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Tecnologia educacional

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Academic year: 2023

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CEPAN - Centro de Formação Profissional Padre Anchieta CETAM - Centro de Educação Tecnológica Amazonas CIEd - Centro de Informática Educacional. PROINFO - Programa Nacional de Informática na Educação PRONINFE - Programa Nacional de Informática Educacional SEED - Secretaria de Educação a Distância MEC. UEPA - Universidade do Estado do Pará UFAM - Universidade Federal do Amazonas UFC - Universidade Federal do Ceará.

UFES - Universidade Federal do Espírito Santo UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais UFMT - Universidade Federal de Mato Grosso UFPA - Universidade Federal do Pará UFPE - Universidade Federal de Pernambuco UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro UNAMA – Universidade da Amazônia. Esta publicação, resultado de pesquisa realizada pelo autor durante cinco anos (2001 a 2005) em escolas públicas da Amazônia, em nível amplo e strictu sensu, revela explicitamente como os sistemas educacionais têm abordado a questão da tecnologia. , especialmente no que diz respeito à formação de professores para o uso de salas de aula de informática.

Como a base do conteúdo deste livro foi originalmente apresentada como uma dissertação de mestrado na Universidade Federal do Amazonas, é importante mencionar que era 4. 5 Até o início de 2007, nenhum outro curso de formação sobre o uso pedagógico do computador laboratórios. foi oferecido pela rede estadual de ensino do Amazonas, além daqueles analisados ​​nesta publicação.

DA CULTURA NACIONAL DE FORMAÇÃO PARA A CULTURA LOCAL

Em abril de 1997, quase oito anos depois do PRONINFE, o MEC lançou, portanto, o Programa Nacional de Informática na Educação – PROINFO, com a proposta de formar 25 mil 9. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Coari Tabela 2 - Tabela das primeiras escolas estaduais com Laboratório de Informática Fonte: Disponível em . Em setembro de 1998, a Secretaria de Educação do Amazonas criou o Centro de Informática Benjamin Constant – CEINFOR em colaboração com o ISAE com o objetivo de promover 21.

Exemplo disso foi o encaminhamento de 210 professores capacitados para as turmas de Informática na Educação na Capital e Tecnologia Educacional no Interior do Estado. Por falta de propostas e por não ser prioritário, os laboratórios de informática das escolas públicas tendiam a ser terceirizados, seja por uma autoridade estadual como o CETAM, cujo objetivo é a formação profissional, 29. 28 Projeto de Revitalização de Laboratórios de Informática - Projeto Interinfo - foi criado em 2003 com o objetivo de implantar laboratórios em todas as escolas até 2007 (uma implantação média de 31 laboratórios na capital e 73 no interior por ano).

30 Como este livro se baseia em uma pesquisa realizada até dezembro de 2004, é importante mencionar que essa tendência ocorreu de fato a partir do ano de 2005, com o CETAM assumindo os laboratórios de informática das escolas públicas. Além desta inversão na prioridade do programa, 15 escolas das 32 beneficiárias não dispunham de laboratório de informática, das quais 33.

Tabela 4 - Quadro das Escolas Estaduais do Interior com Laboratório de Informática Fonte: GETEC/CEPAN/SEDUC
Tabela 4 - Quadro das Escolas Estaduais do Interior com Laboratório de Informática Fonte: GETEC/CEPAN/SEDUC

FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE DA MICROINFORMÁTICA (56 h)

PROJETO E DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCACIONAL (24 h)

Contribuir para a formação de recursos humanos competentes em relação ao desenvolvimento de projetos e produção de recursos didáticos interativos, para aplicação no contexto educativo e utilização com as novas tecnologias de comunicação e informação.

ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE RECURSOS DIDÁTICOS INTERATIVOS (30h)

TECNOLOGIA EDUCACIONAL: CONCEITOS, LIMITES E FUNÇÕES (30 h)

COMUNICAÇÃO VISUAL NOS RECURSOS DIDÁTICOS MULTIMÍDIA (30 h)

DESENVOLVIMENTO DE INTERFACE PARA RECURSOS DIDÁTICOS INTERATIVOS (30 h)

METODOLOGIA DO ENSINO SUPERIOR COM NOVAS TECNOLOGIAS (60 h)

Professores da UFAM e dois professores de universidades espanholas: um da Universitat de Les Illes Balears e outro da Universitat Rovira i Virgil.

PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES

Portanto, foi acordada a combinação das letras MA para MJ para professores de Manaus e IA para IJ para professores de Itacoatiara. A média encontrada foi satisfatória: 12 anos e 5 meses, sendo os professores de Itacoatiara mais experientes que os professores de Manaus. Enquanto os professores especialistas do município de Itacoatiara não utilizavam os conhecimentos adquiridos no curso em sua rotina escolar, alguns dos professores de Manaus trabalhavam em média um ano e meio em laboratórios de 41 turnos.

Vale destacar que os professores de Itacoatiara foram formados no curso de especialização intitulado Tecnologia Educacional: Desenvolvimento de Recursos Didáticos Interativos, enquanto os professores de Manaus se especializaram em outro intitulado Informática na Educação. Aparentemente, as diferenças entre estas nomenclaturas não são claras para os professores especialistas e talvez isso não seja relevante para a sua prática. Ao responder esta questão, os professores de Itacoatiara repetem o papel da informática exposto na questão anterior.

Medo da máquina, falta de conhecimento sobre disciplina e dificuldade de planejamento de tempo, pois as escolas não disponibilizam tempo para professores ou mesmo para formação de professores. Na escola Y agora que os professores estão sendo formados e felizmente estão abraçando a ideia. No segundo, os professores não levam os alunos ao laboratório porque não possuem conhecimentos de informática e não há apoio do conselho de escola.

Os professores que participaram nesta investigação têm como característica comum o facto de terem participado nos únicos cursos de formação nesta área oferecidos pelo Ministério da Educação e já mencionados neste livro. O curso foi geralmente avaliado como “bom”, mas os professores reclamaram da falta de espaço adequado para a realização do curso. Por exemplo, os professores que frequentaram o último módulo desta especialização representavam 12 licenciaturas diferentes (letras, pedagogia, história, geografia, sociologia, filosofia, artes, ciências, matemática, física, química e educação física).

Portanto, formar professores para utilizar plenamente as novas tecnologias de informação é tão importante quanto fornecer acesso à World Wide Web nas escolas. Os professores especialistas de Itacoatiara demonstraram dificuldade em responder a esta primeira questão relacionada, mas notou-se que o software livre não foi abordado em ambos os cursos de formação. Montar uma sala de informática para todas as escolas, equipada não só com computadores, mas com todos os equipamentos: scanners, gravadores de CD, impressoras, software educativo e sua manutenção, cursos de formação de professores na área de tecnologia educacional.

Além disso, são oferecidos cursos para professores de escolas, para que o trabalho, o tempo livre e o seu planejamento não sejam comprometidos. Implantar laboratórios de informática em escolas com professores qualificados e acesso gratuito à internet, criar pelo menos duas salas de informática para alunos do ensino médio, manter laboratórios e cursos de atualização para professores.

NO LABIRINTO DO CIBERESPAÇO

Contudo, isso não impede que essas tecnologias e suas possibilidades sejam subutilizadas, pois ainda não se vivencia uma cultura de sujeitos coletivos. A cultura do ciberespaço, a cibercultura, é “o conjunto de técnicas (materiais e intelectuais), práticas, atitudes, formas de pensar e valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do ciberespaço”. Uma das muitas questões que o trabalho de Pierre Lévy o faz colocar ao analisar as mutações que a cibercultura gera na educação e na formação diz respeito à aprendizagem colectiva e ao novo papel dos professores.

Pierre Lévy (1993) analisou claramente o caso da informática escolar na França, na década de 1980, e identificou que as experiências anteriores não foram devidamente consideradas e percebeu que o fracasso inicial se deveu a uma concepção falha de tecnologia. Possibilitar a criação de uma nova ecologia cognitiva nos ambientes escolares através da incorporação adequada de novas tecnologias de informação pelas escolas. Ao analisar a mutação contemporânea na relação com o conhecimento e a cibercultura, por exemplo, Pierre Lévy (1999) propõe duas grandes reformas dos sistemas de educação e formação.

Assim, o conjunto de técnicas, práticas, atitudes, mentalidades e valores que vão sendo desenvolvidos junto com o crescimento desse labirinto móvel é o caminho escolhido, ou mesmo a cibercultura. Considerar o ciberespaço como um labirinto atual significa concordar com Pierre Lévy (1999, p. 25) quando diz que a tecnologia não é determinante, mas condicionante. Como o estudo se propôs a compreender o processo de formação de professores para o uso pedagógico da tecnologia computacional, foi desenvolvida uma análise crítica das experiências existentes, através de um breve histórico do uso pedagógico da tecnologia computacional no Brasil, antes e depois do atual modelo político de informática. tecnologia. formação de professores para esse fim.

Por exemplo, nas respostas dos professores especialistas entrevistados, a palavra manipulação é frequentemente utilizada quando se refere ao computador. Assim, os dispositivos técnicos de comunicação combinarão diferentes tecnologias que se transformam, se redefinem mutuamente e vão mais longe, criando redes. Estando longe da cibercultura, os professores desconhecem a mudança para a informação e comunicação digitais que está a ocorrer no nosso tempo.

É necessário investir na formação contínua de professores para o uso pedagógico das tecnologias disponíveis e não limitar a dimensão da tecnologia educacional, por exemplo. cursos básicos de informática. Observou-se que os modelos de formação de professores ainda são inadequados e ultrapassados ​​e não atendem às necessidades do contexto escolar atual. Modernidade e Formação de Professores: Práticas de Multiplicadores dos Centros de Tecnologia Educacional do Nordeste e Tecnologia da Informação na Educação.

Informática na educação: um estudo sobre a inserção e utilização de novas tecnologias na formação de professores de graduação em uma faculdade brasileira. Tecnologia da informação e comunicação no espaço escolar: o Programa Nacional de Informática na Educação (ProInfo) em Santa Catarina.

FUNDAMENTOS PSICOPEDAGÓGICOS DA UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO (36 h)

EDITOR DE TEXTO, PLANILHA ELETRÔNICA E BANCO DE DADOS

INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ATRAVÉS DA LINGUAGEM LOGO (42 h)

Graduado em Letras, com especialização em Informática na Educação e Mestre em Educação, pela Universidade Federal do Amazonas – UFAM. O atual desenvolvimento tecnológico e social exige uma autonomia que ainda não foi alcançada da educação, fruto de uma mudança de atitude pedagógica que se faz necessária, mas ainda distante do quotidiano escolar. Por um lado, a velocidade do progresso científico e tecnológico e a consequente transformação dos processos produtivos e dos serviços tornam o conhecimento rápido, o que sugere uma atualização contínua e coloca novas exigências à formação docente.

Por outro lado, as atuais referências à introdução da informática nas escolas públicas e à necessidade de formação de professores mantêm um discurso distante, caracterizado pela repetição de coisas comuns.

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Tabela 4 - Quadro das Escolas Estaduais do Interior com Laboratório de Informática Fonte: GETEC/CEPAN/SEDUC

Referências

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