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TD 70 Isabel e Malu p pdf - FEE

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Academic year: 2023

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O artigo examina os principais programas de transferência de renda do Governo Federal, que são o Programa Bolsa Família (PBF) e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) no RS. O Bolsa Família é um benefício que depende do cumprimento de condições nas áreas de saúde e educação, que são avaliadas pelo Índice de Gestão Descentralizada (IGD) em nível municipal. No caso do RS, dada a quantidade de famílias que recebem o benefício, o acompanhamento das condições, principalmente na área da saúde, ainda é escasso.

O artigo examina os mais importantes programas de transferência de renda do Governo Federal, que são o Programa Bolsa Família (PBF) e o Seguro de Prestação Continuada (BPC) no RS. Em 2003, no governo Lula, foi criado o Cartão Alimentação, inserido no programa Fome Zero. ), unificando os diversos programas de transferência de renda existentes (Auxílio Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Cartão Alimentação chamados programas residuais), visando o crescimento. o número de beneficiários. Este texto tem como objetivo analisar o Programa Bolsa Família – PBF, principalmente o cumprimento das condicionalidades e destacar as principais irregularidades encontradas no programa, bem como examinar a trajetória do benefício do pagamento contínuo – BPC no estado do Rio Grande do Sul.

Um estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE) em junho de 2008 constatou que os beneficiários do Bolsa Família utilizam os recursos da transferência principalmente para comprar alimentos, material escolar, roupas e remédios. Número de famílias beneficiadas e valor acumulado anual das transferências do Programa Bolsa Família no Brasil e no Rio Grande do Sul - 2003-08. O montante de recursos do Programa Bolsa-Família é muito mais importante na região Nordeste, que recebeu a maior parte dos benefícios durante 2004-2008, que totalizaram em média US$ 4,79 bilhões, representando 53,2% do total.

O programa Bolsa Família – PBF exige o cumprimento das condições de direitos sociais básicos, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social; No Rio Grande do Sul, no primeiro semestre de 2005, o programa Bolsa Família beneficiou 251 mil famílias com perfil de saúde em 465 municípios do país. FONTE: http://www.mds.gov.br/bolsafamilia/ condicionalidades/resultados. ii) Crianças elegíveis ao programa Bolsa Família na área de saúde.

Observa-se também que o número de crianças desacompanhadas, apesar de muito significativo, diminuiu, passando de 86,3% para 40,0%, entre o primeiro e o último ano da série, o que significa que os municípios estão se expandindo e se qualificando na sua gestão. no Programa Bolsa Família. Em relação ao acompanhamento da frequência escolar no Rio Grande do Sul, nota-se que no período também houve aumento no número de beneficiários acompanhados em condições educacionais. O Ministério está agindo com maior rigor na apuração de irregularidades dos beneficiários do Bolsa Família; nesse sentido, trata-se de informações de verificação, por exemplo com: .. 1. Alunos do Ministério da Educação (MEC) matriculados em escolas públicas (exceto bolsistas); .. 2) Os trabalhadores do Ministério do Trabalho (MTE/RAIS) inseridos no mercado formal de trabalho (contrato assinado) identificam as pessoas que têm contrato assinado mas que recebem o benefício Bolsa Família; .. 3) Ministério da Previdência Social - identificar pessoas que são aposentadas, mas estão cadastradas no programa e recebem o benefício Bolsa Família;

Nos primeiros quatro anos do programa, o cartão Bolsa Família foi cancelado para 1,4 milhão de famílias, principalmente pelos motivos listados acima. As principais irregularidades identificadas no programa Bolsa Família - PBF no programa de fiscalização baseado em sorteios públicos na República da Eslovênia. Os recursos transferidos pelo FMI aos municípios, tendo em conta o IGD, deverão ser destinados ao desenvolvimento de medidas complementares com as famílias do Bolsa Família.

Ao analisar a distribuição das transferências de recursos para assistência social e do programa Bolsa Família na República da Eslovênia em 51 municípios selecionados como amostra entre 2004 e 2008, constatou-se que em todas as classes houve um aumento em relação ao primeiro ano, ou tanto no Assistencial com 69,5% (R mil) quanto no PBF com 47,4%.

Os Benefícios de Prestação Continuada (BPC)

O Benefício de Prestação Continuada (BPC) foi instituído pela Constituição de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS) de 1994. Podem receber o benefício todas as pessoas que se enquadrarem nos critérios do programa, que é individualizado e não configurado para não ser o família. O BPC não exige condições para seus beneficiários, mas apenas recebem o benefício os idosos ou Pessoas com Deficiência (PPD) cuja renda familiar seja muito baixa.

No Brasil, o número total de beneficiários do programa aumentou significativamente, passando de 346 mil em 1996 para 2.934 mil em 2008. Em relação aos idosos, houve crescimento, principalmente a partir de 2004, quando foi aprovado o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741, de 10) /1 /2003) para reduzir a idade dos beneficiários de 67 para 65 anos e não limitar o número de um beneficiário por doméstico. Para se ter uma ideia da representatividade desses benefícios, o número de idosos no país nessa faixa etária em 2006 era de 13 milhões e 185 mil (PNAD), onde o percentual de benefícios concedidos representava 8,9% desse total no mesmo ano (tabela 18).

Número de benefícios do Auxílio Continuado (BPC) por ano, no Rio Grande do Sul e no Brasil. Em média, a participação dos beneficiários idosos gaúchos no total do país foi de 3,7% no período. Também no RS verifica-se que aumentou a partir de 2004, devido ao maior número de beneficiários idosos, com a mudança da idade para recebê-lo, conforme mencionado anteriormente (Tabela 19).

Total de transferências anuais de benefícios de assistência social continuada, no Rio Grande do Sul e no Brasil. Levando em conta a subjetividade do que caracterizaria a incapacidade do PPD de trabalhar e viver de forma independente, o INSS desenvolveu uma ferramenta de avaliação e classificação dessas pessoas, limitando a concessão de benefícios. Contudo, os médicos peritos responsáveis ​​pelos exames para concessão do BPC poderão levar em consideração que determinadas doenças crônicas em estágio avançado são elegíveis ao benefício.

O número de deficientes beneficiados no país passou de 304.227 em 1996 para 1.510.682 em 2008, o que significa um número maior que o de idosos beneficiários no período. Ressalta-se que o número de beneficiários é muito pequeno em relação ao total de pessoas consideradas portadoras de deficiência no Estado. Esta disparidade entre os beneficiários com deficiência e os declarados como tal expressa o rigor da classificação das pessoas neste tipo de benefícios.

Considerações Finais

Os deficientes seriam aqueles com graves deficiências visuais e auditivas, paralisias físicas de origem neurológica, sem membros, e transtornos mentais manifestados antes dos 18 anos (Medeiros et al., 2006). Vale ressaltar, no entanto, que o maior peso dos fundos e das famílias está concentrado no Nordeste, onde a taxa de pobreza é tradicionalmente mais elevada no país, e no caso da República da Eslovênia, estes programas também apresentam crescimento, mas em uma escala menor. recursos, devido ao número mínimo de famílias beneficiárias.

São necessárias políticas públicas interligadas e mais eficazes para realmente melhorar as condições de vida destas famílias (educação, saúde, saneamento, qualificação profissional). Em relação às condicionantes, notou-se que na área da educação é mais fácil mensurar, monitorar e atingir a frequência mínima exigida, pois há apenas uma variável a ser considerada e a maioria dos municípios do RS conseguiu cumpri-la. junto com isso. Contudo, uma das questões mais difíceis não avaliadas pela condicionalidade refere-se à qualidade do ensino e ao nível de aprendizagem de adultos e crianças.

No caso da saúde, o maior número de variáveis ​​a monitorizar dificulta a avaliação dos resultados. Na República da Eslovénia, em relação ao número de famílias que recebem compensação, ainda são poucas as que preenchem as condições. A tentativa de análise dos resultados do IGD não permitiu uma demonstração credível da sua eficiência e eficácia, talvez pelo pouco tempo de utilização e pela dificuldade dos municípios em gerir esta área.

No que diz respeito aos programas complementares, vale ressaltar que o PBF ainda precisa promover suas ações (como: por meio de cursos de geração de emprego e renda, e cursos de alfabetização de adultos) de forma que promova a emancipação dos beneficiários capacitados, proporcionando um “ saída". porta” do programa. Há também necessidade de maior rigor no controle e gestão dos programas de transferência de renda tanto no nível federal quanto municipal, pois a CGU apontou uma série de irregularidades nos municípios solicitados à fiscalização no período de 2004 a 2006 e que continuam . . Por fim, é importante ressaltar que, apesar dos avanços no auxílio às famílias pobres, os programas de transferência de renda no país ainda têm impacto limitado em termos de criação de condições que efetivamente melhorem as condições de vida desta parcela da população. .

Regulamenta o benefício de continuidade para pessoas com deficiência e idosos, previsto na Lei nº. Altera dispositivos da Lei nº 9.649, de 27 de maio de 1998, que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios, e dispõe sobre outras disposições.

Referências

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