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Universidade do Estado do Rio de Janeiro

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Academic year: 2023

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Esta tese tem como objetivo analisar como as patentes são valorizadas nas universidades estaduais do Rio de Janeiro com a participação de seus NITs – Núcleos de Inovação Tecnológica. Fundação de Amparo à Pesquisa FAPEMAT do Estado de Mato Grosso Fundação de Amparo à Pesquisa FAPEMIG do Estado de Minas Gerais. IFRS Normas Internacionais de Relatório Financeiro INPI Instituto Nacional de Propriedade Industrial LIT Lei de Inovação Tecnológica.

Segundo relatório de 2016 (ano base 2015), duzentas e sessenta e oito instituições enviaram o relatório, sendo cento e oitenta e oito públicas e oitenta privadas, demonstrando a importância das universidades públicas na transferência de tecnologia e na inovação resultante processo. No contexto estadual, e especialmente no estado do Rio de Janeiro, objeto deste estudo, foi criada a Lei Estadual de Inovação, que teve como objetivo promover a interação entre empresas, TICs e organizações de desenvolvimento. Segundo Guimarães (2013), um dos indicadores de inovação de um país é o número de registros de patentes.

Segundo o INPI (2016c), o estado com maior número de patentes registradas é o estado de São Paulo, devido ao maior número de universidades e centros de inovação tecnológica. A Tabela 14 apresenta o conceito de Sistema Nacional de Inovação segundo os principais autores que tratam do tema. A agência também tem a função de desenvolver ações apoiando o desenvolvimento do processo de inovação e promovendo a competitividade industrial.

A Tabela 15, a seguir, apresenta as principais legislações relacionadas ao contexto de inovação no país e no estado do Rio de Janeiro. Somente em 1980 surgiu a terceira fundação, no estado do Rio de Janeiro, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ. FAPEAL Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoa www.fapeal.br FAPERGS Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande.

FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo www.fapesp.br FAPPR Fundação Araucária - Apoio ao Desenvolvimento. O Estado do Rio de Janeiro destinará anualmente 2% (dois por cento) da receita tributária daquele ano à Fundação de Amparo à Pesquisa – FAPERJ, deduzidas as transferências e obrigações constitucionais e legais (RIO DE JANEIRO, 2003, online). Além disso, as incubadoras prestam apoio técnico-gestão às MPE e facilitam o processo de inovação e o acesso a novas tecnologias.

Figura 3 – Fluxograma de concessão de patentes
Figura 3 – Fluxograma de concessão de patentes

FAPERJ

O estudo de campo permitiu coletar dados de atores participantes de ações de avaliação e conhecimento relevante produzido para fins de inovação. Dentro deste contexto e para responder à questão colocada nesta pesquisa, foram investigados os seguintes atores de C, T&I: FAPERJ. Na Agência de Desenvolvimento FAPERJ a coleta de dados foi feita por meio de análise documental, e nos NITs e incubadoras por meio de análise documental e entrevistas com gestores, cujas dúvidas estão elencadas no ANEXO 1 desta pesquisa.

A Tabela 18 abaixo apresenta um resumo de cada um dos atores que participaram deste estudo e o tipo de análise realizada. As universidades estaduais e seus NITs são responsáveis ​​pela apropriação do conhecimento gerado nas universidades, e por serem consideradas uma agência de transferência de tecnologia, ou mesmo uma agência de inovação. É obrigatório pela Lei de Inovação e portanto esta escolha se justifica, pois essas organizações poderiam contribuir com incubadoras e empresas incubadas propondo um modelo teórico de valoração de patentes registradas nas universidades às quais estão filiadas.

Foram realizadas entrevistas com os gestores dos centros de inovação tecnológica das universidades estaduais do Rio de Janeiro - Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ, Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro - UENF e do Centro Universitário Estadual da Zona Oeste - UEZO, em além do exame documental de estatutos e regulamentos internos. As incubadoras de empresas são uma grande fonte de estímulo para empreendimentos inovadores, possibilitando o desenvolvimento de novas tecnologias e fornecendo infraestrutura, assessoria e suporte, aspectos fundamentais para o sucesso de novos empreendimentos. Foram analisados ​​os documentos institucionais dos atores mencionados no item coleta de dados para verificar se possuem metodologia de cálculo.

Como forma de divulgação do conhecimento acadêmico, os resultados parciais e finais encontrados neste projeto de pesquisa serão divulgados na respectiva tese e em artigos a serem publicados em periódicos, congressos e seminários nacionais e internacionais e em palestras realizadas nas semanas acadêmicas da UERJ. O objetivo deste capítulo é apresentar os resultados obtidos nas pesquisas realizadas na FAPERJ, nos NITs das Universidades Estaduais do Rio de Janeiro e nas empresas instaladas nas incubadoras dessas universidades. Para responder à questão proposta nesta pesquisa foram realizadas entrevistas (por telefone, pessoalmente e via e-mail), análise de documentos institucionais e análise de editais disponíveis no site da FAPERJ, que poderão contribuir para uma proposta de patente avaliação.

FAPERJ

UERJ

De acordo com o ranking divulgado pelo Ranking Universitário por Desempenho Acadêmico (URAP), a UERJ foi considerada a oitava melhor universidade brasileira, esse ranking leva em consideração a qualidade e quantidade de publicações, citações, além de levar em consideração a participação da universidade em eventos internacionais pesquisar. Isso demonstra a importância da UERJ no estado do Rio de Janeiro e no cenário de inovação brasileiro. A UERJ tem demonstrado esforço e receptividade à implementação da legislação de inovação e à criação de uma cultura organizacional voltada à transferência do conhecimento da universidade para o mercado, de forma a garantir a apropriação do conhecimento criado em seu ambiente e a criação de moeda para o Estado do Rio de Janeiro e para o país.

No cenário da lei pós-inovação, outras ações consideradas importantes dizem respeito às políticas institucionais de inovação da UERJ, onde foram criadas estruturas organizacionais híbridas (ensino, pesquisa, extensão e administração) no âmbito das incubadoras e do parque tecnológico da UERJ. Departamento de Inovação, anexo ao SR2 (AEDA 19/REITORIA/2012 de 2 de maio de 2012), que abriga a notificação do NIT e Qualitec da universidade que registrou as unidades de desenvolvimento tecnológico – UDT na UERJ; . -Programa de extensão denominado Observatório de Negócios Inovadores – ONI/UERJ - AEDA 55/REITORIA de 19 de outubro de 2012). Centro de Inovação Tecnológica da UERJ – foi criado em 2012 pela Lei 050/2012, o InovUerj, está vinculado à Sub-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa SR2, atua com a perspectiva de identificar e apoiar o desenvolvimento de tecnologias inovadoras, protegendo a propriedade intelectual, promovendo transferência de conhecimento e estimular a interação entre a UERJ e a sociedade com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento social e econômico do estado.

A área de inovação tem como responsabilidade central o manejo das atividades relacionadas às incubadoras, empresas juniores e parques tecnológicos na sua integração e relacionamento com as diversas áreas da UERJ e da sociedade. Caberá ao InovUerj orientar e acompanhar os procedimentos de proteção, negociação e transferência de tecnologia por meio do reconhecimento e estabelecimento do tipo de propriedade e produto. Embora o Centro de Inovação possua um setor para assessorar todo o processo de patenteamento, parece que esse processo só poderá ser realizado quando um dos autores do trabalho for funcionário da UERJ (professor ou técnico administrativo).

Quanto ao método de cálculo adotado pelo NIT – INOVUERJ, após análise do regimento interno e entrevista com o responsável pela área, embora considerem de extrema importância, não há atividade estruturada no NIT para cálculo de avaliação de patentes.

UENF

O Setor de Administração de Projetos, órgão auxiliar da Agência de Inovação UENF, é responsável por: analisar, preparar, tramitar internamente na UENF e salvaguardar os acordos de cooperação firmados pela UENF. O Conselho Consultivo de Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos é responsável pelo desenvolvimento e participação da UENF em empreendimentos que possibilitem a criação e manutenção de incubadoras de empresas e a criação de um futuro parque tecnológico.

UEZO

INOVUERJ

Diferentemente do estado do Rio de Janeiro, onde os NITs não possuem metodologia de cálculo de patentes, no estado de São Paulo, segundo Guimarães (2013), que analisou 4 universidades públicas (UNICAMP, USP, UNESP e UFSCar), isso tem sido comprovado. O método de avaliação mais utilizado por esses NITs é a taxa de royalties, baseada no livro Taxas de Royalties para Licenciamento de Propriedade Intelectual (PARR, 2007). Os NITs das universidades estaduais do Rio de Janeiro não utilizam nenhum método específico para valorar patentes, devido à complexidade em reunir as informações necessárias para atribuir valor a esse ativo intangível. Como são valorizadas as patentes das universidades estaduais do Rio de Janeiro com a participação de seus NITs?”

Edital FAPERJ nº. 25/2012 - Programa de apoio às incubadoras de empresas de base tecnológica do estado do Rio de Janeiro 2012. Disponível em: . Disponível em: .

Disponível em: . Disponível em: . Disponível em: .

O Estado do Rio de Janeiro destinará, anualmente, à Fundação de Amparo à Pesquisa - FAPERJ, 2% (dois por cento) da receita tributária do exercício, deduzidas as transferências e compromissos. Disponibiliza informações sobre o ramo de atuação da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ. Oferece incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo do Estado do Rio de Janeiro e dá outras providências.

Dissertação (Mestrado em Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos) - Faculdade de Química, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2009.

Imagem

Figura 3 – Fluxograma de concessão de patentes
Gráfico 5 – Pedidos de patentes Escritório Europeu de Patentes (EPO) de 1999 a 2013
Figura 5 - Comparativo da implementação da política de inovação
Figura 6 – Elementos e resultados esperados com a inovação

Referências

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