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Própolis: cicatrizante e antibiótico natural.

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Academic year: 2017

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P R Ó P O llS - CICATR IZA N TE E A NTIB IÓTICO NATU R A L

Ceclia de Lourdes E . Benardo* Ivna A. Fechi de Souza** Caterina Colavitti* * * Crisina Grcia** * *

RESUMO - N o p re s ente trab a l h o o s a u tores d e s c revem o s res u ltados obtidos com o u s o d a P ró po l i s , em 1 0 p a c i e n te s , com i d a d e entre 22 e 5 7 a n o s , po rtado­ res de ú l ceras c r ô n i c a s de m e m b ro s i n f e r i o r e s d e d ife rentes etiolog i a s . A n a l i s am o s r e s u ltados o b t i d o s no q u e d i z r e s p e ito a fa c i l i d a d e d e s e u u s o" c o n trole d e i n ­ f e c ç ã o l o c a l e a v a l i a ç ã o d o p ro c e s s o d e c i c a t r i z a ç ã o .

ABSTRACT - I n t h i s s t u d y t h e a u t h o r s d e s c r i b e t h e re s u lts obta i n e d w i t h P ro p o l i s o r bee g l u e i n 1 0 p a c i e n t s ( 1 7 to 5 7 y e a r s o l d ) s u ffe r i n g f r o m c ro n i c l e g ' s u l c e rs 01 d iffe re nt etiolog i e s . l h e a u t h o r s a n a l y s e t h e re s u l t s o b t a i n e d re lated with t h e fac i l ity i n f e c t i o n c o n t r o l a n d p roc e s s h e a l i n g ' s a s s e s s m e n t .

1 I NTRODUÇÃO

Nos úlimos anos, vem se observando um cres­ cente interesse ela medicina ltenativa, no contole de denças visando o restabelecimento do equilíbrio . como fonte de saúde.

Atumente, em todo o mundo, tem-se aproveita­ do dos rcursos naturis na teraêuica medicamento­ sa com resultados satisfat6rios. Uma das recomen­ dações da Orgnização Mundial de Saúde (OMS) é a de fzer invesigações sobre sistemas de medicina tra­ dicional, principente trabalhos para ideniicação de remédios eicazes de origem minerl, vegetl e animl.

Acedita-se que o interesse pela medicina alter­ nativa esteja relacionado com o sistema de saúde do Brasil, que cada vez mais asemelha-se ao� sistems vigentes em países subdesenvolvidos, onde Investe-se em tecnologias avançadas e prestação de serviços es­ pcizados e soisicados em confronto �om

vel s6cio-conÔmico-culturl de uma populaçao maJontá­ ria, que não possui condições mnimas de higiene,

­ menação, habitação e atendimento médico, e que In­ da quando consegue atendimento médico, não possui condições innceas para a aquisição de medicação.

Recentes estudos mostrm que devido ao uso erôneo e abusivo dos anibi6ticos, cada dia mais espé­ cies de microorganismos patogênicos tonm-e resis­ tentes aos tratmentos convencionais.

Além desse fato, a enfermeira veriica em seu co­ idiano que muitos pacientes ficam hospitzados, ex­ pondo-se a contir outras enfermidades, apens para curar ferimentos que poderiam ser tratados

ambulato-rialmente. Preocupadas com a suer-população hospi­ talr, qulidade da assistência prestada x taxa de in­ fecção hospitalr, a enfermeira vem estudando e pro­ curando métodos altenativos e eicazes, respeitando as condiçes scio-econÔmicas do país já refeids neste trabalho.

Literatura

Prmeiramente vamos esclarecer os fatos mis in­ teressantes sobre o tema Pr6pos, sob o-ponto de vista do apicultor.

As abelhas não produzem a P6polis por si mes­ mas,como a cera que é um produto anml produzida por suas glândulas.

A Pr6polis é uma resina extrída elas abelhas dos botões de certas lores, folhas e cacas de árvores, entre els o tronco de ciprestes, pinheiros, ameixers e pessegueiros.

Ap6s a coleta desta resina, s abelhas a mastigam, eniquecendo-as com os componentes enzimáticos existentes em sua siva.

A substância recém produzida á amarga, aromáti­ ca, luida e egajosa, de coloração esverdeada ou mar­ rom dependendo de sua origem vegetal, escurcendo quando envelhcida.

O produto não é solúvel em água, dissolve-se em éter, lcool quente, amoníaco ou essência de tereben­ tina.

As abelhas utiizm a Pr6pois com as seguintes inalidades:

* Enfeneia do P .S. do Hospial Sana Isabel da Snta Casa de M iseric6rdia de São Paulo ** Enfeneira do Cenro Cirdrgico do Hospial Oswaldo Cruz _ . . _

* * * Enfeneira de Unidade do Hospial Sana Iabel da Sna Casa de Mlenc6rdla d� Sa? Pa�lo _ * * * * Biomédica Microbiologista do Laboat6rio de Microbiologia da Santa Casa de M lsenc6rdla de Sao Paulo

(2)

a) Vedar s festas e orifcios ds coéis, dminuir a aertura de entrada e ída na coéia, medndo a preença de inmigos e ssegurando uma temperatu­ ra estável nas regies fras, o que ermite melhor isolmento érmico;

b) Mumiicr os cadávees de migos; c) Enver a suerfcie intena da coméia;

d) Revesir todos os favos, estendo o mbiente inteno conta vrus e bctés,

a

a ostura dos ovos;

e) Reprr os favos esragados e consolidar os qua­ dos m6veis;

) Rcobrir todas s suerfcies deno da coléia pra que não iquem seras.

A plavra P6olis é oigináia do lam e quer di­ zer:

. . . FRENTE AO POVO, PARA PROTEÇÃO DO POVO, EM DEFESA DO POVO' • • •

- Sabe-se que a Pr6pois já era usda elo cerdotes do Eito, em fona de defumção paa desinfetar o ambiente em ceimôis e reuniões'.

- Foi usada mbém pelos incs nas cirurs . de re­ panação pra curar febes e infecções3•

- Aist6teles, ciado or BREYER3, considerava a Pr6olis como um remédio

a

os mles da ele, as chagas e as supurações.

- Theofstus Plipus Von Hohenhem, citdo por · LENHARP escreveu há 500 anos a obra "A magia das plntas e seus vloes teraêuicos", enfando na oba o poder anibi6ico da P6ois.

- O odont610go russo, Dr. Muchink, obeve de uma solução de P6polis a 4% um estado de 3 a 5 vees mis fote em seu efeito anestésico do que a cocaí­ na".

- O Dr. Prokowit obteve uma solução de P6ois a 0,25% um efeito anesésico suerior a morfma, com duração de 12 minutos".

- O Dr. Lund Agrd, cienista dinmarques, equi­ Qu a P6olis durante 10 anos concuivos, tatan­ do 1600 essoas com diverss patologias (queia­ duras de pimeiro e egundo graus, furónculos, he­ moróids e eczemas); 97% dos caos tratdos fom osiivos e 3% dos casos foram susensos or efei­ tos colaeris alérgicos".

- Infona o Dr. Naum Loyrsh, em sua obra "Bes and eople", que durnte a guerra dos Bêres (1899 - 1902) ea a Pr6polis que encontava maior apli­ cação na cicarizção das feidas. A P6pois tem prioidade de esmulr a defea do orgaismo or­ que ela eleva o ndice protéico no angue e a fagci­ toe' .

- Segundo Vahelen, a Pr6olis tem aiidade an­ ibcteiana dos genes gram osiivos e egativos, anifungicida, tem um efeito mporante na egene­ ração dos tcidos lém da ação anestésica centuada. Tem aividade atuante sobre o Sapilcccus au­

reus e epideris, o 8cllus suba. 8acllus

Ivei e o Pro

t

e

u

s vulgais". \

Concluindo com uma enone eserva inda de in­ fonações de centens de cientists, odmos dizer que a Pr6polis é um grande aliado do homem, pois é, considerado um antibi6tico naturl que não caua os efeitos colateis que os anibi6icos sintéticos

prdu-verdes, uda no prcesso de fotofosforiação, isto é, A TP , a snese da cencina trifosfatada.

Os lavn6ides são pigmentos relos obtidos de

plnts com vidas pooções de queceina e quer­ ci. Eles reduem a circulção ds vias eriféicas, agindo sobre as

s

hemostáicas. A citrina em con­ junto com a vimina C, tem lto vlor eraêuico em relação ao ecorbuto e sereza das células sanguí­ nas. Alguns lavin6ides otencm enzimas, pre­ senando a capcidade ni-inlamat6ria dos tcidos, juntas 6

s

, membans, mucosas, protegendo a vi­ . tmina C conra a oxidação, lém de egular as

funçes do pncs.

A popolina, extrato da P6olis, em origem das lavinas ou lavn6ides.

A composição qumica da P6polis é a seguinte:

- 50 a 55% de resina e bamo;

- 5 a 10% de ólen, mineris, viamns e es;

- 30% de cera;

- 10% de 61eos voláteis.

Métodos de Extração da Pr6polis

Como já cimos, a Pr6polis é encontrada no ine­ ior das colméias. Para que posamos coletá-ls, é ne­ cessário que se ree a cobertura da caixa, use um pouco de fumaça com o fumegador, se ncessrio, force a . tmpa com um fonão, pois ela pode estr bem colocada na cixa ela pr6pia P6olis. A seguir, retre a tmpa e rase essa cera que é a P6olis, gur­ dndo-a num cipiente lmo

a

oserior diluição.

Objetivo

Decever a ção biqumica da P6olis cncen­ trada a 3 e a 30% e s fciliddes do seu uso. Decrever o poceso de pepao das ferids in­ fctadas

a

que, em temo reduzido eja lcan­ çda a egeneração tissulr, comparndo-o com tratamento clássico de feids -nfecadas.

A vr o oder bctericida e bceiostáico da P6ois.

Dminuir o custo fmnceiro e a complexidde dos métodos usuis para tratamento.

2 METODOLOG I A

2 . 1 População

A população foi composa por dez pcienes (8

muleres e 2 homens) com idade mdia de 35,5 nos sendo o mis jovem com 22 e o mis idoso com57 anos; portadores de lesões de ele do ipo solução de continuidde em levr em consideração s craceís­ ics:

- da leão (eiologa, amanho, lcl, pre­ ença de infecção

- do pciente (idade, sexo, patologia, es­ ado nuticionl)

zem. Os pcienes são do Ambulat6io de Cirurgia

A P6ois sob o ponto de visa qico é um fla- Vscular, que comprcem semnalmente ou quinze­ vin6ide da fotossntese, originia de todas s plants nmente para a avaliação médica e de enfenagem.

(3)

2.2 Local

o estudo foi rdo no peíodo de agosto de 1 988 a junho de 1989, tendo sua apicção páica a partir de feveeio de 1 989 no Ambulat6io de Citúr­ gia Vaculr da Sana Csa de Meic6rdia de So Paulo (SCMSP).

2.3 Etapas do Trabalho

2.3.1 evntento bibioico sobe a P6ois. 2.3.2 Autoo para inicr o ablho

Esta autoão foi olicitada aos pacientes, a equipe médica do Ambulat6rio de Ciruria Vs­ culr e tmbém a Comissão de Trablos Ciení­

icos da Divão de Enfeagem da SCMSP. 2.3.3 Orientção da equie de Enfemagem

Durante o tablho, s enfemeas prestavm sstênca direta ao paciente. Qundo isso não era ossível, a orientção coia indiidualmen­ te aos Aues de Enfemagem do Ambulat6-io de Cruria Vasculr.

2.3.4 Oientação ao Paciente

Como os pacientes são ambulatoiis, a orien­ ação individual foi dada na ora do curativo, com demonstação da técnica, eclacento sobre a medicção, diluição da P6ols, feqüência das tocs de curaivos, observação de eções léricas e ensibidade doloosa. Qundo o paciente era orientado e demonstrava condiçes de se auto-cuidr, isto é. fzer as tro­ cas de curaivo uma ou dus vezes ao da, a orientação era pasada a ele mesmo. Do conrá­ rio, orientávmos lgum prente p6io, ou resonsável, juntmente com o fonciento da Pr6polis.

2.4 Técnica dos Curativos com Pr6polis

2 .4.1 Material:

- Soo isiol6gico a 0,9% pra lmpeza da leão - Água deslada estéril pra diluição

- P6polis em solução aquosa a 3% ou extrato a 30%

- Pinças para curaivos estedo

- Seringa descartável estéil pra spir a me-dicação

- Gaes eseds - Cúpula estéril para diluiço - Atdurs cree paa enfixmento

2.4.2 Procedimentos

pciente, que clculmos individualmente a dluição, ediluindo o exrato em 30 ou 50% de água desda. Sentmos que quanto mior a concentração da P6polis, s ápi­ do lcançaemos os objeivos.

B) Limpr a leão com oro fsiol6ico emo­ vendo seceções e tecido ncdo.

C) Cobr a leão com ge emebida na solução de P6pols, tendo o cuiddo de deixr a ge molhada omente sobre a lesão, pois a ele o edor da feida tende a icar esscda e­ lo lcol contido no extrato de P6polis. D) Cobir o curaivo com gze eca e enfixr

com atadura cee.

088. Como os pcientes são de ambulat6io e fzem os curaivos em csa, fom orien­ tados da eguinte manira:

- fer o curaivo após o banho diário - lavr a lesão com água fervida e sabão

de coco

- cobir a lesão com ge ou pano brn­ co limpo embebido em solução de Pr6-os

- proteger o curaivo com gze seca ou pno mo e enfixr com atdura. 2 .4.3 Cuidados

- deve-e evitr que a gze emebida em so­ lução de Pr6ois ique em contato fora da

ra lesada, pois caua rritação do tecido e

descmação.

- orientar o paciente a psr vena líquida ao redor da feida, devido ao efeito esecante do lcool.

- orientar o paciente a obervar ns de reção lérgica nas primeiras 24 hos, como por exemplo: hieemia ao redor da feida, prui­ do, edema do membro, sinis logsicos como clor, ruor.

- antes de optr elo uso do extrato ou solução, fer o teste aplicando 1 ou 2 ml do extrato diretmene na lesão para obervar a rdência . - todo o matel (pinças de curativo, rcipien­

tes meticos ou de vido paa dluição) que entrr em contato com a solução de Pr6ols, deve ser limo com lcool, pois lembamos que é uma esina insolúvel em água.

A) Preprr a solução de P6pos no rcipiene . 2.5 Reações Alérgias estél da eguinte maneira:

Inicilmente, eclemos que o idel é ui- Nos 10 pacientes estudados não fom oervadas

r o extato da Pr6olis a 30% ois ober- reções lérgicas ao Pr6ois. Já em ieratura mei­ vamos que a cicatrização é s rápida. cana, onde o produto é uizado em diverss foms Porém, esta apeentção em foma e ex- desde psta dentl até cosméicos, foram notdas rato, que ' comõe-e de 30g de P6pols reçõs do tio dermatite de contato em donas de ça­ em 10 ml de lcool elico, é doloosa devi- sa, em grnde orcentagem em apicultores e extrato­ do a ação do lcol e, deendendo da ex- res de mel não pmentados. Como prcaução reco­

tensão da lesão, o pciente no suota a menda-se invesigr e o pciente é lérgico a picads ardência. ' de aelha anes de iniciar o tratento.

Aconelhaos a fzer um teste, apicndo-o dietamente na lesão, de 1 a'2 l do-extrato, pra obervncia da sensibidde doloosa. E de cordo com a sensibilidde dolorosa do

2.6 Obsevação:

As leões fom observds antes e duante o ta­

tamento ob os eguntes sectos:,

(4)

presença de sceção, asecto, odor ra, dminuição das medidas iniciis e as­pecto fotográico., - extensão da lesão e compomeimento te­

cidual

- asecto do tecido são, ao redor e na a compromeida (preença de tecido ncr6-ico ou de granulação)

Embora o estudo esteja em fae inicil de eu de­ senvolvimento, já e ode observar vantagens signii­ cativs na evolução das lesões do io solução de con­ inuidade com o uso da Próols, como or exemplo:

2.6.2 Mensuração

As lesões fom medidas em ceneros uizn­ do-se de régua ou ita métrica, ao iniciar o traamento e quinenmente. Observmos aenas compimento e lagura.

3 Resultados e Comentários

Os resultados obtidos form ansados sob dois pontos de vista:

- subjeivo: infonação pestada pelo pr6prio paciente, que na maioria ds ve­ zes já tinha sido submetido a outras fomas de tratmento.

- Na primeira semna de uso, nota-se uma "impeza" na ferida, isto é, toda sceção aderida solta-se com fcilidade e concenra-se na gze, mostrando a pesença de tcido de granulação. - Aós a primeira semna, observa-e

tmbém uma melhora no odor das se­ ceçes e na sensiblidade dolorosa do pciente, graças a ação anesésica da Pr6polis.

- Como mostm os quadros em anexo, os resultados das culturs das eceções ndicarm uma dminuição de microrga­ nismos, chegando a negativção.

- objeivo: veriicação pela equipe res­ onsável, de uma melhora dos sectos da lesão, ou seja: negativação da

cultu-Vale slr que estes resultados posiivos form obidos com tratamento domicar.

QUAD RO 1

-

Caracterização dos Pacientes

Cso Paciente Idade Sexo Diagn6stico

01 A.O.F. 25 Fem Ulcera iSnemia emofica

6

uêmica por Ulcera isquêmica por

02 A.O.F. 25 Fem nemia hemolftica

03 D.C.S. 45 Fem Ulcera de estase

4 D.G.P. 47 Fem ea de -ee

05 D.G.P. 47 Fem Ulcera de estse

06 C.A.G. 28 Fem Lesão iatro!ênica

Ulcera por

07 E.A.S. 22 Fem hiertensão venosa

Ulcera de

08 A.L. 57 M c ' estse

Ulcera após infecção de ferimento

9 I.C.A. 3 1 Fem corto-contuso

10 A.RL. 27 Mc ' Ulcera de estase

QUAD RO 2

-

Estudo da Mensuração das Lesões

Caso Inicil 15 Dias 30 Dis 45 Dias 60 Dias Final

01 ' 2,0 x 2,0 1,6 x 1 ,5 1 0 x 0.8 0,8 x 0,5 O

02 0,5 x 8,0 7,9 x 7,0 7 O x 6.8 7,0 x 6,5 5,0 x 5,5 4,0 x 3,5 03 2 0 x 2 0 2 0 x 1.5 1 7 x 1 3 1 7 x l i 1 2 x 0 8 O 04 12.5 x 65 12.0 x 6 O 1 1 5 x 5.9 10 0 x 5 0 9 0 x 4 0 85 x 4 O

05 6.0 x 2,0 5.7 x 2 O 5.5 x 1 .8 5.0 x 1.5 4,8 x 1 O 4,0 x 0.8

paciente

06 4.0 x 1 .0 3.0 x 0,4 abndonou

--

--tratmento

07 9.0 x 4

9.0 x 4.3 8 6 x 4 0 8.5 x 3 8 8,0 x 3 4 7 6 x 3 08 2.2 x 2,5 2,2 x 2.5 2.0 x 1.8 1,8 x 1 .3 1 ,6 x 1 2 1 ,5 x 1 ,0

09 4,0 x 7,0 3,8 x 6,7 3,7 x 6.5 3 5 x 6,3 3,2 x 6,0 3,0 x 5,9

10 1,0 x 1 ,5 0,8 x 1 ,3 0,5 x 1,0 0,3 x 0,5 O

(5)

QUADRO 3 - Estudo da Análise das Culturas das Secrções

Cso Inicil 15 Ds 30 Dias 45 s

Saplcccus St. aueus St. aueus St. aueus aueus Enteobcer sp St. 'sp Cnida sp 01 Peudomons

auigenosa

Stphilccus St. aureus St. aureus St. aureus

aureus Enteobcter sp St. sp Candida sp ,

02 Peudomons auigenosa

S taplcoccus St. aueus St. aureus

03 aureus Klebiella p. ' Klebsiella p. St. aueus

Peudomons St. aureus Enteobcter sp St. aueus

4 anoa S. ns P. auigenoa P. aurigeosa

Peudomons St. aueus Enterobcter sp St. aueus

05 auigenoa S. viidians P. aurigenoa P. auienosa

Cirobcer negaivo aós

feudü 48 hors

6 Poteus --

--vulgis

Staphilcoccus St. aueus St. aureus St. aueus

07 Peudomons aureus P. auigeosa P. auigenosa P. auigenoa auigenoa

Staphilcccus St. aueus St. ureus St. aureus

aureus P. auigenoa P. auieosa

08 Pseudomons aurigenosa

negaivo aós negativo a6s negaivo ap6s negaivo apos

09 48 hoas 48 hors 48 os 48 hors

negativo ap6s negaivo a6s egaivo aós negaivo ap6s

lO 48 hors 48 horas 48 os 48 hors

4 CONC LUSÃO

0 Dis egaivo aós

48 hors

negaivo aós

48 hors

negaivo a6s 40 hos St. aueus P. au

m

osa

St. auros

P. auigenosa

--St. aueus

, P. auigenosa

negaivo aós 48 hors

negaivo a6s 48 hors

--Finl

--St. aueus

St. aureus

St. aueus

--negaivo apos 48 hors

--Considerndo os objeivos proostos cm a ui­ zção da Pr6olis como "nibi6ico naturl" e agente cicante, veicmos signiicaivs vantagens com seu uo, que diem eseito ao bixo custo do poduto, a fcidade no mnueio, a ação anibi6ica, a rapi­ dez na egeerçção issular e tmém, ao fato da Poolis consituir um poduto natul em conra in­ dicaçes.

Esimuads com os esultdos, nosas equias

na a esão e tonndo cada vez mis intens, ois

acitmos esar idando com uma nova a e­

rapêuica, natul, com nimeros beeicios pra o pa­ ciente, entre eles, o fato de que todos os pcientes i­

nhm ilcers de longa evolução (mimo de 2 nos) e

que lcançarm a cicao numa média de 3 mees.

R E FER Ê N C IAS B I BLIOG R ÁFICAS

1 AZEVEDO, I.B.S. at li. Traeno s sars de dei­

bto cm Pr6pos. Rev. Brs. Ef. Ba, 39 (13): 33-37, 1986.

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3 BREYER, E.U. Abes e Sae. 4 d., Sna Caa: Ui­

D, 1984.

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9 WIESE, Hemuh. Noa Apua. 6 . Rio Gnde do Sul: Aocia, 1985.

(6)

Cesó 3

· 'niciel

Caso 3

2 meses

AN EXO 1

16 R. Bs. Efem •• Bsi..43 (1. 2. 3/4): 101-16. jJde. 1990

Caso 3

1

mês e 1/2

Caso 3

Referências

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