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universidade do vale do itajaí - IIS Windows Server

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Academic year: 2023

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Este trabalho apresenta uma aplicação do padrão DECT em sistemas de automação residencial controlados por interface WEB. O objetivo da utilização deste padrão para automação residencial é aproveitar o alcance do seu rádio comunicador para tornar mais fácil e centralizada a instalação de sistemas de automação em residências já consolidadas, sem grandes adaptações, possibilitando assim a difusão da automação.

INTRODUÇÃO

PROBLEMA DE PESQUISA

  • Solução Proposta
  • Delimitação de Escopo
  • Justificativa

O sistema de automação residencial proposto neste trabalho é composto por uma estação mestra, denominada Estação Base (EB), e duas estações escravas, denominadas Estações Móveis (EM), que se comunicam com o padrão DECT. Para aumentar a difusão do sistema de domótica, a sua instalação deverá ser realizada sem necessidade de adaptação das habitações, tornando-a mais fácil e acessível.

Figura  1 - Esquema  de conexão  entre  as estações EB e EM’s.
Figura 1 - Esquema de conexão entre as estações EB e EM’s.

OBJETIVOS

  • Objetivo Geral
  • Objetivos Específicos

A automação residencial, que segue essa linha de evolução, possibilita automatizar as residências através do uso da tecnologia, mas o custo e a dificuldade de instalação nas residências ainda são elevados, dificultando a disseminação da automação residencial pela sociedade. Portanto, o projeto proposto por este trabalho visa facilitar a instalação do sistema de automação residencial através do uso de tecnologia wireless, liberando-o da obrigação de adequar a casa às interligações de atuadores ou controladores à central de controle principal da marca.

METODOLOGIA

  • Metodologia da Pesquisa
  • Procedimentos Metodológicos

Neste capítulo será apresentada uma visão geral da literatura que abrange o padrão DECT, conceitos sobre estação base e estação móvel, protocolos de comunicação, servidores WEB e classificações de automação residencial. Em seguida, é apresentado o padrão DECT e sua estrutura operacional básica. Detalhes da Estação Base (EB), uma breve visão geral do conceito de sistemas embarcados e do conceito de servidor WEB, além do conceito de Estação Móvel (EM) e aplicações específicas para o contexto de automação residencial.

AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

  • Topologia do Sistema de Automação Residencial
  • Sistemas de Automação Residencial

Nesta classificação, o sistema de automação é capaz de controlar diversos subsistemas a partir de um único controlador central. A Figura 4 apresenta a arquitetura do sistema de automação Cybertronics disposto em topologia de barramento, podendo ser classificado como “sistema integrado”.

Figura  2 - Topologia  de ligação  automação  residencial  Fonte:  Adaptado de Marin  (2002)
Figura 2 - Topologia de ligação automação residencial Fonte: Adaptado de Marin (2002)

O PADRÃO DECT

  • Características do padrão DECT
  • A Camada Física (PHL – Physical layer)
  • A Camada de Acesso à Mídia (MAC - Medium Access Control)
  • A Camada Link de Dados (DLC - Data Link Control)
  • A Camada de rede (NWK - Networking)
  • Código De Identificação
  • Registros De Dispositivos Dect

Na comparação entre as camadas do modelo mostrado na Figura 7, a camada física do padrão DECT equivale à do modelo OSI. Um exemplo do processo de troca de mensagens entre as camadas do padrão DECT é mostrado na Figura 12.

Figura  5 - Exemplo  de um  sistema  DECT  Fonte:  Adaptado de Philips  e Namee (1998)
Figura 5 - Exemplo de um sistema DECT Fonte: Adaptado de Philips e Namee (1998)

ESTAÇÃO BASE (EB)

  • Detalhamento Da Estação Base (EB)
  • Servidor WEB
  • AARLL e AARLD

A aplicação AARLL é responsável por processar os dados recebidos do ARRLD para serem exibidos na interface de controle WEB do lado Linux. Já a interface de controle WEB será responsável por exibir o status dos EMs e opções de controle ao usuário. Esta técnica permite a troca de pequenas quantidades de dados entre o navegador web e o servidor WEB, eliminando a necessidade de recarregar completamente a interface de controle WEB.

No caso da automação residencial, o servidor WEB exibirá ao usuário a interface WEB de controle contendo as informações de estado dos sensores e atuadores que compõem o sistema. A interface WEB de controle é uma página WEB feita com a linguagem de programação HTML (Hypertext Mark-up Language) e complementada com codificação baseada em Java para.

Figura  14 - Detalhamento  de aplicações  da EB
Figura 14 - Detalhamento de aplicações da EB

ESTAÇÃO MÓVEL (EM)

  • Detalhamento Da Estação Móvel (EM)

Ao receber a solicitação com dados, a AARLL encapsulará as variáveis ​​recebidas pelo protocolo Contact ID e enviará uma mensagem de solicitação à interface DECT através da aplicação AARLD. A diferença entre eles é que enquanto o primeiro funciona como parte integrante da interface DECT, o segundo funciona em ambiente Linux. Quando o pedido é recebido pela AARLD, a mensagem é preparada para ser enviada para a camada imediatamente inferior da interface DECT e a partir daí a informação será sucessivamente encapsulada até atingir a camada de nível mais baixo da interface DECT, a camada física, alcance .

No EM, o software de gerenciamento proprietário controla a interface EM DECT conforme mostrado na Figura 16. Para todas as estações em um sistema de automação residencial, a interface DECT é exatamente a mesma, com a camada física (PHL) em uma extremidade e a camada IWU na extremidade. outro.

Figura  15 – Hardware  componente  da EM.
Figura 15 – Hardware componente da EM.

PROTOCOLO DE COMUNICAÇÃO DAS ESTAÇÕES

  • O Protocolo Contact ID
  • Classificação Dos Eventos
  • Considerações

Este capítulo apresentou o conceito de automação residencial (subseção 2.1), a topologia do sistema residencial (subseção 2.1.1), bem como alguns exemplos de sistemas de automação residencial comercial (subseção 2.1.2) e uma apresentação detalhada do padrão DECT a ser utilizado no sistema de automação proposto (seção 2.2). Parte da base teórica também fez parte do conceito e definição de sistemas embarcados, a apresentação detalhada do EB (subseção 2.3), do conceito de servidor WEB e das aplicações AARLL e AARLD (subseções 2.3.2 e 2.3.332), além ao detalhado sobre EMs (subseção 2.4) e à definição do protocolo de comunicação a ser utilizado no sistema de automação deste TCC (subseção 2.5.1). Também foram apresentadas a estrutura do protocolo Contact ID e uma lista de eventos padronizados do protocolo que serão utilizados (subseção 2.5.2).

No capítulo 3 é apresentada uma comparação entre as soluções escolhidas para conceber este curso com as soluções utilizadas noutros trabalhos de domótica, abordando as vantagens e desvantagens de cada técnica utilizada. Este capítulo apresenta as características de três projetos de automação residencial semelhantes ao apresentado neste TCC.

Tabela  1 - Eventos  do protocolo  Contact ID referentes  ao campo XYZ.
Tabela 1 - Eventos do protocolo Contact ID referentes ao campo XYZ.

IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA DE AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL

SISTEMA PARA CONTROLE E SUPERVISÃO REMOTA PARA

Porém, o ponto negativo identificado é a necessidade de um computador com programa especial instalado para executar os comandos de controle. Porém, o fato dos comandos serem executados via mensagens de texto limita a interação do usuário com a interface de controle. Para acessar a interface de controle, o usuário pode usar qualquer dispositivo que suporte um navegador web.

O comando de controle de um determinado equipamento da casa é selecionado pelo usuário por meio da interface de controle WEB e posteriormente enviado ao centro de processamento. Porém, a necessidade de conexão cabeada dos equipamentos residenciais (equipamentos a serem controlados) à unidade central de processamento dificulta a instalação do sistema, uma vez que vários equipamentos da casa ficam distantes da central de controle.

Figura  19 - Arquitetura  do sistema  de automação  Fonte:  Zandoná  (2012).
Figura 19 - Arquitetura do sistema de automação Fonte: Zandoná (2012).

ANÁLISE COMPARATIVA

Esta interface é disponibilizada ao usuário através de um servidor WEB embarcado na própria plataforma Arduino. Esta solução traz muita flexibilidade ao usuário, pois permite o controle remoto dos equipamentos de sua residência, já que a arquitetura Arduino possui conexão de rede de dados (Ethernet) conectada diretamente a um switch e um roteador wireless com acesso à Internet. . Este fato faz com que haja uma grande necessidade de adequação das estruturas das residências para acomodar tal sistema.

Isto significa que a instalação deste sistema requer a instalação e modificação da estrutura do apartamento existente. A seguir são apresentados os detalhes do desenvolvimento, visão geral da plataforma, detalhes das estações EM e EB, além do servidor WEB, aplicações AJAX_APP, gravação de dados em arquivos XML, interface de controle WEB e implementação do protocolo de comunicação entre as estações .

VISÃO GERAL DO SISTEMA

Inicialmente são realizadas a análise dos requisitos do sistema, definição dos diagramas de casos de uso e modelagem do software do sistema. No desenvolvimento da interface WEB tanto para HTML quanto para Java Script foi utilizado o editor de texto Sublime-Text. Para testes e depuração foi utilizado o navegador Mozilla Firefox® com os complementos Fire-Bug, ferramenta gratuita para desenvolvimento de interface WEB.

ANÁLISE DE REQUISITOS

Embora apenas um ME seja mostrado na Figura 20, é importante destacar que o sistema tem capacidade para controlar até cinco MEs. 01 O sistema só deve permitir o acesso às informações após o usuário efetuar login na interface WEB.

MODELAGEM DO SISTEMA

  • Casos De Uso
  • Descrição Dos Casos De Uso

Pré-requisito: O usuário deve ter o EB conectado a uma rede com roteador em modo DHCP. Resultado Esperado: O sistema informa ao usuário que a programação foi concluída com sucesso e no horário programado o sistema executará a programação.

Figura  21 - Diagrama  de casos de uso
Figura 21 - Diagrama de casos de uso

DETALHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO

  • Visão Geral Da Plataforma
    • EM
    • EB
  • Interface De Controle WEB
    • Página De Login
    • Página Principal De Controle
  • Servidor Web E Ajax
  • Implementação Das Funções Auxiliares AJAX APP
  • XML Database

Através desta ponte, pode-se saber que esta solicitação HTTP se refere ao método de acesso GET, e a função a ser chamada pelo servidor WEB é “out_get_ST”. Através desta ponte pode-se saber que esta solicitação se refere ao método de acesso POST (set_data) e a função a ser chamada pelo servidor WEB é “in_set_DM”. Para marcar o final, outra TAG, mas com a barra adicionada, é inserida na sequência “”, e o valor de interesse é armazenado no conteúdo presente entre as TAGS.

O campo “” marca o início das configurações referentes à ME 1, finalizado com o campo “. Da mesma forma que na Figura 39, o campo “” é utilizado para identificar qual estação os dados vêm na sequência, pertencem ao campo “” marca se o horário desta estação está ativo ou não, utilizando os valores 1 e 0 respectivamente.

” armazena o tipo de ação que o usuário deseja que ocorra no horário programado, por exemplo, “Off” ou “On” representado pelos valores 0 e 1 respectivamente.

Figura  23 – Foto do hardware  da EM.
Figura 23 – Foto do hardware da EM.

IMPLEMENTAÇÃO DO PROTOCOLO

  • A Estrutura HAS_INFO_T

O campo “MT” indica a prioridade da mensagem para o destinatário e assume o valor “18” para mensagem preferencial e “98” para mensagem opcional. Os valores possíveis para este campo são: “1” para evento novo, “3” para encerramento de evento e “6” nova informação para evento reportado anteriormente. HAS_NEW_STATUS_EVENT= 1, HAS_CLOSING_STATUS_EVENT = 3, HAS_REINFORMING_STATUS_EVENT = 6, } has_event_inf_e;.

HAS_MOBILE_STATION_0 = 0, HAS_MOBILE_STATION_1, HAS_MOBILE_STATION_2, HAS_MOBILE_STATION_3, HAS_MOBILE_STATION_4, } has_station_index_e;. Prek strukture has_info_t so informacije encapsulacije in posredovane s postajami EM em EB.

Figura  42 - Estrutura  has_station_index_e
Figura 42 - Estrutura has_station_index_e

IMPLEMENTAÇÃO DAS FUNÇÕES AARLL E AARLD

E isso permite que os dados sejam manipulados através do sistema de arquivos, permitindo sua escrita e leitura (ALVES, 2008). Quando um soquete é recebido, o aplicativo AARLL consulta a estrutura has_info_t para verificar se os dados são destinados ao EB. Desta forma os dados são inseridos na estrutura has_info_t e enviados via socket para a aplicação AARLD ainda no EB.

Desta forma, os dados da estrutura has_info_t recebidos da aplicação AARLL são enviados para a aplicação DECT, que os envia para o EM. Se os dados forem destinados ao EB, o AARLD_EB envia um soquete para a aplicação AARLL contendo os dados na estrutura has_info_t recebidos da aplicação DECT.

Figura  47- Fluxo  da aplicação  AARLL.
Figura 47- Fluxo da aplicação AARLL.

DIAGRAMA DE SEQUENCIA DO SISTEMA DE AUTOMAÇÃO

  • Execução Dos Testes

Para testar o sistema de automação residencial foi criado um cenário hipotético, conforme mostrado na Figura 52. Ainda no navegador, a mensagem de status “Ativado” começou a aparecer após pressionar o botão “On”, conforme mostrado na Figura 56. Ao clicar ao clicar no botão Salvar, o navegador envia os dados para o EB e a página de status do EM1 é atualizada com o novo agendamento conforme Figura 65.

No campo “Dados do EM” são inseridos os dados que deseja atribuir a um dos EMs, para isso os dados são preenchidos conforme mostra a Figura 66. Ao clicar no botão salvar, o navegador exibe uma mensagem de confirmação de envio , como mostrado. mostre a Figura 70.

Figura  52 - Cenário  de testes
Figura 52 - Cenário de testes

CONCLUSÕES

TRABALHOS FUTUROS

Disponível em: .

Imagem

Figura  2 - Topologia  de ligação  automação  residencial  Fonte:  Adaptado de Marin  (2002)
Figura  3 - Arquitetura  e dispositivos  do sistema  Habeetat  Fonte:  Solidmation  (2013)
Figura  4 - Arquitetura  e dispositivos  da Cybertronics  Fonte:  Cybertronics  (2013)
Figura  5 - Exemplo  de um  sistema  DECT  Fonte:  Adaptado de Philips  e Namee (1998)
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Referências

Documentos relacionados

A escolha desse servidor permite o desenvolvimento com o framework JavaServer Faces 11 (JSF), baseado em Java para a construção de interfaces de usuários em aplicações Web. Com