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Relatório estágio profissional

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Academic year: 2021

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W H O A M O N G U S I S N O T A Q U A C K E P I D E M I O L O G I S T ,

V I R O L O G I S T , S T A T I S T I C I A N A N D P R O P H E T ? W H I C H

S C I E N T I S T O R D O C T O R I S N O T S E C R E T L Y P R A Y I N G F O R A

M I R A C L E ? W H I C H P R I E S T I S N O T — S E C R E T L Y , A T L E A S T —

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ÍNDICE

I. Introdução 1

II. Objetivos 1

III. Síntese das atividades desenvolvidas 2

a. Estágio Parcelar de Saúde Mental 2

b. Estágio Parcelar de Medicina Geral e Familiar 2

c. Estágio Parcelar de Pediatria 3

d. Estágio Parcelar de Ginecologia e Obstetrícia 4

e. Estágio Parcelar de Cirurgia 4

f. Estágio Parcelar de Medicina 5

IV. Elementos valorativos 6

V. Análise Crítica 6

VI. Anexos 9

GLOSSÁRIO

CHPL:Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa; DGS: Direção-Geral da Saúde; EDA: Endoscopia Digestiva Alta; HBA: Hospital Beatriz Ângelo; HDE: Hospital Dona Estefânia; HIV: Vírus da Imunodeficiência Humana; HSFX: Hospital de São Francisco Xavier; HTA: Hipertensão Arterial; IFG: Interno de Formação Geral; IFE: Interno de Formação Específica; MGF: Medicina Geral e Familiar; MIM: Mestrado Integrado em Medicina; NOC: Norma de Orientação Clínica; PHDA: Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção; POC: Perturbação Obsessiva Compulsiva; SU: Serviço de Urgência; TEAM: Trauma Evaluation and Managment; UC: Unidade Curricular; UCERN: Unidade de Cuidados Especiais Respiratórios e Nutricionais; USF: Unidade de Saúde Familiar.

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l. INTRODUÇÃO

A formação médica pré-graduada revê-se no conceito do Desenvolvimento Profissional Continuado1 e

progressivo, capacitando o aluno de um conjunto de ferramentas essenciais para o seu desenvolvimento enquanto Médico e Pessoa. O 6ºano do MIM, organizado como prática clínica integral, vai ao encontro desta perspetiva, permitindo o contacto entre o aluno e diferentes níveis de cuidados de saúde, assim como diferentes áreas fundamentais da Medicina.

Assume-se desta forma, que o 6º ano curricular constitui um pilar essencial, conciliador do conhecimento, de valores, de atitudes e autonomia do futuro profissional de saúde.

O presente relatório tem como objetivo principal a descrição das atividades desenvolvidas ao longo do 6ºano, encontrando-se dividido em 4 partes: a primeira parte, onde apresento os objetivos do presente ano curricular; a segunda parte, onde elenco as atividades realizadas em cada estágio parcelar (com cronograma em Anexo 1); a terceira, onde faço referência às atividades extracurriculares, que ao longo do MIM contribuíram para a minha formação pessoal e profissional e por fim, a quarta parte, de reflexão crítica, na qual faço um balanço do cumprimento dos objetivos inicialmente propostos, e reflito acerca do impacto que a atual realidade pandémica teve na minha condição enquanto aluna de hoje, médica do dia de amanhã.

ll. OBJETIVOS

Com base nos atuais objetivos para o MIM1,2, propus-me cumprir as seguintes competências clínicas:

o Utilizar os conhecimentos científicos adquiridos, chave fundamental para a prática clínica, consolidá-los e colmatar eventuais lacunas, valorizando a informação atualizada e cientificamente relevante; o Aplicar procedimentos de prática clínica, nomeadamente na colheita estruturada e completa da

história clínica, na prática de exame objetivo e na avaliação do estado mental do doente; o Propor hipóteses de diagnóstico e respetivas terapêuticas.

o Promover a prática de uma medicina preventiva, centrada na promoção da saúde e bem-estar das comunidades.

o Alcançar um patamar de competências comum a outras Faculdades a nível Internacional em relação às quais a minha atividade possa ser avaliada;

o Reconhecer a necessidade da investigação científica para o progresso da medicina.

Não menos importante, numa perspetiva de competências interpessoais, procurei também fomentar: o A comunicação com os doentes e seus familiares, tendo em conta as suas crenças culturais, religiosas

e contexto social;

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lll. SÍNTESES DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

a. Saúde Mental (4 semanas, de 09/09/19 a 04/10/19)

O meu ano curricular teve início na Clínica da Juventude, no CHPL, integrada na equipa da Pedopsiquiatria do HDE, sob tutoria do Dr. Henrique Pereira. Baseada nos conhecimentos adquiridos no estágio de psiquiatria do 5º ano, focado nas síndromes psiquiátricas do adulto, dirigi este ano a minha atenção sobre as perturbações em idade pediátrica, as quais, podem prolongar-se até à idade adulta. Assim, estabeleci como objetivos principais alargar os meus conhecimentos nesta área e aprofundar as técnicas da entrevista clínica e exame de estado mental adaptados a esta faixa etária.

Ao longo das 4 semanas, assisti a 18 consultas externas a adolescentes entre os 12 e os 18 anos, que me permitiram contactar não só com patologias frequentes desta idade, de que é exemplo a PHDA (conforme Anexo 2), mas também com perturbações menos comuns, como a POC, sobre a qual pude realizar uma história clínica.

Para além do âmbito da consulta externa, procurei alagar a minha participação noutras valências da Pedopsiquiatria, nomeadamente no SU do HDE, onde, no total, observei 4 doentes. Sob orientação da Dra.

Rebeca Cifuentes, acompanhei também a rotina do internamento da Unidade Partilhada do CHPL que inclui jovens em idade de transição, entre a adolescência e a idade adulta (dos 15 aos 25 anos).

Finalmente, para complementar o meu conhecimento científico nesta área, frequentei algumas sessões formativas (Anexo 3), das quais destaco a reunião interequipas da pedopsiquiatria, pela reflexão acerca de situações de risco atuais, como a violência nas escolas e a relação entre aluno e professor, que podem ter um impacto negativo no bem-estar psicológico dos jovens.

No seu todo, as diferentes atividades enunciadas permitiram-me alcançar os objetivos a que me propus.

b. Medicina Geral e Familiar (4 semanas, de 07/10/2019 a 31/10/2019)

No estágio parcelar de MGF fui integrada na equipa da USF Santo Condestável, sob tutoria da Dra. Carolina Resende. Neste estágio, tracei como objetivo principal a aplicação dos conhecimentos teórico e prático previamente adquiridos no estágio do 5ºano, focando-me no reforço dos princípios da organização da consulta de MGF, assim como nas técnicas de comunicação com recurso à escuta ativa, adotando uma abordagem centrada no doente. Procurei também participar noutras situações que reforçam o papel do médico de família enquanto agente interventivo na promoção da saúde, bem como na prevenção da doença na comunidade.

A prossecução destes objetivos, deu-se, em parte, através do acompanhamento de 150 consultas de diferentes áreas: consultas de Saúde do Adulto (SA), Rastreio Oncológico (RO), Saúde Materna (SM),

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patologia que mais observei foi a HTA Essencial (conforme Anexo 2).Sob supervisão da Dra. Carolina, pude em 6 momentos -em 3 consultas de SA e em 3 de CA- receber o doente e conduzir, na totalidade, a consulta, o que veio contribuir para o cumprimento do primeiro objetivo enunciado, tendomelhorado a minha prestação na entrevista clínica, ea criação de uma relação médico-doente de confiança.

Uma vez por semana, acompanhei a minha tutora e a enfermeira Raquel Silva nas suas deslocações aos domicílios, onde pude colher histórias clínicas sucintas, realizar exames objetivos, fazer medições da glicémia capilar e administrar vacinas da gripe. Neste contexto, observei sobretudo doentes crónicos de idade avançada, com necessidade de cuidados continuados no domicílio, o que veio dar resposta ao segundo objetivo enumerado, de promoção da saúde e prevenção da doença na comunidade.

Por fim, destaco a minha participação na reunião formativa mensal da USF (Anexo 4), onde apresentei a NOC da DGS sobre Prevenção e Tratamento do Défice em Vitamina D, tendo procurado atender à crescente preocupação sobre a necessidade de aconselhar este tipo de suplementação.

c. Pediatria (4 semanas, de 04/11/2019 a 29/11/2019)

No estágio de Pediatria, fui integrada na equipa da UCERN e no Serviço de Gastroenterologia do HDE, sob orientação da Dra. Sara Nóbrega. O meu primeiro objetivo, específico deste estágio, reviu-se na consolidação dos conhecimentos adquiridos do estágio do 5º ano, onde acompanhei sobretudo crianças saudáveis. Para complemento, propus-me explorar as patologias gastrointestinais mais frequentes da pediatria, assim como alguns princípios sobre os cuidados particulares perante crianças dependentes da nutrição parentérica pela sua patologia de base, de que é exemplo a Síndrome de Intestino Curto. Ao longo das quatro semanas, fiquei responsável pela avaliação clínica de 5 doentes internados, o que me permitiu aperfeiçoar as técnicas de anamnese, exame objetivo, escrita de diário clínico e apresentação do(s) doente(s) em reunião de serviço. Por conseguinte, a reavaliação diária dos doentes, completada por formações pedagógicas na UCERN, sobre a Nutrição Parentérica e a Síndrome de Intestino Curto (Anexo 3), contribuíram para concretizar os objetivos a que inicialmente me propus.

Adicionalmente, tive oportunidade de participar em 45 consultas externas de gastroenterologia cujo principal foco incidiu na monitorização de situações hepatobiliares e gastrointestinais específicas de lactentes, crianças e adolescentes (Anexo 2). No que respeita a técnicas, assisti a 12 EDA e 8 colonoscopias, executadas no contexto de patologias como Refluxo Gastroesofágico e Doença Inflamatória Intestinal, que no seu todo, contribuíram para aprofundar o meu conhecimento nesta área. Não menos importante, para rever e aplicar os conceitos do 5ªano, frequentei outras valências da pediatria, participando em consultas do viajante, de imunoalergologia e SU, onde pude colher uma história clínica sobre um caso de intoxicação alcoólica.

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No seminário final de estágio, em conjunto com colegas, apresentei um tema que considero relevante para a prática clínica atual, a Abordagem Médica e Integração Social da Criança Refugiada (Anexo 4).

d. Ginecologia e Obstetrícia (4 semanas, de 02/12/2019 a 10/01/2020)

O estágio parcelar de Ginecologia e Obstetrícia decorreu no HBA, sob a orientação da Dra. Njila Amaral. O objetivo principal para este estágio, focou-se na consolidação dos conhecimentos teóricos e competências práticas adquiridos no estágio do 4º ano, assim como na participação em atividades da especialidade que, nessa altura, ficaram por cumprir.

A revisão e aplicação das competências do 4º ano -das quais destaco o treino do exame ginecológico, da colheita de colpocitologias e do exame objetivo na grávida- cumpriu-se, principalmente, através da minha participação ativa em 33 consultas de ginecologia, em 20 de obstetrícia, e por 4 vezes, no SU/Bloco de Partos. Na área de Ginecologia, a faixa etária mais observada foi mulheres acima dos 50 anos, cujo diagnóstico mais frequente foi o Prolapso de Órgão Pélvicos (consultar Anexo 2). Para completar a avaliação etiológica de causas estruturais nas queixas ginecológicas, participei em 9 consultas de Ecografia Ginecológica. Na vertente da Obstetrícia, avaliei grávidas de baixo e alto risco -complicadas por patologias como HIV, HTA Crónica, Diabetes Gestacional- e um caso de insucesso obstétrico. Ainda dentro desta área, ressalvo a minha passagem pela Enfermaria -onde pude realizar o exame objetivo na puépera e transmitir conselhos sobre os cuidados a ter após a alta hospitalar-, e pela Ecografia Obstétrica, onde acompanhei 8 exames a grávidas de alto risco.

Destaco ainda a participação em 12 consultas de Exame Ginecológico com recurso colposcopia -onde acompanhei sobretudo mulheres encaminhadas por resultados alterados na colpocitologia- e o acompanhamento de 5 cirurgias ginecológicas -principalmente, histerectomias e polipectomias.

No seu todo, as diferentes atividades, incluindo as sessões formativas (Anexos 3) e a minha apresentação final do tema Torção Anexial (Anexos 4), contribuíram para a prossecução dos objetivos definidos.

e. Cirurgia (previstas 8 semanas, de 20/01/2020 a 13/03/2020)

O estágio de Cirurgia, que decorreu no HBA, estava inicialmente proposto para um período de 8 semanas, acabando por não se concretizar a oitava devido às condições impostas pela gravidade da pandemia COVID-19 em Portugal. Inicialmente, estava organizado em: uma primeira semana de aulas teórico-práticas, que incluiu o curso TEAM (Anexo 5.5); quatro semanas de Cirurgia Geral, sob tutoria do Dr. Pedro Amado; uma semana no SU Geral; e, por fim, duas semanas de opcional deGastroenterologia, das quais só se realizou uma, devido à interrupção dos estágios a 06/03/20.

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O principal objetivo deste estágio incidiu na exploração de uma vertente da cirurgia diferente da que acompanhei no 3º ano, passando da patologia cirúrgica da mama, para a gastrointestinal.De uma forma global, preocupei-me em consolidar os conhecimentos de patologias e procedimentos comuns da especialidade, visando uma avaliação adequada do doente no pré e pós-operatório, e em praticar a técnica da sutura cirúrgica.

Ao colaborar diariamente com o meu tutor na dinâmica do Internamento, Consulta Externa, Bloco Operatório, SU e Reuniões de Serviço, foi-me possível concretizar os objetivos a que me propus. Participei em 15 consultas -de primeira avaliação ou de seguimento pós-operatório-, de situações comuns da Cirurgia Geral, como a patologia herniária, e também de patologias mais específicas da gastroenterologia, como a avaliação cirúrgica do Adenocarcinoma do Cólon (conforme Anexo 2). No bloco operatório, assisti a 15 cirurgias programadas, que incidiram sobretudo em patologias benignas da parede abdominal, e a 14 de urgência, especialmente de causas de Abdómen Agudo. Num dos dias de banco, por duas vezes, pude praticar a sutura cirúrgica.

A opcional, veio igualmente contribuir para o reforço dos conhecimentos em gastroenterologia, juntando então à componente cirúrgica a componente clínica e endoscópica desta área.

Por fim, destaco a minha colaboração no trabalho sobre Desafios e Realidades da Prática Clínica Contemporânea (Anexo 4) que seria apresentado no minicongresso final entre alunos e tutores, que devido à pandemia não se realizou.

f. Medicina (previstas 8 semanas, de 16/03/2020 a 15/05/2020)

Os meus últimos meses de formação académica, seriam dedicados ao estágio de Medicina Interna, a ter lugar no HSFX. Tratando-se de uma forma de ensino integrada na componente prática, inicialmente propus-me ao cumprimento dos seguintes objetivos específicos: Treino do raciocínio clínico e de competências práticas, por forma a adquirir progressivamente a capacidade de decisão; Aperfeiçoamento da arte da comunicação com doentes, seus familiares e membros da equipa clínica; Treino de reconhecimento de situações que necessitem de referenciação ou transferência emergente para áreas de diagnóstico e terapêutica diferenciadas; Reforço da abordagem de doentes em fim de vida.

Após tomar conhecimento de que o estágio de Medicina não se iria realizar, e tendo em conta os constrangimentos que a situação pandémica levantou em termos da realidade hospitalar, reformulei os meus objetivos: Integrar-me numa equipa que procurasse responder às necessidades da pandemia; Aprofundar o meu conhecimento na infeção a SARS-coV-2; Divulgar informação científica com aplicabilidade na prática clínica. O primeiro objetivo, foi concretizado mediante a minha integração numa equipa do Banco Alimentar Contra a Fome, através da colaboração na preparação de cabazes de

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alimentos para entrega a instituições de solidariedade (Anexo 11). O segundo e terceiro objetivos, concretizaram-se maioritariamente após a adaptação da UC de Medicina a esta nova realidade, pela realização de um artigo de revisão sobre as Complicações Cardíacas da Infeção por SARS-CoV-2, apresentado via online e submetido na Ata Médica Portuguesa, a aguardar aprovação para publicação. lV. ELEMENTOS VALORATIVOS

Ao longo do Estágio Profissionalizante, como complemento a cada estágio parcelar, e tendo em vista a valorização da minha formação, participei nas seguintes palestras (conforme Anexo 5):

o Os grandes utilizadores da Urgência do Hospital Beatriz Ângelo;

o 8º Simpósio: A Pessoa em criação – Infância, adolescência e vida adulta; o Jornadas de Cardiologia de Lisboa Ocidental;

o Jornadas de Formação da UCF – “Obesidade, Cefaleias e Enurese - Como Orientar e Quando Referenciar”;

o Distúrbios Alimentares;

o História das Pandemias da Humanidade (webtalk).

Ao longo do MIM, procurei também participar noutros projetos clínicos como o Hospital da Bonecada e Rastreios Médicos (Anexos 7 e 8), que me permitissem aproximar da comunidade. Fora do âmbito da Medicina, procurei também participar em Atividades de Voluntariado (Anexos 9-11), das quais destaco a minha participação enquanto voluntária efetiva na ProAtlântico – Associação Juvenil, durante 3 anos letivos (de 2015/2016 a 2017/2018). Aqui, cooperei na organização de dinâmicas de voluntariado, e participei em intercâmbios europeus que visam a discussão de temas de relevo para a sociedade europeia. Por último, e também a nível internacional, participei em:

o Programa ERASMUS+ na Wroclaw Medical University, na Polónia (ano letivo 2017/2018);

o Intercâmbio Científico sobre o tema Brain Iron and Neuroinflammation, no Departement of Anatomy, Faculty of Medicine, Chulalongkorn University em Bangkok, Tailândia (Agosto de 2019).

V- ANÁLISE CRÍTICA

Terminado o último ano do MIM, é tempo de fazer uma reflexão crítica. Nesta análise, reflito acerca do cumprimento dos objetivos inicialmente propostos, e realço o valor de cada estágio e atividade extracurricular na concretização dos mesmos.

No global, considero que os objetivos inicialmente propostos tenham sido cumpridos.

No que concerne ao desenvolvimento das competências clínicas, os estágios de Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria e Cirurgia Geral foram os que mais contribuíram para o treino de procedimentos práticos e do

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raciocínio clínico, uma vez que, diariamente me foi confiada a avaliação de doentes a necessitar de um plano de cuidados.

Os estágios de MGF e Saúde Mental, por seu lado, foram os que mais contribuíram para a prática de uma medicina preventiva, pela sua ampla rede de cuidados com vista à promoção de saúde e bem-estar das comunidades. De facto, considero que esta rede seja essencial para a nossa sociedade, tendo em conta que muitas das famílias portuguesas que acompanhei em domicílios, vivem sem capacidade financeira ou psicológica para acompanhar devidamente um doente crónico. Ao confrontar-me com patologias crónicas e progressivas, e ao compreender o seu impacto a nível da funcionalidade familiar, considero que a postura ativa da integração do clínico na comunidade seja, por isso, fundamental para a resolução adequada dos problemas de saúde física e psicológica dos doentes e respetivas famílias.

No que respeita ao desenvolvimento das competências interpessoais, todos os estágios acabaram por contribuir para melhorar a minha confiança na comunicação com doentes, familiares e profissionais de saúde. Não obstante, realço os estágios de Saúde Mental, MGF e Pediatria enquanto experiências fulcrais para o desenvolvimento de capacidades comunicativas, pelo seu foco de observação mais abrangente: avaliam a pessoa, o contexto familiar e social. De facto, em diversas ocasiões, deparei-me com situações em que o estado de saúde do doente era influenciado pelo contexto famíliar e vice versa. Nestes casos, a adoção de uma abordagem holística, permite ao clínico conseguir mais facilmente estabelecer diagnósticos e obter um maior compromisso terapêutico.

Ainda na vertente das aptidões interpessoais, realço que desde o início do MIM procurei participar em atividades que contribuíssem para a estruturação de competências de comunicação, as quais se viessem refletir na minha atividade clínica. Assim, destaco a minha atividade enquanto voluntária em várias associações, a última das quais, decorrida em junho de 2020, no Banco Alimentar, que visou contribuir de forma ativa para a minimização da precaridade em tempos de pandemia.

No sentido de preencher lacunas de conhecimento nas diferentes áreas, e priorizando informação atualizada e cientificamente relevante, participei em diversas formações e conferências (presentes em Anexo 5). Mesmo na fase de confinamento, face ao surto epidemiológico COVID-19, procurei aprofundar o meu conhecimento nesta área, de forma a compreender cientificamente a sua origem e procurar formas de a combater. Consciente deste objetivo, elaborei o Artigo de Revisão Complicações Cardíacas da Infeção por SARS-CoV-2 que poderá vir a ter influência na prática clínica.

Olhando para trás, e no que concerne aos objetivos inicialmente propostos, considero que no estágio de MGF, o desenvolvimento de autonomia não foi totalmente atingido, o que em parte se pode explicar pela indisponibilidade de gabinetes suficientes para a prática de consultas. Por outro lado, considero que a

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realização do estágio de Medicina Interna teria sido fundamental para desenvolver, de entre outras competências, a minha capacidade para tomar decisões, lacuna que espero vir a colmatar no Internato de Formação Geral, onde estão previstos 4 meses de Medicina Interna.

Não poderia terminar, sem fazer referência a alguns elementos estruturantes na minha formação profissional, e que complementam o cumprimento dos objetivos a que me propus. A minha experiência de Erasmus, durante o primeiro semestre do 4ºano de Medicina, na Wroclaw Medical Student (Polónia), permitiu-me conhecer outra realidade cultural, que se traduz numa forma de ensino diferente. Outra experiência igualmente gratificante, tanto a nível pessoal como académico, foi o intercâmbio na Chulalongkorn University (Tailândia), na área científica, visando compreender os princípios da investigação para o sucesso de novas descobertas médicas, e a minha familiarização na execução de técnicas comuns a esta atividade, como a Western Blot e a Polymerase Chain Reaction.

Termino, assim, este ano com uma mistura de sentimentos. Se por um lado, tenho muita vontade de começar a trabalhar naquilo a que me dediquei e propus durante 6 anos de formação, por outro, tenho um receio avassalador de não estar à altura do desafio. Um desafio que se revela intemporal, e que independentemente do século e da evolução da humanidade, abala-nos como se a todos afetasse, e as certezas retirasse. Já Arundhati Roy, escritora e novelista indiana disse: "Qual não é o cientista ou médico que não reza secretamente por um milagre? Qual não é o padre, que mesmo secretamente, não se rende à ciência?”

Não obstante os números que disparam nos gráficos, no final do dia, sei hoje, mais do que nunca, que a medicina acima de uma profissão, é uma missão: pelo doente e pela humanidade. E se por um lado temo e tremo interiormente pela incerteza, nasce em mim uma vontade crescente de começar a fazer parte da solução. É chegada a hora de colocar as máscaras e os óculos, vestir as batas, calçar as luvas, e avançar. Com medo, ou sem medo, chega agora a minha oportunidade de agir.

A pandemia é um portal entre tempos distintos, de costumes e doutrinas diferentes, mas onde a missão continua e continuará a ser a mesma: dar continuidade à humanidade.

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Vl. ANEXOS

Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 1: Cronograma;

Anexo 2: Casuística das patologias mais observadas, em consulta externa; Anexo 3: Sessões formativas;

Anexo 4: Trabalhos e apresentações efetuados; Anexo 5: Cursos e Conferências:

5.1 Os grandes utilizadores da Urgência do Hospital Beatriz Ângelo;

5.2 8º Simpósio: A Pessoa em criação – Infância, adolescência e vida adulta; 5.3 Jornadas de Cardiologia de Lisboa Ocidental;

5.4 Jornadas de Formação da UCF: Obesidade, Cefaleias e Enurese - Como Orientar e Quando Referenciar;

5.5 Curso TEAM;

5.6 Distúrbios Alimentares;

5.7 História das Pandemias da Humanidade (webtalk).

Anexo 6: Tabela de Auto-avaliação.

Atividades Extracurriculares

Anexo 7: Certificado de participação em rastreios médicos;

Anexo 8: Certificado de participação no projeto Hospital da Bonecada; Anexo 9: Certificado de voluntariado na associação Move-te Mais;

Anexo 10: Certificado de voluntariado na associação ProAtlântico – Associação Juvenil; Anexo 11: Certificado de voluntariado no Banco Alimentar Contra a Fome.

Intercâmbios Internacionais

Anexo 12: Certificado de participação no programa ERASMUS+;

Anexo 13: Certificado de participação no Intercâmbio Científico – Brain, Iron and

Neuroinflammation;

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 1: Cronograma.

DATAS ESTÁGIO PARCELAR LOCAL ORIENTADOR

09/09/19 a 04/10/19 Saúde Mental Clínica da Juventude CHPL

Dr. Henrique Pereira

07/10/2019 a 31/10/2019 Medicina Geral e

Familiar USF Santo Condestável Dra. Carolina Resende

04/11/2019 a 29/11/2019 Pediatria UCERN e Serviço de

Gastroenterologia HDE

Dra. Sara Nóbrega

02/12/2019 a 10/01/2020 Ginecologia e

Obstetrícia Serviço de Ginecologia e Obstetrícia HBA

Dra. Njila Amaral

20/01/2020 a 13/03/2020 Cirurgia Serviço de Cirurgia

HBA Dr. Pedro Amado

16/03/2020 a 15/05/2020 Medicina Serviço de Medicina IIl

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 2: Casuística das patologias mais observadas, em consulta externa.

Saúde Mental Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção, Perturbações da Ansiedade e do Humor.

Medicina Geral e

Familiar Consulta Saúde do Adulto: Hipertensão Arterial Essencial, Dislipidémia, Diabates Mellitus tipo 2.

Pediatria Lactentes:

o Atrésia das Vias Biliares, em pós-status cirúrgico - Cirurgia de Kasay; Crianças:

o Obstipação de causa funcional; Adolescentes:

o Hepatite Auto-Imune tipo 1.

Ginecologia e

Obstetrícia Prolapso de Órgãos Pélvicos; Incontinência Urinária de Esforço e de Urgência. Cirurgia Patologia Herniária; Adenocarcinoma do Cólon; Pancreatite Aguda Litiásica.

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 3: Sessões formativas.

ESTÁGIO PARCELAR TEMA CONTEXTO

Saúde Mental - Uso de Anti-Psicóticos na Pedopsiquiatria. Sessão formativa destinada a IFE de Psiquiatria da Infância e da

Adolescência

- Risco Clínico;

- Obrigatoriedade do Ensino Escolar, Dimensões da Violência na Escola, e a Relação entre Professor/Aluno.

Sessão mensal interequipas no HDE

Medicina Geral e Familiar - Recusa ao plano Nacional de Vacinação;

- Avaliação da Performance Clínica – Videogravação de uma Consulta;

Reunião formativa da USF Santo Condestável

Pediatria -Discussão de casos clínicos. Reunião multidisciplinar diária do HDE

- Síndrome de Intestino Curto; - Nutrição Parentérica.

Sessões formativas na UCERN destinada a alunos de Medicina e a

IFG Ginecologia e Obstetrícia - Anemia Ferropénica na Gravidez;

- Distócia de Ombros;

- Tratamento Cirúrgico do Septo Uterino;

- FIGO Review of statements on use of synthetic prolapse and stress urinary incontinence.

Sessões formativas de obstetrícia e de ginecologia em reuniões de

serviço

Cirurgia - Testemunhos de formação Cirúrgica no Estrangeiro;

- A evolução da inteligência artificial e o seu contributo para a área cirúrgica.

Sessão formativa do serviço de Cirugia Geral no HBA

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 4: Trabalhos e apresentações efetuados.

ESTÁGIO PARCELAR TEMA GRUPO (se aplicável)

Medicina Geral e Familiar - Norma da DGS: Prevenção e Tratamento do Défice em

Vitamina D.

-Pediatria - Abordagem Médica e Integração Social da Criança Refugiada.

Carolina Correia, Raquel Silva, Rita Cartucho

Ginecologia e Obstetrícia - Torção Anexial. Gonçalo Pereira, Rita Cartucho Cirurgia - Desafios e Realidades da Prática Clínica

Contemporânea

Carolina Cerca, Catarina Gama, Rita Cartucho

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 5.1: Os grandes utilizadores da Urgência do Hospital Beatriz Ângelo.

Os grandes utilizadores do Serviço de Urgência

— Certificado de Participação

EMITIDO POR:

Hospital da Luz Learning Health Avenida Marechal Teixeira Rebelo, 20 1500-427 Lisboa NOME Rita Cartucho DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 1426619 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5d9b765da6fac Evento

Os grandes utilizadores do Serviço de Urgência

10-10-2019 20:00 ® 10-10-2019 22:00 - Duração: 2 horas

Os "Grandes Utilizadores" do Serviço de Urgência do Hospital Beatriz ângelo, será o tema em análise neste encontro para médicos que se realiza no dia 10 de outubro no auditório deste hospital e que conta com a presença de especialistas na matéria.

PALESTRANTES

learninghealth.up.events

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 5.2:

8º Simpósio: A Pessoa em criação – Infância, adolescência e vida adulta.

Para os devidos efeitos certifica-se que

Rita Cartucho

Participou no 8º Simpósio do Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando da Fonseca, que decorreu nos dias 18 e 19 de outubro de 2019, no hotel Vip Executive Entrecampos.

Lisboa, 19 de outubro de 2019

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 5.4: Jornadas de Formação da UCF: Obesidade, Cefaleias e Enurese - Como

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 5.5: Curso TEAM.

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 5.6: Distúrbios Alimentares.

Distúrbios Alimentares

— Certificado de Participação EMITIDO POR:

AEFCM - Associação de Estudantes da NOVA Medical School Campo Mártires da Pátria, 130

1169-056 Lisboa NOME Rita Cartucho DOCUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO 1426619 CÓDIGO DE CERTIFICADO C-5e585e4c8cc80 Evento Distúrbios Alimentares 05-03-2020 18:00 ® 05-03-2020 20:00 - Duração: 2 horas

Para dar continuidade ao ciclo de palestras sobre Saúde Mental - Into the Mind - vais ter a oportunidade de aprender mais sobre Distúrbios Alimentares no dia 5 de Março (quinta-feira), pelas 18h num auditório a definir.

Com uma prevalência significativa, as alterações do comportamento alimentar (desde a Anorexia Nervosa ao Binge Eating Disorder) estão presentes em muitas das pessoas que nos rodeiam, pelo que se torna imperativo estarmos atentos aos seus fatores de risco e sinais de alerta.

aefcm.up.events

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Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

(25)

Estágios Parcelares do Estágio Profissionalizante

Anexo 6: Tabela de Auto-avaliação.

COMPETÊNCIAS CLÍNICAS

- Na abordagem ao doente

Nível alcançado

1 2 3

Colheita de história clínica X

Avaliação do estado mental X

Prática de exame objetivo X

Elaboração de um raciocínio clínico X

Reconhecimento da gravidade clínica da situação X

Proposta de hipóteses de diagnóstico X

Escolha dos Meios Complementares de Diagnóstico (MCDT) X

Correta interpretação dos resultados dos MCDT X

Proposta de terapêuticas adequadas X

Promoção da saúde a nível individual e da comunidade X

COMPETÊNCIAS CLÍNICAS

- Em procedimentos práticos

Medir sinais vitais (Temperatura corporal, Tensão arterial,

Frequência cardíaca, Frequência respiratória, Dor) X

Monitorizar a SpO2 X

Administrar oxigénio suplementar X

Medir Glicose Capilar X

Algaliar o doente X

Realizar e interpretar eletrocardiogramas X

Realizar punções venosas X

Administrar terapêutica intravenosa X

(26)

*De acordo com l. OBJETIVOS, complementados com pré-requisitos enunciados nos documentos O Licenciado Médico em Portugal, The Tunning Project - Learning Outcomes/Competences for Undergraduate Medical Education in Europe e Do injustificável ao ajustado - Notas sobre terapêuticas e exames complementares de diagnóstico a pedido dos doentes (Revista Portuguesa de Medicina Geral e Familiar).

Legenda:

o Nível 1 – Conhecimento/compreensão das razões para a realização da competência/procedimento. Capacidade limitada à observação ou auxílio na realização;

o Nível 2 – Capacidade de realizar a competência/procedimento sob supervisão; o Nível 3 – Capacidade de realizar a competência/procedimento sem supervisão.

Manter condições de assepsia X

Avaliar e tratar feridas X

Realizar sutura cirúrgica X

Explicar a técnica de colheita de urina para analise sumária X

COMPETÊNCIAS CLÍNICAS

- Em contexto da medicina baseada na evidência

Reconhecer a importância da investigação científica X

Aplicar a evidência científica na prática X

Definir e realizar uma pesquisa de literatura apropriada X

Avaliar criticamente literatura médica publicada X

COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS

- Em qualquer contexto da prática clínica

Comunicar adequadamente com o doente e familiares, tendo em

conta as suas crenças culturais, religiosas e contexto social X

Priorizar a decisão terapêutica partilhada entre médico/doente

(Modelo Centrado no Paciente) X

(27)

Atividades Extracurriculares

Anexo 7: Certificado de participação em rastreios médicos.

A AEFCM certifica que RITA CARTUCHO participou nos RASTREIOS MÉDICOS organizados pelo Projeto MarcaMundos 2.0 do Departamento de Responsabilidade Social da AEFCM, nos dias 24, 25 e 26 de Novembro, com a duração de 2 horas.

____________________________ _____

Inês Machado

Representante do Projeto MarcaMundos

____________________________ _____

Marta Mendes Lopes Vice-Presidente da AEFCM

(28)

Atividades Extracurriculares

Anexo 8: Certificado de participação no projeto Hospital da Bonecada.

(29)

Atividades Extracurriculares

Anexo 9: Certificado de voluntariado na associação Move-te Mais.

PRESIDENTE SECRETÁRIA DA DIREÇÃO

Para os devidos efeitos, a Associação Move-te Mais certifica que

Rita Maria Vieira Cartucho

Portador(a) do Cartão de Cidadão nº 14926614,

participou como voluntário(a) na actividade Apoio na Confeção de Refeições no CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo, no dia 26/10/2018, num total de 2 horas.

(30)

Atividades Extracurriculares

Anexo 9: Certificado de voluntariado na associação Move-te Mais.

PRESIDENTE SECRETÁRIA DA DIREÇÃO

Para os devidos efeitos, a Associação Move-te Mais certifica que

Rita Maria Vieira Cartucho

Portador(a) do Cartão de Cidadão nº 14926614,

participou como voluntário(a) na atividade Distribuição de Refeições

no CASA – Centro de Apoio ao Sem Abrigo, no dia 26/10/2018, num total de 3 horas. Lisboa, 27 de Outubro de 2018

(31)

Atividades Extracurriculares

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Atividades Extracurriculares

Anexo 10: Certificado de voluntariado na associação ProAtlântico – Associação

(33)

Atividades Extracurriculares

Anexo 10: Certificado de voluntariado na associação ProAtlântico – Associação

(34)

Atividades Extracurriculares

Anexo 10: Certificado de voluntariado na associação ProAtlântico – Associação

(35)

Atividades Extracurriculares

(36)

Intercâmbios Internacionais

Anexo 12: Certificado de participação no programa ERASMUS+.

(37)
(38)

Intercâmbios Internacionais

Anexo 13: Certificado de participação no Intercâmbio Científico – Brain, Iron and

(39)

Intercâmbios Internacionais

Anexo 14: Certificado de participação em Intercâmbios Juvenis Europeus.

(40)
(41)

Intercâmbios Internacionais

(42)

Referências

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