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Academic year: 2023

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PROCESSO DE TRABALHO DE GESTORES DE UNIDADES DE ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE DE UM MUNICÍPIO DO ESTADO DA BAHIA. O processo de trabalho dos Chefes de Unidades de Saúde da Atenção Primária à Saúde de um município do estado da Bahia.

O TRABALHO DE GERENTES DE UNIDADES DE SAÚDE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA E OCUPACIONAL DOS GERENTES DE UNIDADE DE SAÚDE DA APS LOCAL

Diante disso, apresentamos a questão norteadora deste estudo: como se dá o processo de trabalho dos chefes de unidades básicas de saúde de um município do estado da Bahia. Possui os seguintes objetivos: o objetivo geral analisar o processo de trabalho dos gestores das unidades básicas de saúde do município de Feira de Santana-Bahia e os objetivos específicos compreender o contexto político, organizacional, relacional e técnico no processo de trabalho dos gestores da APS norte-americana e descrever as limitações e possibilidades dos gestores da PT EUA do ponto de vista dos atributos da APS local.

CONCEPÇÕES SOBRE TRABALHO E O PROCESSO DE TRABALHO EM SAÚDE

TABELA 2 Distribuição, segundo Merhy (2002), das teses sobre cotidiano do trabalho e tecnologias em saúde. Para esclarecer algumas nuances que aparecem no debate sobre o PTS, a seguir relembramos conceitos importantes para compreender a micropolítica do trabalho vivo em ação.

ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Autores como Conill (2008), Giovanella e Mendonça (2012), Giovanella e Stegmüller (2014) discutiram abordagens e abordagens de APS que se adaptam às necessidades de saúde da população. A APS integral em Alma-Ata é concebida como um modelo estratégico de assistência e organização do sistema de saúde, com foco nas necessidades individuais e coletivas (GIONANELLA; MENDONÇA, 2012).

O TRABALHO DE GERENTES DE UNIDADES DE SAÚDE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE

Os elementos constitutivos do processo de trabalho do chefe das Unidades Médicas de Atenção Primária à Saúde consistem em um estabelecimento que corresponde à organização do trabalho, uma equipe médica, usuários e território, finalidade do cuidado. Num sentido mais amplo, podemos dizer que tais planos sintetizam os aspectos políticos, organizacionais, relacionais e técnicos presentes neste processo de trabalho específico e determinam o poder criativo, livre e autônomo do trabalho vivo na ação desenvolvida pelos gestores e coletivos de trabalho, saúde.

TIPO DE ESTUDO

CAMPO EMPÍRICO

TABELA 6 Distribuição das unidades de saúde KHP nas sedes segundo localização nas Regiões Administrativas I, II, III, IV, V. Contudo, tendo em conta os tipos de instituições de saúde KHP em vigor no município em questão, utilizaremos USF e UBS. designações.

PARTICIPANTES DO ESTUDO

Em relação às 13 UBS de Feira de Santana, todas possuem Estratégia de Agentes Comunitários de Saúde (EACS) (BRASIL, 2018a). Portanto, a escolha dos participantes não seguiu a premissa de uma seleção grande, como consideramos na seleção.

TÉCNICAS E INSTRUMENTOS DE COLETA DE DADOS

Os critérios de exclusão foram gestores da APS que estavam afastados da unidade no momento da coleta de dados por motivo de maternidade, licença médica, férias ou outras formas de licença. Para a realização da técnica de observação sistemática, seguiu-se o roteiro (ANEXO B), acompanhando a atuação dos dirigentes do HU da APS no desenvolvimento do seu processo de trabalho e organização e funcionamento do HU, a atuação da equipe de saúde e as demandas realizadas pelos usuários.

SISTEMÁTICA NA COLETA DE DADOS

Ao ser selecionado aleatoriamente um US que atendesse aos critérios de inclusão do estudo, era apresentada ao gestor uma carta (ANEXO A) disponibilizada pela Coordenação de Educação Continuada da SMS de Feira de Santana, contendo informações sobre a busca e autorização para realizá-la. Juntamente com os profissionais que se dispuseram a participar da pesquisa, foi determinado o horário e local para a entrevista planejada. No momento da entrevista atentamos para a flexibilidade em termos de duração e condições favoráveis ​​ao ambiente da entrevista.

Além disso, a observação iniciou-se após o primeiro contato, apresentação e aceitação dos participantes para a realização do estudo. Tinham ciência da coleta de dados por meio dessa técnica e que a mesma seria feita com cautela, buscando não interromper as atividades realizadas.

MÉTODO DE ANÁLISE DE DADOS

Também foi possível obter impressões sobre o desempenho dos gestores durante e após as entrevistas, pois durante as entrevistas o gestor foi solicitado a intervir nas demandas americanas. Nesta etapa, realizamos uma leitura extensa do material, tomando como base o objeto, o referencial teórico, os pressupostos e os objetivos da pesquisa, e compreendemos os núcleos de sentido. Apresentamos então o quadro síntese das entrevistas segundo os núcleos de sentido da Tabela 7.

No texto empírico analisado, os gestores das USF foram identificados pela sigla GUSF, numerada de 1 a 10, enquanto os gestores das UBS foram identificados como GUBS, numerados de 1 a 8, dependendo da ordem em que foram realizadas as entrevistas e observações. Algumas falas dos gestores estão em negrito com o objetivo de destacar aspectos específicos da análise.

FIGURA 3 Fluxograma do desenvolvimento da análise de conteúdo temática  Fonte: elaborada pela autora a partir de Gomes (2011)
FIGURA 3 Fluxograma do desenvolvimento da análise de conteúdo temática Fonte: elaborada pela autora a partir de Gomes (2011)

ASPECTOS ÉTICOS

A coleta de dados ocorreu após aprovação do estudo pelo Comitê de Ética em Pesquisa, autorização da Secretaria Municipal de Saúde e da Coordenadoria de Atenção Primária à Saúde de Feira de Santana e assinatura do TCLE pelos participantes. Os benefícios desta pesquisa estão relacionados principalmente à possibilidade de aquisição de conhecimento, por meio da análise das dimensões do processo de trabalho gerencial e da reflexão sobre os problemas e facilidades que os gestores das unidades de saúde do SPG do município enfrentam. Além disso, seus resultados podem auxiliar na identificação de alternativas que dêem suporte ao desenvolvimento de funções gerenciais, a fim de melhorar o processo de trabalho e garantir a qualidade da saúde dos usuários.

Esta entrada apresenta, analisa e discute as categorias que emergiram dos principais significados aprendidos em entrevistas com gestores de CSP nos EUA e de observações do seu trabalho diário. Na categoria Caracterização sociodemográfica e ocupacional dos gestores locais de Unidades de Saúde da APS, apresentamos os aspectos sociodemográficos e profissionais dos gestores das HU locais da APS.

CARACTERIZAÇÃO SOCIODEMOGRÁFICA E OCUPACIONAL DOS GERENTES DE UNIDADE DE SAÚDE DA APS LOCAL

7 Na tese de diploma utilizaremos o termo trabalhador(es) de saúde devido à diversidade de formação de gestores que não pertencem à categoria de trabalhadores de saúde. Por outro lado, para Araúja, Miranda e Garcia (2014), o avanço profissional dos egressos de enfermagem no campo da gestão pública ocorreu devido à estruturação do SUS, principalmente por meio da organização do HU da APS e do desenho do conteúdo programático de cursos de enfermagem que incluem práticas gerenciais como competências. Portanto, entendemos que essa mudança pode afetar o estabelecimento de vínculo com os usuários, a comunidade e os próprios profissionais/trabalhadores da equipe de saúde.

Contudo, os próprios gestores da APS SU reconhecem a importância da qualificação em temas que aprofundem as necessidades de planejamento, organização de sistemas e serviços, política de pessoal, planejamento e economia da saúde, o que pode contribuir para melhorar o desempenho dos gestores e sua capacidade de avaliar expandir . necessidades de saúde e tomada de decisão na gestão territorial (XIMENES-NETO; . SAMPAIO,2007). Quanto à experiência profissional na gestão de SU na APS, considerar Carvalho et al. (2014) a falta de experiência de gestão dos indivíduos que ocupam tal cargo/função e podem estar sujeitos a ressalvas.

A DINÂMICA DO PROCESSO DE TRABALHO DE GERENTES DE UNIDADES DE SAÚDE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: ELEMENTOS CONSTITUTIVOS E

Os profissionais de saúde e demais profissionais de saúde, o usuário/comunidade, além da organização da Unidade, foram considerados como objeto. Os gestores das HU da APS, ao se referirem aos trabalhadores de saúde e demais trabalhadores da saúde como sujeitos do seu trabalho, reconhecem que médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, ACS, dentistas, auxiliares de consultório dentário e auxiliares de saúde estão sob sua responsabilidade. serviços gerais. A partir do usuário e da comunidade com suas necessidades e motivos que os levam a procurar a APS nos EUA, os profissionais e gestores norte-americanos implementarão atos de saúde que terão consequências “positivas” ou “negativas” para a resolução do problema.

Para tanto, o GPT toma como base a finalidade e os instrumentos de trabalho para intervir nas necessidades de saúde e sociais da população e nas necessidades da equipe de trabalho. O resultado desse modelo de formação, segundo Fertonani et al (2015), é que os profissionais de saúde com esses currículos tendem a valorizar pouco o SUS e o modelo de Saúde da Família. No contexto organizacional do GPT, foi mostrado como os gestores resolviam as demandas decorrentes do agendamento e atendimento na Unidade de Saúde.

A cogestão refere-se ao compartilhamento das ações de gestão no processo de trabalho em saúde como alternativa à centralização do poder nas organizações de saúde.

O AGIR DOS GERENTES DE UNIDADE DE SAÚDE: LIMITES E POTÊNCIA PARA O FORTALECIMENTO DOS ATRIBUTOS DA APS LOCAL

Estabelece diretrizes para a organização da rede de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Participação na saúde: visões e práticas de funcionários de uma equipe da estratégia Saúde da Família. Características tecnológicas do processo de trabalho na rede estadual de centros de saúde paulistas.

Atuação gerencial em Unidades Básicas de Saúde em municípios de pequeno porte do Paraná, Brasil. O Programa Mais Médicos, a infraestrutura das Unidades Básicas de Saúde e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. Disponível em:

A concepção e a prática dos gestores da estratégia saúde da família. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. Teorias da administração: articulação com a enfermagem em saúde coletiva.

APÊNDICES

  • Atributos Atenção Primária à Saúde Atributos Essenciais
  • Possibilidade do desenvolvimento do PTG no cotidiano das US na perspectiva dos atributos da Atenção Primária à Saúde
  • Limites do PTG na US na perspectiva de fortalecimento dos atributos da Atenção Primária à Saúde
  • Elementos constitutivos do Processo de Trabalho (Objeto do trabalho, Agentes do trabalho, Instrumentos, Finalidade/ Atividades, Tecnologias relacionais)
  • Dinâmica do processo de trabalho gerencial
  • Possibilidade do desenvolvimento do PTG no cotidiano das US na perspectiva dos atributos da Atenção Primária à Saúde
  • Limites do PTG na US na perspectiva de fortalecimento dos atributos da Atenção Primária à Saúde

Processo de Trabalho dos Gestores de Unidades de Saúde da Atenção Primária à Saúde de um Município do Estado da Bahia”, que tem como objetivo analisar o processo de trabalho na gestão dos Serviços de Atenção Primária à Saúde do município de Feira de Santana-Bahia. Este estudo justifica-se por poder contribuir para a análise do processo de gestão no município em questão, o que favorece a identificação das principais nuances desse processo de trabalho, além de contribuir para a ampliação e aprimoramento do conhecimento na área dos serviços de saúde gerenciamento. saúde, com o objetivo de repensar as práticas ali desenvolvidas para fazer valer as ideias contidas na proposta assistencial, voltada para a Atenção Primária à Saúde. Neste estudo, atende o disposto na Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde, no que diz respeito a pesquisas envolvendo seres humanos, quaisquer dúvidas referentes a este estudo, antes, durante e após sua realização, poderão ser esclarecidas pelo contato dos pesquisadores, através do seguinte endereço: Universidade Estadual de Feira de Santana, Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

Dado o risco de constrangimento, pela forma como os instrumentos são aplicados, a falta de privacidade, estar em situação de protagonista, por medo de perder o emprego, a possibilidade de causar conflitos no ambiente de trabalho e além da empatia. É garantida a confusão entre o entrevistado e o entrevistador a sua liberdade de recusar a participação ou retirar o seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem qualquer penalidade ou prejuízo ao seu papel. O áudio das entrevistas e suas transcrições, bem como os dados das observações, ficarão armazenados pelo período de cinco anos no Núcleo de Pesquisas Integradas em Saúde Coletiva – (NUPISC), do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, da Secretaria Estadual. Universidade. de Feira de Santana-Bahia e após esse período será destruído.

ANEXOS

Imagem

FIGURA 1 : Regiões de Saúde da Bahia.
FIGURA 3 Fluxograma do desenvolvimento da análise de conteúdo temática  Fonte: elaborada pela autora a partir de Gomes (2011)

Referências

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