinale com X a opção correta.

1) São fibras químicas artificiais:

a) náilon, poliéster, polipropileno;

b) amianto, vidro, polivinílicas;

c) algodão, lã mohair;

d) viscose, acetato, triacetato;

e) cashmere, náilon e seda.

2) Das proposições abaixo a única correta é:

a) o linho é uma fibra resiliente;

b) o cânhamo é uma fibra vegetal retirada das folhas;

c) o solvente da fibra de vidro é o ácido fluoridrico;

d) a lã ao fogo cheira a papel queimado;

e) o náilon provém da proteína.

3) A característica principal da fibra de polipropileno é:

a) suportar altas temperaturas;

b) dissolver-se no ácido sulfúrico concentrado;

c) possuir grande resistência;

d) ser uma fibra com peso específico alto;

e) mudar a coloração no álcool.

4) Se colocamos um tapete composto de poliéster, lã e náilon, no ácido sulfúrico concentrado ocorre o seguinte:

a) o tapete dissolve-se totalmente;

(11)

b) o tapete permanece intacto;

c) somente a lã é dissolvida;

d) somente o poliéster é dissolvido;

e) somente o náilon é dissolvido.

5) A matéria-prima responsável pela obtenção do rayon viscose é:

a) petróleo;

b) óleo de mamona;

c) carvão;

d) celulose;

e) amianto.

6) O nailon é urna fibra:

a) química artificial;

b) química sintética;

c) natural vegetal;

d) natural animal;

e) natural mineral.

7) O solvente do poliéster é:

a) água a 30°C;

b) ácido fórmico frio;

c) álcool;

d) soda cáustica a fervura;

e) acetona.

8) A maceração é efetuada na obtenção das fibras de:

a) poliéster,náilon, polipropileno;

b) algodão, lã, paina;

c) viscose, seda, acetato;

d) linho, cânhamo, rami;

e) lã, algodão, náilon.

9) A maturação é efetuada para obter as fibras de:

a) viscose, lanital, viçara;

b) algodão, juta, rami;

c) lã, alpaca, vicunha;

d) acrílico, sarán, vinales;

e) mohair, alpaca, náilon.

10) A cotonização do linho implica em:

(12)

a) tornar a fibra mais brilhante;

b) desmanchar as fibras em fibrilas;

c) melhorar as culturas do linho;

d) obter fibras mais longas;

e) dissolver a fibra totalmente.

11) Das alternativas abaixo, a única correta é:

a) o solvente do rayon viscose é a acetona;

b) o acrílico é uma fibra termoplàstica;

e) a lã é uma fibra minerai;

d) a seda é urna fibra boa condutora do calor;

e) a fibra sintética queima sem deixar resíduo.

12) Dentre as fibras abaixo, a única termoplàstica é:

a) rayon viscose;

b) rayon acetato;

c) rayon polinósfco;

d) lã;

e) seda.

13) O rami é uma fibra:

a) natural vegetal;

b) natural mineral;

c) química artificial;

d) química orgânica;

e) química inorgânica.

14) Um tecido composto de acetato e algodão, se dissolverá total- mente se for colocado em:

a) acetona;

b) soda à fervura;

c) cloreto de metileno;

d) ácido sulfúrico concentrado;

e) águaa30°C.

15) O poliéster é composto de:

a) vários esteres livres;

b) vários esteres galvanizados;

c) vários esteres polimerizados;

d) vários esteres tratados a fio;

e) esteres livres e tratados a f i o .

(13)

16) A característica principal do acetato é de:

a) ter resistencia igual ou maior que o polipropileno;

b) ser termoplàstico;

e) dissolver-se na água fria;

d) ter capacidade de suportar altas temperaturas sem se alte- rar;

e) ser originário do petróleo.

17) Ácido sulfúrico concentrado é solvente da fibra de:

a) lã;

b) polipropileno;

c) poliéster;

d) rayon acetato;

e) náilon.

18) Uma análise quantitativa de um tecido acusou que 50% deste foi destruído somente na soda cáustica, à fervura, e o restante dissolvia por completo na acetona. A parte que dissolvia na so- da, à fervura, ao fogo, fundia-se formando bolinhas duras. Logo esse tecido era composto de:

a) 60% viscose, 40% de mohair, 10% de algodão;

b) 50% náilon, 50% de lã;

c) 50% lã, 50% de acrílico;

d) 50% lã, 50% de poliéster;

e) 50% poliéster, 50% de acetato.

(14)

PROVA DE DESENHO Assinale com X a opção correta.

1) No espaço, a reta frontal é paralela:

a) ao plano vertical de projeção;

b) ao plano horizontal de projeção;

c) ao plano de nível auxiliar;

d) ao plano de perfil auxiliar;

e) aos planos vertical e horizontal de projeção.

2) O primeiro bissetor divide:

a) 2.° e 4.° diedros;

b) 1.° e 2° diedros;

cj 2.° e 3.° diedros;

d) 1° e 3° diedros;

e) 1.° e 4.° diedros.

3) Afastamento no espaço é a distância:

a) do ponto ao plano horizontal;

b) do ponto ao plano vertical;

e) do ponto ao 3.° diedro;

d) do ponto ão 1.° diedro;

e) do 1." ão 4.° diedro.

4) Duas retas são conhecidas reversas em épura quando:

a) as projeções de mesmo índice coincidem;

b) as projeções horizontais são paralelas e as verticais coin-

(15)

cidentes;

c) não têm ponto comum nem projeção paralela;

d) as projeções de mesmo índice são concorrentes;

ej têm pontos comuns, mas não têm projeções paralelas.

5) Traço de reta é o ponto:

a) onde a reta fura os planos bissetores;

b) de encontro das projeções de uma reta;

c) onde a reta fura um dos planos de projeção;

d) onde a reta cruza com o plano de perfil;

e) onde encontram-se os planos bissetores.

6) Um plano qualquer tem seus traços:

a) inclinados à LT;

b) paralelos à LT;

cj perpendiculares à LT;

d) semi-inclinados à LT;

ej semiperpendiculares à LT.

7) A reta de maior declive de um plano:

a) é perpendicular ao plano horizontal de projeção;

b) é paralela ao plano horizontal de projeção;

c) identifica o plano de nível;

d) identifica o plano vertical auxiliar;

e) N . D . A .

8) Um ponto pertence a um plano qualquer auxiliar quando:

a) suas projeções estiverem sobre os traços correspondentes do plano;

b) pertencer a uma reta que pertence ao plano;

cj suas projeções forem na LT;

d) suas projeções forem equidistantes da LT;

ej suas projeções forem perpendiculares à LT.

9) A reta de topo tem sua projeção horizontal:

a) pontual e projeção vertical paralela à LT;

b) paralela à LT e projeção vertical pontual;

c) perpendicular à LT e sua projeção vertical paralela à LT;

d) perpendicular à LT e sua projeção vertical pontual;

e) inclinada em relação à LT.

(16)

10) A reta de perfil, no espaço é:

a) paralela aos planos de projeção;

b) perpendicular ao PH e paralela ao PV;

c) paralela ao PH e perpendicular ao PV;

d) paralela ao PH e inclinada ao PV;

e) N . D . A .

11) Cores complementares são aquelas que:

a) completam-se;

b) são homogêneas;

c) são opostas no círculo das cores;

d) são próximas no círculo das cores;

e) resultam da combinação de duas outras.

12) A cor que participa de um trio harmônico com o amarelo, o ver- de e o azul-violeta é o:

a) vermelho;

b) verde;

c) amarelo-laranja;

d) vermelho-laranja;

e) verde-limão.

13) A cor mais quente do círculo das cores é:

a) o laranja;

b) o amarelo;

c) o azul;

d) o violeta;

e) o verde.

14) As cores primárias são:

a) azul, amarelo e verde b) preto, branco e cinza;

c) azul, amarelo e vermelho;

d) vermelho, verde e amarelo.

e) roxo, amarelo e vermelho.

15) O violeta resulta da mistura do seguinte conjunto de cores:

a) azul e vermelho;

b) amarelo, verde e vermelho;

c) vermelho e laranja;

(17)

d) azul, amarelo e preto;

e) vermelho e verde.

16) O espectro solar deriva do seguinte fenômeno:

a) decomposição do raio de luz através de um prisma;

b) observação direta do raio de luz;

e) uso do espelho;

d) da refração da luz;

e) N . D . A .

17) Escala monocromática é urna cor:

a) derivada de duas outras;

b) terciária;

c) secundária;

d) primária;

e) N . D . A .

18) As cores intermediárias entre as quentes e frias são:

a) amarelo e azul;

b) verde e vermelho;

e) azul-verde e vermelho-laranja;

d) amarelo-verde e vermelho-violeta;

e) azul e violeta .'

19) O disco de Newton demonstra que:

a) o preto não é cor;

b) o azul e o verde combinam-se;

c) o amarelo é a cor mais visível;

d) o branco é a mistura de todas as cores;

e) só existem duas cores básicas, preto e branco.

20) O azul é obtido pela mistura de:

a) violeta e verde;

b) verde e vermelho;

a) preto, vermelho e violeta;

d) preto e verde;

e) N . D . A .

21) A linha de cota serve para indicar:

a) o centro da peça;

(18)

b) o eixo de simetria da peça;

c) a linha de corte;

d) as medidas da peça;

e) a projeção da peça.

22) As hachuras de um desenho indicam:

a) a planta da peça;

b) as medidas da peça;

e) o material de que é feita a peça;

d) as linhas de chamada da peça;

e) as concavidades da peça.

23) As medidas de uma peça são colocadas:

a) em milímetros, com a indicação da unidade;

b) em milímetros, sem a indicação da unidade;

c) em polegadas, sem a indicação da unidade;

d) em milímetros,» ou polegadas, desde que se indiquem as unidades em ambos os casos;

e) em milimícrons, sem indicação alguma.

24) Dos sinais abaixo o que indica superfície polida é:

25) A escala 5:1 é escala:

a) de ampliação;

b) de redução;

c) natural;

d) de duplicação;

e) artificial.

26) Ao ser necessário cotar um furo em uma chapa:

a) cota-se das laterais da chapa ao perímetro do furo;

b) cota-se apenas o diâmetro do furo;

c) cota-se das linhas de centro às laterais da chapa;

d) cota-se das linhas de centro às laterais da chapa, e o diâ- metro do furo;

e) N . D . A .

(19)

27) A folha A3 de desenho tem:

a) 594 X 841;

b) 297 X 310;

e) 210 X 297;

d) 297 X 420;

e) 314 X 216.

28) Superfície recartilhada é:

a) plana e alisada;

b) pronta para o tratamento térmico;

c) retificada;

d) especial, que facilita o manuseio;

e) plana e retificada.

29) A porca de castelo é usada onde a fixação:

a) pode ser simples;

b) deve ser combinada com contraporca;

c) é feita com chapa de segurança;

d) é feita com cupilha;

e) é feita com arrebites.

30) Usa-se a fixação por meio de rebites quando a fixação dos elementos for:

a) permanente;

b) intermitente;

c) momentânea;

d) deslizante;

e) derrapante.

(20)

PROVA DE ORGANIZAÇÃO E NORMAS Assinale com X a opção correta.

1) A elaboração de uma análise de tarefas individuais e o agrupa- mento das tarefas em atividades, tem relação com:

a) processamento de dados;

b) carga de trabalho;

c) estudo dos métodos empregados;

d) execução de uma análise da distribuição do trabalho;

e) seleção de recursos e materiais.

2) Para uma atuação efetiva o grupo de trabalho, sob a orientação de seu coordenador, deve reunir-se para:

a) ouvir as novidades administrativas;

b) ouvir as novidades técnicas;

c) ouvir as novidades técnicas e administrativas;

d) estudar, propor e definir a melhor alternativa para a solu- ção dos problemas;

e) redefinir as metas da empresa.

3) Quando se fabrica um produto, leva-se em consideração:

a) um desejo pessoal;

b) as sugestões de um amigo;

c) o resultado do estudo do mercado;

d) o gosto do comprador;

e) a análise da propaganda.

(21)

4) Programar a introdução de um novo empregado numa empresa, de modo acolhedor, fará com que o novato sinta-se:

a) muito importante;

b) embaraçado com tantas informações;

c) acanhado;

d) estimulado para o trabalho;

e) bem informado sobre a empresa.

5) O treinamento do pessoal numa empresa é assunto que diz res- peito:

a) ao empregado;

b) ao governo;

c) às escolas profissionais;

d) à direção da empresa;

e) à divisão de recrutamento.

6) Numa empresa de grande porte, o empregado deve:

a) ter tarefa bem definida;

b) ser polivalente;

c) ter tarefa diversificada;

d) ter tarefa conforme a necessidade do serviço;

e) N . D . A .

7) "Não receber jamais coisa alguma como verdadeira que eu não conhecesse evidentemente ser tal, isto é, evitar cuidadosamen- te a precipitação e a prevenção do que se patenteasse tão cla- ra e distintamente ao meu espírito, que eu não tivesse nenhu- ma ocasião de por em dúvida". Este preceito é conhecido como princípio de:

a) evidência;

b) análise;

c) enumeração;

d) síntese;

e) economia pessoal.

8) "Fazer por tôda parte, enumerações tão completas e revisões que eu ficasse certo de nada omitir". Estas palavras são co- nhecidas como princípio de:

a) evidência;

b) enumeração;

c) síntese;

(22)

d) análise;

e) economia pessoal.

9) "Dividir cada uma das dificuldades que eu houvesse de exami- nar em tantas parcelas quantas pudessem ser e fossem exigi- das para resolvê-las melhor". Esta idéia é conhecida como prin- cípio de:

a) Newton;

b) matemática;

c) análise;

d) síntese;

e) Taylor.

10) "Conduzir por ordem, meus pensamentos, começando pelos ob- jetos mais simples e mais fáceis de serem conhecidos para su- bir po'uco a pouco, por degraus, até os conhecimentos dos mais compostos, e supondo mesmo certa ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros". Este preceito é conhe- cido por princípio de:

a) ordenação;

b) síntese;

c) análise;

d) Platão;

e) Fayol.

(23)

PROVA DE CONTROLE DE QUALIDADE Assinale com X a opção correta.

1) Um gráfico espectógrafo de um fio, apresentou uma longitude de onda de 0,62 metros. Supondo-se que o trem de estiragem da máquina que produz esse fio está representado pelo esquema abaixo, o órgão defeituoso é o:

1.° CILINDRO 2.° CILINDRO 3.° CILINDRO

a) 1.° par de cilindros;

b) par de cilindros;.

e} 3.° par de cilindros;

d) 2.° elemento do 2.° par;

e) 3.° elemento do 1.° par.

(24)

2) Feitos testes de laboratório nos algodões A e B encontramos os seguintes resultados:

Algodão A

Comprimento 2,5% SL = 1,06"

5,0% SL = 0,48"

Espessura

3,0 ug/pol.

Resistência

76/1000PSI

Maturidade Fibra ma- dura (75%)

% Impureza

5,0%

Algodão B Comprimento 2,5% SL = 1,08"

5,0% SL = 0,49"

Espessura

4,2 ug/pol.

Resistência

81/1000PSI

Maturidade Fibra ma- dura (80%)

% Impureza

5,0%

Supondo-se que o valor comercial de ambos seja o mesmo, mais recomendado para a produção de brim seria:

a) usar algodão A;

b) usar algodão B;

c) usar o A ou o B, indistintamente, pois a qualidade do fio se- rá a mesma;

d) não usar nenhum deles, pois trata-se de algodão sem con- dições;

e) usar 20% do algodão B e 80% do algodão A.

3) uma fibra foi testada no pressley antes e após o tratamento na tinturaría e apresentou os seguintes resultados:

t

carga de rutura = 14 Ib.

Antes do tratamento

peso da amostra = 2 mg carga de rutura = 13 lb Após o tratamento

peso da amostra = 1,5 mg Logo concluímos que o tratamento:

(25)

a) tornou a fibra mais resistente;

b) tornou a fibra menos resistente;

c) não modificou a resistência da fibra;

d) aumentou em 10% o diâmetro da fibra;

e) tornou a fibra madura.

4) A causa principal de um fio de algodão apresentar-se com ex- cesso de IIÊES é:

a) valor Uster muito alto;

b) algodão imaturo;

c) algodão maduro;

d) excesso de torção;

e) fibra curta.

5) 1.000 metros de fio de algodão a 12% de regain pesam 20 gra- mas. Qual o título do fio nestas condições e o título nas condi- ções-padrão sabendo-se que o regain padrão de algodão é 8,5%.

a) condições atuais = 29,5 Ni — condições padrão = 30,8 Ni;

b) condições atuais = 29,5 Ni — condições padrão = 29,5 Ni;

c) condições atuais = 29,5 Ni — condições padrão = não existem;

d) condições atuais = não existem — condições padrão = 30,8 Ni;

e) condições atuais = 30,8 Ni — condições padrão = 42 Ni.

6) Em uma pesquisa de titulação encontraram-se resultados (títu- lo Ni):

1) 10 — 09 — 10 — 11 2) 10 — 10 — 10 — 10 3) 09 — 09 — 11 — 11 4) 0 9 — 1 0 — 1 0 — 11 5) 10 — 10 — 10 — 10.

Após calcular o coeficiente de variação pode-se concluir que:

a) o fio está com ótima qualidade, pois o C.V. está muito al- to;

b) o fio está com péssima qualidade, pois o C.V. está muito baixo;

c) o C.V. não influi na qualidade do fio;

d) o RKM está alto;

e) o fio está com péssima qualidade, pois. o C.V. está muito alto.

(26)

7) O laboratório físico-textil deve manter temperatura e umidade padrão para:

a) tornar o lugar de trabalho ideal;

b) atender a necessidade dos aparelhos;

c) realizar todos os testes nas mesmas condições de tempera- tura e umidade;

d) não necessitar de umidade e temperatura artificiais;

e) tornar-se lugar agradável e não úmido.

8) Em uma pesquisa de resistência à tração de um fio de algodão título 47,2 Ni, encontramos as seguintes cargas de ruturas:

150g — 160g — 140g — 150g ; 150g — 140g — 160g — 150g ; 150g — 150g — 155g — 145g.

A qualidade da resistência do fio testado:

a) fio resistente, pois o RKM está baixo;

b) fio resistente, pois o RKM está alto;

c) resistência deficiente, o C.V. do título é baixo;

d) resistência alta, fio com excesso de torção;

e) resistência dentro dos padrões para um fio de algodão.

9) O principal característico físico dos fios que se alteram em fun- ção do comprimento das fibras é:

a) título;

b) coeficiente de variação;

c) valor Uster;

d) desvio padrão;

e) resistência.

10) O valor Uster (U°o) excessivo, nos informa que:

a) há muita variação no diâmetro do material testado;

b) há muita variação em peso por unidade de comprimento;

c) o RKM está muito alto;

d) o material está necessitando de mais torção;

e) o material está com ótima qualidade.

(27)

PROVA DE ACABAMENTO E TINTURA Assinale com um X a opção correta.

1) Os sais sódicos de ácido etilenodiamina tetracético sao usados como:

a) dissolventes;

b) precipitadores de corantes;

c) detergentes;

d) abrandadores da água dura;

e) oxidantes.

2) O brometo de cetiltrimetilamôneo é um tenso-ativo:

a) não iònico;

b) catiônico;

c) aniônico;

d) anfótero;

e) iònico.

3) o sulfeto de sódio é usado como redutor no tingimento com co- rantes:

a) ácidos;

b) catiônicos;

c) diretos;

d) azoicos;

e) sulfurosso.

(28)

4) Dado o diagrama abaixo referente à distribuição dos raios lumi- nosos resultantes da composição da luz por um prisma:

As cores correspondentes à faixa compreendida entre 400nm — 450nm e 650nm — 700nm são:

a) amarela e vermelha;

b) vermelho e amarelo;

c) violeta e vermelho;

d) vermelho e violeta;

e) verde e violeta.

5) Um corante que possui em sua molécula o grupo é classificado como:

a) triarimetânico;

b) estilbênico;

c) xantênico;

d) antraquinônico;

e) monoazóico.

6) Um corante que possui o grupo funcional N = N é classificado como:

a) triarilmetânico;

b) estilbênico;

c) xantênico;

d) antraquinônico;

e) monoazóico.

7) Os corantes dispersos são usados para tingir:

a) poliéster;

b) algodão;

c) lã;

d) seda natural;

e) rayon viscose.

8) O tratamento com dicromato de potàssio em corantes à tina tem por fim:

a) reduzi-los;

b) solubilizá-los;

(29)

c) diminuir sua solidez;

d) oxidá-los;

e) torná-los incolores.

9) Os corantes à tina antes da redução são:

a) solúveis em água;

b) solúveis em álcool;

c) insolúveis em água;

d) solúveis em detergentes;

e) solúveis em amoníaco.

10) Os corantes à tina, na forma reduzida, possuem caráter iònico:

a) não ionizável;

b) não iònico;

c) catiônico;

d) anfótero;

e) aniônico.

11) Os eletrólitos no tingimento com corantes diretos exercem uma ação:

a) retardante;

b) aceleradora da penetração do corante- c) fixadora;

d) desenvolvedora;

e) dissolvente.

12) Um teste de solidez à lavagem deu como resultado grau 5, que é:

a) ótimo;

b) bom;

c) regular;

d) péssimo;

e) irrelevante.

13) Em um banho de impregnação com resinas do tipo uréia- formol ou melamina-formol é usado como catalizador:

a) soda cáustica;

b) cloreto de magnèsio;

c) carbonato de cálcio;

d) permanganato de potássio;

e) hidróxido de cálcio.

(30)

14) O PH de um banho de alvejamento de algodão com hipoclorito de sódio deve ser:

a) acima de 7;

b) abaixo de 7;

O 7;

d) igual a 0;

e) é indiferente o valor de PH neste caso.

15) A mercerização de tecido de algodão é feita usando-se lixivias de soda cáustica a:

a) 05 Bé;

b) 10 Bé;

e) 15 Bé;

d) 20 Bé;

e) 2 5 a 3 5 B é .

16) A substantividade dos corantes diretos está ligada à:

a) coplanaridade dos núcleos benzênicos;

b) existência de grupos hidroxilas;

c) presença de grupos sulfênicos;

d) presença de metais;

e) presença de radicais NH2. 17) Faz-se a cloragem da lã para:

a) alvejar;

b) destruir a fibra;

e) aumentar a resistência da fibra;

d) dar um acabamento antifeltrante;

e) destruir as palhas.

18) O alvejamento com clorito de sódio é feito em meio:

a) básico;

b) neutro;

c) ácido;

d) alcalino;

e) salino.

19) O silicato de sódio no alvejamento com peróxido de hidrogênio (água oxigenada), exerce um efeito:

a) alvejante;

(31)

b) oxidante;

c) redutor;

d) estabilizante;

e) solvente.

20] A crabbinagem (escaldamento) é feita em tecidos de:

a) poliéster 100%;

b) lã 100%;

c) algodão 100%;

d) acrílico 100%;

e) náilon 80%.

21) Os detergentes anion-ativos (amónicos), quando em solução, têm em sua parte hidrófoba carga elétrica:

a) negativa;

b) positiva;

c) ambivalente: negativa e positiva;

d) não possuem carga elétrica;

e) N . D . A .

22) A eliminação enzimàtica do amido em tecidos de algodão é ob- tida pela conversão do amido em:

a) ácido;

b) base;

c) açúcar;

d) aldeído;

e) álcool.

23) Água dura é a água que contém:

a) sais de cálcio e magnèsio;

b) sais sódicos;

c) sais de ferro;

d) sais de amonio;

e) sais de estroncio.

24) É desnecessário aplicar um acabamento à prova de fogo nas fibras:

a) celulósicas;

b) poliacrílicas;

e) polinósicas;

(32)

d) de vidro;

e) de náilon.

25) Dos tipos de fibras poliamídicas mais usadas, a que absorve mais corante é:

a) náilon 6;

b) náilon 66;

c) náilon 11;

d) rayon 10;

e) rayon 15.

26) No processo de batanagem a úmido (pisoamento) obtemos:

a) eJiminação das palhas carbonizadas;

b) acerto dos ligamentos;

c) aumento de comprimento do tecido;

d) eliminação de impurezas;

e) encorpamento do tecido (feltragem).

27) Carbonizam-se fibras proteicas para:

a) aumentar a afinidade do corante;

b) melhorar a igualização;

c) destruir as palhas;

d) eliminar defeitos químicos;

e) descolori-las.

28) A temperatura de banho de tingimento para a fibra proteica no aparelho turbo H.T. deve ser de:

a) 60°C;

b) 80°C;

c) 120°C;

d) 140°C;

e) 100°C.

29) Em máquinas tipo rama deve-se obedecera uma seqüência para se ligar o aparelho, que é inversa a de desligar. Esta seqüência é:

a) aquecimento — ventilação — movimento;

b) ventilação — movimento — aquecimento;

c) ventilação — aquecimento — movimento;

d) movimento — ventilação — aquecimento;

e) aquecimento — ventilação — reaquecimento.

(33)

30) A operação chamuscagem tem por finalidade:

a) queimar as pontas da fibra;

b) deixar o tecido liso;

e) aumentar a resistência da fibra;

d) dar maior estabilidade dimensional;

e) precipitar os corantes.

31) Os corantes diretos sao aplicados a:

a) 10°C;

b) 15°C;

c) fervura;

d) 60°C;

e) 80°C.

32) A resistencia de um tecido de algodão acabado com resinas à base de uréia-formol:

a) permanece inalterada;

b) é menor que a do mesmo tecido não acabado;

c) é superior que do mesmo não acabado;

d) é inalterável;

e) é inexistente.

33) Os corantes diretos são usados no fingimento de:

a) lã;

b) algodão;

c) acrílico;

d) poliéster;

ej polipropileno.

34) A adição de uréia em banhos de feulardagem com corantes rea- tivos tem por fim:

a) aumentar a temperatura do banho;

b) diminuir a temperatura de banho;

c) aumentar a solubilidade do corante;

d) aumentar a solidez à luz do corante;

e) catalizar a reação do corante.

35) A mercerização é feita a:

a) 80°C;

b) 30°C;

(34)

e) 50°C;

d) 10°C;

e) 40°C.

36) Alvejantes éticos são substâncias que tornam visíveis:

a) os raios X;

b) os raios infravermelhos;

c) os raios gama;

d) os raios ultravioletas;

e) os raios cósmicos.

37) A lavagem posterior ao tingimento com corantes reativos tem por fim:

a) descarregar a cor;

b) desbotar o tecido;

c) aumentar a solidez à luz;

d) eliminar os ácidos;

e) eliminar o corante que não reagiu com a fibra.

38) Para transformar o PH de uma solução de 4 para PH 10, deve-se usar:

a) ácido sulfúrico;

b) água oxigenada;

c) hidróxido de sódio;

d) cloreto de sódio;

e) sulfato de sódio.

39) A relação de banho (R.B.) é a razão entre:

a) o peso do material e o volume de banho;

b) o peso do material em gramas e o volume de banho em mi- límetros;

c) o peso do material em quilos e o volume do banho em l i - tros;

d) o peso do material em gramas e o volume do banho em l i - tros;

e) a superfície e o volume do banho.

40) Um acabamento do tipo grofado é obtido:

a) no jigger;

b) na barca;

e) no foulard de rolos de borracha;

(35)

d) na calandra;

e) na rameuse.

41) A temperatura máxima recomendada nas operações de benefi- ciamento do rayon acetato é:

a) 50°C;

b) 85°C;

c) 25°C;

d) 105°C;

e) 125°C.

42) Os corantes à tina solúveis em água (indigosóis) são desen- volvidos:

a) à frio apenas;

b) à quente apenas;

c) à frio ou a quente;

d) à ebulição;

e) abaixo de zero.

43) A soda transformo os óleos e gorduras, em presença de calor, em:

a) álcool;

b) aldeído;

c) sabão;

d) açúcar;

e) acetato.

44) No desenvolvimento de corantes à tina solúveis em água (indigosóis), são usados:

a) ácido sulfúrico e hidróxido de sódio;

b) ácido sulfúrico e nitrato de sódio;

c) ácido sulfúrico e sulfato de sódio;

d) ácido sulfúrico e clorito de sódio;

e) ácido sulfúrico e bicromato de sódio.

45) A lavagem intermediária que é feita após o tingimento da fibra poliéster, deve conter:

a) soda cáustica e hidrossulfito de sódio;

b) soda cáustica e carbonato de sódio;

c) soda cáustica e trifosfato de sódio;

(36)

d) soda cáustica e detergente;

e) detergentes de tipos diferentes.

46) Calandrar é dar ao tecido:

a) alisamento apenas;

b) brilho e maior densidade;

c) alisamento, brilho e melhor toque;

d) efeitos permanentes;

e) densidade, brilho e maciez.

47) Flanelar ou garzear é:

a) fazer veludo;

b) fazer flanela;

c) dar estabilidade dimensional;

d) dar efeito de flanela ou veludo;

e) revestir de gaze.

48) O tratamento dos corantes diretos metalizáveis com sulfato de cobre:

a) diminui sua solidez à lavagem;

b) aumenta sua solidez, à luz;

c) aumenta sua solidez à lavagem;

d) diminui sua solidez à água;

e) não provoca alteração.

49) O hidrossulfito de sódio é usado no fingimento com corantes:

a) básicos;

b) ácidos;

c) ao cromo;

d) à tina;

e) azoicos.

50) A sanforização é feita em tecidos de algodão para dar um:

a) pré-encolhimento;

b) acabamento anti-ruga;

c) acabamento hidrófilo;

d) acabamento hidrófugo;

e) acabamento repelente às manchas.

51) As resinas à base de uréia-formol são usados para dar acaba- mento:

(37)

a) hidrófilo;

b) hidrófugo;

c) repelente às manchas;

d) anti-ruga;

e) antifungo.

52) Sublimação é a passagem de uma substância:

a) do estado sólido para o líquido;

b) do estado gasoso para o líquido;

c) do estado líquido para o gasoso;

d) do estado sólido para o gasoso;

e) do estado gasoso para o sólido.

53) Nos processos de fingimento com corantes ao cromo, para o tra- tamento posterior utiliza-se:

a) sulfato de cobre;

b) água;

c) água oxigenada;

d) dicromato de potássio ou bicromato de potássio;

e) álcool e tinta a óleo.

54) Os carries (agentes dilatadores da fibra) são usados no fingi- mento de:

a) algodão;

b) lã;

c) poliéster;

d) seda natural;

e) fibras poliamídicas.

55) O principal efeito obtido com a mercerização é tornar as fibras:

a) mais brancas;

b) mais limpas;

c) mais brilhantes;

d) mais uniformes;

e) mais longas.

56) No processo de escaldamento (crabbinagem), a temperatura do banho deve estar:

a) a 40°C;

b) a 60°C;

c) a 80°C;

(38)

d)a 90°C;

e) em ebulição.

57) 0 corante mais apropriado para tingir fibras acrílicas é:

a) catiônico;

b) direto;

c) à tina;

d) azòico;

e) sulfuroso.

58) No cozinhamento de fibras celulósicas utilizamos o seguinte álcali:

a) hidrossulfito de sódio;

b) hipoclorito de sódio;

c) hidróxido de sódio;

d) pirofosfato de sódio;

e) hidróxido de carbono.

59) Armário e máquina de braço são utilizados para tingimentos de:

a) tecidos em peça;

b) tortas;

c) conicais;

d) recas;

e) meadas.

60) Para se purgar (lã) utiliza-se:

a) soda cáustica + detergente;

b) ácido sulfúrico + detergente;

c) solução de amônia + detergente;

d) hidrossulfito de sódio + detergente;

e) ácido acético + detergente.

61) No processo de bantanagem a úmido (pisoamento), utiliza-se tecido de:

a) iã penteada;

b) lã cardada;

c) misto com poliéster;

d) misto com acrílico;

e) poliéster.

62) A classe de corante utilizado para tingir lã é:

(39)

a) ácido;

b) azòico;

c) indigo;

d) tina;

e) disperso.

63) Tingimos 1,6% com um corante de concentração 250%, quere- mos fazer esse mesmo tingimento, mas desta feita esse coran- te tem a concentração de 100%, 'a percentagem a ser usada se- rá:

a) 0,4%;

b) 0,8%

c) 3,2%;

d) 4 % ; e) 2,8%.

64) Durante um tingimento faz-se uma matizagem com 20% da se- guinte receita: peso do material é de 60 quilos, as quantidades de corante são respectivamente:

amarelo 0,008%

vermelho 0,03%

azul 0,12%

a) 0,96 gramas — 3,6 gramas — 14,4 gramas;

b) 0,86 gramas — 2,6 gramas — 13,4 gramas;

c) 1,06 gramas — 4,6 gramas — 15,4 gramas;

d) 0,76 gramas — 3,6 gramas — 14,4 gramas;

e) 0,86 gramas — 3,6 gramas — 16,6 gramas.

65) Gastamos 1,2 kg de corante para fazer um certo tingimento so- bre 40 quilos de material. A percentagem usada será:

a) 0,3%;

b) 4,8%;

c) 2,4%;

d) 3,6%;

e) 3%.

66) Calcule o custo dos produtos utilizados para um tingimento de 50 kg de tecido de algodão, com a seguinte receita:

2% de azul direto 0,5% de vermelho direto 0,3% de amarelo direto

(40)

15% de sulfato de sódio

Sabendo-se que os produtos citados custam:

azul direto Cr$ 120,00 o quilo vermelho direto Cr$ 150,00 o quilo amarelo direto . . . Cr$ 180,00 o quilo sulfato de sódio Cr$ 5,00 o quito a) Cr$ 111,00;

b) Cr$ 100,00;

c) Cr$ 222,00;

d) Cr$ 300,00;

e) Cr$ 120,00.

67) Um tecido seco pesando 500g foi impregnado em um foulard. O peso do tecido após a foulardagem foi 800g. O grau de espre- medura pick-up de foulard será:

a) 100%;

b) 80%;

c) 30%;

d) 70%;

e) 60%.

68) Para tingirmos 10g de um fio de algodão com 4% de corante que se acha diluído numa proporção de 1:100, devemos utilizar:

a) 20 ml de corante;

b) 30 ml de corante;

c) 10 ml de corante;

d) 50 ml de corante;

ej 40 ml de corante.

69) Queremos aplicar a seguinte receita:

« 10g/1 de detergente

20ml/1 de soda cáustica 36.° Bé

sobre um material que pesa 20 kg, com uma relação de banho de 1:10. As quantidades de detergente e soda a serem usadas são respectivamente:

a) 2 quilos e 4 litros;

b) 1 quilo e 2 litros;

(41)

e) 3 quilos e 6 litros;

d) 4 quilos e 2 litros;

e] 2 quilos e 1 litro.

70) O alvejante, que age por redução é:

a) hipoclorito de sódio;

b) hidrossulfito de sódio;

c) cloreto de sódio;

d) peróxido de hidrogênio;

e) bicromato de potássio.

71) O fade-o-meter (ou xenotest) é usado para testar solidez:

a) à água;

b) à lavagem;

c) à intempérie;

d) à luz;

e) ao calor.

72) Um tingimento sob pressão a alta temperatura é aplicado em f i - bra de:

a) algodão;

b) linho;

c) juta;

d) poliéster;

e) lã.

73) A temperatura de banho de purga (lã) deve ser de:

a) 30°C;

b) ebulição;

c) 85°C;

d) a frio;

e) 60°C.

74) O perspirômetro é usado para teste de solidez:

a) à lavagem;

b) ao suor;

c) ao álcali;

d) ao ácido;

e) à água.

75) Calcule o custo de um alvejamento de tecido misto poliéster/al-

(42)

godão pesando 70 kg, feito com a seguinte receita:

10ml/1 de água oxigenada 5 g/1 de silicato de sódio

1 g/1 de soda cáustica relação de banho 1:10 sabendo-se que:

1) a água oxigenada custa OS 10,00 o litro 2} o silicato de sódio custa CrS 15,00 o litro 3) a soda cáustica custa Cr$ 5,00 o litro a) Cr$ 156,00;

b) Cr$ 126,00;

c) Cr$ 150,00;

d) Cr$ 136,00;

e) Cr$ 116.00.

76) A diferença entre um oxidante e um redutor é:

a) o oxidante recebe elétrons e o redutor fornece elétrons;

b) o oxidante fornece elétrons e o redutor recebe elétrons;

c) inexistente;

d) um composto oxidante nunca tem oxigênio na sua molécula, um composto redutor nunca tem oxigênio na sua molécula;

e) um composto oxidante contém moléculas de hidrogênio.

(43)

HABILITAÇÃO: DECORAÇÃO

ELABORADOR: JOSÉ DEMETERCO

(44)

PROVA DE DESENHO

1) Indique à direita a denominação das linhas ao lado, em termos de desenho técnico.

(45)

2) Responda: as linhas a-b e c-d, no desenho ao lado, são para- lelas ou ligeiramente curvas?

3) Dado o desenho em perspectiva, represente os três planos rebatidos no primeiro diedro, com os nomes dos respectivos planos.

(46)

4) O desenho dado foi feito em perspectiva isomètrica, faça a construção dos eixos isométricos, com seus ângulos e graus.

5) Desenhe um cubo medindo 4 cm de aresta em perspectiva pa- ralela, de 45.°, tendo em conta a redução da aresta inclinada o que demanda a regra da perspectiva.

6) Dado o sistema metódico da perspectiva cònica exata, cons- trua um cubo em perspectiva com três cm de aresta.

(47)

7) Dados os tipos das linhas e um exemplo de composição, com- ponha outro qualquer usando os mesmos tipos de linhas.

8) Desenhe três tipos de letras, uma maiúscula e outra minúscu- la, de cada tipo: romano, bastão e gótico, no tamanho que achar conveniente.

9) Desenhe um retângulo de construção, nas razões proporcionais da Lei Áurea.

(48)

10) Desenhe, logo ao lado, copiando o elemento dado, usando qual- quer artifício.

1) Complete, desenhando a outra metade da mesa.

(49)

12) Dado o desenho abaixo, desenhe uma cópia aproximada do mesmo, em tamanho qualquer.

13)

Norma de convenção - desenho de móveis

(50)

Em cada retângulo numerado no desenho, indique por conven- ção a qualidade de material. Identifique os materiais, indican- do-os pelos números.

(D.

(2).

(3).

(4).

(5).

(6).

(7).

(8).

(Medidas de alturas dos principais móveis)

14) Determine as medidas de alturas para móveis nas linhas de cotas, baseado na altura do homem de 1,75.

(51)

(Desenho de molduras)

15) Faça a construção dos desenhos das molduras citadas:

a) quarto de círculo còncavo;

b) gola reversa;

c) garganta direta;

d) escocia de dois centros;

e) escapo;

f) gola direta.

(Peças de composição) fig. 1

(52)

16) Identifique as peças de composição das figuras n.° 1 e n.° 2 (D.

(2).

(3) (4)

( 1 ) ( 2 ) (3) (4) (5) (6)

(7)

(8).

(9).

(10).

(11).

(Estilos de móveis)

17) Denomine as peças ao lado segundo seus estilos.

a ) . b).

c )

d).

e) f)

(53)

18) Identifique a peça ao lado:

a) Denomine seu estilo;

b) Descreva as caracteristicas que envolvem sua ornamenta-

ção.

19)

(Espiga simples)

fig. 1 Dada a figura 1, desenhe a peça que a complementa, ou seja, a caixa.

(54)

20) Esboce a cadeira em perspectiva de observação em tamanho aproximado com modalidade das peças dadas abaixo.

21) Desenhe a peça dada no desenho abaixa porém, na esc. 1:1, e somente o núcleo A-B para que caiba no espaço dado.

-A-B

(55)

22) Dadas as medidas no desenho abaixo, faça a perspectiva da ma- Iheta na mesma escala e em perspectiva paralela de 45°.

(Tipos de cortes e cores convencionais)

23) A figura n.° 1 indica 3 cortes, a. b. c. longitudinal, vertical e horizontal. Qualifique os respectivos cortes e cite a cor convencional de cada um deles.

(56)

24) (Desenho convencional de uma mesa)

Denomine essa convenção de de- senho e identifique seus respecti- vos planos, a. b. e, e cite que t i - po de cortes representa e e f.

(57)

PROVA DE PROJETOS DE DECORAÇÃO

1) Relacione os principais ¡tens para fundamentar um projeto de decoração para um recinto.

a) b) c) d) e) f) g) h) i) j) k) I) m)

2) Qual é a utilidade da escala de valores tonais? Ém que se aplica?

(58)

3) Faça a determinação do 2.°, 3.° e 4.° planos tonais conjugados, com base na figura dada, aplicando os mesmos valores tonais da figura, porém, em outras disposições.

4) Na arte de decorar, o campo para lograr interesse é praticamen- te de variedade, ilimitado. Cite um exemplo.

5) De que dependem, invariavelmente os principais fatores da composição decorativa?

6) Cite algum exemplo de elemento decorativo com formas domi- nantes por tamanho ou por outras características.

(59)

7) O afastamento de atenção é, amiúde, equivalente ao ato de evi- tar sua captação. Exemplifique.

8) É comprovada a existência de fatores que atraem e de outros que distraem as atenções. Exemplique.

9) O que é uma escala de matizes monocromáticos? Dê um exem- plo.

10) Quando se quer dar a um recinto a impressão de conjunto me- nos contundente nos relevos, qual é o recurso mais viável?

(60)

(esquema de iluminação)

11) Indique as características de cada tipo de iluminação expresso nos desenhos dados.

a).

b).

O.

d).

12) Quais são os fatores convenientes e inconvenientes da luz dire- ta num recinto?

(61)

13) Quais são as particularidades da luz indireta no ambiente?

14) Cite as características da iluminação de interiores no sistema semidireto.

15) O que caracteriza a luz difusa e quais seus efeitos?

16) (Cores e matizes)

a) Cite as cores primárias e secundárias.

b) O que são cores complementares?

c) Quantas são as cores puras?

d) O que é espectro colorido?

e) Dê um exemplo da cor local.

f) O que se pode fazer para dar maior intensidade a uma cor determinada?

g) O que são cores relacionadas?

h) Dê um exemplo de cor dominante em um conjunto colorido.

ij Quais são as cores frias e quais são as quentes?

j) O que se compreende por neutro, tratando-se de colorido?

(62)

(Sintaxe das combinações de cores)

17) Pelas ligações de números do desenho abaixo, justifique os ter- mos de conjunto das cores. Por exemplo: a é o ligamento do número x ao número y, e assim por diante.

a) d) b) e) c) f) a) cores análogas;

b) contrastes complementarios direto;

c) contrastes complementarios adjacentes ou divididos;

d) triadas;

e) triadas diminuídas;

f) temperatura dominante.

(63)

(Instalação de móveis num recinto determinado)

18) Distribua os móveis nas mesmas proporções do desenho e den- tro da planta do recinto (A), tendo em conta a técnica de con- junto e meio ambiente. Use os mesmos desenhos.

(64)

(Exemplo de equilíbrio assimétrico: Formas

19) Faça a planta do desenho acima, com os móveis nas medidas convencionais, dispostos compativelmente com o desenho. A área útil é de 4,00 m por 3,50 m na escala de 1:50; localizar tam- bém, uma porta de 0,70 e uma janela de 1,50m.

(65)

PROVA DE MATERIAIS E REVESTIMENTOS

1) O que o decorador deve saber para determinar materiais ade- quadamente para um determinado revestimento?

2) Por que, na fixação do revestimento de piso, não se deve usar argamassa com cal e sim argamassa com cimento e areia?

3) Quais as principais propriedades que devem possuir os mate- riais para revestimento de pisos?

4) Por que as pinturas velhas devem ser removidas das superfícies para aplicação de nova pintura?

(66)

PROVA DE HISTÓRIA DA ARTE

1) Cite a preocupação do homem pré-histórico ao "fazer arte".

2) Indique qual foi o desenvolvimento da arte no período clássico greco-romano.

3) Na história da arte, qual foi o significado da Idade Média?

4) Enumere três características de arquitetura gótica.

5) Cite três aspectos inovadores nas artes plásticas no período gó- tico.

6) Cite três características do mobiliário medieval.

7) Cite dois conceitos do Renascimento.

8) Faça uma síntese, em quatro linhas, dos movimentos que pre- param o sécuIo XX.

9) Cite duas conseqüências sofridas pela arte nas duas grandes guerras.

10) Cite três conseqüências da Revolução Industrial na arquitetu- ra do sécuIo XX.

11) Indique em dois itens a importância do Desenho Industrial (de- sign) na época contemporânea.

(67)

PROVA PRATICA DE DECORAÇÃO a) Instruções:

1) ampliar o modelo anexo — escala 3:1;

2) montar o painel em mosaico, utilizando o material indicado;

3) preencher o roteiro de execução;

4) preparar o relatório final.

b) Lista dos materiais a serem utilizados:

1) eucatex temperado, folha medindo 2,75 m por 1,25 m, es- pessura 4,6 milímetros;

2) cola Cascore;

3) granilha colorida;

4) tinta preta em pó (pó de sapato).

(68)

Executar ampliando três vezes — esc. 3:1

(69)
(70)

RELATÓRIO

Seguindo o roteiro abaixo, preparar um relatório completo das atividades realizadas durante a prova prática de decoração:

1) Roteiro de trabalho — descrever, ordenadamente, o roteiro empregado, durante a realização do trabalho prático.

2) Materiais — fazer uma lista de todo material gasto duran- te a elaboração do trabalho e as características do material.

3) Máquinas — enumerar todas as máquinas que tiverem par- ticipação na execução do trabalho, explicando o porque da utilização de cada uma.

4) Ferramentas — preparar uma lista de todas as ferramentas utilizadas, mostrando o uso de cada uma delas.

5) Estimativa de custo — calcular o custo aproximado levan- do-se em consideração os gastos de materiais, homem- hora e energia elétrica.

(71)

e) Indique os nomes dos seguintes instrumentos:

(72)

HABILITAÇÂO : MALHARIA

ELABORADOR: SÉRGIO BARBOSA TRIBONI

(73)

PROVA DE FIBRAS TÊXTEIS Assinale com X a opção correta.

1) São fibras químicas artificiais:

a) náilon, poliéster, polipropileno;

b) amianto, vidro, polivinílicas;

c) algodão, lã, mohair;

d) viscose, acetato, triacetato;

e) cashmere, náilon e seda.

2) Das proposições abaixo, a única correta é:

a) o linho é uma fibra resiliente;

b) o cânhamo é uma fibra vegetal retirada das folhas;

cj o solvente da fibra de vidro é o ácido fluoridrico;

d) a lã ao fogo cheira a papel queimado;

e) o náilon provém da proteína.

3) A característica principal da fibra de polipropileno é:

a) suportar altas temperaturas;

b) dissolver-se no ácido sulfúrico concentrado;

c) possuir grande resistência;

d) ser uma fibra com peso específico alto;

e) mudar a coloração no álcool.

4) Se colocarmos um tapete composto de poliéster, lã e náilon, no ácido sulfúrico concentrado ocorrerá o seguinte:

a) o tapete dissolve-se totalmente;

(74)

b) o tapete permanece intacto;

cj somente a lã é dissolvida;

d) somente o poliéster é dissolvido;

e) somente o náilon é dissolvido.

5) A matéria-prima responsável pela obtenção do rayon viscose é:

a) petróleo;

b) óleo de mamona;

c) carvão;

d) celulose;

e) amianto.

6) O náilon é uma fibra:

a) química artificial;

b) química sintética;

c) natural vegetal;

d) natural animal;

e) natural mineral.

7) O solvente do poliéster é:

a) água a 30°C;

b) ácido fórmico frio;

c) álcool;

d) soda cáustica à fervura;

e) acetona.

8) A maceração é efetuada na obtenção das fibras de:

a) poliéster, náilon, polipropileno;

b) algodão, lã, paina;

c) viscose, seda, acetato;

d) linho, cânhamo, rami;

e) lã, algodão, náilon,

9) A maturação é efetuada para obter as fibras de:

a) viscose, lanital, viçara;

b) algodão, juta, rami;

c) lã, alpaca, vicunha;

d) acrílico, sarán, virtáis;

e) mohair, alpaca, náilon.

10) A cotonização do linho implica em:

(75)

a) tornar a fibra mais brilhante;

b) desmanchar as fibras em fibrilas;

c) melhorar as culturas do linho;

d) obter fibras mais longas;

e) dissolver a fibra totalmente.

11) Das alternativas abaixo, a única correta é:

a) o solvente do rayon viscose é a acetona;

b) o acrílico é uma fibra termoplàstica;

c) a lã é uma fibra mineral;

d) a seda é uma fibra boa condutora do cahr;

e) a fibra sintética queima sem deixar resíduo.

12) Dentre as fibras abaixo, a única termoplàstica é:

a) rayon viscose;

b) rayon acetato;

c) rayon polinósico;

d) lã;

e) seda.

13) O rami é uma fibra:

a) natural vegetal;

b) natural mineral;

c) química artificial;

d) química orgânica;

e) química inorgânica.

14) Um tecido composto de acetato e algodão, se dissolverá total- mente se for colocado em:

a) acetona;

b) soda à fervura;

c) cloreto de metileno;

d) ácido sulfúrico concentrado;

e) águaa30°C.

15) O poliéster é composto de:

a) vários esteres livres;

b) vários esteres galvanizados;

c) vários esteres polimerizados;

d) vários esteres tratados a fio;

e) esteres livres e tratados a fio.

(76)

16} A característica principal do acetato é:

a) ter resistencia igual ou maior que o polipropileno;

b) ser termoplàstico;

c) dissolver-se na água fria;

d) capacidade de suportar altas temperaturas sem se alterar;

e) ser originário do petróleo.

17} Ácido sulfúrico concentrado é solvente da fibra de:

a) lã;

b) polipropileno;

c) poliéster;

d) rayon acetato;

e) náilon.

18) uma análise quantitativa de um tecido acusou que 50% deste foi destruído somente na soda cáustica à fervura e o restante dissolvia por completo na acetona. A parte que dissolvia na so- da à fervura, ao fogo, fundia-se formando bolinha dura. Logo es- se tecido é composto de:

a) 60% de viscose; 40% de mohair, 10% de algodão;

b) 50% de náilon, 50% de lã;

c) 50% de lã, 50% de acrílico;

d) 50% de lã, 50% de poliéster;

e) 50% de poliéster, 50% de acetato.

(77)

PROVA DE DESENHO Assipale com X a opção correta.

1) No espaço a reta frontal é paralela:

a) ao plano vertical de projeção;

b) ao plano horizontal de projeção;

e) ao plano de nível auxiliar;

d) ao plano de perfil auxiliar;

e) aos planos vertical e horizontal de projeção.

2) O primeiro bissetor divide:

a) 2.c e 4.° diedros;

b) 1.° e 2.° diedros;

e) 2.° e 3.° diedros;

d) 1.° e 3.° diedros;

e) 1.° e 4.° diedros.

3) Afastamento no espaço é a distância:

a) do ponto ão plano horizontal;

b) do ponto ão plano vertical;

e) do ponto ão 3.° diedro;

d) do ponto ão 1 ° diedro;

e) do 1.° ão 4." diedro.

4) Duas retas são conhecidas reversas em épura quando:

a) as projeções de mesmo índice coincidem;

b) as projeções horizontais são paralelas e as verticiais coin-

(78)

cidentes;

c) não têm ponto comum nem projeção paralela;

d) as projeções de mesmo índice são concorrentes;

e) têm pontos comuns, mas não têm projeções paralelas.

5) Traço de reta é o ponto:

a) onde a reta fura os planos bissetores;

b) de encontro das projeções de uma reta;

c) onde a reta fura um dos planos de projeção;

d) onde a reta cruza com o plano de perfil;

e) onde encontram-se os planos bissetores.

6) Um plano qualquer tem seus traços:

a) inclinados à LT;

b) paralelos à LT;

c) perpendiculares à LT;

d) semi-inclinados à LT;

e) semiperpendiculares à LT.

7) A reta de maior declive de um plano:

a) é perpendicular ao plano horizontal de projeção;

b) é paralela ao plano horizontal de projeção;

c) identifica o plano de nível;

d) identifica o plano vertical auxiliar;

e) N.D.A.

8) Um ponto pertence a um plano qualquer auxiliar quando:

a) suas projeções estiverem sobre os traços correspondentes do plano;

b) pertencer a uma reta que pertence ao plano;

c) suas projeções forem na LT;

d) suas projeções forem equidistantes da LT;

e) suas projeções forem perpendiculares à LT.

9) Reta de topo tem sua projeção horizontal:

a) pontual e projeção vertical paralela à LT;

b) paralela à LT e projeção vertical pontual;

c) perpendicular à LT e sua projeção vertical paralela à LT;

d) perpendicular à LT e sua projeção vertical pontual;

e) inclinada em relação à LT.

(79)

10) A reta de perfil, no espaço é:

a) paralela aos planos de projeção;

b) perpendicular ao PH e paralela ao PV;

c) paralela ao PH e perpendicular ao PV;

d) paralela ao PH e inclinada ao PV;

e) N.D.A.

11) Cores complementares são aquelas que:

a) completam-se;

b) são homogêneas;

c) são opostas no círculo das cores;

d) são próximas no círculo das cores;

e) resultam na combinação de duas outras.

t2) A cor que participa de um trio harmônico com o amarelo-verde e o azul-violeta é:

a) vermelho;

b) verde;

c) amarelo-laranja;

d) vermelho-laranja;

e) verde-limão.

13) A cor mais quente do círculo das cores é:

a) o laranja;

b) o amarelo;

c) o azul;

d) o violeta;

e) o verde.

14) As cores primárias são:

a) azul, amarelo e verde;

b) preto, branco e cinza;

c) azul, amarelo e vermelho;

d) vermelho, verde e amarelo;

e) roxo, amarelo e vermelho.

15) O violeta resulta da mistura do seguinte conjunto de cores:

a) azul e vermelho;

b) amarelo, verde e vermelho;

c) vermelho e laranja;

(80)

d) azul, amarelo e preto;

e) vermelho e verde.

16) O espectro solar deriva do seguinte fenômeno:

a) decomposição do raio de luz através de um prisma;

b) observação direta ao raio de luz;

c) uso do espelho;

d) da refração da luz;

e) N.D.A.

17) Escala monocromática é uma cor:

a) derivada de duas outras;

b) terciária;

c) secundária;

d) primária;

e) N.D.A.

18) As cores intermediárias entre as quentes e frias são:

a) amarelo e azul;

b) verde e vermelho;

e) azul-verde e vermelho-laranja;

d) amarelo-verde e vermelho-violeta;

e) azul e violeta.

19) O disco de Newton demonstra que:

a) o preto não é cor;

b) o azul e o verde combinam-se;

c) o amarelo é a cor mais visível;

d) o branco é a mistura de todas as cores;

e) só existem duas cores básicas, preto e branco.

20) O azul é obtido pela mistura de:

a) violeta e verde;

b) verde e vermelho;

c) preto, vermelho e violeta;

d) preto e verde.

e) N.D.A.

21) A linha de cota serve para indicar:

a) o centro da peça;

(81)

b) o eixo de simetria da peça;

c) a linha de corte;

dì as medidas da peça;

e) a projeção da peça.

22) As hachuras de um desenho indicam:

a) a planta da peça;

b) as medidas' da peça;

c) o material de que é feita a peça;

d) as linhas de chamada da peça;

e) as concavidades da peça.

23) As medidas de uma peça são colocadas:

a) em milímetros com indicação da unidade;

b) em milímetros sem a indicação da unidade;

c) em polegadas sem indicação da unidade;

d) em milímetros ou polegadas desde que se indique as uni- dades em ambos os casos;

e) em milimícrons sem indicação alguma.

24) Dos sinais abaixo o que indica superfície polida é:

25) A escala 5:1 é escala:

a) de ampliação;

b) de redução;

c) natural;

d) de duplicação;

e) artificial.

26) Ao ser necessário cotar um furo em uma chapa:

a) cota-se das laterais da chapa ao perímetro do furo;

b) cota-se apenas o diâmetro do furo;

c) cota-se das linhas de centro às laterais da chapa;

d) cota-se das linhas de centro às laterais da chapa e o diâ- metro do furo;

e) N . D . A .

(82)

27) A folha A3 de desenho tem:

a) 594 X 841;

b) 297 X 310;

e) 210 X 297;

d) 297 X 420;

e) 314 X 216.

28) Superfície recartilhada é:

a) plana e alisada;

b) pronta para o tratamento térmico;

c) retificada;

d) especial que facilita o manuseio;

e) plana e retificada.

29) A porca de castelo é usada onde a fixação:

a) pode ser simples;

b) deve ser combinada com contraporca;

c) é feita com chapa de segurança;

d) é feita com cupilha;

e) é feita com rebites.

30) Usa-se fixação por meio de rebites quando a fixação dos ele- mentos for:

a) permanente;

b) intermitente;

c) momentânea;

d) deslizante;

o) derrapante.

Imagem

fig. 1  Dada a figura 1, desenhe a peça  que a complementa, ou seja, a  caixa.

Referências

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