EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES DE CARDEIRO (SCLERONEMA MICRANTHUM DUCKE) COM FUNGICIDA E INSETICIDA NA GERMINAÇÃO.

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EFEITO DO TRATAMENTO DE SEMENTES DE CARDEIRO (SCLERONEMA MICRANTHUM DUCKE) COM FUNGICIDA E I N S E T I C I D A NA GERMINAÇÃO.

Mario Ney Nunes (1 ) Vania Palmeira Varela (2)

RESUMO

Foi realizado u m experimento com objetivo d e t e s t a r o s efeitos de Aldrin ( 0 , 3 % e 0,6%), l e n i a t e ( 0 2 % e 0,4%) e em combinações na germinação de sementes de Cardeiro ( S c l e r o n e m a m i c r a n t h u m Ducke). A análise e interpretação d o s resultados obtidos em função d o s diferentes t r a t a m e n t o s n a s s e m e n t e s de Cardeiro ( S c l e r o n e m a m i c r a n t h u m Ducke), permitiram t i r a r a s seguintes conclusões: a ) o t r a t a m e n t o c o m Aldrin n a s s e m e n t e s m o s t r o u efeito estimulante na germinação c o m o a u m e n t o d e d o s e s ; b) o t r a t a m e n t o c o m Benlate quando aplicado em d o s e s superiores a 0 2 % provocou redução d a porcentagem de germinação; c ) n a s sementes t r a t a d a s com Benlate 0,4% em combinação com Aldrin, e x c e t o quando f o r a m utilizadas d o s e s d e Aldrin superiores a 0,3%, ocorreu efeito estimulante na germinação; d ) d o s e s c r e s c e n t e s d e benlate em combinação com Aldrin 0 3 % proporcionaram aumento d a porcentagem de germinação; e) d o s e s crescentes de leniate em combinação com Aldrin 0,6% p r o v o c a r a m efeitos prejudiciais a germinação.

INTRODUÇÃO

A heterogeneIdade da composição f l o r i s t i c a na Amazônia acarreta a produção de sementes de espécies f l o r e s t a i s nativas com c a r a c t e r í s t i c a s variadas quanto às necessidades de germinação.

Toma-se necessário, em muitos casos, a semeadura Imediatamente apôs a colheita das sementes para reduzir os riscos de perda do poder germinativo e da produção de mudas, garantindo sucesso na formação de viveiros e um atendimento s a t i s f a t ó r i o aos programas s i l v i c u l t u r a i s . A tecnologia de sementes das espécies f l o r e s t a i s na Amazônia ainda se encontra multo Incipiente principalmente no que se refere às condições de conservação para garantir o suprimento de sementes viáveis em época apropriadas de semeadura. Desta forma, nem sempre ê possTvel a u t i l i z a ç ã o das sementes imediatamente apôs a colheita e as condições climáticas da região favorecem o desenvolvimento de Insetos e agentes patogênicos nas sementes, causando em pouco tempo redução do poder germinativo. Os tratamentos das sementes cora fungici das e Inseticidas surgem como técnicas alternativas para controlar estes organismos deter1oradores, proporcionando Informações básicas para estudos posteriores de conservação e melhores condições para produção das mudas.

1

In M e m o r i a m .

2

Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-INPA, Alameda Cosme Ferreira, 1756, CP 478, M a n a u s - A M .

(2)

En ternos gerais, Maglnl (1962), «firma que as Infestações de muitas classes de Insetos nas sementes podem ser eliminadas mediante diversos produtos que apresentam ampla margem de segurança para as mesmas. Mesmo em condições ótimas para germinação e desenvolvimento da plântula, o tratamento das sementes se mostra benéfico constituindo-se numa proteção contra condições desfavoráveis que inesperadamente possam surgir apôs a semeadura.

A literatura tem mostrado muitos experimentos sobre os e f e i t o s da aplicação de funglddas, inseticidas e a combinação de ambos na germinação de sementes de Interesse a g r í c o l a . Contudo, nas espécies de Interesse florestal faltam Informações sobre os tratamentos e as dosagens a serem utilizadas que assegurem proteção das sementes, proporcionando e f i c i ê n c i a no controle de Insetos e agentes patogênicos.

Em estudos sobre as condições para conservação de sementes de Hevea b r a s i l l e n s l s . Pereira (1978), constatou que o tratamento com Beni ate 0,1% ou Captan 0,2% por 10 minutos de Iraersão, manteve 30% de germinação apôs 19 meses de armazenamento.

Carvalho et a i . (1982), observaram e f e i t o estimulante na velocidade de germinação das sementes de Eucalyptus saligna tratadas com Th iram na dosagem de 450 g/100 kg de sementes. Constataram, ainda, e f e i t o estimulante deste fungicida em lotes de sementes de menor vigor

( l o t e com 3 anos) e depressivo nas de maior vigor (récem-colhidas).

Realizando estudos sobre os e f e i t o s de dosagens e princípios ativos de fungicides nas sementes de (Eucalyptus s a l i g n a ) , Carvalho at a l . (1982) observaram que o fungicida mercurial não provocou e f e i t o estimulante ou depressivo marcante na germinação, enquanto que Captan e PCNB foram prejudiciais com os aumentos de concentração.

Estudando o armazenamento de sementes de Koomposia nalaccensls, Sasaki (1980) observou que o poder germinativo das sementes dessa espécie foi mantido a 60% por 181 dias quando tratadas com 0,1% de beni ate.

A Infestação por insetos e fungos apôs a queda das sementes de Cardeiro (Scleroncna nlcranthun Ducke) degradando-as totalmente em períodos relativamente curtos constitue-se num grave problema ã conservação. Segundo Silva et a l . (1977), é uma espécie de grande porte com fuste U s o , comum nas natas de terra firme em solos arenosos e cuja madeira é usada para novels, tabuados, construção c i v i l e naval.

0 presente trabalho fornece Informações sobre a aplicação de defensivos químicos, em diferentes dosagens na germinação de sementes de Scleronema micranthura visando a diminuir a Infestação por agentes deterioradores e abrindo perspectivas para desenvolver estudos posteriores sobre melhores condições de conservação para esta espécie.

MATERIAL E MÉTODOS

0 presente estudo foi r e a l i z a d o com sementes de Cardeiro (Scleronema nlcranthun Ducke) c o l e t a d a s em 29 e 3 0 . 0 8 . 8 3 na Reserva F l o r e s t a l A d o l f o Ducke, situada no kn 26 da r o d o v i a Manaus-ItacoatIara. No galpão de b e n e f i c l a n e n t o I n s t a l a d o nesta Reserva, f o i f e i t a a e x t r a ç ã o manual das sementes Imediatamente apôs a c o l e t a .

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As sementes foram tratadas com Aldrin e Benlate em duas doses, testanào-se também as

combinações entre tratamentos, conforme esquema abaixo:

Aldrin 0,3% - A,B„

Aldrin 0,6% - A,B0

Beni ate 0,2% - Α,,Β ,

Benlate 0,4% - A0B2

Aldrin 0,3% e Benlate 0,2% - A,B,

Aldrin 0,3% e Benlate 0,4% - A,B, Aldrin 0,6% e Benlate 0,2% - A2B,

Aldrin 0,6% e Benlate 0,4% - A,B2

Testemunha - Α,,Β, ,

Para os testes de germinação, realizados com 4 repetições de 25 sementes por tratamento, foram utilizados canteiros de 1,10 χ 9,00 ra contendo como substrato areia e barro na proporção de 1:1.

As contagens das sementes germinadas foram realizadas diariamente por ura periodo de 90 d i a s , sendo os valores da porcentagem de germinação previamente transformados em arc sen V P/100 e analisados pelo delineamento experimental inteiramente casuallzados com esquema fatorial 3 x 2 . Os e f e i t o s dos tratamentos cora Aldrin e Benlate isolados e era combinação foram desdobrados em componentes ortogonaís e analisados pela c o v a r í l n c í a .

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Os resultados obtidos pela aplicação de Aldrin nas sementes de Cardeiro, conforme Figura 1 mostra que os e f e i t o s na germinação são satisfatórios mesmo quando utilizado na dosagem mais elevada (0,6%). Entretanto, nos estudos sobre tratamentos com Aldrin nas sementes de Phaseolus vulgaris, Zeew (1959) constatou e f e i t o prejudicial na germinação, provocando baixa emergência no campo quando aplicado na dosagem correspondente a 20% do produto. Isto pode ser atribuído, às diferenças nas características observadas entre as sementes de Phaseolus vulgaris e as da espécie era estudo, na qual o tegumento e a estrutura interna, possivelmente apresentam maior resistência à fltotoxidade do i n s e t i c i d a .

Na Figura 1 são mostrados os e f e i t o s dos trataraentos com Aldrin (0,3% e 0,6%) na germinação das sementes de Cardeiro (Scieronena micranthum Oucke). Observa-se um aumento da porcentagem de germinação com a aplicação de doses crescentes de Aldrin quando comparado com a Testemunha, porém e f e i t o s reais pronunciados são notados nas sementes tratadas com 0,6%.

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5 > 2β,3 β + 65£7χ'-12,2 *

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As médias das porcentagens de germinação obtidas nos tratamentos das sementes de Cardeiro (Scleronema «Icranthum Ducke) com Ben late encontram-se na Figura 2 . Observa-se que esse tratamento, exceto quando aplicado na dosagem elevada provocou e f e i t o estimulante na germinação em relação ãs sementes não tratadas. Ocorreu redução da porcentagem de germinação quando as sementes foram tratadas com doses superiores a 0,2%. Nos estudos conduzidos com sementes de Eucalyptus saligna. Carvalho & Veiga (1982) observaram comportamento variado com diferentes funglcidas, constatando efeitos depressivos na germinação pela aplicação de Captan e PCNB e ação estimulante com os aumentos da concentração de Thiram.

No tratamento das sementes de (Hordeum vulgare) cora funglcidas, Luz & Linhares (1983) encontraram melhores resultados cora Fenapanil e Nuarlraol. Observaram, ainda, e f e i t o s f i t o t ô x i c o s nas plântulas provenientes de sementes tratadas com Nuarimol, Trladlmefora e Triadiraenol.

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9 « 26,38 - 3 3 0 x " + 1 5 3 , 2 x

0,1 " Τ " 0.4 D O S » DO KM L A T I

Fig. 2. Efeito dos tratamentos com Benlate na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke). As médias de germinação obtidas das sementes tratadas cora Benlate 0,4% assira como, pela combinação cora Aldrin 0,3% e 0,6% encontram-se na Figura 3. Observa-se que o tratamento cora Benlate 0,4% quando combinado cora Aldrin 0,3% provocou aumento da porcentagem de germinação das sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke), mostrando e f e i t o superior ao obtido com aquele fungicida isoladamente. A ação do tratamento Benlate 0,4% em combinação cora Aldrin 0,6% causou e f e i t o prejudicial às sementes, pois ocorreu redução da porcentagem de germinação cora doses superiores a 0,3%.

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7« 34,86 -148 χ * +• 80,13 »

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Anallsando-se os e f e i t o s dos tratamentos pela Figura 4, observa-se que as sementes tratadas com Aldrin a 0,3% apresentaram resultado de germinação Inferior às tratadas com a combinação deste produto e Benlate. Doses crescentes de Benlate em combinação com Aldrin 0,3% provocaram e f e i t o estimulante na germinação das sementes atingindo 51% com a dose mais elevada. Os resultados obtidos podem ser atribuídos, possivelmente, ao fungicida utilizado reverter a ação prejudicial do i n s e t i c i d a , produzindo efeitos mais fovaráveis à germinação pela aplicação simultànea de Aldrin 0,3% e Benlate 0,4%. Nos estudos conduzidos sobre os e f e i t o s do armazenamento em sementes de interesse agricola, Zeew (1959) concluiu que os funglcidas em combinações com certos i n s e t i c i d a s proporcionaram melhores resultados de germinação e emergência no campo.

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? * 2 β , 6 5 - Π 1 * β

+ 86,75χ

0.2 0 , 4 O O S C S D O I C N L A T C

Fig. 4 . Efeito do tratamento com Aldrin 0,3% e em interação com Benlate 0,2% e 0,4% na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke).

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-( A i B o )

( A t l i )

^ ( A i l t )

y * 4 2 , 6 9 - 44,25 x - 1 4 , 9 χ

0 . 2 0 , 4 O O S C S D O O C U L A T I

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Nas sementes de Cardeiro (Scleronema nicranthum Ducke) tratadas com Aldrin 0,6% quando em combinação com Benlate, conforme Figura 5, ocorreu redução na porcentagem de germinação, sendo este e f e i t o mais notado com a dose mais elevada de Benlate, ou seja a de 0,4%. Os tratamentos com fungicida provocaram e f e i t o s prejudiciais à germinação das sementes quando aplicadas em combinação com Aldrin 0,6%. É possível, que a combinação de Inseticida e fungicida não minimizaram a ação prejudicial provocada pelo inseticida Aldrin quando aplicado na dosagem elevada de 0,6%.

CONCLUSΥES

Doses crescentes de Aldrin aplicadas ãs sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke) mostraram efeito estimulante na germinação, obtendo-se melhor resultado cora a dose de 0,6%.

O tratamento com Benlate a 0,2% provocou e f e i t o estimulante na germinação das sementes em relação âs não tratadas, entretanto foi observado e f e i t o prejudicial cora aumento desta dosagem.

As sementes que foram tratadas cora Benlate 0,4% e Aldrin 0,3% apresentaram e f e i t o estimulante na germinação, entretanto ocorreu e f e i t o prejudicial quando este fungicida foi aplicado em combinação com Aldrin a 0,6%.

Doses crescentes de Belnate era corablnação cora Aldrin 0,3% provocaram e f e i t o estimulante na germinação, atingindo melhor percentage! com a dose mais elevada de Benlate.

Doses crescentes de Benlate em corablnação com Aldrin 0,6% provocaram e f e i t o s prejudiciais às sementes, causando redução da porcentagem de germinação.

SUMMARY

A n experiment

was conducted

in

order to test

t h e e f f e c t s Aldrin (0,3%

e Ojo%) and

freniate (02% and 0,4%) afone and

in

various combination on the germination of Cardeiro

(Scleronema

m i c r a n t h u m Ducke)

seeds.

Different

treatments

o f t h e

seeds allowed the

following

conclusions: a)

light

doses of Aldrin have a

s t i m u l a n t effect o n

seed

germination; b )

t h e

percentage of the germinating seeds was reduced

with

beniate applied in doses excedlng

0,2%; c) t h e

germination percentage was increased when seeds were treated with

0,4%

freniate

in combination

with Aldrin, e x c e p t when Aldrin

was applied in doses greater than 0$%; d)

increasing the dose of freniate

in

combination

with 0 3 % Aldrin

resulted in a higher percentage

of germinating seeds;

e )

prejudicial effects on seed germination were provoked

by

increasing the

dose of freniate

in

combination

with 0,67» Aldrin.

R e f e r ê n c i a s b i b l i o g r á f i c a s

C a r v a l h o , C. Μ . d e ; V e i g a , R. Α . Α . ; C o u t i n h o , C. J. - 1 9 8 2 . E f e i t o s d o Thiram no c o m p o r t a m e n t o d e g e r m i n a ç ã o d e d i f e r e n t e s l o t e s d e s e m e n t e s d e E u c a l y p t u s s a l i g n a Smith e seu r e l a c i o n a m e n t o com a p e r d a d e v i g o r n a t u r a l . T r a b a l h o a p r e s e n t a d o no IV C o n g r e s s o F l o r e s t a l B r a s i l e i r o , B e l o H o r i z o n t e , J a n . / F e v . 1 9 8 3 . S i l v i c u l t u r a , S â o P a u l o , 8 ( 2 8 ) : 2 5 8 - 2 6 1 .

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Figure

Fig. 1. Efeito dos tratamentos com Aldrin na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke)
Fig. 1. Efeito dos tratamentos com Aldrin na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke) p.3
Fig. 2. Efeito dos tratamentos com Benlate na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke)
Fig. 2. Efeito dos tratamentos com Benlate na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke) p.4
Fig. 5. Efeito do tratamento com Aldrin 0,6% e em interação com Benlate 0,2% e 0,4% na germinação de sementes de  Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke)
Fig. 5. Efeito do tratamento com Aldrin 0,6% e em interação com Benlate 0,2% e 0,4% na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke) p.5
Fig.  4 . Efeito do tratamento com Aldrin 0,3% e em interação com Benlate 0,2% e 0,4% na germinação de sementes de  Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke)
Fig. 4 . Efeito do tratamento com Aldrin 0,3% e em interação com Benlate 0,2% e 0,4% na germinação de sementes de Cardeiro (Scleronema micranthum Ducke) p.5

References