O objetivo geral desta pesquisa foi analisar a construção de pictogramas 3D construídos por alunos cegos e videntes no contexto da aprendizagem probabilística usando um modelo tátil (TM). Nesta pesquisa, nosso objetivo geral é analisar a construção de pictogramas 3D construídos por alunos cegos e videntes no contexto da aprendizagem probabilística usando um modelo tátil.
LETRAMENTO ESTATÍSTICO
A autora percebeu que os alunos têm muitas dificuldades em ler e interpretar diferentes representações de dados. No entanto, Gregório (2012) concluiu que os gráficos são uma excelente estratégia para trazer para a sala de aula.
ENSINO DE PROBABILIDADE
Letramento probabilístico
Além de saber que existem diferentes maneiras de chegar a estimativas de probabilidade, os alunos também devem estar cientes de que essas estimativas geralmente são o resultado da integração de informações de várias fontes. Desta forma, é importante que os alunos estejam atentos aos erros ou mal-entendidos que possam surgir, e à possibilidade de raciocinar sobre essas situações probabilísticas.
Pesquisas recentes sobre Probabilidade
Rodrigues (2011) destacou quatro aspectos em que o conhecimento de Probabilidade deve ser pautado na formação inicial de Matemática de professores polivalentes. A autora indica os conhecimentos que devem constar de uma Proposta de Ensino de Probabilidade para a formação de professores polivalentes. Por meio das tarefas, verificou-se que os alunos gradualmente abandonaram o raciocínio baseado na visão frequentista da probabilidade e apoiaram sua reflexão na probabilidade teórica.
Esta pesquisa traz diversas contribuições para o nosso estudo no sentido de fortalecer nosso entendimento sobre a necessidade de abordar os conceitos básicos de Probabilidade (cbP) ainda na escola e verificar se os alunos que utilizam o SE, como em nosso projeto, foram capazes de compreendê-los conceitos de forma mais eficaz. Os alunos usaram sua intuição durante sua participação e resolução de problemas e enfatiza-se que o uso da intuição de forma acrítica tem levado as pessoas a tomarem decisões erradas por não terem conhecimento suficiente dos conceitos básicos de probabilidade. Esta pesquisa contribuiu para nosso estudo na medida em que nos fez refletir sobre a possibilidade de utilizar um recurso didático para que alunos cegos dominem conceitos básicos de probabilidade.
PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
Caracterização da pesquisa
Assim, no estudo piloto, pretendemos avaliar a necessidade de novos ajustes a este instrumento, no que diz respeito a ajustes nos artefactos, bem como a reorganização das tarefas do SE PAJ, para depois podermos realizar o estudo principal com um instrumento melhor adaptado às necessidades dos alunos, cegos e vidente.
Sujeitos do estudo principal
Quando participou de nosso estudo, tinha 39 anos e cursava o 3º ano da EJA no turno da noite quando participou desta pesquisa. Quando participou desta pesquisa, João tinha 41 anos e cursava o 3º ano da EJA, no turno noturno, sendo que ele e Pedro não estudavam na mesma turma. Parou de estudar aos 15 anos para encontrar o pai no Rio de Janeiro e trabalhar, e voltou a estudar aos 39.
Ela nasceu cega e frequentou o jardim de infância por muito tempo porque seus pais se sentiram inseguros em colocá-la em uma escola pública regular e mais apropriada para sua idade. É casada com cadeirante, 37 anos, mãe de três filhos, e na época do estudo cursava escola profissionalizante, cursava Comércio, no turno da noite. Sobre sua infância e juventude, ela contou que adorava jogar vôlei na frente de casa, como as outras crianças, mas que aos 15 anos teve que morar sozinha.
A Maquete tátil
- Maquete tátil do estudo piloto
- Maquete tátil do estudo principal
A distância da casa de Jefferson até a casa de cada um de seus amigos é sempre de quatro quarteirões. Com a leitura, espera-se que os alunos percebam a diferença entre a antiga forma de Jefferson visitar cada um de seus amigos (situação determinística) e a nova forma de visitar (experiência aleatória), tornando-se familiarizados com o conceito de aleatoriedade implícito na história. Espera-se que os alunos determinem os caminhos esperados e comecem a observar a existência de um padrão em termos do número de áreas norte e leste necessárias para chegar à casa de Abel em cada um dos caminhos possíveis.
Na tarefa 5, são apresentados os conceitos de salas amostrais, eventos e árvores de possibilidades, e espera-se que os alunos determinem todos os caminhos possíveis para cada um dos amigos e assim o número total de caminhos. Espera-se que os alunos façam inferências, ainda que intuitivamente, sobre avaliar as possibilidades de visitar cada um de seus amigos. Espera-se que os alunos comparem os resultados e, com maior evidência, percebam a diferença entre o que se espera e o que se observa com os sorteios, e avaliem a possibilidade de visitar cada um dos amigos.
Procedimentos de coleta
No início do primeiro encontro, foi entregue às duplas o SE PAJ, em tinta para o aluno vidente e em braile para o aluno cego ler, o que correspondia à Tarefa 1. Ressaltamos que a tradução do SE PAJ porque o braille foi realizada por uma professora especializada em trabalhar com alunos cegos no AEE, então o SE foi impresso em papel próprio. Em seguida, organizamos todos os artefatos do modelo e os disponibilizamos (Figura 11) para os alunos manusearem e reconhecerem, que é a tarefa 2.
É importante ressaltar que os alunos que compõem a dupla construíram os pictogramas nas colmeias sem a intervenção do pesquisador. As respostas dos alunos a outras tarefas envolvendo cbP foram analisadas do ponto de vista do modelo probabilístico de alfabetização proposto por Gal (2005), o que também nos permitiu avaliar o potencial do modelo tátil para o aprendizado desses conceitos em alunos cegos e com baixa visão .
Procedimento de análise
Uniestrutural (U): As respostas são inconsistentes porque os alunos se concentram em um único aspecto importante da tarefa, mas como não usam todos os dados, obtêm pouca informação. No contexto do nosso estudo, podemos dizer que o ícone 3D será classificado no nível pré-estrutural se os alunos colocarem os brinquedos de cada amigo empilhados na mesma célula da colmeia (Figura 13b). Os alunos que apresentaram as cartas espalhadas separando os montes por criança de forma assistemática, mas que podiam ser contadas, consideraram suas respostas desestruturadas.
No contexto do nosso estudo, pictogramas 3D serão classificados no nível multiestrutural se os brinquedos de cada amigo estiverem alinhados, mas não ordenados por frequência (Figura 15b). Os alunos que classificaram suas respostas no nível relacional colocaram as fichas dos livros lidos em ordem crescente, utilizando um guia de referência (Figura 16a). Em nossa pesquisa, se os brinquedos de cada amigo estiverem alinhados e em ordem crescente ou decrescente de acordo com as frequências, iremos classificá-los no nível de relacionamento (Figura 16b).
ANÁLISE DOS DADOS
Primeiro bloco de tarefas
Foi somente quando pedimos aos alunos da tarefa 3 que sugerissem um caminho para chegar até a casa de Abel que percebemos a dificuldade em registrar o caminho com as cartas na colméia. Com relação aos resultados da tarefa 4, todas as duplas conseguiram encontrar apenas quatro caminhos possíveis para chegar à casa de Abel (Figura 17b). –VOCÊ DISSE QUE ESSE É O ÚLTIMO CAMINHO (FALANDO COM V2), PARA CHEGAR NA CASA DO ABEL, QUANTOS CAMINHOS VOCÊ ACHA QUE EXISTE.
Essa dificuldade em determinar todos os caminhos para chegar até a casa de Abel pode sugerir que ainda existe uma certa “limitação” com os artefatos no sentido de dar mais indicações, subsídios, para que os alunos possam verificar o padrão que existe, ou seja. deve-se caminhar duas vezes para o norte e duas vezes para o leste, independentemente da ordem. Como resultado dos resultados da tarefa 5, os alunos já tiveram a oportunidade de compor os pictogramas da tarefa 8, e também responderam rapidamente à questão da tarefa 6 sobre quantas maneiras possíveis de chegar à casa de cada um dos seus amigos. Quanto à segunda parte da tarefa 6, quando questionados sobre o que havia de comum entre as formas de chegar à casa dos amigos, as respostas iniciais não corresponderam ao esperado, ou seja, ver se conseguiam observar a existência de um padrão relacionado ao número de vezes que Jefferson teve que caminhar para o norte e para o leste para visitar cada amigo.
Pictogramas 3D das frequências esperadas
O par 2 passou a organizar as frequências esperadas de Abel de forma desorganizada, mas que parecia indicar que estavam tentando representar o movimento como foi feito na prancha para chegar na casa deste amigo (Figura 23). PERGUNTA SOBRE C2) DA FORMA QUE É FEITO LÁ, VOCÊ PODE IDENTIFICAR QUEM ESTAVA SÓ OLHANDO. A GENTE QUE FAZ OS GRÁFICOS DIZ QUE É FÁCIL, RAPIDAMENTE DÁ PARA SABER QUEM FOI MAIS VISITADO.., QUEM FOI MENOS VISITADO.
Após essa fala, a dupla constrói um novo pictograma que pode ser classificado na taxonomia SOLO no nível relacional (Figura 25). Esta explicação do C3 ajudou-nos ainda a perceber mais claramente a importância da ordenação das frequências no caso dos pictogramas para uma melhor visualização, quer o sujeito seja cego ou vidente, e também justificar a classificação na taxonomia SOLO como nível relacional. Ressaltamos que os três alunos cegos da pesquisa de Vita (2012) tiveram seus pictogramas classificados pelas frequências esperadas no nível relacional, mas isso não pode ser utilizado como resultados comparativos, pois esses pictogramas, ao contrário do nosso estudo, são construídos a partir dos pictogramas das observações observadas. frequências.
Segundo bloco de tarefas
Para completar a tarefa 11, as duplas sortearam Jefferson para visitar seus amigos por meio de um toque de sino em que o som "pim" indicava a direção Norte e o som "pom" indicava a direção Leste. C3: ISSO ESTÁ ERRADO (MOVIMENTO ANTERIOR: LESTE, LESTE, . LESTE, NORTE E LESTE VERIFICARAM QUE A VISITA FOI PARA A CASA DO BETO). PLAQUE E VERIFIQUE SE A MUDANÇA: NORTE, LESTE, LESTE, LESTE LEVA À CASA DO BETO E NÃO À DO ABEL).
Apesar deste erro inicial, que foi rapidamente corrigido, no geral o desenvolvimento da tarefa não foi prejudicado. Os resultados satisfatórios de todos os casais na realização dessa tarefa parecem indicar que eles até colaboraram informalmente com o cbP, pois perceberam que na loteria, ao tocar a campainha, só encontravam “pim”. Eles também puderam considerar a nova forma de visitar Jefferson, ou seja, as visitas seriam determinadas por meio de um experimento aleatório, além de determinar as frequências observadas usadas para identificar os ícones solicitados na tarefa 12. build. o modelo manipula os artefatos envolvidos na resolução da tarefa de forma mais autônoma.
Pictogramas 3D das frequências observadas
A dupla D3 já afirmou que nem todos os amigos tiveram a mesma oportunidade de visitar e após o sorteio, garantem: “no sorteio, ele foi mais vezes ao Baba. Jefferson tem que jogar uma moeda quatro vezes para chegar na casa de um de seus amigos e presentear a coleção. Mostre ao seu parceiro o caminho da Jefferson House até a Abel House.
Jefferson teve que jogar uma moeda quatro vezes para chegar na casa de um de seus amigos e dar o presente para a coleção. Ele tem que tocar a campainha quatro vezes para chegar na casa de um de seus amigos e presentear sua coleção. Jefferson teve que tocar a campainha quatro vezes para chegar na casa de um de seus amigos e fazer um presente para sua coleção.