• Nenhum resultado encontrado

Supra-renalite em chagásicos crônicos.

N/A
N/A
Protected

Academic year: 2017

Share "Supra-renalite em chagásicos crônicos."

Copied!
5
0
0

Texto

(1)

Revista da Sociedade Brasileira de M edicina Tropical 18(3): 155-159, Jul-Set, 1985

SUPRA-RENALITE EM CHAGASICOS CRONICOS

V ice n t e d e Pa ula An t u n e s Te ix e ir a , H e le n ice Go b b i e H ip oiit o d e Olive ira Alm e ida

O e s tu d o d a s s u p r a - r e n a is d e p a c i e n te s n ã o c h a g á s ic o s m o s tr o u in filtr a d o s lin fo c itá r io s s e m p r e d is c r e to s n a c o r tic a l ( 3 0 % ) e n a m e d u la r ( 5 0 % ) . N o s c h a g á s ic o s f o r a m v is to s in filtr a d o s m o n o n u c le a r e s n o te c id o p e r is s u p r a - r e n á lic o e m 8 3 % , n a c o r tic a l e m 5 3 % e n a m e d u la r e m 9 3 % . E n q u a n t o n a c o r tic a l o e x s u d a to f o i s e m p r e d is c r e to o u m o d e r a d o , n a m e d u la r f o i m o d e r a d o e m 3 0 % e a c e n tu a d o e m 2 0 % . E m 2 7 % d o s c h a g á s ic o s n a m e d u la r d a s s u p r a - r e n a is h a v ia ta m b é m f i b r o s e f i n a . E s te s d a d o s m o s tr a m q u e n o s c h a g á s ic o s c r ô n ic o s a m e d u la r d a s s u p r a - r e n a is é a c o m e tid a p r e fe r e n c ia lm e n te à c o r tic a l. É p o s s í v e l q u e o " p a r e n te s c o " e m b r io ló g ic o e f u n c i o n a l c o m o s is te m a n e r v o s o a u tô n o m o e s te ja c o n c o r r e n d o p a r a a e x is tê n c ia d e " c a m in h o s p a to g e n é ti c o s ” s e m e lh a n te s p a r a a g a n g lio n ite e m e d u lite s u p r a r e n á lic a d a tr ip a n o s

-s o m o -s e c r ô n ic a .

P ala v ra s chaves: D o en ç a de C hagas.

E m trab alh o anterior^ encontram os reação in- flam atória e parasitism o de células m usculares da parede d a veia central de supra-renais de chagásicos crônicos. N este m aterial, com certa freqüência, o bser­ vam os infiltrado m o n onuclear no p arênquim a glan­ dular. R evendo a literatu ra, co n statam o s que C hagas^ e V ian n a '3 fazem referências a com prom etim ento das supra-renais em p o rtad o res d a form a h um ana d a doença de C hagas. A lém disso C hagas^ relata o achado de form as em “ leish m an ia” do T r y p a n o s o m a c ru zi, no citoplasm a de células corticais. T ratando-se, pois, de aspecto ainda p ouco explorado d esta pro- tozoose, decidim os investigar de m odo sistem atizado alterações inflam atórias nas supra-renais de chagá­ sicos crônicos co m p aran d o -as com observações em casos-controle.

M A T E R IA L E M É T O D O S

F o ra m u tilizadas supra-renais de 4 0 indivíduos de am bos os sexos, necropsiados n a F acu ld ad e de M edicina d o T riângulo M in eiro , sendo 30 chagásicos crônicos e 10 não-chagásicos (grupo de controle). T odos os chagásicos crônicos apresentavam reações de im unofluorescência e de fixação do com plem ento positivas p a ra T. c r u z i, sèndo d esprezados os casos de asso ciação com o u tras doenças, particularm ente tum ores e inflam ações crônicas. O grupo controle foi form ado p o r indivíduos com reações sorológicas ne­ gativas p a ra T. c r u z i, vítim as de “ m orte v iolenta” .

D isciplina de Patologia G eral da Faculdade de M edicina do Triângulo M ineiro - U beraba, M G .

Recebido para publicação em 8 /1 1 /8 4

S upra-renalite.

A p ó s fixação em form ol a 4 % (form ol com ercial a 10% ), as supra-renais eram cortadas transversal­ m ente em 10 a 15 fatias e incluídas em parafina. D e cad a fatia, 10 lâm inas eram cortadas e coradas pelo m étodo de hem atoxilina-eosina e, algum as pelo m étodo de G iem sa. O infiltrado leucocitário foi ana­ lisado separadam ente n a m edular, n a cortical e n a cáp su la fibrosa (incluindo gordura), sendo classificado em discreto ( + ) , m oderado ( + + ) e acentuado ( + + + ) . C ritério sem elhante foi usad o n a avaliação d a fibrose n a m edular.

R E S U L T A D O S

N o grupo de controle as supra-renais exibiam cáp su la fibrosa norm al, sem espessam entos ou exsudato leucocitário. T an to n a m edular quanto na' cortical pode-se observ ar infiltrado m ononuclear focal, sem pre d iscreto (T a b ela 1 e Figs. 1 e 2). N os

T a b e la 1 - E x s u d a t o m o n o n u c le a r d is tr ib u íd o d e a c o r d o c o m s u a lo c a liz a ç ã o e in te n s id a d e n a s s u p r a r e n a is d e 1 0 c o n tr o le s n ã o -c h a g á s i-c o s .

^ I n te n s i d a d e

L o c a l i z a ç ã o^ ^ '— + + + + + + T o ta l

C á p su la fibrosa e gor­ d u ra peri-suprarrená- lica

-

-C ortical 3 (30% ) - 3(30% )

(2)

Teixeira VPA, G obbi H, A lm eida HO. Supra-renalite em chagásicos crônicos. R evista da Sociedade Brasileira de M edicina Tropical 18: 155-159, Jul-Set, 1985

chagásicos crônicos as supra-renais podem apresentar alterações interpretáveis com o de n atu re za inflam ató- ria n a cápsula fibrosa, n a cortical e principalm ente n a m edular (T ab ela 2 e F igs. 3 a 6 ), além de flebite que deixam os de relatar aqui p o r te r sido objeto de trab alh o anterior2. N a cápsula e gordura p eri-suprarrenálica o infiltrado é m ononuclear, rico em células do tipo pequeno linfócito, geralm ente focal d iscreto ( + ) , podendo no en tanto ser m oderado ( + + ) ou m ais raram ente acentuado ( + + + ) . N a cortical foi encon­ trado exsudato qualitativam ente sem elhante ao d a cápsu­ la, porém em intensidade e freqüência menores. N a medu­ lar, onde é m ais freqüente, pode atingir m aior intensida­ de podendo ser focal ou difuso, sendo tam bém m ono­ nuclear, porém m ais rico em elem entos d a linhagem plas- m ocitária que n a cortical e cápsula fibrosa. E m algum as áreas observa-se continuidade entre a flebite e o exsudato, na m edular, porém, freqüentem ente são inde­ pendentes. A s células do exsudato na m edular aparente­ m ente se associam tanto a feocromócitos com o a neurô­

nios aí existentes, os quais podem m ostrar alterações de- F ig u r a 2 - S u p r a - r e n a l d e c a s o s c o n tr o le . D is c r e to in filtr a ­

d o m o n o n u c le a r n a m e d u la r . H E x 63 .

■ - - **: ' ' ** ■ '"*"*1' ' ' ' " '".."'Wfc*

■ - - '

F ig u r a 1 - S u p r a - r e n a l d e c a s o c o n tr o le m o s tr a n d o p e q u e ­

n o f o c o d e in filtr a d o lin fo c itá r io n a c o r tic a l A c á p s u la fib r o s a e g o r d u r a p e r i- s u p r a r r e n á lic a s ã o n o r m a is . H E x 63 .

F ig u r a 3 - S u p r a - r e n a l d e c h a g á s ic o c rô n ic o . O b s e r v a r a p e r i- s u p r a r r e n a lite c a r a c te r iz a d a p r in c ip a lm e n ­

te p o r e x s u d a to m o n o n u c le a r . H E x 1 6 0 .

(3)

Teixeira VPA, G obbi H, A lm eida HO. Supra-renalite em chagásicos crônicos. R evista da Sociedade Brasileira de M edicina Tropical 18: 155-159, Jul-Set, 1985

‘ ■\

c.-^ í’ : v ** í **.' ‘ t V-1 ■

i«Kv* * J* ^ ~ >£r wJ '< ;-/? * ■ ' v * < v v i* :

-y * , •v*'- A* v r* - • - V u ' - v

J ' " V -* V - .

í 1 » ’ * ** ' ' ■* ' *

*'\Í

( tí.€ Í- * . _ . í

.

’* t - 4 ■

.

F ig u r a 4 - S u p r a - r e n a l d e c h a g á s ic o c rô n ic o . O in filtr a d o d e m o n o n u c le a r e s n a m e d u la r é a c e n tu a d o , s e n d o d is c r e to n a c o rtic a l. H E x 6 3 .

« t

r . * * .

T

/

l * ■

h

z*

. ' k '■ * • *1

Í* T * .

F ig u r a 5 - D e ta lh e d a F ig . 4, m o s tr a n d o q u e o e x s u d a to é c o n s titu íd o p r in c ip a lm e n te p o r c é lu la s tip o p e ­ q u e n o lin fó c ito a s s o c ia d a s a p la s m ó c ito s e m a - c rô fa g o s. N o c e n tr o o b s e r v a -s e u m n e u rô n io . H E x 1 6 0 .

T abela 2 - E x s u d a t o m o n o n u c le a r d is tr ib u íd o d e a c o r d o c o m s u a lo c a liz a ç ã o e in te n s id a d e n a s s u p r a - r e n a is d e 3 0 c h a g á s ic o s c r ô n ic o s.

-- In te n s id a d e

L o c a lizaçaõ ~ ~ ~ --~ ~ ^^ + + + + + + T o ta l

C ápsula fibrosa e gordura

peri-suprarrenálica 1 6(53% ) 6 (2 0 % ) 3(1 0 % ) 2 5 (8 3 % )

C ortical 1 1(37% ) 5 (1 7 % ) — 1 6(53% )

M edular 13 (4 3 % ) 9 (3 0 % ) 6 (2 0 % ) 2 8 (9 3 % )

F ig u r a 6 - S u p r a - r e n a l d e c h a g á s ic o c rô n ic o , m o s tr a n d o n a m e d u l a r in filtr a d o m o n o n u c le a r f o c a l e p r o ­ life r a ç ã o d ifu s a d e e le m e n to s d o e s tr o m a (fi- b ro se ? ). H E x 6 3 .

D IS C U S S Ã O

(4)

Teixeira V.PA, G obbiH , A lm eida HO. Supra-renalite em chagásicos crônicos. R evista da S ociedade B rasileira de M edicina Tropical 18: 155-159, Jul-Set, 1985

chagásicos crônicos m ostra aspectos que nos parecem suficientes p ara caracteriza r a existência de um a “ supra-renalite ch agásica” , constituída pelo com pro­ m etim ento do tecido glandular (m edular principal­ m ente) e p ela flebite asso ciad a a ninhos de am as- tigotas, já descrita anteriorm ente2 . A perissupra- renalite pela sua freqüência alta (8 3 % ) e pelo fato de não ter sido encontrada nos controles, constitui um elem ento im portante p ara auxiliar no diagnóstico de com prom etim ento d a supra-renal p elatrip an o sso m o se am ericana, guardando um a ce rta sem elhança com a epicardite do co ração chagásico crônico. É provável que am bas tenham m ecanism os patogenéticos co­ m uns, um a vez que a gordura uni- e m ultilocular e o conjuntivo fibroso são lesados ta n to no epicárdio com o em tom o das supra-renais. R aso e T afuri^ adm item um certo “ tropism o” do T. c r u z i p ara o tecido adiposo com o um dos prováveis fenôm enos responsáveis pela freqüência d a epicardite. F a to sem elhante poderia concorrer p ara a perissupra-renalite, ap esar de nâo existirem dados que com provem a existência de tropism o do T. c r u z i p ara o tecido adiposo hum ano.

O processo inflam atório que se observa nas supra-renais dos chagásicos crônicos m o stra nítida predileção pela zo n a m edular, sendo a cortical m enos atingida. D e fato, 4 3 % dos chagásicos exam inados exibiam exsudato m ononuclear discreto, 30 % m o­ derado e 20 % acentuado, perfazendo um total de 93% de ocorrência de infiltrado m ononuclear na m edula das supra-renais dos chagásicos crônicos. E m 27% destes pacientes havia tam bém proliferação de células fusiform es do tipo fibroblasto e depósito de m aterial fibrilar delicado, que p arecem rep resen tar um fenôm eno produtivo d a inflam ação que aí é pouco intenso e não assum e o aspecto cicatricial observado com freqüência no co ração de chagásicos crôni­ c o s 1 3 4 6 7 £ possível que condições horm onais locais e a ausência de m astócitos2, dentre outros fatores., possam contribuir p a ra a característica apon­ tada.

E interessante n o ta r que sendo a m edular das supra-renais d erivada das cristas neurais, com o o sistem a nervoso autônom o, e tendo com este algum as sem elhanças m etabólicas, tam bém sofra nos chagá­ sicos crônicos agressão inflam atória freqüente e por vezes bastante acentuada. E , pois, de se adm itir que tal parentesco em briológico e funcional esteja con­ correndo p ara a existência de “ cam inhos patogené­ ticos” sem elhantes p ara a ganglionite e m edulite da supra-renal dos chagásicos crônicos. T e ix e ira 11 e T eixeira e c o ls12 adm item que a antigenicidade

cru zad a entre o T. c r u z i e células do sistem a nervoso autônom o seria im portante fato r determ inante da agressão neuronal p o r células do sistem a im unitário do chagásico, sensibilizadas c o n tra este antígeno com um a neurônios e tripanossom as. P oderíam os, pois, adm itir que dentre os antígenos com uns a feocrom ó- citos e neurônios estariam aqueles (ou aquele) res­ ponsáveis p ela antigenicidade cru zad a com o T. c r u z i.

E n tretan to , R ibeiro dos S antos e H udson^ descrevem ad so rção de antígenos p arasitários n a superfície de células nervosas e adm item -na com o responsável pelas lesões ganglionares no chagásico. F a to se­ m elhante p o d eria estar particip an d o d a gênese da m edulite que o ra relatam os.

A p esa r de bem caracterizad as estas alterações inflam atórias n as supra-renais dos chagásicos crôni­ cos, p articularm ente a m edulite, são necessários outros estudos p a ra avaliarm os um a possível ex­ p ressão fisiopatológica destas alterações m orfológicas que com eçam a ser analisadas.

A G R A D E C IM E N T O S

A uxiliaram na realização deste trabalho: D óris T. B. Cha- mahum, José H enrique Cruvinel da Silva e M aria Prado de M orais (histotecnologia); Raim undo N . C. Laranja (foto­ grafia); A na P alm ira Soares dos Santos (datilografia).

S U M M A R Y

T h e s tu d y o f a d r e n a ls o f n o n c h a g a s ic c o n tr o l p a t i e n t s s h o w s a m i l d ly m p h o c y tic in filtr a te in th e c o r te x in 3 0 % o f th e c a s e s a n d in th e m e d u lla in 5 0 % o f th e c a se s. 8 3 % o f c h r o n ic c h a g a s ic p a t i e n t s r e v e a l m o n o n u c le a r in filtr a te i n p e r ia d r e n a l tis su e , 5 3 % in th e c o r te x a n d 9 3 % in th e m e d u lla . I n th e c o r te x th e e x u d a te w a s a lw a y s m i l d o r m o d e r a te a n d in th e m e d u lla it w a s m o d e r a te in 3 0 % a n d in te n s e in 2 0 % o f th e c a ses. T h e m e d u lla o f c h a g a s ic p a t i e n t s a ls o s h o w s s lig h t fib r o s is , in 2 7 % o f c a se s. T h e d a ta s h o w t h a t th e m e d u ll a o f th e a d r e n a ls o f c h a g a s ic s is in -v o l-v e d p r e fe r e n tia lly i f c o m p a r e d w ith th e c o r te x . I t is p o s s i b le t h a t th e e m b r y o lo g ic a n d f u n c t i o n a l re la -tio n s h ip w ith th e a u to n o m o u s n e r v o u s s y s te m , m a y c o n tr ib u te to s im il a r p a th o g e n e tic m e c h a n is m s in th e g a n g lio n i tis a n d “a d r e n a l m e d u l l i t i s ” o f th e c h r o n ic tr y p a n o s o m ia s is .

(5)

Teixeira VPA, G obbi H, A lm eida HO. Supra-renalite em chagásicos crônicos. R evista da Sociedade Brasileira de M edicina Tropical 18: 155-159. Jul-Set, 1985

R E F E R Ê N C IA S B IB L IO G R Á F IC A S

1. A lm eida H O . A lesão vorticilar na cardiopatia chagásica crônica. Tese de D outoram ento. Faculdade de M edicina da Universidade F ederal de M inas G erais, Belo Horizonte, 1978.

2. A lm eida H O , T eixeira VPA, O liveira A C F . Flebite com parasitism o em supra-renais de chagásicos crônicos. A r­ quivos Brasileiros de C ardiologia 36:341-344, 1981,

3. A lm eida H O . A cardiopatia em chagásicos crônicos com e s e m “ megas” . Tese de Professor Titular, Faculdade de Medicina do Triângulo M ineiro, Uberaba, Minas Gerais, 1982.

4. A ndrade Z A , A ndrade SG . Patologia. In: Brener Z e A ndrade Z (ed.) Trypanosom a cruzi e doença de Chagas. Ed. G uanabara-K oogan, Rio de Janeiro, p. 199,

1979.

5. Chagas C. Processos patogênicos da tripanosom íase am ericana. M em órias do Instituto O swaldo Cruz, VIII, 1916. Reim presso em C arlos Chagas - C oletânea de trabalhos científicos. C oleção tem as Brasileiros 6:385- 417, 1981.

6. M azza S, Jorge M E , Feijó O R JC . Prim eiro caso crônico m ortal da forma cardíaca da enfermidade de Chagas dem onstrado em Santiago dei Estero. Publication M .E .P.R .A . n.° 39, 1938.

7. Mignone C. Alguns aspectos da anatom ia patológica da cardite chagásica crônica. Tese de Professor Catedrático. Faculdade de M edicina da Universidade de São Paulo, São Paulo, 1958.

8. Raso P, Tafuri W L. A lterações do pericárdio na fase crônica da tripanosom ose cruzi e nas fases agudas e crônica da m oléstia experimental. Revista da Sociedade Brasileira de M edicina Tropical 5:135-153, 1971.

9. Ribeiro dos Santos R, H udson L. Trypanosom a cruzi: A dsorption of parasite antigens to mammalian cell surfaces. Parasite Immunology 2:1-10, 1980.

10. Sommers SC. A drenal gland In: A nderson W A D (ed) Pathology 7th ed. C.V. M osby Co, St. Louis, p. 1658- 1679, 1977.

11. Teixeira A RL. C om petência imunológica do paciente chagásico. Tese, Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade Brasília, Brasília 1979.

12. Teixeira A R L , Teixeira M L, Santos Buch CA. The immunology of experimental C hagas’ disease. IV. The production of lesions in rabbits similar to those of chronic C hagas’ disease in man. A m erican Journal o f Pathololgy

80:163-180, 1975.

Referências

Documentos relacionados

Considerando-se principalmente as diretrizes para relatórios de sustentabilidade para o setor de mineração e metais (GRI, 2010), a análise dos relatórios de

O primeiro conjunto de artigos, uma reflexão sobre atores, doenças e instituições, particularmente no âmbito da hanse- níase, do seu espaço, do seu enquadramento ou confinamen- to

Este estudo procurou compreender a criação da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro (FMTM), de Uberaba, MG, buscando — sempre que possível — conexões sociais e

Os objetivos do Programa Mais Educação desenham um modelo de educação integral articulada com políticas locais e em parceria com a família, comunidade, com a

Tais análises puderam contribuir de forma mais efetiva para que, por meio das ações sugeridas, possa-se de fato a- tender a demanda de alunos que ainda não se encontram no

O termo diligência consta na Resolução da SEEMG nº. 28 Constatadas irregularidades na prestação de contas, o processo será baixado em diligência pela SEE, sendo fixado

m Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Belo Horizonte, MG, Brasil. n Faculdade de Medicina de Botucatu, Universidade Estadual Paulista (UNESP),

Quadro 1 – Programas de transferência de renda de alguns dos países latino-americanos Esses países implantaram programas focalizados, destinados aos mais pobres,