SEMANAL
DE
JORNALISMO
DA
UFSC
Araranguá
Afastamento
de
vereador
detona
crise
política
nacidade
Pág.03
Magistério
I
(..._--
�--\,\'--f\�"
�\\
-
---Governo
vai
pagar
salários
descontados
durante
agreve
Pág03
--Eleições
PRAZERES
PROIBIDOS
Entrevista
comDiego
Sturdze,
oaluno candidato
areitor
da
UFSC
o
lucrativo
mercado
de
acessórios
sexuais
torna-se
um
bom
negócio
na
capital
Central
ág,
UI)
Mais
uma
semana
com
você
Pela
edição
segunda
de Zero
semanaestá
nas ruas.consecutive,
Continuamos
mais
umacom o nossoesforço
para
produzir
umjornal
semanal
que
tenha
agilidade
naescolha
e no tratamentodos
assuntos.
Neste
número)
voltamos
apublicar
matérias de
comportamento)
há
algum
tempo
ausentesde
nossaspáginas.
Para
isso)
depois
da
polêmica
surgida
em tornoda atual
campanha
do
governo
para
aprevenção
da
AIDS)
nada
melhor
que
umavisita
aoúnico
sex-shop
de
Florianópolis.
Falando
emcomportamento)
acontra-capa
traz oper
fil
do
sociólogo
baiano Luis
Matt)
presidente
do
Grupo Gay
da
Bahia. Matt
foi
severamentecriticado
aoafirmar
que
Zumbi dos Palmares
erahomossexual.
Publicamos ainda
asegunda
entrevista da série
com oscandidatos
areitor. Desta
vez comDiego
Sturdze,
único
aluno
a concorrer.Diego
cursaFísica,
ereclama da
propor
cionalidade
entrealunos)
servidores
eprofessores
da
eleição.
Mas
Zerotambem
sai
de
Florianópolis.
Em Araran
guá)o
vereador
Joel
Borgesfoi
afastado
por
falta
de decoro
parlamentar
após
denunciar
oprefeito
Neri
Garcia
de
corrupção. Joel
acusa oprefeito
de
subornar
osvereadores
para aprovar
as contas naCâmara
Municipal.
Ainda
napolítica,
osprofessores
da
rede
estadual
fi
nalmente
vãoreceber
opagamento
pelos
dias
parados
naúl
tima
greveApenas
nove semanasdepois
do
início
da
reposição
das aulas
aintransigência
do
governo
foi
vencida
O
artigo
desta semana)do
prof
Hélio
Schuch) jaz
umaanálise
sobre
a estruturade
distribuição
da
terranopaís.
Importante principalmente
nestemomento)
quando
OMo
vimento dos
Sem-Terra)
grupo
politicamente
organizado)
cobra
aspromessas
de
campanha
de Fernando
Henrique
Cardoso.
O governo)
por
sua vez)admite
que
não cumprirá
as metasde
assentamentoestabelecidas
para
ospró
ximos
quatro
anos.I
A
reforma
agrária
e a
estrutura
do
Estado
sociedade.
É
certo que aagri
cultura,
pela
suaprópria
natureza derisco não
pode prescindir
da presença do Estado. Mas
para
isso,
deve mudar estruturalmente,
o quesignifica
modificar a
propriedade
da terra.Mantendo esta estrutura
fundiária.
a mão-de-obra tornou-se
farta,
rebaixando ossalários f' deterrninando des
necessário o emprego de tecno
logia
no setor urbano-industrial para aumento da
produção
via
produtiv
idade - o
que foimui
to interes sante para
empresários
com poucocapital.
Esta,
a forma deacumulação
docapitalis
mobrasileiro,
epor
isso,
nãosefez a reforma
agrária.
Agora,
ostempos
muda ram.Deumlado,
existeoMovimento dos Trabalhadores Sem
Terra
(MST),
o maispolitizado
e ativo dos movimentos sociaispós-64.
Surgido
em1979,
eleexige
a reformaagrária,
epara
isso ocupa áreas
improdutivas,
se
dispondo
ao enfrentamentoS
etemcom braa promessa doterminoupresidente
daRepú
blicaemfazerareformaagrária.
Ao mesmo
tempo,
ojornalista
Boris
Caso)'
desfia comentários favoráveis a divisão de terras
e no
Jornal
Nacionai nãoseob serva o ranço e aparcialidade
que sempre caracterizararn as
notícias sobre o assunto. O cue
mudou? Para uma resposta é
preciso
responder,
primeiro,
porqueo
Brasil, quinto
país
domundoem extensão e com uma
das mais altas taxas de concert
tração
dapropriedade
fundiária,
não realizou até agora a refor ma
agrária. Vejamos.
A
colonização
do Brasilocorreu de maneira
singular:
opaís
aceitavaimigrantes,
masnegava a terra. Todos buscavam
aqui
o que faltava em seuspaí
ses-a terra, mas essa
já
estavaapropriada
pelos
latifundiários.Conseguiram,
após
anos de espera e toda sorte de dificul
dades,
pequenasáreas,
numprocesso radicalmente diferente da
colonização
norte-america na,organizada
e facilitadapelo
governo interessado em ocupar o
país
compequenas
proprie
dades.
Negando,
dificultando,
ocom a
força
policial.
De outro,existe o acirramento da econo
mia de mercado que
configura
um
quadro
decompetição
nossetores industrial e
agrícola
diantedosmesmos setoresdeeco
nomias
estrangeiras.
Este ambiente econômico
competitivo
obriga
o empresariado brasileiro ao emprego
de
tecnologia,
o que elimina-para sempre
-pontos
de emprego. Ao mesmo tempo, de
senvolve,
a nívelinternacional,
uma nova divisão dotrabalho,
o que faz com quealguns país
es seespecializem
em deterrninadas
produções
(industriais
eagrícolas).
Oresultado é a consolidação
depaíses
exportado
res e
importadores.
E quemimportar
mais,
aumentará seudesemprego.
Neste
quadro,
o governopensa numa saída: uma refor ma
agrária
para criar emprego eeliminarosfocos de tensãonocampo e nas cidades. Este é o
objetivo,
reproduzido
através dasprincipais
emissoras de televisão.
acesso a terra para pequenos
proprietários,
o Estado proporcionou às classes dominantes
dois
componentes
estruturaisque fazem parte do desenvolvi
mento econômico brasileiro:
para os
latifundiários,
o monopólio
dapropriedade
da terra; para osempresários
do setorurbane-industrial,
mão-de-obra abundante e,assim,
barata,Como
monopólio
a terrapode
ser usada em dois sentidos:
1)
se houver mercadofa-vorável pa- r
ra a
produ-
"E
certo
que
ação
agríco-la,
a terra éagricultura,
pela
sua arrendadapara um
natureza,
não
pode
produtor-
•di d
t
capitalista
presem
Ir aestru
uraque a fará
do estado"
produzir,
...iiiíiiliiilí
...pagando
como
aluguel
a renda da terra-um acréscimo nos preços;
2)
nãohavendo mercado
favorável,
a terra ficasem
produzir,
como uma reserva de valor.O Estado tenta intervir
nesteprocesso através de fman
ciamentos e, como ocorreu de
1968 até
1984,
com fartos subsídios. Estes
incentivos,
porém,
acabamsendo pagos por toda a
ZERO OUT 95
Hélio Adernar
Schuch
Professor adjunto
do cursode
jornalismo
da UFSCJornal Laboratório do Curso de
Editoração: Clayton Wosgrau,
G/adinstonRedação:
Cursode Jornalismo(UFSC
-Jornalismo da Universidade
Federa,.l.q�
$.i.!.'!Iestr(.lJL
....e.ª/?.!.R.ÇIª.I!din9�
§.�r.9Ü2.,.$.�verino
:.:.::::ç,Çç)�
Campus
Universitário, Trindade,
Santa Catarina
Claudino,
PauloHenrique
deSousa,
RenêMontagem:
G/adinston SilvestriniSe-pode
perder
25%
da
receita
posto
sobre Produtos Industrializados
(IPI).
ParaNeuto,
oproblema
é que o Fundo só égarantido
até o ano 2000. Elereclamou também que a di
minuição
dareceita estadual vaifazercomqueos
impostos sejam
aumentados. Como o
próprio
Fernando
Henrique
prefere
queisto não
seja feito,
vai sobrarmesmo é paraos estados.
Hebe
Nogara
também não aprovouareceita queoministrodeu para resolver a
questão
daarrecadação
estadual. Paraela,
omaior
problema
estánainclusãodo inciso IIdo
artigo
37dotexto, que retirao limite do salário
dos servidores
estaduais,
que é deR$
8500- vencimentodopresi
dente da
República.
O incisoestava
originalmente
noprojeto,
foi retiradoe agora foi recoloca
do. Com
isso,
nãohátetoparaafolha depagamentodo
estado,
oque
compromete
odinheiro queSecretários
reprovam
proposta
centralizadora
para
reforma
tributária
do
governo
federal
O
governo do estadoestá levandoaopé
daletra os
problemas
com a sua receita e, na últimasemana, tentoude tudo paraen
contrar os
ingredientes
que vãoaumentara
arrecadação
egarantiro
pagamento
dos servidores.Um deles incluía o ministro da
Justiça,
NelsonJobim,
que sereuniunaúltima
terça-feira
com ogovernador
em exercícioJosé
Augusto
Hülse e mais cincosecretários de Estado paraachar
o
ponto
das reformas administrativa e tributária. A
primeira
vai
permitir
ofun da estabilidadeno emprego e a
diminuição
dafolha de
pessoal.
EmSanta Catarina,
essesgastos
chegam
a90%.O governo federal vai ter que
quebrar
os ovos para fazer a reforma tributária. Sehouverdi
minuição
daarrecadação
estadualaomelete do Presidente
pode
desandar.
Semteto- Se
depender
dos secretários daFazenda,
NeutodeConto,
e daAdministração,
HebeNogara,vaidesandarmes mo.Neuto não
gostou
dealguns
pontos
daproposta,
principal
mentedo quetratadoFundo de
Participação
dosEstados,
que deveria compensar aperda
de25% da
arrecadação
quearefor mavaitrazer. Comele,
ogoverno federal acha que
pode
repas
sar
R$ 1,5
bilhão,
vindos doICMS federale de 10% do Im- Ministro Jobimse recusou a
falar
napresençadereporteres
o governo tememcaixa.
Portabela - Mas seesta
re
ceitanão der certo, o
governo do estado
já
tem outra. A As sembléiaLegislativa
recebeu do Palácio umprojeto
de comercialização
de títulos da Celesc para arrecadarR$
200 milhões. Mesmo que o textoproíba
ogovernador
de usar o dinheiroparacusteio do
serviço
público,
já
émaisumafolga
noorçamento. Como todo mundo temsua
idéia,
odeputado
estadual LícioMauroda Silveira
(PPB)
achouum monte de erros no
projeto
de lei do governo. A empresa a sercriada
pelo projeto
de lei266Q)
-a Santa Catarina Ivestimentos
�
SI
A(Invesc)
vai emitir títulos�
que.
serãocomprados
pelos
inill·vestidores. O
problema,
segun�
doodeputado,
é queogoverno
�
não vaiconseguir
comprar de�
novo asações
da Celesc se elas�
voltarem dos investidores. Em
r-resumo: vai ser
privatizada
portabela.
Mas como esta receitinha também
pode
não dar certo, asecretariada Fazenda tem ainda
uma terceira. Um assessor do
deputado
Lícioconseguiu
umdocumento,
assinado em nomedeNeutode
Conto,
pedindo
runempréstimo
deR$
30milhões,
aW11 bancoqueele
preferiu
não revelarqual
era. Em matéria dereceita
estadual,
o melhor mes mo é fazer como o ministroNelson
Jobim:
na reunião emFlorianópolis,
ele pegou o microfoneedisse quenãofalavaen
quanto
aimprensa
nãosaísse dasala.
Segredo
de Estado.Flávia
Rodrigues
PT
briga
por cargos
na
executiva nacional
Enquanto
adireitase une na Achapa
deesquerda,
denomina-Carlita Merss esclarece quea
pro- não há alternativa. Os ditos ra
criação
do terceiro maiorparti-
da SocialismoeDemocracia-for-
porcionalidade
servepara definir dicais não admitem ficar sem ado do
Congresso
Nacional-o mada por tendências como O o número de cargos a
que cada
secretaria-geral,
"Eujá
aviseipara PPB(Partido Progressista
Bra-Trabalho)
HoradaVerdade)
Arti- ala terádireito,
mas acomposição
o Zé Dirceuque isso nós não
sileiro)
-omaior
partido
de es-culaçtio
deEsquerda
eindcpen-
deveria ficaracritério do grupo admitimos demaneiraalguma",
querda
"racha"nahoradecom- dentes -, indicouonomedode- vencedor."Quem
faz a maioria avisouFritsch.EleeLucisãodaporaexecutiva nacional. As di-
putado
federalpaulista
Arlindo leva.Sempre
foi assim".tendênciaArticulaçtio
deEsquer-vergências
do comando nacionalChinaglia.
Mas Cândido Vaca- Alíder do ITnaAssembléia,
da.do Partido dos Trabalhadores
rezza,
da alamajoritária,
acabou IdeliSalvati,
não aceitaa versão Adeputada
Ideli Salvatinão causamtambém bate-bocaentre assumindo asecretaria-geral.
dogolpe.
"Se tivesse havido vênenhumproblema
de funciolideranças petistas
de Santa Cata- "Puxaram otapete
na últimagolpe,
teríamospreenchido
todos namento dopartido,
mesmorina. O
deputado
federalJosé
hora",
acusaFritsch. Aoposição
oscargos. Os cargos estãolá,
eles comoitocargos vagosnaexecuFritsch denunciaum
"golpe"
da se retirou da reunião sem indi- queindiquem,
sequiserem.
tivanacional. Elaargumenta
quealaconsiderada moderada e ma- car os oito nomes a que tell!
.
Quem
quertrabalhar,
trabalhaos 13
preenchidos
sãoquórum
joritária
dopartido.
A líder do direitonaexecutiva. emqualquer lugar.
suficiente para "dar andamentoPT na Assembléia
Legislativa,
"Maiorialeva" - Odeputa-
Crise grave- Aminoriares- aos trabalhos. Opartido
está IdeliSalvati,
'não quer nem ou- doJosé
Fritsch denunciou umponsabiliza
orecém-eleitopresi-
andando".vir falar em
"golpe".
"Foi tudo"golpe"
do setormajoritário
do dente dopartido
pela solução
do Ela critica as constantes.bemdebatido". PT. Ele reclamou que não foi
impasse.
Apresidente
estadual dodiputas
interna no PT. "Temos Abriga
épela
secretaria-ge-
cumprido
o acordo queprevia
oPT,
ex-deputada
Luci Choinas- que parar de nosconsumirnesral do
partido,
segundo
cargorespeito
àproporcionalidade,
cki,
espera que asolução
venha tasdisputas
e colocar opartido
mais
importante
da executiva paraacomposição
daexecutiva. dopresidente, "já
que oproble-
narua".Segundo ela,
esteé umnacional. As
tendências
consi- Mas achapa
Socialismo eDemo- mafoi causadopela
suachapa".
apelo
constante das "bases" do deradas deesquerda
não abrem cracia-que fez emtornode 47%
José
Fritsch analisa que oparti-
partido.
mão do cargo,
já
queapresidên-
dosvotos paraodiretório-teve do
poderá
passarporuma"crise.
ciaficoucom o
representante
dos direito a oito cargos dos 20 dagrave"
caso opresidente
nãoPaulo
Henrique
,'.mCJdel'acl,Q$.JoséDirenl'�.BI·SP).,
..exec'lltiy;.u.·B.·.dep.utíldo,estadua.I.·.·.·��Rt;y.tlll;l,>1..alte,rn�Jiw.,·.-Mª�H
...•••.•...• !.•.,_",c,·,:;",;.w..cffJ.
.•$..QI!,$a
ZERO SET
95
?FRO SE I
95
Projeto
faraônico
agita
a
'Barra
Empresa
investirá
US$50
milhões
para
transformar
região
num
complexo
turístico
eis anos
depois
deabandonar a idéia de
construir urna marina na Barra da
Lagoa,
ogrupo Portobello volta com run
projeto
semelhante e traz à tona aantiga
polêmica
entre moradores dascomunidades, ecologistas
e empresários.
A construtorapretende
investir
US$
50 milhõesnobairro e transformarumaárea de 130 milm2 às margens do canal em run
gigantesco
complexo
turístico-re sidencialnáutico,
comcapacidade
para mais deurna centenade bar
cos de médio
porte.
Osecologis
tas,
biólogos
eantropólogos,
alémde
alguns moradores,
afirmam queo
megaempreendimento,
batizadode Porto da
Barra,
irá destruir omeioambientee acultura deurna
das
regiões
mais tradicionais deFlorianópolis.
Paraa
população
daBarradaLagoa,
aconstrução
do Porto évista como uma
solução
divina para osproblemas
que enfrentam. "Nós o estamosesperando
como seele
fosse
Jesus
",
diz OsvaniGonçalves,
presidente
do Sindicato dosPescadores da Grande
Florianópolis,
enativo da Barra. Por outro
lado,
especialistas
em meio ambiente eparteda comunidadeda
Lagoa
daConceição
acreditam que o empreendimento
irátransformar avida dos habitantes locais em run
verdadeiro inferno.
O
projeto
da Portobelioimpressiona.
O grupopretende
criarseteilhas no terrenoondeseriale vantada a marina. abrindo canais
artificiais. Serão construídas liOca sasde dois
andares,
cadauma com runatracadouro,
run hotelquatro
estrelascom 190
apartamentos,
runmini
shopping-center,
urnapeque
namarinacom
capacidade
para al grunas dezenas de
barcos,
além derun
estacionamento,
de trêspisos
para 600carros.
O
projeto
segueoconceitodosPortosde
Lazer,
muitocomuns naEuropa.
Delá veio oarquiteto
François
Spoerry,
run veteranoemempreendimentos
náuticos e responsável pelo
projeto
Port Grimaud,
uma obra semelhante rea- .lizadana
França
e amaiorfonte deinspiração
da PorioBelio. O pre feitoSérgio
Granda ficou entusiasmado
quando
conheceuoproje
to e
chegoua
colocar a SUSP e oIPUF à
disposição
do grupo. "A Barra da
Lagoa
deve se transfor mar emrun novopólo
turístico daregião
Sul",
afrima opresidente
daPortobello
Construções
eIncorporaçôes,
Valério Gomes Neto."Que
turismo éesse?",
inda gaocoordenador daFederação
dasEntidades
Ecológicas
Catarinenses,
o
professor
degeociência
daUFSC,
Cristhian Caubet.Segun
doele,
oimpacto
causado porurnaCresce
fiscalização
ambiental
Santa Catarina começa a ter
resultadosna
preservação
domeioambiente graçasa
atuação
daCom-entrar no mundo da
panhia
de PolíciaAmbiental,
quepolítica.
Concorreu fiscaliza ocumprimento
dalegis
na últimaeleição
lação
ambiental brasileiranoestapelo
PFL,
mas ga- do. ACompanhia
está atendendonhou apenas 1.100 aumamédia de 350 ocorrências por
votosenãose
elegeu.
mêscomseus 192homens,
espal
"Meu sonho é ser hados nas cidades de Floria
vereador
",
diz espe-nópolis,
Joinville,
Blumenau,
La-rançoso. guna, RiodoSule
Palhoça.
Mas nemtodos O aumentodoefetivo daP.A. naBarradaLagoa
es- e acriação
de doisgrupamentos
tão a favor do pro- novos,emBlumenaueRiodo
Sul,
jeto.Um
deles é A- são fatoresimportantes
para o ariovaldo
Teixeira,
de\rual
índice de ocorrências atendi-57anos, 45delesvi- daspelo Grupo.
CriadacomoPolívendo a rotina de cia Florestal em
1962,
só apartir
embarcar em uma de 1992 começou a ser denomi
baleeira epassar ho- nada de Polícia
Ambiental, já
ins ras emaltomaratrás taladanoParque
EstadualSerra dodos cardumes desar- Tabuleiro. Comosucateamentode
dinha e tainha. "O
órgãos
como a Fatmae oIbama,
pessoal
aqui
está dei-co-r�sponsáveis
pela
fiscalização
construção
da praça do Pescador. xando se levar. Eu soupescador,
ambiental,
aaparelhagem
ecres-�
nh d
'1
cimento da P.A. mostraram-seO quemaisencanta osmoradores naote oestu o,maspeomenos , .
, , .
lm necessarlOS. começara a ser construído err.
ja-
conSIgo enxergar um pa o naO ul d
.
,
.
O B FbI Cl bed lhos" s res ta os Ja apareceram.
neiro. arrense ute o u e, trente os o os,
protesta,
senta-D 70 h 91
timeda
Barra,
iráganhar
um ver- do'em umacalçada
na beira do .e
-Ór
omens em , a
compan-d compan-d
.
ídi ib al E Ar' aid cal hia J3 passoupara os 192 fixados
a eiro esta io, com arqUl anca- can .
nquanto
10V o 1; a,
,
pela
Lei8039,
que criou aCom-das,
iluminação,
vestiário e uma outrospescadores
atras delefazemanhi d P líci Ambi t I sede administrativa. "Vaiser a me- sinais de que está louco. p
a e o CIa _ len a, em '\7: 1" afi . 1990.0srecursos estao aparecen-lhorcoisa
que
p�a
acontecercom va eno Irma que seeXIs.-
do vindos dos convênios Mataa
Barra",
dIZ AriTemoteoSantana. tem pessoas contra oempreendi-Atlâ
ti Mi B' Ib Ari ,id dB' 1 - an ica cro- acras e ama.
I e o presl ente a arra manto e por que e as nao o
con-A tr
fi'
A •
d d
da
Lagoa,
pelo
menos em títulos. hecem. "VamosconversarmuitoP
ansEsetredncallaRia Vcse
e
Plhara
oE,
id da Associ-d d id d arque a u o erme o,no
o presl ente a sOClaçao e comoto as asenn a es emostrar . rÓ»
d d . M d d Colô . d P . , . ,
b lillCIO o ano, eu mats espaço e
ora ores, a ama e esca e
quenosso
projeto
so Iratrazere-lh 1 a1iz
-'aim t
d B F b 1 Cl b Ele é fi" .- "
"M me or oc açao, espeCl en e
o arrense ute o u e. e e neIClOSparaaregtao ,conta. as
tu -t d d . d c d -dei , .
paraa a açao que vem en oem um osmaiores erensores opro- senao eixarem nos construirmos
t d t d
jeto
e foi escolhidopela
Portobel- oPorto,
vamos lotear tudo. Dá oaMes
a o. It',.. esmo com um a o numero
lo para fazera
ponte
com a comu- memostrabalhoe ai SlID valserpre- d �
I .
1
-nidade. Pescador por mais de 30
judicial
paraa Barra".e
�pretef�o� � um:
egISa�:
anos, há seis abandonou aprofis-
an;;
len
�
e lill.a'da
gumass�
-� .
lh . v:
Boechat
açoes eXigem mais o que aSlID-sao
que seu
pal e ensinou
para ren I li
-da lei APA '
Pes ap caça0 a ei. .. as
vez-obra como a do
Porto da Barra é
irreparável,
tantono
aspecto
ambiental,
quanto
nosócio- cul tural.
'Naverdadeoque
irá acontecer é o
desaparecimento
da cultura local e
da pesca, além de
trazer sérias con
sequências
ao e cossitema da região"
. Obiólogo
LuísAvinatea,
pesquisador
do Laboratório de camarões marinhosda BarraLa
goa , concorda
com Caubet e a
lerta que o maior
perigo
está namudança
que seráfeitanocanal,
oaprofundamento
em run trecho.''A salinidade da
Lagoa
da Conceição
irá aumentar consideravelmente, acelerando o assoreamen to. Isto vai decretaro fim dos ca
marõesna
região",
diz.O
presidente
da Portobelio nega asafirmações
dosespecialis
tas egarante
queosaldo fmal será umamelhora daqualidade
devidados moradores . Gomes diz queo
importante
paraaempresa éa comunidade e o meio ambiente da
Barra da
Lagoa.
Ao contrário doprojeto
Marina daBarra,
hoje
aPortobello faz
questão
degarantir
quesuamaiorpreocupação
écomos moradores e com a cidade.
"Construir run
empreendimento
que irá desenvolveroturismoem
Florianópolis
é um sonhoantigo
da Porto
bello,
aindamaisseeleforsustentado",
garante Valéria. Elediz não saber
quanto
a empresaespera e
que o retorno fmanceiro
não é
prioridade.
Mas todas estas
opiniões
sópoderão
serprovadas
tecnicamentequando
for liberadoorelatório deimpacto
ambiental(RIMA).
Ele foientregue
à Fatma-Fundação
de
Amparo Tecnológico
aoMeioAmbiente- há
cercade 20 dias. Só
após
este documento seraprova doaPortobello
poderá
começarasobrasdo Porto daBarra. Masuma
apresentação
preliminar
do RIMA foi feita aespecialistas
e arepre
sentantes da
Fundação Lagoa.
Quem
participou
da reunião nãogostou
do que viu: "Para mim écaso de
polícia",
diz Caubet."Quem
nosapresentou
oprojeto
não conhecia nada de
geologia
oumeio-ambiente".
Caso o RIMA
seja
aprovado,
asmáquinas
devem começaratrabalhar naBarrada
Lagoa
até osegundo
semestre de 96. Oprazo parao término da obra é de cincoanos. Ao que parece, a Portobelio
o
complexo
terá 130 mil m' divididosemseteilhas,
hotel,
110casaseatéumShopping
Centernão deve enfrentar tantos
proble
mas como
quando
lançou
oproje
todaMarina.Em 1989run
grande
movimentofoi criado para
impedir
que o
grupo fizesse a obra. As
acusações
eram asmesmas queosecologistas
ebiólogos
fazem agora, mas com umadiferença:
naépoca
a Portobelio não tinha oapoio
dacomunidade.
Hoje
tem. Com a promessade 400 empregos
diretos,
criação
deumsistemadesaneamentobási
co,
revitalização
da indústriapesqueira
e opatrocínio
da Festada
Tainha,
não é difícil de entender por
quê.
Outroponto
crucialnesta
mudança
deopinião
são ospresentes
que ogrupo temoferec
ido paraoBairro. O
primeiro
foiareforma da
ponte
Pênsiledepois
aPássaros são
freqüentemente
apreendidos
pelapolicia
ambientales
precisa
lidarcomváriostipos
de nenteScariot,
relações-públicas
dalegislações
e enfrentarproblemas
entidade. Umasimples
conversaem queomelhor é
aplicar
obom muitasvezes consertaasituação.
senso. No Brasil énecessário,
por Mas não é só nafiscalização
exemplo,
que oproprietário
peça que acompanhia
centra seus esautorização
para desmatarsuapro-forças.
Aeducação
ambiental,
espriedade,
oque dificilmente é obe-pecialmente
dascrianças,
éumdosdecido Além
disso,
tradições
queprincipais objetivos
daPolícia Am passam porgerações
decolonos,
biental.Sãofrequentes
aspalestras
como aherança
da terra depais
sobreeducação
ambiental nas espara
filhos,
criamsituações
que, colas e as visitas de alunos à sedesob às vistas da
legislação,
são
doRioVermelho. Otelefone paraagressões
ao meio ambiente. "E denúncias é o 190 daPM ou 292difícil para essasfamílias entender
2300,
daprópria
Polícia Ampor que não deveriam desmatarou biental.
matarem sua
terras",
afirma o te- Renê MüllerJustiça
quer
presídio
da
capital
só
com
detentos
de
Florianópolis
Superlotação
éapontado
pela
secretária deJustiça
eCidadania-comoprincipal
causadosmotins
O
presídio
deFlorianópolis,
�
parcialmente
destruído nas últi�
masduasrebeliões do mês dese�
tembra,
deve passarareceberso�
mente criminosos da cidadeo
numatentativadediminuira su
perlotação
doprédio, apontada
pela
Secretaria daJustiça
e Cidadania como a
principal
causados motins. Essadecisão foito
mada na última sexta-feira
pelo
juiz
daVaradeExecuções
Penais,
José
Demístocles de MacedoNeto,
epõe
emdúvidaodestinodos presos dos
municípios
deSãoJosé, Palhoça,
e outrasregiões
daGrande
Florianópolis
Construído nadécada de70
para
abrigar
92detentos,
opresí
dio
possuí
hoje
235 criminosos.Destes,
116já
estãocondenadospela
Justiça
e ainda não foramtransferidos para a Penitenciária
Estadual por falta de vagas. De
acordo com a decisão do
juiz
acadeia nãoternmais
condições
de receber presos.Agora,
as delegacias
da GrandeFlorianópolis
não
(ão
terumlugar
para deixar os criminosos detidos em flagrante.
Opresídio
é atualmenteo único
lugar disponível
para"despachar"
aqueles
que aguar damumadecisão dajustiça.
Asuperlotação
vemprovocando
intermináveis rebeliões que preo
cupam os moradores do bairro
Trindade.
As secretarias da
Justiça
eCidadania e
Segurança
Pública finalmente iniciaram'uma dis
cussãopararesolvero
problema.
A
solução
encontrada é um esquema adotado nas
principais
capitais
dopaís:
OCentro de Tri agem deFlagrantes.
O custo deconstrução
dessanovainstituição
'é
baixoe solucionariaemgrande
parte
oproblema
nospresídios.
"Com isso seria
possível
evitarque autores de pequenos crimes fossem parar atrás das
grades
pi
orando ainda mais o sistema
carcerário do
estado",
dizodire
torda Diretoria de
Administraçâo
Penal,
LuizCarlosRovaris.Só que tudo ainda está em
discussão. O
delegado geral
daPolíciaCivilde
SC,
EvaldoMoretto,
explica
quepara concretizara idéia é
preciso
aelaboração
de umprojeto,
aaprovação
da secretária de
Segurança Pública,
Lúcia
Stefanovich,
e aliberação
de verbas. De imediato tudo vai
continuarnamesma,comapenas asreformas dos
presídios
destruídosnas rebeliões em Santa Cata
rina. Oito homens trancados
numacela de
6m2,
sem assistência
médica,
judiciária
eincentivoaotrabalho. Um cursinho inten
sivo de criminalidade sustentado
pelo
contribuinte.ZERO
SET
95
se
verestaestrutura) elase
garantirá
institucionalmente.
Hoje
osbens dequalquer
universidadepública
nãopodem
serpenhorados)
ogovernonão
pode simplesmente
se negarapagar, por
exemplo)
afolha
depes
soal. E numa
instituição
privada
tudo isso
pode
acontecer.Derrotado
em
91,
ex-reitor
tenta
ocupar cargo que
ocupou
entre
84
e
88
Rodolfo-
Asdificuldades
com recursosfinanceiros
sâoeternas.Naépoca
emqueeufui
reitor,
ogrande
problema
era ainflação.
Oorçamento
era calculado e acabava antesdofim
doano.Agora)
mesmo comainflação
bastantereduzida)
oorçamento
continuainsuficiente.
Mas temos que
continuar bata
lha�
para
consegUtrrecursos.
ZERO-ZERO- A reforma adrni
nistrativado governo
prevê
acriação
deórgãos públicos
de direito
privado,
entre osquais
estariamincluídasasUniversidades
Federais. Comoosenhoranalisa essa
situação?
Rodolfo-
Auniversidadetemque continuar como
instituição
pública.
Uma coisaéestarnoorça mentodaUnião)
com recursosdefinidos pelo
governo. Outra coisa édepender
deum contratodegestão
que
pode
terminaraqualquer
momenta. Se essecontrato
acaba)
até ser renovado a universidadefica
com aestabilidadecomprometida.
Enquanto
a universidademanti-na.
Rodolfo
quer
voltar
à
reitoria
O
advogado
Pinto daLuz,
Rodolfo47anos,éumdos
qua-trocandidatosa reitorda UFSC.
Sevencera
eleição,
seráasegunda vezque ele ocupa ocargo, e seuvice na
chapa
seráo médico eprofessor
Lúcio Botelho.Durante dois anos e
meio,
trabalhouna Secretaria de Edu
cação Superior
doMEC,
de ondesaiu em
janeiro
deste ano paraocupar o
cargo de Diretor de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico
do Estado. Pediu ZERO-Quais
asdiferenças
exoneração
do cargo recente- esemelhanças
que o senhor vêmentepara concorrerà reitoria. entre a UFSC do seu
primeiro
Primeiro reitor de universi- mandatoe a de
hoje?
dade federal a ser RodoI
f
o-eleito
pelo
voto "A
grande
luta
Naquela época)
diretono
país
em comoagora)alu-, .
1984,Rodolfo
a- econseguir que
ta erapara
ga-credita que a ma- rantir a
autono-nutenção
da uni- auniversidade
mia daUniver-versidade
pública
'bl
sidade,
o ensinoe
gratuita
érequi
- Sej
apu
i
capúblico
egratuito.
sito básico parao
t
'ta."
Ogoverno quer desenvolvimento egra
Ul a.fazer
umarefor-do Brasil. Defen- .. ma do
estado)
àdeoensino
superior
dizendo quequal
a universidade não está "nenhumpaís
se desenvolve no alheia. Háessassemelhanças
enmundosemboasuniversidades". tre
aquele
período
eagora.Aslu-Rodolfo
apóia
umapolítica
tassâopraticamente
asmesmas)ode incentivos fiscais a
quem
in-
quediferencia
équeatravessamosvestirem
tecnologia
nopaís.
"E umperíodo
maisdiftcil.
Se antespreciso
aumentarosinvestimen- asreivindicações
erammais aceitosem
tecnologia. Hoje
no Bra- tas)hoje
osriscossâomaiores. silsomente0,6%
a0,7%
doPIBé canalizado para esse
fun,
enquanto
outrospaíses
chegam
ainvestir 3%." do Brasil.
Defen-ZERO- Por que o senhor
querserreitornovamente?
Rodolfo- Porque
o momentoexige
queosdirigentes
universitáriostenham
experiência)
vivência administrativa.Que consigam
compreender
todo essequadro
histórico em que vivemos e que) no
passado)
tenham lutadopararesolver os mesmos
problemas
que se
apresentam
hoje.E
porque posso
contribuis;
poisjá
administrei todoo ensino
superior
dopaís.
ZERO- Ea
captação
dere cursos para a universidade?Como o senhor
pretende
trabalharnesse
problema?
Quais
osprinci
pais
problemas
que o senhor i
dentifica atual
mentenaUFSC?
Rodolfo
Acho queo mai
or
problema
dauniversidade é a sua
própria
garantia institucio-nal.
1-
gran�e
Rodolfo:
universidadepública
luta e
conseguzr que ela continue
sendo
pública
egratuita.
Qualquer
administraçâo
terá queenfrentar
estaluta.
00 Para se
proteger
dos
hackers,
a maioria dos laboratórios
tenta criar barreiras por conta
própria.
''Alguma
coisa temque ser feita. Nós
já
protegemos
o nossosistema,
massempre vai ter um mais
esperto
que vai
conseguir
entrar",
concluiu Perim. As únicasrecomen
dações
do NPD são para que assenhas
sejam
trocadas todos os meses. Nos.computadores
con-
ZERO-Umpensamen
to que se pro
paga
pelo
país
é Ique o alunocustamuitodi nheiro para a
Universidade.
Rodolfo
Isto é
falso.
Di- ,zem que cada
aluno custa cer cade
US$
8mil.Seriam
US$4
mil)
mas nestecálculo não sâo
levados em con ta todosos
bene-ficios
queaUniversidade
proporciona
à comunida decmgeral.
Osprojetos
depesqui
sa)
extensão)
o atendimento médi cogratuito
noHospital
Universitdrio,
omelhor do estado.ZERO- O senhor então é
plenamente
afavor darnanutençâo
dauniversidade
pública?
.Rodolfo-
Eclara quesim)
pois
é na universidadepública
que serealizam
pesquisas)
extensão. 90% dapesquisa
realizada no Brasil éfeita
nas universidadespúblicas)
basicamente nas
federais
e naspaulistas.
Não acredito queopaís
faça
isso)
mas épreciso
conscientizara
população
para
osperigos
dessamedida.Não
podemos
abrirmãoda universidade
pública.
Marcelo
Santos
Invasor da
Internet é
pego
em
flagrante
Um mês
depois
dapublica
ção
dareportagem
"Micreirosvialam rede do NPD"
pelo
Zero,
mostrandoaação
de pessoas que acessamclandestinamente o sistema central de informática da
UFSC,
nada foifeito
para conter a
ação
dos hackers. A únicanovidade foio
flagrante
dadoem umalunoda 3�.·fase deengenha
riaelétrica no
Departamento
deInformática e Estatística no iní
cio da semana
passada.
O diretor do Núcleo de Processamen to de Dados
(NPD),
EdsonMelo,
disse que "tomou conhecimento do caso por alto" por
que
chegou
deviagem
no fmaldasemana emqueo aluno aces sou a contade um
professor
daUFSC.
Ocaso do hackerda elétrica
foi descoberto por acaso
pelos
funcionários do laboratório de
máquinas
elétricas,
noDeparta-
Comissão "o alunopode
seradmenta de
Engenharia Elétrica,
vertido,
suspenso ou considerano dia 18 de setembro. "Nós
i;
do inocente se ficar constatadoestávamos rastreando osistema que o sistema nãooferece segu
há três semanas e
porsorte ain- rançae
qualquer
umpoderia
terda
conseguimos
(f-.======�acessado",
disseBo-pegá-lo
em frenteMessage from NPD zan.A
partir
das con-aocomputador",
I
t
y
, , , , clusões da Camisãoaafirmou o
profes-
\go
OU.. , .
questão
seráencami-sar Arnaldo
Pe-HA
HA HA
HA!!
nhada para aReito-rim,
do Institutode eletrônica de Potência
(Inep).
A
punição
ounão do aluno de
penderá
do que aComissão de Sin dicância da Uni
versidade apurar. ':A. Comissão
averigua
osfatos esugereoquepode
serfeito",
justificou
Ariovaldo
Bazan,
vice-diretor doCentro
Tecnológico,
onde estáorelatório feito
pelo Inep. Depen
dendo. do que for verificadopela
siderados"mais
importantes"
são usados softwares com um nívelmaior de segurança. No Brasil
não existe
legislação
específica
para
punir
essetipo
decrime.;
Enquanto
alei nãoéregula
mentada'
os usuários de redescomoaInternetseassustamcom
afacilidadeque alunos comum
poucomaisde conhecimentoem
informática em acessar contas
privadas.
Umdeles éo Pró-reitor de
Pesquisa
eGraduação,
César
Zucco,
queteveseunomepublicado
na capa do últimoZERO.
':A.gora
eu não tenhomais
confiança
emnada. Eulido cominformações sérias,
e umaconta
privada
teriaquetersegurança.
Quem
entralá deveriaserpunido.
Eumapena queumsis
tematãoútil
seja
usado praisso",
lamentou Zucco.Luciane Lemos
luno
briga
por vaga
de
reitor
Diego
faz
curso
de Física
e
reclama
da
falta
de
um
comitê
para
Dotar
a
campanha
na rua
A
campanha
de
Diego
Sturdze para reitor da UFSC está na rua,em dois sentidos. O único
estudante da universidadeacon correraocargo também éoúni
co candidato sem comitê. Ele e o vice da
chapá,
Ednei Domar eskiCorvalão,
outroaluno,
atri buem esseproblema
ao preconceito. "O RodolfoPintotemdois
comitês,
a Nilcéia Pellandréum e oCarlosWestphall
usa olaboratório dele.
Nós,
osdire tores de cen tros ficam enrolando", reclamam. Na sexta-feira,
Diego
ga rantiu que,se oproblema
não fosse re
solvido atéo
diretor da UniãoCatarinense de
Estudantes(UCE)
ediretor duas vezes do Centro Acadêmico doCurso de Física. Atualmente é aluno daoitavafase dessecurso.
Hoje,
aprincipal
luta deDiego
éimpedir
aprivatização
das universidades estatais. Caso
eleito,
elepretende
mobilizar toda acomunidadeuniversitária em defesa do ensinosuperior
público.
Acredita que os outroscandidatosestãofalando da boca para fo r a quan do
dis-"Somos
contra
aproporcionalidade
emais
ainda
contra
opeso
de 70% do
voto
dos
professores"
firn do
dia,
nestasemanahaveriaum
protesto.
Aliás,
protestar
é uma especialidade
deste filiado do PSTU. Eleajudou
aorganizar
oprimeiro
comitêFora Collor do País aindaem91,
antes do escân dalo que levariaaoimpeachment.
De umgrupo de meia dúzia de
pessoas, omovimento terminou
colocando seis mil pessoas nas
ruasda
capital.
Eletambémjá
foivice-presidente
da UNE-SC. c u r -sam em fa vor da manutenção
da uni-\' e r-sidade
pública.
"O reitor disse que estava do nossolado,
mastivemos que bancar toda a cam
panha
anti-privatizaçâo
dopróp
rio bolso".Como o senhor
pretende
mobilizara universidadecon
trao
projeto
deprivatização?
Do
jeito
quesempre
fazemos)
com
assembléias)
discussõesnosCentros
Acadêmicos)
jornais.
Aliás)
oreitor
poderia
terliberadorecursosda
gráfica
paragente
imprimir
Diego
seorgulha
deterlideradoomovimentofora
Collormaterialdo
movimento)
já
queelediz que écontrao
projeto
dogover no. O adesivo dacampanha
antiprivatizaçâo,
por
exemplo)
nóstivemosque bancar.Auniversidade
já
éelitista)
imagine
setivermosquepagar
mensalidade. O Restaurante Universitário está
ficando
cridavezmais caro) estãocortando
os subsídios. Há muito poucos
horáriosnoturnosnoscursos) oque
prejudica
quemestudaetrabalha.Como preservara univer
sidade
pública
sem manter osvícios dos
6rgãos
estatais,
como
empreguismo,
clientelismo?
O nosso
objetivo
não éfechar
os
olhos)
esconder o que acontece.Existe uma burocracia enorme e
desnecessária na UFSC. Certos
centros tem um ou dois
prédios
sópara
administraçâo
e outro paraaula. O
problema
não éserpúbli
co) é nomearem um
político
paraficar
lá em cima.Defendemos
que todaa
gestão
econtabilidadesejam
controladaspela
comunidade universitaria.
Essas propostas de con
trole social de empresase en
tidades estatais nãoesbarram
nas dificuldades técnicas
qué
envolvem
qualquer
administração?
Não
pejo
porquê.
Apartici
pação
socialsignifica
dizerpara ondeodinheirovai)
definir
aspri
oridades. () DeE
(Diretório
Centraldos
Estudantes)
aApuf
se(Associação
dosProfessores
daUFSC)
e oSintiffsc (Sindicato
dosTrabalhadores da
UFSC)
devemter
participação.
Iodos os cargosde
direção
devem tereleição
direta. Somoscontraocruéno dapro
porcionalidade
emais aindacontrao
peso
de 70% do votodosprofessores
naseleições
para reitor.Felizmente nisso temos consenso)
inclusiveentreos
professores.
Umapessoa)
umvoto.Alexandre Winck
TV
vai
mostrar
"Caça
ao
Lixo"
na
Barra
OInstituto
Larus,
vinculadoà Universidade Federal de Santa
Catarina,
promove nosegundo
sábado de outubro um campe
onatode caçaaolixo
subáquático.
O
campeonato
será no canal daBarrada
Lagoa
epretende
mobilizar todaacomunidade da
região,
especialmente
crianças
e adolescentes.
Segundo
obiólogo
AlcidesDutra,
diretor doProjeto
Larus,
o evento visa
limpar
orio,
quetemuma
importância
ambientalmuito
grande
para todoo sistemada
Lagoa
daConceição
edaprópria
Barra. Apolícia
de Proteção
Ambiental e aoperadora
de
mergulho
SeaDivers,
também,
sâoorganizadoras
doevento.
Mergulhadores
profissionais
vãovigiar
osparticipantes
para que
ninguém
semachuque
durante acompetição.
Osintegrantes
serão divididos emequipes
que recolherão
objetos
exóticos de dentro dorio.Depois
determinado,
olixoarrecadado é
pesado
eseparado
emcataegorias
de acordo com suaimportância.
O grupo que tiver maislixoganha
acompetição
e osvencedores
ganharão equipamen
tos de
mergulho.
Durante o
campeonato,
câmeras de televisão
subaquáticas
vãofilmaros
"caçadores
de lixo"e oeventoserá transmitidoaovivopela
RES. Todaessapreocupação
com aveiculação
doprojeto
é devidoaoriscoqueoriodaBarrada
Lagoa
está correndo. O canal queajuda
naformação
daLagoa
daConceição
podemorrer pela
quan tidade de lixo que está acumulan do. Osorganizadores
pretendem
estimular apopulação
locala darvaloraocanal. Maria