Programa de Pós-Graduação em História Centro de Filosofia e Humanidades Universidade Federal de Santa Catarina. Flávia Florentino Varella Universidade Federal de Santa Catarina [email protected] https://orcid.org EDITORA-CHEFE.
Global history and new polycentric approaches: Europe, Asia and America in a global network system.
NOTAS
A HISTÓRIA GLOBAL DA ESCRAVIDÃO ATLÂNTICA: BALANÇO E PERSPECTIVAS
A HISTÓRIA GLOBAL DA ESCRAVIDÃO ATLÂNTICA
BALANÇO E PERSPECTIVAS
THE GLOBAL HISTORY OF ATLANTIC SLAVERY
EVALUATION AND PERSPECTIVES
O segundo problema está relacionado com a existência de diversas definições do que seria uma história global efetiva. Os trabalhos colectivos de avaliação historiográfica proliferam à mesma velocidade que a prática da história global se espalha.
Escravidão e história atlântica: tradições historiográficas
A sua história global da escravatura só é comparável ao estudo da instituição ao longo da história humana. Será em torno do programa deste terceiro eixo que apresentarei finalmente uma proposta para escrever a história global da escravatura atlântica.
Escravidão atlântica, capitalismo histórico e história global
Para a escrita da história global da escravatura atlântica, parece um caminho promissor para a compreender como tal, em permanente relação com a totalidade aberta do capitalismo histórico. Em suma, o pesquisador interessado na história global deste objeto deve observar, descrever e explicar como as múltiplas eras da escravidão atlântica se relacionaram com as múltiplas eras do capitalismo histórico.21.
BIBLIOGRAFIA
The Many-Headed Hydra: Sailors, Slaves, Commoners, and the Hidden History of the Revolutionary Atlantic. The Modern World System I: Capitalist Agriculture and the Origins of the European World Economy in the 16th Century.
LUCES Y SOMBRAS SOBRE AMÉRICA LATINA EN UNA HISTORIA GLOBAL
LUCES Y SOMBRAS SOBRE AMÉRICA LATINA EN UNA HISTORIA GLOBAL
LIGHT AND SHADOW ON LATIN AMERICA IN A GLOBAL HISTORY
La periferización de América Latina en los discursos hegemónicos de la historia global: una actualización. Por lo tanto, estos hallazgos confirman con mayor precisión la periferización de América Latina en la interacción de estas narrativas influyentes en términos del número de artículos publicados sobre este tema.
Excepciones en influyentes narrativas
Cabe señalar que la obra en su versión en inglés abre el primer capítulo con un dibujo de una mujer azteca que se encuentra hilando algodón como parte de la antigua tradición de producir este tipo de tejido en Mesoamérica. De igual forma, el capítulo seis contextualiza los primeros esfuerzos que se hicieron en México a partir de la década de 1920 por industrializarse, citando el caso de la fábrica La Aurora instalada en la ciudad de Valladolid (Yucatán) y experiencias en otras partes del país (Puebla); Incluso ofrece reproducciones de los empresarios Pedro de Baranda y Esteban Antuñano junto a empresarios de Europa, Norteamérica y África.
Luces y sombras en la historia global
Este conjunto de situaciones impregnó también la obra de la historia mundial en América Latina. Un análisis más detallado de este último elemento nos resulta muy apropiado, porque en algunos períodos históricos es factible reposicionar el papel de América Latina como actor estrella, pero no único, en la trama de la historia mundial como componente esencial. . para iniciar un diálogo entre académicos.
Consideraciones finales
Nuestra tarea, entonces, sería interrelacionar más estrechamente a América Latina con un conjunto de narrativas globales, tal como lo han hecho los ejemplos vistos aquí. Es decir, desde la nueva perspectiva de la historia mundial, que permanentemente ilumina a América Latina, queda mucho por hacer.
BIBLIOGRAFÍA
Si bien es cierto que uno de los objetivos de la historia global ha sido romper con el cerco espacial, no es menos cierto que paulatinamente ha ido cayendo en otro tipo de cerco, a saber: uno de carácter lingüístico, con una visión robusta. Anglosajón del resto del mundo y del mundo mismo. Las ideas expresadas en este artículo son las de los autores y no necesariamente representan las opiniones de los editores o de la universidad.
A HISTÓRIA POLÍTICA NA HORA DA VIRADA TRANSNACIONAL: NOVAS
A HISTÓRIA POLÍTICA NA HORA DA VIRADA TRANSNACIONAL
NOVAS POSSIBILIDADES DE PESQUISA
THE POLITICAL HISTORY AT THE TRANSNATIONAL TURN: NEW POSSIBILITIES OF RESEARCH
Por fim, buscaremos desenvolver uma reflexão que seja capaz de apontar caminhos e oportunidades de pesquisa, aproximando questões da história política e da história global. Na sua opinião (SIRINELLI, 2014, p. 105), seria essencial que a história política refletisse sobre os jogos de equilíbrio para escapar dessas limitações.
Novas possibilidades de pesquisa para a história política
Talvez um dos primeiros esforços para mapear o campo da história global tenha sido realizado por Bruce Mazlish e Ralph Buultjens na obra Conceptualizing Global History, publicada em 1993. A diversificação temática da história global só é possível graças ao hábito saudável de pensar além os marcos do Estado-nação e da perspectiva eurocêntrica.
Uma conclusão: em busca de novas possibilidades de pesquisa
Disponível em: https://networks.h-net.org/node/20292/reviews/21058/bentley-mazlish-and-buultjens-conceptualizing-global-history. Este artigo foi financiado por bolsa do Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD) da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
CONQUISTAS DIFERENTES E DE
DIFERENTES CLIMAS: O MARANHÃO, O BRASIL E A AMÉRICA PORTUGUESA
CONQUISTAS DIFERENTES E DE DIFERENTES CLIMAS
O MARANHÃO, O BRASIL E A AMÉRICA PORTUGUESA (SÉCULOS XVII E XVIII)
DIFFERENT CONQUESTS, WITH DIFFERENT CLIMATES
MARANHÃO, BRAZIL, AND PORTUGUESE AMERICA (17 TH AND 18 TH CENTURIES)
A situação era diferente na década de 1640 “porque [segundo o conselho financeiro] o chamado estado do Maranhão é hoje ele próprio sem qualquer dependência do estado do Brasil”.2. Esses significados devem ser recuperados – e aqui o faremos apenas a partir do estado do Maranhão (ou melhor, da documentação escrita produzida nele e sobre ele) – para compreender a heterogeneidade e a complexidade da formação da América portuguesa.
Como se costuma no Brasil”
Em segundo lugar e principalmente, o estado do Brasil foi referência ao discutir o cativeiro dos índios e a entrada de escravos africanos na corte e no estado do Maranhão. A província dos religiosos da companhia, por sua vez, acreditava que aos índios do Maranhão deveriam ser ensinadas matérias além da leitura e da escrita, já que “é usada e sempre foi usada no estado do Brasil”.15.
Um “Brasil setentrional”
Escrita no início do século XVIII, a crônica da Companhia de Jesus do padre Domingos de Araújo indicava por um lado uma "gameleira além do Ceará" como o marco que ao sul "separa o estado do Maranhão do estado do Brasil" enquanto referindo-se a um “norte do Brasil, ou neste Maranhão ou Pará”.21. Questionado ainda pelo fornecedor, Lopes da Costa fez questão de afirmar que os rolos de roupas vinham “desse mesmo estado do Brasil, trazidos de um porto da América”.23.
Diferenças que vão de um a outro”
Autoridades da ilha do Faial, na Madeira, por exemplo, pediram ao príncipe que os aliviasse da "miséria" resultante dos incêndios na ilha e os enviasse para o Maranhão, "ou qualquer outra parte dos estados do Brasil".22 Este comum a identidade pode servir a interesses privados, inclusive. Em 1659, uma consulta do Conselho da Fazenda insistiu na importância do envio de navios ao Maranhão, “porque esta viagem, com mais riscos, não é tão útil para os navios, nem tão procurada como a do Brasil”.27 Gomes Freire de Andrade. ele próprio, durante seu reinado, insistiu nas diferenças entre o Brasil e o Maranhão, argumentando a favor da escravização dos indígenas e contradizendo o que defendiam os padres da Companhia de Jesus; para tanto afirmou que “as discussões que os padres têm com os do Brasil não cabiam neste estado, pelas muitas diferenças que vão de um para outro, nos gêneros, nos sertões, na pobreza e nos princípios”. 28.
A passagem de uma conquista para outra”
É por isso que toda ajuda foi bem-vinda, como a dos paulistas, que lutaram nas capitanias do norte do estado do Brasil. A descoberta da 'estrada para o Brasil' insere-se num contexto regional de expansão da fronteira oriental do estado do Maranhão, que coincide com a difusão, pelo sertão piauiense, de interesses relacionados à pecuária na Bahia, inicialmente a partir de Casa da Torre (MEDEIROS, 2010; PESSOA, 2003; MELO, 2017; SILVA, 2016).
Drogas da Ásia” e “cacau de Caracas”: o Maranhão fora do Brasil
Também é usado por V.M. sugeriu que nessas partes do Pará existem muitos cacaueiros silvestres e vários sítios de grande porte, onde a natureza os produziu, e podem ser plantados com inúmeras facilidades, das quais derivarão os interesses de seus vassalos e seus costumes. desviam os castelhanos nas Índias e a alfândega na Espanha, pois há uma quantidade de drogas maior do que quase qualquer outra naquele novo mundo; a vantagem é fácil e barata; a fruta é de grande valor, existe uma grande [saco] de chocolate em toda a Europa; Frequentemente vale, mesmo em Castela, mais de 6 pence, até 2 pence por arratel, aqui muito mais, e agora mais de 5; o gasto não é significativo, pois não chegará a 5%; É uma fruta e uma planta incomparavelmente mais úteis que o açúcar, porque este tem duas partes a menos em valor e mais de 50% em custo. Como se pode verificar, os produtos fundamentais da economia amazónica – o cravo-da-índia e o cacau – que se tornaram as principais mercadorias exportadas para a Europa desde finais do século XVII, adquiriram uma dimensão fundamental na região, mediada por experiências coloniais outras que não as portuguesas. América.
Considerações finais
Pelos interstícios do olhar do colonizador: descendência indígena no Maranhão e no Grão-Pará. Da Paraíba ao estado do Maranhão: trajetórias de governança na América portuguesa (séculos XVII e XVIII).
VISÕES DA QUEDA: MOTIVOS
EDÊNICOS EM MINHA FORMAÇÃO, DE JOAQUIM NABUCO
VISÕES DA QUEDA: MOTIVOS EDÊNICOS EM MINHA FORMAÇÃO, DE JOAQUIM NABUCO
VISIONS OF THE FALL: EDENIC MOTIFS IN JOAQUIM NABUCO’S MY FORMATIVE YEARS
4 A questão já aparece em Ser e Tempo (§25), ligada à especulação sobre a ontologia do self – para Heidegger (2007) a resposta não é dada pela expressão de uma “mente” “simplesmente dada”. O conceito de ipseidade proposto por Ricœur não é o de um “mesmo” que mantém uma identidade perfeita ao longo do tempo.
Adão na praia do Flamengo
A metáfora do Brasil natural como “um paraíso terrestre antes das primeiras lágrimas do homem” (NABUCO, 2012, p. 71) parece derivar cumulativamente de duas influências principais no pensamento de Nabuco em 1896-1900. Note-se que, como já disse Sérgio Buarque, “Adão antes da queda” é um homem diligente, porque na versão puritana da metáfora, o Éden do Novo Mundo é um jardim a ser cultivado e não um jardim. uma dádiva da qual você pode crescer, só pode desfrutar (HOLLAND, 1996, pp. XV-XVI).
Outro paraíso, outras quedas
Os versos mais famosos de “Massangana” são acompanhados de uma afirmação perturbadora: ao ver o fim da escravidão, o narrador diz sentir uma “nostalgia especial”, “saudade do escravo” (NABUCO, 2012, p. 190). A versão original de Massangana, em francês, escrita para Foi voulue e publicada, em vida do autor, em Pensées Détachées et Souvenirs, contém um longo parágrafo omitido na tradução do próprio autor, que constará na mina de formação.
O MÉXICO REVOLUCIONÁRIO E O LATINO-AMERICANISMO NO BRASIL
O MÉXICO REVOLUCIONÁRIO E O LATINO-AMERICANISMO NO BRASIL NOS ANOS 1920
REVOLUTIONARY MEXICO AND LATIN-AMERICANISM IN BRAZIL IN THE 1920S
A política latino-americana seguida pelo México revolucionário foi oficialmente declarada na chamada "Doutrina Carranza", um conjunto de parâmetros diplomáticos apresentados pelo presidente mexicano Venustiano Carranza em 1919 com a intenção deliberada de se opor às reivindicações hegemónicas dos EUA no continente. . Como muito bem observou o historiador Pablo Yankelevich, a política latino-americana levada a cabo pelo México surge como o resultado de uma acção defensiva contra uma política americana que questionava a legitimidade do processo revolucionário, manifestando-se mesmo militarmente, com o desembarque de fuzileiros navais norte-americanos no Porto mexicano de Vera Cruz em 1914.
O Brasil e a questão da identidade continental
Concretamente, no que diz respeito às relações com o Brasil, é necessário apontar a potencial divergência entre a política mexicana da “irmandade latino-americana”. Outro risco que corremos é esquecer que nossos vizinhos continentais em geral não exigiram a inclusão do Brasil na identidade latino-americana. 3.
O latino-americanismo do México revolucionário
10 A visita oficial do filósofo Antonio Caso ao Brasil, em outubro de 1921, em missão universitária, como representante da Universidade Nacional do México, fez parte da política de promoção internacional do México revolucionário. 12 Sobre o projeto educacional realizado por José Vasconcelos, inicialmente como reitor da Universidade do México e posteriormente como Secretário de Educação Pública, durante o governo Obregón, no início da década de 1920, ver: FELL, 2009; CRESPO, 2005.
Os brasileiros e o latino-americanismo nos anos 1920
O discurso proferido na Universidade de Córdoba em 1922, como parte das relações intelectuais forjadas pelos mexicanos no sul do continente, parece, portanto, um elemento importante para marcar a presença do México revolucionário como articulador da solidariedade continental - impulsionado pelo projeto da União Latino-Americana liderada pelos Engenheiros - baseada numa identificação ibérica ou latino-americana que agora incluía o Brasil. Embora a proposta de integração cultural continental tenha permanecido uma perspectiva marginal nos círculos intelectuais nacionais, deve-se enfatizar que ela teve uma influência inegável no Brasil e, como mostramos, o papel desempenhado pela política continental revolucionária do México foi um elemento fundamental em relação à esses.
A política continental do México revolucionário e a intelectualidade brasileira
Parece relevante neste caso evocar a noção de “função auxiliar” da poesia, proposta por Alfonso Reyes. 19 É importante destacar que a noção de literatura pura de Reyes se distancia da ideia de “poesia pura”, que ele critica.
Ronald de Carvalho e o latino-americanismo
Embora faça parte de “toda a América”, a Broadway – representante dos Estados Unidos no poema – parece quase totalmente separada (exceto no black jazz) da América elogiada pelo poeta. O livro termina com o poema que lhe dá título, “Toda a América”, dedicado ao escritor Renato Almeida.
Palavras finais
XXXV
Escuelas de pensamiento en México: conferencia impartida en el salón de actos universitario. Miradas del Sur: propaganda, lobby y proyección de la Revolución Mexicana en el Río de la Plata, 1910-1930.
RAÇA, MESTIÇAGEM E
DESIGNAÇÕES SOCIORRACIAIS NO ROMANCE O MULATO, DE ALUÍSIO
RAÇA, MESTIÇAGEM E DESIGNAÇÕES SOCIORRACIAIS NO ROMANCE O MULATO, DE ALUÍSIO AZEVEDO (1850-1881)
RACE, INTERBREEDING AND SOCIO-RACIAL DESIGNATIONS IN THE NOVEL O MULATO BY ALUÍSIO AZEVEDO (1850-1881)
Em nossa análise de O mulato (1881), de Aluísio Azevedo, adotamos a metodologia de pesquisa de Sidney Chalhoub e de outros pesquisadores do Centro de Pesquisa em História Social da Cultura (CECULT),4 que “relaciona texto e contexto”.5 acredito que além de ler os aspectos estéticos, narrativos e retóricos de um romance, é possível lê-lo do ponto de vista histórico-social. 6 Segundo Sidney Chalhoub, a leitura de um romance como testemunho histórico deve se basear em duas historicidades: as historicidades da obra, ou seja, aquela em que a ficção se desenvolve, e sua escrita/publicação (CHALHOUB, 2003, p. 18).
Os intelectuais brasileiros e o “racialismo” na segunda metade do século XIX
Como alertou Lilia Schwarcz, teses deterministas e racistas eram amplamente aceitas entre os cientistas no Brasil no final do século XIX. Na verdade, a moda científica que ganhou espaço no Brasil na segunda metade do século XIX atingiu os literatos em geral.
Aluísio Azevedo: de caricaturista a escritor
Autodenominado “órgão dos interesses da sociedade moderna”, O Pensador reuniu pseudónimos como Marquês de Pombal, Diderot, Pietro Garibaldino, Sóror Pompadour, Marius e Vanini, entre outros colaboradores, Aluísio Azevedo. Contudo, além do cientificismo positivista, que se difundiu no Brasil a partir das décadas de 1870 e 1880, tentaremos demonstrar que, embora enfatize a influência do meio ambiente e do clima, Aluísio Azevedo historicizou as designações raciais antes da publicação do romance ( 1881) e em diálogo – consciente e inconscientemente – com o “racismo científico” de sua época.
O romance naturalista como fonte para a história: o caso d’O Mulato
Embora tenham sido feitas críticas ao conteúdo, inclusive ao comportamento do personagem principal do romance (Dr. Raimundo), a estratégia foi ridicularizar a tentativa de Aluísio de aclimatar o naturalismo real ao Brasil. Em sua resposta, o escritor maranhense deixa clara a intenção de transportar fielmente a língua falada em sua província para os versos do romance de 1881.
Gilberto Freyre e Josué Montello: olhares de sociólogos e críticos literários sobre O mulato
Como argumenta o autor de Sobrados e mucambos, o Brasil do século XIX apresentava “[..] duas grandes forças, novas e triunfantes, às vezes unidas em uma só: o solteiro e o mulato” (FREYRE, 2006, p. 711). Deve-se notar, porém”, enfatiza Freyre, “que a ascensão social do solteiro, quando ele era claramente mulato, só raramente ocorreu de forma menos dramática” (FREYRE, 2006, p. 723).
Raça, mestiçagem e categorias sociorraciais n’O mulato (c.1850-1881)
Apenas seis ocorrências do conceito de “raça” são encontradas ao longo do romance – embora a racialização seja observada em diversas passagens por meio do uso de categorias sociorraciais e do discurso racista, que já exploramos anteriormente. Esses “escrúpulos raciais” tratam do ideal de “pureza de sangue”, ou seja, da manutenção do sangue branco na linhagem familiar.
OS PROBLEMAS ESTRUTURAIS DA VIDA COTIDIANA NOS MUNICÍPIOS
REPÚBLICA: O CASO DE ALFENAS-MG
OS PROBLEMAS ESTRUTURAIS DA VIDA COTIDIANA NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS NA PRIMEIRA REPÚBLICA: O
THE STRUCTURAL PROBLEMS OF EVERYDAY LIFE IN BRAZILIAN MUNICIPALITIES IN THE FIRST REPUBLIC: THE
Durante a Primeira República, a nova ordem política foi comandada por uma nova facção de classe (uma burguesia ainda influenciada pelos valores aristocráticos) que surgiu como resultado da expansão do cultivo do café no sudeste do país na segunda metade de século 19. século. É neste quadro histórico que serão analisados alguns dos principais problemas do dia a dia do povo de Alfenas durante a Primeira República e como os enfrentaram.
Suporte teórico e base empírica
Desta forma, o custo de vida aumentou significativamente, penalizando severamente a população de baixa renda. Dessa forma, a cultura é vista como um contexto, algo dentro do qual a ação humana em suas diversas manifestações pode ser entendida como um signo.
Os problemas cotidianos
Esta situação levou 113 pessoas a requerer à Câmara, em 20 de novembro de 1921, a reparação de parte de uma importante estrada, aparentemente para a rede comercial do concelho. Em 19 de outubro de 1929, ela levou o fato de Nicézio Marques ao conhecimento das autoridades municipais.
Conclusão
Professor Titular da Universidade Federal de Alfenas, Instituto de Ciências Humanas e Letras, Departamento de Ciências Humanas, Alfenas, MG, Brasil. Os problemas estruturais do cotidiano dos municípios brasileiros da Primeira República: o caso de Alfenas-MG.
ACERTOS E DESAFIOS DE UMA
PERSPECTIVA GLOBAL DA HISTÓRIA DA INFÂNCIA E DAS EMOÇÕES
A coleção é resultado de uma conferência com o mesmo título, organizada em 2012 pelo Centro de Estudos da História das Emoções do Instituto Max Planck. Assim como parece artificial a necessidade de criação de novos conceitos no campo da história das emoções, também parece artificial a ausência de reflexões sobre as contribuições teóricas estruturantes do campo da história da infância em um capítulo dedicado a estabelecer a base teórico-metodológica da livro. estrangeiro..