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Exercicios resolvidos

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Academic year: 2021

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Rochas Ígneas, Metamórficas e

Rochas Ígneas, Metamórficas e SedimentareSedimentaress 01) Quais são as

01) Quais são as diferenças entre rochas ígneas extrusivas e intrusivasdiferenças entre rochas ígneas extrusivas e intrusivas

O magma pode se solidificar dentro da crosta terrestre, a vários quilômetros de profundidade, O magma pode se solidificar dentro da crosta terrestre, a vários quilômetros de profundidade, formando as rochas intrusivas, esse resfriamento ocorre de forma lenta, dando a

formando as rochas intrusivas, esse resfriamento ocorre de forma lenta, dando a possibilidade depossibilidade de os cristais se desenvolverem sucessivamente e formando uma textura eqüigranular fanerítica, os cristais se desenvolverem sucessivamente e formando uma textura eqüigranular fanerítica,  pelo fato dos

 pelo fato dos minerais serem bem formados minerais serem bem formados e de tae de tamanho grande, milimétricos a manho grande, milimétricos a centimétricos.centimétricos. Em outras condi!es geol"gicas, o magma pode extravasar na superfície formando rochas Em outras condi!es geol"gicas, o magma pode extravasar na superfície formando rochas extrusivas, assim se o magma passa bruscamente do estado líquido para o estado s"lido, forma# extrusivas, assim se o magma passa bruscamente do estado líquido para o estado s"lido, forma# se a textura vítrea, por

se a textura vítrea, por n$o haver tempo suficiente para a n$o haver tempo suficiente para a cristali%a$o dos minerais.cristali%a$o dos minerais. 0!) Quais são as

0!) Quais são as diferenças de metamorfismo regiona" e de contatodiferenças de metamorfismo regiona" e de contato O

O metamorfismo regional desenvolve#se em grandes extens!es e profundidades na crosta, e metamorfismo regional desenvolve#se em grandes extens!es e profundidades na crosta, e estáestá relacionado a cintur!es orog&nicos nos limites de placas convergentes. 's transforma!es relacionado a cintur!es orog&nicos nos limites de placas convergentes. 's transforma!es metam"rficas s$o geradas pela a$o combinada da temperatura, press$o litostática e press$o metam"rficas s$o geradas pela a$o combinada da temperatura, press$o litostática e press$o dirig

dirigida. 's rochas s$o fortemenida. 's rochas s$o fortemente te dobradobradas das e e falhafalhadas, e das, e sofresofrem recristalim recristali%a$o%a$o, , formformandoando novas texturas e associa!es minerais estáveis nas novas condi!es, geralmente apresentam novas texturas e associa!es minerais estáveis nas novas condi!es, geralmente apresentam estrutura foliada.

estrutura foliada.

O metamorfismo de contato é influenciado apenas pela temperatura. Este tipo de metamorfismo O metamorfismo de contato é influenciado apenas pela temperatura. Este tipo de metamorfismo é caracteri%ado (unto ao contato, sob

é caracteri%ado (unto ao contato, sob influ&ncia do calor cedido por uma influ&ncia do calor cedido por uma intrus$o magmática queintrus$o magmática que corte uma sequ&ncia de rochas sedimentares encaixantes, podendo ser metam"rficas ou ígneas. corte uma sequ&ncia de rochas sedimentares encaixantes, podendo ser metam"rficas ou ígneas. 0#)

0#) $iste tr%s si"icatos comuns encontrados em cada $iste tr%s si"icatos comuns encontrados em cada gru&o de rochas ígneas, metamórficasgru&o de rochas ígneas, metamórficas e

e sedimentaressedimentares''

)ochas *gneas+ quart%o, feldspatos e mica. )ochas *gneas+ quart%o, feldspatos e mica. )ochas edimentares+ quart%o, feldspatos e

)ochas edimentares+ quart%o, feldspatos e argilo#minerais.argilo#minerais. )ochas -etam"rficas+ quart%o, feldspatos e mica.

)ochas -etam"rficas+ quart%o, feldspatos e mica. 0()

0() os tr%s ti&os de rochas, *uais se formam na su&erfície terrestre *uais se formam noos tr%s ti&os de rochas, *uais se formam na su&erfície terrestre *uais se formam no interior da crosta terrestre

interior da crosta terrestre

nterior+ rochas ígneas intrusivas e rochas metam"rficas. nterior+ rochas ígneas intrusivas e rochas metam"rficas. uperfície+ rochas ígneas extrusivas e

uperfície+ rochas ígneas extrusivas e rochas sedimentares.rochas sedimentares.

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0+) Que &rocessos geo"ógicos transformam uma rocha sedimentar em uma ígnea

e a rocha sedimentar for exposta a um aumento de temperatura pela intensifica$o do processo de subsid&ncia, a rocha poderá se fundir total ou parcialmente, formando uma rocha ígnea. 0) escreva os &rocessos geo"ógicos &e"os *uais uma rocha ígnea - transformada em metamórfica e então ex&osta a erosão'

's rochas ígneas podem ser transformadas em metam"rficas desde sofram os efeitos da press$o, da temperatura e da a$o de fluidos profundos reativos, ricos sílica, álcalis, alumina, entre outros, originados da pr"pria rocha em transforma$o metam"rfica. 0ualquer rocha situada nas  profunde%as da crosta pode sofrer o processo de levantamento, originado de esforos provindos do manto superior que se movimenta continuamente, devido 1s varia!es térmicas que ocorrem em profundidade. 2 medida que se elevam as rochas da crosta siálica, a eros$o remove as camadas superiores.

0.) / *ue determina as &ro&riedades dos vrios ti&os de rochas *ue se formam nas &rofundeas e na su&erfície da 2erra

's propriedades da rocha dependem da press$o e temperatura a que est$o expostas durante a forma$o da rocha, o tempo que ela demora a solidificar que interfere diretamente na forma$o ou n$o de cristais, ainda a quantidade de minerais presentes na rocha que ir$o influenciar na cor  e no tamanho.

 03) Quais são e como se formam os tr%s ti&os de rochas

's rochas ígneas se formam a partir do resfriamento do magma, sendo que este magma pode ser  resultado da fus$o de rochas (á existentes no manto ou na superfície. Os produtos resultantes da destrui$o das rochas s$o transportados pelos diversos fluidos 3água, gelo, vento4, acionados  pelo calor solar e pela gravidade, cessada a energia transportadora, s$o depositados nas regi!es mais baixas da crosta, podendo formar pacotes rochosos com milhares de metros de espessura, constituindo as rochas sedimentares. 's rochas metam"rficas s$o resultado da transforma$o de rochas ígneas e sedimentares, em níveis mais profundos, onde a temperatura e a press$o s$o maiores, há presena de fluidos reativos, quando as rochas se adaptam ao novo ambiente, forma#se as rochas metam"rficas.

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04) 5omo a tect6nica de &"acas ex&"ica o &"utonismo

Entende#se por plutonismo os fenômenos magmáticos que ocorrem nas profunde%as da crosta terrestre, no qual o magma é resfriado no interior da 6erra, tal processo denominado de intrus!es liga#se diretamente 1 orog&nese, processo no qual, duas placas tectônicas confrontam# se e d$o origens as cadeias de montanhas, quando acontece a orog&nese as massas magmáticas colocam#se no espao, podendo formar#se duas categorias+

ntrusiva sinorogenética+ se forma durante a movimenta$o orogenética. ntrusiva p"s#orogenética+ formada ap"s a movimenta$o.

7ntem&erismo e So"os 01) / *ue - intem&erismo e *uais são os contro"es geo"ógicos

7 o con(unto de modifica!es de ordem física 3desagrega$o4 e química 3decomposi$o4 que as rochas sofrem ao aflorar na superfície da 6erra. Os fatores que controlam a a$o do intemperismo s$o o clima, que se expressa na varia$o sa%onal da temperatura e na distribui$o das chuvas, o relevo que influencia no regime de infiltra$o e drenagem das águas pluviais, a fauna e a flora, que fornecem matéria org8nica para rea!es químicas e remobili%am materiais, a rocha parental, que, segundo sua nature%a, apresenta resist&ncia diferenciada aos processos de altera$o intempérica e, finalmente, o tempo de exposi$o da rocha aos agentes intempéricos. 0!) 5omo o intem&erismo *uímico atua

9iferentemente do ambiente onde a maioria das rochas foi formada, a superfície da 6erra possui  press!es e temperaturas baixas, além de ser rica em água e oxig&nio: assim quando essas rochas atingem a superfície, seus minerais entram em desequilíbrio e ocorrem rea!es químicas transformando#os em minerais mais estáveis ao novo ambiente.

0#) Quais são os &rocessos do intem&erismo físico

6odos os processos que causam desagrega$o das rochas, com separa$o dos gr$os minerais antes coesos e com sua fragmenta$o, transformando a rocha inalterada em material descontínuo e friável, constituem o intemperismo físico.

's varia!es de temperatura ao longo dos dias e das noites causam expans$o e contra$o térmica nas rochas, fragmentando os gr$os minerais: os minerais com diferentes coeficientes de dilata$o térmica comportam#se de forma diferente a varia$o de temperatura, originando um

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deslocamento relativo entre os cristais. Outro fator que pode causar expans$o ou contra$o,  (untamente com a varia$o térmica provoca enfraquecimento e fragmenta$o das rochas.

'o congelar a água nas fissuras das rochas, aumenta o volume, causando esforos que aumentam a rede de fraturas e fragmentam a rocha. ' cristali%a$o de sais dissolvidos nas águas de infiltra$o também pode chegar a exercer grandes press!es sobre a parede das rochas.

0() e *ue modo os so"os se formam como &rodutos do intem&erismo

' forma$o do solo ocorre quando as modifica!es causadas nas rochas pelo intemperismo, além de serem químicas e mineral"gicas, tornam#se, sobretudo estruturais, com importante reorgani%a$o e transfer&ncia dos minerais formadores do solo, principalmente argilominerais e oxidohidr"xidos de ferro e de alumínio, entre os níveis superiores do manto de altera$o. ' fauna e a flora desempenham papel fundamental, ao reali%arem suas fun!es vitais, modificam e movimentam imensas quantidades de material, mantendo a superfície do solo aerada e renovada.

0+) / *ue as diversas rochas uti"iadas nos monumentos &odem nos dier so8re o intem&erismo

' cristali%a$o de sais dissolvidos nas águas de infiltra$o é uns dos principais problemas que afetam os monumentos, os sais como cloretos, sulfatos e carbonatos precipitam nas fissuras das rochas e s$o dissolvidos pelas subst8ncias percolantes das chuvas, assim monumentos com esses minerais est$o expostos a esse tipo de intemperismo, dependendo do clima e do mineral que o monumento é composto pode#se saber a que tipo de intemperismo estará propenso.

0) 5omo a chuva a8undante afeta o intem&erismo

' intensidade do intemperismo químico aumenta com a pluviosidade, resultando em um solo com maior teor de minerais secundários. 0uanto maior a disponibilidade de água e mais freqüente for sua renova$o, mais completas ser$o as rea!es químicas do intemperismo.

0.) Qua" das duas rochas a"tera mais r&ido, o granito ou o ca"crio

<alcário. ' altera$o intempérica das rochas depende da nature%a dos minerais que a constituem, assim uma rocha silicática como o granito, com quart%o como um dos principais

=

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minerais é mais resistente ao intemperismo que uma rocha composta basicamente de calcita como o calcário.

03) 5omo o intem&erismo físico inf"uencia o intem&erismo *uímico

O intemperismo físico pode causar a quebra das rochas, devido 1 press$o que as raí%es fa%em nas fissuras das rochas. 'o fragmentar uma rocha, aumenta a superfície exposta 1 água e o ar, facilitando o intemperismo químico.

04) 5omo o c"ima inf"uencia o intem&erismo *uímico

' temperatura e a precipita$o regulam a velocidade e a nature%a das rea!es químicas. ' intensidade do intemperismo químico aumenta com a pluviosidade, resultando em um solo com maior teor de minerais secundários. 0uanto maior a disponibilidade de água e mais freqüente for sua renova$o, mais completas ser$o as rea!es químicas do intemperismo. >á a temperatura condiciona a a$o da água, acelerando as rea!es químicas, aumentando a evapora$o e redu%indo a quantidade de água disponível para a lixivia$o dos produtos sol?veis.

10) Quais são os &rinci&ais fatores *ue contro"am a formação dos diferentes ti&os de so"os O solo é identificado como um material que evolui no tempo, sob a a$o dos fatores ativos como clima, vegeta$o, topografia e biosfera.

11) / *ue ace"era a erosão do so"o

' eros$o é um processo natural de desagrega$o, decomposi$o, transporte e deposi$o de materiais de rochas e solos. <ontudo, a a$o humana sobre o meio ambiente, como o desmatamento, a agricultura, obras urbanas, contribui exageradamente para a acelera$o do  processo, tra%endo como conseqü&ncias, a perda de solos férteis, a polui$o da água, o assoreamento dos cursos d@água e reservat"rios e a degrada$o e redu$o da produtividade global dos ecossistemas terrestres e aquáticos.

1!) 9oc% est &"ane:ando uti"iar "a:otas de ca"crio &o"ido &ara erigir monumentos na cidade de ;ato <ranco =c"ima chuvoso e frio) e na cidade de Sa"vador =c"ima seco e *uente)' 5omo voc% acha *ue vai ficar a a&ar%ncia de cada um desses monumentos da*ui a cem anos

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O calcário é composto de calcita que é um mineral suscetível ao intemperismo químico, assim aliado a alta pluviosidade esse processo é acelerado. Em locais com baixa pluviosidade e altas temperaturas, o intemperismo tanto físico como químico é muito leve, assim daqui a 5// anos as la(otas calcárias teriam sofrido poucas modifica!es em alvador: (á em locais com alta  pluviosidade e baixas temperaturas tem#se um intemperismo químico de forte a moderado:  portanto em Bato Cranco, as la(otas seriam fortemente atingidas pelo intemperismo, (á que seus

minerais expostos a um clima chuvoso iriam reagir quimicamente.

1#) >o centro de ;ato <ranco, voc% &ode encontrar dois ti&os de so"os desenvo"vidos em um mesmo ti&o de su8strato rochoso? um tem 10 mi" anos e o outro, (0 mi" anos' Que diferença voc% es&eraria encontrar em suas com&osiç@es ou &erfis

olos de um mesmo substrato rochoso apresentam as mesmas características. ' diferena estaria que o solo mais velho teria sofrido um processo erosivo maior que o solo mais novo. <omo a  partir da rocha parental as camadas de solo mais (ovens v$o se sobrepondo, o solo mais novo

estaria locali%ado acima do solo mais velho.

1() Qua" das duas rochas voc% es&eraria *ue se a"terasse mais r&ido, o granito ou o 8asa"to Que fatores inf"uenciaram sua esco"ha

'nalisando a composi$o mineral"gica do granito e do basalto, e sabendo que alguns minerais s$o mais propensos ao intemperismo, eu esperaria que o basalto que é composto basicamente feldspato, pirox&nio e olivina se alterasse primeiro, do que o granito que apresenta quart%o em sua composi$o. O basalto, ainda apresenta um n?mero elevado de fraturas facilitando a decomposi$o.

1+) ;or *ue voc% es&eraria *ue uma rodovia "oca"iada em uma região Amida e fria e feita de concreto =rocha artificia") mostrasse tend%ncia a rachar e desenvo"ver uma su&erfície rugosa e desnive"ada, mesmo não estando su:eita a trfego &esado

Em regi!es com alta umidade e baixas temperaturas, há um clima propício para o intemperismo químico. ' água em contato solubili%aria os minerais presentes no concreto, quebrando assim a rela$o água cimento, o que torna o concreto menos resistente a qualquer esforo sobre seu  perfil.

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1) /rdene as rochas a seguir de acordo com a ra&ide com *ue e"as se a"teram num c"ima Amido e *uente? um arenito de &uro *uarto, um ca"crio de &ura ca"cita, um granito e um de&ósito de sa"Bgema =ha"ita, >a5")'

9ep"sito de sal#gema, calcário, granito e arenito.

Cguas Su&erficiais

01) 5omo a gua escoada &or um rio erode a rocha dura e trans&orta e de&osita o sedimento

O processo de eros$o da rocha pela água pode acontecer de várias maneiras, por abras$o, corros$o e por cavita$o. ' abras$o relaciona#se com o atrito sobre as rochas: a corros$o dissolve os materiais sol?veis por processos químicos entre a água e a rocha: e na cavita$o a rocha é erodida pela alta velocidade do fluido escoado que aumenta a press$o nas paredes do canal, facilitando a fratura.

' água transporta subst8ncias de várias maneiras+ a4 Em solu$o+ quando a água ao percolar as rochas pode dissolver diversas subst8ncia que s$o levadas aos mares ou aos lagos: b4 Em suspens$o+ onde a água corrente possui a capacidade de manter em suspens$o partículas s"lidas graas 1 velocidade e ao grau de turbul&ncia: c4 Bor arrastamento e por saltos+ onde graas ao movimento das águas fluviais, verifica#se uma press$o hori%ontal sobre o leito do rio, quando o leito é instável ele é movimentado pela fora da água.

0!) 5omo os va"es f"uviais e seus canais e as &"anícies de inundação evo"uem

9urante períodos com uma pluviosidade menor, o rio ocupa apenas o leito va%ante, quando há uma maior precipita$o a margem do rio sobe preenchendo o leito menor e nas cheias, ocorre inunda$o, ou se(a, o rio atinge o seu leito maior 3planície de inunda$o4. O transporte e sedimenta$o de materiais propiciam o aumento ou redu$o das margens dos rios e do leito maior e também a forma$o dos diques.

0#) 5omo um &erfi" "ongitudina" de um rio re&resenta o e*ui"í8rio entre a erosão e a sedimentação

O perfil longitudinal de um rio está ligado com a diferena de altitude entre a nascente e a conflu&ncia com outro rio, ou se(a, sua inclina$o. 0uanto maior a inclina$o maior a velocidade de escoamento, assim se a velocidade de transporte de sedimentos for elevada,

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haverá a eros$o das margens e do fundo do rio, se a velocidade for muito baixa, os sedimentos ficar$o depositados. O equilíbrio entre eros$o e sedimenta$o ocorre onde a inclina$o é suficiente para transportar todos os sedimentos.

0() e *ue forma as redes de drenagem tra8a"ham como sistemas de co"eta e os de"tas, como sistemas de distri8uição de gua e sedimento

's redes de drenagem coletam os sedimentos a montante da bacia, transportando até (usante, o delta. O delta distribui a água e sedimentos, pois est$o locali%ados nos pontos em que o canal deságua em cursos dFágua maiores ou no oceano, formando uma deposi$o de sedimentos tra%idos até aquele ponto.

0+) 5omo a ve"ocidade determina se um determinado f"uxo - "aminar ou tur8u"ento

0uanto maior a velocidade, maior será o fluxo. O fluxo laminar raramente ocorre em águas superficiais: devido 1 diferena de velocidade, um rio pode possuir um fluxo turbulento em quase toda sua largura e laminar nas bordas que possuem velocidade menor, devido ao atrito com o leito.

0) 5omo o tamanho de uma &artícu"a sedimentar afeta a sua ve"ocidade de decantação no "eito de uma corrente de gua

Bartículas menores e arredondadas possuem maior velocidade de decanta$o que as em forma de discos, assim como os materiais mais pesados sedimentam mais rápido que os mais leves. 0.) Que ti&o de estratificação caracteria uma marca ondu"ada ou uma duna

's marcas indicativas de deposi$o em águas correntes chamadas Gripple marHsI ou marcas onduladas s$o formadas nos sedimentos arenosos, podendo formar marcas assimétricas da qual é possível dedu%ir#se a dire$o da corrente%a através da estratifica$o cru%ada.

03) Dm *ue se diferenciam os canais f"uviais entre"açados e meandrantes

<anais meandrantes+ s$o canais sinuosos, constituindo um padr$o característico de rios com gradiente moderadamente baixo, cu(as cargas em suspens$o e de fundo encontram#se em quantidades mais ou menos equivalentes. <aracteri%am#se por fluxo continuo e regular,  possuindo, em geral, um ?nico canal.

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<anais entrelaados+ se formam de sucessivas ramifica!es que se unem, as intensas descargas o caracteri%am pela presena de sedimentos grossos, possui leito largo e raso.

04) ;or *ue a &"anície de inundação tem esse nome

's planícies de inunda$o s$o terras planas, locali%adas pr"ximas ao leito menor do rio, elas recebem esse nome, pois no período de cheias, o escoamento do curso dFágua excede a capacidade do canal, inundando essa planície: também chamada de leito maior.

10) / *ue - um di*ue natura" e como - formado

Bequeno banco aluvial, contíguo ao canal de um curso de água, composto por sedimentos depositados por eventos de cheia que transbordaram as margens do canal. Kormado por dep"sito de sedimentos eLou detritos, disposto ao longo das margens, controlando o curso de suas águas. 11) / *ue - vaão de um rio e como e"a varia com a ve"ocidade

' va%$o varia diretamente proporcional a velocidade de escoamento, sendo a va%$o igual ao volume de água escoado em uma determinada se$o do rio, pelo tempo de escoamento.

1!) 5omo - definido o &erfi" "ongitudina" de um rio

O perfil longitudinal de um rio está intimamente ligado ao relevo, pois corresponde 1 diferena de altitude entre a nascente e a conflu&ncia com outro rio. Bor isso, ao analisar o perfil longitudinal, é possível constatar sua declividade ou gradiente altimétrico, pois se trata de uma rela$o visual entre a altitude e o comprimento de um determinado curso dFágua.

1#) Qua" o ti&o de rede de drenagem *ue se desenvo"ve mais comumente em rochas sedimentares com acamamento horionta"

O padr$o de drenagem típico de rochas sedimentares hori%ontais é o dendrítico. 1() / *ue - um distri8utrio de um de"ta

$o canais fluviais que se abrem como um leque a partir de um canal principal nas por!es mais altas a montante e distribuindo#se por área ampla onde descarregam sedimentos.

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1+) ;or *ue o f"uxo de um rio muito &e*ueno e raso &oderia ser "aminar no inverno e tur8u"ento no verão no hemisf-rio norte

O inverno no hemisfério norte é caracteri%ado pelo baixo n?mero de chuvas, logo com um volume baixo de água, um rio muito pequeno irá apresentar um regime de escoamento laminar.  No ver$o, onde as chuvas s$o mais intensas, o rio pequeno terá dificuldades em receber toda a

va%$o proveniente das chuvas, assinalando turbul&ncia.

1) 9oc% vive em uma cidade situada na curvatura de um meandro de um grande rio' Em engenheiro &ro&6s *ue sua cidade invista num novo di*ue artificia", mais a"to, &ara im&edir *ue a a"ça do meandro se:a cortada &e"o cana"' Frgumente a favor e contra esse investimento'

' constru$o do dique além de salvar a ala do meandro, ainda protegeria a cidade contra  possíveis inunda!es do rio, também haveria a possibilidade de instalar resid&ncias nas  proximidades do rio. Borém com constantes cheias é necessário fa%er manuten!es no dique,  para que este n$o venha a romper, ainda deve#se levar em considera$o que a constru$o pode

gerar impactos no rio, além de possibilitar uma maior eros$o.

1.) /s engenheiros tem retificado artificia"mente certos "ugares de um rio meandrante' Se esse rio retificado fosse deixado "ivre &ara a:ustar seu curso natura"mente, *ue mudanças voc% es&eraria

m rio meandrico muda de forma e de posi$o conforme as varia!es de energia e de carga fluviais, como a velocidade do fluxo fluvial é maior na parte externa do que na parte interna do meandro, estes apresentam tend&ncia nítida e constante para serem erodidos na margem externa, e para se depositarem sedimentos na margem oposta, o que condu% ao pronunciamento do meandro. Bor esta ra%$o, o curso fluvial tem tend&ncia permanente para se deslocar na dire$o da margem côncava do meandro. 0uando acontece da curva ficar muito sinuosa, e (untamente com a fora de escoamento o trecho desconecta#se do canal principal, formando o meandro abandonado 3lago em forma de 4.

13) Se um a*uecimento g"o8a" &rodu uma significativa su8ida no níve" do mar G medida *ue o níve" &o"ar derrete, como os &erfis "ongitudinais dos rios seriam afetados

O aumento do nível do mar diminuiria a declividade do rio, assim também diminuiria a inclina$o deste, como a inclina$o é diretamente ligada 1 elocidade de escoamento, essa

P

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velocidade de transporte de água e de sedimentos diminuiria, causando problemas de inunda$o e de ac?mulos de sedimentos.

14) >os &rimeiros anos a&ós a construção de uma 8arragem, o rio erodiu fortemente seu cana" a :usante da mesma' ;oderia essa erosão ter sido &revista

<ertamente. 0uando a água situa#se na barragem a montante e desce as turbinas há um acréscimo na velocidade das águas, devido a diferena de nível entre o lago e as turbinas, depois de passar pelas turbinas, a água é devolvida para o rio, porém o acréscimo na velocidade causa turbul&ncia ao entrar em contato com o rio, erodindo o seu leito e as margens. 'través de equipamentos que redu%issem a velocidade quando a água sai da represa esse problema seria facilmente resolvido.

!0) Sua cidade nata", "oca"iada numa &"anície de inundação f"uvia", foi af"igida &or uma inundação de +0 anos no ano &assado' Quais são as chances de *ue outra inundação dessa magnitude venha a ocorrer no &róximo ano

abendo que o tempo de recorr&ncia é igual a D/, as chances de outra inunda$o ocorrer no  pr"ximo ano é 5LD/, ou se(a, ;Q.

!1) efina a 8acia hidrogrfica onde voc% vive em termos de seus divisores de guas e &adr@es de drenagem'

' bacia do rio Rigeiro tem AAHmS e está locali%ada no município de Bato Cranco. 'presenta relevo ondulado, com temperaturas médias que variam de 5AT< a ;;T< e constitui$o geol"gica que se dá por rocha basáltica. ua rede de drenagem é dendrítica.

!!) Que ti&o de drenagem &ode estar sendo esta8e"ecida no monte Santa He"ena, *ue fica no sudoeste do estado norteBamericano de Iashington, desde sua vio"enta eru&ção em 1430'

<om a erup$o de 5PM/ a rede de drenagem radial, comum de regi!es de vulc$o, passa a ser  dentrítica, devido 1 outra erup$o vulc8nica no mesmo monte que derreteu uma grande quantidade de neve que se tinha acumulado na cratera durante o inverno, abrindo um canal de drenagem dentrítico, reabrindo, assim, a conex$o com o Oceano Bacífico.

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!#) / 5anJon Kuarte" est situado no &"ana"to dos 5am&os Kerais, entre os municí&ios de 5astro e 2i8agi, no ;aran' L considerado um dos maiores canJons do mundo, = maior do mundo, e o maior do <rasi") com #! Nm de com&rimento e a"titudes *ue variam de .00 a 1!00m' São vrias *uedas dOgua, corredeiras, formaç@es areníticas e va"es &rofundos' 5omo e"e &oderia ter se formado

' origem do c8nion remonta a uma geologia muito antiga, quando sucessivos derramamentos de  basalto vulc8nico no período <ambriano penetraram no arenito pré#existente. Ent$o houve um  processo de eros$o diferencial, pois o basalto é mais facilmente erodido do que o arenito mais duro. 'ssim, as águas do )io ap" escavaram o basalto, lá fixando seu leito, lentamente expuseram as escarpas de arenito e acabaram formando o c8nion.

!() Em rio &rinci&a", *ue carrega uma &esada carga de sedimentos, não tem nenhum de"ta onde desem8oca no oceano' Quais condiç@es &oderiam ser res&onsveis &e"a aus%ncia de um de"ta

' aus&ncia do delta pode ser devido a atua$o extrema da maré alta, que limparia o estuário 3setor terminal do rio, até onde a maré atinge o canal fluvial4, e ent$o a maré va%ante levaria consigo os sedimentos, impedindo seu ac?mulo e assim a forma$o do delta. ' aus&ncia poderia aida, ser causado pela grande quantidade de sedimentos no antigo leito do rio, causando uma obstru$o do mesmo.

Cguas Su8terrPneas

01) 5omo a gua se move na su&erfície e no su8so"o da 2erra durante o cic"o hidro"ógico ' água infiltrada guiada pela fora gravitacional tende a preencher os va%ios nos subsolos, abastecendo o corpo de água subterr8nea. 0uando a capacidade de absor$o de água pela superfície é superada, o excesso de água inicia o escoamento superficial condu%ida pela gravidade para as regi!es mais baixas, inicialmente através de pequenos filetes de água que seguem para os rios, lagos, constituindo a rede de drenagem.

0!) 5omo a gua se move no su8so"o

'lém da fora gravitacional e das características dos solos, sedimentos e rochas, o movimento da água é controlado também pela fora de atra$o molecular e tens$o superficial. ' atra$o molecular age quando as moléculas de água s$o presas na superfície de argilominerais por 

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atra$o de cargas opostas, pois a molécula de água é polar. ' tens$o superficial tem efeito nos interstícios muito pequenos, onde a água fica presa nas paredes dos poros, podendo ter  movimento ascendente, contra a gravidade por capilaridade.

0#) Quais fatores governam o uso dos recursos de gua su8terrPnea

O fator governante do uso dos recursos de águas subterr8neas é a permeabilidade das rochas que o contém.

0() Que &rocessos geo"ógicos são afetados &e"a gua su8terrPnea

Bedog&nese 3forma$o dos solos4, soliflux$o 3causando o escorregamento de encostas4, eros$o interna, solapamento 3originando as boorocas4 e a carstifica$o 3dando origem a cavernas e ao relevo cárstico4.

0+) Quais são os &rinci&ais reservatórios de gua na su&erfície terrestre ou &róximos a e"a

O maior reservat"rio s$o os oceanos que contém PJ,=Q da água, sendo seguidos pelas geleiras com ;,5DQ. ' água doce representa uma parcela pequena igual a /,Q, sendo formada PM,DQ  pelas águas subterr8neas e 5,DQ pelos rios e lagos.

0) 5omo as montanhas formam som8ras de chuva

0uando uma massa de ar quente e ?mida encontra um obstáculo, como por exemplo, uma montanha, ela sobe seguindo o perfil do obstáculo, ao atingir maiores altitudes ela resfria e condensa: ao tentar transpor a montanha perde parte de sua umidade o que forma a sombra de chuva.

0.) / *ue - um a*ífero

nidades rochosas ou de sedimentos, porosas e permeáveis, que arma%enam e transmitem volumes significativos de água subterr8nea passível de ser explorada pela sociedade.

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03) Qua" a diferença entre ona saturada e não saturada de gua su8terrPnea

' %ona onde todos os poros est$o cheios de água denomina#se %ona saturada ou freática, acima desse nível os espaos va%ios est$o parcialmente preenchidos por água, contendo também ar, definindo a %ona n$o saturada ou %ona de aera$o, o limite entre essas duas %onas é chamado superfície freática.

04) 5omo os a*ic"udes &odem formar um a*ífero confinado

'qüíferos confinados ocorrem quando um estrato permeável 3aqüífero4 está confinado entre duas unidades pouco permeáveis ou impermeáveis 3aqüicludes4. Os aqüicludes s$o unidades geol"gicas que apesar de saturadas, e com grandes quantidades de água absorvida lentamente, s$o incapa%es de transmitir um volume significativo de água com velocidade suficiente para abastecer poos ou nascentes, por serem rochas relativamente impermeáveis.

10) 5omo o e*ui"í8rio entre carga e descarga torna estve" o níve" fretico

' água que continua a infiltrar#se e atinge a %ona saturada, entra na circula$o subterr8nea e contribui para um aumento da água arma%enada 3recarga dos aqüíferos4. O topo da %ona saturada corresponde ao nível freático. No entanto, a água subterr8nea pode ressurgir 1 superfície 3nascentes4 e alimentar as linhas de água ou ser descarregada diretamente no oceano. 11) 5omo a "ei de arcJ re"aciona o movimento da gua su8terrPnea com a &ermea8i"idade

9arcU investigou a influ&ncia da inclina$o do nível dFágua, a permeabilidade do subsolo e a viscosidade da água, sobre o fluxo de águas subterr8neas. <oncluiu que quanto maior a  permeabilidade, maior a velocidade do fluxo de água subterr8nea. Em materiais como a argila

apesar da alta porosidade, tem baixa permeabilidade, pois n$o possui espaos significativos entre os gr$os e a água se desloca a baixas velocidades, em basaltos essa velocidade (á é bem maior, devido 1 quantidade de fraturas: os fluxos mais rápidos se d$o em calcários cársticos. 1!) 5omo a disso"ução do ca"crio se re"aciona com o re"evo de carste

Os sistemas cársticos 3cavernas, c8nions, pared!es rochosos4 s$o produ%idos pela a$o geol"gica da água subterr8nea sobre rochas sol?veis: considera#se rocha sol?vel aquela que ap"s sofrer intemperismo químico produ% pouco resíduo insol?vel, entre as rochas mais

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favoráveis a carstifica$o encontram#se as carbonáticas, por exemplo, o calcário. 's águas da chuva, acidificadas com <O; da atmosfera, ao passar pelo solo, enriquecem com ácido

carbônico, esse ácido é quase totalmente consumido nos primeiros metros de percola$o da água de infiltra$o no pacote rochoso, sendo que nas partes mais profundas do aqüífero, resta apenas uma pequena parcela do ácido para dissolver a rocha, o resultado da rea$o da calcita composta basicamente de carbonato de cálcio com o ácido carbônico resulta na solu$o de  bicarbonato de cálcio.

1#) Quais são as origens da gua em fontes *uentes

' água da chuva que infiltra na terra, vai abrindo caminho entre os gr$os do subsolo e as  pequenas rachaduras nas rochas. 2 medida que desce, essa água vai esquentando devido ao

calor natural do nosso planeta, confinada em reservat"rios abaixo da superfície, a água, pelo contato com as rochas quentes, também vai ganhando press$o. 'proveitando tais rachaduras maiores entre as rochas, a água sobe bem depressa sem tempo de perder muito calor e (orra para fora da terra, formando as chamadas fontes termais. 9evido 1 press$o, a tra(et"ria de subida é  bem mais rápida que a de descida. <omo a água penetra no subterr8neo poucos centímetros por 

ano, é bem provável que, antes de retornar 1 superfície, ela tenha circulado debaixo da terra durante mais de D /// anos.

1() 5ite a"guns contaminantes mais comuns da gua su8terrPnea'

Efluentes de fossas sépticas infiltrados no solo por sumidouros ou valas de infiltra$o, chorume, esgotos lanados no solo, drenagem de águas irrigadas 3com pesticidas, fertili%antes4, in(e$o de resíduos líquidos no subsolo, infiltra$o de águas superficiais poluídas, intrus$o de água salgada, entre outros.

1+) efina "enço" fretico'

Renol freático é o nome dado a superfície que delimita a %ona de satura$o da %ona de aera$o, abaixo da qual a água subterr8nea preenche todos os espaos porosos e permeáveis das rochas ou dos solos ou ainda de ambos ao mesmo tempo.

1) Se a terra se a*uecesse, causando um grande aumento da eva&oração dos oceanos, como o cic"o hidro"ógico atua" seria a"terado

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'umentando a evapora$o dos oceanos, haveria o aumento das precipita!es, assim a água  precipitada atingiria a superfície, infiltrando no solo, ap"s a satura$o do solo, haveria ainda

grande quantidade de água sob a superfície que iria escoar até os rios e oceanos, gerando um aumento na eros$o do solo.

1.) Se voc% vivesse &róximo ao "itora" ocePnico e começasse a o8servar *ue a gua de seu &oço ad*uiriu um sa8or "evemente sa"gado, como ex&"icaria essa mudança na *ua"idade da gua

Existe um equilíbrio entre as águas subterr8neas, de baixo conte?do salino, e as águas salgadas que saturam as rochas ou sedimentos sob o mar. 0uando esse equilíbrio se rompe, através do  bombeamento de poos, por exemplo, há a invas$o da água marinha salina no interior do

aqüífero, causando a sua degrada$o. ' extra$o de água subterr8nea da linha de costa acaba por  criar o avano da água salgada em subsuperfície, processo chamado de intrus$o salina.

13) ;or *ue voc% não recomenda a ocu&ação e a ur8aniação intensiva na rea de recarga de um a*ífero *ue a8astece sua comunidade

' urbani%a$o causa a impermeabili%a$o do solo e a retirada de áreas verdes agrícolas em torno das cidades, o que acaba por redu%ir a infiltra$o e conseqüentemente a recarga do aqüífero.

14) Se fosse desco8erto *ue resíduos radioativos infi"traramBse na gua su8terrPnea a &artir de uma f8rica de &rocessamento nuc"ear, de *ue ti&o de informação voc% &recisaria &ara &redier *uanto tem&o seria necessrio &ara *ue a radioatividade se manifestasse num &oço de gua a 10 Nm de distPncia do "oca" do acidente

<onhecendo a permeabilidade do solo é possível determinar a velocidade do fluxo de materiais contaminantes, multiplicando a velocidade pela dist8ncia de 5/ Hm, obtém#se o tempo que demorará para que a radioatividade chegue até o poo.

!0) Que &rocessos geo"ógicos &oderiam estar ocorrendo so8 a su&erfície de 5a"das >ovas, conhecido &e"a grande *uantidade de fontes de gua a*uecida

O fenômeno de águas quentes decorre devido a características geol"gicas e topográficas

 bastante particulares. 's águas s$o aquecidas com o calor de camadas profundas do

interior da 6erra. O xisto e quart%ito s$o materiais comuns no subsolo da regi$o, ambos

5D

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s$o constituídos por camadas impermeáveis, sendo o quart%ito uma rocha mais rígida,

sob press$o, permite a forma$o de grandes con(untos de fraturas: nessas fraturas, as

águas termais encontram as condi!es ideais para se formarem.

!1) ;or *ue as comunidades deveriam se assegurar de *ue as fossas s-&ticas e sumidouros são mantidos em 8oas condiç@es de funcionamento

9eve#se observar a capacidade do solo de absorver os efluentes de fossas, pois, n$o sendo  possível a ado$o de sistemas tipo sumidouros ou valas de infiltra$o, estes efluentes, ter$o de

ter, obrigatoriamente outro destino, para que n$o ha(a a contamina$o do lenol freático.

!!) Qua" &oderia ser a diferença *uantitativa entre o cic"o hidro"ógico atua" e o cic"o hidro"ógico de 14 mi" anos atrs, no mximo da g"aciação, *uando uma grande &arte dos continentes esteve co8erta de ge"o

 No máximo da glacia$o o nível do mar estava cerca de 5;/ m abaixo do atual, a vegeta$o era  bastante redu%ida, assim a transpira$o era insignificante, a evapora$o devido 1s baixas temperaturas também era muito menor, redu%indo assim a quantidade de chuvas, logo todo o ciclo hidrol"gico ocorria de forma muito mais lenta, quase imperceptível.

!#) 9oc% est ex&"orando uma caverna e o8serva um &e*ueno curso de gua f"uindo no assoa"ho da mesma' e onde a gua &oderia estar vindo

Essa água pode ser uma água subterr8nea que pela tens$o superficial que ultrapassa a fora gravitacional, a água se prende a parede dos pequenos poros e por capilaridade, reali%ada o movimento ascendente.

!() F sua casa nova est construída so8re um so"o *ue co8re um em8asamento granítico' Dm8ora voc% &ense *ue a &ros&ecção &ara &erfurar um &oço tenha &ouca &ro8a8i"idade de sucesso, devido ao em8asamento granítico, o &erfurador de &oços, fami"iariado com essa rocha, disse *ue tem a8erto &oços com muita gua' Que argumento &oderiam ser uti"iados &ara *ue um convencesse o outro

<omo o embasamento granítico é impermeável, eu poderia argumentar di%endo que esse solo é incapa% de transmitir um volume significativo de água que abasteceria poos ou nascente, assim seria difícil encontrar o aqüífero, (á o perfurador poderia rebater di%endo que entre solos impermeáveis é possível encontrar um aqüífero confinado, com grande quantidade de água.

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