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Utilizando o e-GEN Developer no desenvolvimento de aplicações web

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Academic year: 2023

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Monografia apresentada ao Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos como requisito parcial para conclusão do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Este trabalho monográfico apresenta as principais características de uma ferramenta gratuita para desenvolvimento rápido de aplicações feita inteiramente em Java e baseada no Jakarta Struts Framework, denominada e-Gen Developer. Para melhor compreensão do objeto estudado esta monografia elenca e descreve as principais tecnologias que integram o ambiente de desenvolvimento e, através de um estudo de caso de um sistema perfeitamente aplicável à realidade web, mostra as funcionalidades do IDE bem como possíveis limitações e vantagens.

INTRODUÇÃO

O conhecimento das tecnologias envolvidas neste projeto é essencial para a compreensão do e-Gen, portanto esta monografia serve como um guia para a utilização desta ferramenta, pois é necessária para demonstrar concretamente os benefícios do e-Gen. Por ser um software livre, o e-Gen traz consigo uma nova filosofia de consumo, que se expande cada vez mais à medida que o mercado para esse tipo de software se expande. TECNOLOGIAS E PADRÕES UTILIZADOS PELA E-GEN DEVELOPER Tecnologias utilizadas para criar aplicações Web, como HTML, JavaScript,.

TECNOLOGIAS E PADRÕES EMPREGADOS PELO E-GEN DEVELOPER

RAD - RAPID APPLICATION DEVELOPMENT

LINGUAGEM JAVA

JAVA 2 PLATFORM, ENTERPRISE EDITION (J2EE)

  • APIS JAVA

Um contêiner é um serviço que fornece a infraestrutura e o suporte necessários para que um componente exista e forneça seus próprios serviços aos clientes.” (ALUR; CRUPI; MALKS, 2002, p. 20). Servlets e JSPs: Rodam em um contêiner web e têm a função de processar e formatar conteúdo dinâmico para apresentação. EJB: Rodam em um container EJB e podem ser classificados em: Entity Beans, que representam dados persistentes, normalmente armazenados em bancos de dados relacionais, permitindo atualizar e restaurar esses dados de forma transparente; Session Beans: incluem lógica de negócios, não são persistentes e normalmente manipulam dados de Entity Beans de acordo com as regras da aplicação; Message Driven Beans: executam uma ação ao receber uma mensagem, fornecendo assim uma forma de comunicação assíncrona.

Através dele é possível acessar diversos tipos de bancos de dados utilizando a mesma API através da linguagem SQL; Java Message Service API (JMS): API padrão para troca de mensagens ao interagir com outros tipos de programas usando mecanismos para criar, enviar, receber e ler mensagens. Ele suporta analisadores SAX e DOM padrão, bem como XSLT, proporcionando maior controle sobre a apresentação de dados e permitindo a conversão de dados.

Figura 1.1: Componentes e Containers J2EE.
Figura 1.1: Componentes e Containers J2EE.

JSTL

JAVASCRIPT

I18N - L10N

A internacionalização é a adaptação do sistema para atender uma região específica e a localização é o aumento das características específicas de uma região.

WEBSTANDARD

  • XHTML
  • XML

Extensible Markup Language é um padrão web e foi criado para atender à flexibilidade encontrada no SGML, removendo rotinas de criação de projetos mais complexas e também possui a capacidade de integração com outras linguagens. É um excelente formato para criação de documentos de forma hierárquica e é um ponto comum para comunicação entre, por exemplo, duas bases de dados diferentes, pois é um arquivo que ambos lêem. Um arquivo XML pode declarar um atributo com um identificador, onde este será a referência para recuperar o valor que contém.

De certa forma, eles podem ser comparados a variáveis ​​em programas ou campos de banco de dados.

DHTML

AJAX

O principal método para seu funcionamento está no objeto XMLHttpRequest (XHR), que é um objeto JavaScript e que hoje faz parte da especificação DOM padronizada pelo W3C. Este objeto se comunica de forma assíncrona com o servidor para atualizar informações no navegador que foi modificado.

DESIGN PATTERNS (PADRÕES DE PROJETO DE SOFTWARE)

  • PADRÃO SESSION FACADE

A importância disso está na formação de um conceito, que fique fixado na memória, o que facilita a comunicação e a compreensão do problema. A reutilização atingiu um novo patamar na engenharia de software com o surgimento do conceito de Design Patterns. O uso de padrões de design reduz as chances de iniciar um projeto de software do zero.

Session Façade é um gerenciador de objetos de negócios que fornece uma camada de acesso aos clientes. Esconde as interações complexas entre os participantes do Cliente, abstraindo a lógica de negócio associada às necessidades de interação. Em outras palavras, simplifica a interação dos objetos ao ocultar as complexidades desnecessárias de um serviço prestado a um cliente, fornecendo apenas serviços essenciais (ALUR; . CRUPI; MALKS, 2002).

FRAMEWORKS DE APLICAÇÃO

  • BENEFÍCIOS NA UTILIZAÇÃO DE FRAMEWORKS
  • FRAMEWORK MVC (MODEL – VIEW – CONTROL)
    • VANTAGENS DE SE USAR MVC
    • DESVANTAGENS DO MODELO MVC
    • MODELO 2 ( MVC-2)
  • FRAMEWORK JAKARTA STRUTS
    • ESTRUTURA DO JAKARTA STRUTS
    • FUNCIONAMENTO DO STRUTS

Mas, felizmente, ninguém sabe exatamente o que MVC significa, então você pode chamar seu mecanismo de separação da camada de apresentação de MVC e seguir em frente.” Na camada Modelo estão todas as classes de negócio, classes que representam o mundo real com seus atributos e métodos, ou seja, classes que representam dados da aplicação. Na camada View estão todas as classes de visualização de dados, representadas pelas interfaces de usuário da aplicação, ou seja, as telas que criam a interação entre o sistema e o usuário.

A camada de controle contém todas as classes que estão relacionadas ao fluxo da aplicação, portanto é como uma ponte de comunicação entre as telas e as classes de negócio. Uma mudança, por exemplo, na tela não causará uma mudança brusca na camada de negócios. Nesta etapa, os objetos que foram preenchidos na camada de negócios serão utilizados como atributos na seção de usuário.

Figura 2.1: Implementação da estrutura de camadas do MVC.
Figura 2.1: Implementação da estrutura de camadas do MVC.

AMBIENTE DE DESENVOLVIMENTO E-GEN DEVELOPER

  • HISTÓRICO
  • IDE - INTEGRATED DEVELOPMENT ENVIRONMENT
  • CARACTERÍSTICAS
    • VANTAGENS DE SER UM SOFTWARE LIVRE
  • RECURSOS DO E-GEN
  • INTERAÇÃO COM OUTROS SOFTWARES
    • NAVEGADOR WEB
    • APACHE TOMCAT
    • JSDK - JAVA SERVLET DEVELOPMENT KIT
    • BANCO DE DADOS
  • OUTRAS FERRAMENTAS PARA O DESENVOLVIMENTO WEB
    • JSENNA - FAST WEB DEVELOPMENT
    • MENTAWAI

É todo construído na linguagem Java e depende de um servidor rodando um container Servlet/JSP, através de seu arquivo de instalação com extensão “.war” e outras bibliotecas para interagir com o servidor (BECKER, 2005; VIRAGINE, 2003). Como você pode ver na figura acima, cada ação pode ser editada em um componente e carregada em páginas semelhantes a esta. Os bancos de dados contendo usuários podem ser bancos de dados ou arquivos de texto.

Assistentes também estão disponíveis para auxiliar e agilizar a criação de componentes como: formulários, relatórios, menus e gráficos, mas isso requer a configuração da fonte de dados e o mapeamento do banco de dados. A camada de Persistência, que faz a comunicação entre a aplicação gerada e o banco de dados, é feita através de uma Session Façade, tornando o e-Gen compatível com diversos sistemas de banco de dados disponíveis. Daí a explicação de que toda aplicação no IDE deve primeiro passar pela configuração da fonte de dados e depois pelo mapeamento de entidades, permitindo que o e-Gen interaja com o banco de dados definido para a aplicação.

O assistente de configuração de conexão com o banco de dados do Connection Manager ajuda o desenvolvedor a configurar o acesso ao banco de dados. Com esta ferramenta, você pode testar a conexão de todos os tipos de bancos de dados para definir os parâmetros corretos para a conexão. Outra opção relacionada a campos é criar campos de preenchimento automático em um gatilho que o e-Gen preenche por meio de uma LOV (Lista de Valores), que é um formulário de consulta acessado através do formulário base e retorna o valor de consulta.

O uso mais comum de uma LOV é quando um formulário contém apenas o código de outra entidade relacionada. Quem trabalha com esta ferramenta conta com os seguintes auxílios: quebras de página, paginação que pode conter um número pré-determinado de campos e um navegador para “rolar” os registros, campos calculados, para realizar diversas operações e criar fórmulas, formatação de data e hora. Um grande passo dado no e-Gen foi a utilização de um padrão chamado SESSION FACADE, que através dele e de forma visual, o e-Gen é capaz de interagir e suportar múltiplos bancos de dados, necessitando apenas do seu drive JDBC para conexão.

Sem dúvida, é uma ferramenta muito utilizada por profissionais que buscam confiabilidade em um banco de dados sem muitos custos.

Figura 3.1: Apresentação do Ambiente de Desenvolvimento.
Figura 3.1: Apresentação do Ambiente de Desenvolvimento.

ESTUDO DE CASO – ACADEMIA CORPO & MOVIMENTO

ANÁLISE

  • ATORES INTERESSADOS
    • FUNÇÕES EXERCIDAS
  • CASOS DE USO
  • DIAGRAMA DE CASOS DE USO
  • DIAGRAMA DE CLASSE
  • DIAGRAMAS DE COLABORAÇÃO
  • PROTÓTIPO DAS TELAS DO ESTUDO DE CASO

Funcionário – Gostaria de conseguir uma maior otimização do seu processo de pagamento, pois isso o torna cansativo e pode gerar erros no sistema. Descrição: Caso de uso que descreve a admissão do aluno na academia bem como sua inscrição em algum pacote oferecido. Descrição: caso de uso onde o aluno passa por uma avaliação realizada no ingresso na academia ou quando o aluno verifica seu progresso através de um treinamento comparativo ao longo de três meses.

A Figura 4.1.3 apresenta o menu principal do aplicativo, que é dividido em cadastro e edição de formulários e relatórios. Os modelos de relatórios gerados são semelhantes à Figura 4.1.6, que neste caso apresenta dados cadastrados de diversas modalidades.

Figura 4.4: Caso de Uso IV.
Figura 4.4: Caso de Uso IV.

CONCLUSÃO

Para iniciar o desenvolvimento é necessário fazer login no e-Gen e inserir o usuário do banco de dados utilizado no campo Usuário, no exemplo utilizado aqui o banco de dados é PostgreSQL e o nome de usuário do banco de dados é postgres. Para iniciar o desenvolvimento é necessário configurar a fonte de dados, isso é feito para que o e-Gen reconheça a fonte de dados criada no PostgreSQL ou qualquer outro SGBD. Na tela que se abre, você deve adicionar uma nova fonte de dados clicando no ícone representado pelo sinal.

Nesta tela altere HOST para localhost, pois a aplicação inicial está rodando em um servidor local, se for remoto, utilize seu endereço IP ou o nome da sua rede, e ao invés de banco de dados, insira o nome do banco de dados criado. no PostgreSQL. Retornando à aba Configuração da Fonte de Dados, insira o nome de usuário e senha do seu banco de dados no campo Usuário e Senha. Este processo, embora totalmente funcional e simples, pode resultar em altos custos operacionais caso sua aplicação tenha alta demanda de usuários e alto tráfego de dados.

Um pool de conexões visa exatamente solucionar esse gargalo, pois através desta técnica, cada sessão da nossa aplicação consumirá apenas uma conexão existente com o banco de dados. Aparecerá uma tela com a configuração do projeto associado ao banco de dados em um arquivo XML. Feito isso, a aplicação estará configurada para acessar o banco de dados através do pool de conexões e o ambiente poderá criar formulários e relatórios.

Entidade é qualquer coisa, concreta ou abstrata, incluindo relacionamentos entre entidades, abstraída do mundo real e modelada na forma de tabelas que armazenam informações no banco de dados. Se tudo correr bem, todos os bancos de dados criados no SGBD serão exibidos abaixo. Na aba Módulo deve ser definido um nome para este módulo, como gravação e clique em Inserir.

Para criar formulários para a aplicação, siga os passos Ferramentas => Criar Página, ou na estrutura de pastas do projeto, clique em Novo. Se você não sabe o tamanho desejado em Tamanho padrão da grade, deixe em branco e clique em Avançar. Ao iniciar o aplicativo, uma tela de login aparecerá, digite o nome de usuário e a senha do banco de dados.

Imagem

Figura 1.1: Componentes e Containers J2EE.
Figura 2.1: Implementação da estrutura de camadas do MVC.
Figura 2.3. Funcionamento do Struts (Fonte: Husted, Strus em Ação, 2004).
Tabela 2.1. Quadro de Componentes MVC no Struts.
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Referências

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Neste contexto, as associações de «defesa» do património apareciam para defender os referentes patrimoniais estabelecidos pelo Estado Novo ameaçados pela emergência da vida moderna..