ASME B16-5

147 

Loading....

Loading....

Loading....

Loading....

Loading....

Texto

(1)

ASME

ASME

B16.5-1996

B16.5-1996

(Revisão do ASME/ANSI B16.5-1988)

(Revisão do ASME/ANSI B16.5-1988)

Inclui a Adenda ASME B16.5a - 1998

Inclui a Adenda ASME B16.5a - 1998

FLANGES DE TUBULAÇÃO

FLANGES DE TUBULAÇÃO

E CONEXÕES FLANGEADAS

E CONEXÕES FLANGEADAS

De Ø ½”

De Ø ½”

Até Ø 24”

Até Ø 24”

(2)
(3)

FLANGES DE TUBULAÇÃO E CONEXÕES FLANGEADAS

FLANGES DE TUBULAÇÃO E CONEXÕES FLANGEADAS

1. ESCOPO

1. ESCOPO

1.1.

Geral

1.1.

Geral

Esta norma abrange classificações pressão-temperatura, materiais,

Esta norma abrange classificações pressão-temperatura, materiais,

dimensões, tolerâncias, marcação, testes, e métodos de desenho de aberturas para

dimensões, tolerâncias, marcação, testes, e métodos de desenho de aberturas para

flanges de tubulação e conexões flangeadas nas faixas de diâmetro de ½” a 24” e

flanges de tubulação e conexões flangeadas nas faixas de diâmetro de ½” a 24” e

classes de pressão de 150, 300, 400, 600, 900, 1500 e 2500 libras. Os flanges e

classes de pressão de 150, 300, 400, 600, 900, 1500 e 2500 libras. Os flanges e

conexões flangeadas poderão ser fundidos, forjados, ou (para flanges cegos e alguns

conexões flangeadas poderão ser fundidos, forjados, ou (para flanges cegos e alguns

flanges de redução sómente) fabricados em materiais de chapa conforme listado na

flanges de redução sómente) fabricados em materiais de chapa conforme listado na

Tabela 1A.

Tabela 1A.

Os requisitos e recomendações relativos a elementos de fixação e juntas

Os requisitos e recomendações relativos a elementos de fixação e juntas

também estão incluídos.

também estão incluídos.

1.2.

Referências

1.2.

Referências

(a)

(a)

1.2.1.

1.2.1. Normas

Normas de

de Referência.

Referência.

As normas e especificações adotadas por 

As normas e especificações adotadas por 

referência neste padrão são aquelas indicadas no Anexo H, que é parte integrante

referência neste padrão são aquelas indicadas no Anexo H, que é parte integrante

deste padrão. Não se pode considerar como prático identificar a edição específica de

deste padrão. Não se pode considerar como prático identificar a edição específica de

cada padrão e a especificação das referências individuais. Ao invés disso, a

cada padrão e a especificação das referências individuais. Ao invés disso, a

referência da edição específica está identificada no Anexo H. Flanges ou conexões

referência da edição específica está identificada no Anexo H. Flanges ou conexões

flangeadas fabricadas conforme edições anteriores das normas de referência, e sob

flangeadas fabricadas conforme edições anteriores das normas de referência, e sob

todos os outros aspectos atendendo a este padrão, serão consideradas como em

todos os outros aspectos atendendo a este padrão, serão consideradas como em

conformidade com este padrão.

conformidade com este padrão.

1.2.2.

1.2.2. Códigos

Códigos e

e Regulamentos

Regulamentos..

Flanges ou conexões flangeadas utilizados

Flanges ou conexões flangeadas utilizados

sob a jurisdição do Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão (Boiler and

sob a jurisdição do Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão (Boiler and

Pressure Vessel), do Código ASME para Tubulação sob Pressão (Pressure Piping),

Pressure Vessel), do Código ASME para Tubulação sob Pressão (Pressure Piping),

ou sob regulamento governamental, estão sujeitos a todas e quaisquer limitações

ou sob regulamento governamental, estão sujeitos a todas e quaisquer limitações

daquele código ou regulamento. Isto inclui quaisquer limitações máximas de

daquele código ou regulamento. Isto inclui quaisquer limitações máximas de

temperatura, ou normas regulando o uso de um material a baixa temperatura, ou

temperatura, ou normas regulando o uso de um material a baixa temperatura, ou

ainda aos requisitos para operação a uma pressão superior às classes de

ainda aos requisitos para operação a uma pressão superior às classes de

pressão-temperatura estabelecidas nesta norma.

temperatura estabelecidas nesta norma.

1.3.

1.3.

Classes

Classes aplicáveis

aplicáveis

As classes de pressão-temperatura indicadas nesta Norma são aplicáveis,

As classes de pressão-temperatura indicadas nesta Norma são aplicáveis,

quando de sua publicação, a todos os flanges e conexões flangeadas dentro de seu

quando de sua publicação, a todos os flanges e conexões flangeadas dentro de seu

escopo e que atendam aos seus requisitos. Para flanges e conexões ainda não

escopo e que atendam aos seus requisitos. Para flanges e conexões ainda não

utilizadas, existentes no estoque, o fabricante poderá atestar conformidade com esta

utilizadas, existentes no estoque, o fabricante poderá atestar conformidade com esta

Edição, desde que ele possa comprovar que todos os requisitos desta Edição tenham

Edição, desde que ele possa comprovar que todos os requisitos desta Edição tenham

sido atendidos. Nos casos em que tais componentes hajam sido instalados de acordo

sido atendidos. Nos casos em que tais componentes hajam sido instalados de acordo

com classes de pressão-temperatura indicadas em edição anterior desta norma, tais

com classes de pressão-temperatura indicadas em edição anterior desta norma, tais

classes são aplicáveis exceto se regidas pelo código ou regulamento aplicável (vide

classes são aplicáveis exceto se regidas pelo código ou regulamento aplicável (vide

(4)

Esta Norma estabelece os deveres e responsabilidades que deverão ser 

Esta Norma estabelece os deveres e responsabilidades que deverão ser 

assumidos pelo usuário nas áreas de aplicação, instalação, teste hidrostático,

assumidos pelo usuário nas áreas de aplicação, instalação, teste hidrostático,

operação, e seleção de material.

operação, e seleção de material.

1.5.

1.5.

Sistemas

Sistemas da

da Qualidade

Qualidade

Os requisitos não-mandatórios referentes ao Programa do Sistema da

Os requisitos não-mandatórios referentes ao Programa do Sistema da

Qualidade do fabricante estão descritos no Anexo G.

Qualidade do fabricante estão descritos no Anexo G.

2.

2. CLASSES

CLASSES DE

DE PRESSÃO-TE

PRESSÃO-TEMPERATURA

MPERATURA

2.1.

2.1.

Base

Base de

de Classificação

Classificação

Classes são as pressões manométricas de trabalho permissíveis às

Classes são as pressões manométricas de trabalho permissíveis às

temperaturas indicadas na Tabela 2 para o material e classificação aplicáveis. Para

temperaturas indicadas na Tabela 2 para o material e classificação aplicáveis. Para

temperaturas intermediárias, é permitida interpolação linear. Vide Anexo D para

temperaturas intermediárias, é permitida interpolação linear. Vide Anexo D para

métodos de estabelecimento de classes pressão-temperatura.

métodos de estabelecimento de classes pressão-temperatura.

2.2.

2.2.

Classificação

Classificação de

de Juntas

Juntas Flangeadas

Flangeadas

Uma junta flangeada se compõe de três componentes separados e

Uma junta flangeada se compõe de três componentes separados e

independentes, embora inter-relacionados: os flanges, a gaxeta, e os parafusos de

independentes, embora inter-relacionados: os flanges, a gaxeta, e os parafusos de

fixação, que são reunidos por outra influência, o montador. Controles adequados

fixação, que são reunidos por outra influência, o montador. Controles adequados

devem ser exercidos na seleção e aplicação para todos estes elementos, de forma a

devem ser exercidos na seleção e aplicação para todos estes elementos, de forma a

se conseguir uma junta que seja herméticamente aceitável. Técnicas especiais, como

se conseguir uma junta que seja herméticamente aceitável. Técnicas especiais, como

aperto controlado de parafusos, podem ser requeridas para se atingir uma junta

aperto controlado de parafusos, podem ser requeridas para se atingir uma junta

herméticamente satisfatória em serviço.

herméticamente satisfatória em serviço.

As classes estabelecidas nesta Norma se aplicam a juntas flangeadas que se

As classes estabelecidas nesta Norma se aplicam a juntas flangeadas que se

enquadrem nas limitações sobre parafusos do par. 5.3 e a gaxetas do par. 5.4, e que

enquadrem nas limitações sobre parafusos do par. 5.3 e a gaxetas do par. 5.4, e que

sejam confeccionadas dentro da boa prática para alinhamento e montagem. Vide

sejam confeccionadas dentro da boa prática para alinhamento e montagem. Vide

também par. 2.4. O uso de classificações para juntas flangeadas que fuja a estas

também par. 2.4. O uso de classificações para juntas flangeadas que fuja a estas

limitações é da responsabilidade do usuário. Os requisitos para alinhamento e

limitações é da responsabilidade do usuário. Os requisitos para alinhamento e

montagem de juntas não estão abrangidos nesta Norma.

montagem de juntas não estão abrangidos nesta Norma.

Se dois flanges em uma junta não tiverem a mesma classe de

Se dois flanges em uma junta não tiverem a mesma classe de

pressão-temperatura, a classe da junta a qualquer temperatura é a mais baixa das duas

temperatura, a classe da junta a qualquer temperatura é a mais baixa das duas

classes de flange naquela temperatura.

classes de flange naquela temperatura.

2.3.

2.3. Classe

Classe de

de Temperatura

Temperatura

A temperatura indicada para uma classe correspondente de pressão é a

A temperatura indicada para uma classe correspondente de pressão é a

temperatura do casco do flange ou conexão flangeada sujeito a pressão. Em geral,

temperatura do casco do flange ou conexão flangeada sujeito a pressão. Em geral,

esta temperatura é a mesma do fluido conduzido. O uso de uma classe de pressão

esta temperatura é a mesma do fluido conduzido. O uso de uma classe de pressão

correspondente a uma temperatura diversa daquela do fluido conduzido é de

correspondente a uma temperatura diversa daquela do fluido conduzido é de

responsabilidade do usuário, sujeito às exigências do código ou regulamento

responsabilidade do usuário, sujeito às exigências do código ou regulamento

aplicável. Para qualquer temperatura abaixo de –20°F, a classe não deverá ser 

aplicável. Para qualquer temperatura abaixo de –20°F, a classe não deverá ser 

superior à daquela indicada para –20°F.

(5)

A aplicação das classes desta Norma para juntas flangeadas, tanto a altas

como baixas temperaturas, deverá levar em consideração o risco de vazamento

devido às forças e momentos desenvolvidos na tubulação ou equipamento

conectados. As providências que se seguem são indicadas para minimizar estes

riscos.

2.4.1. Fixação do Flange:

Flanges do tipo encaixe-e-solda e roscados não

são recomendados para serviço acima de 500°F ou abaixo de –50°F no caso

em que gradientes térmicos severos ou ciclagem térmica estejam envolvidos.

2.4.2. Serviço a Alta Temperatura:

A temperaturas na faixa de fluidez, o

alívio de tensão gradual de flanges, parafusos e gaxetas poderá reduzir 

progressivamente as cargas nos parafusos. Poderá ser necessário proceder a

apertos periódicos dos parafusos, a fim de evitar vazamento. Juntas sujeitas a

gradientes térmicos substanciais poderão requerer a mesma precaução.

Quando utilizadas em temperaturas acima de 400°F, as conexões

flangeadas da Classe 150 poderão apresentar vazamento, a menos que se

tomem cuidados para evitar incidência de cargas externas severas e/ou

gradientes térmicos severos. Para outras classes, considerações similares

deverão ser levadas em conta para temperaturas acima de 750°F.

2.4.3. Serviço a Baixa Temperatura:

O usuário deverá reconhecer que alguns dos materiais listados na

tabela de classificação suportem diminuição de dureza a baixas temperaturas

suficiente até o ponto em que não possam seguramente sustentar cargas de

impacto, variações bruscas de tensão ou temperatura, ou altas concentrações

de tensão.

2.5. Teste Hidrostático do Sistema

As juntas e conexões flangeadas poderão ser submetidas a testes

hidrostáticos do sistema a uma pressão que não ultrapasse 1.5 vezes a classe de

100°F arredondada para o próximo superior de 25 psi. Os testes executados a

qualquer temperatura superior são responsabilidade do usuário, sujeito aos requisitos

do código ou regulamento aplicável.

2.6. Flanges de Pescoço

As classificações para flanges de pescoço cobertas por esta Norma são

baseadas assumindo-se que seus pescoços na extremidade de solda tenham uma

espessura pelo menos igual àquela calculada para tubos com ponto de escoamento

mínimo especificado de 40.0 ksi. (Para tubos de parede mais fina com limite superior,

vide MSS SP-44). As classificações também se aplicam àqueles flanges utilizados

com componentes de limite de escoamento e espessura de parede desiguais, quando

a solda de junção seja executada conforme o código ou regulamento aplicável. Vide

figuras 12, 13, 14.

(6)

Os materiais para flanges e conexões flangeadas poderão atender aos

requisitos para mais do que uma especificação ou grau de uma especificação listada

na Tabela 1A. Nesse caso, as classes de pressão-temperatura para quaisquer destas

especificações ou graus poderão ser adotadas, desde que a marcação obedeça ao

estabelecido no par. 4.1.2(d).

3. DIMENSÕES

3.1. Tamanho Nominal

A dimensão de um flange ou conexão flangeada indicada nesta Norma é o

diâmetro nominal do seu tubo. O diâmetro de um parafuso é a sua dimensão nominal.

O termo “nominal” indica que a dimensão ou tamanho indicado é apenas para fins de

designação, não de medição. A dimensão real poderá ou não ser o tamanho nominal

e está sujeita às tolerâncias estabelecidas.

3.2. Conexões de Redução

As conexões de redução serão designadas pelo tamanho das aberturas em

sua sequência apropriada, conforme indicado nos desenhos da Fig. 2.

3.3. Flanges de Redução

Os flanges de redução serão designados pelos dois tamanhos nominais dos

tubos. Vide exemplos na Nota (4) da Tabela 7.

4. MARCAÇÃO

4.1.

Geral

Exceto onde modificado por esta Norma, os flanges e conexões flangeadas

serão marcados como estabelecido no padrão MSS SP-25.

4.1.1. Nome:

O nome ou marca comercial do fabricante será aplicado.

4.1.2. Material:

(a) Flanges e conexões flangeadas fundidos deverão ser marcados com

a especificação ASTM¹, símbolo identificativo de grau, e o número

ou identificação da corrida.

(b) Flanges de chapa, flanges e conexões flangeadas forjados serão

marcados com o número¹ de especificação da ASTM e o símbolo

identificativo de grau.

(c) O fabricante poderá complementar estas indicações obrigatórias de

material com sua designação comercial para o grau de material, mas

dever-se-á evitar confusão entre os símbolos.

(d) Flanges e conexões flangeadas fabricadas de material que atenda

aos requisitos de mais do que uma especificação ou grau, ou de

uma especificação listada na Tabela 1a, poderão ser marcados com

mais do que uma das especificações ou símbolos de grau aplicáveis.

(7)

¹

O nº de identificação do Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão, Seção II poderá ser substituído, desde que o material esteja coberto pela Seção II.

4.1.3. Classe de Pressão:

A marcação será a classe de pressão aplicável:

150, 300, 400, 600, 900, 1500, ou 2500.

4.1.4. Designação:

A designação B16 será aplicada, preferívelmente, em

local adjacente à indicação de classe, representando conformidade a esta

Norma.

4.1.5. Temperatura:

Não é requerida nenhuma marcação de temperatura nos

flanges e conexões flangeadas, porém, se aplicada, a temperatura será

indicada com sua correspondente classe de pressão para o material.

4.1.6. Dimensão:

O diâmetro nominal do tubo deverá ser indicado, porém

poderá ser omitido nos flanges de redução e conexões de redução flangeadas.

4.1.7. Flange de Anel:

A borda (periferia) de cada flange de anel será

marcada com a letra R e o correspondente número de ranhura do anel.

5. MATERIAIS

5.1.

Geral

Os flanges e conexões flangeadas abrangidos nesta Norma serão fundidos,

forjados, e (para flanges cegos sómente) fabricados de chapa, conforme listado na

Tabela 1A. Os materiais de fixação recomendados estão listados na Tabela 1B. (Vide

também par. 5.3). Os materiais do Código ASME para Caldeiras e Vasos de Pressão,

Seção II, que atendam aos requisitos das especificações listadas nas Tabelas 1A, 1B,

1C, também poderão ser utilizados.

5.1.1. Aplicação:

O critério para seleção de materiais não está incluído no

escopo desta Norma. A possibilidade de deterioração de material em serviço

deverá ser considerada pelo usuário. Entre os itens que mereçam atenção

estão: conversão da fase de carboneto para grafite e excessiva oxidação de

materiais ferríticos, suscetibilidade a corrosão intergranular de materiais

austeníticos, e ataque do limite de grão em ligas à base de níquel. Uma

abordaqem detalhada sobre medidas preventivas encontra-se no Apendice F

da Norma ASME/ANSI B31.3.

5.1.2. Dureza:

Alguns dos materiais relacionados na Tabela 1A sofrem uma

redução de dureza quando utilizados a baixas temperaturas, até o limite em

que os Códigos referenciando esta Norma possam requerer testes de impacto

para aplicação mesmo a temperaturas acima de +20°F. É responsabilidade do

(8)

material do Grupo 2 acima de 1000°F, é responsabilidade do usuário estender 

essas exigências ao fabricante, a fim de assegurar atendimento aos requisitos

metalúrgicos listados nas notas da Tabela 2.

5.2. Propriedades Mecânicas

As propriedades mecânicas serão obtidas através dos corpos de prova que

representem a condição final de tratamento térmico do material requerido pela

especificação.

5.3. Parafusos

Os parafusos listados na Tabela 1B são recomendados para utilização em

juntas flangeadas cobertas por esta Norma. Parafusos de outros materiais poderão

ser utilizados se permitido pelo código ou regulamento aplicável. Toda matéria-prima

para fabricação de parafusos está sujeita às seguintes limitações:

5.3.1. Parafusos de Alta Resistência:

Materiais cujas tensões permissíveis

sejam inferiores àquelas da norma ASTM A193 Gr. B7 estão listados

como de alta resistência na Tabela 1B. Estes e outros materiais de

resistência comparável poderão ser aplicados em qualquer junta

flangeada.

5.3.2. Parafusos de Média Resistência:

Os materiais listados como de média

resistência na Tabela 1B, e outros parafusos de resistência comparável,

poderão ser utilizados em qualquer junta flangeada, desde que o

usuário verifique sua capacidade de assentar a gaxeta selecionada e

manter uma junta vedada sob condições de operação previstas.

5.3.3. Parafusos de Baixa Resistência:

Materiais cujo limite de escoamento

mínimo especificado seja até 30 ksi estão indicados como de baixa

resistência na Tabela 1B. Estes materiais e outros de resistência

comparável serão utilizados sómente em juntas das Classes 150 e 300,

e apenas com as gaxetas descritas no par. 5.4.1. Juntas flangeadas que

utilizem parafusos de aço carbono de baixa resistência não poderão ser 

usadas acima de 400°F ou abaixo de –20°F.

5.3.4. Parafusos para Flanges de Ferro Fundido Cinzento:

As seguintes

recomendações são estabelecidas tendo em conta a baixa ductilidade

deste material.

(a)

O alinhamento das faces do flange é essencial juntamente com o

contrôle de torque do parafuso de montagem, a fim de não causar 

sobretensão nos flanges de ferro fundido. Precauções devem

também ser tomadas para assegurar que as cargas de tubulação

transmitidas aos flanges de ferro fundido sejam controladas, tendo

em conta sua falta de ductilidade, e considerando que tais flanges

não deverão ser empregados onde possam ocorrer aplicações

súbitas de cargas tais como variações rápidas de pressão.

(9)

(b)

Nos casos em que flanges de aço Classe 150 sejam aparafusados a

flanges de ferro fundido, as juntas deverão ser fabricadas de

material do Grupo Nº Ia, os flanges deverão ter face plana, e ainda:

(1)

deverão ser utilizados parafusos de baixa resistência dentro das

limitações do par. 5.3.3, com juntas anelares estendendo-se aos

furos dos parafusos; ou

(2)

parafusos de baixa (par. 5.3.3), média (par. 5.3.2) ou alta

resistência (par. 5.3.1) poderão ser utilizados com gaxetas de

face integral estendendo-se aos diâmetros externos dos flanges.

(c)

Onde flanges de aço da Classe 300 sejam aparafusados a flanges

de ferro fundido Classe 250, as gaxetas deverão ser fabricadas em

material do Grupo Nº Ia, e:

(1)

parafusos de baixa resistência dentro das limitações do par.

5.3.3. deverão ser usados com as gaxetas prolongando-se aos

furos dos parafusos, e com os flanges tendo face com ressalto

ou face plana; ou

(2)

parafusos de baixa (par. 5.3.3), média (par. 5.3.2) ou alta

resistência (par. 5.3.1) poderão ser utilizados com gaxetas de

face integral estendendo-se aos diâmetros externos dos flanges,

e com os flanges de aço Classe 300, bem como os de ferro

fundido Classe 250, tendo faces planas.

5.4. Juntas

Os materiais das juntas tipo anel (Ring Joint) deverão atender ao ASME

B16.20. Os materiais para outras juntas estão descritos no Anexo E, que é parte desta

Norma. O usuário é responsável pela seleção dos materiais das juntas, que deverão

suportar a carga do parafuso prevista sem sofrer danos por esmagamento. Deve-se

ter muito cuidado na seleção da junta se o teste hidrostático de um sistema se

aproxime ou exceda a pressão de teste estabelecida no par. 2.5.

5.4.1. Gaxetas para Parafusos de Baixa Resistência:

Se forem utilizados os

parafusos de baixa resistência listados na Tabela 1B, as juntas indicadas na

Fig. E1, Grupo Ia, não poderão ser utilizadas.

5.4.2. Gaxetas para Juntas Flangeadas Classe 150:

Recomenda-se que

sómente as gaxetas da Fig. E1, Grupo nº I, sejam empregadas em juntas

flangeadas Classe 150. Quando a junta de anel ou gaxeta espiralada for 

selecionada, é aconselhável que os flanges de linha sejam do tipo pescoço ou

junta sobreposta (lap joint).

(10)

6.1.

Espessura de Parede

Para fins de inspeção, a espessura de parede mínima

t m

de conexões

flangeadas na época da fabricação será conforme indicado nas Tabelas 10, 13, 16,

19, 22, 25 e 28, exceto onde disposto no par. 6.1.1. Vide no Anexo D a base utilizada

para estabelecer os valores de

t m.

O fabricante deverá determinar as espessuras adicionais do metal necessárias

para suportar esforços na montagem, formatos que não sejam circulares, e

concentrações de esforço, pois estes fatores variam bastante. Particularmente,

derivações de 45°, Y´s, e cruzetas poderão requerer reforço adicional para compensar 

os enfraquecimentos inerentes a estes formatos.

6.1.1. Áreas Localizadas:

Áreas localizadas cuja espessura de parede seja

inferior à mínima serão aceitáveis, desde que:

(a)

a área de espessura sub-mínima poderá ser envolta por um círculo cujo

diâmetro não seja superior a 0.35

√dt m

, onde

é o diâmetro interno

conforme definido acima, e

t m

é a espessura mínima de parede conforme

indicado nas tabelas listadas no par. 6.1; e

(b)

a espessura mensurada não seja inferior a 0.75

t m

; e

(c)

os círculos de inclusão estejam separados entre sí por um espaço

borda-a-borda superior a 1.75

√dt m.

6.2. Superfície Centro-a-Centro e Centro-a-Extremidade

6.2.1.

Desenho:

A diretriz de desenho nesta Norma é manter uma posição

fixa para a borda do flange em relação ao corpo da conexão. A adição de

qualquer faceamento está além da borda externa do flange, exceto para a face

com ressalto de 0.06” nas Classes 150 e 300 (vide par. 6.4).

6.2.2. Conexões Padrão:

As dimensões da superfície centro-a-contato,

centro-a-borda do flange, e centro-a-extremidade (junta de anel) estão

estabelecidas nas Tabelas 10, 13, 16, 19, 22, 25 e 28.

6.2.3.

Conexões de Redução:

A superfície contato ou

centro-a-borda do flange para todas as aberturas deverá ser a mesma das conexões de

tamanho direto da maior abertura. As dimensões da superfície-a-contato ou

borda a borda do flange, para todas as combinações de reduções e reduções

excêntricas, serão aquelas listadas para a abertura maior.

6.2.4.

Conexões de Saída Lateral:

As curvas de saída lateral, Tês de saída

lateral, e cruzetas de saída lateral, terão todas as aberturas nas linhas centrais

de interseção, e as dimensões da superfície centro-a-contato da saída lateral

deverão ser iguais às da abertura maior. Curvas de raio longo com saída

lateral terão a saída lateral na linha de centro radial da curva, e a dimensão da

superfície centro-a-contato da saída lateral será a mesma da curva normal de

90° da abertura maior.

(11)

45°, e aquelas acima de 45° até 90° inclusive terão a superfície

centro-a-contato iguais às curvas de 90°. A designação de ângulo de uma curva é a sua

deflexão do fluxo em linha reta, e é também o ângulo entre as faces do flange.

6.3. Flanges Face Plana

Esta Norma permite flanges face plana em todas as classes, considerando que

tenham sido removidas nos flanges ou a espessura total ou a espessura com a face

ressaltada, sem redução das classes de pressão-temperatura, sujeito às disposições

abaixo.

6.3.1.

A espessura de um flange Classe 150 ou 300 do qual tenha sido

removido o ressalto da face, não deverá ser inferior à dimensão aplicável

das Tabelas 9, 10, 12 e 13, menos 0.06”.

6.3.2.

A espessura de um flange Classe 400 ou acima, do qual o ressalto da

face tenha sido removido, não será deverá ser inferior à dimensão aplicável

das Tabelas 15, 16, 18, 19, 21, 22, 24, 25, 27 e 28.

6.3.3.

Uma gaxeta de material do Grupo Ia (ver Fig. E1) é recomenda para

todas as juntas com dois flanges face plana, usando uma gaxeta cujo diâmetro

seja maior do que a face com ressalto mostrada na Tabela 4.

6.3.4.

A face do flange deverá atender ao par. 6.4.4 quanto à largura total do

assento da gaxeta.

6.4. Faceamentos

6.4.1.

A Tabela 4 estabelece as dimensões para faceamentos outros que

não sejam junta de anel (ring joint). A tabela 5 mostra as dimensões para

faceamentos de junta de anel. A Figura 7 indica a aplicação dos faceamentos. As

conexões e flanges soltos são normalmente fornecidos com uma face com ressalto de

0.06”, que está incluída na espessura mínima

do flange. As conexões e flanges

soltos das Classes 400, 600, 900, 1500 e 2500 são normalmente fornecidos com face

com ressalto de 0.25”, que é adicional à espessura mínima

do flange. Quaisquer 

outros faceamentos além dos acima, quando requeridos para qualquer classe,

deverão ser fornecidos como segue:

6.4.1.1.

Nenhum metal será cortado da espessura mínima do flange

especificada nesta Norma, exceto onde permitido conforme par. 6.3.

6.4.1.2.

No caso de face com ressalto, face macho ou lingueta, de

0.25” (além da face com ressalto de 0.06” das Classes 150 e 300), a

espessura mínima

do flange será determinada primeiramente, e

então a face com ressalto, face macho ou lingueta serão a ela

acrescentadas.

(12)

anel, ou a face de contato da ranhura ou face fêmea, estejam no mesmo

plano da borda de um flange de espessura integral.

6.4.2. Para Juntas Sobrepostas (Lapped Joints):

Os faceamentos deverão

ser fornecidos como segue.

6.4.2.1. Face com Ressalto:

A altura acabada da face não será

inferior à espessura nominal da parede do tubo.

6.4.2.2. Macho-e-Fêmea:

A altura acabada de uma face macho não

será inferior à espessura da parede do tubo usado ou 0.25”,

prevalecendo o que for maior. A espessura da aba que restar após

encaixe da face fêmea não será inferior à espessura nominal da parede

do tubo utilizado.

6.4.2.3. Lingueta e Ranhura:

A espessura da aba que sobrar após

encaixe da face ranhurada ou lingueta não será inferior à espessura

nominal da parede do tubo usado.

6.4.2.4. Junta de Anel:

A espessura da aba que sobrar após

usinagem da ranhura do anel não será inferior à espessura nominal da

parede do tubo usado.

6.4.2.5.

Os diâmetros externos das abas das juntas de anel estão

indicados na Tabela 5, dimensão

K.

Os diâmetros externos das abas

para fêmea grande, lingueta e ranhura grande, e lingueta e ranhura

pequena, são mostrados na Tabela 4. Faceamentos macho e fêmea

pequenos não são usados com juntas sobrepostas.

6.4.3.

Flanges cegos não necessitam ser faceados no centro se, quando esta

parte central tiver ressalto, seu diâmetro for pelo menos 1” menor do que o

diâmetro interno das conexões da correspondente classe de pressão,

conforme indicado nas tabelas. Quando a parte central for rebaixada, o seu

diâmetro não será maior do que o diâmetro interno das correspondentes

conexões classe pressão, conforme mostrado nas tabelas. Não é necessário

usinar o centro rebaixado.

6.4.4. Acabamento da Face do Flange:

O acabamento das faces de contato

de flanges de tubulação e flanges de junção de conexões será analisado por 

comparação visual com os padrões Ra (vide ASME B46.1), e não por 

instrumentos com traçador de agulha e amplificação eletrônica. Os

acabamentos requeridos estão indicados abaixo. Outros acabamentos poderão

ser fornecidos mediante acordo entre usuário e fabricante.

6.4.4.1. Lingueta e Ranhura, e Macho-e-Fêmea Pequenos:

A

superfície de contato da gaxeta não deverá exceder 125

(13)

micro-6.4.4.2. Junta de Anel:

A superfície da parede lateral da gaxeta não

deverá exceder 63 micro-polegadas de rugosidade.

6.4.4.3. Outros Faceamentos de Flange:

Será fornecido um

acabamento concêntrico serrilhado ou espiral serrilhado com uma

rugosidade média resultante de 125 a 250 micro-polegadas. A

ferramenta de corte empregada deverá ter um raio aproximado de 0.06”

ou maior, e ser de 45 a 50 ranhuras/polegada.

6.4.5. Imperfeições no Acabamento da Face:

As imperfeições no

acabamento da face do flange não poderão exceder as dimensões indicadas na

Tabela 3. Imperfeições adjacentes deverão ser separadas por uma distância de pelo

menos 4x a projeção radial máxima. A projeção radial será medida pela diferença

entre um raio exterior e um raio interior circundando a imperfeição, onde os raios vão

da linha de centro até o furo. Imperfeições inferiores à metade da profundidade dos

serrilhados não serão consideradas como causa para rejeição. Saliências acima dos

serrilhados não são permitidas.

6.5. Furações para Parafusos

Os furos para parafusos são em múltiplos de quatro. Os furos serão igualmente

espaçados e pares de furos deverão transpor as linhas de centro das conexões.

6.6. Faceamento por Ponto (Spot Facing)

Todos os flanges e conexões flangeadas fundidos e forjados, terão superfícies

de apoio de parafusos que deverão estar paralelas à face do flange dentro de 1°.

Qualquer repasse (back facing) ou faceamento por pontos (spot facing), necessário

para conseguir paralelismo, não deverá reduzir a espessura

do flange abaixo das

dimensões indicadas nas Tabelas 9, 10, 12, 13, 15, 16, 18, 19, 21, 22, 24, 25, 27, 28.

Qualquer faceamento por ponto ou repasse deverá atender à norma MSS SP-9.

6.7.

Preparação da Extremidade para Solda em Flanges de Pescoço

6.7.1.

As extremidades para solda são mostradas nas Figuras 8 a 14.

6.7.2.

Os contornos do lado externo do pescoço para solda além do chanfro

para solda são apresentados nas Figuras 8, 9, 12, 14.

6.7.3.

Os furos passantes mostrados nas Figuras 8 e 9 são padrão, salvo

determinação específica para atender as condições especiais ilustradas nas

Fig. 10, 11, 13, 14.

6.7.4.

Outras preparações da extremidade para solda, desenvolvidas

mediante acordo entre fabricante e comprador, não invalidam o atendimento a

esta Norma.

(14)

6.8.1. Furação, Diâmetro Externo, Espessura, Dimensões da Face:

A

furação do flange, diâmetro externo, espessura e faceamento, são os mesmos

que aqueles do flange normal, do qual a redução esteja sendo feita.

6.8.2. Dimensões do Pescoço (hub)

6.8.2.1. Flanges Roscados, Encaixe-e-Solda, Sobrepostos:

As

dimensões do pescoço serão pelo menos iguais àquelas do flange normal

para o qual a redução esteja sendo feita. O pescoço pode ser maior ou

omitido, conforme detalhado na Tabela 7.

6.8.2.2. Flanges de Pescoço:

As dimensões do pescoço serão iguais

àquelas do flange normal para o qual a redução esteja sendo feita.

6.9. Roscas para Flanges Roscados

Salvo onde disposto na Nota (5) Fig. 7, e Nota (5) Fig. 4, os flanges roscados

deverão possuir rosca conforme Norma ASME B1.20.1. A rosca será concêntrica com

o eixo do flange, e variações no alinhamento não poderão exceder 0.06 pol./pé

(0.5%).

6.9.1.

Os flanges Classe 150 são fabricados sem contra-furo. As roscas

serão chanfradas aproximadamente até o maior diâmetro da rosca na face

posterior do flange, a um ângulo de mais ou menos 45° com o eixo da rosca. O

chanfro será concêntrico com a rosca, e deverá ser incluído na medição do

comprimento da rosca.

6.9.2.

Os flanges Classe 300 e acima são fabricados com um contra-furo na

face posterior do flange. As roscas serão chanfradas até o diâmetro do

furo a um ângulo de aproximadamente 45° com o eixo das roscas. O

contra-furo e chanfro serão concêntricos com a rosca.

6.9.3.

O comprimento mínimo da rosca efetiva nos flanges de redução será

pelo menos igual à dimensão

da correspondente classe de flange roscado

indicada nas tabelas. As roscas não necessáriamente se prolongam até a face

do flange. Vide Tabela 7 para flanges de redução roscados.

6.9.4.

O entalhe de bitola do cálibre de trabalho deverá chegar rente ao fundo

do chanfro em todos os flanges roscados, e será considerado como a

interseção do cone do chanfro e o cone do passo da rosca. Esta profundidade

de chanfro é aproximadamente igual à metade do passo da rosca. A variação

máxima de rosca permissível é uma volta grande ou pequena a partir do

entalhe de bitola.

6.9.5.

O Anexo A indica a distância e número de voltas que as roscas externas

de tubo poderão fazer além do normal para uso com os flanges de pressão

mais alta, a fim de trazer a ponta pequena da rosca junto da face do flange

(15)

6.10. Dimensões dos Parafusos para Flanges

6.10.1. Padrões Dimensionais:

Poderão ser utilizados prisioneiros roscados

em ambas as pontas ou no comprimento total, ou parafusos. As

recomendações dimensionais para parafusos, prisioneiros e porcas, são

apresentadas na Tabela 1C. Vide par. 5.3 quanto a recomendação de

matéria-prima para parafusos.

6.10.2. Comprimentos dos Parafusos:

Recomenda-se prisioneiros com uma

porca em cada extremidade para trabalho a alta temperatura. Os

comprimentos de prisioneiros estão especificados nas Tabelas 8, 11, 14, 17,

20, 23 e 26, e incluem a espessura de duas porcas. O comprimento do

prisioneiro não inclui a altura de qualquer ponta. Ponta é aquela parte de um

prisioneiro ou parafuso além da rosca e que poderá ser chanfrada,

arredondada, ou aparada. Para método de cálculo de comprimento de

parafusos, consultar o Anexo F.

Estes comprimentos são estabelecidos para conveniência dos

fabricantes, com o intuito de simplificar a montagem destas peças em obras de

construção, porém os usuários poderão selecionar combinações destes

comprimentos conforme suas necessidades. Desta forma, o Anexo F não é

considerado como parte desta Norma.

6.10.3.

O aparafusamento do flange de extremidade é baseado em um esforço

na área de tensão de tração efetiva dos parafusos inferior a 7.0 ksi,

admitindo-se uma pressão em psi igual à designação da clasadmitindo-se de pressão que atuará

sobre uma área circunscrita pelo diâmetro externo da face ressaltada,

dimensão

R,

Tabela 4.

6.11. Gaxetas para Flanges de Linha

6.11.1.

As dimensões de gaxetas tipo junta de anel deverão atender ao

ASME B16.20.

6.11.2.

Para flanges com face ressaltada, ou com face macho-e-femea

grande, as gaxetas deverão atender as limitações dimensionais do Anexo E.

6.11.3.

Para flanges com faces lingueta e ranhura grandes ou pequenas,

todas as gaxetas, exceto as metálicas planas sólidas, deverão cobrir o fundo

da ranhura, com folga mínima (vide par. 7.2.1 quanto a tolerâncias aplicáveis

às ranhuras). Gaxetas metálicas planas sólidas deverão ter largura de contato

não superior às das gaxetas do Grupo nº III.

6.11.4.

Para flanges com face macho-e-fêmea pequena, cuidados deverão

ser tomados para assegurar que seja fornecida superfície de assento

adequada para as gaxetas. Isto se aplica especialmente onde a junção é feita

na extremidade do tubo. Vide Fig. 7.

(16)

comprador também especificará o código ou regulamento aplicável. Conexões

auxiliares soldadas deverão ser confeccionadas por soldador qualificado, adotando-se

um procedimento de solda qualificado.

6.12.1. Abertura de Rosca em Tubos:

Poderão ser abertos furos na parede

de uma conexão se o metal for suficientemente espesso para permitir o

comprimento efetivo de rosca especificado na Fig. 3. Caso o comprimento de

rosca seja insuficiente, ou o furo aberto necessite reforço, será adicionado um

ressalto.

6.12.2. Conexões Soldadas

6.12.2.1. Encaixes (Sockets):

Encaixes para solda poderão ser 

fornecidos na parede de uma conexão, desde que o metal seja

espesso o suficiente para permitir a profundidade do encaixe e parede

de fixação, conforme especificado na Fig. 4. Quando a espessura de

parede for insuficiente, ou o tamanho da conexão exija abertura de

reforço, será adicionado um ressalto.

6.12.2.2. Solda de Topo (Butt Weld):

As conexões poderão ser 

fixadas por soldagem de topo diretamente nas suas paredes (Fig. 5).

Quando o tamanho de uma abertura necessitar reforço, será

adicionado um ressalto.

6.12.3. Ressaltos de Reforço:

Quando necessários ressaltos de reforço, os

seus diâmetros não poderão ser inferiores àqueles indicados na Fig. 6, e a

altura fornecerá os comprimentos especificados na Fig. 3 ou 4.

6.12.4. Dimensão:

Salvo especificado em contrário, as conexões auxiliares

serão dos tamanhos de tubo indicados abaixo.

Tamanho de Encaixe, NPS

Conexão, NPS

2-4

½”

5-8

¾”

10 e acima

1”

6.12.5. Designação de Locações:

Os meios para designação de locações

para conexões auxiliares estão indicados na Fig. 1. Cada locação

possível é designada por uma letra, de forma que as locações

desejadas para os vários tipos de conexões possam ser 

especificadas sem precisar recorrer a outros desenhos ou descrição.

(17)

7.1.

Geral

Com o fim de determinar conformidade a esta Norma, a convenção para

fixar dígitos significativos onde limites e valores máximos ou mínimos são

especificados, será o método de arredondamento definido na Prática ASTM

E29. Isto requer que um valor calculado ou observado seja arredondado até a

unidade mais próxima do último dígito da mão direita usado para expressar o

limite.

A listagem de tolerâncias decimais não implica em um método específico

de medição.

7.2. Superfícies Centro-a-Contato e Centro-a-Extremidade

7.2.1. Superfícies Centro-a-Contato exceto Junta de Anel

(a)

NPS 10 e menor

0.03”

NPS 12 e maior

0.06”

7.2.2. Centro-a-Extremidade (Junta de Anel)

NPS 10 e menor

0.03”

NPS 12 e maior

0.06”

7.2.3. Superfície de Contato a Superfície de Contato (exceto Junta de Anel)

NPS 10 e menor

0.06”

NPS 12 e maior

0.12”

7.2.4. Extremidade-a-Extremidade (Junta de Anel)

NPS 10 e menor

0.06”

NPS 12 e maior

0.12”

7.3. Faceamentos

7.3.1.

Diâmetro interno e externo de lingueta-e-ranhura e femea, grande e

pequena: 0.02”.

7.3.2.

Diâmetro externo 0.06” - face ressaltada 0.03”.

7.3.3.

Diâmetro externo 0.25” – face ressaltada 0.02”.

7.3.4.

As tolerâncias de ranhura em junta de anel são mostradas na Tabela 5.

(18)

7.4. Espessura de Flanges

NPS 18 e menor

+ 0.12” -zero

NPS 20 e maior

+ 0.19” -zero

7.5. Dimensões do Pescoço (hub) e Extremidades de Solda

7.5.1.

Diâmetro nominal externo da extremidade de solda de flanges de pescoço

(dimensão

A

das Figuras 8 e 9).

NPS 5 e menor

+ 0”

-0.03”

NPS 6 e maior

+ 0.16” -0.03”

7.5.2.

Diâmetro nominal interno da extremidade de solda de flanges de pescoço e

furos menores de flanges encaixe-e-solda (dimensão

B

nas figuras indicadas).

Fig. 8 e 9

NPS 10 e menor

0.03”

NPS 12 a 18 inclusive

0.06”

NPS 20 e maior

+ 0.12” -0.06”

Fig. 10

NPS 10 e menor

+ zero

-0.03”

NPS 12 e maior

+ zero

-0.06”

7.5.3.

Furo do anel de apoio (backing ring) de flanges de pescoço (dimensão

das

Fig. 10 e 11).

Todos os tamanhos

+0.010” -zero

7.5.3. Espessura do Pescoço (hub):

Independente das tolerâncias especificadas

para as dimensões

A

e

B

, a espessura do pescoço na extremidade de solda nunca

será inferior a 87½”% da espessura nominal do tubo ao qual o flange será acoplado.

(a) 7.6. Comprimento Total Até o Pescoço em Flanges de Pescoço

NPS 4 e menor

0.06”

NPS 5 a 10, inclusive

+ 0.06”

-0.12”

NPS 12 e maior

+ 0.12”

-0.18”

7.7. Furação de Flanges

7.7.1. Flanges Soltos, Sobrepostos, e Encaixe-e-Solda

NPS 10 e menor

+ 0.03”

-zero

NPS 12 e maior

+ 0.06”

-zero

(19)

7.8. Furação e Faceamento

7.8.1.

Diâmetro circular do parafuso

0.06”

7.8.2.

Centro-a-centro de furos de parafusos adjacentes

0.03”

7.8.3.

Excentricidade entre diâmetro circular do parafuso e diâmetros do

faceamento usinado.

NPS 2½ e menor

0.03”

NPS 3 e maior

0.06”

8.

TESTES

8.1. Teste de Conexões Flangeadas

(a)

Toda conexão flangeada deverá ser submetida a teste hidrostático do corpo,

conforme especificado no Par. 8.3.

8.2.

Teste de Flanges

Os flanges não requerem teste hidrostático.

8.3. Teste Hidrostático do Corpo

O teste hidrostático do corpo para conexões flangeadas não poderá ser 

inferior a 1.5x a temperatura de 100°, arredondada para o próximo

incremento de 25 psi maior.

8.3.1.

O teste será feito com água (que poderá conter um inibidor de

corrosão), com querosene, ou com outro fluido adequado, desde que sua

viscosidade não exceda aquela da água, a uma temperatura de teste não

superior a 125°F.

8.3.2.

O teste deverá uma duração mínima de 1.0 minuto para conexões de

2” e menores, 2.0 minutos para conexões de 2½” a 8”, e 3.0 minutos para

conexões de 10” e maiores.

8.3.3.

Nenhum vazamento visível será permitido através da parede limítrofe

da pressão.

(20)

TABELA 1a – LISTA DAS ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL

(a)

Especificações ASTM aplicáveis1 Grupo de

Material DesignaçãoNominal

Tabela Classe

Pressão-Temperatura Forjados Fundidos Chapa

1.1 C-Si C-Mn-Si C-Mn-Si-V 2-1.1 A 105 A 350 Gr. LF2 A 350 Gr. LF6 Cl. 1 A 216 Gr. WCB A 515 Gr. 70 A 516 Gr. 70 A 537 Cl. 1 1.2 C-Mn-Si C-Mn-Si-V 2½Ni 3½Ni 2-1.2 A 350 Gr. LF6 Cl. 2 A 350 Gr. LF3 A 216 Gr. WCC A 352 Gr. LCC A 352 Gr. LC2 A 352 Gr. LC3 A 203 Gr. BA 203 Gr. E 1.3 C-Si C-Mn-Si 2½Ni 3½Ni 2-1.3 A 352 Gr. LCB A 515 Gr. 65 A 516 Gr. 65 A 203 Gr. A A 203 Gr. D 1.4 C-Si C-Mn-Si 2-1.4 A 350 Gr. LF1 Cl. 1 A 515 Gr. 60A 516 Gr. 60 1.5 C-1½Mo 2-1.5 A 182 Gr. F1 A 217 Gr. WC1 A 352 Gr. LC1 A 204 Gr. AA 204 Gr. B 1.7 C-½Mo ½Cr-½Mo Ni-½Cr-½Mo ¾Ni-¾Cr-1Mo 2-1.7 A 182 Gr. F2 A 217 Gr. WC4 A 217 Gr. WC5 A 204 Gr. C 1.9 1Cr-½Mo 1¼Cr-½Mo 1¼Cr-½Mo-Si 2-1.9 A 182 Gr. F12 Cl. 2 A 182 Gr. F11 Cl. 2 A 217 Gr. WC6 A 387 Gr. 11 Cl. 2 1.10 2¼Cr-1Mo 2-1.10 A 182 Gr. F22 Cl. 3 A 217 Gr. WC9 A 387 Gr. 22 Cl. 2 1.13 5Cr-½Mo 2-1.13 A 182 Gr. F5 A 182 Gr. F5a A 217 Gr. C5 1.14 9Cr-1Mo 2-1.14 A 182 Gr. F9 A 217 Gr. C12 1.15 9Cr-1Mo-V 2-1.15 A 182 Gr. F91 A 217 Gr. C12a A 387 Gr. 91 Cl. 2 2.1 18Cr-8Ni 2-2.1 A 182 Gr. F304 A 182 Gr. F304H A 351 Gr. CF3A 351 Gr. CF8 A 240 Gr. 304A 240 Gr. 304H 2.2 16Cr-12Ni-2Mo 18Cr-13Ni-3Mo 19Cr-10Ni-3Mo 2-2.2 A 182 Gr. F316 A 182 Gr. F316H A 351 Gr. CF3MA 351 Gr. CF8M A 351 Gr. CG8M A 240 Gr. 316 A 240 Gr. 316H A 240 Gr. 317 2.3 18Cr-8Ni 16Cr-12Ni-2Mo 2-2.3 A 182 Gr. F304LA 182 Gr. F316L A 240 Gr. 304LA 240 Gr. 316L 2.4 18Cr-10Ni-Ti 2.2.4 A 182 Gr. F321 A 182 Gr. F321H A 240 Gr. F321A 240 Gr. F321H 2.5 18Cr-10Ni-Cb 2-2.5 A 182 Gr. F347 A 182 Gr. F347H A 182 Gr. F348 A 182 Gr. F348H A 351 Gr. CF8C A 240 Gr. 347 A 240 Gr. 347H A 240 Gr. 348 A 240 Gr. 348H 2.6 25Cr-12Ni 23Cr-12Ni 2-2.6 A 351 Gr. CH8 A 351 Gr. CH20 A 240 Gr. 309S A 240 Gr. 309H

(21)

TABELA 1a – LISTA DAS ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL (continuação)

(a)

Especificações ASTM aplicáveis1 Grupo de

Material DesignaçãoNominal

Tabela Classe Pressão-Temperatura

Forjados Fundidos Chapa

2.7 25Cr-20Ni 2-2.7 A 182 Gr. F310 A 351 Gr. CK20 A 240 Gr. 310S A 240 Gr. 310H 2.8 20Cr-18Ni-6Mo 22Cr-5Ni-3Mo-N 25Cr-7Ni-4Mo-N 24Cr-10Ni-4Mo-V 25Cr-5Ni-2Mo-3Cu 25Cr-7Ni-3.5Mo-W-CB 25Cr-7Ni-3.5Mo-N-Cu-W 2-2.8 A 182 Gr. F44 A 182 Gr. F51 A 182 Gr. F53 A 182 Gr. F55 A 351 Gr. CE8MN A 351 Gr. CD4MCu A 351 Gr. CD3MWCuN A 240 Gr. S31254 A 240 Gr. S31803 A 240 Gr. S32750 A 240 Gr. S32760 3.1 35Ni-35Fe-20Cr-Cb 2-3.1 B 462 Gr. N08020 B 463 Gr. N08020 3.2 99.0Ni 2-3.2 B 160 Gr. N02200 B 162 Gr. N02200 3.3 99.0Ni-Low C 2-3.3 B 160 Gr. N02201 B 162 Gr. N02201 3.4 67Ni-30Cu 67Ni-30Cu-S 2-3.4 B 564 Gr. N04400B 164 Gr. N04405 B 127 Gr. N04400 3.5 72Ni-15Cr-8Fe 2-3.5 B 564 Gr. N06600 B 168 Gr. N06600 3.6 33Ni-42Fe-21Cr 2-3.6 B 564 Gr. N08800 B 409 Gr. N08800 3.7 65Ni-28Mo-2Fe 2-3.7 B 335 Gr. N10665 B 333 Gr. N10665 3.8 54Ni-16Mo-15Cr  60Ni-22Cr-9Mo-3.5Cb 62Ni-28Mo-5Fe 70Ni-16Mo-7Cr-5Fe 61Ni-16Mo-16Cr  42Ni-21.5Cr-3Mo-2.3Cu 2-3.8 B 564 Gr. N10276 B 564 Gr. N06625 B 335 Gr. N10001 B 573 Gr. N10003 B 574 Gr. N06455 B 564 Gr. N08825 B 575 Gr. N10276 B 443 Gr. N06625 B 333 Gr. N10001 B 434 Gr. N10003 B 575 Gr. N06455 B 424 Gr. N08825 3.9 47Ni-22Cr-9Mo-18Fe 2-3.9 B 572 Gr. N06002 B 435 Gr. N06002 3.10 25Ni-46Fe-21Cr-5Mo 2-3.10 B 672 Gr. N08700 B 599 Gr. N08700 3.11 44Fe-25Ni-21Cr-Mo 2-3.11 B 649 Gr. N08904 B 625 Gr. N08904 3.12 26Ni-43Fe-22Cr-5Mo 47Ni-22Cr-20Fe-7Mo 2-3.12 B 621 Gr. N08320B 581 Gr. N06985 B 620 Gr. N08320B 582 Gr. N06985 3.13 49Ni-25Cr-18Fe-6Mo Ni-Fe-Cr-Mo-Low Cu 2-3.13 B 581 Gr. N06975B 564 Gr. N08031 B 582 Gr. N06975B 625 Gr. N08031 3.14 47Ni-22Cr-19Fe-6Mo 2-3.14 B 581 Gr. N06007 B 582 Gr. N06007 3.15 33Ni-42Fe-21Cr 2-3.15 B 564 Gr. N08810 B 409 Gr. N08810 3.16 35Ni-19Cr-1¼Si 2-3.16 B 511 Gr. N08330 B 536 Gr. N08330 3.17 29Ni-20.5Cr-3.5Cu-2.5Mo 2-3.17 A 351 Gr. CN7M Notas Gerais:

(a) Para limites de temperatura, vide Notas na Tabela 2.

(b) Os materiais de chapa são listados sómente para uso em flanges cegos (ver par. 5.1). Materiais adicionais de chapa listados no ASME B16.34 poderão também ser usados com as classes correspondentes da Norma B16.34. (c) Os grupos de materiais não incluídos na Tabela 1a são destinados para uso em válvulas. Ver ASME B16.34.

(22)

TABELA 1B – LISTA DE ESPECIFICAÇÕES DE PARAFUSOS Especificações ASTM Aplicáveis15

Materiais de Parafusos [Nota (1)] Alta Resistência

[Nota (2)] Média Resistência[Nota (3)] Baixa Resistência[Nota (4)] Niquel e Liga Especial[Nota (5)]

Esp. Nº Grau Notas Esp. Nº Grau Notas Esp. Nº Grau Notas Esp. Nº Grau Notas

A 193 B7 A 193 B5 A 193 B8 Cl.1 (6) B 164 (7)(8)(9) A 193 B16 A 193 A 193 B6B6X A 193A 193 B8C Cl.1B8M Cl.1 (6)(6) B 166 (7)(8)(9) A 320 L7 (10) A 193 B7M A 193 B8T Cl.1 (6) A 320 L7A (10) A 193 B8 Cl.2 (11) A 193 B8A (6) B 335 N10665 (7) A 320 L7B (10) A 193 B8C Cl.2 (11) A 193 B8CA (6) A 320 L7C (10) A 193 B8M CL.2 (11) A 193 B8MA (6) B 408 (7)(8)(9) A 320 L43 (10) A 193 B8T Cl.2 (11) A 193 B8TA (6) B473 (7) A 354 BC A 320 B8 Cl.2 (11) A 307 B (12) A 354 BD A 320 A 320 B8C Cl.2B8F Cl.2 (11)(11) A 320 B8 Cl.1 (6) B574 N10276 (7) A 540 B21 A 320 B8M Cl.2 (11) A 320 B8C Cl.1 (6) A 540 B22 A 320 B8T Cl.2 (11) A 320 B8M Cl.1 (6) A 540 B23 A 320 B8T Cl.1 (6) A 540 B24 A 449 A 453 A 453 651660 (13) (14) (14)

NOTA GERAL: Os materiais de parafusos não serão usados a temperaturas além dos limites especificados no respectivo código.

NOTAS:

(1) Soldas de reparo em parafusos são proibidas.

(2) Estes parafusos poderão ser utilizados com todos os materiais e gaxetas listados.

(3) Estes parafusos poderão ser utilizados com todos os materiais e gaxetas listados, desde que tenha sido verificado que uma junta selada possa ser mantida sob a classe de pressão de trabalho e temperatura.

(4) Estes materiais poderão ser usados com todos os materiais listados, porém são limitados às juntas das Classes 150 e 300. Vide par. 5.4.1 quanto às práticas requeridas para gaxetas.

(5) Estes materiais poderão ser usados como parafusos com partes comparáveis de níquel e ligas especiais.

(6) Este material inoxidável austenítico tem sido tratado com uma solução de carboneto porém não endurecido por  deformação a frio. Usar porcas A 194 de material correspondente.

(7) As porcas poderão ser usinadas do mesmo material, ou poderão ser um grau compatível da norma ASTM A194. (8) A temperatura máxima de operação é arbitráriamente estabelecida em 500°F, salvo para material recozido, recozido

por solução, ou acabado a quente em virtude da têmpera dura afetar adversamente a tensão de projeto na faixa de fluência e ruptura.

(9) Qualidade para forja (forging quality) não é permitida, a menos que o produtor que faça o último aquecimento ou

trabalho destas peças execute seus testes conforme requerido para outras condições permitidas na mesma especificação, e certifique que as propriedades finais de tração, escoamento e alongamento sejam iguais ou excedam os requisitos para uma das outras condições permitidas.

(10) Este material ferrítico é destinado para serviço a baixa temperatura. Usar porcas A 194 Grau 4 ou Grau 7.

(11) Este material inoxidável austenítico tem sido tratado com uma solução de carboneto e endurecido por deformação a frio. Usar porcas A 194 de material correspondente.

(12) Este material de fixação de aço carbono não deverá ser usado acima de 400°F ou abaixo de –20°F. Vide também Nota (4). Parafusos com cabeças perfuradas ou sub-dimensionadas não poderão ser usados.

(13) As porcas aceitáveis para uso com parafusos temperados e revenidos são A 194 Graus 2 e 2H. Os requisitos de propriedades mecânicas para estojos serão os mesmos para os parafusos.

(23)

TABELA 1C – RECOMENDAÇÕES DIMENSIONAIS PARA PARAFUSOS DE FLANGES

Produto Aço Carbono Aço-Liga

Parafusos estojo ASME B18.2.1 ASME B18.2.1

Parafusos < ¾” ASME B18.2.1, cabeça quadrada ou

sextavada pesada ASME B18.2.1, cabeça sextavadapesada Parafusos≥¾” ASME B18.2.1, cabeça quadrada ou

sextavada ASME B18.2.1, cabeça sextavadapesada Porcas < ¾” ASME B18.2.2, sextavada pesada ASME B18.2.2, sextavada pesada Porcas≥¾” ASME B18.2.2, sextavada ou

sextavada pesada ASME B18.2.2, sextavada pesada Roscas macho ASME B1.1 Cl.2A, seriado ASME B1.1 Cl. 2A seriado até 1”; oito séries de rosca para parafusos maiores

Roscas fêmea ASME B1.1 Cl. 2B, seriado ASME B1.1 Cl. 2B seriado até 1”; oito séries de rosca para parafusos maiores

(24)

TABELAS 2

CLASSES DE PRESSÃO-TEMPERATURA PARA MATERIAIS DOS GRUPOS 1.1 A 3.17

(a) TABELA 2-1.1 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.1

Designação Nominal Forjados Fundidos Chapas

C-Si A 105 (1) A 216 Gr. WCB (1) A 515 Gr. 70 (1)

C-Mn-Si A 350 Gr. LF2 (1) A 516 Gr. 70 (1)(2)

A 537 Cl. 1 (3) C-Mn-Si-V A 350 Gr. LF6 Cl. 1 (4)

NOTAS:

(1) Quando em exposição prolongada a temperaturas acima de 800°F, a fase de carboneto do aço poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendável para uso prolongado acima de 800°F.

(2) Não deve ser usado acima de 850°F. (3) Não deve ser usado acima de 700°F. (4) Não deve ser usado acima de 500°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Temp. °F 150 300 400 600 900 1500 2500 -20 a 100 285 740 990 1480 2220 3705 6170 200 260 675 900 1350 2025 3375 5625 300 230 655 875 1315 1970 3280 5470 400 200 635 845 1270 1900 3170 5280 500 170 600 800 1200 1795 2995 4990 600 140 550 730 1095 1640 2735 4560 650 125 535 715 1075 1610 2685 4475 700 110 535 710 1065 1600 2665 4440 750 95 505 670 1010 1510 2520 4200 800 80 410 550 825 1235 2060 3430 850 65 270 355 535 805 1340 2230 900 50 170 230 345 515 860 1430 950 35 105 140 205 310 515 860 1000 20 50 70 105 155 260 430

(25)

(a) TABELA 2-1.2 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.2

Designação Nominal Forjados Fundidos Chapas

C-Mn-Si A 216 Gr. WCC (1) A 352 Gr. LCC (2) C-Mn-Si-V A 350 Gr. LF6 Cl. 2 (3) 2½Ni A 352 Gr. LC2 A 203 Gr. B (1) 3½Ni A 350 Gr. LF3 A 352 Gr. LC3 A 203 Gr. E (1) NOTAS:

(1) Quando em exposição prolongada a temperaturas acima de 800°F, a fase de carboneto do aço poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendável para uso prolongado acima de 800°F.

(2) Não deve ser usado acima de 650°F. (3) Não deve ser usado acima de 500°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Temp. °F 150 300 400 600 900 1500 2500 -20 a 100 290 750 1000 1500 2250 3750 6250 200 260 750 1000 1500 2250 3750 6250 300 230 730 970 1455 2185 3640 6070 400 200 705 940 1410 2115 3530 5880 500 170 665 885 1330 1995 3325 5540 600 140 605 805 1210 1815 3025 5040 650 125 590 785 1175 1765 2940 4905 700 110 570 755 1135 1705 2840 4730 750 95 505 670 1010 1510 2520 4200 800 80 410 550 825 1235 2060 3430 850 65 270 355 535 805 1340 2230 900 50 170 230 345 515 860 1430 950 35 105 140 205 310 515 860 1000 20 50 70 105 155 260 430

(26)

(a) TABELA 2-1.3 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.3

Designação Nominal Forjados Fundidos Chapas

C-Si A 352 Gr. LCB (3) A 515 Gr. 65 (1)

C-Mn-Si A 516 Gr. 65 (1)(2)

2½Ni A 203 Gr. A (1)

3½Ni A 203 Gr. D (1)

NOTAS:

(1) Quando em exposição prolongada a temperaturas acima de 800°F, a fase de carboneto do aço poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendável para uso prolongado acima de 800°F.

(2) Não deve ser usado acima de 850°F. (3) Não deve ser usado acima de 650°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Temp. °F 150 300 400 600 900 1500 2500 -20 a 100 265 695 925 1390 2085 3470 5785 200 250 655 875 1315 1970 3280 5470 300 230 640 850 1275 1915 3190 5315 400 200 620 825 1235 1850 3085 5145 500 170 585 775 1165 1745 2910 4850 600 140 535 710 1065 1600 2665 4440 650 125 525 695 1045 1570 2615 4355 700 110 520 690 1035 1555 2590 4320 750 95 475 630 945 1420 2385 3945 800 80 390 520 780 1175 1955 3260 850 65 270 355 535 805 1340 2230 900 50 170 230 345 515 860 1430 950 35 105 140 205 310 515 860 1000 20 50 70 105 155 260 430

(27)

TABELA 2-1.4 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.4

Designação Nominal Forjados Fundidos Chapas

C-Si A 515 Gr. 60 (1)

C-Mn-Si A 350 Gr. LF1, Cl. 1 (1) A 516 Gr. 60 (1)(2)

NOTAS:

(1) Quando em exposição prolongada a temperaturas acima de 800°F, a fase de carboneto do aço poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendável para uso prolongado acima de 800°F.

(2) Não deve ser usado acima de 850°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Temp. °F 150 300 400 600 900 1500 2500 -20 a 100 235 620 825 1235 1850 3085 5145 200 215 560 750 1125 1685 2810 4680 300 210 550 730 1095 1640 2735 4560 400 200 530 705 1060 1585 2645 4405 500 170 500 665 995 1495 2490 4150 600 140 455 610 915 1370 2285 3805 650 125 450 600 895 1345 2245 3740 700 110 450 600 895 1345 2245 3740 750 95 445 590 885 1325 2210 3685 800 80 370 495 740 1110 1850 3085 850 65 270 355 535 805 1340 2230 900 50 170 230 345 515 860 1430 950 35 105 140 205 310 515 860 1000 20 50 70 105 155 260 430

(28)

TABELA 2-1.5 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.5 TABELA 2-1.5 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.5

Designação

Designação Nominal Nominal FForjados orjados Fundidos Fundidos ChapasChapas

C-½Mo C-½Mo A A 182 182 Gr. Gr. F1 F1 (1) (1) A A 217 217 Gr. Gr. WC1 WC1 (1)(2)(1)(2) A 352 Gr. LC1 (3) A 352 Gr. LC1 (3) A 204 Gr. A (1)A 204 Gr. B (1)A 204 Gr. A (1)A 204 Gr. B (1) NOTAS: NOTAS: (1)

(1) Quando em exposição prolQuando em exposição prolongada a temperaturas aciongada a temperaturas acima de 875°F, a fase ma de 875°F, a fase de carboneto do açode carboneto do aço carbono-molibdênio poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não

carbono-molibdênio poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendávelrecomendável para uso prolongado acima de 875°F.

para uso prolongado acima de 875°F. (2)

(2) Utilizar sóUtilizar sómente material mente material normalizado e normalizado e temperado.temperado. (3)

(3) Não deve ser Não deve ser usado acima usado acima de 650°F.de 650°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Cl. Temp. Temp. °°F F 150 150 300 300 400 400 600 600 900 900 1500 1500 25002500 -20 -20 a a 100 100 265 265 695 695 925 925 1390 1390 2085 2085 3470 3470 57855785 200 200 260 260 680 680 905 905 1360 1360 2035 2035 3395 3395 56605660 300 300 230 230 655 655 870 870 1305 1305 1955 1955 3260 3260 54355435 400 400 200 200 640 640 855 855 1280 1280 1920 1920 3200 3200 53305330 500 500 170 170 620 620 830 830 1245 1245 1865 1865 3105 3105 51805180 600 600 140 140 605 605 805 805 1210 1210 1815 1815 3025 3025 50405040 650 650 125 125 590 590 785 785 1175 1175 1765 1765 2940 2940 49054905 700 700 110 110 570 570 755 755 1135 1135 1705 1705 2840 2840 47304730 750 750 95 95 530 530 710 710 1065 1065 1595 1595 2660 2660 44304430 800 800 80 80 510 510 675 675 1015 1015 1525 1525 2540 2540 42304230 850 850 65 65 485 485 650 650 975 975 1460 1460 2435 2435 40604060 900 900 50 50 450 450 600 600 900 900 1350 1350 2245 2245 37453745 950 950 35 35 280 280 375 375 560 560 845 845 1405 1405 23452345 1000 1000 20 20 165 165 220 220 330 330 495 495 825 825 13701370

(29)

(a) (a) TABELA 2-1.7 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.7

TABELA 2-1.7 – CLASSIFICAÇÃO PARA MATERIAIS DO GRUPO 1.7

Designação

Designação Nominal Nominal FForjados orjados Fundidos Fundidos ChapasChapas

C-½Mo C-½Mo A A 204 204 Gr. Gr. C C (1)(1) ½Cr-½Mo ½Cr-½Mo A A 182 182 Gr. Gr. F2 F2 (3)(3) Ni-½Cr-½Mo Ni-½Cr-½Mo A A 217 217 Gr. Gr. WC4 WC4 (2)(3)(2)(3) ¾Ni-¾Cr-1Mo ¾Ni-¾Cr-1Mo A A 217 217 Gr. Gr. WC5 WC5 (2)(2) NOTAS: NOTAS: (1)

(1) Quando em exposição prolQuando em exposição prolongada a temperaturas aciongada a temperaturas acima de 875°F, a fase ma de 875°F, a fase de carboneto do açode carboneto do aço carbono-molibdênio poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não

carbono-molibdênio poderá ser convertida para grafite. Permissível, porém não recomendávelrecomendável para uso prolongado acima de 875°F.

para uso prolongado acima de 875°F. (2)

(2) Utilizar sóUtilizar sómente material mente material normalizado e normalizado e temperado.temperado. (3)

(3) Não deve ser Não deve ser usado acima usado acima de 1000°F.de 1000°F.

PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig PRESSÕES DE TRABALHO POR CLASSES, psig

Cl. Cl. Temp. Temp. °°F F 150 150 300 300 400 400 600 600 900 900 1500 1500 25002500 -20 -20 a a 100 100 290 290 750 750 1000 1000 1500 1500 2250 2250 3750 3750 62506250 200 200 260 260 750 750 1000 1000 1500 1500 2250 2250 3750 3750 62506250 300 300 230 230 720 720 965 965 1445 1445 2165 2165 3610 3610 60156015 400 400 200 200 695 695 925 925 1385 1385 2080 2080 3465 3465 57755775 500 500 170 170 665 665 885 885 1330 1330 1995 1995 3325 3325 55405540 600 600 140 140 605 605 805 805 1210 1210 1815 1815 3025 3025 50405040 650 650 125 125 590 590 785 785 1175 1175 1765 1765 2940 2940 49054905 700 700 110 110 570 570 755 755 1135 1135 1705 1705 2840 2840 47304730 750 750 95 95 530 530 710 710 1065 1065 1595 1595 2660 2660 44304430 800 800 80 80 510 510 675 675 1015 1015 1525 1525 2540 2540 42304230 850 850 65 65 485 485 650 650 975 975 1460 1460 2435 2435 40604060 900 900 50 50 450 450 600 600 900 900 1350 1350 2245 2245 37453745 950 950 35 35 315 315 420 420 630 630 945 945 1575 1575 26302630 1000 1000 20 20 200 200 270 270 405 405 605 605 1010 1010 16851685 1050 1050 ... ... 160 160 210 210 315 315 475 475 790 790 13151315

Imagem

Referências

temas relacionados :