PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS PACIENTES NÃO ADERENTES À SOROLOGIA NÃO TREPONÊMICA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRINHA, RIO GRANDE DO SUL EM 2018. Objetivo: Conhecer o perfil epidemiológico da população do município de Cachoeirinha/RS que não aderiu à sorologia. em 2018. O bairro residencial onde predominou a não adesão à serologia não treponémica foi o Anair (17,3%), seguido do Canarinho (9,61%).
O objetivo deste artigo é conhecer o perfil epidemiológico dos portadores de sífilis adquirida e sífilis em gestantes do município de Cachoeirinha/RS que não aderiram à sorologia não treponêmica no ano de 2018 para implantação de medidas eficazes de intervenção na saúde social. determinação que contribuiu para o aumento do número de processos. Os critérios de inclusão foram: todos os casos de pessoas que não cumpriram a sorologia não treponêmica no município de Cachoeirinha no ano de 2018, e os critérios de exclusão foram casos não residentes no município, dupla notificação e casos presentes para realização da alimentação teste . - sorologia treponêmica durante o período de coleta de dados. Na Tabela 1 foi possível identificar o perfil epidemiológico dos casos não acompanhados de sífilis adquirida (n=47) e de gestantes (n=5) notificados no município de Cachoeirinha, no ano de 2018.
Na tabela 2, o bairro de moradia onde predominou a não adesão à sorologia não treponêmica foi Anair (17,3%), seguido de Canarinho (9,61%). O presente estudo identificou que os casos de sífilis apresentaram tendência crescente no município de Cachoeirinha entre os anos de 2017 e 2018.
A SÍNDROME DE BURNOUT EM PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
BURNOUT'S SYNDROME IN NURSING PROFESSIONALS: AN INTEGRATIVE REVIEW
A síndrome de Burnout (SB) é considerada um dos principais problemas psicossociais que atingem os profissionais de enfermagem. O tema da ocorrência da síndrome de burnout entre profissionais de enfermagem permitiu verificar quais são os fatores desencadeantes dessa patologia nessa classe de trabalhadores. Síndrome de Burnout em técnicos de enfermagem de um hospital público do estado de São Paulo.
Síndrome de Burnout e satisfação profissional em enfermeiros do interior do RS. Síndrome de Burnout: consequências e implicações de uma realidade cada vez mais comum na vida dos profissionais de saúde. Síndrome de Burnout em um centro de terapia intensiva pediátrica da região Centro-Oeste de Minas Gerais.
Discussão sobre as causas da síndrome de burnout e suas implicações para a saúde do enfermeiro. Aquichan [Internet]. Preditores da síndrome de burnout em trabalhadores da atenção básica de Porto Alegre/RS. Merces MC, Lopes RA, Silva DS, et al., Prevalência da síndrome de burnout em enfermeiros de cuidados primários.
Moreno JK, Pimentel VPC, Moura MGBG, Pinheiro SJ, Oliveira LBC, Cunha ILB et al., Síndrome de Burnout e fatores de estresse em enfermeiros nefrologistas.
A preocupação dos serviços de saúde responsáveis pela notificação dos casos diz respeito ao perfil epidemiológico da doença nos últimos anos4. A preocupação dos serviços de saúde responsáveis pela notificação dos casos é com o perfil epidemiológico da doença nos últimos anos: há necessidade de intensificar a busca ativa de casos perdidos por meio de campanhas de conscientização e conscientização sobre a necessidade de tratamento, a prática de sexo seguro e realização de exames6,7. Este trabalho consiste em um estudo transversal, retrospectivo e documental com abordagem quantitativa realizado a partir de dados do Sistema de Vigilância Epidemiológica (SVE) referentes a casos novos de Sífilis Congênita (SC) ocorridos entre 2007-2017 diagnosticados em moradores de Cachoeirinha.
Para a realização desta pesquisa, solicitamos por ofício à secretaria municipal de saúde a autorização de acesso aos registros do laudo de sífilis congênita e com a aprovação do projeto pelo Comitê de Ética da Faculdade Cesuca sob o registro sob o CAEE. O estado de saúde da criança foi analisado através das seguintes variáveis: resultado do teste não treponêmico em sangue periférico, diagnóstico clínico e sintomatologia. Em relação ao estado de saúde, foram analisadas as seguintes variáveis: pré-natal, tempo de diagnóstico da sífilis congênita, resultado do teste não treponêmico no parto/curetagem e informações sobre a qualidade do tratamento.
Constatou-se que entre 2007 e 2017 foram notificados 72 casos de sífilis congênita no município de Cachoeirinha. Em relação ao pré-natal das gestantes cujos recém-nascidos foram diagnosticados com sífilis congênita, observou-se que elas realizaram o pré-natal no período do estudo. A taxa de detecção de SC na cidade de Cachoeirinha apresentou um comportamento crescente ao longo do período de estudo.
O aumento da incidência pode estar relacionado à melhoria da notificação e investigação dos casos, além da melhor detecção da sífilis gestacional durante o pré-natal. O tratamento da sífilis é considerado adequado quando a penicilina, que previne a transmissão vertical do Treponema pallidum, é utilizada para tratar a gestante e seu parceiro, bem como encerrar o regime farmacológico 30 dias antes do parto e ter título de VDRL menor que quatro a oito vezes entre três e seis meses7. Deve ser dada prioridade à busca ativa de casos perdidos por meio de campanhas de sensibilização e conscientização sobre a necessidade de tratamento, prática de sexo seguro e testagem.
Prevalência de sífilis e fatores relacionados na população de rua de São Paulo, Brasil, por meio de teste rápido. Guia de Vigilância em Saúde: Parte 2 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Coordenação-Geral de Desenvolvimento da Epidemiologia em Serviços. Manual técnico para diagnóstico de sífilis / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle de Doenças Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais.
REPERCUSSÕES DA DEPRESSÃO PÓS-PARTO NA RELAÇÃO MÃE-BEBÊ
REPERCUSSIONS OF POSTPARTUM DEPRESSION IN THE MOTHER-BABY RELATIONSHIP: AN INTEGRATIVE REVIEW
Esta é a conclusão de um estudo transversal realizado em um hospital universitário, no qual foi aplicado um questionário a 120 puérperas no período de junho a novembro de 2016, no qual foram tratados problemas pessoais e questões relacionadas à escala de depressão pós-parto segundo a escala de Edimburgo escala. A depressão pós-parto costuma ser confundida no imaginário social com desamor, crueldade e psicopatia. Diante dessa importância, o objetivo do estudo será identificar publicações sobre depressão pós-parto e suas consequências para a relação mãe-filho na pesquisa bibliográfica.
A busca foi baseada nos descritores depressão pós-parto, maternidade, interação mãe-filho, depressão pós-parto, relacionamento mãe-filho. 7 Dessa forma, foi elaborado um quadro sinóptico com os dados dos artigos selecionados, que contém: identificação do artigo, ano de publicação, objetivos, metodologia e informações sobre a depressão pós-parto e suas consequências na relação mãe-filho. Este estudo teve como objetivo descrever e correlacionar o nível de depressão pós-parto apresentado por mães de bebês e práticas e crenças sobre cuidados primários e estimulação.
Comparar as habilidades pragmáticas de meninos e meninas e confirmar a influência da depressão pós-parto (DPP) nesse processo. Este estudo examinou o impacto da depressão pós-parto e ansiedade na interação mãe-filho e seus efeitos sobre. Ao analisar os dados dos estudos selecionados, o artigo A1 mostra que mães com depressão pós-parto com sintomas depressivos tendem a ser pouco responsivas e carentes de interação e afeto com seus bebês, com isso pode haver dificuldades na interação mãe-bebê.
Com base nos achados desta RI, também fica claro que, independentemente das possíveis condições clínicas, existe uma correlação entre depressão pós-parto e problemas conjugais. O artigo A4 abordou a depressão pós-parto em seu estágio mais grave, denominado psicose puerperal, no qual foram abordadas questões relacionadas ao infanticídio. Segundo os autores, a amamentação é um processo que envolve as condições fisiológicas e psicológicas da mulher, sendo que as mães em casos de depressão pós-parto estão em um momento de maior fragilidade emocional, sendo por isso ainda mais difícil manter a amamentação de forma efetiva.
A depressão pós-parto em sua fase mais crítica, chamada de psicose puerperal, onde a parturiente enfrenta a forma mais grave de depressão pós-parto, pode resultar em abuso e até infanticídio. Dos resultados obtidos nesta RI podemos concluir que a depressão pós-parto é um grave problema de saúde pela sua complexidade, intensidade, dificuldade. É importante que os profissionais de saúde saibam detectar precocemente a depressão pós-parto para que mãe e bebê recebam cuidados profissionais adequados e, assim, minimizem os danos que a depressão pode causar a ambos.
A depressão pós-parto afeta a relação mãe-filho de diversas formas, a falta de interação e por vezes de afeto pode prejudicar o desenvolvimento afetivo, comunicativo-linguístico, motor e até nutricional devido ao alto índice de rejeição da amamentação. Depressão pós-parto materna: crenças, práticas de cuidado e estimulação do bebê no primeiro ano de vida.
Percepções, vivências e sentimentos de famílias com recém-nascido internado em unidade de terapia intensiva neonatal
PERCEPÇÕES, VIVÊNCIAS E SENTIMENTOS DE FAMÍLIAS COM RECÉM-NASCIDO INTERNADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL
PERCEPTION,EXPERIENCES AND FEELINGS OF FAMILIES WHIT NEWBORNS ADMITTED TO A NEONATAL INTENSIVE CARE
Percepções, vivências e sentimentos de famílias com recém-nascidos internados em unidade de terapia intensiva neonatal. Após a transcrição, foi realizada a leitura minuciosa de todas as entrevistas, analisando todo o conteúdo e coletando todos os dados, segundo o método de análise de conteúdo de Bardin. Com a coleta de dados, a última parte foi realizada por meio da análise das falas dos entrevistados, buscando na literatura complementação e subsídios para a discussão dos resultados.
Como estamos vivendo uma pandemia devido ao COVID 19, os pais não foram entrevistados, pois têm acesso limitado à UTIN e só podem entrar por uma hora um dia por semana. As três categorias foram: Sentimentos vivenciados durante a hospitalização; O pior momento vivenciado pelas mães durante a internação de seus filhos; e o cuidado humanizado da equipe de enfermagem. Os sentimentos despertados por essas mães estão diretamente relacionados aos momentos que vivenciam dentro da Unidade, sendo fundamental o apoio da equipe.
Essa ruptura da díade deixa o cuidado ao RN sob responsabilidade da equipe de saúde14. Na maioria das vezes, os recém-nascidos prematuros requerem cuidados em UTIN, tornando esse período de internação complicado e angustiante16. No plantão, os enfermeiros são testemunhas do sofrimento, angústia, dúvidas e todas as emoções dos familiares dos recém-nascidos17.
As necessidades de uma família cujo filho está internado em unidade de terapia intensiva, UTI, exigem mais da equipe de saúde, pois ela se envolve além de humanizar, administrar a dor, a ansiedade e o medo dos pais. No começo eu fiquei muito triste e triste, pelo fato, parto prematuro, o que ia acontecer, mas agora eu me sinto bem mais tranquila, as meninas são muito boas lá dentro, eu confio em todos os plantões aqui, eles [. . ] Muito, não só, ã. Durante a entrevista, ao serem questionadas sobre a relação com a equipe assistencial, duas das sete mães responderam que a equipe é atenciosa.
Em relação ao cuidado prestado pela equipe de enfermagem, foi relatado por todas as mães que ouviram como é boa a interação entre as mães e a equipe. Observou-se que as mães têm total confiança na equipe e que os profissionais prestam atendimento humanizado aos pacientes e familiares. Neste estudo, pode-se perceber a importância de uma equipe de enfermagem bem preparada para cuidar de seus pacientes.