Relatório Semanal de Estratégia de Investimento

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Texto

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16 de março de

2015

• Economia internacional: DXY tem forte alta na semana; Aumenta a expectativa de inicio da normalização de

juros nos EUA para junho; Bolsa Norte Americana tem semana negativa; Petróleo voltar a ter semana de realização; Dados negativos na economia chinesa mostram economia em desaquecimento; Europa tem semana positiva, porém risco “Grécia” volta para as discussões

• Economia brasileira: Expectativas de inflação continuam em alta; Joaquim Levy e Renan Calheiros entram em acordo para ajuste de IR, mostrando uma breve trégua entre legislativo e executivo; Dólar atinge máxima, passando de R$ 3,23, patamares antes vistos em 2003; Ata do Copom deixa caminho aberto para alta entre 25 e 75 bps na próxima reunião; Manifestações ao redor do Brasil e “panelaço” durante discurso de ministros no domingo evidencia deterioração na situação politica/econômica.

| Destaques da Semana

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| Economia Internacional

A semana passada teve a divulgação de importantes dados de atividade na China, com destaque para as vendas a varejo e a produção industrial. Os números, abaixo das expectativas de analistas, reforçam a perspectiva de desaceleração da economia chinesa, que provavelmente não repetirá este ano o crescimento observado em 2014, de 7,4%. Assim, cresceu a expectativa em torno de novas medidas de estimulo do governo Chinês, com o objetivo de evitar uma queda mais forte da atividade e sustentar o crescimento ao redor de 7% em 2015.

De qualquer forma, é bastante provável que a China caminhe para um patamar de crescimento mais baixo nos próximos anos, na medida em que o consumo vai ganhando maior participação no PIB, em detrimento dos investimentos e das exportações. Nesse contexto, a perspectiva de fragilidade nos preços das commodities continua, e ganhou um reforço extra com os dados da semana passada. O índice CRB, uma cesta de matérias-primas de diversas categorias, registrou queda de 3,9% e atingiu o menor patamar do ano na última sexta-feira. A combinação de queda das commodities, início do Quantitative Easing na Europa, dados robustos de emprego nos EUA, e declarações de dirigentes do FED sobre a necessidade de alta dos juros básicos norte-americanos (FED Funds) também deu fôlego ao dólar dos EUA na semana passada – que registrou uma alta de 2,8% frente a uma cesta de moedas dos principais parceiros comerciais dos EUA.

Em síntese, o pano de fundo internacional deve continuar apontando para um crescimento heterogêneo da economia global, com diferenciação positiva para os EUA, e negativa para a média dos emergentes. Além disso, é cada vez mais iminente o início do ciclo de alta dos FED Funds. Diante disso, acreditamos que a tendência estrutural de valorização do dólar, que se iniciou no 2º semestre de 2014, deve se sustentar nos

próximos meses, a despeito de alguns períodos de realização ou acomodação, como o observado no mês passado. 1 2 3 4 5 jul -07 de z-07 m ai -08 o ut -08 m ar -09 ag o -09 jan -10 jun -10 no v-10 ab r-11 se t-11 fe v-12 jul -12 de z-12 m ai -13 o ut -13 m ar -14 ag o -14 jan -15

Generic Treasury 10Y

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| Economia brasileira

No cenário doméstico, destaca-se mais um capítulo do risco político, a “arrancada” do dólar e a leitura que o mercado fez em relação a última ata do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central). Em resumo, o mercado continua a questionar quão sustentável será o ajuste fiscal, frente as pressões políticas (e porque não dizer sociais), em um ambiente em que a moeda norte-americana se valoriza em cima das expectativas de política monetária por parte do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

Atualmente (e diariamente) o mercado mede o risco político. E é este risco que vai determinar os próximos movimentos dos investidores. Provavelmente sofreremos um “downgrade” em nossa classificação de crédito. As turbulências políticas, porém, podem mudar este quadro – que já é muito ruim – para pior. Na lista do risco político brasileiro estão: a) as suas repercussões e consequências do ato de ontem, 15 de março; b) o pós-dia 15 e o nervosismo da base de apoio do Governo no Congresso Nacional; c) as idas e vindas da relação do Legislativo e Executivo (e, notadamente, a volatilidade da relação de Renan Calheiros e Eduardo Cunha na relação com o PT e à própria Dilma); d) como tudo isto afetará o cada vez mais lento ajuste fiscal de Joaquim Levy; e e) evidentemente os fatos novos que surgirão das investigações relacionadas à Lava Jato. Esta “medição” do risco político brasileiro mostra no momento um grau ligeiramente mais confortável do que na semana anterior, embora não podemos descartar alguma deterioração e, que em termos de precificação dos ativos, estamos à beira de uma redução de rating. Também vale citar que na sexta-feira o dólar atingiu o maior valor em quase 12 anos. Segundo relatos da imprensa, o Banco Central mandou um recado de que há exagero na disparada da cotação da moeda americana. Segundo a mídia, para o BC, há muita "gordura" na taxa de câmbio, que provoca impacto nas taxas de juros futuras, adicionando prêmios aos ativos. A avaliação é de que a instituição tem procurado mostrar que o processo de ajuste no câmbio, que ocorre hoje na economia brasileira, tem de se dar de uma maneira "suave". Já se sabe que, na próxima reunião, o Fed vai mudar o seu comunicado em relação ao início do processo da alta de juros nos Estados Unidos, mas essa ação não significa, na avaliação do governo, que se esteja na iminência de aumento da taxa de juros.

Por fim, em relação a ata, o Banco Central não vê mais a inflação iniciando trajetória de queda em 2015, em meio a forte reajuste de preços administrados e desvalorização do câmbio. No documento divulgado, o BC voltou a avaliar que a intensificação dos ajustes de preços relativos realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais e realinhamento dos preços administrados em relação aos livres tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável, repetindo que os preços deverão continuar elevados este ano. Mas o BC retirou da avaliação o trecho que afirmava que a inflação, “porém, ainda neste ano entra em longo período de declínio”. Em outra mudança, o BC afirmou que as decisões de política monetária serão tomadas visando a convergência da inflação para o centro da meta “ao longo do próximo ano”, em lugar da expressão “no próximo ano”, usada no documento de janeiro. A meta de inflação é de 4,5 por cento com dois pontos percentuais de tolerância para cima ou para baixo. Na decisão, cuja ata embasa, o Copom manteve o ritmo de aperto monetário, elevando a taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual, para 12,75% ao ano. Assim, diante da manutenção de um quadro de deterioração das expectativas em relação à economia brasileira, continuamos a recomendar uma postura mais conservadora na alocação de recursos no curto prazo.

3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 7,0% 8,0% jan -08 jun -08 no v-08 ab r-09 se t-09 fe v-10 jul -10 de z-10 m ai -11 o ut -11 m ar -12 ag o -12 jan -13 jun -13 no v-13 ab r-14 se t-14 fe v-15 IPCA 12M Meta LS Fonte: Bloomberg, 16/03/2015 às 11h00

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| Mercados

BOLSA

No cenário internacional, o grande destaque da última semana foi a bolsa da China (6,42%), que após dados negativos sobre a economia local, os agentes já trabalham com a possibilidade de novos cortes de juros para este ano e novos estímulos ainda no primeiro semestre de 2015. O SP500 (-0,86%) voltou a mostrar fraqueza e fechou a semana próximo de 2050 pontos. A busca por qualidade (títulos americanos) há uma semana da reunião do FED e a alta semanal do dólar americano (2,78%), somado a forte queda do petróleo (-9,61%), levaram a volatilidade (VIX) americana para próximo de 16. Na Europa, as bolsas (Stoxx 600 + 1,37%) tiveram mais uma semana positiva, tendo como pano de fundo o detalhamento do QE e o seu começo na última segunda-feira (6/3/2015). A força do dólar (DXY) frente às moedas globais e a possibilidade da retirada da palavra “paciência” do comunicado do banco central americano, reforçam o “call” de normalização da taxa de juros americana em 2015 e uma contínua fraqueza das commodities. Vindo para o Brasil, a forte desvalorização do real no ano, além da alta na curva de juros futura, reforçam o momento de cautela com ativos de renda variável local. Porém, achamos que em dólar, a bolsa brasileira já começa a chamar a atenção de investidores de longo prazo e que o forte desconto de alguns ativos frente aos pares internacionais atraem o fluxo de investidores estrangeiros e locais em busca de valor. Continuamos com uma posição conservadora em ativos de renda variável local, achando que melhor o momento para alocação ser dará quando o BCB interromper o ciclo de alta dos juros e as commodities (minério de ferro e petróleo) começarem a “performar” no exterior.

Under Over 27000 32000 37000 42000 47000 52000 57000 62000 67000 72000 ab r-08 se t-08 fe v-09 jul -09 de z-09 m ai -10 o ut -10 m ar -11 ag o -11 jan -12 jun -12 no v-12 ab r-13 se t-13 fe v-14 jul -14 de z-14

Ibovespa

Fonte: Bloomberg, 16/03/2015 às 8h00

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CÂMBIO

Durante a semana passada, um dos destaques do mercado brasileiro foi a desvalorização do real perante o dólar, que fechou na sexta-feira acima de R$ 3,23. Após um período de inércia, o dólar voltou a se valorizar contra as principais moedas, como Iene e Euro, assim o real acompanhou o movimento global. Porém, o movimento no Brasil foi agravado pela situação interna, onde o cenário politico tem prejudicado a percepção de risco do país, com o CDS de 5 anos saindo de 278,47 bps para 307 bps, mostrando claramente que o problema de governabilidade e constante alta de inflação tem afetado diretamente a decisão dos investidores. Outro ponto que prejudicou a situação do país foi a queda das commodities, com destaque para o petróleo que caiu para um patamar abaixo de US$ 45,00, aumentando incertezas sobre países emergentes.

Under Over

JUROS

Na última semana, as taxas de juros futuros seguiram o movimento de alta ao longo da curva, o que já vinha ocorrendo desde o início do mês. A deterioração do cenário político somado ao já debilitado cenário econômico, vem pressionando os preços dos ativos e com isso aumentando a percepção do risco Brasil. A contínua valorização do dólar frente ao real, expectativa de inflação alta e dúvidas com respeito a eficácia do ajuste fiscal, irão continuar pressionando as taxas de juros em todos os vértices. Acreditamos ainda ser um pouco precipitado para realizar alocações pré-fixadas, mas a partir do momento que tivermos maior clareza quanto ao fim do ciclo de alta de juros, teremos oportunidades para capturar este prêmio.

Juros Pré-Fixado Inflação

Under Over Under Over

70 75 80 85 90 95 100 105 jul -07 jan -08 jul -08 jan -09 jul -09 jan -10 jul -10 jan -11 jul -11 jan -12 jul -12 jan -13 jul -13 jan -14 jul -14 jan -15

DXY

0,00 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 8,00 10,00 12,00 14,00 16,00 18,00 jan -08 jul -08 jan -09 jul -09 jan -10 jul -10 jan -11 jul -11 jan -12 jul -12 jan -13 jul -13 jan -14 jul -14 jan -15 DI 17 DI 21 Fonte: Bloomberg, 16/03/2015 às 11h00 Fonte: Bloomberg, 16/03/2015 às 8h00

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| Indicadores e Cotações

Classe Ativo Último Nível Dia Semana Mês 12 meses 2015

Indicadores de Risco

EMBI Brasil 357,00  21,00  40,00  29,00  106,00  88,00

VIX 16,00  0,58  0,80  2,66  -1,82  0,08

US High Yield Spread 515,89  5,51  31,23  19,91  -31,56

Bolsas IBOV 48595,81  -0,58%  -2,77%  -5,79%  8,07%  -2,82% ISE 2373,95  -0,45%  -1,69%  -4,54%  8,54%  -2,37% IDIV 2557,3601  -0,53%  -1,22%  -6,37%  -13,90%  -8,40% SMALL 981,11  -0,38%  -0,67%  -2,91%  -14,13%  -9,77% SP 500 (USD) 2053,4  -0,61%  -0,86%  -2,43%  11,53%  -1,30%

Euro Stoxx (EUR) 375,07  0,44%  1,37%  2,13%  21,62%  17,68%

Nikkei (JPY) 19254,25  1,39%  1,49%  2,43%  34,39%  10,33%

Shangai Comp (CNY) 3449,305  4,81%  6,42%  4,20%  72,09%  8,95%

MSCI ACWI (USD) 418,58  -0,55%  -1,48%  -3,21%  4,29%  -0,22%

MSCI Emerging Markets (USD) 939,56  -0,94%  -3,26%  -5,12%  0,20%  -1,57%

Classe Ativo Último Nível Dia Semana Mês 12 meses 2015

Commodities CRY 210,70  -1,84%  -4,29%  -5,97%  -30,44%  -9,76% Oil 44,84  -4,70%  -9,61%  -9,89%  -54,66%  -17,15% Gold 1158,48  0,41%  -0,75%  -4,51%  -16,23%  -3,50% Juros Germany Generic 10 Y 0,26  0,01  -0,14  -0,07  -1,29  -0,28 US Generic 10Y 2,12  0,00  -0,13  0,12  -0,54  -0,07 Spread US x GE 1,86  -0,01  0,01  0,19  0,75  0,21

Brazil Generic 10Y 13,40  7,37  0,44  1,12  6,69  1,06

IPCA 10 Y ( Generic NTN-B) 6,41  -0,09  0,08  0,37  -0,31  0,24

Inflação Implicita Brazil 5 Y 7,04  -0,01  0,30  0,63  0,52  0,52

Inflação Implicita US 5 Y 1,44  -0,04  -0,19  -0,20  -0,51  0,28 Fundo Imobiliario IFIX 1341,75  -0,21%  -0,99%  -2,02%  1,53%  0,38% Moedas DXY 100,33  0,90%  2,78%  5,29%  26,29%  11,49% BRL 3,25  2,61%  6,03%  14,34%  38,44%  22,24%

Data Indicadores Econômicos – G7 & China Horário Expectativa Anterior

Segunda-Feira (Dia 16) Não há divulgações de indicadores econômicos

JAP: Indicadores Antecedentes (JAN F) 2h00 - 105,1

ALE: Pesquisa ZEW (MAR) 7h00 58 53

EUR: Pesquisa ZEW (MAR) 7h00 - 52,7

EUR: Índice de Preços ao Consumidor (M/M) (FEV) 7h00 0,60% 0,60%

ING: ILO Taxa de Desemprego (JAN) 6h30 5,70% 5,70%

ING: Ata do Banco da Inglaterra 6h30

EUR: Balança Comercial (JAN) 7h00 - € 23,3B

Quinta-Feira (Dia 19) JAP: Índice de Atividade Industrial (M/M) (JAN) 1h30 1,80% -0,30%

Sexta-Feira (Dia 20) EUR: Transações Correntes (JAN) 6h00 - € 17,8B

Semana CHI: Investimento Estrangeiro Direto (A/A) (FEV) - 29,40%

Terça-Feira (Dia 17)

Quarta-Feira (Dia 18)

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INFORMAÇÕES IMPORTANTES AO INVESTIDOR

Este material, meramente informativo, foi preparado pela área de Estratégia do Votorantim Private Bank e não se caracteriza como relatório de análise, para fins da Instrução CVM nº 483/2010, e, não foi produzido por analista de valores mobiliários. As informações contidas neste material foram obtidas por meio de comunicação de acesso público, tais como jornais, revistas, internet entre outros, de forma aleatória. Tais informações estão sujeitas a alterações, a qualquer momento, sem que haja necessidade de comunicação neste sentido. Apesar das informações aqui contidas terem sido obtidas de fontes consideradas confiáveis, a área de Estratégia não pode garantir a precisão e veracidade das mesmas. As recomendações de alocação deste documento refletem única e exclusivamente a opinião pessoal dos profissionais da área de Estratégia do Votorantim Private Bank, de modo que as recomendações foram elaboradas de forma independente e autônoma com relação às demais áreas da Votorantim Asset Management DTVM Ltda., ao Banco Votorantim S.A. e demais empresas do Consolidado Econômico Financeiro Votorantim. As recomendações de alocação contidas neste documento apresentam riscos de investimento e não são asseguradas pelos fatos nem contam com qualquer tipo de garantia ou segurança da área de Estratégia. O Votorantim Private Bank e suas áreas de negócio não serão responsáveis por perdas diretas, indiretas ou lucros cessantes decorrentes da utilização deste material para quaisquer finalidades, incluindo, mas não se limitando a realização de negócios, investimentos ou transações baseadas nestas informações.SAC: 0800 728 0083, Deficientes Auditivos e de Fala: 0800 701 8661. Todos os dias, 24 horas por dia, ou pelo e-mail sac@bancovotorantim.com.br. Ouvidoria: 0800 707 0083, Deficientes Auditivos e de Fala: 0800 701 8661, de 2ª a 6ª feira das 9:00 às 18:00 hs. Estratégia de Investimento Votorantim Private Bank (11) 5171-5221.

Data Indicadores Econômicos – EUA Horário Expectativa Anterior

Empire Manufacturing (MAR) 9h30 8 7,8

Produção Industrial (FEV) 10h15 0,30% 0,20%

Utilização da Capacidade Instalada (FEV) 10h15 79,50% 79,40%

NAHB - Índice do Setor Residencial (MAR) 11h00 57 55

Fluxo de Capital Estrangeiro de Longo Prazo (JAN) 17h00 - 35,4B

Construções Iniciadas (FEV) 9h30 1045,0K 1065,0K

Permissões para Construção (FEV) 9h30 1065,0K 1060,0K

Quarta-Feira (Dia 18) Fomc - Decisão da Taxa de Juros (MAR 18) 15h00 0,30% 0,30%

Transações Correntes (T/T) (4T) 9h30 US$ -102,0B US$ -100,3B

Novos Pedidos de Auxílio-Desemprego (MAR 7) 9h30 305,0K 289,0K

Philadelphia Fed (MAR) 11h00 8 5,2

Índice de Indicadores Antecedentes (FEV) 11h00 0,20% 0,20%

Sexta-Feira (Dia 20) Não há divulgações de indicadores econômicos

Semana Não há divulgações de indicadores econômicos

Segunda-Feira (Dia 16)

Terça-Feira (Dia 17)

Quinta-Feira (Dia 19)

Data Indicadores Econômicos – Brasil Horário Expectativa Anterior

FGV: IPC-S (MAR 15) 8h00 - 1,26%

BC: IBC-Br (M/M) (JAN) 8h30 - -0,55%

BC: IBC-Br (A/A) (JAN) 8h30 - 0,65%

Terça-Feira (Dia 17) FGV: IGP-10 (MAR) 8h00 - 0,43%

Quarta-Feira (Dia 18) Não há divulgações de indicadores econômicos

IPC-FIPE (MAR 7) 5h00 - 1,03%

FGV: IGP-M 2ª Prévia (MAR) 8h00 - 0,16%

Sexta-Feira (Dia 20) IBGE: IPCA-15 (MAR) 9h00 - 1,33%

Semana CAGED Emprego Formal (FEV) - -81,8K

Quinta-Feira (Dia 19) Segunda-Feira (Dia 16)

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Referências

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