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Academic year: 2023

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Projeto de guia de fontes eletrônicas brasileiras em Biblioteconomia / Anderson Rodrigo da Costa Correa; orientadora: Jane Veiga Cezar da Cruz. A partir da necessidade de economizar o tempo do leitor/pesquisador e trazê-lo para o campo da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, notou-se a falta de um guia de fontes eletrônicas brasileiras com o objetivo de coletar fontes de informação nesta área. um lugar para fornecer recuperação mais rápida de informações. As fontes de informação são utilizadas atualmente por usuários como: pesquisadores, profissionais liberais, estudantes de graduação e pós-graduação, portanto um guia de fontes eletrônicas que sirva como fonte de informação para a área auxiliará na recuperação, facilitando o acesso e utilização da informação.

Objetivos

Objetivo geral

Objetivos específicos

É importante esclarecer que o título “Guia de recursos eletrônicos brasileiros em biblioteconomia” dado a este trabalho foi resultado de consulta ao Tesauro de Informação Científica Brasileira do IBICT (Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia), organizado em 2013. Perspectivas em Ciência da Informação" que anteriormente se chamava "Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG".

Biblioteconomia: surgimento e evolução

Definições e contribuições para a Biblioteconomia

Le Coadic (2004) defende a teoria de que a biblioteconomia não é uma ciência nem uma técnica rigorosa, mas sim uma prática organizacional. Entende-se que a biblioteconomia é um campo (ou disciplina) responsável pela organização e gestão de todas as atividades e tarefas de gestão que envolvem livros e outros documentos, de forma a atender às necessidades informacionais de seus usuários, colocando em prática um dos pilares de sua , que é a distribuição de informações. Quando se trata de contribuições no campo da biblioteconomia, segundo Vieira (2014) nota-se que a organização dentro das bibliotecas.

Charles Ammi Cutter, autor relevante na área por criar sua tabela de notação de autor conhecida como Cutter Table, que ainda é utilizada por bibliotecas.

A origem e a interdisciplinaridade da Ciência da Informação

Definições

Como dito anteriormente, ainda há divergências entre muitos autores sobre a origem da CI, e há ainda mais divergências sobre a definição de Ciência da Informação. A ciência da informação define o campo mais amplo, com finalidades investigativas e analíticas, de natureza interdisciplinar, que visa estudar fenômenos relacionados à produção, distribuição e uso da informação em todas as áreas do conhecimento. Segundo Kuroki e Marques (2016), a Ciência da Informação é uma disciplina que ainda busca sua identidade, deixando clara sua contribuição de outros campos, explicando que ainda há muito o que discutir sobre um conceito de visão geral do que é Ciência da Informação.

Araújo (2014) diz que a ciência da informação pode ser considerada uma ciência pós-moderna, humana e social que quebra alguns paradigmas para o surgimento da ciência da informação. E Le Coadic (2004) conclui que a ciência da informação é uma dessas novas interdisciplinas que contribuem mutuamente para o crescimento das áreas que compõem esta vasta área, uma vez que foi necessário estudar as propriedades da informação para resolver um problema tão social. , Como mencionado anteriormente, o problema da informação na sociedade. Para falar em fontes de informação é necessário entender por que elas foram criadas. Campello, Cedón e Kremer (2000) explicam que por ter havido uma explosão bibliográfica que cresceu desde a Idade Média, considerou-se necessário organizar em algumas fontes para informações que tinham como objetivo coletar informações sobre o que foi publicado.

Conforme afirmam Campello, Cedón e Kremer (2000), os conceitos foram transformados ao longo dos anos, e com as tecnologias de informação e comunicação surgiram mais conceitos e diferentes tipos de suporte, por exemplo: documentos digitais, bancos e bases de dados, dados eletrônicos, sites. , blogues. Existem muitos tipos de fontes de informação e existem ferramentas usadas para acessá-las.

Conceitos

Baggio; Costa e Blattmann (2016) mencionam alguns recursos e Campello, Cedón e Kremer (2000) no livro Fontes de informação para pesquisadores e profissionais abordam de forma mais completa algumas dessas fontes, a saber: Organizações, pesquisas atuais, reuniões científicas, a revista Científica, literatura cinzenta, relatórios técnicos, publicações governamentais, teses e dissertações, normas técnicas, patentes, literatura comercial, revisões de literatura, obras de referência, serviços de indexação e resumos, índice de citações, guias de literatura e finalmente a Internet como fonte de informação. Baggio, Costa e Blattmann (2016) dizem que para uma busca mais eficiente é necessário entender como as fontes de informação estão distribuídas, pois dependendo do tipo de informação pode ser indicada a utilização de uma fonte específica. a) fontes primárias: são documentos nos quais são encontradas novas informações; alguns podem ter o aspecto de registar observações (por exemplo, relatórios, notas, etc.), porque são difíceis de localizar e identificar; Destaque para os guias de literatura, que serão abordados com mais profundidade no próximo capítulo, apresentando conceitos e tipos de guias de fontes de informação.

Em inglês, geralmente são chamados de: guia de livros de referência; guia de materiais de referência, definidos por Campello, Cedón e Kremer (2000, p. 263) como guias de literatura destinados a simplificar o processo de busca, organizados para oferecer ao usuário esse mundo labiríntico de fontes de informação. Assim, entre os factores decisivos na criação de guias literários no país, podemos destacar o aumento da quantidade de informação criada em diversas áreas do sector produtivo, as colecções existentes em diversas instituições de forma dispersa e o facto de existem instituições que também criam informação. Segundo Rodriguez (2008), os guias literários focam principalmente no princípio da pesquisa, pois são o primeiro passo em qualquer processo de investigação ou busca de informações, pois possibilitam a busca de fontes que levarão ao documento original e funcionam como indicadores . .

Definições

Guias de recursos de informação são obras de referência que contêm informações sobre instituições, produtos, publicações e serviços em uma determinada área. São instrumentos fundamentais de apoio ao funcionamento de centros de referência, unidades de informação, centros de documentação, etc., facilitando a identificação de informação básica aos utilizadores do sector. Esses guias são fontes secundárias, definidas por Cunha (2001) que contêm informações sobre documentos primários e são organizadas segundo um plano definitivo; eles são, na verdade, os organizadores dos documentos primários e direcionam o leitor para eles.

Essa definição diz que esses instrumentos atuam como mecanismos que contêm informações que levam a fontes de informação, explica Baggio; Costa e Blatmann (2016). Costa e Blatmann (2016) são essenciais para que cada indivíduo seja capaz de reconhecer quais recursos são relevantes, apropriados e necessários e onde procurá-los para satisfazer a demanda de informação.

Evolução histórica

Guias impressos

É uma obra tão importante que serviu de “guia” para o desenvolvimento dos acervos bibliotecários e que mais tarde se tornaria uma obra de imenso valor histórico. Publicou "Les source du travail bibliographique" em 1950 e Manuel de bibliographie em 1963, o que foi um marco na história da bibliografia internacional. Campello (2000) continua a lista de guias internacionais, alguns dos quais fazem parte da série How to Find Out, Information Sources.

No Brasil, descobriu-se que a publicação de guias começou na década de 1960; em 1961 Zaher lançou o “guia de literatura médica e biológica” e em 1965 o Prof. Clodoaldo Beckmann publicou seu trabalho intitulado “Guia para estudos de materiais de referência”, encontrado na biblioteca central da UFPA, no mesmo ano em que Gilda Maria Braga apresentou “Fontes de informação nas ciências biomédicas”, publicado alguns anos depois, em 1968 passaram a ser “fontes de informação nas ciências biológicas”, após o que Zilda Galhardo lançou a obra “Guia de bibliografia especializada” em 1969. Segundo Campello (2000), o IBICT começou a publicar diversos guias de recursos na década de 1980, que foram serializados.

Com essas duas publicações temos um panorama praticamente abrangente das fontes de informação sobre o Brasil. Porém, hoje é visível a carência de publicações de guias impressos em maior escala, sendo mais atrativos apenas na área de informática.

Figura 1 - Ulrichs impresso, edição de 2004
Figura 1 - Ulrichs impresso, edição de 2004

Guias eletrônicos

Seleção de material a incluir: diversificado, mesmo de áreas não relacionadas ao CI; A seleção do material deve incluir: variedade, com ênfase em links acessíveis para recursos de informação; Uma seleção de materiais que inclui: Diversos, que é um site que recebe postagens de seus criadores e mantém uma lista de links para outras fontes de informação;

Escolha do material a incluir: diversos, com alguma divergência entre os termos, pois os periódicos são incluídos como se fossem uma base de dados;

Figura 4 - Tela de apresentação da Biblioteca Virtual
Figura 4 - Tela de apresentação da Biblioteca Virtual

Critérios para elaboração de guias de fontes de informação

Os três autores também relatam a disponibilização do guia eletrônico, tratando-o como uma espécie de arquivo que reúne todos os tipos de fontes e também os instrumentos que podem levar às fontes de informação que o usuário deseja. Consequentemente, o advento dos avanços nas tecnologias de informação e comunicação trouxe à sociedade inúmeras ferramentas que auxiliam na busca, recuperação e difusão de informações. O Google também pretende universalizar o conhecimento, mas ao mesmo tempo ainda existem dificuldades de acesso à informação devido à disseminação e fragmentação da informação.

Dentro do campo da Biblioteconomia e da Ciência da Informação, existem diversas fontes neste modelo, conforme destacado neste trabalho, que são ferramentas essenciais, mas por algum motivo, não tem sido dada atenção suficiente à elaboração desses guias no meio eletrônico não. . Contudo, tem-se notado ao longo da literatura que existe uma forte ligação entre Ciência da Informação e Biblioteconomia, pois a primeira utiliza as técnicas da segunda, mas as duas são áreas do conhecimento que se relacionam e se enriquecem mutuamente. As fontes de informação desempenham um papel fundamental numa recuperação mais eficaz, pois apenas registam o que interessa a investigadores, profissionais e estudantes de uma determinada área do conhecimento, pelo que se tem falado muito sobre o desenvolvimento deste tipo de fontes.

Deixando claro que é humanamente impossível reunir todos os recursos de informação eletrônica da área, porém, buscamos (dentro dos critérios de processamento) oferecer uma variedade de serviços e recursos de informação brasileiros na área bibliotecária. Ao longo desses cinquenta e quatro anos de história, a Faculdade da Biblioteca do Pará obteve conquistas importantes, como: o mestrado interinstitucional, que qualificou os professores que atuam na instituição; conceito classe 4 do MEC e um dos mais recentes é o Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, cuja ideia tem origem na própria Faculdade desde 1998. Ciência da Informação, Brasília, DF, v. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. http://fontesgerais.blogspot.com.br. e outros.Blog ECI.

Dissertação (Mestrado) - Curso de Ciência da Informação, Instituto de Artes e Comunicação Social, Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2012.

Figura 8 – Tela Inicial
Figura 8 – Tela Inicial

Imagem

Figura 1 - Ulrichs impresso, edição de 2004
Figura 4 - Tela de apresentação da Biblioteca Virtual
Figura 5 - Tela de apresentação do blog Fontes gerais
Figura 6 - Blog da Escola de Ciência da Informação da UFMG
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Referências

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