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universidade estadual do norte fluminense - (www.pgcl.uenf.br).

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Academic year: 2023

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Nessa perspectiva, esta pesquisa tem como objetivo discutir: Como os internautas universitários realizam o comércio eletrônico e compreendem seus direitos e garantias com base no Marco Civil da internet no Brasil. Então nossa proposta consiste em verificar como os internautas universitários fazem comércio eletrônico e entendem seus direitos e garantias com base no Direito do Consumidor e no Marco Civil da Internet no Brasil?

A Evolução da Internet no Brasil

Em 1975, o Minicom criou um grupo de trabalho responsável por apresentar um estudo propondo soluções para problemas de política tarifária, estrutura do sistema e modo de funcionamento da então Rede Nacional de Transmissão de Dados (RNTD), e por definir e especificar as atribuições. das diferentes entidades envolvidas num sistema de teleprocessamento. A aproximação entre telecomunicações e transmissão de dados no país e no mundo era visível, tanto que em 1979 a Telebrás anunciou o projeto latino-americano de redes de computadores REDLAC.

O E-commerce: Evolução Histórica e Espécies

De seu surgimento até a atualidade

Segundo informações publicadas pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil, coletadas pelo estudo sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação no Brasil, em 2013 o país contava com 85,9 milhões de usuários de Internet, o que equivalia a aproximadamente metade da população nacional. A bolha da Internet, fenómeno observado entre 1995 e 2001, representa o momento mais importante da Internet nos últimos dez anos.

Tipos de E-commerce

O m-commerce ou também chamado de mobile commerce é um tipo de comércio eletrônico relativamente atual, que se caracteriza por transações comerciais por meio de um dispositivo móvel, como celulares, smartphones e tablets. O segundo tipo, s-commerce, é uma modalidade de comércio eletrônico realizado por meio de redes sociais, como Facebook e Instagram, por exemplo, com o objetivo de captar novos clientes e fidelizar os antigos.

As Relações comerciais no Brasil

  • O tamanho do mercado brasileiro
  • Os produtos mais comprados
  • As principais lojas brasileiras
  • Ticket Médio
  • Mapa do E-commerce no Brasil

Pode-se observar na Figura 2 que o aumento de 2009 a 2014 foi de aproximadamente 358% em termos absolutos, o que significa que nesse período 45,5 milhões de pessoas passaram a utilizar a Internet para fazer compras. Um estudo publicado pelo portal e-commercebrasil15, realizado pela comScore Media Metrix sobre a atividade dos usuários de internet no Brasil, apontou que o varejo foi a categoria líder em termos de visitantes únicos, e também de acesso relacionado às categorias, e constatou que o maior crescimento foi visto no setor de bens de luxo, joias e acessórios com um aumento de 69% entre dezembro de 2011 e dezembro de 2012, seguido por beleza, moda e estilo, com um aumento de 53% no mesmo período. Em outro estudo, a Figura 6, realizado em 2015, os dados mostraram um crescimento significativo na receita do comércio eletrônico no Brasil.

A partir dessas pesquisas parciais, percebe-se que apesar da crise que foi divulgada pela mídia e agências de pesquisa no Brasil no último mês de 2015, a seguir destacamos que desde 2011 o crescimento é uma realidade nas transações comerciais através da Internet, ou seja, , comércio eletrônico no Brasil. Para melhor compreender os dados produzidos nessas pesquisas, a Figura 8 mostra uma pesquisa apresentada no mesmo site (E-bit) que mostra os períodos de maior visitação e o negócio de “e-commerce” no Brasil em 2015. É importante observar que as agências de certificação e monitoramento de acesso no Brasil publicam seus relatórios na Internet e seus dados são compartilhados com diversas agências internacionais e comitês gestores da Internet em diferentes países.

Figura 5 – Mapa do E-commerce no Brasil, 2014   Fonte: < http://www.conversion.com.br>
Figura 5 – Mapa do E-commerce no Brasil, 2014 Fonte: < http://www.conversion.com.br>

Um Recorte Histórico do Direito do Consumidor

Neto (2010) destaca que com o aumento da desigualdade e do capitalismo no mundo industrializado, surge de fato a proteção ao consumidor. Em 1890, a Lei Sherman, mais conhecida como Lei Antitruste, nos Estados Unidos representou o primeiro marco de proteção ao consumidor no país. É verdade que a consciência social e cultural da protecção do consumidor, mesmo nos Estados Unidos, ganhou impulso a partir da década de 1960.

No Brasil, o direito do consumidor é considerado um direito fundamental, o que é confirmado pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 no artigo 5º, XXXII, que dispõe: “XXXII – o Estado promoverá, nos termos da lei, a proteção do consumidor. consumidores; ” (BRASIL, 1988). Nunes (2012) afirma que é desta década a criação do primeiro PROCON do estado de São Paulo, em 1976, com o nome de Grupo Executivo de Defesa do Consumidor, assim como da mesma década o de Defesa do Consumidor. Associação em Porto Alegre, Rio Grande do Sul O Instituto faz parte do Fórum Nacional de Entidades Civis de Defesa do Consumidor - criado para fortalecer o movimento consumista no Brasil - e da Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais).

O Código de Defesa do Consumidor no Contexto do Ordenamento

O Congresso Nacional elaborará um código de defesa do consumidor no prazo de cento e vinte dias após a promulgação da Constituição. Assim como a norma atual, o Código de Defesa do Consumidor situa-se na especial, segunda parte da isonomia, que é definida pela Constituição Federal de 1988 no artigo 5º, caput, que diz: “Art. Na organização e no desenvolvimento de tal movimento pode-se observar o nascimento de uma preocupação social refletida em leis modernas posteriores, como o nosso Código de Defesa do Consumidor.

Desse modo, deduz-se que este Código de Defesa do Consumidor surge como uma norma jurídica pós-moderna, atuando no sentido de revisar antigos conceitos inerentes ao Direito Privado, como prescrição, contrato e responsabilidade civil. Excluem-se as normas especiais do Código Aeronáutico Brasileiro e da Convenção de Varsóvia quando implicarem retrocesso social ou insulto aos direitos garantidos pelo Código de Defesa do Consumidor. Após determinar a perspectiva sob a qual o Código de Defesa do Consumidor é visto dentro do ordenamento jurídico brasileiro, é importante destacar a chamada Teoria do Diálogo de Fontes, tema de extrema importância para a compreensão da interação entre o SDK e as demais normas jurídicas vigentes. .

Princípios Fundamentais do Código de Defesa do Consumidor

  • Princípio da Proteção ao Consumidor
  • Princípio da Vulnerabilidade do Consumidor
  • Princípio da Hipossuficiência do Consumidor
  • Princípio da Boa-fé Objetiva
  • Princípio da Transparência ou da Confiança
  • Princípio da Função Social do Contrato
  • Princípio da Equivalência Negocial
  • Princípio da Reparação Integral dos Danos

Muitos dos princípios relativos ao Código de Defesa do Consumidor estão nele expressos, mas não necessariamente, o que em nada prejudica a sua legalidade e legitimidade. Conforme mencionado, a legislação consumerista menciona normas constitucionais e suas disposições transitórias, que estabelecem consecutivamente: “XXXII - o Estado promoverá a proteção do consumidor nos termos da lei”; "Art. Obviamente não se pode negar que foi um retrocesso para a proteção do consumidor proibir de ofício o reconhecimento de cláusula abusiva em contratos bancários.

4º A Política Nacional de Relações de Consumo visa atender às necessidades dos consumidores, respeitando sua dignidade, saúde e segurança, protegendo seus interesses econômicos, melhorando sua qualidade de vida, bem como a transparência e harmonia nas relações com os consumidores, respeitando os seguintes princípios: . .) I - reconhecimento da vulnerabilidade do consumidor no mercado consumidor (BRASIL, 1990). 6º São direitos fundamentais do consumidor: (..) III - informação adequada e clara sobre os diversos produtos e serviços, com especificação precisa da quantidade, características, composição, qualidade, impostos e preços aplicáveis, bem como dos riscos que eles apresentam; (BRASIL, 1990). 6º São direitos básicos do consumidor: (..) II - a educação e a difusão do consumo adequado de produtos e serviços, garantindo a liberdade de escolha e a igualdade no emprego”.

Principais Características

  • O Intento Social da Rede
  • A Qualidade na Prestação dos Serviços
  • A Demanda pela Internet Livre
  • Marketing Dirigido
  • Privacidade na Rede
  • Proteção de Dados Pessoais
  • O Armazenamento de Dados
  • O Monitoramento das Informações
  • A Liberdade de Expressão na Internet
  • A Responsabilidade dos Provedores
  • Governança Participativa

No artigo 7º, inciso XIII, afirma a necessidade de: “'XIII - a aplicação de normas de proteção e defesa do consumidor nas relações de consumo que se realizam na Internet”. No Brasil, o conceito de neutralidade da rede foi legislado no Marco Civil da Internet - MCI, que afirma em seu artigo 9º que “o responsável pela transmissão, comutação ou roteamento deverá tratar todos os pacotes de forma isonômica. dados, independentemente do conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação” (ANATEL, 2015). O MCI prevê a proibição em seu artigo 9º, parágrafo 3º: “§ 3º Ao fornecer conexão à Internet, seja cara ou gratuita, bem como ao transferir, comutar ou rotear, é proibido bloquear, monitorar, filtrar ou analisar o conteúdo de pacotes de dados, observado o disposto neste artigo".

A liberdade de expressão é um direito fundamental confirmado na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 em seu artigo 5º, IX, que a protege no campo intelectual, artístico, científico e comunicacional e a isenta de censura ou licença. 20 do Marco Civil da Internet só será aplicável nos casos em que a vítima de conteúdo obsceno não possa ser caracterizada como consumidor. O Marco Civil da Internet propõe em seu artigo 24, inciso I, o estabelecimento de mecanismos de governança participativa, “transparentes, colaborativos e democráticos, com a participação do governo, do setor empresarial, da sociedade civil e da comunidade acadêmica”.

As Mudanças na área do E-commerce

Dados do Usuário: Respeito à privacidade

No Brasil, um modelo desse sistema é o Comitê Gestor da Internet, que funciona desde 1995, mas recebeu maior regulamentação com o Decreto 4.829, de 3 de setembro de 200339 e. É responsável pelo estabelecimento de diretrizes estratégicas relacionadas ao uso e desenvolvimento da Internet no Brasil e diretrizes para a realização de registro de nomes de domínio, alocação de endereços IP (Internet Protocol) e administração relevantes ao domínio de topo ".br". . Também promove estudos e recomenda procedimentos para segurança da Internet e propõe programas de pesquisa e desenvolvimento que possibilitem a manutenção do nível de qualidade técnica e inovação no uso da Internet40.

A eficácia da agência é demonstrada por II. o ponto 24 do artigo do MCI, que representa a direção para o desenvolvimento da Internet: “II - promover a racionalização da gestão, difusão e utilização da Internet, com a colaboração da Direção Internet. Comitê no Brasil”.

Políticas de privacidade e Termos de Uso

Exclusão de Dados

Cookies

É também importante salientar que os dados têm uma finalidade limitada, ou seja, só podem ser utilizados para a finalidade para a qual foram recolhidos, o que deverá estar claramente indicado nos contratos de prestação de serviços ou nos termos de utilização. computador) e outros possíveis dados de navegação” (MELIA, 2014, p. 1). É uma operação denominada cookies de rastreamento persistentes, também chamada de publicidade comportamental, e é caracterizada mais especificamente por. A publicidade comportamental difere de outras formas de publicidade online, como a publicidade contextual, que é entregue em resposta às suas atividades atuais baseadas na sessão (incluindo termos de pesquisa ou sites visitados) (CHOICES, 2015, p. 1).

Aplicação do Código de defesa do Consumidor

Disponível em: . Disponível em: < http://www.pucrio.br/pibic/relatorio_resumo2008/relatorios/ccs/dir/relatorio_thiago.pdf>. Disponível em: .

Disponível em: . Disponível em: .

Disponível em: < http://jus.com.br/artigos/24266/liberdade-de-expresso-versus-direiitos-fundamentais>.

      Figura 9- Gráfico referente ao gênero dos pesquisados        Fonte: Dados da Pesquisa
Figura 9- Gráfico referente ao gênero dos pesquisados Fonte: Dados da Pesquisa

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Figura 1 – Gráfico que consta o número de indivíduos que utilizam a internet segundo a faixa  etária
Figura 5 – Mapa do E-commerce no Brasil, 2014   Fonte: &lt; http://www.conversion.com.br&gt;
Figura 6 – Mapa do E-commerce no Brasil, 2015
Figura 8 – Mapa do Consumo por datas do E-commerce no Brasil
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Referências

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