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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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Elaboração e desenvolvimento de aplicativo para dispositivo móvel para tratamento de pacientes com coagulopatias hereditárias por profissionais da atenção básica / Juliana de Medeiros Matos. Elaboração e desenvolvimento de aplicativo para dispositivo móvel para tratamento de pacientes com coagulopatias hereditárias por profissionais da atenção primária. Elaboração e desenvolvimento de aplicativo para dispositivos móveis para tratamento de pacientes com coagulopatias hereditárias por profissionais da atenção básica2018.

A doença de Von Willebrand é caracterizada por uma deficiência quantitativa e/ou qualitativa do fator de von Willebrand, uma glicoproteína plasmática que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos. Criação e desenvolvimento de uma aplicação para dispositivos móveis para o manejo de um paciente com coagulopatias hereditárias por um profissional de saúde primário. A doença de Von Willebrand é caracterizada por uma deficiência quantitativa e/ou qualitativa do fator de von Willebrand, uma glicoproteína plasmática que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Complexo de Fator VII/ Fator de Von Willebrand Complexo de Fator IX Ativado/ Complexo de Fator VIII Ativado Fator X Ativado/ Fator V Ativado Fator de Von Willebrand Antígeno Ristocetina Cofator. É caracterizada por deficiência qualitativa e/ou quantitativa do fator de Von Willebrand (FVW), proteína que facilita a adesão plaquetária ao endotélio.

Figura 1 –  Figura 2 –  Figura 3 –   Figura 4 –  Figura 5 –  Figura 6 –  Figura 7 –  Figura 8 –  Figura 9 – Figura 10 –  Figura 11 –  Figura 12 –  Figura 13 –  Figura 14 –  Figura 15 –  Figura 16 –  Figura 17 –  Figura 18 –  Figura 19 –  Figura 20 –  Figur
Figura 1 – Figura 2 – Figura 3 – Figura 4 – Figura 5 – Figura 6 – Figura 7 – Figura 8 – Figura 9 – Figura 10 – Figura 11 – Figura 12 – Figura 13 – Figura 14 – Figura 15 – Figura 16 – Figura 17 – Figura 18 – Figura 19 – Figura 20 – Figur

OBJETIVOS

O fator IX ativado, na presença do fator VIII ativado por vestígios de trombina, e na presença de íons cálcio (complexo tenase), ativa o fator X de coagulação, que desencadeia a formação de trombina e subsequente formação de fibrina. A deficiência de fator XII, pré-calicreína ou cininogênio de alto peso molecular prolonga o tempo de tromboplastina parcial ativada (aPTT), mas não causa sangramento (MALÝ, 2007). 34;cascata" não explica por que a ativação do fator

Caso haja sangramento que não possa ser controlado pelo prolongamento do tempo de sangramento, pode-se realizar transfusão de plaquetas após administração do concentrado de fator. Em pacientes com DVW tipo 3, recomenda-se a infusão de concentrado de fator durante e após o nascimento na dose de 40 UI/kg, com o objetivo de manter o FVIII:C acima de 50% por 3-4 dias. Tratamento episódico (sob demanda) de reposição de fator no momento da evidência clínica de sangramento.

Com tratamento sob demanda ou episódico, o concentrado de fator de coagulação deficiente é administrado somente após a ocorrência de um episódio hemorrágico. Lembre-se que a reabsorção do hematoma é lenta e que a suspensão da troca de fatores não coincide com o retorno do músculo à normalidade. Realizar reposição de fator VIII ou IX para aumentar para 80% a 100% na primeira infusão, e caso não haja progressão do hematoma, aumentar para 40% a 50% a cada 12 horas, de 1 a 7 dias, dependendo da evolução .

Após lesão cerebral traumática (TCE), substitua imediatamente o fator VIII ou IX para aumentar o fator deficiente para 80% a 100%. Realizar reposição de fator VIII ou IX para aumentar o fator deficiente para 100% na primeira infusão e manter 50%, a cada 12 horas por 7 dias. A dose recomendada visa aumentar a atividade do fator para 40% a 60%, ou seja, concentrado de fator VIII 20 UI a 30 UI/kg de peso corporal 3 vezes por semana para hemofilia A e concentrado de fator IX 30 UI a 40 UI/kg de peso. duas vezes por semana para hemofilia B.

O regime recomendado visa aumentar a atividade do fator para 40% a 60%, ou seja, concentrado de fator VIII 20 UI a 30 UI/kg de peso corporal 3 vezes por semana para hemofilia A e concentrado de fator IX 30 UI a 40 UI/kg de peso corporal duas vezes por semana para hemofilia B. O regime recomendado destina-se a aumentar a atividade do fator em 40% até 60%, ou seja, concentrado de fator VIII 20 UI a 30 UI/kg de peso corporal 3 vezes por semana para hemofilia A e concentrado de fator IX 30 UI a 40 UI/kg de peso corporal duas vezes por semana para. Realize a reposição do fator VIII ou IX para aumentar o fator deficiente para 100% imediatamente antes do procedimento.

A dose pré-operatória do fator bolus é calculada com o objetivo de atingir níveis plasmáticos entre 60% e 100%. A terapia de reposição precoce reduz a quantidade de fator de coagulação necessária para controlar o sangramento.

Tabela 1 - Resumo da atual teoria da coagulação baseada em superfícies celulares
Tabela 1 - Resumo da atual teoria da coagulação baseada em superfícies celulares

Altas doses de FVIII: Elevar ao percentual desejado + 20U FVIII/Kg/ UB de inibidor em dose inicial, seguida de infusão da mesma dose a cada doze horas, em uma tentativa de

Agentes de by-pass (hemofilia A ou

A partir do final da década de 1970, esse modelo assistencial passou a sofrer fortes críticas, tanto por questões econômicas, considerando os custos assistenciais de um modelo que tem o hospital como centro, quanto pela sua questionável solubilidade, o que levou à formulação de 'um nova forma de organizar os serviços de saúde tendo a Atenção Básica como centro do sistema (BRAGA NETO, 2008). Nos últimos 27 anos, de acordo com uma avaliação da OMS, o sistema de saúde baseado nos princípios dos CSP alcançou melhores resultados de saúde. Primária Seletiva com seu pacote de serviços de saúde limitado a algumas doenças e direcionado à população mais carente (GIOVANELLA e MENDONCA, 2008).

O “primeiro contato” ou “primeiro atendimento” é uma porta de entrada e o atendimento pela primeira vez pode ser avaliado pela acessibilidade do serviço de saúde e sua utilização. Construir relacionamentos com a equipe de saúde é essencial; É determinado pela necessidade, por parte do usuário, de estabelecer controle sobre seu processo de sofrimento. Pela sua abrangência, o serviço de APS é o nível de atenção que melhor consegue contextualizar o problema de saúde e identificar os diversos determinantes que contribuíram para sua ocorrência.

A integralidade exige que os CSP reconheçam adequadamente toda a gama de necessidades de saúde dos pacientes e forneçam recursos para as resolver, o que é um mecanismo importante, pois garante que os serviços sejam adaptados às necessidades de saúde. MENDES (2009) elenca muitas vantagens dos sistemas de saúde que priorizam a APS em detrimento daqueles que não o fazem, estão bem estabelecidas: são mais adequados, pois são organizados de acordo com as necessidades de saúde da população; mais eficazes, pois enfrentam uma situação epidemiológica crescente de doenças crónicas. Após a simulação, o profissional de saúde respondeu a um questionário estruturado sobre usabilidade e ergonomia do software (ANEXO C).

O pré-teste foi realizado com 20 trabalhadores de saúde atuantes na APS do município de Itaguaí. O aplicativo “Hemoapp”, batizado pelos autores deste trabalho, é um aplicativo desenvolvido com o objetivo principal de auxiliar profissionais de saúde no tratamento de pacientes com hemofilia e doença de von Willebrand. Os pesquisadores queriam que o aplicativo se tornasse uma ferramenta de educação continuada para profissionais de saúde e pacientes, repetindo um dos objetivos de BARRA (2008) com o desenvolvimento de software.

Com base na funcionalidade da aplicação desenvolvida foi necessário verificar a sua utilização na prática clínica, para o que foi realizado um pré-teste com profissionais médicos. O objetivo deste estudo foi desenvolver uma aplicação que apoiasse a tomada de decisão clínica, bem como capacitasse profissionais de saúde no manejo de pacientes, o que possibilitaria um melhor manejo de pacientes com coagulopatias hereditárias. Após o desenvolvimento do aplicativo, foi realizado um pré-teste com os trabalhadores da saúde do PZC para avaliar sua ergonomia, usabilidade e identificar possíveis alterações no aplicativo e nos questionários de avaliação.

Características da assistência à saúde das pessoas com diabetes mellitus atendidas na Unidade de Saúde da Família Pedregal II, em Cuiabá, MT: reflexões para a equipe de saúde. Trata-se de um projeto que tem como objetivo final “Desenvolver um protótipo de uma aplicação que auxilie os profissionais de saúde na gestão de doentes com coagulopatia hereditária, ajudando a apoiar a assistência e a educação continuada destes profissionais”.

Tabela 8 – Tratamento dos episódios hemorrágicos em hemofilia na presença de inibidor
Tabela 8 – Tratamento dos episódios hemorrágicos em hemofilia na presença de inibidor

UERJ - INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL /

Título da pesquisa: PREPARAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVO DE DISPOSITIVOS MÓVEIS PARA GESTÃO DE PACIENTES COM COAGULOPATIAS. Este terceiro objetivo envolve a participação de profissionais de saúde da atenção primária à saúde do município de Itaguaí, localizado no estado do Rio de Janeiro, que aceitem participar da pesquisa. Após simular o uso do aplicativo e esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do software e.

Após completar a simulação, o profissional de saúde responderá a um questionário estruturado sobre usabilidade e ergonomia do software e a um questionário com duas questões abertas: Você acha que o aplicativo é possível de ser utilizado na prática clínica? O estudo tem natureza de pesquisa e desenvolvimento, sendo a primeira fase em que será desenvolvido o aplicativo. com base nos manuais de atendimento de pacientes com coagulopatias hereditárias do Ministério da Saúde e na segunda fase utilizando questionários semiestruturados, que buscam saber a opinião de especialistas sobre o aplicativo em termos de usabilidade e acessibilidade. O material coletado e analisado será utilizado para aprimorar a aplicação com base em opiniões de especialistas.

Os objetivos do projeto são: 1) Desenvolver a estrutura do protótipo do aplicativo para tratamento de pacientes com coagulopatias hereditárias, que auxilia no apoio ao cuidado e na educação continuada; Em termos de benefícios, menciona-se a contribuição direta para a validação de um protótipo de aplicação que poderá contribuir para a prática diária destes profissionais no futuro. Trata-se de uma pesquisa de mestrado profissional cujo resultado será a produção do protótipo de um aplicativo para celular que contribui para a formação continuada de profissionais da atenção básica.

O protocolo não apresenta questões éticas críticas e, embora não seja um estudo puramente acadêmico – que inclui algum desenvolvimento tecnológico – atende às normas relativas à ética da pesquisa com seres humanos vigentes no país. Criação e desenvolvimento de uma aplicação móvel para gestão de pacientes com coagulopatias hereditárias por profissionais de cuidados primários”, liderada por Juliana de Medeiros Matos. O objetivo deste estudo é avaliar a ergonomia e usabilidade de um aplicativo para manejo de pacientes com coagulopatias por profissionais da atenção primária.

O desenvolvimento de um aplicativo de Telecoagulopatia permitirá não só o apoio educacional e assistencial aos profissionais da atenção primária, mas também a capacitação dos profissionais da assistência, evitando idas desnecessárias aos hemocentros e proporcionando segurança aos profissionais no manejo deste paciente. Sua participação nesta pesquisa consistirá em testar o aplicativo e responder ao questionário de avaliação de usabilidade e ergonomia do aplicativo. Seguem abaixo os telefones e endereço institucional do pesquisador responsável e do Comitê de Ética em Pesquisa – CEP, onde você poderá tirar suas dúvidas sobre o projeto e sua participação nele, agora ou a qualquer momento.

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Figura 1 –  Figura 2 –  Figura 3 –   Figura 4 –  Figura 5 –  Figura 6 –  Figura 7 –  Figura 8 –  Figura 9 – Figura 10 –  Figura 11 –  Figura 12 –  Figura 13 –  Figura 14 –  Figura 15 –  Figura 16 –  Figura 17 –  Figura 18 –  Figura 19 –  Figura 20 –  Figur
Tabela 1 –  Tabela 2 –  Tabela 3 –  Tabela 4 –
Tabela 1 - Resumo da atual teoria da coagulação baseada em superfícies celulares
Tabela 2 - Opções terapêuticas nos tipos de doença de Von Willebrand
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Referências

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III) Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ); IV) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e V) Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Já