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Universidade Federal de Ouro Preto

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Academic year: 2023

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3 WARDE, Mirian Jorge, A industrialização das editoras e dos livros didáticos nos Estados Unidos (do século XIX ao início do século XX), Campinas: Educ. Com base nos resultados obtidos, chegamos aos seis livros que foram analisados ​​nesta pesquisa: “A reavaliação da História dos Estados Unidos” de Charles Sellers; "Ensaios não-conformistas sobre os Estados Unidos", de Bernstein Barton; "Ensaios Comparativos sobre História Americana" por C. Vann Woordward; “História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI” de Leandro Karnal et alle4; "Documentos Históricos dos Estados Unidos" por Harold C.

Outro objetivo desta pesquisa é refletir sobre a recepção crítica que os Textos de História dos Estados Unidos tiveram no meio acadêmico, especialmente nas principais universidades brasileiras. Essa foi uma forma de entender com mais clareza como aconteceu essa espera e como viram o surgimento e a construção das primeiras disciplinas de História Americana e de História dos Estados Unidos. Todos sabemos que o país dos Estados Unidos emergiu como a grande potência imperialista desde a Segunda Guerra Mundial.

Os seus alunos, por exemplo, ignoram as relações sociais que ocorrem nos próprios Estados Unidos. O que torna estas obras de fundamental importância para estes programas é a história da América, mas também a história dos Estados Unidos.

História da disciplina

Beatriz Domingues, professora de história americana da UFJF, destaca a inserção da cultura norte-americana em nosso país. Domingues afirma que “não há como escapar [da história americana], para o bem ou para o mal. Maria Gouvêa afirma que essas novas perspectivas contribuíram não apenas para uma nova forma de ensinar, mas também para novas abordagens de pesquisa que surgiram a partir da década de 1980.

No que diz respeito à disciplina de História dos Estados Unidos, é um curso que ainda aparece timidamente nos currículos das universidades. De forma que em algumas graduações a disciplina é apresentada como obrigatória e em outras graduações o conteúdo é condensado em disciplinas relacionadas à história da América. O que temos são três disciplinas da história americana que resumem o conteúdo dos Estados Unidos.

Beatriz Domingues afirma que na instituição onde leciona a introdução do tema é da responsabilidade do professor. 8 GOUVÊA, Maria, ABREU, Martha e AZEVEDO, Cecília, Uma história em três tempos: experiências de pesquisa e ensino em história americana, p.

História da historiografia norte-americana: um breve resumo

Esse isolamento causado por esse ponto de vista desencadeou um movimento reformista posteriormente denominado “Nova História”, que propunha a interdisciplinaridade dos campos do conhecimento em que a história deveria colaborar com as ciências sociais. As imagens dos Estados Unidos que emergem da “Nova História” são muito diferentes das imagens da historiografia ortodoxa”13. O que emergiu daí foi a História Consensualista, na qual tomou como ponto de partida uma separação entre História Intelectual e História Social e propôs também uma forte relação com a literatura e a psicologia. Foi uma tentativa, como diz Moura, de apresentar um “caráter americano”. Algo que era comum nos anos cinquenta.

Na década de 1960, a historiografia norte-americana voltou a sofrer transformações, caindo em desuso a ideia de explicar o processo histórico através de apenas um paradigma. Já na década de 1960, historiadores e cientistas sociais refletiam juntos sobre os problemas da história social (...) desde então tem havido abordagens e modelos. A profissionalização do historiador tem sido muito debatida na história da historiografia norte-americana.

Após o advento da História Social nos Estados Unidos, esta crítica torna-se mais pronunciada, mostrando que ela não existia. A fragmentação, a ideia aparentemente desesperadora de um passado amorfo, enfraqueceu as reivindicações à autonomia científica da história como disciplina.18.

Woodward e sua metodologia comparativa

E no caso da História dos Estados Unidos, possibilitou uma reflexão dentro da historiografia, como já destacou Gerson Moura, onde os historiadores começaram a rever essa noção de nação singular. Segundo Jensen, no início os Estados Unidos não tinham significado económico para os britânicos, tal como as colónias nas Índias Ocidentais. Potter, na época da Guerra Civil havia duas forças dominantes nos Estados Unidos: o nacionalismo e o seu oposto, o localismo e o regionalismo.

No que diz respeito à relação entre a economia e a guerra, os Estados Unidos souberam explorar a situação. Concluindo o seu capítulo, Peter Gay pergunta-nos se os Estados Unidos foram usados ​​como laboratório para os ideais iluministas. Vann Woodward, temos que refletir e analisar três pontos principais: Como foi a recepção de tal obra nos Estados Unidos.

Outro objetivo, segundo Guarnieri, era abrir um diálogo com estudiosos de história americana no exterior. Segundo Azevedo, trabalhar a história dos Estados Unidos aqui no Brasil é uma tarefa um tanto difícil, por vários motivos.

Sellers e as perspectivas conflitantes

Uma de suas principais publicações foi: “Abolicionismo nos Estados Unidos e no Brasil: Uma Perspectiva Comparada” (1995) em que Azevedo traça paralelos entre a abolição da escravatura nos Estados Unidos e no Brasil. Para realizar uma análise justa entre os manuais, selecionamos os mesmos capítulos que se referem aos mesmos temas que selecionei na obra de C. A cidade de Salem viveu uma histeria coletiva em que ocorreu uma verdadeira caça às bruxas.

Esta influência também ocorreu no contexto da educação colonial, em que a ênfase religiosa no ensino superior foi reforçada. O que Sellers nos traz com a figura de Abraham Lincoln é a figura do herói mártir no qual tinha como missão que seria uma sociedade unida e igualitária. Somente na coluna “Perspectiva histórica conflituosa”, onde é feito um breve panorama do debate historiográfico, aparecem alguns historiadores sulistas com suas respectivas contribuições.

No qual, após um breve panorama historiográfico, seguido de uma problematização do tema, opina sobre o período. Isto é, em que grande parte do seu capítulo ele mostra apenas o papel dos Aliados. Decidiram também criar a Organização das Nações Unidas (ONU), cujo principal objetivo seria manter a paz entre as nações.

Imediatamente depois disso, é apresentado um mapa ilustrando os novos estados que se tornaram comunistas. O conflito teve lugar pela primeira vez na Europa, onde a busca de um mundo democrático proposta pelos Estados Unidos colidiu com a necessidade de segurança dos soviéticos. Curiosamente, o autor aponta a necessidade de se ter uma ideologia na qual se sobreponha a outras.

Neste momento entra uma questão historiográfica, que se aprofunda nos pontos de vista conflitantes, na qual se discute qual poder teria iniciado o conflito. É neste momento que retorna um discurso de guerra contra o imperialismo que veio do final do século XIX e início das viradas do século XX. Para Chartier, a partir do momento em que há mudança nas edições, é preciso reconhecer um caráter popular da obra.

Bernstein e os Inconformistas

88KARNAL, Leandro et al, História dos Estados Unidos: das origens ao século XXI, São Paulo: Contexto, 2010, P. Syrett e Richards Morris em suas obras: a primeira intitulada "Documentos históricos dos Estados Unidos" e a segundo nomeado como "documentos fundamentais da história dos Estados Unidos". Como podemos perceber nesta pesquisa, vemos os primeiros sinais da construção das disciplinas da história americana e da história dos Estados Unidos.

No trabalho de Charles Sellers e outros intitulado “Uma Reavaliação da História dos Estados Unidos”, encontramos uma perspectiva diferente. Em “História dos Estados Unidos: Das Origens ao Século 21”, obra apresentada por Leandro Karnal, o objetivo foi encenar uma história da nação norte-americana a partir de uma narrativa que explora questões de excepcionalismo e singularidade. Conte-nos sobre sua carreira acadêmica e por que você escolheu estudar história americana e/ou história americana.

Na instituição federal à qual você está filiado, a disciplina de História dos Estados Unidos é obrigatória. Relate o estabelecimento de cursos de história americana e de história americana em seu departamento. Como disse anteriormente, a história dos Estados Unidos faz parte da história da América, cabendo ou não ao professor a sua inclusão no programa.

RAY, Raphael, Mitos sobre a Fundação dos Estados Unidos: A Verdadeira História da Independência Americana, trad.

Desmisticações do imaginário americano

Edição Documental

Richard Morris foi um historiador americano que pesquisou a história jurídica dos Estados Unidos durante o período colonial. WARDE, Mirian Jorge, A Industrialização de Publicações e Livros Didáticos nos Estados Unidos (Século XIX ao Início do Século XX), Educ. Esta disciplina visa familiarizar os alunos com as principais mudanças económicas, sociais e políticas nos Estados Unidos desde a independência até ao século XXI.

Referências

Documentos relacionados

§ 1º O cálculo do VAAT, referido no inciso VI do caput deste artigo, deverá considerar, além dos recursos previstos no inciso II do caput deste arti- go, pelo menos, as