• Nenhum resultado encontrado

Universidade do Estado do Rio de Janeiro

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2023

Share "Universidade do Estado do Rio de Janeiro"

Copied!
283
0
0

Texto

246 Tabela 46 - Fatores contribuintes e obstáculos para a reorientação do modelo de formação profissional em saúde no mundo. Inclusão de programas de formação profissional em saúde destinados a alterar os currículos das escolas médicas de graduação e pós-graduação.

Figura 1  –  Evidências  Científicas  dos  Elementos  da  Reorientação  do  Modelo  de  Formação
Figura 1 – Evidências Científicas dos Elementos da Reorientação do Modelo de Formação

Programa Nacional de Incentivo a Mudanças Curriculares nos Cursos de

As principais contribuições do CINAEM foram a contribuição de sua experiência para a concepção de DCN para cursos de medicina e outros cursos da saúde, a reformulação de seus currículos a partir de 2001, a criação do Programa de Incentivo às Mudanças Curriculares nos Cursos de Medicina (PROMED) em 2002 e posteriormente a partir de 2011 Programa de Valorização da Atenção Básica (PROVAB), que promoveu capacitações relacionadas às necessidades do SUS vinculadas ao ESS na rede de atenção básica. Uma limitação do PROMED foi a incapacidade deste programa de atender à exigência de acompanhamento de seus projetos aprovados nas escolas médicas de saúde e de tratar esse direcionamento com a devida atenção que merece para o sucesso da mudança curricular proposta. Algumas falhas impediram o seu sucesso com resultados efetivos no atendimento às necessidades de saúde da população, o que não impediu a percepção das consequências desta valiosa experiência. 2008) analisaram que o PROMED é uma proposta válida e que sua intervenção é necessária, dado o número excessivo de médicos especialistas, o que aumenta os custos.

Quanto às implicações apresentadas ao programa, menciona-se que o comitê de acompanhamento do PROMED existiu como estratégia metodológica descrita em seu documento fundador, mas nunca funcionou de fato, resultando em lentidão na implementação das propostas aprovadas e frustrando as expectativas dos profissionais de saúde. abordagem de saúde a práticas inovadoras que respondam às necessidades de saúde da população e apresentem resultados efetivos do SUS (OLIVEIRA et al., 2008).

O Papel da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde SGTES/MS

As ações e programas de formação predominantes formulados pela SGTES/MS seguem as diretrizes da PNEPS para uma abordagem dialética do processo saúde-doença, respeitando seus eixos centrais de mudança. Os programas de educação profissional em saúde, implementados no país a partir de 2004, passaram a ser elaborados e apresentados por portaria desta secretaria, que é encaminhada por meio de editais do Ministério da Saúde e segue a linha de reestruturação do modelo assistencial e de formação profissional em saúde . A Figura 6 apresenta a trajetória de reorganização do modelo de educação profissional em saúde, com descrições dos fatores mais importantes que definiram os períodos de estruturação normativa e funcionamento da SGTES/MS.

Discutiram o realinhamento da educação profissional em saúde exclusivamente para a educação médica, utilizando as diretrizes do PE para contribuir na inspiração de outros programas que se expandam para outros cursos da saúde.

Figura 6 – Reordenamento do Modelo de Formação em Saúde: Do Currículo Tradicional ao  Modelo de Programas Interministeriais
Figura 6 – Reordenamento do Modelo de Formação em Saúde: Do Currículo Tradicional ao Modelo de Programas Interministeriais

Alternativas Curriculares nas Escolas de Saúde da Graduação e Pós-Graduação

A literatura mostrou que as primeiras escolas superiores de saúde no Brasil que implementaram o modelo curricular de educação pelo trabalho em saúde dataram da década de 1990 devido à participação na rede IDA Brasil. A Tabela 6 apresenta evidências de currículos integrados à prática curricular de algumas instituições de ensino superior que se reorientaram substituindo seus currículos de educação em saúde. Instituição de Ensino Superior privada, criada em 2002 com recursos próprios para funcionar de acordo com as DCN.

Em 2006 implementou um currículo integrado para os cursos de medicina e odontologia e em 2012 redirecionou o PPP para outros cursos de saúde com recursos do Pró-Saúde.

Objetivos

Objetivo Geral

Este capítulo tem como objetivo apresentar ao leitor o desenho metodológico da pesquisa delineado pelos pontos de sua composição, a saber: os objetivos, a metodologia do estudo e o referencial teórico-conceitual que representa a estrutura de sua análise.

Objetivos Específicos

Metodologia da Pesquisa

Método de Revisão Bibliográfica Sistemática Integrativa

Os procedimentos de coleta de dados e análise do material científico da pesquisa seguiram as recomendações do Centro Cochrane do Brasil20 para cumprimento das etapas metodológicas do método de revisão bibliográfica sistemática integrativa. Os componentes e elementos comuns do modelo de formação de trabalhadores da saúde desenhado pela PNEPS fizeram parte do planejamento dos programas para obtenção de evidências científicas válidas que se aproximassem das recomendações da OMS para mudança de modelo, e os fatores contribuintes e dificultadores foram analisados ​​criticamente com base nas discussões e na resultados apresentados pelo método de revisão bibliográfica sistemática integrativa após mapeamento dos programas desenvolvidos pela SGTES/MS. Na escolha das pesquisas pelo método de revisão bibliográfica sistemática integrativa, foram levadas em consideração as bases teórico-metodológicas que as descreveram, bem como fontes de pesquisa bibliográfica e documentos válidos que comprovaram cientificamente a aproximação da proposta de programas de formação às recomendações dadas. para reorientar o modelo de formação profissional médica.

O desenho metodológico do estudo seguiu os passos do método de revisão bibliográfica sistemática integrativa para examinar os programas de formação profissional em saúde desenvolvidos pela SGTES/MS, conforme mostra a figura 11.

Figura 7 – Etapa Metodológica da Pesquisa de Revisão Bibliográfica Sistemática Integrativa  Adaptada ao Estudo
Figura 7 – Etapa Metodológica da Pesquisa de Revisão Bibliográfica Sistemática Integrativa Adaptada ao Estudo

Etapas do Método de Revisão Bibliográfica Sistemática Integrativa

Tabela 13 – Material Catalogado – Caminhos da Trajetória Sócio-Histórica do Modelo de Reorientação da Formação Profissional em Saúde no Brasil. A partir da década de 2000, o Brasil sofreu os impactos da reorientação do modelo de formação profissional de saúde em todo o mundo. Sistematicamente, estes programas foram implementados como forma de responder à política de reorganização do modelo de formação profissional em saúde.

O referencial teórico conceitual foram as evidências científicas válidas que explicaram a criação dos programas de formação profissional em saúde desenvolvidos pela SGTES/MS entre 2003 e 2016.

Figura 12 – Pergunta Norteadora da Pesquisa
Figura 12 – Pergunta Norteadora da Pesquisa

Mapeamento de Programas Interministeriais de Formação em Saúde

  • Etapas do Mapeamento dos Programas de Formação Profissional em Saúde

Marco Teórico Conceitual para a Construção do Modelo de Reorientação da

Os conceitos de promoção do cuidado e de inclusão na atenção à saúde foram elementos básicos para fundamentar qualquer proposta de mudança do modelo de atenção e de formação profissional em saúde no mundo. Houve consenso entre os autores para a reorientação do modelo de formação profissional em saúde: a multidimensionalidade do trabalho contemporâneo exigia o redirecionamento de competências para o trabalho em saúde, e a mudança do modelo de atenção e de formação profissional era urgente. Nesse sentido, percebeu-se que tanto por parte das instituições de ensino quanto por parte do serviço havia certo consenso sobre a necessidade de mudança no modelo de formação profissional em saúde.

A Figura 16 mostra a identificação literária da reorganização do modelo de formação profissional em saúde de acordo com o perfil profissional, conteúdo e implementação de programas interdepartamentais para identificação da alternativa básica no modelo integral.

Figura 13 - Desenho da Reorientação do Modelo de Formação Profissional em Saúde
Figura 13 - Desenho da Reorientação do Modelo de Formação Profissional em Saúde

Análise do Contexto das Mudanças: Reorientação do Modelo de Formação

Este capítulo apresenta o mapeamento dos programas de formação profissional em saúde desenvolvidos pela SGTES/MS entre 2003 e 2016, seguindo as etapas metodológicas apresentadas no Capítulo 2 – Desenho Metodológico da Pesquisa e a descrição de seu detalhamento de acordo com os critérios de seleção de materiais válidos para esta parte. . de trabalho de pesquisa-analítica. A partir da década de 1980, o MS intensificou a produção de materiais e a agregação de cursos educativos pelo trabalho em saúde com ênfase na mudança do modelo de formação profissional. Apontou-se também a extensão do acervo bibliográfico e documental produzido pela SHM para atingir todos os profissionais de saúde em formação ou em serviço, a preocupação da SGTES/MS em tornar multiplicadores da reorientação do modelo de integração ensino-serviço ao introduzir a educação por meio trabalho em saúde e EPS centralizando a base teórico-metodológica do modelo de reorientação da formação profissional em saúde no Brasil.

O contexto das principais mudanças que mostraram ter reorientado o modelo de formação profissional em saúde no Brasil identificou a base que teoricamente todo o movimento desde a reorientação do modelo de formação profissional de RHS até a compreensão da mudança nos modelos de formação em substituição aos modelos mais tradicionais de saúde treinamento. para um perfil de trabalhador da saúde que se desejasse atender às demandas do trabalho em saúde contemporâneo, pautado no modelo de integração da educação pelo trabalho em saúde.

Análise da Política de Formação Profissional de RHS

O MS apontou como proposta eficaz de mudança, de reorientação do modelo de formação profissional em saúde e substituição de currículos nas escolas superiores de saúde, apenas aquela dirigida pela SGTES/MS através do seu principal programa de reorientação do modelo de formação profissional em saúde — Pró-Saúde. A Tabela 16 apresenta um resumo das contribuições que contribuíram para a mudança preparada pela SGTES/MS para a organização de uma nova política de formação de profissionais de saúde no Brasil criada na perspectiva de atender às necessidades de saúde das pessoas. A análise da política de reorientação do modelo de formação profissional em saúde mostrou que, no Brasil, os desafios para avançar na consolidação política das mudanças nos modelos de formação profissional e substituição de currículos envolvem a consideração de conflitos socioeconômicos e interesses partidários para para superar a falta de uma política. organizar mudanças que levem em conta as necessidades de saúde da população, melhorando a qualidade de vida das pessoas sem desconsiderar as medidas de proteção trabalhista em seus RHS.

A Figura 18 mostra o desenho da representação política da ação interministerial para reorientar o modelo de educação profissional em saúde regido pelos mecanismos de arranjo de influência internacional.

Figura 18 – Organização Política do Ordenamento dos Programas de Formação de RH
Figura 18 – Organização Política do Ordenamento dos Programas de Formação de RH

Apresentação dos Programas Interministeriais de Formação Profissional de RHS 180

As Bases de Fundamentação dos Programas de Formação Profissional em Saúde

Com base nesses documentos, os programas foram estrategicamente concebidos como uma prática educacional inovadora para estimular mudanças no modelo educacional e nos currículos dos cursos da saúde no ensino médio. A análise da participação dos programas no processo de reorientação do modelo de educação profissional em saúde evidenciou avanços significativos no processo de maturação dos eixos centrais da mudança, ao mesmo tempo em que trouxe limitações metodológicas para manter os programas como alternativa curricular à educação profissional nas escolas de saúde, graduação e pós-graduação em saúde. Contudo, no que diz respeito aos eixos abordagem pedagógica e cenários de prática, as evidências científicas na literatura identificaram limitações para uma melhor compreensão dos termos e operacionalização do modelo nas escolas superiores de saúde.

A observação da análise evidenciou dificuldades que as escolas superiores de saúde enfrentam em reorientar o modelo de formação, reunindo diferentes cursos de educação profissional no mesmo espaço e currículo, compreendendo a EPS como método teórico e incluindo a EIP no contexto de aprendizagem sem confundi-la. com processos multiprofissionais com termos e formatos multi e pluri.

Figura 19 – Caracterização da Mudança na Regulamentação das DCNs e da PNEPS
Figura 19 – Caracterização da Mudança na Regulamentação das DCNs e da PNEPS

Estrutura de Organização e Funcionamento: Programas de Formação Implantados

Estrutura organizacional dos programas por nomenclatura, estágio de produção e versões implementadas por ordem de interesse da SGTES/MS nos avanços da PNEPS; A organização dos programas na ordem da estrutura organizacional para o avanço da PNEPS mostrou que a SGTES/MS utilizou os programas para formar a PNEPS e acelerou o processo de realinhamento do modelo de formação profissional em saúde. Há ações da SGTES/MS que confirmam a evidência de uma mudança de modelo para atender aos seus interesses em avançar com a PNEPS e mudar efetivamente o modelo curricular das escolas médicas de nível superior.

Criado como ação programática da SGTES/MS para realizar pesquisas sobre os fundamentos teórico-metodológicos do modelo de reorientação.

Figura 21 – Organização dos Programas da SGTES/MS conforme Avanços da PNEPS
Figura 21 – Organização dos Programas da SGTES/MS conforme Avanços da PNEPS

Análise do Conteúdo e Execução: Detalhamento dos Projetos Políticos Pedagógicos

Imagem

Figura 1  –  Evidências  Científicas  dos  Elementos  da  Reorientação  do  Modelo  de  Formação
Figura 2 – Trajetória da Reorientação: do Senso Comum à Formação Profissional de RHS
Figura 3 – Linha do Tempo: Concepção Terminológica da Educação Permanente
Figura 4 – Influências da EP para Compreender a EPS no Brasil
+7

Referências

Documentos relacionados

O exame do processo de formação profissional das polícias civil e militar no estado do Rio de Janeiro e da polícia de Toronto revela que, nos dois contextos nacionais,