QUÍMICA III
Resoluções de Exercícios
Capítulo04
Forças Intermoleculares
Materiais, suas
Propriedades e Usos
Propriedades e Usos
BLOCO01
01
C[Resposta do ponto de vista da disciplina de Química]
As pontes ou ligações de hidrogênio são ligações fortes, estabelecidas entre hidrogênio e flúor, oxigênio e nitrogênio, isso evita que a água tenha variações extremas de temperatura.
02
BA pouca solubilidade desse composto em água se deve à grande parte apolar do composto, porém, como apresenta centros polares, devido à presença do oxigênio, esse composto apresenta ligação do tipo dipolo-dipolo.
03
CO composto CaCl2 é o único que é formado por ligação iônica e os
compostos iônicos possuem interações mais intensas quando com-paradas às covalentes, por ser formadas por íons, sendo assim seus pontos de fusão e ebulição são mais intensos.
BLOCO
01
01
ENo grafite, que é uma forma alotrópica do grafeno, a rede está disposta em camadas unidas por forças de Van der Waals.
BLOCO
01
01
B A partir das i n f o r m a ç õ e s fornecidas, é correto afirmar que a principal interação entre o cristal violeta e a parede ce-lular é intera-ção íon-dipolo.02
EA ligação de hidrogênio é uma atração intermolecular mais forte do que a média. Nela os átomos de hidrogênio formam ligações indiretas, “ligações em pontes”, entre átomos muito eletronegativos de moléculas vizinhas. Este tipo de ligação ocorre em moléculas nas quais o átomo de hidrogênio está ligado a átomos que possuem alta eletronegatividade como o nitrogênio, o oxigênio e o flúor. Por exemplo: NH3, H2O e HF.
A ligação de hidrogênio é uma força de atração mais fraca do que a ligação covalente ou iônica. Mas, é mais forte do que as forças de London e a atração dipolo-dipolo.
03
ADe acordo com a interação do tipo dipolo induzido-dipolo induzido, quanto maior a massa, maior a interação intermolecular, então TE(H2)
< TE(N2) <TE(O2) <TE(Br2).
04
AObserve os tipos de interações intermoleculares:
I) CH3COOH (ácido acético; 60 g/mol): dipolo permanente e ligação
de hidrogênio devido à presença do grupo OH.
II) CH3CH2CH2OH (propanol; 60 g/mol): ligação de hidrogênio devido
à presença do grupo OH.
III) CH3CH2CHO (propanal; 58 g/mol): dipolo permanente devido ao
grupo carbonila (C=O).
Quanto mais intensas forem as forças intermoleculares, maior será a temperatura de ebulição. A ordem decrescente será dada por: I > II > III.
05
CForças intermoleculares do tipo ligações de hidrogênio podem ocorrer na interação das substâncias água e etanol, pois apresentam o grupo OH.
06
BAnálise das afirmações:
A) Incorreta. Abaixo de 10 oC o HCl e o HBr são gases.
B) Correta. As moléculas de HF, HCl, HBr e HI são unidas por forças dipolo permanente e somente as moléculas de HF são unidas também por pontes de hidrogênio.
C) Incorreta. Todos os haletos apresentam ligações covalentes polares. D) Incorreta. A ordem no PE: HI > HBr > HCl é devido à diferença na massa molar de cada composto e ao tamanho das nuvens eletrô-nicas que interferem na atração intermolecular.
E) Incorreta. O HF apresenta maior ponto de ebulição, pois tem o ele-mento de maior eletronegatividade (F) ligado ao hidrogênio, o que torna a ligação de hidrogênio ou ponte de hidrogênio muito intensa.
07
CAs forças intermoleculares presentes no HF líquido são do tipo liga-ções de hidrogênio, estas forças são menos intensas do que as forças eletrostáticas entre íons.
08
AA partir da análise das forças intermoleculares, lembrando que HF faz pontes de hidrogênio, que são interações mais intensas e quanto maior a “nuvem” eletrônica (ou massa) maior a interação intermolecular, para as moléculas que não fazem pontes de hidrogênio, vem:
SUBSTÂNCIA TEMPERATURA DE EBULIÇÃO (oC)
HF 20 HI – 35 HBr – 67 HCl – 85 OH OH O C– OH OH HO HOHO HO O O O O O NH NH HN Cristal violeta HN N+ N N HN NH NH2 COOH CH3 H3C H3C CH3 ác. N-ace lmurâmicoN-ace lglicosamina Oligopepdeo H3C O O O O O CH O CH
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
17
09
EAs ligações dissulfeto são covalentes, que são ligações muito fortes com elos físicos (orbitais moleculares), já as ligações de hidrogênio são intermoleculares.
10
CAs moléculas de gás sulfídrico formam interações do tipo dipolo--dipolo com a água.
H H H S + – H O + – Capítulo
05
Cálculo de Fórmulas
Representação das
Transformações Químicas
Transformações Químicas
BLOCO02
01
APela fórmula mínima sabemos que há 3 átomos de carbono (massa atômica 12,01), 4 átomos de hidrogênio (massa atômica 1,008) e 3 átomos de oxigênio (massa atômica 16). Com isso, podemos calcular a massa da fórmula mínima:
C = 12,01 . 3 = 36,03 H = 1,008 . 4 = 4,032 O =16. 3 = 48 Massa de C3H4O3 = 88,062
Em seguida, calculamos quantas vezes a fórmula mínima “cabe” na fórmula molecular da vitamina C:
, 176,12
2 88 062 Massa da fórmula mínima
Massa molecular = =
Isso significa que a proporção de átomos na fórmula molecular é 2 vezes a indicada pela fórmula mínima: 2 ⋅ (C3H4O3):
C = 3 ⋅ 2 = 6 H = 4 ⋅ 2 =8 O = 3 ⋅ 2 = 6
A fórmula molecular da vitamina C é C6H8O6.
02
B 6 N O / 4,8 g mol g 14 / 11,0 g mol g 16 , 0,34 mol 0 34 , 0,68 mol 0 34 1 mol 2 mols NO2 BLOCO03
01
CA massa molar da fórmula mínima é dada por: CH2O = (1 ⋅ 12) + (2 ⋅ 1) + (1 ⋅ 16) = 30 g/mol
Agora basta calcular quantas fórmulas mínimas são necessárias para se chegar à massa molar de cada substância:
Glicose: 18030 = 6 – multiplica a fórmula mínima por 6: C6H12O6;
Ácido acético: 30
60 = 2 – multiplica a fórmula mínima por 2: C
2H4O2;
Ácido lático: 3090 = 3 – multiplica a fórmula mínima por 3: C3H6O3;
Formaldeído: 30
30 = 1 – é igual à fórmula mínima: CH
2O. BLOCO
02
01
E Em 100 g do mineral há: 44 g de SiO2 (60 g/mol): 60 g de SiO2 --- 32 g de O2 44 g de SiO2 --- x 44 32 x= 60$ ⇒ x b 23,45 g de O2 44 g – 23,45 g = 20,55 g de Si 42 g de MgO (40 g/mol): 40 g de MgO --- 16 g de O2 42 g de MgO --- y 42 16 y= 40$ ⇒ y = 16,8 g de O2 42 g – 16,8 g = 25,2 g de Mg 1 g de FeO (72 g/mol): 72 g de FeO --- 16 g de O2 1 g de FeO --- z 1 16 z= 72$ ⇒ z b 0,22 g de O2 1 g – 0,22 g = 0,78 g de Fe 13 g de H2O (18 g/mol): 18 g de H2O --- 16 g de O2 13 g de H2O --- w 13 16 w= 18$ ⇒ w b 11,56 g de O2 13 g – 11,56 g b 1,44 g de HMassa total de oxigênio presente em 100 g do mineral: 23,45 g + 16,8 g + 0,22 g + 11,56 g = 52,03 g BLOCO
02
01
D g g g C H C C H C H C H CH CH H C CH 2 (fórmula mínima) (etano) % % , ,, , 80 20 80 20 12 80 1 20 6 66666 20 6 666666 66666 6 6666620 3 3 3 3 1 1 & & # = = -- -gH em100g . . g mol g mol02
D Teremos:Um indivíduo de 70 kg que utilizar uma vez por semana Deca-dura-bolim 50 mg terá, ao final de um mês (quatro semanas):
Em 4 semanas: 4 ⋅ 50 mg = 200 mg. 200 kgmg 70 = 2,857kgmg
03
E 1 mol de C6H12O6 — 180 g 0,2 mol de C6H12O6 — mglicose mglicose = 36 gmtotal = mágua + mglicose
04
Cálculo da fórmula mínima: , % , % ( ) / , / , ( ) , , , , ( ) C H passando para g mol g g mol gdividindo pela massa molar
mols mols
dividindo pelo menor
mol mols g 85 71 14 29 12 85 71 1 14 29 7 14 7 14 7 14 14 29 1 2 CH2 → Fórmula mínima
05
C 1 mol de TiO2 --- 80 g --- 48 g de Ti 100 g --- x 100 48 60 x= 80$ & x= g de TiPortanto, a porcentagem em massa de titânio no dióxido de titânio é 60%.
06
C % de N na ureia (60 g/mol): 28 100 46,7% 60 $ =% de N no nitrato de amônio (80 g/mol): 28 100 35% 80 $ = % de N na guanidina (59 g/mol): 42 100 71,2% 59 $ =
% de N no sulfato de amônio (132 g/mol): 28 100 21,2%
132 $
=
07
DFórmula percentual da sacarose: C12H22O11
Massa molar: 12 · 12 + 22 · 1 + 11 · 16 = 342 g/mol 144 g de carbono --- 342 g de sacarose x --- 100 g de sacarose g de carbono 42,11 x=100 144342$ & xb 22 g de hidrogênio --- 342 g de sacarose y --- 100 g de sacarose 100 22 6,43 ê
y= 342$ & yb g de hidrog nio 176 g de oxigênio --- 342 g de sacarose z --- 100 g de sacarose
100 176 51,46 ê
z= 342$ & zb g de oxig nio Fórmula percentual: C 42,11% H 6,43% O 51,46%
08
AC14 H9 Cl5
Massa molar do DDT: 14 ⋅ 12 + 9 ⋅ 1 + 5 ⋅ 35,5 = 354,5 g/mol
C , g % g x 354 5 100 168 * x = 47,4% H , g % g y 354 5 100 9 * y = 2,5% Cl , % , g g z 354 5 100 177 5 * z = 50,1%
09
C 1 mol de Al2O3 2 mol de Al 102 g de Al2O3 --- 54 g de Al x --- 1 kg de Al 1 102 1,89 x 54 & x kg de A O2 3 $ , b = 5 kg de bauxita (1 kg de Al) --- 1,89 kg de Al2O3 100 kg de bauxita --- y 100 1,89 37,8 y 5 & y kg de A O2 3 $ , b =Em 100 unidades de massa de bauxita há 37,8 unidades de massa de óxido de alumínio (37,8%).
10
D 25 g --- 100% Pb x --- 94% de Pb x = 23,5 g de Pb Portanto: 25 g – 23,5 g = 1,5 g de Pb BLOCO03
01
DA partir da análise da fórmula estrutural da teofilina, conclui-se que sua fórmula molecular é C7H8N4O2.
02
ESabemos que a massa molar é igual a 58 g/mol, então, temos: Cx Hy Oz
↓ ↓ ↓ 12x + 1y + 16z = 58
Agora é só fazer regra de três para cada elemento químico. Observe isso abaixo: C: H: O: 100% – 62,1% de C 100% – 10,3% de H 100% – 27,5% de O 58 g – 12x de C 58 g – y de H 58 g – 16z de O 1200x = 3601,8 100y = 597,4 1600z = 1595 x = 3601,8/1200 y = 597,4/100 z = 1595/1600 x = 3,0015 = 3 y = 5,974 = 6 z = 0,99 = 1 Agora é só substituir x, y e z pelos valores encontrados: C3H6O.
* Outra forma de resolver seria encontrar primeiro a fórmula mínima por meio da fórmula percentual que foi dada no enunciado e depois calcular quantas fórmulas mínimas seriam necessárias para chegar à massa molar. Veja:
1o Passo: Temos: 62,1% de C, 10,3% de H e 27,5% de O. Dividimos
cada valor desses, considerando em gramas, pelas respectivas massas molares:
C = 62,1/12 = 5,175 H = 10,3/1 = 10,3 O = 27,5/16 = 1,71875
Agora pegamos esses valores e dividimos cada um pelo menor entre eles, que é o 1,71875:
C = 5,175/1,71875 ≈ 3 H = 10,3/1,71875 ≈ 6 O = 1,71875/ 1,71875 = 1
Assim, a fórmula mínima dessa substância é: C3H6O.
2o Passo – Determinando a massa da fórmula mínima e depois
cal-culando quantas fórmulas mínimas são necessárias para se chegar à massa molar da substância:
C3H6O = (3 ⋅ 12) + (6 ⋅ 1) + (1 ⋅ 16) = 58 g/mol
A massa molar da fórmula mínima é exatamente igual à da fórmula molecular, portanto, elas são iguais: C3H6O.
03
C C(66,38%) H(6,38%) O(27,23%) , , ê , ê , ê , ê , carbono carbonohidrog nio hidrog nio
oxig nio oxig nio
12 66 38 5 532 1 6 38 6 38 16 27 23 1 702 & & & b b = = = =
Dividindo todos os valores encontrados pelo menor deles: , , , ê ,, ê , ê , , ê carbono carbono
hidrog nio hidrog nio
oxig nio oxig nio
1 702 5 532 3 25 1 702 6 38 3 75 1 702 1 702 1 & & & b = = = = =
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
19
Multiplicando todos os valores por 4 para obter os menores númerosinteiros, teremos: Fórmula mínima: C13H15O4
Massa da fórmula mínima = 235 g/mol n · 235 = 470 ⇒ n = 2 Fórmula molecular: C26H30O8
04
/ , % , / , % , , / , % , C H C g mol g g mol g g mol g 12 30 17 30 17 1 3 13 3 13 35 5 66 7 66 7 , , , , , , , , , 3 3 3mols mols mol
mol mol mol
mols mols mols
1 87 2 5 1 87 3 13 1 87 1 87 1 33 1 67 1 4 5 3 # # # C4H5Cl3 → Fórmula mínima
05
A 0,01 mol de pirita --- 1,20 g 1 mol de pirita --- 120 g , , , , ferro enxofre 56 46 67 0 83 32 53 33 1 67 -= =Dividindo todos os valores pelo menor deles, teremos: , , , , ferro enxofre 0 83 0 83 1 0 83 1 67-2 = = =
Fórmula mínima: Fe1S2 ou FeS2
Massa da fórmula mínima = 1 · 56 + 2 · 32 = 120 g/mol 120 · n = 120 ⇒ n = 1 ∴ Fórmula molecular: FeS2
06
A100% de minerais --- 106 g (1 tonelada)
65% de minerais --- x 6,5 10
x=65 10100$ 6 & x= $ 5g deminerais Massa de fosfato de cálcio, Ca3(PO4)2, em 1 t de ossos:
100% --- 6,5 · 105 g 80% --- y 80 6,5 10 5,2 10 ( ) y 100 5 y 5g de Ca PO 3 4 2 & $ $ $ = = Massa de fósforo em 5,2 · 105 g de Ca 3(PO4)2: 310 g (1 mol) de Ca3(PO4)2 --- 2 · 31 g de P 5,2 · 105 g de Ca 3(PO4)2 --- z 5,2 10 2 31 1,04 10 z= $3105$ $ & z= $ 5g de P 104 000 g = 104 kg de P Massa de cálcio em 5,2 · 105 g de Ca 3(PO4)2: 310 g (1 mol) de Ca3(PO4)2 --- 3 · 40 g de Ca 5,2 · 105 g de Ca 3(PO4)2 --- w , 2,01 10 w=5 2 10 3 40$3105$ $ & w= $ 5g de Ca Massa de carbonato de cálcio, CaCO3, em 1 t de ossos:
100% --- 6,5 · 105 g 20% --- α 20 6,5 10 1,3 10 g de CaCO 100 5 5 3 & $ $ $ a= a=
Massa de cálcio em 1,3 ⋅ 105 g de CaCO 3: 100 g (1 mol) de CaCO3 --- 1 ⋅ 40 g de Ca 1,3 ⋅ 105 g de CaCO 3 --- β β = 1,3 10 1100 40 5 & $ $ $ β = 0,52 ⋅ 105 g de Ca
Massa total de cálcio = 2,01 ⋅ 105 + 0,52 ⋅ 105
Massa total de cálcio = 2,53 ⋅ 105 g de Ca = 253 000 g de Ca = 253 kg de Ca
07
B 6,02 · 1020 moléculas --- 0,18 g de aspirina 6,02 · 1023 moléculas (1 mol) --- x 6,02 10 6,02 10 0,18 180 (180 / ) x 20 x g g mol 23 & $ $ $ = = Fórmula percentual: C 60% H 4,44% O 35,56% ê , ê , ê , ê , carbono carbono hidrog nio hidrog nio oxig nio oxig nio12 60 5 1 4 44 4 44 16 35 56 2 22 & & & -= = = = =
Dividindo todos os números pelo menor deles:
, ,
ê ,, ê
ê ,, ê
carbono carbono hidrog nio hidrog nio oxig nio oxig nio
2 225 2 25 2 224 44 2 2 22 2 22 1 & & & -= = = = =
Multiplicando todos os valores por 4 para obter os menores números inteiros, teremos: Fórmula mínima: C9H8O4
08
DCálculo da quantidade de matéria de N e O: 0,5 mol do óxido --- 1,0 mol do óxido 7,0 g de N --- 14,0 g de N 16,0 g de O --- 32,0 g de O
Massa molar do óxido: 46 g/mol
ê ,/ ê
ê ,/ ê
nitrog nio g molg nitrog nio mol oxig nio g molg oxig nio mol
14 14 0 1 16 32 0 2 & & = = = = Fórmula mínima: NO2
Massa da fórmula mínima: 1 · 14 + 2 · 16 = 46 n · 46 = 46 ⇒ n = 1 Fórmula molecular: NO2
09
D 100% de ouro na aliança --- 2,0 g 75% de ouro na aliança --- x , 1,5 x=75 2 0100$ & x= g de ouro10
D Ca5(PO4)3 OH = 5 · 40 + 3 · 31 + 13 · 16 + 1 · 1 Ca5(PO4)3 OH = 502 g/mol Ca5(PO4)3 F = 5 · 40 + 3 · 31 + 12 · 16 + 1 · 19 Ca5(PO4)3 F = 504 g/mol% de fósforo no composto Ca5(PO4)3OH
502 g de Ca5(PO4)3OH --- 93 g de fósforo
100 g de Ca5(PO4)3OH --- x
18,53 18,53% x=100 93502$ & x= g ou % de fósforo no composto Ca5(PO4)3F
504 g de Ca5(PO4)3F --- 93 g de fósforo
100 g de Ca5(PO4)3F --- y
100 93
18,45 18,45%
y= 504$ & y= g ou
Logo, os compostos apresentam aproximadamente 18,50% de fósforo.
Capítulo
06
Cálculos Químicos
Representação das
Transformações Químicas
Transformações Químicas
BLOCO04
01
BBLOCO
03
01
A 28/11,2 = 2,5 16/6,4 = 2,5 Concluímos que: a = 44; b = 11; c = 1 g de Y; d = 17,6 e e = não há excesso. BLOCO04
01
ALembrando que a proporção que se segue é de 81 e que a soma das massas dos reagentes (hidrogênio + oxigênio) tem que ser igual à massa do produto (água), temos:
MASSA DA ÁGUA MASSA DO HIDROGÊNIO MASSA DO OXIGÊNIO PROPORÇÃO: 1o experimento 4,5 g 0,5 g 4,0 g , , 4 0 0 5 8 1 = 2o experimento 9,0 g 1,0 g 8,0 g , , 8 0 1 0 8 1 = 3o experimento 18,0 g 2,0 g 16,0 g , , 16 0 2 0 8 1 = 4o experimento 99,9 g 11,11 88,88 g , , 88 88 11 11 8 1 = → +
02
F, F, V, F, V03
V, V, F, F, V04
CA palha de aço ao sofrer combustão aumenta a sua massa de acordo com a seguinte reação:
4 Fe(s) + 3 O2(g) → 2 Fe2O3(s)
4 · 56g 3 · 32 g 2.160 g 224 g 96 g 320 g
05
DPapel queimado – forma gás carbônico e vapor de água – o prato A fica mais leve que o B. Palha de aço queimada – forma óxido de ferro, o prato B fica mais pesado.
06
CO sistema é aberto, o gás carbônico formado no experimento II vai embora, consequentemente, a massa final é menor que a massa inicial.
07
AA) Verdadeira.
B) Falsa. O esquema ilustra o Princípio de Lavoisier (conservação da massa), uma vez que apresenta a massa total de um sistema fechado antes de a reação acontecer e depois de ocorrida a reação. C) Não varia.
D) Falsa. E) Falsa.
08
CProporção, em massa, das substâncias envolvidas na reação: – 6 g de magnésio reagem com 4 g de oxigênio, formando 10 g de
óxido de magnésio;
– 60 g de magnésio reagem com 40 g de oxigênio, formando 100 g de óxido de magnésio.
Se há 60 g de oxigênio no sistema inicial e só reagem 40 g de oxigênio, sobra um excesso de 20 g dessa substância.
09
D2 HNO3(aq) + K2CO3(s) → 2 KNO3(aq) + H2O(l) + CO2(g)
Na experiência ocorre uma reação química com liberação de gás (CO2(g)), como o sistema não está fechado não será possível verificar
experimentalmente a Lei de Lavoisier.
10
DA reação que ocorreu entre o ácido sulfúrico e a esponja de aço produziu gás hidrogênio (H2(g)) que foi liberado para o ambiente e por isso
a balança está indicando a massa final menor que a massa inicial. Assim, não foi possível verificar a Lei de Lavoisier, pois o sistema está aberto.
Capítulo
07
Gases
Transformações Químicas
Transformações Químicas
BLOCO05
01
D ( ) , , , , ( ) , , , CO Ba OH H O BaCO g g m g m n mol p V n R T V V V V V V V L L 44 197 98 5 22 44 22 0 5 1 0 5 0 082 27 273 12 3 30 12 3 17 7 18 CO CO CO CO CO CO CH CH CH 2 2 2 3 2 2 2 2 2 2 4 4 4"
# # # # # # + + = = = = = + = = + = + = = g L02
CA partir da equação (4 C3H5(NO3)3(l) → 6 N2(g) + O2(g) + 12 CO2(g) +
+ 10 H2O(g)) e de acordo com a hipótese de Avogadro, teremos
(6 + 1 + 12 + 10 = 29) moles de gases formados a partir da explosão de 4 moles de nitroglicerina, então,
p · V = ntotal · R · T , 29 0,082 298,15 709 V= $ 1 0$ = L BLOCO
06
01
CPodemos calcular as frações em quantidade de matéria (X) de cada gás e depois fazer uma regra de três para descobrir as porcentagens em volume:
Xgás = pgás
pTOTAL
pTOTAL = pN2 + pCO2 + pH2S → pTOTAL = 0,6 + 0,9 + 1,5
pTOTAL = 3,0 atm
XN2 = 0,6 atm XCO2 = 0,9 atm XH2S = 1,5 atm
3,0 atm 3,0 atm 3,0 atm XN2 = 0,2 XCO2 = 0,3 XH2S = 0,5
1 --- 100% 1 --- 100% 1 --- 100% 0,2 --- %VN2 0,3 --- %VCO2 0,5 --- %VH2S
%VN2 = 0,2 .100% %VCO2= 0,3 .100% %VH2S= 0,5 . 100%
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
21
BLOCO
07
01
B[1] Hipótese de Avogadro: o mesmo número de mols de qualquer gás ocupará o mesmo volume mantidas as condições de pressão e temperatura constantes.
[2] Mantida a temperatura constante, pressão e volume são grandezas inversamente proporcionais.
[3] Mantido o volume constante, pressão e temperatura são grandezas diretamente proporcionais.
[4] Mantida a pressão constante, volume e temperatura são grandezas diretamente proporcionais.
Conclusão: 2 (transformação isotérmica) – 3 (transformação isocórica ou isovolumétrica) – 4 (transformação isobárica) – 1 (hipótese de Avogadro).
BLOCO
04
01
BO físico irlandês Robert Boyle (1627-1691) foi o primeiro a constatar que a temperatura de um ser humano permanece constante. Observou que a relação entre a pressão e o volume de um gás, quando a massa e a temperatura são mantidas constantes, é inversamente proporcional, ou seja, são grandezas inversamente proporcionais (p × V = Constante). Numa transformação gasosa entre dois estados, mantidas a massa e a temperatura constantes, teremos:
pressão 2p p T Volume V/2 V BLOCO
05
01
BPara uma mistura de gases sem reação química, vale a seguinte relação matemática: , p p p p T V T V T p V T V V V V V atm 300 3 400 3 600 4 5 200 1 2 final final final final 1 1 1 2 2 2 3 3 3 $ $ $ $ $ $ $ $ = + + = + + = BLOCO
06
01
ASendo o fenômeno da brisa terrestre o inverso do da brisa marítima, o ar sobre a água está mais quente e, consequentemente, sobe, deixando uma área de baixa pressão. Isso provoca, portanto, deslocamento de ar do continente para o mar.
BLOCO
05
01
A CH4 + 2 O2 → CO2 + 2 H2O 16 g --- 2 mols 40 g --- x x = 5 mols pV = nRT 1 ⋅ V = 5 ⋅ 0,082 ⋅ 300 V = 123 L02
D1 crédito equivale a 1 tonelada (106 g) de CO 2, então: , , , p V Mm R T V V V 1 00 1044 0 082 300 0 559 10 559 10 559 6 6 3 3 3 # # # # # # # # = = = = = L L m .600m
03
A • pV = KT → p V.T = K Da tabela calculamos K: 1 0,5 K= 200$"
K=4001 atm mK$ 3 • Na nova situação: 800 T p V K T T K 2 1 4001"
$ $ ` = = =04
D Teremos: MCO2 = 44 g · mol–1 8,8 kg = 8 800 g ⇒ n = Mm = 8 80044 = 200 mols p × V = n · R · Tp = 1 atm; R = 0,082 atm · K mol–1 · K–1
T = 27 + 273 = 300 K n = 200 mols
1 × V = 200 · 0,082 · 300 V = 4 920,0 L
05
ABalanceando a equação fornecida, teremos: C2H6O(l) + 3 O2(g) → 2 CO2(g) + 3 H2O(l)
46 g –––––– 2 . 44 g 4,6 kg –––––– mCO2 mCO2 = 8,8 kg
06
BAlternativa A está incorreta, pois o volume e a temperatura dos gases são diretamente proporcionais, o que é evidenciado na equação dos gases perfeitos ou de Clapeyron, pV = nRT. Então o balão que murchou foi colocado em água fria, pois a diminuição da temperatura causou uma contração dos gases da bexiga.
Alternativa B está correta. Os gases sofrem expansão do volume à medida que a temperatura aumenta. A equação dos gases perfeitos ou de Clapeyron, pV = nRT, indica a relação diretamente proporcional entre o volume e a temperatura dos gases.
Alternativa C está incorreta, o volume do balão que foi colocado em água fria diminuiu, porque a pressão do sistema diminuiu, reduzin-do o choque das partículas de gás com as paredes reduzin-do balão. Como pode ser visto na equação dos gases perfeitos ou de Clapeyron, pV = nRT, pressão e temperatura são diretamente proporcionais; se a temperatura diminui, a pressão também diminui.
Alternativa D está incorreta, pois as partículas dos gases não sofrem variação de tamanho. O volume se altera devido às variações nos espaços vazios entre as partículas, que podem aumentar ou diminuir de acordo com as variações na temperatura.
Alternativa E está incorreta, não houve reação química.
07
ADe acordo com a hipótese de Avogadro, nas mesmas condições de temperatura e pressão, o mesmo volume será ocupado pelo mesmo número de moléculas.
08
BDa equação de estado de um gás, vem: p V$ =Mm$ $R T , 6,97 7 V m R Tp M &V 170 0 082 300150 4 L L $ $ $ $ $ $ = = = =
09
A Teremos:6 mols de H2 e 2 mols de N2 formam 4 mols de NH3:
1 N2(g) + 3 H2(g) → 2 NH3(g)
1 mol ---- 3 mol ---- 2 mol 2 mol ---- 6 mol ---- 4 mol
10
DA partir da equação de Clapeyron (equação do estado de um gás), vem:
, , , ( ) , p V Mm R T p p 0 8 7 474 0 08 37 273 3 1 $ $ $ $ $ $ = = + = atm BLOCO
06
01
E , , , , , , , , , ( ) , n Mn n mol n mol n mol n mol p V n R T p p atm 44 50 10 1 136 10 30 37 10 1 23 10 44 75 10 1 70 10 1 136 10 1 23 10 1 70 10 4 066 10 250 4 066 10 0 082 527 273 1066 9 N O NO CO 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 2 # # # # # # # # # # # # # # # # # . = = = = = = = = + + = = = +02
CA massa molecular da amônia (NH3 = 17 g/mol) é constante, logo não
pode ser usada no eixo das ordenadas.
03
CA partir da equação geral para um gás ideal, teremos:
( ) , p p p T V T V K atm V K p V atm 298 1 273 621 3 0 inicial inicial inicial final final final final final # # # # = = + =
04
BPodemos considerar que a pressão interna do gás é equivalente à pressão externa exercida pela água. Ocorre que, durante a subida, a pressão hidrostática vai diminuindo e, portanto, a pressão interna do gás também sofre diminuição. Nesse caso, estamos desconsiderando o efeito da temperatura, pois a mesma é constante.
05
B1o) Cálculo do no de mols antes de abrir a torneira:
pV = nRT
(I) 1 atm · 1 L = nH2 R 298 K
∴nH2 = R$2981 =x
(II) 5 atm · 1 L = nCl2 R 298 K
∴ nCl2= R$2985 =5x
Podemos concluir que a proporção entre nH2 e nCl2 é de x para 5x. 2o) Após abrir a torneira:
H2(g) + Cl2(g) → 2 HCl(g)
1molx 1molx 22molx
Reagem Forma 144424443 S Há excesso de 4x de Cl2(g). A relação entre nCl2 e nHCl(g) é: n 2 n x x 2 4 HC C2 = = , ,
06
B Para o gás H2, temos:Estado inicial p atm V V 3 1 1 = = ) Estado final p ? V V V V 3V 2 2 = = + + = )
Sendo a transformação isotérmica, podemos aplicar a Lei de Boyle: p1V1 = p2V2⇒ 3VY = p2 . 3VY⇒ p2 = 1 atm
A pressão parcial do H2 na situação final será 1 atm.
Para o gás He, temos: Estado inicial p atm
V V 9 1 1 = = ) Estado final p ? V V V V 3V 2 2 = = + + = )
Aplicando a Lei de Boyle:
p1V1 = p2V2⇒ 9V = p2 · 3VY⇒ p2 = 3 atm
A pressão parcial do He na mistura final será 3 atm. Pela Lei de Dalton para pressões parciais, temos: pT = pH2 + pHe = 1 + 3 = 4 atm
07
C Para o gás N2, temos: Estado inicial p V L 1 3 1 1 = = atm ) Estado final p ? V 3L 2L 5L 2 2 = = + = )Aplicando a Lei de Boyle (transformação isotérmica), temos: p1V1 = p2V2⇒ 1 · 3 = p2 · 5 ⇒ p2 = 0,6 atm (pressão parcial do N2)
Para o gás O2, temos:
Estado inicial p atm
V L 5 2 1 1 = = ) Estado final p ? V 5L 2 2 = = )
Aplicando a Lei de Boyle, vem:
p1V1 = p2V2⇒ 5 · 2 = p2 · 5 ⇒ p2 = 2 (pressão parcial do O2)
Pela Lei de Dalton das pressões parciais, temos: pT = pN2= pO2 = 0,6 + 2 = 2,6 atm
Ciências da Natureza e suas Tecnologias
23
08
AComo as pressões parciais no equilíbrio são proporcionais aos números de mols, teremos: Balão A: nA = 1 n mol H2 Balão B: 0,5 n mol de O2 e 0,5 n mol de H2 nB = 1 n mol Abrindo a torneira: n(total) = nA + nB = 2 n mol Pressão parcial do H2 = , n n 2 1 5 = 0,75 ⇒ 0,75 atm Pressão parcial do O2 = 0 52,nn = 0,25 ⇒ 0,25 atm
09
EAo considerarmos um gás ideal dentro de um cilindro, poderemos calcular o número de mols desse gás se soubermos os valores da pressão, da temperatura e do volume utilizando a equação do estado de gás ideal: p · V = n R T Na qual: p = pressão do gás V = volume do gás n = número de mols do gás
R = constante universal dos gases ideais T = temperatura absoluta (Kelvin)
Como n = Mm (onde M é a massa molar do gás), substituindo esta expressão na equação anterior, também podemos utilizar:
p · V = Mm R T Teremos: V = 3 m3 = 3 000 L p = 1 atm M(O2) = 32 g/mol T = 300 K
Substituindo na equação acima, vem: 1 · 3 000 = c32mm · 0,082 · 300 m = 3902,4 g ou 3,9 kg
10
Dptotal = 4 atm; pA = 2 atm; pB = 1 atm e pC = 1 atm
ptotal · V = ntotal · R · T ⇒ ntotal = R T
ptotal V $ $ ntotal = 0,082 300 4 37 $ $ ⇒ ntotal = 6 mols pA = XA · ptotal ⇒ pA = n n total A · p total nA = p p total A · n total ⇒ nA = 2 6 4 $ ⇒ nA = 3 mols Analogamente: nB = p p total B · n total ⇒ nB = 1 64 $ ⇒ nB = 1,5 mol nC = p p total C · n total ⇒ nC = 1 64 $ ⇒ nC = 1,5 mol BLOCO
07
01
CDe acordo com a Lei de Graham, quanto menor a massa molar, maior a velocidade de difusão do gás. v v M M M M v v 2 1 1 2 11 2
&
12 2 =02
E“O mesmo número de partículas, de quaisquer gases, submetidas às mesmas condições de pressão e de temperatura, ocupa sempre o mesmo volume.”
Observe:
03
CMassas iguais, mas no de partículas diferentes.
04
EEtilamina = 45 g/mol
Cloreto de hidrogênio = 36,5 g/mol V C H NH V HC MHC MC H NH D D 2 5 2 2 5 2 , , =
Como as velocidades de difusão dos gases são inversamente propor-cionais às raízes quadradas de suas massas molares, a velocidade de difusão do HCl será maior que a do C2H5NH2 e, portanto, o produto
formado pela reação desses dois compostos será formado mais pró-ximo do algodão embebido em C2H5NH2. Assim, o item E é correto.
05
CA diminuição da pressão parcial do CO2(g), favorecendo a formação
do precipitado de carbonato de cálcio.
06
C H2 > CH4 > N2 > O2 > CO207
A A equação da fotossíntese é: 6 CO2 + 12 H2O → C6H12O6 + 6 O2 Assim, teremos: 6 mols de CO2 --- 6 mols de O2 68 mols de CO2 --- nO2Considerando que o gás encontra-se nas CNTP, teremos: 1 mol de O2 --- 22,4 L 68 mols de O2 --- VO2 VO2 = 1523,2 L
08
C Teremos: ( ) ( ) ( ) , , p A g B g C gmol mol mol V n R T T C C K V L L 2 5 5 10 100 273 373 3 10 0 082 373 101 95 100 K " # # # # # # c c . + = = + = = =
09
C d = 22 4M, ⇒ 1,25 = 22 4M,M = 1,25 · 22,4 = 28 g · mol–1 ⇒ CO (monóxido de carbono)
10
C VDH2 = 27 km/min VDO2 = ? Mol H2 = 2 g/mol Mol O2 = 32 g/mol V O V H 2 2 D D = M M H O 2 2 ⇒ ⇒ V O 27 2 D = 2 32 V O27D 2 = 16 ⇒ V O27D 2 = 4 VDO2 = 4 27 ⇒ VDO2 = 6,75 km/min , min min km X km 6 75 1 60 " " ) x = 405 km/h VDO2 = 405 km/h01
AO aumento da temperatura faz aumentar a pressão do gás no interior da lata, o que pode causar uma explosão do gás butano.
02
A Teremos: , , / ; / T K p V Mm R T M M g mol C O CO u M g mol 47 273 320 2 5 16 77 0 082 320 44 12 16 44 44 CO 2 2 # # # # # # = + = = = = = = = =A estrutura molecular do CO2 apresenta ligações σ e p.
O C Oσp σp
03
DTeremos:
Observação: A solubilidade em água do clorofórmio é baixa: 0,8 g/100 mL a 20 °C, por isso ocorre a formação de mistura bifásica com a água.
04
ADas substâncias elencadas nas alternativas, a única com caráter apolar e, portanto, capaz de dissolver a graxa é a gasolina.
05
D6 CO2 + 6 H2O → C6H12O6 + 6 O2
6 mol 6 mol 1 mol 6 mol 6(44 g) 6(18 g) 180 g 6(32 g) 144424443 144424443 massa total massa total dos reagentes dos produtos Corretas: I, III e IV.
06
DA partir da equação de estado de um gás ideal (Clapeyron): pV = nRT ⇒ pV = Mm RT Deduzimos: RT pM V m d RT pM & = = Então, , 1,304 / d pMRT &d 8 21 102 28$ –2$523 g L $ = = =
Como p = 2,0 atm; V = 0,250 L; R = R = 8,21 · 10–2 atm · L · K–1 · mol–l;
T = 250 oC = 523 K. Substituindo na equação de estado (Clapeyron), temos:
pV = nRT
2,0 · 0,250 = n · 8,21 · 10–2 · 523
n = 1,1645 · 10–2 mol de moléculas, ou seja:
1,1645 · 10–2 · 6,02 · 1023 = 7,01 · 1021 moléculas. A resposta mais
aproximada está na alternativa D.
07
ASolidificação da água: seta 2 (processo isobárico). Sublimação da água: seta 7 (processo isotérmico).
Imiscíveis azul vermelho Ciclo-hexano (menor densidade) água (maior densidade) V Imiscíveis azul água (menor densidade) clorofórmio (maior densidade) II amarelo
08
DI. (V); A pressão parcial do O2(g) (pO2(g)) no interior da cabine é maior
que a pressão parcial do O2(g) no exterior da cabine quando o avião
voa a 10 000 m de altitude. II. (V); pO2 = XO2 . pTOTAL
III. (F); A pO2(g) no interior da cabine é maior que pO2(g) no ar a 2 400
m, pois no interior da cabine o ar é mais seco (menor concentração de H2O(v)).
09
C TV% argônio = 0,9% pTOTAL = 100 atm pAr = ? % % atm X atm 100 100 09 p p TOTAL AR ) x = 100 0 9100$ , = 0,9 atm10
BQuando a penca de bananas está fechada em um recipiente plástico, o gás etileno (C2H4(g)) que vai sendo liberado pelas frutas vai se
acumulando no recipiente, aumentando assim a pressão parcial deste gás no recipiente plástico.