A E N F E RMAG E M
NA
PERDA DA
ACUIDADE VISUAL CAUSADA
PO
R TRIQuíASEE M PACI ENTES DE
HANSENrASE
Selma Regina Axr Sloi * Hnneloe Vieh **
Sérgio Passeoti ***
RESUMO - O reconhecimento do grande número de pacientes com triqura se e a inexistência de publicações nesse ramo motivou os autores a elaborar o presente trabalho. Os autores apresentam as causas, sinais, sintomas e consequências da triquíase em relação à córnea e acuidade visual, como também o tratamento com técnicas simples. Pelos resultados obtidos duran te os oito anos de experiência, verificou-se a grande valia do tratamento na prevenção da perda da acuidade vi sual provocada pela triquíase.
ABSTRACT
- The knowledge of a great number of patients with trichiasis and the lack of existence of publication about this subject, has motivate the authors to elaborate this article. The authors intenal to show the causes the signs, symptoms and consequences of trichiasi s in relation to the cornea and visual acuity, as well as the treatment using simple thecniques. By the results obtained during the8
years of experience, it has been not�ed the great value of the treatment on prevention óf loss of visual acuity caused by trichiasis.11NTRODUÇÁO
1.1
HistóricoDesde 1982 o Hospital "ao de Souza Lima" dise de uma Unidade de Pevenção Omol6gica. Todos os pacienes inenados, e ne pae dos pacientes ambulatoiais pas m, de rotina, ela avaliação esecica, pa ectar as aleraçes cules o mais pecoce ossível.
Atualmene rabalham nessa Uniade, duas efemeiras em empo ineal e m édico of talmologista.
Durane o uncionento da Unidade, cha ou a atenção o rnde nero de pcienes que apesentavam riquíase, muitas vezes, em queixas esecicas, s pduzindo graves lesões ocules.
Aplicando ua écnica siples de emção nul dos clios causadoes da riquíase, veri icou-se ua elhoa iata da sintoaol gia, e no decoer do tempo a dnuição
s
ifecçes cundrias e ehoa a acuide isual.
Os esultados obidos levram a equie a elaborar este rabalho. Preende-se com o e mo, desperr o inteesse dos proissionais a
ea de enfemagem pa o poblea, sendo que tal compoento não ocoe soene na
Hanseníase.
1.2 Objetivos do Trabalho
1.2.1 Mosrar as pncipais causas e conqên cias da riquíae na c6nea em pacienes om Haneníase.
1.2.2 Apesentr écnicas . siples pra a d tcção e a emção dos clios.
1.2.3 Mosr a ecueação do oho (a r nea), a6s ataento.
1.2.4 Deser nteese dos poissios a ea de efemagem pra esse poblea.
* Enfmera da Uidade de Olmologia do iuo "Lao e Sa Lia" - SP.
** Enfemera-Pofera e Enfmagem da Uivie ie e Berim a Seio a DHW (m Iy Reief As ciaio).
*** MMio-cfe o eno e Ooloa o iuo "o e Sa La" - SP.
1.3 Resumo sobre Hansenfase
A Henlae é a molésia fecciosa p dzia or m bcilo álcol-cido esistene, o Myobceim lcpe. A ientiicação ese bcilo foi feita por Hnsen em 174, e em sua hoenagem, leva-lhe o noe.
É
m bciloo
clivável aé o oeno. A edução pot inculação em l, s6 eve êxio a pir de 1970, qundo se passou a usr a atu sypus novcncncus como mdelo l. Ese
l quando inculado desenvolve compro emenos muito semelhanes aos do hoem, sobepujnd-os em alguns sectos.
A Hanseníase é a dença popia do ser hno, se
n
do ese o reevaóio e a fone de infecção. Pacientes ortadoes das fos con tagines, elinm bacilos em nde qunti e elas sçcões nasais, oroflngeas e ul es da ele. Os bacilos elnados odem ainr o indivíduo sdio e ener no orgais mo els mucosas e eseciaene a nasal ou aravés da pele lesada. Uma vez en�ada no orgismo ode poduzr a dença nos indiví duos susceptíveis.eois de um eríodo je incubção que va ia e 2 a 5 anos, as preiras mnifesaçes iniciis são o apecimento de chas hipo côicas, nesésicas e nióicas em qualquer pe do organismo. Essa fase erdua em édia de 3 a 5 anos, é chada hnen{ase neteri nda (I). Dependendo da resistência imunol6gi ca do organismo, a nfecção pelo baclo e
Hanen, a foma ) pode er eessão es ponnea com cura completa, ou evoluir pra as fos poles Tubecul6ides () ou Vcho
s (V) ou mesmo pa a foma Bodeline
(B). . .
No ecoer da evolução, a hansenlae pde coer diversos segmentos do coo. As pes s comprometidas são a ele, mucosas e . os . nevos peiféicos. Enetano, ouos 6rgãos são equentemene atingidos quer or aão eta do bcilo ou indetamene nos r cessos cionais. O aprelho visual pde er anido em mos os pcessos.
Os compoetimentos neuol6gicos são s . quenes nos membros suerioes e ebos infeioes, levando a erdas everas a ensiblidade e deiciêncas otoas. esa ' foa, o pciene é privado e m dós mis m ones canismos e efea do orgismo que é a capacidade e entir dor. A ausência e sensibiade nas ãos e nos és exige do pa ciene m aior uso a visão pra proeger-e.
s compomeentos cules conduem mio enqüeneene à diinuição a cida
e sl ou esmo à ceguea. Isso, asscdo à inensibide e ãos e és exe o
indiví-duo à aves riscos onnd-o neável a . a oem e as, feenos e muiles.
A obsevção em deonsado que os
comoeimentos cules são muio s
eqüenes do que penm. Tmém ober va-se que nos pors de conole de ata ento da hanen{ase em-e ddo muio ouca aenção a esse asecto.
2
MATERIAL E MÉTODOS
Pra o pesene balho foam exinaos, de feveero a novembro de 10, 00 pcien es, sendo 30 de fora Vchoviana, 150 da foma Bordeline e 150 uecul6ies.
Form avalidos os sintoas subjeivos (quexas do paciente) e snais objeivos p sendos pelos mesmos com o auxio da lpa a de fenda e o este de Fluoecena.
Tdos os pacienes que apeenram co pometimento, form submeidos ao ratento, .eavaliados e copahados eioicene.
3
TRIQuíASE NA HANSENíASE
3.1
Conceito
O quadro de clios nveridos (elo enos m), rçando a c6nea e éonjqntiva é chdo riquíase. Estes cios em geal, muitos nos, edosos, quase sem cor, são ifíceis de eem vistos sem nsumental e écica apropriada.
3.2 Causas
A avaliação de mais de 2.50 pacienes, ermitiu obervr que a iquíase está asscda a:
3.2.1 Enr6pio: -
É
a inversão do bordo pl bral suerior ou infeior por cicaes (eaes hansênicas, ndulos, ulceraçes), edema e il ção ou em consquência da blefacle (reguemento excessivo da ele da páleba sueior).3.2.2 Madaose: -
É
a queda dos elos a gão suecilir e cilir. As causas são em gl ilraçes hansêicas. Poe ser cl, usa ou toal. O cescento do . elos na egio cir podem causr nes pobleas, já qe cesem em ão anol). São muio inos, sdosos, a6icos, quase .sem cor, edendo sua unção proetora a muias vees ferdo a c6r nea e conjuniva.3.2.3 Nódulos, Iílaçes e Placas: - ne
a fae aguda da Hnsenlae ou em sos ea cionais apem ndulos, iles e plcas. ndo srgem na egião cilir, povcm
ação no osicioneno do odo palebl, dedo causr inversão da mesma, iauCae.
3.3 Sioa i s e Sintomas da Triquíase
Os sinais da iquíase a olho ddo são: hieemia conjunival, lejaento, cC lios invetidos çando a cónea.
Pacienes com iquíase cosumam queixr se de: lacriejaeno, prurido, sensação e corpo esho, ador, às vezes dor e visão e bçada.
Obsevação: - Esas queixs esão dimi
nuíds ou auentes em pacienes com hiese sia e anestesia de cónea (mais ou enos 50%
dos pacientes de Haneníase).
3.4 Exame
para Detecção da Triquiase
3.4.1 Ma
e
rial: - Pra facilir a detecção datriquíase,
com
enda-se o uso do seguine arial:
- foco luminoso - lente de aumento.
3.4.2 Método: - Exinador em é, aás do
pa
ci
ente. Paciente senado, apoia a caeça no examinador. Esta posição ofece maior oio ese
gurança. Com os dedos o examndor fasa deli
cadamente a pálebra sueior. Com auxuo do foco luminoso e da lene de auento, exa mina o bordo palebral suerior e infeior, oserv
ndo
a posição dos cruos. Se esiveem invetidos é
p
ossível visualizar com ese smplesexame.
3.5 Tratamento
da Triquíase
3.5.1 Materia
l
: - O maerial necessio paa a emção dos cmos invertidos é:- foco luminoso
- lente de aumento - ixado no foco ou lupa bi-ncular
- pinça (io sobancelha ou pinça de is). 3.5.2 Método: - A posição do paciene e do efeeiro é a mesma usada pa a deecção da iquíase. Pede-se ao pciene que olhe paa bixo em caso de iquíase de pálebra sueior e paa cima em caso de riquíase da páleba in feior.
Com a ão esquerda o enfeeo segua o f co luminoso com a lente de ameno lXda a sa, ou lupa binculr e fco. Com o quto
e quino dedos da esa ão afasta delicada ene o bodo plebl. Com a pinça a mão eia rnca m or um os cuos invidos. Ao enr eover os esmos, eses em oer-e, icndo difícil a eção. Pa
o
qebr, é necessio peê-Ios com a pinça os
póo ossíel do odo, com cuidopa não causr auaismos.
Após cada seção de ea. de cuos, é indis ensável o uso de um lubicne icial da cónea. Rcoenda-se o
so
do eso coo poteção da cónea ema
ês vezes or .Em casos onde já houve lees mioes a cór nea, á ncessidade do uso e oa, auxi liando na cueação do epiélio coeno.
3.5.3 Taeno denitivo: - Exise o aa ento delmiivo pa a riquíse em foma e epilação e/ou curgia plástica. Coo a maioia dos pacienes não tem acesso iediato ou dio a estas écnicas, por motivos divesos, a ea
nl dos cuos ona-e o único eio cessí vel pra a pevenção da eda da cuidde vi sual por riquíase.
3.5.4 Oienção ao pciente: -
É
ono undmental na pevenção das leses cules p duzidas ela iquíae.
É
prciso coneguir que o paciene oe cons ciência do éu poblema e dos icos que coe. O econheciento da sinomatologia é o ono de ptida pa um poma de pevenção. v-se lembr que há pcienes que conevm a ensibe da cónea o que emite a er cepção prcce da peença de cuos çndo na cónea.
Neses casos, comend-se ao paciene que ao eceer o poblea pcue o eviço pa a emção dos cruos anôlos.
Os pacienes com hiesesia ou nesesia coneana, em dquele sisea e le •.
Estes, necessim ser oientdos quno os sin tomas: lcimejento, hieemia, visão eba çda e a necesside de pcur ediaene o erviço eecido pa avo e
eno, evindo ssm as conequênciass
aves da iquíase tais coo: infecção cnria ela auo conminção (pido e lc jamento) leucoma (opacicis) da óa,
noa e cegueia reversível.
Mesmo que não haja nenhm sinoa bje tivo da iquíae, o paciene odor ese p blea deve submeter-e a um exe de con le, no mÍmo, ua vez or ês.
3.6 Ava l i ação da Eficiência do
T nitamento
A diminui�ão ou despciento dos si nis e sintos e a elhoa da cUidde
sl
o ddos inicaivos de aceo a écnica pi ca. A eão dos cuos em
m
efeio
ao sobe os sinos:ee
a eo e oo esho, pio, dor e doro
oho. Os sinis a óa despem nenes
4 hoas.4
Fom exnados 00 pcienes no otal, endo upos ela foma da dença, uan d-e a clsso de Mid: 30 pcienes da foa Vchoina (50%); 150 pcienes da forma Tueculóide (25%) e 150 pcienes da foma Bne (25%).
Pos 30 pacienes exmindos da foma Vchona, 142 ou seja, 47,3%, dos 150 da foa Tuculóie (8), ou seja 5,3%, dos 150
da foa Bodeine (58) ou seja 38,7%, ape entam iquíase, endo o núeo mais signi icaivo a fora Virchoviana 47,3%, coo de ser viso na Taela 01.
A Tela 02 mosra as pincipais causs da iquíae, sepdos ela foa clnica da den ça. Coo pde r visto nesa, o Enopio é a
pincipal causa da riquíase, tanto na foma Vir chovana (21,7%)' como na foa Boderline
( 18,7%).
Na Taela 03, vemos o númo de pacien
es com queixas e sem queixas, sepados ela foma clínica da dença, demonsndo qe na
forma Virchoviana, 65,5% dos pcienes com
iquíase não peenm queixas. Ese fao se deve ao rane neo de pcienes e Han eníae que apesentam alerações na sensibili dade da cónea causda elo comproeimeno
hansênico do 52 pr de nevos craneanos.
Sendo avalidos aravés do ese de iuoes ceoa e analisando a cónea com. auxlio da lpada de fenda, fom enconrdas mico lesões epieliais em tdos os pacienes.
Tabela
01 -Número de paci entes com e sem triquíase em relação à forma clínicaForma Cnnica
Tubercul6ide Bordeline Virchoviana Total
FONTE: UPO -InstItuto "Lauro de Souza LIma Bauru -SP - 1990
"
N! de Pacientes Examinados 150 - 25%
15u - 25%
300 - 5%
600 - 10%
Com Sem Triqufase Triqulase 08 - 5,% 142 - 94,7%
58 38, i! - 61,% 7"k
142 - 47% 18 - 52.7%
208 - 347% 392 - 65%
Tabela
02 - Número de pacientes com triquíase conforme causa e forma clínicaPacientes Pacientes Pacientes Pacientes cTriqulase cTriqulase cTriqulase cfTriqulase
Pacientes p/Causa de p/Causa de p/Causa p/Outras Forma Cnnica Examinados Entr6pio Madarose Infil. e Nod. Causas
Tubercul6ide 150 Borderline 150 Virchoviana 300
Total 600
"
FONTE: UPO -InstItuto Lauro de Souza LIma Bauru - SP - 1990
"
- 02
28 - 18,7"k 12
65 - 21 7"/0 57
3 - 15,5% 71
- 1% 03 - 2 % 03 - 2%
- 8 % 16 - 10 7"/0 02 - 1%
- 19 % 19 - 6 4% 01 - 0%
- 11% 38 - 6% 06 - 1%
Tabela 03 - Número de pacientes com triquíase em relação as queixas subjetivas ou não e
forma clínica
Forma Cnnlca Tu bercu 16ide
Bordeline Vir�hn . i .... Total
FONTE: UPO -IntItuto "Lauro de Souza LIma Bauru - SP - 1990
5CONCLUSÁO
"
Na aviao dos pcienes e Hee ev-e nclr, e oa, a vião a
eênca e ·iquCe� Sendo a ecção fcl e
queedo ens oucos cusos is e ícos, do oo de aeneno e pa
cene e HnenCe, deve fer aviação cu
r elo enos a 6 (seis) ees. Ua vez
Com Queixas Sem Queixas Total 07 - 87"/0 01 - 12,5% 08 - 10%
30 - 51 7% 28 - 48% 58 - 10%
9 - 45% 93 - .
..42 - 10%
6 - 41% 122 - 58 7"k 208 - 10%
eCdo o poblea, o pciene eve r oiendo e· subeido· à ea dos cios. Agendado a eomo e oientdo a pcu r auxlio, cda vez que ene a óa endo ri.
Saendo que is de 5% dos pcienes
eentm, lém da iquíae, leo a
sibilidade da c6mea, esa em que er avlida. Caso o paciente apeene ua ensibilidae baixa ou ausente, a retada de cuos deve er rotina uma vez por ês indeendene de o pa ciene apesentr sintomas ou não.
O pesente rablho foi de rnde valia pra conscienização dos pacientes que passm a pcur sisematicente o erviço pra a mção dos cuos com a écnica sples qui presenada. Notou-se uma diminuição das leses e infecções do epitélio comeno causa
s
ela iquíase, e que esa écnica é m dos eios de pevenr as lesões e a desruição do epitélio comeano, a dminuição proessiva da visão e até infecções ecundias, que chegam algumas vezes à cegueira.6
RECOMENDAÇÕES
6.1 Que todo paciene de Haneníase eja oi eirmente avaliado em buca e sinis de i quíae.
6.2 Que os Cenro de Sa1de, Hospiis e Posos de aendieno providenciem essol edo e aerial ncessio pa o raento peveni vo do pciene com iquíae.
6.3 Que tdos os proissionais pcem ai
r eus conhcientos na écnica de decço e raento da iquíase, endo em visa qe a
mesma não acomete soene pcienes e Hn seníase.
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