Da Capo Criatividade Vol. 2 oboe - Joel Barbosa

69 

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Texto

(1)

Oboé

DA CAPO CRIATIVIDADE

Método Elementar para o Ensino Individual e/ou Coletivo

de Instrumentos de Banda

Volume 2

Joel Barbosa

ANO 2010

Copyright by Joel L. da Silva Barbosa Todos os direitos reservados

IMPRESSO NO BRASIL

KEYBOARD EDITORA MUSICAL LTDA. CAIXA POSTAL 300

JUNDIAÍ - SP - CEP 13201-970 E-mail: contato@keyboard.art.br

(2)

Nenhuma parte deste livro poderá ser reproduzida ou transmitida sejam quais forem os meios: eletrônicos, fotográco, gravação ou quaisquer outros sem a permissão explícita por escrito do autor: JOEL L. da SILVA BARBOSA

BARBOSA, J. L. da Silva

DA CAPO CRIATIVIDADE Oboé Vol 2. Jundiaí, São Paulo: Keyboard Editora Musical Ltda. 2010, p. 67

Didático/Pedagógico ISBN no 978-85-86981-43-2

Copyright 2010 by Keyboard Editora Musical Ltda. _Todos os direitos reservado_ R: Rangel Pestana 1044 - Jundiaí - São Paulo - CEP 13201-000

e-mail: contato@keyboard.art.br

Editoração: Givaldo de Cidra

Capa: Reprodução da Colagem de Silvio Alvarez

Editado e Impresso por Keyboard Editora Musical Ltda Registro na Fundação Biblioteca Nacional

Ministério da Cultura

Escritório de Direitos Autorais No 978-85-86981-43-2

Autor: Joel L da Silva Barbosa

(3)

Aos Leitores

.

Viva o ensino da Música! É com muita felicidade que após mais de uma década de trabalho como conselheiro da ABEMÚSICA (Associação Brasileira de Música) conseguidos a aprovação da Lei que garante a obrigatoriedade do ensino da Música em todo o país, tendo como limite de implantação o ano de 2012.

Foi sem dúvida um trabalho árduo que no decorrer do processo recebeu críticas, sugestões e ajuda de muitas outras entidades.

Tornando obrigatório o Ensino da Música nos deparamos com algumas perguntas: Quem dará as aulas de Música? O Estado comprará os instrumentos? O que ensinar? Que método utilizar? Ou seja, faz parte deste processo estas indagações e adequações do ensino da Música no Brasil, valorizando as qualidades rítmicas, de timbres, de estilos que cada região brasileira tem.

Num primeiro momento apareceram aqueles que gostariam de ressuscitar o Canto Orfeônico, outros obrigar o estudo apenas da música erudita, outros armando que ouvir uma música no CD já seria uma aula de música, ou seja, ninguém se entendia e o governo não se pronunciava, ou melhor, deixou muito a vontade, ao diretor da escola a decisão de como fazer música em sua unidade de ensino. Temos a obrigação moral de estar acompanhando estes movimentos perto de nós, observando se estão realmente ensinando música aos nossos jovens.

Diante de tantas mudanças, nossa editora, que sempre esteve diretamente ligada ao ensino musical, com seus inúmeros métodos de ensino, dá um passo a frente tornando realidade esta magníca coleção DA CAPO CRIATIVIDADE.

Em 2004 lançamos com muito sucesso o DA CAPO, utilizado por todo o Brasil como o método mais dinâmico do Ensino Coletivo de Instrumentos de Banda. Agora, nesta nova coleção, o Maestro Joel Barbosa ensina aos nossos jovens músicos a improvisação dentro da coletividade de uma Banda.

Este material é único e vem em ótima hora, visto que os instrumentos de Banda muitas vezes já existem nas escolas, jogados em salas de almoxarifado e sem utilização.

Está na hora, caros estudantes e professores, de buscarmos o estudo da Música com In-strumentos de Banda, recuperando nosso inIn-strumentos, estudando com um método ecaz, DA CAPO CRIATIVIDADE, transformando a vida de jovens pelo Brasil.

Maestro Marcelo Fagundes Editor

(4)
(5)

Sobre o Autor

Joel Luis da Silva Barbosa

Iniciou seus estudos na Banda da Guarda Mirim Municipal de Piracicaba, SP. Graduou-se em clar-ineta pelo Conservatório de Tatuí, em 1985, e pela UNICAMP, em 1989. Durante seus estudos, atuou como professor e regente das Banda Municipal de Nova Odessa, Banda do Instituto Adventista de En-sino, Banda do Instituto Adventista de São Paulo e Banda Jovem de Sumaré. Obteve o primeiro prêmio do VIII Concurso Jovens Instrumentistas do Brasil, Piracicaba. Foi premiado nos concursos de bolsas da VITAE e CAPES, através das quais obteve o grau de Mestre e Doutor em Artes Mu-sicais (DMA), clarineta, em 1992 e 1994, respec-tivamente, pela University of Washington, Seattle, EUA.

Sua dissertação de doutorado é sobre metodologia de ensino em grupo de instrumentos de banda. Como parte de sua dissertação escreveu o primeiro método de banda brasileiro para ensino em grupo, editado pela Keyboard Editora com apoio da Weril Instrumen-tos Musicais. Ele tem dado cursos sobre esta metodologia no Programa Nacional de Bandas da Colômbia, Fundação Carlos Gomes do Pará, Festival de Campos do Jordão (Núcleo de Tatuí), Forte das Artes (SP), Projeto Guri, NEOJIBA (Núcleo Estadual de Orquetras Juvenis e Infantis da Bahia) e encontros da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM). Os resultados de sua pesquisa têm sido apresentados nos encontros da ABEM, da ANPPOM (As-sociação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música) e da ISME (International Society for Music Education). Na ISME atuou como membro da Comissão de Atividades Musicais em Comunidade entre 2004 e 2010. Atuou como regente de banda nos Festival de Campos do Jordão  Núcleo de Tatuí , Festival de Arte de Belém e Curso de Monitores de Banda da Fundação Carlos Gomes (PA).

Como clarinetista tem se apresentado como solista e camerista no Brasil, EUA, Áustria, Alemanha e Colômbia. Fez estreia de obras dedicadas a ele de compositores brasileiro, alemão, japonês e norte-americano. Se referindo a uma de suas apresentações, o Eastsideweek (WA, EUA) disse que ele se apresentou com estilo, e o Journal American (WA, EUA) que sua ap-resentação teve toque de autenticidade. Foi membro do quarteto Janela Brasileira, com quem recebeu o Prêmio COPENE de Cultura e Arte em 1997, lançando o primeiro CD do grupo, e o prêmio Rumos Itaú Culturais Música, 2000. Atuou como primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica da Bahia nos anos de 1997-1999.

Atualmente, é Professor Titular da Escola de Música da Universidade Federal da Bahia, atuando como professor de clarineta nos cursos de graduação, mestrado e doutorado. Além disso, tem coordenado e dado consultoria a projetos sócio-musicais na Bahia e em outros estados. Realiza pesquisa nas áreas pedagógica e de performance musical, desenvolve materiais didáticos

(6)

Agradecimentos

A Pedro Kroeger pela consultoria e apoio computacional, A Givaldo de Cidra pela editoração,

A Pablo Sotuyo Blanco pelo fornecimento de partituras, A Bertalan Fodor pelas dicas com o programa Lilypond, Aos colegas que trocaram idéias comigo sobre este trabalho, A UFBA pelo apoio institucional e

Aos cooperadores do programa Lilypond (http://www.lilypond.org), através do qual as partes musicais foram digitalizadas.

(7)

Palavras aos alunos e ao professor/regente

O livro Da Capo Criatividade é para ser utilizado em paralelo ao método Da Capo, mas pode ser trabalhado independentemente deste. Ele complementa as atividades propostas no método, possuindo atividades de aquecimento, teoria, imitação e criatividade. As atividades de aquecimento incluem notas longas em escalas. Elas desenvolvem a técnica instrumental individual e possibilitam trabalhar a sonoridade do grupo. Conhecimentos de teoria da música são possibilitados por meio de letras que dividem as melodias em frases e semi-frases, auxiliando sua compreensão e, conseqüentemente, sua interpetação. A imitação amplia a capacidade de percepção. Finalmente, a criatividade, habilidade fundamental na formação do músico, é desenvolvida por meio de improvisação e composição.

Assim como o método Da Capo, o Da Capo Criatividade pode ser usado também em aulas individuais, em aulas de pequenos grupos de instrumentos de famílias semelhantes ou variadas e com grandes grupos como bandas tradicionais, marciais e sinfônicas. Ele pode ser trabalhado por uma única familia de instrumentos, como metais, por exemplo, ou apenas clarineta, com ou sem o acompanhamento de instrumentos de percussão ou harmonia.

Os livros compõem o Da Capo Criatividade são: auta, oboé, clarineta, fagote, saxofone alto, saxfone tenor, trompete, trompa, sax gênis, trombone, bombardino, tuba e percussão. Há livros de bombardino e tuba em diferentes tonalidades, claves e sistemas de escrita.

Para maiores explicações e dicas, além das contidas abaixo, indicamos o site: http://www.dacapo.mus.br.

I - Explicações e dicas

1. As cabeças de mínimas e semínimas desacompanhadas de hastes indicam notas que devem ser usadas para improvisação. As cabeças de mínimas são notas pertencentes ao acorde, consonantes, enquanto as de semínimas são notas que causam dissonâncias; notas de passagem, por exemplo.















Sib



4

4



2. As cabeças de notas em formato de barra indicam atividades de imitação (atividades de se tocar de ouvido). Elas são notas que servem de dicas para a imitação, informando as notas utilizadas pelo improvisador. As notas do exemplo abaixo indicam as notas que podem ter sido utilizadas pelo improvisador do exemplo anterior:

4

4

û

SibŒ Œ Œ Œ

3. Nas músicas com mais de uma voz, dena diferentes grupos instrumentais para cada voz, escolhendo, por exemplo, os de registro agudo para a voz superior (melodia), os de registro médio para as vozes intermediárias (harmonia) e os de registro mais grave para a inferior (baixo). Porém, experimente outras distribuições dos instrumentos por vozes, utilizando apenas instrumentos de metais, por exemplo. Também utilize, algumas vezes, apenas um instrumentista por voz, formando trios, quartetos, quintetos etc.

(8)

pode-se usar: a) a banda toda, b) diferentes grupos instrumentais e/ou c) um instrumen-tista, mudando-o ou não a cada letra.

5. As notas pequenas, utilizadas em alguns exercícios de alguns instrumentos, a 2, por exemplo, indicam notas que ainda não foram aprendidas nos exercícios correspondentes do método Da Capo.

6. Os exercícios de improvisação sobre melodias têm na Parte 1 a melodia, com a letra da música, e nas Parte 2 e Parte 3 improvisação ou melodia e improvisação. Repita as Partes 2 e 3 várias vezes, até que todos improvisem, em seguida, volte ao início e termine na indicação de Fim.

7. Nos exercícios de variações, depois de tocar a última variação volte ao início e termine na indicação de Fim.

8. Sobre as notas de improvisação aparecem, em algumas atividades, nomes de notas (Dó, Fá, Sol etc). Eles indicam os acordes a que pertencem as notas da improvisação, sendo Dó para o acorde de Dó maior. Os acordes menores são indicados com a palavra menor, por exemplo: Ré menor.

¦



¦



 ¦

Dó menor



¦



Sib

¦

¦

¦







¦



4

4

9. O nome das notas nos títulos das atividades indicam o som real. Por exemplo, na ativi-dade 5, intitulada Diversão no modo dórico sobre sol, a nota Sol é o som real que o instrumento produz, a nota de efeito, e não, necessariamente, a nota escrita no penta-grama. Se vericarmos as partes da clarineta e do trompete, veremos que elas têm a nota Lá escrita, em vez de Sol.

II - Quanto a improvisação

1. Quem deve improvisar no Método? O professor, os alunos e/ou convidados.

2. Quem escolhe os improvisadores e sua ordem ou seqüência? O professor e/ou aluno(s).

3. Como determinar a ordem dos improvisadores?

Pela ordem que estão sentados, por nomes (João, Maria etc) ou por instrumentos. A ordem pode ser comunicada antes de iniciar a música ou ir sendo anunciada durante a improvisação. Neste último caso, o professor, um aluno ou o improvisador anterior diz o nome ou aponta gestualmente o próximo improvisador, enquanto o grupo continua tocando. Para que o improvisador anterior indique o próximo, ele deve deixar, obviamente, uma pausa no m do improviso.

4. A m de ganhar tempo, pode-se criar ordens xas de improvisadores, seqüências padronizadas, e nomeá-las. Por exemplo:

Padrão de Improvisação 1 :

(9)

Terceiro: José do trompete e Quarto: Luiza do trombone.

Assim, em vez de criar e explicar uma diferente ordem cada vez que for tocar um dado exercicío, basta dizer com que Padrão ele será tocado.

5. A m de facilitar a ordem de quem improvisa, use as letras ou números colocados sobre os compassos e semi-frases das melodias. Observe que a letra i ou I não é utilizada. 6. Com que acompanhamento improvisar?

Mude o acompanhamento rítmico proposto nas lições que têm improvisação, variando, de acordo com a possibilidade da melodia, utilizando ritmos de samba, marcha, baião, xaxado, maracatu, coco etc. No nal dos livros de percussão e regência há um apêndice com esses ritmos escritos. Aproveite para ensiná-los de ouvido para os percussionistas.

III - Quanto a imitação

1. Quem faz imitações no Método?

Um aluno, um grupo (metais, madeiras, clarinetas, meninas, meninos etc) ou a banda toda.

2. Quem escolhe os imitadores e sua ordem ou seqüência? O professor, um aluno e/ou um grupo de alunos. 3. Como determinar a ordem dos imitadores?

Da mesma forma que se faz com a improvisação. Por nomes (João, Maria etc), gêneros (meninos, meninas), instrumentos, naipes (madeiras, metais) ou pela ordem que estão sentados (linha da frente, primeiro da linha etc). A ordem pode ser denida antes de iniciar a música ou ir sendo comunicada durante a improvisação. Neste último caso, o professor, um aluno ou o improvisador diz o nome ou aponta gestualmente quem, ou que grupo, fará a imitação. Isto desenvolve a concentação dos participantes.

4. A m de ganhar tempo, pode-se criar também ordens xas de imitadores, seqüências padronizadas, e nomeá-las. Por exemplo:

Padrão de Imitação A :

Primeiros imitadores: Flautas e clarinetas, Segundos: Saxofones,

Terceiros: Trompetes e trompas Quartos: Trombones e bombardinos.

5. Utilize as letras ou números colocados sobre os compassos e semi-frases das melodias para distribuir a ordem dos alunos que farão a imitação.

(10)

IV - Relação com os exercícios do método Da Capo

Para praticar as atividades do Da Capo Criatividade em conjunto com as do método Da Capo, foi inserida a tabela abaixo que mostra a relação entre os exercícios dos dois livros. Pratique os exercícios da coluna Da Capo Criatividade após ter aprendido os exercícios da coluna Da Capo.

Da Capo Da Capo Criatividade 51 - 55 3 56 -58 1 - 4 59 - 62 5 - 6 63 - 66 7 - 8 67 - 69 9 - 11 70 - 74 12 - 17 75 - 79 18 - 20 80 - 81 -82 - 86 -87 - 90 21 - 28 91 - 95 29 - 35 96 - 100 36 - 38 101 - 105 39 - 41 106 - 111 42 - 46 112 - 117 47 - 56

V - História

Oboé

O oboé faz parte da família dos instrumentos de madeira e seu som é produzido através da vibração de uma palheta dupla (duas palhetas sobrepostas). Sua origem está relacionada ao shawm do século XIII, instrumentos de palheta dupla que foram muito usado na música da Idade Média (500-1430). A palavra oboé é, na verdade, oriunda da palavra francesa hautbois, a qual designa um instrumento agudo de madeira da família do shawm. Sua invenção se deu em 1660 e é creditada ao francês Jean Hoteterre. Hoje, a maioria dos oboés é construída segundo o sistema de chaves inventado por Theobald Boehm para auta na primeira metade do século XIX, prática que se iniciou no século passado. Sua família inclui o oboé, o oboé d'Amore em lá e o corne inglês em fá.

(11)
(12)

Quadro 1:

A

B

C

Si bemol

Pausa de colcheia Primeira e segunda casa

G



1 Escala a três vozes

Parte 1

3

3

3

3

3

3

3

3

4

3





4

3



3





4

3







3

3

3

3

3

3

3

3



p

3

3

3







3

3avoz

3

2avoz

3

Andante 1avoz





p

3

3

3

3

3

3

3

3

3

p

3

3

3

3

½

½

½

½

½

½

½

½

½



f

½

½

½

½

½













 





½











½





















































A





f

½



f

½

½

½

½

























(13)

Parte 2

6 º

½

º

½

5

½ ½

 

4

3

º º 7

½

½

½

2

½ ½



p

1



½

º 4

½

½

º 3 º º

¦

14 º º º 13





º º 8 15º º 9 º º º 10

¦

11 12º º º

f

½

º º

½

½

½

½

21º 16

 

½

½

½

½

18º º º

½





17

½



½

½ 

20

½

º º 19

½

Parte 3

½

4

½

º 3 º



4

3



º

½ ½

p





½

 

2

½

º

½

½



1

½

½

½

½ ½

½

º

½

½

½

½

½



f

7 º

½

º 6 º 5 º º

½ ½

½

 

Pratique este número com mi natural também.

2 Improvisando em A Barata

›

diz ta A1

›

›

A

›

ra ba

4

2





4

2





4

2





te





›

tem que B1

›

Se

›

›

3avoz 2avoz Parte 1 1avoz

›

›

da ra

›

ló. ma

›

ti men

















›

ra ba C1

›

É



as

›

sai fi

›

de é

›

u D1

›

E ta,

›

tem la

(14)

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ



u



só. ma F1



E





tem la



2.







oh! E1



Ah!







ah! ah! ah!



Ah!







Fim só.



1.



só. é



oh!





oh



















Ô

Ô

Ô

Ô

Ô Ô

D2

ÔÔ

Ô

Ô

Ô

ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô





Ô

Ô

Ô

ÔÔÔ

E2

Ô

Ô

Ô

ÔÔÔ

Ô

ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

Ô Ô

Parte 2

Ô

Ô

Ô

A2

Ô

 

 

 

Ô

Ô

Ô

Ô

ÔÔÔ

C2

ÔÔÔ

Ô

Ô

B2

Ô

ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ



F2













2.





Sib









Sib 1.

































Mib













Volte ao início e termine no Fim.

3 Escala do modo lídio sobre si bemol e Grácos

Improvise com Grácos

4

4

1

¦

¦

p



¦

¦

¦

¦

¦

¦



¦

p

¦

¦

f

f

¦

¦

2

p

¦

f

p

¦

¦



p

9

4 3 5

f

f

(15)

f

p

f

8

p

7 9

f

f

p

6



f

p

p

13

— —

—

—

12

f

11

—

—



—

— —

—

10

¥

17

p

¥

f

f

f

¥

p

f

p

¥

f

15

p

¥

14

 

16

p

¥

p

f



19

f

18

f

21

i

p









20

Faça seu gráfico para improvisar.

9

22

½

½

½

½

½ ½

½

½

½

½

½ ½

½

½

23

½

½

 

½

½

1. Pratique este número com mi bemol.

2. Pratique este número com mi bemol e lá bemol. 3. Pratique este número com mi natural e lá bemol.

4 Completando a melodia

û



4

4









 



 



û 

¦





(16)

Quadro 2:

A

B

Sol

Sinais de dinâmica

G

5 Diversão no modo dórico sobre sol

Parte 1

¦

¦











¦

p









 







f

¦

¦

 ¦









¦



Adante





4

3

¦







¦













¦



¦



 

¦



¦

¦

¦







¦



9









Parte 2

½

Arpejo

p

f

½

½

4

3

½



½

½

½ 

½

½





p

p



½ 

p

½

f

½

Parte 3

p

m

m



4

3

 m







m

f

p



f





p

p



p











f



9













(17)

Parte 4

º º

Ý

º º 4 º º

Ý

Ý

º º

 

4

3

1 3 º

Ý

Ý

2 º º

Ý

º

Ý

Ý

Ý

Ý

º º º º 6 º º º º º

Ý

Ý

7 º 8 5

 

º º º

½

½ ½

º º 10

½

½

º º 12

½

½

½

º 9



º º





13



½

º

½

º

½

º 11 º

½

Parte 5

º

½

6 8 2 5 º



11

½

½

º 13





4

3

º º 3

½



º º º

½

9



½

º

½

º

½

½

4 10

½

½

½

1 º 7 12 º

Parte 6





º



º 5 º



º



9



7





3 4 º º 6





4

3

1



º 8





2 º

Toque este número substituindo o mi natural por mi bemol.

6 Dando música ao texto

de

Æ

se tão, On



ca

 

Æ

vou a tan ser





Can do



do a

4

4

¦

¦

vi

¦

re



tir.

¦

da-a



¦

pren

¦

re,

¦

Não

¦

a



sis



¦

mor

¦

deu

û

""

Cantando vou a seca do sertão, Onde a vida aprendeu a resistir.

Não morre, não; sem chuva, vai dormir E, com a água, desperta em emoção.

(18)

Quadro 3:

A

B

C

Mezzo forte

Semínima pontuada

G

7 Brincando em fá maior

Parte 1

¦

¦

f

¦

¦

¦ ¦

¦

¦

¦

¦

p

¦

A

¦



4

4

½

½

½

B

½





½

½



½

½

p

½

f











½

½

 







½





½

½

½

½





½







½







½



½



½





p

½



½



½





½

½



½

½







C

Parte 2

½

G

½

C D

½

½

º º

½ ½

º º



½

º B

½

F



 

4

4

A º E

½

½

½

K

½

½

½

º º

 

º

½

H º º º

½

º L º º J

½

½

½ ½

º

½



º M



½



½

½

½

½

½ ½

½ ½

½

½

º

 ½

N

½

½

½

½

½

½

½

½

P

½ 

½

½ ½ ½

½ ½

½

O

 





½

Q

½





Toque este número substituindo o mi natural por mi bemol, obtendo assim a escala mixolídia sobre o mi bemol.

(19)

8 Improvisando em Quando Eu Era Pequenino

Ô

dia

Ô



ra

Ô

ÔÔÔ

Que

Ô

no,

Ô

do-eu

Ô

bi

ÔÔÔ

ÔÔÔ

Ô

e

Ô

ÔÔ





Ô

ni

Ô



que

Ô

Ô

Ô

so-eu

Ô

Ô

ves

Ô

ÔÔÔ

ra-en 2avoz



Ô

Ô



tra

Ô

Ô

Ô

pe

Ô

Parte 1 Andante A 1avoz 3avoz e Quan

mf

Ô

4

2





4

2





4

2





ÔÔÔ

mais

Ô

nho

Ô

›

Quan B da

›

do-as

›

va,



›

me



ças lhes





vam

›

da

›

Eu

›

tão!





›

mo

›

›

ja

›

›

bei

›

va-um















lhes

›

eu

JJ

JJ

JJ

J



Vem lis



C Vem

f



cá,



meu









co te



cão.



J



que





eu



D Pois



cá, vem ro















J



ção, ra



be cá,



bem; meu

JJ

JJ

JJ

A1

mf





tão.



Vem



J

Fim 2.

J

Parte 2











J



nho-en



ji





J



dar



Mais















bei 1.



tão.







um

(20)

J























B1



J































JJ

JJ

JJ















































































 J



































C1 Sib





f













JJ

JJ

JJ





















D1





2.





















 













Sib 1.













Volte ao início e termine no Fim.

Quadro 4:

A

B

Acento

Vivo

>

Tocar a nota acentuada com mais ên-fase, ou seja, com um ataque mais forte.

(21)

9 Improvisando em Atirei o Pau no Gato

Ô

ÔÔ

Ô

Ô

Ô

ÔÔ

Ô

Ô

Ô

o

Ô

no

Ô

Ô

mf

A 3avoz

ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

Ô

ti

ÔÔ

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

f

o

Ô

Ô



4

4



Ô

Ô



mas

Ô Ô Ô

pau A



rei

 Ô

Ô

ga

Ô

to,

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

ÔÔ

2avoz B

Ô

to

Ô





Ô

Ô



4

4



4

4



Ô

Ô

Parte 1 Allegro 1avoz



Ô

Ô

ad

Ô

ber

Ô

Ô

Ô

Ô

D mor





Ô

Ô

Ô

ÔÔ

Do

Ô

ÔÔ

Ô

ÔÔ

Ô

Ô

Ô

se

Ô

Ô

C

Ô

Ô

ga

ÔÔ

Ô

mi

ÔÔ

não

ÔÔÔ

Ô

na





Ô

F reu

Ô

to

Ô



Ô

Chi

Ô

Ô

Ô

ÔÔ

Ô

Ô

reu

ÔÔ

Ô

Ô

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JJ

JJ

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Fim

































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Parte 2 Sib



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ro B ber



PP









Mib E

PP















C

























 























D











PP























 



Sib

(22)

JJ

JJ

JJ

















































Sib





Sib

















F



















 



(23)

10 Amarelinha vertical

(24)

errar uma nota, um ritmo ou um sinal de expressão, perde a vez e outro começa. Quando voltar a sua vez, recomece da casa 1, ou seja: 1, 1-2-1, 1-2-3-2-1 etc. Vencem aqueles que atingirem o céu.

11 Improvisando em Cachorrinho

Ô

mf

Ô

Ô



ca,

Ô

3avoz

Ô

fun

Ô

Ô

chor bo no Lá

Ô

do

Ô

Ô





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Ô

Ô

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mf

Ô

Ô

Ô

Ô

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4

2





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Ô

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2





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Ô

Ô

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Ô

Ô



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Ô



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2avoz tin

Ô



Ô



quin



Ô

Ô

Ô

Ô

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ca

Ô

Ô

Parte 1 Vivo A 1avoz

Ô

tal.



Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

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f

Ô

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Ô

Ô

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ÔÔ



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Ô

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Ô

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Ô



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Ô

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JJ

JJ

JJ







Parte 2 A1









io







la,













ou



















lá.











eu Fim















 











Não





















que B1











ca

 

 



la











D













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(25)

Ô

Ô

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Ô

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Ô

Ô

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Ô

ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

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Ô



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Ô

Ô







Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô





Ô

Ô

Ô

Ô

 ÔÔ

C1 Mib



Ô



JJ

JJ

JJ





Sib











































































D1

Volte ao início e termine no Fim.

Quadro 5:

A

B

Lá bemol

Pausa de colcheia (continuação)



12 Escala do modo lídio sobre lá bemol

Parte 1

¦





4

4

¦





¦

¦

¦



¦

¦



¦

¦

¦

¦



¦



¦

¦



f





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





























(26)

Parte 2

2 º

½

½

º º

½

½

º º 4

½

º º º º 5

½

p

½

7

½

º º

½

6

½

½

 

4

4

1

½

º 8 3 9



º







º





13



 



º 12





º



16 º º º





10



º15 º 14 11 º

½

17



½

º



½ ½

º º 21 º 23 º º º º 20 º º º º

½

19



18 º

½

º º

½

22

½

½ ½

½

º º º 29

½

25

½

½

º 24



½

½

½

½

½

½

½

º º º



28

½

½

½

º 26

½

½

º

½



º

½

º

½

º 27

Parte 3

5

½

7 º

½

½

º º 4

½

½

º 6

p

4

4

2 3





½

½

½

º

½

½

½

½

º 1 º 10

„

º 8









º 11 º 12º 9 13 º

Pratique este número substituindo o mi bemol pelo mi natural.

13 Cai, Cai Balão

Copie a melodia de Cai, Cai Balão e escreva uma segunda voz.

û

û

û

û

(27)

14 Roda e Chicotinho Queimado

Roda:

Esta brincadeira consiste em tocar os números, rodando no sentido horário ou anti-horário, e repetindo cada um deles três vezes. Quem errar é eliminado. Após alguém ser eliminado se inicia o jogo do início. Vencem os que conseguirem dar três rodadas sem errar.

Chicotinho queimado:

Este jogo é semelhante a brincadeira de mesmo nome. São seis jogadores. Cada um dos cinco números do jogo ca com um participante e um sexto paticipante ca livre. Os cinco iniciam tocando juntos e cam repetindo os trechos musicais de seu número. O sexto participante

(28)

vezes, ou seja, tocar uma ou três vezes ou não tocá-lo, pulá-lo, o participante deste número deve interromper o jogo. Se ele não interromper, ele é eliminado do jogo. Se ele interromper, será eliminado quem estava rodando e ele passa a rodar no lugar do eliminado. Vencem aqueles que não forem eliminados.

15 Faca Amolada

Aprenda de ouvido a música Faca Amolada de Milton Nascimento e Ronaldo Bastos. Decore-a, improvise e depois escreva uma variação para ela.

û

û

16 Escala de mi bemol maior

Parte 1

¦

¦

¦

¦



4

4

¦

p

1

¦

¦

¦

¦

¦

¦

f

¦

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mf



p

2







¢



¢

¢

 











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f

½

½

mf



½

½

½

f

½

½



½

½

½

p

½



½



½

½





½

 



mf

f

 ½ ½

½

f







Parte 2

½

º 5

½

7 º

½

º º º º 2

½

4

½

½



4

4

1

½



3

½

mf

½



6



º

½

½

½ ½

8 º

½

º º 11 º 10

½

º

½

½

 

º 9

½

º º

½ ½

½

½

½ ½

12

 

º º

½

½

½

½

½

º

½

½

13

999



14 º º

mf

º º º º º º º



p



º º º 15 º



(29)

Pratique este número substituindo o lá bemol pelo lá natural, obtendo assim a escala lídia sobre o ré bemol.

17 Boas Festas

Aprenda de ouvido a música Boas Festas de Assis Valente. Decore-a, improvise e depois escreva uma variação para ela.

û

û

Quadro 6:

A

B

Mi bemol

Sinal de repetição

(30)

18 Improvisando Na Corda da Viola

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

Na







o 1.







2avoz



ba











da





Na



























do







To



te.













4

2





4

2











A Parte 1 Vivo 1avoz

4

2

3 avoz







vi







cor







la





do





da







mun





JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

ras

J



te.



Fim







2.

J

Fa sim. 2.







la As



zem dei 1. sim. va







ba B









as

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ











Sib











































 







 









Parte 2 C Mib



































Mib



JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ



 

 





JJ





JJ





D Mib

JJ



 





(31)

19 Balão

(32)

1. Só pode iniciar na casa 1 e terminar na 9.

2. Só pode passar de uma casa para outra se ambas estiverem conectadas por um traço do balão, não importando se o número é maior ou menor que o anterior.

Concessões:

1. Vale voltar a uma casa uma segunda vez durante o paseio, inclusive à casa 9. 2. Não precisa utilizar-se de todos os números antes de concluir na casa 9. 3. Os participantes podem iniciar juntos ou um após o outro.

Exemplo:

Você pode fazer uma ordem assim 1-3-6-8-5-2-1-2-4-7-9.

20 Variações sobre Cravo Banco na Janela

JJ

dasi la Que-inÉ ja seu

 

4

2

Fu vo bran na sa ô na gouca men co Dei xa ne chede Allegro A to. po. tem B nãonal

mf

la so, Cra dis

JJ

JJ

C ca D lê que Fim lá, lá! lá io Não sou Os lê! Os



quin



dô eu lê! lê lê quin dôdô Os quin

Variação 1

33

33

33



C1 D1

p

4

2

Moderato A1



B1

Variação 2

33

33

33

4

2



f

p

D2 B2



f



p

Vivo A2 C2

(33)

Variação 3

33

33

33

Allegro A3





4

2

D3

p



B3 C3

f

f

p

Variação 4 - Esta você escreve!

33

4

2

A4 B4



33

33

C4 D4



Volte à melodia principal, ou Tema, e termine no Fim. Quadro 7: Descanso

21 Cromatismo

9

p





p

f



4

4

9



9



Parte 1 Andante



f

9













9

9





mf

4



2

9

9





9





º 6 º



mf



9

5

9



1



º 3 º





9

„

11



º º 12



7 º







mf

8 º



º 9

„



p

10







½



½

14

½

13





½



½





½



½

15





16

½



½

½



½

17

½



½

½



18



(34)

9



p

9

f

Parte 2



p





f



mf

½

19 25



½

20 º

 ½

º 21

½

º

½

mf





½



º

½

24



22



½

23

½

½

½



½

 

½

mf

28

p

½

½

½

29

½



½

º 27



½



30º

½

p

31 º



½

½

º

½

½

32

½

26



½

½

º

½

º

½

º º



f



º

f

½

½



½

½

º

½

½



½

33 º

½

34



½

½



½

35



º 36

½

f

37

½

½

p

22 Improvisando sobre a Canção do Cego

JJ

JJ

JJ

vo a













4

3



vós



de

p



ça



Vim



4

3

p





cen





cê, 1avoz li me C





dir





de









nhor. pe



meu 3avoz 2avoz Parte 1 Lento A se

4

3





Com

p









 

a B



Bo





tar

JJJJ

JJJJ

JJJJ























vor.





























por Parte 2 A1



















Fim













fa







JJ





maes





mo





f













D









la





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(35)

JJJJ

JJ

JJ

JJ

JJJJ

JJJJ



B1





 









JJ



















JJ











JJ





 



















JJ

JJ

















D1 C1







Volte ao início e termine no Fim.

23 Brincando com escalas sobre sol

Parte 1



















p





4

4







































































p













4

4













p





4

4





























 

































































 





















































(36)

Parte 2

½

º

½

4 º



½

½

º º

½

6

½

½

º

½

º º 5

½

½

1 º 7

½

3

½

4

4



2



º 12

½

14 º



º 11 9 º

½ ½

½

º º 10

½

15



½

8



13 º



º º

½



½

º º º



18



º º º º 17 19 21 22 º





20 º º º 16 º º º º

½

½

º

½

23

½

½

º

½

º 28

½

º º

½

º º

½

½

º º 26 º 24 º



25

½

º º

½

29º º 27



½

º

½

½

º 30 º º º 32 31 º

½

º

½

º º

½



º 33 34 35



½

º

½

½

½

½

º

½ ½

½

º º

Parte 3

2

½

3

½

6

 

4

4

½

½ ½

½

5 1 º

½

º º

p

º 4 º º

½

½

½

½

½

½

½

º º

½

10

½





9

½



11 7

½

½

º º º º

½

12 8

½

½



15

½

½

½

º

½



16

½

º º







½

13

½



½

º

½

14

½

½

½



1. Pratique este número com mi bemol, mantendo o lá bemol. 2. Pratique este número com lá natural, mantendo o mi natural. 3. Pratique este número com mi bemol e lá natural.

(37)

24 Improvisando em torno de sol













f

4

4











p





4

4



























1avoz























3avoz









p



2avoz

f





4

4





33

33

33

33

33

33





A

Repita até o último improvisador indicar para seguir







33















p

33







33









 





p







33

33

33

33

33

33







Repita várias vezes, até sumir.

B























































(38)

25 Improvisando em Maracujá

ta To

Ô

Ô



Ô

ia,

Ô

meu

Ô

Ô

Ô

ra

Ô

Ô

Ô

pra

Ô

ÔÔ

ÔÔ

ÔÔ

Pas

Ô



man

Ô

Ô

sen

Ô

Ô

Ô

Ô

3avoz

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

Ô

 

4

3

 

4

3

 

4

3



cu

Ô





Ô



C

Ô



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Ô

Ô

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Ô

do

Ô

 

B Ah!



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Ô

Es va

Ô

Ô







ÔÔ



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Ô

Ô

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mf



ÔÔ

Ô

Ô

Ô

ÔÔ



ÔÔ

ÔÔ

2avoz



Ô

ÔÔ







Ô





Ô

Ô

Ô

Parte 1 Allegro A 1avoz Ah!



já,

Ô

do

Ô

Ô

na

Ô

JJ

JJ

JJ



 



Ci sa-o













1.--2.





a







Ah!

J





Ah! Pas



cá.



na-e









sou



se:







me



la



J

prá















D



 













no



 

 

 

 

dis







Fu





J





cla





JJ

JJ

JJ

JJ

JJ

JJ





J































3.

J

Pas cá.



























J





















 

 

 



sa,





sa,

 



J

Fim











mf





Parte 2 A1







f







E

J







J

Pas





ÔÔÔ





Ô







Ô

Ô



Ô

ÔÔÔ



ÔÔÔ







Ô







Ô

ÔÔÔ

Ô

ÔÔÔ



Ô

ÔÔ



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Ô

Ô

ÔÔÔ



Ô

ÔÔÔ





Ô



Ô

Ô



B1





Ô 

C1

ÔÔÔ





ÔÔÔ



Ô

ÔÔÔ

Ô



Ô

Ô

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Ô

ÔÔ

Ô

ÔÔ

Ô

ÔÔÔ



Ô

Ô

Ô



Ô





Ô

ÔÔ



Ô



ÔÔÔ





Ô



ÔÔ

Ô

ÔÔÔ



ÔÔÔ







Ô

Ô

(39)

½







½

Fá menor







½





½













½





D1

 





½





½

 



½









 













½





½ 













½



½



E1 Mib

 ½

½ 



Ô Ô

Ô Ô

ÔÔÔ





ÔÔÔ



ÔÔÔ

Ô

Ô



Ô

 

 

 

Ô



Ô

Mib



Ô



Ô

Ô Ô

ÔÔÔ

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Ô

Ô

ÔÔÔ





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Ô

Sib

ÔÔÔ



ÔÔÔ



Ô



ÔÔÔ

Ô

Ô

Ô

ÔÔÔ







Ô



ÔÔÔ

Ô



Ô

Ô



Ô

Ô

JJ

JJ

JJ

 





Mib

































Sib





























Fá menor























Volte ao início e termine no Fim.

(40)

26 Pata Choca

(41)

27 Duo e Banda

ÿ



ÿ

ÿ

ÿ

ÿ

ÿ

A





p







f

ÿ



ÿ



Andante 1a voz* Solo **













ÿ





p







ÿ

4

4



ÿ

3a voz*** Banda **** 2a voz* Solo **





4

4



4

4







ÿ



p



ÿ







ÿ

f





ÿ











C



8



ÿ







ÿ

ÿ



p

f



p

ÿ

f

ÿ

ÿ

f

ÿ

ÿ

p



ÿ



ÿ







f

ÿ





B

ÿ

p





f







f



































f









p



p



p

f













p









15





k



























p





p







D







 



f





p



p



























21

* Notas em formato de X = Toque qualquer nota, mas siga o ritmo indicado. ** Solo = Apenas um instrumento por voz.

*** Notas em formato de barra = Toque qualquer nota grave ou aguda de acordo com a notação.

(42)

28 Que tal terminar esta melodia?





4

4

















 



 



Quadro 8:

A

B

C

D

Stacatto

Ý

Descanso Descanso

29 Só para clarineta

30 Dois por dez

—

—

—

D

—

—

—

—

—

—

—

—





—

4

2



—



—

—

mf

Moderato A



—



4

2

—

—

C

—

—





—

mf

—

—

—

—





—





—

B

—

Imagem

Referências

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