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V - Agências de Viagens

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Academic year: 2023

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O objetivo deste formulário é principalmente facilitar o exercício do direito de reclamação quando justificada. Com efeito, a actuação do Provedor de Justiça é exercida no âmbito da actividade das administrações centrais, regionais e locais, instituições públicas, empresas públicas ou concessionárias de serviços públicos.

IV - Acesso à Justiça (Apoio Judiciário)

V - Agências de Viagens

27 e 28 do Decreto Legislativo n.º 209/97, de 13 de agosto, cancelá-lo e solicitar a devolução dos valores pagos por conta do preço da viagem (indicar também o valor exato de tais valores). esforços, apresento-vos os meus melhores cumprimentos, Local e data. Nome e morada da agência de viagens Assunto: Alteração de preços de viagens organizadas para.

VI - Agências Imobiliárias

Com efeito, para além dos serviços prestados por aquela agência, já integralmente pagos conforme V. factura nº_________, e que passo a descrever: (diferenciar os serviços prestados e já pagos), desconheço outros que justificar o seu pedido de pagamento. Contratualmente, é comum especificar um período de tempo durante o qual a agência será obrigada a executar os serviços previstos.

VII - Actividade Bancária

Mas a resolução do acordo do cheque deve preceder a notificação, por carta de recomendação, ao inadimplente, para proceder à regularização da situação. No entanto, tive a oportunidade de esclarecer que antes de cancelar o contrato de cheque, o banco deveria notificar-me por carta de recomendação para proceder à regularização do pagamento, o que não aconteceu, pois não recebi qualquer comunicação nesse sentido.

VIII - Comércio

O pré-pagamento é aliás uma contra-ordenação que pode determinar a actuação da Inspecção-Geral das Actividades Económicas, pelo que aguardo a vossa compreensão sobre a situação descrita. Os exas podem constituir infracção, nos termos da lei, cabendo à Inspecção-Geral das Actividades Económicas orientar o processo competente. A violação do disposto no Decreto-Lei n.º 272/97, de 3 de julho, pode também constituir contra-ordenação-contraordenação - com a fiscalização do cumprimento a cargo da Inspecção-Geral das Actividades Económicas, nos termos e pela força.

Assim, o consumidor que se sinta lesado por uma das situações descritas pode reclamá-lo junto da Inspecção-Geral das Actividades Económicas, ao abrigo do Decreto-Lei n. 28/84, de 20 de janeiro, que por sua vez trata do caso de crime, é obrigado a notificar os serviços do Ministério Público, gestor geral do processo penal. 23 do Decreto Legislativo n. 28/84, de 20 de Janeiro, comunico àquela Inspecção-Geral a existência de bens (identificar a infracção - falsificação, falsificação, etc.) que obtive de (identificar a empresa comercial ou comerciante) que os vendeu).

IX - Crédito

Caso a instituição de crédito não proceda às alterações definidas na lei, o consumidor deve apresentar a respetiva reclamação à instituição de crédito. Tendo em conta as constantes variações da taxa de juro, que me parecem aplicáveis ​​ao contrato de crédito à habitação que assinei com aquela instituição e não tendo constatado qualquer alteração no valor da prestação que me é cobrada mensalmente, Requerimento V. Nesta modalidade de empréstimo aplica-se a chamada TAEG, que representa o custo total do empréstimo para o consumidor, expresso em percentual anual, ou seja, com a taxa de juros nominal, o prêmio do empréstimo, além de vários outros. taxas e despesas (impostos, administrativos, etc.).

O exercício deste direito é facilitado pela obrigação de juntar ao contrato de crédito uma declaração de revogação, a assinar pelo consumidor se necessário, não havendo qualquer custo para o consumidor. Ao contrário da tendência geral, o cumprimento antecipado do contrato de crédito traz algum benefício para o consumidor, pois a ele tem direito.

X - Direito Real de Habitação Periódica

16 (ou artigo 19.º, que se refere ao mesmo regulamento), do Decreto-Lei n.º 275/93, de 5 de agosto, rescindo o contrato celebrado com Vossas Excelências. A recusa de pagamento das chamadas “taxas” de manutenção ou utilização só é legítima quando o consumidor ainda não é titular de DRHP e o contrato de dívida não contém disposições para as mesmas, acrescendo naturalmente a não utilização da(s) semana(s). ) ) de férias. Com efeito, a lei determina a obrigação de pagamento de prestações periódicas aos titulares de DRHP, independentemente da utilização da semana objeto deste direito.

No entanto, não sendo eu ainda titular da DRHP, mas apenas promissário-comprador, e a respectiva livrança não se referir ao pagamento da prestação em causa, salvo falta de usufruto da mesma semana, parece-me legítimo não pagar o valor solicitado. O Decreto-Lei n.º 275/93, de 5 de agosto, contém o atual regime que regula a aquisição de direitos de DRHP e timeshare.

XI - Empreitada

A segunda situação parece ser a omissão da própria parte, que, não merecendo referência expressa no capítulo do Código Civil dedicado ao contrato, remeter-nos-á para o regime geral da conformidade e inconformidade. Assim, e perante a omissão da obra por parte do empreiteiro, o consumidor enquanto dono da obra deve contestá-la, preferencialmente por carta registada com aviso de receção, na qual fixa o prazo para a conclusão da obra, com indicação de mensagem de que ao final disso ele estará em descumprimento. Isto é claro, se o prazo de entrega das obras já estiver definido, caso contrário, o primeiro aviso terá efeito apenas do empreiteiro inadimplente (atraso) e o segundo aviso estabelecerá uma data final para cada conclusão.

Exame(s), por telefone (ou outro meio), para efeitos de fixação de prazo para a conclusão do trabalho responsável pelo(s) Vosso(s) Exame(s) em situação de incumprimento, com as consequências daí decorrentes, reserva-se o direito desde já, e se necessário acionar os procedimentos cabíveis para a resolução desta questão, sem prejuízo de sua responsabilidade pelos danos já causados.

XII - Hotelaria e Similares

A existência do livro de reclamações é obrigatória e a respetiva informação deve ser afixada em local visível. Desde que o consumidor seja identificado, o livro de reclamações não pode ser recusado quando razoavelmente e razoavelmente solicitado. Sempre que, por qualquer motivo, o consumidor não tenha solicitado o livro de reclamações ou tenha sido recusado, ou se a notícia da reclamação registada no referido livro for tardia, o consumidor pode decidir comunicar o facto à D.G.T.

Para os efeitos que julgue convenientes, venho por este meio comunicar a situação ocorrida no passado dia ____ no (tipo de estabelecimento: restaurante, hotel, etc..) acima indicado, onde (descrever o ocorrido). caso o livro de reclamações tenha sido recusado, refira-se o seguinte: Saliento que solicitei o livro de reclamações pelas razões acima expostas, o qual não me foi fornecido por recusa do colaborador ou gestor/porque não tinha).

XIII - Protecção de dados pessoais face à informática

Aguardando comunicação de Vossa Excelência no que julgar conveniente, inscrevo-me com os melhores cumprimentos.

XIV - Publicidade enganosa

Para os efeitos considerados adequados ao abrigo do Código da Publicidade, condeno a situação acima identificada, que entendo constituir publicidade enganosa. Para melhor identificar a mensagem publicitária de que desta forma estou a reclamar, estou a enviar uma cópia do catálogo/folheto etc.

XV - Seguros

Uma vez que já efetuei o pagamento do valor do prémio, solicito também o respetivo reembolso após dedução de eventuais despesas decorrentes da emissão do respetivo seguro. se se tratar de um seguro de doença ou acidente de longa duração, é necessário indicar as condições constantes da apólice que não estejam de acordo com a proposta de seguro assinada pelo consumidor). Assim, e normalmente, as condições gerais do seguro permitem, a qualquer momento, a seguradora e o tomador rescindir o contrato, desde que o façam até 30 dias antes do termo do seguro e por correio registado ou outro meio. manter um diário escrito. Procedo, e sob reserva da condição geral n.º ____ (indicar a condição constante da apólice relativa à resolução do contrato) da apólice acima referida, rescindir o correspondente contrato de seguro celebrado com a seguradora em causa.

Morte ou lesões corporais, quando o responsável é desconhecido ou não obtém um seguro válido ou eficaz, ou a seguradora é declarada insolvente. No entanto, apesar da identificação imediata do condutor da última viatura, que assumiu mesmo a responsabilidade pelo acidente, este não possui seguro válido.

XVI - Seviços Públicos Essenciais

Facturação Excessiva

Ou seja, se por qualquer razão desconhecida houve uma fatura que nunca apareceu ou não foi paga, o fornecedor só tem direito ao respetivo pagamento até 6 meses após a data de entrega do serviço - o período de consumo cumprido, num fornecimento contínuo, o período de consumo geralmente coincide com o período de faturamento. "Se, por outro lado, por erro do prestador do serviço, tiver sido pago um montante inferior ao que corresponde ao consumo efectuado, caduca o direito ao recebimento da diferença de preço no prazo de 6 meses a contar desse pagamento. ". Em caso de prescrição ou caducidade do direito ao pagamento ou recebimento da diferença de preço e para que o consumidor beneficie da prescrição ou caducidade, deverá invocá-los por escrito, nos termos da lei.

Isso porque a inatividade do consumidor não impede o exercício do direito ao pagamento, ou seja, a não invocação da prescrição ou caducidade pode determinar a continuidade da obrigação de pagamento. 10 da Lei n.º 23/96, de 26 de julho, expirou em _____ (marcar a data em que se cumpriram os 6 meses os 6 meses) o direito ao pagamento daquela empresa /ou: o direito a receber a diferença de valor daquela empresa . já expirou.

XVII - Transportes

Desde logo, importa saber que a entrega do serviço de táxi não pode ser recusada em razão do percurso pretendido ou do tempo despendido. A fiscalização do cumprimento das atuais regras para a prestação de serviços de táxi compete não só às autoridades policiais, mas também à Inspeção-Geral das Atividades Económicas, sem descurar o papel e intervenção da ANTRAL – Associação Nacional de Transportes Rodoviários em Automóveis ligeiros. Venho por este meio comunicar a situação em que me envolvi no último dia ______, entre ____ e _____ horas, quando tomei a iniciativa de utilizar o serviço de táxi, através da viatura acima identificada.

No referido dia, como em outras ocasiões, peguei um táxi para ______ (local e destino). No exposto, após utilizar o serviço de táxi através do veículo acima identificado, solicitei a entrega de recibo do valor pago, o que foi recusado com fundamento em que o livro de contas estava preenchido e não tive oportunidade de o substituir. .

Referências

Documentos relacionados

Não há nenhum direito de hóspede em que se possa basear essa exigência (para isso seria necessário um contrato especialmente generoso, pelo qual se limitasse o tempo