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Por fim, a proposta de Ambiente Virtual Colaborativo de Notícias (AVNC) aparece detalhada e com muitas especificações. Apresentar uma proposta de ambiente virtual colaborativo de notícias para a produção de notícias que atenda às exigências da dromocracia cibercultural da sociedade da informação.

Teoria dos Jogos

O autor também cita outros exemplos de jogos com aplicação direta na teoria dos jogos, como: "a tragédia dos comuns", "jogo da galinha", "jogo voluntário". Desde a década de 1970, a Teoria dos Jogos também tem sido usada para estudar o comportamento animal e a evolução genética.

Figura 1 – Dilema do Prisioneiro  Fonte: (Fuks et al., 2011, p.18)
Figura 1 – Dilema do Prisioneiro Fonte: (Fuks et al., 2011, p.18)

Teoria da Atividade

Analisando o desdobramento das variáveis ​​descritas na Figura 3 acima, os autores nos dizem que o modelo de atividade é ―a menor e mais simples unidade que preserva a essência de qualquer atividade humana‖, o que permite a simplificação da realidade complexa nas práticas humanas, como bem como a descrição e análise das atividades humanas em um contexto real, com o auxílio de tecnologias computacionais (FUKS et al, 2011, p. 24).

Modelo 3C de Colaboração

Para o desenvolvimento de sistemas e o modelo 3C de colaboração (comunicação, coordenação e cooperação), pode representar um avanço nos paradigmas de engenharia de software adotados para AVNC. O modelo 3C também pode ser utilizado como parâmetro de referência na classificação preliminar de sistemas colaborativos e sofreu adaptações do diagrama original para atender às especificidades impostas por algumas propostas, conforme pode ser observado na Figura 5 a seguir.

Figura 4 – Modelo 3C de Colaboração  Fonte: (Fuks et al., 2011, p.25)
Figura 4 – Modelo 3C de Colaboração Fonte: (Fuks et al., 2011, p.25)

Modelo de Tuckman

Bibliometria de sistemas colaborativos

Por fim, o último gráfico 7 revela a pesquisa em sistemas colaborativos por área de conhecimento. 38 Vale ressaltar seu alto número de citações, figurando como um dos principais nomes do Brasil atuando em sistemas colaborativos.

Gráfico 1 – Análise entre 2015 até 2018                                           Fonte: Relatório de webmetria da base Scopus
Gráfico 1 – Análise entre 2015 até 2018 Fonte: Relatório de webmetria da base Scopus

Gênese da Produção de Conteúdo em Sites e Blogs

Inicialmente, os sites e blogs foram destacados como precursores dos ambientes que promoviam a produção de conteúdo na Internet. Logo em seguida, o ambiente WiKi se apresenta como um experimento peculiar de produção colaborativa de conteúdo e, por fim, vale olhar para o fenômeno da produção e disseminação de conteúdo por meio das redes sociais digitais. Ainda no campo da produção hipertextual, o software Wiki também é uma proposta de ambiente que auxilia o desenvolvimento de conteúdo online e não exige conhecimento técnico em linguagem HTML, por isso a próxima seção apresenta um breve relato de suas definições e conceitos, que bem como o desenvolvimento do processo de produção colaborativa de conteúdo neste tipo de ambiente.

3 Trackbacks são ferramentas automatizadas de indicação, que funcionam para deixar um link no blog citado por outro.

Produção Colaborativa de Conteúdo em Ambientes WiKi

Produção Colaborativa de Conteúdo em Redes Sociais Digitais

A produção de conteúdo nas redes sociais digitais envolve o ator social, na definição de Recuero (2009). 53 Assim, a produção de conteúdo nas redes sociais digitais segue a dinâmica dessas redes, que, segundo Nicolis e Prigogine (1989), são sistemas dinâmicos e, como tal, sujeitos a processos de ordem, caos, agregação, divisão e ruptura ‖. Em sua definição, ―(..) os sites de redes sociais são os espaços utilizados para a expressão das redes sociais na Internet.‖.

Segundo Barbosa (2013), podemos delinear três fases ou ciclos, levando em consideração o aspecto da produção de conteúdo, disseminação da informação, observação das características e classificação do jornalismo nas redes sociais digitais.

Figura 17 – Diagramas das Redes de Paul Baran  Fonte: (Baran, 1964, p.2)
Figura 17 – Diagramas das Redes de Paul Baran Fonte: (Baran, 1964, p.2)

Jornalismo: evolução e transformação

A vertiginosa expansão dos jornais no século XIX permitiu a criação de novos postos de trabalho; um número crescente de pessoas se dedica inteiramente a uma atividade que adquiriu um novo propósito ao longo das décadas do século XIX: fornecer informação em vez de propaganda (TRAQUINA, 2005, p. 34). Das novas edições dos jornais no mesmo dia à interrupção dos programas de televisão anunciados como boletins, os novos desenvolvimentos tecnológicos nas últimas décadas do século XX permitiram atingir o ápice do imediatismo – “a transmissão instantânea do evento” – de uma grande distância (TRAQUINA, 2005, p.53). O surgimento dos jornais no final do século XVII e início do século XVIII criou um novo espaço público de debate.

No estudo de Souza (2006), que analisou a gestão estratégica de custos na cadeia de suprimentos e logística de distribuição na indústria jornalística brasileira, este autor aponta que no Brasil do século XIX, a imprensa contava com um panfletário. formatar.

Figura 19 – Cadeia de suprimentos típica de uma empresa jornalística  Fonte: Souza (2006)
Figura 19 – Cadeia de suprimentos típica de uma empresa jornalística Fonte: Souza (2006)

Webjornalismo e a produção colaborativa de notícias

Assim, lançamos as bases para o texto da próxima seção, que apresenta e discute o conceito de webjornalismo e algumas reflexões sobre novas dinâmicas na produção de conteúdos jornalísticos e notícias em geral. Outro ponto observado por Primo e Trävel (2006) está presente na “insatisfação com a qualidade do jornalismo por parte da audiência — e dos próprios jornalistas — não é novidade. Empiricamente, observamos aspectos negativos no webjornalismo, que melhora a distribuição de notícias sem verificação jornalística, mas um erro pode ser corrigido em breve sobre a publicação original.

Após os conceitos e teorias sobre a evolução do jornalismo, bem como o fenômeno do jornalismo online, na próxima seção veremos mais especificamente o processo de produção de notícias a partir da migração, na década de 1990, dos jornais impressos, pelos portais de notícias , para aplicativos de notícias móveis.

Portais de notícias

Então, na figura 21, podemos relembrar o portal AOL (America Online), que era líder em conexões e tráfego nos Estados Unidos. 66 Esse portal tinha como vantagem um serviço de e-mail gratuito, mostrado na Figura 22, logo no início do portal, muito popular no Brasil. Na Figura 23, podemos observar a evolução e amadurecimento dos portais de notícias, no caso o portal da Rede Globo de Comunicação.

Para finalizar este rápido estudo de campo, que visa revisitar os portais do início da Internet, especificamente no Brasil, comparar com os portais atuais e trazer uma breve apresentação visual, na figura 25, o portal do jornal Folha de São Paulo pode ser visto.

Figura 20 – Portal IG em 1995, antes da compra pelo Internet Gourp  Fonte: google images
Figura 20 – Portal IG em 1995, antes da compra pelo Internet Gourp Fonte: google images

Aplicativos de leitura e contribuição de notícias

Na próxima seção, será relatado o cenário dos aplicativos de leitura de notícias, bem como algumas sugestões de auxílio e participação dos leitores por meio desses aplicativos. A Figura 27 abaixo mostra uma captura de tela do aplicativo Flipboard para ilustrar esse tipo de aplicativo geral de consumo de notícias. Assim como o Flipboard, temos uma série de aplicativos de leitura/produção de notícias que se enquadram na categoria geral, ou seja, com propósito geral em termos de capacidades e interesses do usuário/leitor.

73 O desenvolvimento de aplicativos móveis para leitura/produção de notícias pode ser visto em aplicativos que oferecem e estimulam o leitor a participar da construção da notícia.

Figura 26 – Página do ―Você Repórter‖ do Portal Terra   Fonte: http://noticias.terra.com.br/vcreporter/envie.htm
Figura 26 – Página do ―Você Repórter‖ do Portal Terra Fonte: http://noticias.terra.com.br/vcreporter/envie.htm

Tipo da Pesquisa

  • Quanto à natureza
  • Abordagem do Problema
  • Do ponto de vista dos objetivos
  • Do ponto de vista dos procedimentos técnicos

O desenvolvimento de uma pesquisa científica ocorre por meio de um detalhamento explicativo e cuidadoso, que contém todas as ações realizadas durante o trabalho de pesquisa, que obedecem às etapas e procedimentos recomendados, em consonância com os requisitos da pesquisa científica, que visa atingir os objetivos objetivos autoritários. A pesquisa de campo apresenta os artefatos tecnológicos que deram origem ao ambiente, ou seja, o diagrama de classes, a modelagem do sistema de banco de dados, a definição do modelo 3C2I, o fluxograma para compilação das notícias dentro do ambiente, a criação de A News Assessment Formulário (FAN), bem como o detalhamento das tecnologias utilizadas na construção do ambiente. A proposta de estudo apresentada neste trabalho conduz a uma pesquisa de natureza aplicada, pois proporcionará um retorno à sociedade, por meio do legado de um ambiente virtual colaborativo de notícias, onde leitores, jornalistas, editores e demais personagens do universo da comunicação jornalística, poderão se beneficiar de ferramentas voltadas para a melhoria de suas práticas.

Na perspectiva de Souza, Castelhano e Manhãs (2014), quando a pesquisa visa resolver um problema coletivo, podemos considerá-la como pesquisa em ação, onde neste caso atende a esse critério, oferecendo uma proposta de modelagem de um virtual. ambiente colaborativo de notícias que pode ser implementado seguindo as técnicas descritas nesta pesquisa.

Critérios para construção do modelo conceitual do ambiente

O workflow no modelo 3C2I, parte da comunicação, onde o leitor-colaborador inicia a construção colaborativa da notícia. Segundo Tuchman (1978), a hipótese da produção noticiosa mede até que ponto a mídia influencia a construção social da realidade e como as rotinas envolvidas na produção noticiosa definem o produto noticioso. A explicação de Hohlfeldt (2001) classifica os valores-notícia como “um conjunto de elementos e princípios com o auxílio dos quais os meios de comunicação de massa e seus especialistas avaliam os eventos de acordo com seu potencial de gerar resultados e novos eventos que se tornam notícias” (HOHLFELDT, 2001, página 208).

Nos campos abaixo, registre comentários breves e objetivos sobre a notícia, justificando sua aprovação, revisão ou rejeição.

Figura 33 – Modelo 3C2I  Fonte: Elaborado pelo autor
Figura 33 – Modelo 3C2I Fonte: Elaborado pelo autor

Tecnologias e ferramentas de desenvolvimento

Diagrama de classes

Modelagem do banco de dados

Os conceitos de armazenamento de dados descritos até aqui estão relacionados a uma tecnologia já testada e consolidada no universo da tecnologia da informação, conhecida como ―modelo relacional‖, onde temos uma gama diversificada de produtos que podem ser escolhidos para suportar este ambiente. implemento. Segundo Cardoso (2008, p.20), para o armazenamento de dados em um SGBD é necessário dispor esses dados de forma ordenada e coerente. Segundo o autor, “o modelo de dados é um conjunto dessas ferramentas, para representar os conceitos e descrever a estrutura lógica e física do sistema de banco de dados referenciado”.

A gênese de um novo paradigma em sistemas gerenciadores de banco de dados, NoSQL ("No SQL" ou "No SQL"), também pode ser muito bem explorada na implementação deste ambiente, já que este tipo de tecnologia é altamente recomendado para sistemas que requerem grandes processamento de dados do tipo texto e flexibilidade no escalonamento para acessos e usuários.

O algoritmo

À medida que a credibilidade avança e o número de postagens de notícias positivas pelos autores, o sistema sobrepõe seu grau de influência e análise dos fluxos de mudança na linha do tempo das notícias. Assim, o sistema cria um ciclo de notícias que pode ser segmentado por áreas de interesse ou aspectos gerais, o que permite ao leitor ser o produtor das notícias que consome. Com ações de positivização, avanços em credibilidade e número de postagens de notícias, o algoritmo estratifica os autores, bem como seu grau de influência e relevância para os fluxos de notícias na linha do tempo.

Figura 37 – Esquema de funcionamento do sistema  Fonte: o próprio autor
Figura 37 – Esquema de funcionamento do sistema Fonte: o próprio autor

Design do ambiente

A tese consegue propor o desenvolvimento de um modelo de ambiente virtual colaborativo de notícias, que visa atender às demandas de leitores e autores, imersos e determinados no uso das novas tecnologias de informação e comunicação. Relativamente aos objetivos pretendidos e explicitados no início desta proposta, podemos concluir que foram alcançados com sucesso dado o objetivo de apresentar uma proposta de ambiente virtual colaborativo de notícias para albergar a produção noticiosa, a pensar nas exigências da dromocracia, ou seja, a aceleração cibercultural da sociedade da informação. Ainda no contexto dos objetivos específicos, pode-se notar que a análise e compreensão dos ambientes colaborativos de produção de notícias contribuíram para a modelagem conceitual adotada para o nosso AVNC.

Assim, dos objetivos propostos, o mais importante foi alcançado com o desenvolvimento de uma proposta de ambiente virtual colaborativo de notícias, cujo acrónimo AVNC, se apresenta como um modelo viável para o que se pretende atingir e começa a despontar como uma nova possibilidade no universo dos ambientes colaborativos.

Figura 40 – Tela da página principal(time-line) do AVNC  Fonte: o próprio autor
Figura 40 – Tela da página principal(time-line) do AVNC Fonte: o próprio autor

DIAGRAMAS DE CASO DE USO

DESCRIÇÃO TEXTUAL DOS DIAGRAMAS DE CASO DE USO

Condições: O usuário deve ser registrado com direitos autorais; (CSU02 ) Regras: O usuário deve ter um perfil de autor selecionado, sendo que a publicação da notícia está condicionada ao seu nível (ouro, prata, bronze, etc.), ao processo de curadoria e demais regras do Meio Ambiente. Pré-requisitos: O usuário/avaliador recebe uma indicação para avaliar a notícia de acordo com seu nível e regras pré-definidas no algoritmo do ambiente. Regras: A notícia é avaliada por um usuário/avaliador com nível superior ao usuário/autor da notícia.

As notícias são publicadas para substituir aquelas com menos acesso do que as cinco primeiras notícias presentes na linha do tempo de notícias;

IMPLEMENTAÇÃO, AQUITETURA E ORGANIZAÇÃO DE UM PROTÓTIPO

125 A seguir, será apresentada a modelagem do banco de dados, que registra todas as atividades do sistema e garante a integridade e disponibilidade da operação. Na primeira tela do ambiente, mostrada na Figura 12, temos uma breve descrição do ambiente, e na Figura 13, temos uma representação de como são as notícias publicadas na timeline de notícias. 129 A próxima tela do protótipo, mostrada na Figura 15, mostra o cadastro do usuário no ambiente, que pode ser leitor, autor, avaliador de notícias.

Outra opção e acesso ao ambiente, com consumo reduzido de dados em celulares, pode ser escolhida, conforme a Figura 20 abaixo.

Figura 7 – Modelo de funcionamento do framework Flask+Python  Fonte: o próprio autor
Figura 7 – Modelo de funcionamento do framework Flask+Python Fonte: o próprio autor

Imagem

Figura 1 – Dilema do Prisioneiro  Fonte: (Fuks et al., 2011, p.18)
Figura 6 – Estágios do Modelo de Tuckman  Fonte: (Fuks et al., 2011, p.29)
Gráfico 1 – Análise entre 2015 até 2018                                           Fonte: Relatório de webmetria da base Scopus
Gráfico 5 – Documentos por Países  Fonte: Relatório de webmetria da base Scopus
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Referências

Documentos relacionados

Em “Regina Anastácia” e “Sabela”, narrativas das obras mencionadas, as relações entre escrevivência, resistência e identidade são ressaltadas na abordagem deste trabalho,